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Sumário
  “A INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO ATRAVÉS DAS
REDES DE COMUNICAÇÃO: AS REDES LOCAIS
INDUSTRIAIS” 
 
I — AS REDES E OS NÍVEIS HIERÁRQUICOS DA INTEGRAÇÃO
FABRIL
1.1. O MODELO CIM
1.2. A INTEGRAÇÃO NO MODELO CIM: TIPOS DE REDE
» DEVICEBUS/CONTROLBUS, FIELDBUS, ENTERPRISE 
NETWORK
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Sumário
II — AS REDES LOCAIS INDUSTRIAIS
2.1. MOTIVAÇÕES
2.2. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DAS REDES INDUSTRIAIS: 
– COMPORTAMENTO TEMPORAL 
– CONFIABILIDADE
– REQUISITOS DO MEIO AMBIENTE
– TIPO DE MENSAGENS 
– INTERCONECTIVIDADE/INTEROPERABILIDADE
2.3. PROJETOS DE PADRONIZAÇÃO DAS REDES INDUSTRIAIS
– PROWAY
– IEEE802 E ISO/IEC 8802
» IEEE 802.3: Ethernet, switched ethernet, fast ethernet
» IEEE 802.4: Token-bus
» IEEE 802.5: Token-ring
» IEEE 802.11: Redes sem fio
– MAP/TOP
– FIELDBUS
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Sumário
III — O PROJETO MAP
3.1. MOTIVAÇÃO E HISTÓRICO
3.2. A ARQUITETURA MAP
3.3. A PROPOSTA MAP-EPA
3.4. A PROPOSTA MINI-MAP
3.5. O PADRÃO DE MENSAGENS MMS
– Objetos MMS
– Serviços MMS
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Sumário
IV — O PROJETO FIELDBUS
4.1. MOTIVAÇÕES E REQUISITOS DO FIELDBUS
4.2. A PROPOSTA FRANCESA FIP
– Introdução
– A camada Física
– A camada de Enlace
– A Camada de Aplicação
– Funções de gerenciamento da rede
4.3. A PROPOSTA ALEMÃ PROFIBUS
– Introdução
– A camada Física
– A camada de Enlace
– A camada de Aplicação
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Sumário
4.4. A PROPOSTA ISA/IEC FIELDBUS (FIELDBUS
FOUNDATION)
– Introdução
– A camada Física
– A camada de Enlace
– A camada de Aplicação
– Camada do Usuário
– Serviços de Gerenciamento de rede
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Sumário
V — ALGUNS PRODUTOS EXISTENTES E SUA
APLICABILIDADE EM AUTOMAÇÃO
5.1. INTRODUÇÃO
5.2. REDES PARA INSTRUMENTAÇÃO: GPIB
5.3.  REDES PARA AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIOS: 
ETHERNET, TOKEN-RING, ARCNET
5.4.  REDES INDUSTRIAIS, PREDIAIS E OUTRAS: 
PROFIBUS  DP/PA/FMS,  BITBUS,  CAN,  VAN,  HART, 
INTERBUS-S, ASI-BUS, FAIS, LON, P-NET, SERCOS, 
MODBUS,  REDES  IBM  (TOKEN-RING,  TOKEN-BUS, 
SNA), UCA, etc.
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Introduçã
o
- Primeiros computadores:
• Máquinas complexas, grandes, caras
• Requeriam salas isoladas com ar condicionado
• Operadas apenas por especialistas
• programas submetidos em forma de “jobs”
seqüenciais
• Usuário inseria programa por meio de cartões
perfurados
• Várias idas ao NPD eram necessárias para
rodar um programa, mesmo pequeno.
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Introduçã
o• Anos 60:
– Esforços para melhorar interação entre computador e usuários.
– Surge técnica de time-sharing, primeiros sistemas multi-usuários
– Usuários conectados ao computador por terminais
– Cada terminal atendido por um interpretador de comandos
– Comunicação entre terminais e computador central:
» Definição de uma interface (serial, paralela), conectores,
cabos, etc.
» Definição de unidade básica de informação (bit = binary unit)
– definir duração, sinais 0 e 1, sincronização, etc.
» Definição de códigos para representar letras, números e
outros símbolos alfanuméricos – ASCII, EBCDIC
» Definição de protocolos para envio, recepção, detecção de
erros, etc.
– Surgem primeiras técnicas de comunicação
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Introduçã
o- Anos 70:
• surgem microprocessadores
• computadores muito mais baratos => difusão do uso
- Após década de 70:
• Computadores cada vez mais velozes, tamanho menor, preço
mais acessível
• Surgem novas aplicações
• Incremento na capacidade de cálculo e armazenamento
• Aplicações mais complexas requerem computadores cada vez
mais poderosos (PC, Workstation, Mini, Mainframe,
Supercomputador, etc.)
• Computadores conectados podem ter desempenho melhor do que
um mainframe, além de custo menor => Sistemas Distribuídos
• Necessidade de desenvolver técnicas para interconexão de
computadores => redes
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Introduçã
o- Informatização crescente das empresas
- Sistemas de Bancos de Dados muito úteis
- Primeiros setores a serem informatizados:
- Finanças, folha de pagamento, compras, vendas, setor de pessoal
- Posterior informatização do chão de fábrica:
- CNC, CLP, RC, IC, Sistemas de aquisição de dados, etc.
- Mais recente: Sensores e Atuadores microprocessados.
- Métodos iniciais de comunicação de dados:
- fitas K7, cartões, fitas perfuradas, disquetes.
- Método moderno: redes de comunicação (LAN).
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Introduçã
o- Requisitos de comunicação fabril:
Compartilhamento de recursos;
Gerenciamento da heterogeneidade;
Gerenciamento de diferentes tipos de diálogo;
Garantia de um tempo de resposta médio ou
máximo;
Confiabilidade dos equipamentos e da
informação;
Conectividade e interoperabilidade;
Evolutividade e flexibilidade.
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Introduçã
o
- Necessário definir arquiteturas, topologias e protocolos
apropriados para redes de comunicação industriais.
- Redes do tipo ponto-a-ponto: falha em uma máquina pode
afetar comunicação entre outras máquinas (centralização das
funções de comunicação).
- Redes de difusão: falha em uma máquina não necessariamente
afeta comunicação entre outras máquinas (possibilidade de
descentralização da comunicação).
- Idéia do final dos anos 70/ início 80: rede única para toda a
fábrica.
- Idéia atual: não existe uma rede única que atende as
necessidades de todas as atividades existentes em uma fábrica.
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Os Níveis Hierárquicos de Integração
FabrilAdministração
Corporativa
Planejamento
(Factory)
Área
(Shop)
Célula
(Cell)
Subsistema
(Subsystem)
Componente
(Component)
S A S A S A S A
CAD, CAE, CAP,
CAPP, CAQ, etc...
FMS
FMC
Torno, Manipulador,
Centro de Usinagem,
etc...
Motores, Chaves,
Relés, etc...
SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO
Enterprise-
network
(MAP, TOP)
Fieldbus, MAP-
EPA, Mini-MAP
RTLAN
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Características da comunicação em
CIM
Vida útil e
tamanho
médio dos
dados
Tráfego
médio
Quadros /
seg.
Tempo
ocioso entre
transmissões
Número
de
estações /
segmento
Administração Corporativa
Planejamento
Área
Célula
Unidade (subsistema)
Componente
Custo
médio
de uma
estação
Hostilidade
do meio
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Motivação das Redes
Industriais- Na década de 80, maioria das redes de comunicação existentes
concebidas para automação de escritórios.
- Ambiente industrial tem características e necessidades que
tornam redes para automação de escritórios mal adaptadas:
- ambiente hostil para operação dos equipamentos
(perturbações eletromagnéticas, elevadas temperaturas,
sujeira, áreas de segurança intrínseca, etc.);
- troca de informações se dá entre equipamentos e, as vezes,
entre um operador e o equipamento;
- tempos de resposta críticos;
- segurança dos dados crítica;
- grande quantidade de equipamentos pode estar conectada
na rede => custo de interconexão crítico.
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Características e requisitos básicos
das redes industriais
• Comportamento temporal
• Confiabilidade
• Requisitos do meio ambiente
• tipo de mensagens e volume de
informações
• Conectividade/interoperabilidade
(padronização)
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a) Comportamento temporal
- Aplicações Industriais freqüentemente requerem sistemas de
controle e supervisão com características de Tempo-Real.
- Em aplicações tempo real, importante poder determinar
comportamento temporal do sistema de comunicação.
- Mensagens em STR podem ter restrições temporais:
– Periódicas: tem que ser enviadas em intervalos
conhecidos e fixos de tempo. Ex.: mensagens ligadas a
malhas de controle.
– Esporádicas: mensagens sem período fixo, mas que tem
intervalo de tempo mínimo entre duas emissões
consecutivas. Ex.: pedidos de status, pedidos de emissão
de relatórios.
– Aperiódicas: tem que ser enviadas a qualquer momento,
sem período nem previsão. Ex.: alarmes em caso de
falhas.
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Sistemas Tempo-
Real
• Um STR é um sistema computacional que deve reagir a
estímulos (físicos ou lógicos) oriundos do ambiente dentro de
intervalos de tempo impostos pelo próprio ambiente.
• A correção não depende somente dos resultados lógicos
obtidos, mas também do instante no qual são produzidos.
Sistema
a
Controlar
(Ambiente)
Sistema
de
Controle
SENSOR
ATUADOR
INTERFACE
estímulo
resposta
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Arquitetura para Sistemas Tempo-Real
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A Problemática da Comunicação em Tempo-
Real
M1
DL = 10
End. 01
M2
DL = 15
End. 02
M3
DL = 50
End. 03
M4
DL = 25
End. 04
M5
DL = 5
End. 05
• Mensagens pendentes em cada estação devem ser entregues
a seu destino antes de um prazo limite (deadline) associado.
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Comunicação em Tempo-
Real
• Problema de comunicação tempo real:
– Queremos garantir que todas as mensagens sejam entregues
antes de seu deadline
– Como atribuir prioridades:
» priorizar mensagens individuais ou estações?
– Como escalonar uso do meio (recurso compartilhado)?
– Como verificar se escalonamento está correto?
– Escalonar com base em eventos (event trigger) ou no tempo
(time trigger)?
– como definir concessão do direito de acesso ao meio entre
estações diferentes de forma e respeitar prioridades ?
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• Protocolo MAC deve atender mensagens periódicas
com a maior eficiência possível, respeitando seus
deadlines.
• Protocolo MAC precisa garantir rápido acesso ao
barramento para mensagens esporádicas de alta
prioridade.
• MAC deve ter comportamento determinista e,
idealmente, permitir escalonamento ótimo global de
mensagens.
• LLC (Controle Lógico de Enlace) deve escalonar
mensagens locais pendentes por deadline ou prioridade
associada.
