Sensibilizando para Educar PROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA – BRASIL ALFABETIZADO –  BAIXADAS LITORÂNEAS I COORDENADORAS RESPONSÁVEIS:  Neide Lúcia da Silva Souza  Giana Claudia de Castro Araujo
Sensibilizar para educar se refere ao ponto que estamos priorizando para a formação continuada das alfabetizadoras. O período de 8 meses é um período muito curto para se completar a árdua tarefa de alfabetizar jovens e adultos. Muitos se queixam de que precisariam de mais tempo para realizá-la. Daí que, entre os dois pólos desta relação de ensino – alfabetizador e alfabetizando – consideramos que o esforço intelectual deve ser maximizado nos alfabetizandos, através de estímulos dos alfabetizadores.  INTRODUÇÃO - 1
INTRODUÇÃO - 2 O único modo de fazer pessoas que chegam do trabalho, ou que estão já cansadas de uma vida de luta, se esforçarem ao máximo para qualquer tarefa em sala de aula, é fazê-las desejar ardorosamente saber ler e escrever.  Portanto, o nosso foco é fornecer subsídios para despertar um intenso desejo de conhecer nos educandos, de modo que, mesmo que não atinjam um grau satisfatório de alfabetização, continuem buscando esta jornada mesmo após o término do programa .
JUSTIFICATIVA – 1 Antes mesmo de começar o programa, fomos advertidas de que não é incomum que os alunos não o concluam completamente alfabetizados. Nos vários níveis de alfabetização, os alfabetizados de nível rudimentar, segundo dados do INAF (Indicador de alfabetismo funcional), formam a população que menos varia.
INAF 2005
JUSTIFICATIVA - 2 Fazê-los  desejar  a aprender a ler e a escrever, portanto, é o que vai garantir o ingresso destes alunos no mundo da leitura e da escrita, e certamente vai cumprir o papel de não deixar o processo parar na alfabetização. Estes alunos vão estar motivados a procurar a EJA para continuar seus estudos, e apontar para uma variação maior dessa realidade em direção ao crescimento.
JUSTIFICATIVA - 3 Vimos no curso um relato de um rapaz chamado Antônio, cuja vontade de se alfabetizar era tanta que acabou se alfabetizando sozinho.  Em pedagogia, aprendemos que o aprendizado mais duradouro é construído a partir de uma motivação interna, mais do que a externa.  MOTIVAÇÃO EXTERNA: passar numa prova, desejo de não punição etc. Tão logo cesse o fator externo, o aprendizado não tem mais serventia e o aprendiz se descarta dele. MOTIVAÇÃO INTERNA: necessidade interna de saber, que fornece portanto  um canal de prazer pessoal com o conhecimento.
JUSTIFICATIVA - 4 Paulo Freire, em uma de suas cartas do livro “Professora sim, tia não”, intitulada “Saber e Crescer, tudo a ver”, afirma que a aspiração do educador deve ser o crescimento, em sua dimensão totalizante, não apenas fisiológica. Ao mesmo tempo, afirma que crescer e saber são processos interdependentes, um jamais ocorre sem o outro. Assim, conclui que  a chave para fazer o indivíduo crescer em sua dimensão totalizante é sensibilizá-lo com o conhecimento.
OBJETIVO GERAL  O objetivo geral deste projeto é formar alfabetizadores sensíveis ao significado do projeto em que estão inseridos, de modo tal que eles se tornem multiplicadores dessa sensibilidade em seus alunos, desenvolvendo o fator motivacional identificado aqui como o mais eficaz para estimular a busca do conhecimento por parte do aluno da EJA.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS E OPERACIONAIS  Especificamente, a motivação deve ocorrer através da ênfase no resgate da cidadania desses alunos, bem como no fortalecimento da sua auto-estima, mostrando –os que é possível realizar esta tarefa através da aquisição de saber, ao proporcionar o seu crescimento interior e a sua realização plena na sociedade.
METODOLOGIA - 1 Busca da valorização do desenvolvimento do  humano  em sala de aula, no sentido de Augusto Novasky.  O ambiente de sala de aula deve ser o mais humano possível, assim como os professores devem estimular a convivência, e não o afastamento. Valorizar tarefas em grupo, que estimulem a cooperação, e que o professor, neste processo, tenha claro que a educação é uma via de mão dupla, onde os dois pólos educando – educador, trocam experiências e se enriquecem mutuamente.
METODOLOGIA - 2 Atividades de sensibilização através do resgate das histórias de vida, mostrando, com esta busca cotidiana, a necessidade e o novo mundo que pode se abrir para o indivíduo que se submete à alfabetização.  Os exercícios cotidianos de decodificação dos símbolos, trabalhando tanto a oralidade quanto a criatividade dos alunos,devem ser subordinados ao objetivo maior de motivar.
