Segundo Reinado
Segundo Reinado
Centralização Política
• Dom Pedro II assume a coroa com o
apoio dos chimangos, porém toma uma
série de medidas para centralizar o poder;
• As elites locais abrem mão de parte de
sua autonomia afim de garantir a
pacificação do pais.
Segundo Reinado
• Termina em 1845 a Guerra dos Farrapos
com a chegada do Barão de Caxias ao
Sul do Brasil;
• O Imperador contava com forte apoio
militar, e a manutenção da escravidão
garantia o aipo dos latifundiários.
Centralização Política
• Lei de Interpretação do Ato Adicional de
1840, que dissolvia as Assembleias
Provinciais e restabelecia a definição de
cargos pelo Imperador;
• Restituição do Conselho de Estado
(1841), que dava apoio político ao
Imperador;
Centralização Política
• Reforma do Código de Processos (1842),
que subordinava as autoridades locais à
coroa;
• Manutenção do voto censitário;
• Instituiu-se o parlamentarismo às avessas,
onde o Imperador escolhia o Presidente
do Conselho de Ministros.
Café
Café
• Introduzido no Pará no século XVIII,
sendo originário da Etiópia;
• Durante as guerras de independência das
colônias espanholas o algodão e a
exportação de frutas ameniza a crise
vinda coma decadência do ouro de Minas,
mas logo estás regiões se organizam e a
economia nacional precisa de um produto
novo para exportação;
Café
• A industrialização da Inglaterra, dos EUA e
de outros países europeus cria um bom
mercado para produtos tropicais;
• O café então ganha importância,
fornecendo a base econômica do
Segundo Reinado;
Café
• Para garantir o apoio dos cafeicultores o
Imperador dava títulos de nobreza ao
plantadores de café;
• A cafeicultura herda as mesmas estruturas
do tempo colonial: grandes propriedades
monocultoras, usando trabalho escravo e
visando a exportação;
Café
• A Província de São Paulo se tornou a
grande área de expansão da cefeicultura;
• O clima mais ameno do interior paulista e
a terra roxa, solo típico da região,
favoreceram o avanço dos cafezais para
aquela região.
Guerra do Paraguai
• A segunda metade do século XIX é
marcada pela definição das fronteiras
nacionais dos países da Bacia do Rio da
Prata (Uruguai, Paraguai e Argentina);
• Vários conflitos ocorreram na região nesta
época, porém o maior de todos foi a
Guerra do Paraguai;
Guerra do Paraguai
• Em 1828 o Uruguai se torna
independente, vencendo a Guerra da
Cisplatina com o apoio da Inglaterra;
• O porto de Montevidéu era estratégico
para a Argentina e para o Brasil, por isto
os dois países interferem constantemente
na política uruguaia;
Guerra do Paraguai
• Formam-se dois grupos no Uruguai: Blancos e
Colorados;
• Os dois grupos vivem em constante conflito, muitas
vezes adentrando o território brasileiro e gerando
instabilidade no Sul;
• Dom Pedro II passa a apoiar os Colorados, e em
1864 envia tropas para derrubar o presidente do
partido Blanco e substitui-lo por um colorado;
Guerra do Paraguai
• O Paraguai se sente ameaçado pela
intervenção brasileira no Uruguai e se
coloca como defensor da soberania
uruguaia;
• A situação e de forte tensão, até que o
Paraguai aprisiona um navio brasileiro que
navegava pelo Rio da Prata (o Marquês
de Olinda);
Guerra do Paraguai
• O Paraguai seguiu um rumo diferente das outras
nações sul-americanas na sua colonização,
sendo povoada principalmente pelo Jesuítas,
que cristianizava as populações de índios
Guaranis;
• A economia paraguaia estava se
desenvolvendo, e havia um forte sentimento
nacionalista;
Guerra do Paraguai
• O grande líder
paraguaio era Solano
Lopez, que buscava
continuar a política de
desenvolvimento
nacional do seu pai
Carlos Lopez. O
crescimento paraguaio
acirrava as rivalidades
e atritos na Bacia do
Rio da Prata.