Comunicação em Tempo-Real
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Arquitetura de rede para CTR
Camada de Aplicação
Controle Lógico de enlace (LLC)
Controle de Acesso ao Meio (MAC)
Camada Física
AP APSoftware
Aplicativo
1
2
7
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Serviços de enlace para CTR
Serviços sem conexão:
• SEND (receptor, mensagem, requisitos TR);
• mensagem = RECEIVE (emissor);
Serviços com conexão:
• rtcid = CONNECT(receptor, requisitos TR);
• SEND (rtcid, mensagem);
• mensagem = RECEIVE (rtcid);
• DISCONNECT(rtcid);
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Classificação dos Protocolos
MAC
• Alocação fixa: alocam o meio às estações por determinados intervalos de
tempo, independentemente de haver ou não necessidade de acesso (ex.:
TDMA = Time Division Multiple Access);
• Alocação aleatória: permitem acesso aleatório das estações ao meio (ex.:
CSMA = Carrier Sense Multiple Access). Em caso de envio simultâneo por
mais de uma estação, ocorre uma colisão e as estações envolvidas tem que
transmitir suas mensagens após a resolução do conflito resultante
(protocolos de contenção);
• Alocação controlada: cada estação tem direito de acesso apenas quando de
posse de uma permissão, que é entregue às estações segundo alguma
seqüência predefinida (ex.: Token-Passing, Master-Slaves);
• Alocação por reserva: para poder usar o meio, as estações tem que
reservar banda com antecedência, enviando pedidos a uma estação
controladora durante um intervalo de tempo pré-destinado e este fim (ex.:
CRMA = Cyclic Reservation Multiple Access);
• Híbridos: consistem de 2 ou mais das categorias anteriores.
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Classificação dos Protocolos
MAC
• Classificação com relação ao comportamento
temporal:
– protocolos deterministas: caracterizados pela
possibilidade de definir um tempo limite para a
entrega de uma dada mensagem (mesmo que
somente em pior caso);
– protocolos não deterministas: tempo de entrega
não determinável (aleatório ou probabilístico).
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Protocolos MAC não
deterministas- CSMA 1-persistente, p-persistente e não persistente
- CSMA = Carrier Sense Multiple Access (Acesso Múltiplo por Detecção de
portadora)
- Placa suporta dois modos não simultâneos: escuta ou transmissão.
- Inicio: estação escuta o meio de transmissão para ver se está livre
- Se meio livre: envia mensagem
- Se meio ocupado: espera na linha (1-persistente) ou tenta mais tarde (não
persistente)
- CSMA p-persistente: estação escuta meio. Se canal livre, envia quadro com
probabilidade “p”. Senão, aguarda na escuta até que o meio esteja livre. Caso
particular: p=1.
- CSMA não persistente: se canal ocupado, estação espera um período de tempo
aleatório e escuta o canal novamente.
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CSMA persistente e não
persistente
• CSMA 1-persistente: faz melhor uso da banda, mas tem grande
chance de gerar colisões
• CSMA não persistente: faz pior uso da banda, mas tem menor
probabilidade de gerar colisões
• CSMA p-persistente (p<1): compromisso entre as soluções
anteriores.
tempo
np
P-p
1-p
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O protocolo CSMA/CD
- CSMA/CD = Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection.
- Inovação: escuta e envio podem estar ativos ao mesmo tempo!
- Se mais de uma estação pronta para emitir uma mensagem com o
meio livre, gera-se uma colisão.
- Estação que detectar a colisão interrompe transmissão, reiniciando-a
após um tempo randômico => improvável ocorrência de nova colisão.
emissor
emissor receptor
emissor
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O protocolo CSMA/CD
• Métodos de acesso CSMA convencionais:
– Simplicidade;
– Autonomia das estações;
– tempo de reação não pode ser exatamente determinado (não
determinismo).
• Não se sabe de antemão:
– se haverá uma colisão ou não;
– quantas colisões seguidas irão ocorrer;
– o tempo (aleatório) de espera em caso de colisão.
• Tempo de espera é randomizado segundo algoritmo
BEB (Binary Exponential Backoff)
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Randomização de tempo no CSMA/CD
(Binary Exponential Backoff)
start
Station
Ready ?
New
Frame ?
Ether
Silent ?
transmit
Collision ?
nc = nc+1
limit = 2nc
-1
Wait=random [0,limit]
nc = 0
no
no
no
yes
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CSMA/CD
Probabilidade
de colisão
Tráfego x número
estações
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Protocolos MAC
Deterministas
- Métodos de acesso deterministas: tem tempo de
resposta limitado e determinável (ao menos em
pior caso).
- Podem ser classificados em:
- métodos com comando centralizado (ex.:
Mestre-Escravos, árbitro de barramento)
- métodos com comando distribuído (ex.:
Token-Passing, variantes deterministas do
CSMA).
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Comando Centralizado: Mestre-
escravos
escravo escravo escravo escravo
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Comando Distribuído: Token-bus
receptor
emissorficha
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Comando Distribuído: Token-Ring
Estação
Interface
p/ anel
anel unidirecional
TAP
Token
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Comando Distribuído: Forcing
Headers
- Variante determinista de CSMA (CSMA/NBA = CSMA with
Nondestructive Bitwise Arbitration – usado em CAN).
- Estações enviam bit a bit um identificador da mensagem, que
define prioridade da mesma.
- Cada mensagem tem que ter prioridade diferente das demais.
- Se todos os bits do identificador são 0, prioridade máxima.
- Camada física executa AND sobre cada bit enviado ao
barramento (CD ativada ao enviar um 1 e desativado ao
enviar um 0).
- Transmissão interrompida quando um 1 é enviado e ocorrer
colisão (0 é lido).
- Se identificador transmitido até o fim sem colisão, resto da
mensagem é enviado.
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Comando Distribuído: Forcing
Headers
100 dados
000 dados 001 dados 010 dados 011 dados
Frame a enviar
Nó 4
Nó 0 Nó 1 Nó 2 Nó 3
Header do frame
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Comando Distribuído: Forcing
Headers
• Para evitar monopólio do meio por nó gerador de
mensagem de alta prioridade, espaço entre quadros
preenchido por campo de bits em 1 inserido no final
de cada quadro.
• O barramento só é considerado livre para o mesmo
nó enviar nova mensagem após ter detectado que o
espaço interframes não foi interrompido por um bit
em 0.
• Estação possuidora da mensagem de alta prioridade
terá que esperar ao menos o envio de uma
mensagem de prioridade menor para tomar o
barramento para si novamente.
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Comando Distribuído: Comprimento de
Preâmbulo
- Variante determinista de CSMA/CD
- A cada mensagem é associado um preâmbulo
com comprimento diferente, que é transmitido
com CD desativada.
- Após término de envio do preâmbulo, CD
reativada
- Se há colisão, existe outra mensagem mais
prioritária sendo enviada e estação fica a espera
de meio livre.
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Comando Distribuído: Comprimento de
Preâmbulo
Frame a enviar
Nó 4
Nó 0 Nó 1 Nó 2 Nó 3
Preambulo do frame
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Comando Distribuído: Comprimento de
Preâmbulo
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Comando Distribuído: CSMA/DCR
- CSMA with Deterministic Collision Resolution
- determinismo garantido através de busca em árvore binária
balanceada
- prioridades são atribuídas a cada estação => “Índices”
- cada estação deve conhecer:
- status do barramento:
- livre
- ocupado com transmissão
- ocupado com colisão
- seu próprio índice
- número total de índices consecutivos alocados às fontes (Q)
- tamanho da árvore binária q = menor potência de 2 maior ou igual a
Q (ex.: Q = 12, q = 16)
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CSMA/DCR
- operação como CSMA/CD até colisão
- em caso de colisão, iniciado período de resolução por busca em
árvore binária => “época”
- estações envolvidas se auto-classificam em dois grupos:
Winners (W) ou Losers (L):
- W = índices entre [0,q/2[
- L = índices entre [q/2, q]
- estações do grupo W tentam nova transmissão
- se nova colisão, nova divisão em grupos:
- W = [0,q/4[
- L = [q/4, q/2]
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CSMA/DCR
- se não ocorrer nova colisão (só sobrou uma estação no grupo
W), estação transmite seu frame de dados
- estações do grupo L desistem e aguardam término de
transmissão bem sucedida de outro nó seguida de meio livre
- se grupo W vazio, busca revertida => nova subdivisão de nós a
partir do último grupo L:
- W = [q/2, 3q/4[
- L = [3q/4, q]
- Época encerrada quando todas as estações envolvidas na colisão
original conseguiram transmitir seus dados
- tempo de duração de uma época pode ser calculado =>
determinismo !
- seqüência de concessão de direito de acesso ao meio = seqüência de
índices crescentes => nós mais prioritários transmitem primeiro !
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CSMA/DCR - Exemplo
- 6 estações de uma rede com 16 fontes enviam frames
simultaneamente
- Índices de cada estação conforme figura acima
- Q = 16
- q = 16 (24
)
- altura da árvore binária = log2 16 = 4
Índice 2 Índice 3 Índice 5
Índice 12 Índice 15Índice 14
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CSMA/DCR - Exemplo
[0,15]
[0,7]
[0,3]
[0,1] [2,3]
[4,7]
[4,5] [6,7]
[8,15]
[8,11] [12,15]
[8,9] [10,11] [12,13] [14,15]
3
1
2
4 5
6
7 8
9
10
11 12
13
14 15
Árvore binária balanceada completa para Q = 16
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12 C
14,15
W= 14 
L=15
CSMA/DCR - Exemplo
0 C
2,3,5,12,14,15
W= 2,3,5
L=12,14,15
1 C
2,3,5
W= 2,3
L=5
2 C
2,3
W= 
L=2,3
3 V 4 C
2,3
W=2 
L=3
5 T
2
6 T
3
7 T
5
8 C
12,14,15
W= 
L=12,14,15
9 V 10 C
12,14,15
W= 12 
L=14,15
11 T
12
13 T
14
14 T
15
Evolução do algoritmo
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CSMA/DCR
- O tempo até o inicio da transmissão da fonte com índice 5 será:
- 4 colisões + 1 vazio = 5. slot-time
- 2 transmissões = 2.(tamanho quadro em slot-times)
- Assumindo que cada quadro tem um tamanho fixo de 6 slot-times e
considerando 1 slot-time como 40 microssegundos, o tempo para início da
transmissão da mensagem da fonte com índice 5 seria:
- Tinicio 5 = 5.40 + 2.6.40 = 680 microssegundos (não é ainda pior caso)
- O tempo de duração total da época será:
- 7 colisões = 7.slot-time
- 2 vazios = 2. slot-time
- 6 transmissões = 6 .(tamanho do quadro em slot-times)
- Assumindo 1 slot-time = 40 microssegundos:
- T época = 7.40 + 2.40 + 6.6.40 = 1800 microssegundos = 1.8 ms
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CSMA/DCR
- Cálculo do tempo de pior caso pode ser formalizado como segue...