ATIVIDADES PARA ESTÍMULO DA SENSIBILIZAÇÃO  Desenvolvimento de conceitos e práticas: Ler não é só decodificação de letras, mas atribuição de sentido (conceitos de Paulo Freire) Levantamento de temas que desenvolvam e estimulem a reflexão e o entrosamento profundo da turma:  Validação (Stephen Kanitz);  Valorização dos diferentes estágios da alfabetização (email lista de discussão) e conceito de letramento (Eloisa Schumacher Corrêa); Reconhecimento dos diferentes tipos de inteligência (Howard Gardner);  A dessacralização da relação professor – aluno (Affonso Romano de Sant’Anna); Os pensamentos, atitudes e falas que bloqueiam a atitude produtiva ( João Luís de Almeida Machado, Liane Camargo de Almeida Alves)
ATIVIDADES PARA ESTÍMULO DA SENSIBILIZAÇÃO 3 – O trabalho com histórias de vida proporciona: O resgate das histórias de vida como meio de elevação da auto-estima, através da ênfase das experiências positivas e reelaboração das experiências negativas; A conscientização do processo da própria aprendizagem, no plano individual e coletivo. (Vazquez)
HISTÓRIAS DE VIDA “ Neste sentido resgatar a própria história  de vida e nela especialmente a escolar possibilita ao  professor re-interpretar e re-significar fracassos, sucessos, valores internalizados, interesses, investimentos, desejos, ambições. O fato de narrar-se e poder ter acesso as narrações de seus pares, favorece compreender, ser empático, poder atuar de outra forma, identificar-se e exercitar valores como a solidariedade proporcionando a  construção de novos ambientes de trabalho cooperativos.” (Beatriz Sanz Vazquez)
BIBLIOGRAFIA ALVES, Liane Camargo de Almeida. Para varrer do pensamento. São Paulo,  Revista Bons Fluidos ,  Editora Abril. Disponível em: <http://bonsfluidos.abril.com.br/edicoes/0062/canal3a/b.shtml>  Acesso e 06/11/2009. CORREA, Eloiza Schumacher. Aprender a ler e escrever além das letras.  Revista Patio , disponível em: <http://www.revistapatio.com.br/conteudo_exclusivo_conteudo.aspx?id=59> Acesso em: 06/11/2009 GARDNER, HOWARD. Os burros são raros. Entrevista à Veja, por Mônica Weinberg. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/250707/entrevista.shtml> Acesso em: 06/11/2009.
KANITZ, Stephen. O poder da validação. Site de Stephen Kanitz, disponível em: <http://www.kanitz.com/veja/o_poder_da_validacao.asp> Acesso em: 06/11/2009 MACHADO, João Luis de Almeida.  Dias Melhores . Portal Planeta Educação, disponível em: <http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=580> Acesso em: 06/11/2009. SANT’ANNA, Affonso Romano de.  Desaprendendo a Lição . Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, Revista Educação em Linha, Ano II n.º 5. Disponível em: <http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/downloads/EducacaoemLinha5.pdf> Acesso em: 06/11/2009.
SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Inteligência e Criatividade – novas formas de avaliação escolar. Apresentação em  PowerPoint , disponível em: <http://www.maxima.art.br/adm/arq_palestras/anabeatriz.ppt>  Acesso em: 06/11/2009. SOARES, Magda Becker. Letrar é mais que alfabetizar. Entrevista publicada no Jornal do Brasil, 26/11/2000, disponível em: <http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm> Acesso em: 06/11/2009. WEISZ, Telma. Didática da Leitura e da escrita: questões teóricas. Disponível em: <http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/am540_2003/bia/artigosite.pdf> Acesso em: 06/11/2009
VAZQUEZ, Beatriz Sanz.  Uma experiência intencional da minha própria aprendizagem . Instituto de Artes (IA), 2003. Disponível em: <http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/am540_2003/bia/artigosite.pdf> Acesso em: 06/11/2009.
LISTA DE COORDENADORES RJ BRASIL ALFABETIZADO –  YAHOOGRUPOS PARTICIPE!!!!  Envie um e-mail para  [email_address]  solicitando instruções para o cadastramento,  OU Se inscreva diretamente no site:  http://br.groups.yahoo.com/group/coordenadoresrjbrasilalfabetizado/ OU Vá ao site do yahoogrupos ( www.yahoogrupos.com.br ) e digite “brasil alfabetizado”, e peça ingresso no grupo de  coordenadores rj brasil alfabetizado  (tudo junto)

Sensibilizar

  • 1.