Guerra do Paraguai
• O Brasil declara guerra ao Paraguai, e assina
com a Argentina e o Uruguai um acordo militar
que ficou conhecido como a Tríplice Aliança;
• O Paraguai possuía o maior contingente de
tropas da região, e usa seus exércitos para
avançar em três frentes, invadindo a Argentina,
tomando a cidade de Corrientes;
Guerra do Paraguai
• Invade o Brasil por duas frentes:
• No Sul toma as cidades de São Borja e
Uruguaiana;
• No Centro-Oeste invade a Província de
Mato Grosso;
Guerra do Paraguai
• As tropas da Tríplice Aliança não estavam
organizadas e eram em menor número;
• Assim o governo brasileiro recorre a formação de
um corpo de "voluntários da pátria", que contou com
muitas adesões no começo;
• A dureza dos combates fez cessar o entusiasmo, e
os fazendeiros passaram a alistar seus escravos
afim de não servir;
Guerra do Paraguai
• O governo imperial incentivava o
alistamento prometendo alforria para os
escravos e indenização para os
fazendeiros;
• Em 1866 a Tríplice Aliança conta já com
66 mil homens, contra 50 mil do lado
paraguaio;
Guerra do Paraguai
• Para fazer frente a marinha paraguaia o
Brasil precisa adaptar sua força naval,
contraindo um empréstimo com a
Inglaterra;
• A marinha brasileira, após ser capacitada
para batalha fluvial, desiquilibra o conflito,
ajudando na derrota do Paraguai;
Batalha do Riachuelo
Vitor Meireles, 1872
Guerra do Paraguai
• A contra ofensiva da Tríplice Aliança leva ao
desentendimento entre os líderes, que
discordam sobre a invasão do Paraguai;
• O Brasil deseja diminuir a ofensiva, esperando a
rendição de Solano Lopes;
• Porém o mesmo não se rende, vindo a invasão
a se tornar um massacre;
Guerra do Paraguai
• Após intensa perseguição Solano Lopes é derrotado
em Cerro Corá em 1870;
• As consequências para o Paraguai foram terríveis,
com a desestruturacao de sua economia e morte de
grande parte da população masculina;
• Para o Brasil as consequências foram profundas,
produzindo mudanças importantes que vão levar ao
fim do Império e a proclamacao da república.

Segundo Reinado

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    Centralização Política • DomPedro II assume a coroa com o apoio dos chimangos, porém toma uma série de medidas para centralizar o poder; • As elites locais abrem mão de parte de sua autonomia afim de garantir a pacificação do pais.
  • 4.
    Segundo Reinado • Terminaem 1845 a Guerra dos Farrapos com a chegada do Barão de Caxias ao Sul do Brasil; • O Imperador contava com forte apoio militar, e a manutenção da escravidão garantia o aipo dos latifundiários.
  • 5.
    Centralização Política • Leide Interpretação do Ato Adicional de 1840, que dissolvia as Assembleias Provinciais e restabelecia a definição de cargos pelo Imperador; • Restituição do Conselho de Estado (1841), que dava apoio político ao Imperador;
  • 6.
    Centralização Política • Reformado Código de Processos (1842), que subordinava as autoridades locais à coroa; • Manutenção do voto censitário; • Instituiu-se o parlamentarismo às avessas, onde o Imperador escolhia o Presidente do Conselho de Ministros.
  • 7.
  • 8.
    Café • Introduzido noPará no século XVIII, sendo originário da Etiópia; • Durante as guerras de independência das colônias espanholas o algodão e a exportação de frutas ameniza a crise vinda coma decadência do ouro de Minas, mas logo estás regiões se organizam e a economia nacional precisa de um produto novo para exportação;
  • 9.
    Café • A industrializaçãoda Inglaterra, dos EUA e de outros países europeus cria um bom mercado para produtos tropicais; • O café então ganha importância, fornecendo a base econômica do Segundo Reinado;
  • 10.
    Café • Para garantiro apoio dos cafeicultores o Imperador dava títulos de nobreza ao plantadores de café; • A cafeicultura herda as mesmas estruturas do tempo colonial: grandes propriedades monocultoras, usando trabalho escravo e visando a exportação;
  • 11.
    Café • A Provínciade São Paulo se tornou a grande área de expansão da cefeicultura; • O clima mais ameno do interior paulista e a terra roxa, solo típico da região, favoreceram o avanço dos cafezais para aquela região.