- Seja:
− ϕ (v) = número de ramos da árvore binária percorridos por
uma mensagem proveniente de um nó com índice v
- q = menor potência de 2 maior ou igual ao maior índice
disponível
− σ (v) = número de potências de 2 contidas em v
- s = 1 slot-time (2 vezes o tempo de propagação do sinal na
rede)
− µ = tempo máximo de transmissão da uma mensagem no meio
físico (depende do comprimento da mensagem em bits e da
taxa de transmissão)
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CSMA/DCR
- Para uma mensagem participando de uma dada época, temos que:
− ϕ (v) = log2 q + v - σ(v)
- Tespera (v) = ϕ (v).s + v.µ
- Para o exemplo anterior, tomando uma mensagem da estação com índice 5,
temos:
- q =16
- v =5
− σ (5) = 2 (5 = 22
+20
)
− ϕ (5) = log2 16 + 5 - 2 = 7
- T espera (5) = 7.s + 5.µ
- Assumindo s = 40 microssegundos e µ = 6.s = 240 microssegundos,
obteremos para o pior caso de tempo de espera da mensagem da fonte com
índice 5 o valor de 1480 microssegundos.
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CSMA/DCR
- O tempo de duração da época, no pior caso, é dado por:
T época = ϕ (q-1).s + Q.µ
- Para uma mensagem que chega a fila de emissão de uma fonte
com índice v em um instante qualquer, o pior caso de tempo de
espera é maior, pois a nova mensagem pode chegar na fila
imediatamente após o inicio de uma época, da qual ela ainda não
faz parte.
- Neste caso, o pior caso do tempo de espera será dado por:
T max espera (v) = T época + ϕ (v).s + v.µ
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Abordagens Para CTR
Abordagem
Atribuição de Prio-
ridades com teste de
escalonabilidade
Off-line (em tempo
de projeto)
Circuito Virtual TR
com escalonamento
On-line de
mensagens
Reserva com
escalonamento
global
Requistos
MAC com resolução
de prioridades
MAC com tempo de
acesso ao meio
limitado
Requer cópias locais
de todas as filas de
mensagens,
difundidas em “slots
times” de reserva
Ex.de Protocolos
Token-Ring c/Pr.
Dif. atrasos
Comp. Preâmbulo
Forcing Headers
(CSMA/CA)
TDMA
Token-Passing
Waiting Room
CSMA/DCR
PODA
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b) Confiabilidade
- Em aplicações industriais, erro de 1 bit pode ter
conseqüências desastrosas => dispositivos ON/OFF.
- Para aumentar confiabilidade, enlace usa teste cíclico de
redundância (CRC - Cyclic Redundancy Check) sobre
quadros (técnica polinomial).
- Em sistemas que necessitem de uma operação contínua,
pode ser utilizado um meio de transmissão e estações
redundantes.
- Recomenda-se usar cabos blindados em ambientes com
fortes campos magnéticos.
- Uso crescente de fibra ótica.
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C) Requisitos do Meio
Ambiente- Perturbações eletromagnéticas requerem escolha adequada do
meio de transmissão.
- Fonte: acionamentos de motores elétricos de grande porte,
fontes chaveadas, estações de solda, conversores estáticos, etc.
Par trançado (assíncrono)
Par trançado (síncrono)
Cabo coaxial
Fibra Ótica Custos
Sensibili-
dade à
pertur-
Taxa
de
transmissão
Distância
bações
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Meios de Transmissão
- Cabo coaxial:
- Boas características elétricas, porém caro.
- Requer impedâncias terminais.
- Conectores BNC fáceis de abrir.
- Par trançado:
- Usualmente usado com HUB/Switcher
- Atualmente solução mais usada para chão fábrica.
- UTP (Unshielded Twisted Pair) CAT-5 / STP (Shielded Twisted Pair).
- Fibra ótica:
- Ótimo para rejeitar perturbações eletromagnéticas.
- Dificuldade de realizar topologia em barramento (bus): derivações ativas x
passivas.
- Mais usado em topologias ponto a ponto: anel, estrela, árvore.
- Emulação de bus com HUB ou Switcher.
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Áreas de Risco (Segurança
Intrínseca)
• Sujeitas a incêndio, explosão
• Presença de líquidos ou gases
inflamáveis/explosivos
• Não pode haver faiscamento
• Freqüência de sinais elétricos limitada
• Modelo FISCO (Fieldbus Intrinsically Safe
Concept): desenvolvido na Alemanha pelo PTB
(Physikalisch Technische Bundesanstalt) e
reconhecido mundialmente como modelo básico
para operação de redes em áreas de risco de
explosão ou incêndio.
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Áreas de Risco (Segurança
Intrínseca)
• Princípios de transmissão segundo modelo FISCO:
– Cada segmento possui uma única fonte de alimentação.
– Não se alimenta o barramento enquanto uma estação
está enviando.
– Cada dispositivo de campo consome uma corrente
constante em steady-state de pelo menos 10 mA, que
alimenta o dispositivo.
– Os dispositivos de campo funcionam como uma carga
passiva de corrente.
– Existe uma terminação passiva em ambos os extremos
da rede.
– Topologias permitidas: linear, em árvore e em estrela.
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Áreas de Risco (Segurança
Intrínseca)• Norma IEC 1158-2 para camada física:
– Transmissão de dados: digital, bit - síncrona,
Manchester
– Taxa de transmissão: 31,25 kbit/s, modo voltagem
– Cabo: STP com 2 fios
– Alimentação remota: opcional, via linhas de dados
– Classes de proteção contra explosão: Intrinsically safe
(EEx ia/ib) e encapsulation (EEx d/m/p/q)
– Topologias: linha e árvore ou uma combinação
– Numero de estações: até 32 estações por segmento,
máximo de 126 com 4 repeaters
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d) Tipo de
mensagens- Níveis hierárquicos superiores da fábrica:
- mensagens grandes (KByte);
- podem ter tempos de transmissão longos;
- longos intervalos entre transmissões (meio ocioso).
- Níveis hierárquicos mais próximos ao processo:
- mensagens curtas, tais como:
- ligar ou desligar uma unidade ON/OFF -> 1 bit ;
- fazer leitura de um sensor / medidor -> 8 Bytes ;
- alterar o estado de um atuador -> 8 Bytes ;
- verificar o estado de uma chave ou relê - > 1 bit .
- Taxa de ocupação do barramento elevada (grande número de quadros pequenos
transmitidos).
- Requisitos:
- Taxa de transmissão de dados na camada física não precisa ser muito elevada;
- Desejável protocolo MAC que não permita colisões;
- Importante ter tempo de entrega conhecido.
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e) Conectividade / interoperabilidade
(padronização)
• Identificou-se necessidade de uma especificação de redes
locais para aplicações industriais diferente daquela adotada
em automação de escritório.
• Existem diversas redes proprietárias para ambiente fabril,
mas não permitem a interligação de equipamentos de outros
fabricantes.
• Maior entrave à conectividade e interoperabilidade: não
padronização das interfaces e protocolos de comunicação.
• Grandes esforços tem sido despendidos para solucionar estes
problemas => Projetos de Padronização.
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M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Projetos de Padronização
de redes industriais
• Iniciativas mais importantes de padronização
para redes industriais:
- Projeto PROWAY
- Projeto IEEE 802
- Projeto MAP (MAP/EPA e MINI-MAP)
- Projeto TOP
- Projeto FIELDBUS
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Projeto
PROWAY- Proposta PROWAY (Process Data Highway) iniciada em 1975 pela
IEC (International Electrotechnical Commission) para a
normalização de redes de comunicação para controle de processos.
- Proway passou pelas fases A, B e C.
- Proway A e B utilizavam o protocolo HDLC da ISO na camada de
enlace, com acesso ao meio tipo Mestre / Escravos.
- Proway C adotou a técnica de Token-Passing.
- Arquitetura composta de 4 camadas do modelo OSI:
- "Line" (camada física),
- "Highway" (camada de enlace),
- "Network" (camada de rede) e
- "Application" (camada de aplicação)
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Projeto IEEE 802 (ISO/IEC
8802)
- IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) iniciou
em 1980 o projeto 802, que definiu normas para as camadas
Física e Enlace do modelo de referência OSI.
- Camada de Enlace subdividida em duas subcamadas:
- LLC (Logical Link Control): montagem dos quadros,
controle de erros, controle de fluxo, estabelecimento de
conexões, serviços às camadas acima;
- MAC (Medium Access Control): Controle de acesso ao
meio.
- Proposta IEEE virou norma internacional: ISO/IEC 8802.
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IEEE 802 (ISO/IEC 8802)
• IEEE 802.1: serviços de gerenciamento de redes e
generalidades;
• IEEE 802.2: sub-camada LLC da camada de Enlace. Norma
prevê três tipos de serviços:
• LLC tipo 1 (Sem Conexão e Sem Reconhecimento): não é
feito controle de erros nem de fluxo e o receptor das
mensagens não envia um quadro de reconhecimento ao
emissor;
• LLC tipo 2 (Com Conexão): antes de trocar dados, estações
estabelecem uma conexão entre si. É feito controle de erros e
de fluxo e a entidade receptora envia um quadro de
reconhecimento para cada mensagem recebida;
• LLC tipo 3 (Sem Conexão mas com Reconhecimento):
comunicação sem conexão, mas é realizado controle de fluxo
e de erros e o receptor envia um quadro de reconhecimento
ao emissor para cada mensagem recebida.
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IEEE 802 (ISO/IEC 8802)
• IEEE 802.3 : descrição da sub-camada MAC e camada Física
para redes com topologia em barramento e método de acesso ao
meio baseado em CSMA/CD;
• IEEE 802.4 : descrição da sub-camada MAC e camada Física
para as redes com topologia em barramento e método de acesso
ao meio baseado em "token-passing" (Token-Bus);
• IEEE 802.5 : descrição da sub-camada MAC e camada Física
para as redes com topologia em anel e método de acesso ao meio
baseado em "token-passing" (Token-Ring);
• IEEE 802.6 : descrição da sub-camada MAC e camada Física
para as redes metropolitanas com DQDB (Distributed Queue
Dual Bus, barramento dual com filas distribuídas);
• IEEE 802.7 : contém recomendações do IEEE para LANs
usando Broadband. Na versão da ISO/IEC, define uma
subcamada MAC com slotted ring e a camada física
correspondente;
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IEEE 802 (ISO/IEC 8802)
• IEEE 802.8 : o IEEE criou o “Fibre optic technical advisory
group”, cuja meta era propor um padrão de LAN usando fibra
ótica como meio físico em redes com token passing, como
FDDI (Fiber Distributed Data Interface);
• IEEE 802.9 : IS (Integrated Services) para integrar LANs
com RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados, ISDN em
inglês) e FDDI;
• IEEE 802.10 : aborda questões de segurança na interoperação
de LANs e MANs (atualmente define o padrão SDE, Secure
Data Exchange);
• IEEE 802.11 : padroniza LANs com MAC sem fio (Wireless)
e a camada física correspondente (transceivers de rádio);
• IEEE 802.12 : método de acesso com demanda priorizada
(DPA, Demand Priority Access) e camada física
correspondente.