    Sensibilizando para EducarPROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA – BRASIL ALFABETIZADO – BAIXADAS LITORÂNEAS I COORDENADORAS RESPONSÁVEIS: Neide Lúcia da Silva Souza Giana Claudia de Castro Araujo
  • 2.
    Sensibilizar para educarse refere ao ponto que estamos priorizando para a formação continuada das alfabetizadoras. O período de 8 meses é um período muito curto para se completar a árdua tarefa de alfabetizar jovens e adultos. Muitos se queixam de que precisariam de mais tempo para realizá-la. Daí que, entre os dois pólos desta relação de ensino – alfabetizador e alfabetizando – consideramos que o esforço intelectual deve ser maximizado nos alfabetizandos, através de estímulos dos alfabetizadores. INTRODUÇÃO - 1
  • 3.
    INTRODUÇÃO - 2O único modo de fazer pessoas que chegam do trabalho, ou que estão já cansadas de uma vida de luta, se esforçarem ao máximo para qualquer tarefa em sala de aula, é fazê-las desejar ardorosamente saber ler e escrever. Portanto, o nosso foco é fornecer subsídios para despertar um intenso desejo de conhecer nos educandos, de modo que, mesmo que não atinjam um grau satisfatório de alfabetização, continuem buscando esta jornada mesmo após o término do programa .
  • 4.
    JUSTIFICATIVA – 1Antes mesmo de começar o programa, fomos advertidas de que não é incomum que os alunos não o concluam completamente alfabetizados. Nos vários níveis de alfabetização, os alfabetizados de nível rudimentar, segundo dados do INAF (Indicador de alfabetismo funcional), formam a população que menos varia.
  • 5.
  • 6.
    JUSTIFICATIVA - 2Fazê-los desejar a aprender a ler e a escrever, portanto, é o que vai garantir o ingresso destes alunos no mundo da leitura e da escrita, e certamente vai cumprir o papel de não deixar o processo parar na alfabetização. Estes alunos vão estar motivados a procurar a EJA para continuar seus estudos, e apontar para uma variação maior dessa realidade em direção ao crescimento.
  • 7.
    JUSTIFICATIVA - 3Vimos no curso um relato de um rapaz chamado Antônio, cuja vontade de se alfabetizar era tanta que acabou se alfabetizando sozinho. Em pedagogia, aprendemos que o aprendizado mais duradouro é construído a partir de uma motivação interna, mais do que a externa. MOTIVAÇÃO EXTERNA: passar numa prova, desejo de não punição etc. Tão logo cesse o fator externo, o aprendizado não tem mais serventia e o aprendiz se descarta dele. MOTIVAÇÃO INTERNA: necessidade interna de saber, que fornece portanto um canal de prazer pessoal com o conhecimento.
  • 8.
    JUSTIFICATIVA - 4Paulo Freire, em uma de suas cartas do livro “Professora sim, tia não”, intitulada “Saber e Crescer, tudo a ver”, afirma que a aspiração do educador deve ser o crescimento, em sua dimensão totalizante, não apenas fisiológica. Ao mesmo tempo, afirma que crescer e saber são processos interdependentes, um jamais ocorre sem o outro. Assim, conclui que a chave para fazer o indivíduo crescer em sua dimensão totalizante é sensibilizá-lo com o conhecimento.
  • 9.
    OBJETIVO GERAL O objetivo geral deste projeto é formar alfabetizadores sensíveis ao significado do projeto em que estão inseridos, de modo tal que eles se tornem multiplicadores dessa sensibilidade em seus alunos, desenvolvendo o fator motivacional identificado aqui como o mais eficaz para estimular a busca do conhecimento por parte do aluno da EJA.
  • 10.
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS EOPERACIONAIS Especificamente, a motivação deve ocorrer através da ênfase no resgate da cidadania desses alunos, bem como no fortalecimento da sua auto-estima, mostrando –os que é possível realizar esta tarefa através da aquisição de saber, ao proporcionar o seu crescimento interior e a sua realização plena na sociedade.
  • 11.
    METODOLOGIA - 1Busca da valorização do desenvolvimento do humano em sala de aula, no sentido de Augusto Novasky. O ambiente de sala de aula deve ser o mais humano possível, assim como os professores devem estimular a convivência, e não o afastamento. Valorizar tarefas em grupo, que estimulem a cooperação, e que o professor, neste processo, tenha claro que a educação é uma via de mão dupla, onde os dois pólos educando – educador, trocam experiências e se enriquecem mutuamente.
  • 12.
    METODOLOGIA - 2Atividades de sensibilização através do resgate das histórias de vida, mostrando, com esta busca cotidiana, a necessidade e o novo mundo que pode se abrir para o indivíduo que se submete à alfabetização. Os exercícios cotidianos de decodificação dos símbolos, trabalhando tanto a oralidade quanto a criatividade dos alunos,devem ser subordinados ao objetivo maior de motivar.