  • 12.
    Guerra do Paraguai •A segunda metade do século XIX é marcada pela definição das fronteiras nacionais dos países da Bacia do Rio da Prata (Uruguai, Paraguai e Argentina); • Vários conflitos ocorreram na região nesta época, porém o maior de todos foi a Guerra do Paraguai;
  • 13.
    Guerra do Paraguai •Em 1828 o Uruguai se torna independente, vencendo a Guerra da Cisplatina com o apoio da Inglaterra; • O porto de Montevidéu era estratégico para a Argentina e para o Brasil, por isto os dois países interferem constantemente na política uruguaia;
  • 14.
    Guerra do Paraguai •Formam-se dois grupos no Uruguai: Blancos e Colorados; • Os dois grupos vivem em constante conflito, muitas vezes adentrando o território brasileiro e gerando instabilidade no Sul; • Dom Pedro II passa a apoiar os Colorados, e em 1864 envia tropas para derrubar o presidente do partido Blanco e substitui-lo por um colorado;
  • 15.
    Guerra do Paraguai •O Paraguai se sente ameaçado pela intervenção brasileira no Uruguai e se coloca como defensor da soberania uruguaia; • A situação e de forte tensão, até que o Paraguai aprisiona um navio brasileiro que navegava pelo Rio da Prata (o Marquês de Olinda);
  • 16.
    Guerra do Paraguai •O Paraguai seguiu um rumo diferente das outras nações sul-americanas na sua colonização, sendo povoada principalmente pelo Jesuítas, que cristianizava as populações de índios Guaranis; • A economia paraguaia estava se desenvolvendo, e havia um forte sentimento nacionalista;
  • 17.
    Guerra do Paraguai •O grande líder paraguaio era Solano Lopez, que buscava continuar a política de desenvolvimento nacional do seu pai Carlos Lopez. O crescimento paraguaio acirrava as rivalidades e atritos na Bacia do Rio da Prata.
  • 18.
    Guerra do Paraguai •O Brasil declara guerra ao Paraguai, e assina com a Argentina e o Uruguai um acordo militar que ficou conhecido como a Tríplice Aliança; • O Paraguai possuía o maior contingente de tropas da região, e usa seus exércitos para avançar em três frentes, invadindo a Argentina, tomando a cidade de Corrientes;
  • 19.
    Guerra do Paraguai •Invade o Brasil por duas frentes: • No Sul toma as cidades de São Borja e Uruguaiana; • No Centro-Oeste invade a Província de Mato Grosso;
  • 20.
    Guerra do Paraguai •As tropas da Tríplice Aliança não estavam organizadas e eram em menor número; • Assim o governo brasileiro recorre a formação de um corpo de "voluntários da pátria", que contou com muitas adesões no começo; • A dureza dos combates fez cessar o entusiasmo, e os fazendeiros passaram a alistar seus escravos afim de não servir;
  • 22.
    Guerra do Paraguai •O governo imperial incentivava o alistamento prometendo alforria para os escravos e indenização para os fazendeiros; • Em 1866 a Tríplice Aliança conta já com 66 mil homens, contra 50 mil do lado paraguaio;
  • 23.
    Guerra do Paraguai •Para fazer frente a marinha paraguaia o Brasil precisa adaptar sua força naval, contraindo um empréstimo com a Inglaterra; • A marinha brasileira, após ser capacitada para batalha fluvial, desiquilibra o conflito, ajudando na derrota do Paraguai;
  • 24.
  • 25.
    Guerra do Paraguai •A contra ofensiva da Tríplice Aliança leva ao desentendimento entre os líderes, que discordam sobre a invasão do Paraguai; • O Brasil deseja diminuir a ofensiva, esperando a rendição de Solano Lopes; • Porém o mesmo não se rende, vindo a invasão a se tornar um massacre;
  • 26.
    Guerra do Paraguai •Após intensa perseguição Solano Lopes é derrotado em Cerro Corá em 1870; • As consequências para o Paraguai foram terríveis, com a desestruturacao de sua economia e morte de grande parte da população masculina; • Para o Brasil as consequências foram profundas, produzindo mudanças importantes que vão levar ao fim do Império e a proclamacao da república.