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IEEE 802 (ISO/IEC 8802)
• Mais recentemente foram acrescentados
ainda:
– IEEE 802.15: trata de Wireless Personal Area Networks
(como Bluetooth);
– IEEE 802.16: aborda Wireless Metropolitan Area
Networks;
– IEEE 802.17: padrão para Resilient Packet Ring;
– IEEE 802.18: comitê de padrões LAN/MAN.
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IEEE 802 (ISO/IEC 8802)
IEEE 802.1 - Aspectos Gerais e Gerenciamento de Rede
IEEE 802.2 - Camada de Enlace
Tipo 1 - sem conexão
Tipo 2 - com conexão
Tipo 3 - com reconhecimento
Sub-Camada LLC
(Logical Link Control)
IEEE 802.3
CSMA/CD
(MAC)
IEEE 802.4
Token Bus
(MAC)
IEEE 802.5
Token Ring
(MAC)
IEEE 802.11
MACA
(MAC)
Banda
Larga
(PHY)
Banda
Base
(PHY) (PHY)
Banda
Larga
(PHY)
Banda
Base
(PHY)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.3 (CSMA/CD)
- Origem: rede Ethernet (Xerox, 1976).
- Ethernet original: protocolo CSMA/CD, cabo coaxial de
1000 metros de comprimento, taxa de transmissão de 3
Mbps, até 100 estações conectadas.
- Xerox, DEC e Intel definiram um padrão "de fato" para
uma rede Ethernet, com taxa de transmissão de 10 Mbps.
- IEEE 802.3 define família de protocolos CSMA/CD 1-
persistentes, para diferentes meios de transmissão, com
taxas de transmissão de 1 a 10 Mbps.
- Parâmetros iniciais da norma: canal de 10 Mbps em banda
base, cabo coaxial de 50 ohms, comprimento máximo 500 m.
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Quadro IEEE 802.3
- Preâmbulo de 7 bytes (seqüência 10101010).
- Delimitador de Início de Quadro (seqüência 10101011).
- Endereços de Destino e de Origem, com formatos de 16 ou 48 bits.
MSB define se endereço é individual (0) ou de grupo (1), permitindo
multicast e broadcast.
- Tamanho do Campo de Dados, em bytes (max. 1500 bytes).
- FCS: palavra de 32 bits, para o controle de erros por CRC.
- Se quadro total menor que 64 Bytes, o quadro deve ser completado
através do campo PAD (padding = enchimento, estofamento).
PREÂMBULO DEST FONTE DADOS PAD FCS
7 1 2-6 2-6 2 0-1500 46 4
DELIMITADOR
DE QUADRO
COMPRIMENTO
DOS DADOS
bytes
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.3 - Arquitetura
Enlace
Física
LLC (Logical Link Control)
MAC (Medium Access Control)
PLS (Physical Layer Signaling)
AUI (Attachment Unit Interface)
MAU (Medium Attachment Unit)
MDI (Medium Dependent Interface)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.3 - Camada
Física
• PLS (Physical Layer Signaling): interface entre o nível físico
e a subcamada MAC. Fornece à MAC serviços de envio e
recepção de bits e de detecção de colisão.
• AUI (Attachment Unit Interface): cabos tipo par trançado
blindado que permitem conectar à rede estações localizadas a
uma certa distância do meio de transmissão (até 50m). AUI
interliga a placa de rede ao MAU.
• MAU (Medium Attachment Unit): dispositivo eletrônico que
transmite, recebe e detecta a presença de sinais no meio e deve
estar fisicamente muito próximo a este.
• MDI (Medium Dependent Interface): conector que faz
conexão entre o MAU e o meio físico em si.
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IEEE 802.3 - Camada
Física
• A norma IEEE 802.3 define várias opções de meio físico e taxa
de transmissão, especificadas da forma:
<taxa em Mbps><técnica de sinalização><tamanho máximo do segmento * 100>
• Exemplo:
– 10BASE5: define uma camada física com taxa de
transmissão de 10Mbps, técnica de sinalização em banda
BASE (baseband) e comprimento máximo do cabo de 500
metros.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.3 - Camada Física 10BASE5
(thicknet)
Placa de rede
Conector AUI
Cabo AUI
Conector de
pressão MDI
Cabo coaxial
grosso 50
Ohms
MAU
(Vampire tap)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.3 - Camada Física 10BASE2 (thinnet)
Placa de rede
Conector BNC
fêmea
Conector
BNC macho
Conector T
BNC
Cabo coaxial
fino 50 Ohms
Terminador BNC
macho 50 Ohms
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.3 - Camada
Física
• 10BROAD36: opera com taxa de transmissão de 10Mbps,
técnica de sinalização em Banda Larga e um cabo de 3600
metros.
• Especificações adicionais de MAU:
• 10BASE-T: define MAU para par trançado, usualmente
empregada para conexão com repetidores multiporta (Hubs);
• 10BASE-F: MAU para fibra ótica
• 10BASE-FL: define MAU para fibra ótica, usada para
conectar uma estação a um Hub;
• 10BASE-FB: define MAU para interligar repetidores
entre si, usada em redes backbone;
• 10BASE-FP: define MAU para operar como estrela
passiva.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-T
Placa de rede
Plug RJ-45
Par Trançado
HUB
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FL
Placa de rede
Conector AUI
Cabo AUI
MAU
10BASE-FL
HUB
10BASE-FL
R T
R T
Fibra ótica
Max.
2000m
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FP
Placa de rede
Conector AUI
Cabo AUI
MAU
10BASE-FP
Estrela
Passiva
10BASE-FP
R T
R T
Fibra ótica
Max.
500m
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IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FB
REPEATER
10BASE-FB
R T
REPEATER
10BASE-FB
R T
Fibra ótica
Max. 2000m
backbone
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IEEE 802.3u – Fast Ethernet
• 3 versões com 100 Mbps, sempre com HUB:
– 100BASE-T4: usa 4 pares de cabos UTP categoria
3 (fio telefônico), com sinalização em 25MHz cada,
com até 100m até HUB, modo half-duplex.
– 100BASE-TX: usa 2 pares de cabos UTP categoria
5 (usa isolante de teflon), um para o HUB e outro
de retorno, até 100m até o HUB, modo full-duplex;
– 100BASE-FX: usa 2 fibras óticas multimodo, uma
em cada direção, distância de até 2 Km até HUB.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE802.3 – Switched Ethernet
• Melhora de performance da ethernet pode ser obtida com fast
ethernet, porém requer novas placas de rede
• Outra solução: manter placas 10BASE-T e ligar a um switcher
LC switcher
Placas
10BASE-T
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Gigabit
Ethernet
• IEEE802.3z 1000BASE-F: opera a 1 Gbps, em
banda base sobre fibra ótica com concentrador.
• IEEE802.3ab 1000BASE-T: idem para par
trançado.
• IEEE 802.3ae: define uma rede de 10 Gbps.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.4 (Token Bus)
- define topologia tipo barramento, com direito de
transmissão transmitido por meio de ficha/bastão.
- Inicialização: passagem da ficha se dá segundo ordem
descendente do valor do endereço físico das estações.
- Estação proprietária da ficha possui o direito exclusivo de
transmissão sobre o barramento.
- Este direito pode ser exercido durante um certo período de
tempo ("token retention time"), após o qual ela deve ceder a
ficha para a próxima estação do "anel" lógico.
- Protocolo define mecanismo de prioridades de quatro
níveis, referenciados por 0, 2, 4 e 6 (nível 0 tem a mais baixa
prioridade e o nível 6 a mais alta prioridade).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.4 – Inserção e Remoção de Nós
- Periodicamente, a estação com token consulta estações inativas para
verificar se querem fazer parte do anel lógico (quadro “Solicit_Sucessor").
- Quadro indica endereço da estação emissora e o da estação seguinte no anel
lógico. Apenas as estações cujos endereços estiverem entre os dois
endereços podem candidatar-se à participação no anel lógico.
- Se houver mais de um candidato, haverá colisão, resolvida por um
algoritmo de arbitragem executado pelo detentor do token (quadro
“Resolve_Contention”).
- Se nenhuma estação apresenta interesse, a estação proprietária da ficha
retoma a evolução normal do anel.
- Se só uma estação apresenta-se como candidata, ela passa a compor o anel
lógico e torna-se a próxima destinatária da ficha.
- Se uma estação B situada entre duas estações A e C quer abandonar o anel
lógico, ela envia à estação A um quadro indicando que a sucessora de A
será a estação C (quadro “Set_Sucessor”).
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Quadro IEEE 802.4
- Preâmbulo (sincronização a nível de bit);
- Delimitador de Início de Quadro;
- Controle de Quadro: quadros de dados ou de controle;
- Endereço Destino e Origem codificados em 16 ou 48 bits;
- campo de Dados (até 8182 bytes de comprimento);
- FCS: campo de Controle de erros por CRC;
- Delimitador de Fim de Quadro.
DEST FONTE DADOS FCS
1 2-6 2-6 0-8182 4
CONTROLE DE QUADRO
DELIMITADOR DE INÍCIO
bytes 11
PREÂMBULO
1
DELIMITADOR DE FIM
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.4 – Opções de Camada
Física
• Rede com canal único e modulação FSK (Frequency Shift
Keying) fase contínua, com topologia em barra bidirecional,
taxa de transmissão de 1Mbps;
• Rede com canal único e modulação FSK fase coerente,
topologia em barra bidirecional, taxas de transmissão de
5Mbps ou 10Mbps;
• Rede em banda larga, topologia em barra bidirecional com
headend (central repetidora com conversor de freqüências do
canal de recepção para o canal de envio), taxas de
transmissão de 1Mbps, 5Mbps ou 10Mbps;
• Rede utilizando fibra ótica, topologia lógica em barra (mas
fisicamente em estrela, com um Hub como elemento central),
requer um par de fibras para cada estação (uma para
receber e outra para transmitir), taxas de transmissão de
5Mbps, 10Mbps ou 20Mbps.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.5 (Token Ring)
- Rede em anel: conjunto de ligações ponto-a-ponto, em
modo unidirecional.
- Cada nó do anel é equipado de um acoplador.
- Cada bit é copiado numa memória de espera do acoplador
antes de ser retransmitido ao nó seguinte.
- Token fica circulando quando não existe transmissão de
quadro.
- Quando uma estação quer emitir um quadro, ela deve
adquirir o token e substituí-lo pelo quadro a enviar.
- Como apenas uma ficha está circulando no anel, a emissão
de um quadro é ação exclusiva de uma única estação.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.5
estação
anel
unidirecional
interface
paraanel
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Quadro IEEE 802.5
• Status do Quadro: composto de bits A (Ativo) e C (Copiado).
• Valores dos bits A e C:
- A = 0 e C = 0: o destinatário está inativo e quadro não foi
copiado;
- A = 1 e C = 0: o destinatário está ativo mas o quadro não
foi copiado;
- A = 1 e C = 1: o destinatário está ativo e o quadro foi
copiado (serve como acknowledge).