  • 13.
    ATIVIDADES PARA ESTÍMULODA SENSIBILIZAÇÃO Desenvolvimento de conceitos e práticas: Ler não é só decodificação de letras, mas atribuição de sentido (conceitos de Paulo Freire) Levantamento de temas que desenvolvam e estimulem a reflexão e o entrosamento profundo da turma: Validação (Stephen Kanitz); Valorização dos diferentes estágios da alfabetização (email lista de discussão) e conceito de letramento (Eloisa Schumacher Corrêa); Reconhecimento dos diferentes tipos de inteligência (Howard Gardner); A dessacralização da relação professor – aluno (Affonso Romano de Sant’Anna); Os pensamentos, atitudes e falas que bloqueiam a atitude produtiva ( João Luís de Almeida Machado, Liane Camargo de Almeida Alves)
  • 14.
    ATIVIDADES PARA ESTÍMULODA SENSIBILIZAÇÃO 3 – O trabalho com histórias de vida proporciona: O resgate das histórias de vida como meio de elevação da auto-estima, através da ênfase das experiências positivas e reelaboração das experiências negativas; A conscientização do processo da própria aprendizagem, no plano individual e coletivo. (Vazquez)
  • 15.
    HISTÓRIAS DE VIDA“ Neste sentido resgatar a própria história de vida e nela especialmente a escolar possibilita ao professor re-interpretar e re-significar fracassos, sucessos, valores internalizados, interesses, investimentos, desejos, ambições. O fato de narrar-se e poder ter acesso as narrações de seus pares, favorece compreender, ser empático, poder atuar de outra forma, identificar-se e exercitar valores como a solidariedade proporcionando a construção de novos ambientes de trabalho cooperativos.” (Beatriz Sanz Vazquez)
  • 16.
    BIBLIOGRAFIA ALVES, LianeCamargo de Almeida. Para varrer do pensamento. São Paulo, Revista Bons Fluidos , Editora Abril. Disponível em: <http://bonsfluidos.abril.com.br/edicoes/0062/canal3a/b.shtml> Acesso e 06/11/2009. CORREA, Eloiza Schumacher. Aprender a ler e escrever além das letras. Revista Patio , disponível em: <http://www.revistapatio.com.br/conteudo_exclusivo_conteudo.aspx?id=59> Acesso em: 06/11/2009 GARDNER, HOWARD. Os burros são raros. Entrevista à Veja, por Mônica Weinberg. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/250707/entrevista.shtml> Acesso em: 06/11/2009.
  • 17.
    KANITZ, Stephen. Opoder da validação. Site de Stephen Kanitz, disponível em: <http://www.kanitz.com/veja/o_poder_da_validacao.asp> Acesso em: 06/11/2009 MACHADO, João Luis de Almeida. Dias Melhores . Portal Planeta Educação, disponível em: <http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=580> Acesso em: 06/11/2009. SANT’ANNA, Affonso Romano de. Desaprendendo a Lição . Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, Revista Educação em Linha, Ano II n.º 5. Disponível em: <http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/downloads/EducacaoemLinha5.pdf> Acesso em: 06/11/2009.
  • 18.
    SILVA, Ana BeatrizBarbosa. Inteligência e Criatividade – novas formas de avaliação escolar. Apresentação em PowerPoint , disponível em: <http://www.maxima.art.br/adm/arq_palestras/anabeatriz.ppt> Acesso em: 06/11/2009. SOARES, Magda Becker. Letrar é mais que alfabetizar. Entrevista publicada no Jornal do Brasil, 26/11/2000, disponível em: <http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm> Acesso em: 06/11/2009. WEISZ, Telma. Didática da Leitura e da escrita: questões teóricas. Disponível em: <http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/am540_2003/bia/artigosite.pdf> Acesso em: 06/11/2009
  • 19.
    VAZQUEZ, Beatriz Sanz. Uma experiência intencional da minha própria aprendizagem . Instituto de Artes (IA), 2003. Disponível em: <http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/am540_2003/bia/artigosite.pdf> Acesso em: 06/11/2009.
  • 20.
    LISTA DE COORDENADORESRJ BRASIL ALFABETIZADO – YAHOOGRUPOS PARTICIPE!!!! Envie um e-mail para [email_address] solicitando instruções para o cadastramento, OU Se inscreva diretamente no site: http://br.groups.yahoo.com/group/coordenadoresrjbrasilalfabetizado/ OU Vá ao site do yahoogrupos ( www.yahoogrupos.com.br ) e digite “brasil alfabetizado”, e peça ingresso no grupo de coordenadores rj brasil alfabetizado (tudo junto)