DEST FONTE DADOS FCS
1 2-6 2-6 ilimitado 4
CONTROLE DE QUADRO (FC)
CONTROLE DE ACESSO (AC)
1
DELIMITADOR DE INÍCIO (SD)
1
DELIMITADOR DE FIM (ED)
1
STATUS QUADRO (FS)
1
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.5 - Camada
Física
• Segmentos com par trançado blindado (STP):
– 4 ou 16Mbps
– até 250 repetidores no anel
• Segmentos com par trançado comum (UTP):
– 4Mbps
– até 250 repetidores no anel
• Bits codificados em Manchester diferencial.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless
Networks
• Redes sem fio: pacotes transmitidos através de canais de
freqüência de rádio ou infravermelho.
• Boa alternativa para aplicações onde é difícil instalar cabos.
• Emprego:
– computadores portáteis em um ambiente de rede local
móvel;
– onde rompimento de um cabo pode paralisar todo o
sistema;
– chão de fábrica: AGVs (Automatic Guided Vehicles),
Robôs Autônomos Móveis e Sensores Inteligentes.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless
Networks
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
Rede fixa
Terminais de RF
AP
Host ou Servidor
de Aplicações
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A norma IEEE 802.11 - Wireless
Networks
• Bandas de freqüência ISM (Industrial, Scientific and Medical):
podem ser utilizadas sem que seja necessária uma licença.
• IEEE 802.11 especifica bandas 902 até 928 MHz, 2.4 até 2.48 GHz e
5.75 até 5.85 GHz.
• O sinal emitido por uma estação cobre uma área de 500 m2
com uma
potência de 100mW.
• Áreas maiores podem ser cobertas decompondo a rede em várias
subredes, responsáveis pela comunicação em uma BSA (Basic Service
Area).
• Potência do sinal de rádio decai com o quadrado da distância do
emissor. Pode-se reutilizar a mesma freqüência de transmissão para
estações em BSAs diferentes, desde que estejam suficientemente
distantes.
• Para construir redes cobrindo áreas maiores, BSAs são interligadas
por um sistema de distribuição, que consiste de uma rede usando
meio físico convencional.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 - Wireless
Networks
• Problema típico das redes de rádio: desvanecimento de
Rayleigh.
• Parte das ondas de rádio são refletidas quando encontram
objetos sólidos.
• Em decorrência desta reflexão, várias cópias de uma
mensagem de rádio podem estar em propagação no meio e
chegar a estação receptora em instantes de tempo diferentes.
• Quando as várias cópias do sinal chegam ao receptor após
percorrerem distancias diferentes, elas se somam
aleatoriamente, podendo resultar em um sinal muito
enfraquecido ou mesmo nulo.
• Se a diferença no comprimento dos caminhos for um múltiplo
do comprimento de onda da portadora do sinal, os vários
componentes podem cancelar-se mutuamente.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 - Wireless
Networks
• Desvanecimento de Rayleigh: qualidade da recepção varia a medida
que estação se move no ambiente.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 – Acesso ao Meio
• Como várias estações compartilham o meio (rede de difusão) é
necessário utilizar um método de acesso.
• Idéia inicial: utilizar CSMA.
• Problema: alcance do sinal de rádio.
• Um sinal oriundo de A pode alcançar B, mas não alcança C nem
D. Um sinal oriundo de B alcança A e C, mas não D, etc.
(a) estação A transmitindo; (b) estação B transmitindo
A B C D A B C D
Raio de alcance
(a) (b)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 – Hidden Station
• Suponha que A está enviando dados para B:
– Se C escutar o meio, não irá detectar que A esta
enviando.
– C pode tentar enviar um quadro para B, mas como B
está no alcance de C, o quadro enviado por A irá colidir
com o quadro enviado por C a nível de B.
• O fato de uma estação não poder detectar que o meio não
está livre porque o concorrente está fora de alcance é
chamado de "problema da estação escondida" (hidden
station problem).
A B C D
Raio de alcance
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 – Exposed Station
• Se B estiver transmitindo um quadro para A, C irá detectar a
transmissão e concluir que não pode transmitir um quadro
para D neste momento.
• Mas, como os receptores de A e D não estão na área de
interferência uma da outra, nada impede que C envie dados
para D enquanto B envia para A !
• Esta situação é conhecida como o "problema da estação
exposta" (exposed station problem).
• O que interessa ao emissor é saber se há ou não atividade na
área do receptor.
A B C D
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A norma IEEE 802.11 - MAC
• DFW-MAC (Distributed Foundation Wireless MAC) usa protocolo
MACA (Multiple Access with Collision Avoidance).
• Emissor deve estimular o receptor a emitir um quadro pequeno que
possa ser detectado pelos seus vizinhos antes de mandar os dados.
• B quer enviar um quadro para C:
– (a) B envia para C quadro RTS (Request To Send), contendo o
tamanho do quadro de dados que deseja enviar a seguir.
– (b) C responde com quadro CTS (Clear To Send), contendo a
mesma informação de tamanho.
• B inicia a transmissão quando recebe o quadro CTS de C.
(a) (b)
A B C D A B C D
Raio de alcance de B
RTS
Raio de alcance de C
CTS
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A norma IEEE 802.11 - MAC
• Qualquer estação que captar o quadro RTS estará forçosamente
próxima a B e deve se manter em silêncio por tempo suficiente
para que B receba o CTS.
• Qualquer estação que captar o CTS estará forçosamente próxima
a C e deve também se manter em silêncio por tempo suficiente
para que C receba o quadro de dados que B vai enviar a seguir,
cujo tamanho pode ser avaliado examinando o quadro CTS.
• Como se comportam as demais estações ?
– A escuta o RTS de B mas não o CTS de C, de modo que,
desde que não queira mandar dados para B, A pode enviar
seus quadros a qualquer outra estação em seu raio de alcance;
– D escuta o CTS de C mas não o RTS de B, o que indica que
está próxima a uma estação que vai receber um quadro de
dados logo a seguir e portanto deve se manter em silêncio até
que este seja recebido.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A norma IEEE 802.11 - MAC
• Apesar destas precauções, colisões ainda podem
ocorrer:
– A e C podem enviar quadros RTS para B ao
mesmo tempo.
– Estes irão colidir e ser perdidos.
• No caso de colisão, o emissor do RTS espera um
certo tempo pelo CTS e, se não receber nada, tenta
novamente mais tarde.
• O tempo de espera é definido pelo algoritmo BEB.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
• Variantes:
• 802.11 – WLAN (Wireless Local Area
Network)
– Opera na faixa de 2.4GHz ISM (Industrial, Scientific and
Medical)
– taxas de 1 ou 2 Mbps;
– Largura de banda de 83.5MHz;
– Aprovada em Julho de 1997.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
• 802.11a (também conhecida por Wi-Fi5)
– atua na banda de 5GHz UNII (Unlicensed National
Information Infrastructure);
– usa OFDM (Orthogonal Frequency Division
Multiplexing), sistema de modulação com múltiplas
portadoras.
– largura de banda de 300MHz;
– taxas de 6, 9, 12, 18, 24, 36, 48 e 54Mbps.
– Aprovada em Setembro de 1999.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
• 802.11b (também conhecida por Wi-Fi)
– opera na banda de 2.4 GHz ISM
– usa CCK (Complementary Code Keying), sistema de
modulação com uma única portadora;
– taxas de 1, 2, 5.5 e 11 Mbps;
– Usa tecnologia direct sequence spread spectrum (DSSS)
– Aprovada em Setembro de 1999.
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
• 802.11g
– Opera na banda de 2.4GHz ISM;
– taxas de 1, 2, 5.5, 6, 9, 11, 12, 22, 24, 33, 36 e 54Mbps;
– Compatibilidade com o sistema Wi-Fi (802.11b) para
taxas ≤ 11Mbps;
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A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
• 802.11n
– Em fase final de homologação.
– Tem sua largura de banda de 104 Mbps e opera nas faixas
de 2,4 Ghz e 5 Ghz.
– Promete ser o padrão wireless para distribuição de mídia,
pois oferecerá, através de configurações MIMO, taxas
mais altas de transmissão (até 500 Mbps), maior eficiência
na propagação do sinal e ampla compatibilidade reversa
com demais protocolos.
– O 802.11n atende tanto as necessidades de transmissão
sem fio para o padrão HDTV, como de um ambiente
altamente compartilhado, empresarial ou não.
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A norma IEEE 802.11 – Pontos Fracos
• Interferência:
– fornos de microondas dividem a faixa de espectro de
2.4GHz;
– Essa banda também é dividida com os telefones sem
fio;
– A proliferação dessas redes em residências e
edifícios de escritórios aumenta os problemas de
interferência.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
IEEE 802.11 – Pontos
Fracos• Segurança:
– Dados irão trafegar pelo ar e poderão ser interceptados por
pessoas com equipamentos apropriados.
– o padrão IEEE 802.11 definiu um mecanismo de segurança
que provoca uma sobrecarga (overhead) na rede.
– Para impedir acesso não autorizado, um valor de
identificação chamado de ESS-ID, é programado em cada
AP para identificar a sub-rede de comunicação de dados.
– Se uma estação não puder identificar esse valor, não poderá
se comunicar com o AP respectivo.
– Alternativa: duplicar a tabela de controle de endereços MAC
sobre o AP, permitindo que apenas estações com o endereço
MAC reconhecido possam acessar a WLAN.
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Projeto MAP
- Manufacturing Automation Protocol: iniciativa da GM
(1980), com a finalidade de definir rede voltada para
automação da manufatura (baseada no RM-OSI).
- MAP bem adaptada para comunicação entre equipamentos
de chão de fábrica, tais como: Robôs, CNC, CLP, terminais
de coleta de dados, Computadores, etc.
- Para aplicações com tempos críticos foi definida a versão
MAP/EPA (Enhanced Performance Architecture), que
apresenta duas pilhas de camadas: arquitetura MAP
completa (7 camadas) e uma arquitetura simplificada
(camadas 1, 2 e 7).
- Versão mais simplificada: MINI-MAP implementa somente
as camadas 1, 2 e 7 do RM-OSI.
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Projeto TOP
- Technical Office Protocol: desenvolvido pela BOEING a
partir de 1983.
- Redes para automação de áreas técnicas e administrativas.
- Baseado no modelo OSI de 7 camadas.
- Serviços:
- correio eletrônico;
- processamento de textos;
- acesso a base de dados distribuída;
- transferência de arquivos;
- CAD/CAM distribuído;
- troca de documentos;
- transações bancárias.
- A partir de 1986: MAP e TOP reunidos (projeto MAP/TOP).
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Projeto FIELDBUS
- Fieldbus (Barramento de Campo): solução de comunicação
para os níveis hierárquicos mais baixos dentro da
hierarquia fabril.
- Interconecta dispositivos primários de automação (Sensores,
atuadores, chaves, etc.) e os dispositivos de controle de nível
imediatamente superior (CLP, CNC, RC, PC, etc.).
- Ainda existe ampla discussão em torno do padrão mundial
para o Fieldbus.
- Principais grupos envolvidos nos trabalhos de
padronização:
- Avaliadores: IEC, ISA, EUREKA, NEMA
- Proponentes: PROFIBUS, FIP, ISA-SP50 (FF).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Introdução
• Projeto MAP nasceu no início dos anos 80 por iniciativa
da General Motors.
• Na época, apenas 15% dos equipamentos programáveis
de suas fábricas eram capazes de se comunicar entre si.
• Custos de comunicação muito elevados, avaliados em
50% do custo total da automação.
• Quantidade de equipamentos programáveis deveria
sofrer uma expansão de 400 a 500% num prazo de 5
anos.
Manufacturing Automation Protocol
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MAP:
introdução
• Opções da GM:
- continuar utilizando máquinas programáveis de vários
fabricantes e solucionar o problema da maneira como
vinha sendo feito;
- basear produção em equipamentos de um único
fabricante;
- desenvolver uma proposta padronizada de rede que
permitisse interconectar todos os equipamentos.
• Solução adotada: terceira opção.
• Em 1981, a GM uniu-se a outras empresas (DEC, HP e
IBM) definindo solução baseada no RM-OSI.
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A arquitetura
MAP
• Camadas 1 e 2: selecionadas normas IEEE 802.4
(barramento com ficha) e IEEE 802.2 (LLC).
• Camada Física: escolhido o suporte de comunicação em
broadband, com cabo coaxial.
• Escolha de broadband baseada nas razões seguintes:
- possibilidade de uso de vários canais de comunicação
sobre um mesmo suporte;
- permitir a troca de sinais como voz e imagem para
aplicações como supervisão, circuito fechado de TV,
teleconferência, etc.;
- a GM já possuía muitas instalações operando em
broadband.
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A arquitetura
MAP
• Camada de Enlace (MAC): escolhido Token-Bus, pois:
- era o único protocolo suportado em broadband;
- muitos equipamentos programáveis já usavam
broadband e IEEE 802.4;
- possibilidade de atribuir prioridades às
mensagens.
• Camada de Enlace (LLC): optou-se por LLC tipo 1 (sem
conexão e sem reconhecimento).
• Camada de Rede: sem conexão, cada mensagem sendo
roteada individualmente através da rede.
• Protocolo de roteamento definido pelo projeto MAP e
normalizado na ISO sob o número 9542.
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A arquitetura
MAP
• Camada de Transporte: protocolo classe 4 da ISO
(TP4, ISO 8072/73), orientado à conexão, com
controle de erros.
• Oferece um canal de comunicação confiável, sem
perdas, erros, nem duplicação de mensagens.
• TP4 assegura ainda as funções de fragmentação e
blocagem de mensagens.
• Camada de Sessão: norma ISO 8326/27, modo full-
duplex e resincronização.
• Camada de Apresentação: representação de dados
baseada na ASN.1.
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A arquitetura
MAP
• Camada de Aplicação:
- MMS: troca de mensagens entre equipa-
mentos de produção;
- FTAM: acesso e a transferência de arquivos;
- ROS: gestão de nomes (diretório);
- Funções de gerenciamento de rede: gestão
dos recursos, medição de desempenho,
modificação dos parâmetros da rede.
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A arquitetura MAP-EPA
• Proposta MAP original adequada aos níveis hierárquicos
superiores. A arquitetura a 7 camadas oferece um overhead
indesejável nos níveis mais baixos da hierarquia.
• Solução: Definição de uma versão simplificada denominada
MAP-EPA (Enhanced Performance Architecture).
• Definição de duas pilhas de protocolos: pilha normal Full-
MAP e pilha MAP-EPA, desprovida das camadas de Rede,
Transporte, Sessão e Apresentação.
• Protocolo IEEE 802.4 (Token-Bus) ainda adotado, porém
sobre um suporte de transmissão em baseband a 5 Mbit/s.
• Um processo de aplicação tem a opção de enviar seus dados
através da pilha normal ou, em casos onde o requisito seja
um tempo de resposta rápida, pela pilha MAP-EPA.
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A arquitetura MAP-EPA
convencionais
Aplicações
MAP EPA
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Enlace LLC 802.2 Tipos 1 e 3
MAC 802.4 Token Bus
Rede
Física Banda Base 5 Mbps
Aplicações tempo-real
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A arquitetura Mini-
MAP• Composta das camadas 1, 2 e 7 (só tem a pilha simplificada).
• Protocolo de Enlace: LLC tipos 1 e 3.
Aplicação
LLC Tipos 1 e 3
MAC 802.4
Banda Base
(5 Mbps)
Conexão com LSAPs
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A arquitetura
MAP/TOP
Banda Base
(10 Mbps)
Banda Larga
(10 Mbps)
Banda Base (5 Mbps)
VAZIO
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Rede
Enlace
Física
Camadas
Espec.
LLC 802.2 Tipo1
MAC 802.3 CSMA/CD
LLC 802.2 Tipo 1
MAC 802.4 Token Bus
LLC 802.2 Tipos 1 e 3
MAC 802.4
ISO 8072 e 8073 Classe 4
ISO 8326 e 8327
ISO 8348 s/ conexão
ISO 8822 - ASN.1
ACSE, FTAM
VTP
MMS, FTAM, ROS
TOP MAP MAP-EPA MiniMAP
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Os Serviços de Mensagem da Manufatura
(MMS)
• MMS: conjunto de serviços de comunicação
orientados para aplicações industriais.
• MMS organizado em duas partes:
- Manufacturing Message Services: Serviços;
- Manufacturing Message Specification: Protocolo.
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MMS e Companion
Standards
• Companion Standards oferecem funções de mais alto
nível, construídas a partir das funções básicas do
MMS.
• Existe Companion Standards específicos para:
- robôs (RC);
- máquinas de comando numérico (CNC);
- sistemas de visão;
- controladores lógicos programáveis (CLP);
- sistemas de controle de processos.
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Os objetos
MMS
• Serviços MMS manipulam objetos virtuais.
• Usuários dos serviços MMS: Processos de
Aplicação (AP - Application Process).
• Comunicação entre dois AP realizada segundo um
modelo Cliente-Servidor.
• Objeto básico: Dispositivo Virtual de Manufatura
(VMD, Virtual Manufacturing Device) representa
um equipamento real de produção.
• Todo processo de aplicação modelizado no MMS
possui, no mínimo, um objeto VMD.
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Os objetos
MMS• Objetos Domínios (Domains): permitem reagrupar os programas
e os dados necessários à execução no equipamento considerado.
• Objetos Invocação de Programa (Program Invocation):
permitem execução remota de programas.
• Objeto Estação Operador: permite a um operador humano se
comunicar com um equipamento de produção.
• Objetos Semáforos: permitem gerenciar a sincronização de
processos e o acesso concorrente a recursos.
• Objetos Condição de Evento, Ação de Evento e Inscrição de
Evento: detecção e o tratamento de eventos.
• Objetos Variáveis: leitura e escrita de variáveis remotas.
• Objetos Jornais: produção de relatórios de produção.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Os objetos
MMS
...
Função Executiva
...
...
VMD
Objetos
MMS
Estação
Operador 1
Estação
Operador N
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Serviços MMS
• 84 Serviços distribuídos em 9 Classes:
– Gestão de Contexto
» iniciação, liberação, abandono e rejeição de conexão com
outro usuário MMS
– Gestão de Domínio
» transferência de informações (códigos e dados) para serem
carregados num domínio de forma dinâmica: as seqüências
DownLoad e UpLoad são atividades que permitem gerenciar
as transferências entre Cliente e Servidor
– Gestão de Programas
» permitem que um usuário Cliente MMS gerencie a execução
remota de programas num usuário Servidor
– Acesso a Variáveis
» definição e acesso às variáveis de um VMD
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Serviços MMS
– Gestão de Semáforos
» sincronização e controle do acesso aos recursos de um
VMD
– Estação Operador
» entrada e saída de informações via estações de operador
– Gestão de Eventos
» definição e tratamento de eventos via serviços MMS
– Gestão de VMD
» oferece serviços de VMD (informações sobre os objetos)
– Gestão de Jornal
» salvamento de informações de estado de um VMD,
particularmente no que diz respeito à ocorrência de
eventos e à afetação de variáveis.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Classe Primitivas de Serviço Comentários
Gestão de
Contexto
Initiate
Conclude
Abort*
Cancel
Reject*
iniciação, liberação,
abandono e rejeição de
conexão com outro usuário
MMS
Gestão de
VMD
Status
UnsolicitedStatus*
GetNameList
Identify
Rename
oferece serviços de VMD,
particularmente informações
sobre os objetos
Gestão de
Domínio
InitiateDownLoadSequence
DownLoadSegment
TerminateDownLoadSequence
InitiateUpLoadSequence
UpLoadSegment
TerminateUpLoadSequence
RequestDomainDownLoad
RequestDomainUpLoad
LoadDomainContent
StoreDomainContent
DeleteDomain
GetDomainAttribute
DomainFile
permitem transferir
informações, tais como
códigos e dados de programa,
para serem carregados num
domínio de forma dinâmica:
as seqüências DownLoad e
UpLoad são atividades que
permitem gerenciar as
transferências entre Cliente e
Servidor
Gestão de
Programas
CreateProgramInvocation
DeleteProgramInvocation
Start
Stop
Resume
Reset
Kill
GetProgramInvocationAttributes
permitem que um usuário
Cliente MMS gerencie a
execução remota de
programas num usuário
Servidor
Acesso a
Variáveis
Read
Write
InformationReport
GetVariableAccessAttributes
DeleteNamedVariable
DefineScatteredAccessAttributes
DeleteVariableAccess
DefineNamedVariableList
GetNamedVariableListAttributes
DeleteNamedVariableList
DefineNamedType
GetNamedTypeAttributes
DeleteNamedType
permitem a definição e o
acesso às variáveis de um
VMD e estabelecer a relação
entre as variáveis de um
VMD (objetos) e as variáveis
real de um equipamento de
produção
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Classe Primitivas de Serviço Comentários
Gestão de
Semáforos
TakeControl
RelinquishControl
DefineSemaphore
DeleteSemaphore
ReportSemaphoreStatus
ReportPoolSemaphoreStatus
ReportSemaphoreEntryStatus
são encarregados da
sincronização e do controle
do acesso aos recursos de um
VMD pelos processos de
aplicação
Estação
Operador
Input
Output
controlam a entrada e saída
de informações via estações
de operador
Gestão de
Eventos
DefineEventCondition
DeleteEventCondition
GetEventConditionAttribute
ReportEventConditionStatus
AlterEventConditionMonitoring
TriggerEvent
DefineEventAction
DeleteEventAction
GetEventActionAttributes
ReportEventActionStatus
DefineEventEnrollment
DeleteEventEnrollment
GetEventEnrollment
ReportEventEnrollment
AlterEventEnrollment
EventNotification*
AcknowledgeEventNotification
GetAlarmSummary
GetAlarmEnrollmentSummary
AttachToEventModifier
permitem a definição e o
tratamento de eventos via
serviços MMS. A
possibilidade de associar a
execução de um serviço
MMS àocorrência de um
evento é um aspecto
interessante, implementado
pelo Modificador
AttachToEvent
Gestão de
Jornal
ReadJournal
WriteJournal
InitializeJournal
ReportJournalStatus
permitem o salvamento de
informações sobre a execução
de um VMD, particularmente
no que diz respeito à
ocorrência de eventos e à
afetação de variáveis.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Redes
FieldbusTENDÊNCIA
Keyboard
A
D
D
A
X
Y
X
Y
MUX
Sample/
Holder
Adaptador
/Amp.
sensores atuador
0..10 v
4..20 mA
4..20 mA
0..10 v
Amp.
Potência
Keyboard
A
D
X
Y
X
Y
sensores
inteligentes
atuador
inteligente
P
C
P P
D
A
Keyboard
A
D
X
Y
X
Y
sensores
inteligentes
atuador
inteligente
P
C
P
P
D
A
FIELDBUS
Centralizado /
Analógico
Decentralizado / Digital
Decentralizado / Digital /
Multipontos
RS232C
RS449(422/423)
Placa de
aquisição de
dados
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Vantagens de uso do Fieldbus
- redução da cablagem pela utilização de um meio físico
compartilhado;
- redução do número de canais de comunicação com o
processo;
- redução do tempo e complexidade do projeto de lay-out;
- facilidade de instalação e manutenção, pela manipulação
de um menor número de cabos e conexões;
- facilidade de detecção, localização e identificação de
falhas, através de funções de monitoração automática;
- maior modularidade no projeto e instalação, aumentando
a flexibilidade de expansão de funções e módulos;
- melhor consistência e confiabilidade da informação,
através da digitalização e pré-processamento;
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Vantagens de uso do Fieldbus
- possibilidade de sincronização dos instantes de
amostragem de Entrada/Saída;
- melhoria do desempenho global da aplicação pela
descentralização do processamento;
- maior facilidade de interconexão entre níveis
hierárquicos diferentes de automação;
- redução dos custos de sistemas através da aquisição
seletiva de dispositivos compatíveis de diferentes
fornecedores, eliminando a dependência de somente
um fornecedor;
- desacoplamento do software de supervisão da
dependência de um fornecedor específico de Hardware.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Motivações e requisitos do
Fieldbus
• Redes MAP tinham tempo de resposta de cerca
de 500 ms.
• MAP-EPA e Mini-MAP permitem a realização de
tempos de resposta de cerca de 100 ms.
• Fieldbus reduz este tempo para abaixo de 10 ms.
• Fieldbus define somente as camadas 1, 2 e 7 do
modelo de referência OSI (como Mini-MAP).
• Funções das camadas 3 a 6 indispensáveis para a
comunicação absorvidas pelas camadas 2 ou 7.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Motivações e requisitos do
Fieldbus
- Aspecto de custo assume grande importância.
- dispositivos a serem interligados tem em geral custo inferior
ao da própria interface MAP.
- São requeridos nós a um custo da ordem de U$ 50 ou inferior.
Componente MAP Preço médio Elemento Campo Preço médio
Cabo Coaxial U$ 2,5 / m CLP U$ 3.000
Controlador U$ 5.000 Controle Robô $20.000
Demodulador U$ 1.500 PC U$ 2.000
Componente
Ethernet / IBM
Preço médio Sensor/Atuador U$ 50 a 1000
Nó CSMA/CD U$ 500 - 1500 I/O Binária U$ 50 a 1000
Nó Token-Ring U$ 750 - 1500
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Motivações e requisitos do
Fieldbus
• Três classes distintas de aplicação:
- sistemas "Stand-Alone": transações ocorrem
somente entre dispositivos ligados em um mesmo
segmento de rede (ex.: sensores e atuadores ligados
a um CNC dentro de uma máquina).
- sistemas em cascata: dispositivos conectados a
segmentos distintos podem trocar informações por
meio de uma "bridge" (ex.: SDCD - Sistema
Distribuído de Controle Digital).
- sistemas hierárquicos: Fieldbus está interligado
via "gateway" a um nível hierárquico superior da
automação fabril (ex.: estrutura CIM).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Motivações e requisitos do
Fieldbus
• Em função do tipo de aplicações que se propõe a atender, um
conjunto de requisitos básicos são impostos ao Fieldbus:
- elevado desempenho para atender as aplicações com
requisitos de tempo críticos;
- método de transmissão simples e barato;
- meio de transmissão de preço acessível;
- necessidade de consistência de dados;
- serviços compatíveis com redes dos níveis hierárquicos
superiores (compatibilidade com MMS);
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Motivações e requisitos do
Fieldbus• Existem várias soluções proprietárias para o Fieldbus.
• Esforços para padronização do Fieldbus:
ISA/ IEC
Fieldbus Foundation
ESPRIT CNMA/Fieldbus
Sistema Fieldbus para Processos de Fabricação
EUREKA "Fieldbus"
Desenvolvimento e teste de um Fieldbus
para Processos Unitários ( Ex. )
ISA SP50
Iniciou definição de Pré-Norma
USA
PROFIBUS
Norma nacional em abril 91
D
FIP
Norma nacional inicio 1988
F
Siemens
Foxboro
Rosemount
MIL 1553
industrial
outros
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Motivações e requisitos do
Fieldbus• sistemas fieldbus atuais adequados para o acoplamento direto
de sensores e atuadores em processos com dinâmica elevada
(RTLAN) ?
Processo
Cont. Atuador
Sensor
Processo
Processador Central
Cont.
Sensor
Processador Central Atuador
Fieldbus
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A proposta FIP
(Factory Instrumentation Protocol)
Introdução:
• FIP elaborado por um conjunto de empresas
européias (principalmente francesas), órgãos do
governo francês e centros de pesquisa.
• Criadores conglomerados em torno do chamado
“Club FIP” (http://www.worldfip.org).
• Procurou levar em consideração as restrições de
tempo real impostas por aplicações de chão de
fábrica.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A camada Física do
FIP
• Meios de transmissão: fibra ótica ou par trançado.
• Par trançado: previstas três velocidades de transmissão:
- S1: 31.25 Kbps (segurança intrínseca)
- S2: 1 Mbps (padrão)
- S3: 2.5 Mbps (processos de elevada dinâmica)
• Fibra ótica: velocidade de 5 Mbps.
• Bits codificados segundo o código Manchester, que
permite o envio simultâneo do sinal de sincronização e dos
dados.
• Suporta segmentos com comprimento de até 2000 m e até
256 estações.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A camada de Enlace do FIP
• Método de acesso ao meio baseado na difusão ("Broadcasting").
• A difusão é organizada por uma entidade centralizada
denominada "árbitro de barramento".
• Dados representados por objetos (variáveis).
• Cada objeto é representado por um "nome" único no sistema.
• Cada objeto é elaborado por um único transmissor (produtor) e
lido por qualquer número de receptores (consumidores).
• A comunicação transcorre da seguinte forma:
- árbitro difunde na rede o nome da variável (objeto) a ser
transmitida;
- O produtor da variável difunde a informação ligada ao
identificador;
- todos os consumidores interessados lêem a variável
difundida.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A camada de Enlace do FIP
• A varredura das variáveis periódicas é feita a partir de
uma lista implementada no árbitro na inicialização.
• A transmissão de mensagens não periódicas é feita
conforme a norma IEEE 802.2, LLC tipos 1 e 3.
Árbitro
C P C
ID_DAT
Árbitro
C P C
RP_DAT
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Formato do quadro do FIP
• PRE: preâmbulo, utilizado para sincronização.
• FSD/FED: delimitadores de início e fim de quadro.
• EB: Bits de equalização, operam como bits de interface entre os
delimitadores e os dados codificados em Manchester.
• DFS (Data Frame Sequence):
- Controle: tipo de quadro (quadro de identificação de informação
ou de envio de informação).
- Dados: contém endereço lógico ou valor de uma variável,
mensagem, reconhecimento ou lista de identificadores.
- FCS: controle de erros com técnica polinomial (polinômio gerador
proposto pela CCITT).
PRE FSD EB DFS EB FED EB
FSS FES
FSS — Frame Start Sequence
FES — Frame End Sequence
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Serviços oferecidos pela camada de enlace
FIP
Classe Primitiva Comentários
Atualização cíclica de
dados
L_PUT.req/ cnf
L_SENT.ind
L_GET.req/ cnf
L_RECEIVED.ind
atualiza dados
sinaliza envio
busca de dados
sinaliza recepção
Atualização não
periódica de dados
L_PARAM.req/ cnf requisita dados
Transmissão de
mensagem com ACK
L_MESSAGE_ACK.req/ ind/ cnf c/ reconhecimento
Transmissão de
mensagem sem ACK
L_MESSAGE.req/ ind s/ reconhecimento
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A Camada de Aplicação do FIP
- FIP adota sub-conjunto do MMS para aplicações não
críticas no tempo.
- Para aplicações críticas no tempo, adota família de
serviços MPS ("Message Periodic/Aperiodic Services").
Classe Primitiva de serviço Comentários
Leitura de variáveis A_READ.req/cnf
A_READFAR.ind
lê nomes de variáveis,
estruturas, status, valores
Escrita de variáveis A_WRITE.req/cnf
A_WRITEFAR.ind
escreve especificação, valor,
status
Leitura do tipo de
variável
A_GETOBJECT_DESCRIPTION.req/cnf lê especificação
Acesso à listas de
variáveis
A_READLIST.req/cnf
A_WRITELIST.req/cnf
lê e escreve atributos,
valores
Serviços de
sincronização
A_SEND.ind
A_RECEIVE.ind
sincronização local e remota
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Funções de Gerenciamento da Rede no
FIP
• O projeto FIP definiu uma série de funções de
gerenciamento de rede:
– Definição e atualização das listas de objetos;
– Definição e atualização das tabelas de
varredura;
– Gerenciamento das operações de partida e
parada;
– Detecção e correção de falhas;
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
A proposta PROFIBUS
(PROcess FIeld BUS)
Introdução
• PROFIBUS desenvolvido na Alemanha, inicialmente pela
Siemens, Bosch e Klockner-Moeller em 1987.
• Em 1988 tornou-se um "Trial Use Standard" no contexto da
norma DIN (DIN V 19245, parte 1), que define as camadas Física
e Enlace.
• Posteriormente, grupo de 13 empresas e 5 centros de pesquisa
propuseram alterações nas camadas Física e Enlace e definiram
a camada de Aplicação (norma DIN V 19245, parte 2).
• Esta proposta é atualmente apoiada por mais de 5.000 empresas
européias e internacionais (www.profibus.com).
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A camada física do PROFIBUS
• A camada física do PROFIBUS baseia-se no padrão EIA
RS-485 (Electronic Industries Association).
• Topologia barramento, utilizando como meio um par
trançado blindado (STP).
• Permite a interligação de até 32 elementos (estações ativas,
passivas ou repetidoras) por segmento. São permitidos até
4 segmentos, totalizando um máximo de 128 estações.
• Codificação NRZ, podendo ser implementada com uma
USART simples (assíncrona).
• Taxas de transmissão: 9.6, 19.2, 93.75, 187.5 e 500 Kbps,
mais tarde incluídas 1.5 Mbps, 12 Mbps.
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A camada de enlace do PROFIBUS
• O PROFIBUS combina dois métodos deterministas de
acesso ao meio: "Master/Slave" e "Token-Passing".
Escravo
1
Escravo
2
Escravo
3
Escravo
N
anel lógico
Mestre 1 Mestre 2
token
ativas
passivas
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A camada de enlace do PROFIBUS
• O PROFIBUS agrupa quadros em duas classes:
- quadros longos: para transmissão entre estações mais
complexas (ativas, mestres);
- quadros curtos: para dispositivos de campo simples
(passivas, escravos).
• Os quadros previstos incluem:
- quadro longo sem campo de dados;
- quadro longo com campo de dados fixo;
- quadro longo com campo de dados variável;
- quadro curto sem campo de dados;
- quadro curto com campo de dados;
- quadro curto de passagem de token.
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Serviços de enlace do
PROFIBUS
• Protocolo de enlace: FDL ("Fieldbus Data Link").
Classe Primitiva de serviço Comentários
SDN (Send Data with No
Acknowledge)
FDL_DATA envio de dados sem
reconhecimento
SDA (Send Data with
Acknowledge)
FDL_DATA_ACK envio de dados com
reconhecimento
RDR (Request Data with
Reply)
FDL_REPLY
FDL_REPLY_UPDATE
requisição de dados com
reconhecimento
CRDR (Cyclic Request Data
with Reply)
FDL_CYC_REPLY
FDL_CYC_DEACT
FDL_REPLY
FDL_REPLY_UPDATE
estação local requisita
ciclicamente dados ao usuário
remoto.
CSRD (Cyclic Send and
Request Data)
FDL_SEND_UPDATE
FDL_CYC_DATA_REPLY
FDL_CYC_DEACT
FDL_DATA_REPLY
FDL_DATA_UPDATE
estação local envia ciclicamente
e requisita simultaneamente
dados de resposta.
SRD (Send and Request
Data)
FDL_DATA_REPLY
FDL_REPLY_UPDATE
estação local envia e requisita
dados.
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A camada de Aplicação do PROFIBUS
• Definido um subconjunto do MMS.
• Camada de Aplicação dividida em três subcamadas:
- Fieldbus Message Specification (FMS): protocolo
propriamente dito;
- Lower Layer Interface (LLI): interface com a
camada de Enlace;
- Application Layer Interface (ALI): interface com
as aplicações do usuário.
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Classe Primitivas de serviço Comentários
Serviços de
Acesso a
variáveis
READ
WRITE
INFORMATION_REPORT
PHY_WRITE
PHY_READ
DEFINE_VARIABLE_LIST
DELETE_VARIABLE_LIST
leitura e escrita de
variáveis contidas
em dispositivos
servidores
Serviços de
Acesso a
Domínios
INITIATE_DOWNLOAD_SEQUENCE
DOWNLOAD_SEGMENT
TERMINATE_DOWNLOAD_SEQUENCE
INITIATE_UPLOAD_SEQUENCE
UPLOAD_SEGMENT
TERMINATE_UPLOAD_SEQUENCE
REQUEST_DOMAIN_DOWNLOAD
REQUEST_DOMAIN_UPLOAD
transferência de
dados ou programas
de dispositivo cliente
para dispositivo
servidor e vice-versa
Serviços de
Invocação de
Programas
CREATE_PROGRAM
INVOCATION_DELETE_PROGRAM
INVOCATION_START
INVOCATION_STOP
INVOCATION_RESUME
INVOCATION_RESET
partida, parada,
retorno da execução,
retorno ao estado
inicial e deleção de
programas
Serviços de
Notificação de
Eventos
ALTER_EVENT_COND._MONITORING
EVENT_NOTIFICATION
ACK_EVENT_NOTIFICATION
servidor notifica
cliente a ocorrência
de um evento
(alarme)
Serviços de
Leitura de
Status
STATUS
UNSOLICITED_STATUS
STATUS_IDENTIFY
informações acerca
do estado dos
dispositivos
servidores
Serviços de
Gerenciamento
de Dicionário
de Objetos
GET_OV
PUT_OV
INITIATE_PUT_OV
TERMINATE_PUT_OV
descrição de todos os
objetos na rede
(nomes, endereços,
tipos de dados, etc)
Serviços de
Gerenciamento
de Contexto
INITIATE
REJECT
ABORT
estabelecimento e
encerramento de
associação entre dois
dispositivos e a
rejeição de
mensagens recebidas
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A Proposta ISA SP-50 /
FFIntrodução:
• Proposta iniciada pela ISA (Instrumentation Society
of America), pelo comitê "Standards and Practices
50".
• Depois em elaboração pela ISA e IEC para definir
padrão mundial para Fieldbus.
• Trabalhos de padronização ainda em andamento.
• Fieldbus Foudation criada em 1994 : suporte aos
usuários e fabricantes (interoperabilidade,
conformidade, etc) - http://www.fieldbus.org.
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A Camada Física do ISA-
SP50
• Camada física compõe-se de três subcamadas:
- DIS (data Independent Sublayer): interface
com camada de enlace (DTE);
- MDS (Medium Dependent Sublayer): codifica
dados para formato compatível com o meio
físico. Especificação para par trançado:
codificação Manchester bifásica;
- MAU (Medium Attachment Unit): descreve o
transceptor para o meio físico.
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A Camada Física do ISA-
SP50
DIS
(Data Independent Sublayer)
MDS
(Medium Dependent Sublayer)
MAU
(Medium Attachment Unit)
Camada de Enlace
Meio Físico
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A Camada Física do ISA-
SP50- Tipos de meio:
– Meio H1 (áreas de segurança intrínseca):
» Par trançado
» Taxa de transmissão de 31,25 Kbps
» Até 32 estações se meio não é utilizado para a
alimentação dos dispositivos de campo ou menos
(mínimo de 6) estações com alimentação pelo fio
» Topologias barramento, árvore e estrela;
» Distância até 1900m sem repetidores
» Até 4 repetidores
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A Camada Física do ISA-
SP50– Meio H2 (aplicações de alta velocidade):
» Par trançado.
» Sem alimentação pela linha.
» Taxa de transmissão de 1 Mbps ou 2,5 Mbps.
» Topologia em barramento e estrela.
» Distância máxima de 750 m para 1 Mbps e 500m para 2,5
Mbps, 30 estações (sem repetidores).
– Propostas alternativas:
» Fibra ótica.
» Sinais de rádio.
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A Camada de Enlace do ISA -
SP50Classes de serviços:
- Serviços de gerenciamento de Buffers e filas: permitem
alocar buffers e filas para a transferência de dados;
- Serviços de transferência de dados com conexão;
- Serviços de transferência de dados sem conexão: úteis no
envio de telegramas de difusão (multicast e broadcast);
- Serviços de escalonamento de transações: permitem
programar o LAS, definindo a seqüência de passagem de
token.
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A camada de Enlace do ISA - SP50
Classes de funções para estações:
- Responder: estação só transmite dados em resposta a
uma solicitação (estação "escrava");
- Initiator: estação pode se apoderar do direito de acesso
ao meio (token), podendo enviar e requisitar dados a
outras estações por iniciativa própria;
- Linkmaster: estação pode exercer o papel de
escalonador de enlace, administrando o token e
gerenciando o tempo interno do sistema;
- Bridge: estação capaz de interligar entidades de enlace
diferentes;
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A camada de Enlace do ISA - SP50
• Se há mais de um "Linkmaster" no sistema, estes disputam entre
si na inicialização o papel de escalonador de enlace.
• A estação vencedora é chamada LAS (Link Active Scheduler).
• Existem três tipos de token:
- Token de escalonamento: disputado na inicialização por
todas as estações Linkmaster, define a estação LAS.
- Token circulado: distribuído pela estação LAS às demais
estações com funcionalidade de Initiator ou Linkmaster, que
formam um anel lógico.
- Token delegado: enviado pela estação LAS a uma estação
qualquer por solicitação desta ou para atender às
necessidades de um serviço de comunicação escalonado pela
LAS.
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A Camada de Enlace do ISA - SP50
Token de Escalonamento
Token Delegado
Token Circulado
LM
LM
LM
LAS
Estação
qualquer
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A Camada De Enlace Do ISA - SP50
• Formas de acesso ao meio:
– Token passing: segue seqüência predefinida na
qual o token sempre é recebido da LAS por um
“Initiator” e devolvido a ela após uso do meio.
– Resposta imediata: um “Initiator” ou o LAS
solicita um dado a um “Responder”, que emite um
frame em resposta (relação mestre-escravo).
– Requisição de token: uma estação envia um
pedido de token embutido em uma mensagem
qualquer. O LAS delega o token a ela quando tem
tempo disponível. Após o uso, token é devolvido a
LAS.
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A Camada de Enlace do ISA - SP50
• Camada de Enlace subdividida em quatro subcamadas:
- Subcamada de acesso a Enlace: interface com a camada
física, gerencia token e serviços de resposta imediata;
- Subcamada de escalonamento de Enlace: faz
escalonamento de atividades da entidade de enlace.
Mais complexa em estações Linkmaster (podem
assumir a função de LAS);
- Subcamada de gerenciamento de conexões: estabelece e
rompe conexões;
- Subcamada de gerenciamento de Ponte: só existe em
estações tipo Bridge.
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A Camada de Enlace do ISA-SP50
Subcamada de Gerenciamento de Ponte
Subcamada de Gerenciamento de
Conexões
Subcamada de Escalonamento
Camada de
Aplicação
Camada Física
Subcamada de Acesso a Enlace
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A Camada de Aplicação do ISA-SP50
• Camada de aplicação ainda em discussão.
• Procura conjugar MMS, para aplicações sem restrições
temporais, com MPS (serviços tipo READ/WRITE inspirados
no FIP) para atender tráfego cíclico e acíclico com requisitos
de tempo real "duro".
• Camada de aplicação prevê os seguintes serviços:
- MCSE (Message Common Service Element): estabelece e
interrompe conexões entre processos de aplicação
(Correspondem aos serviços ACSE da ISO).
- IMSE (Industrial Message Service Element): serviços
semelhantes aos oferecidos pelo MMS do projeto MAP.
- DDM (Distributed Database Maintenance): Serviços de
acesso à bases de dados distribuídas.
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A Camada do Usuário do ISA-SP50
• SP-50 define User Layer, situada acima da camada de
aplicação
• Oferece serviços adequados a diversos tipos de aplicações
(como "companion standards" do MAP).
• Trabalhos atuais: PCUL - Process Control User Layer.
• Outros trabalhos deverão atender as áreas de:
- automação da manufatura;
- controle predial (imótica);
- eletrônica embarcada (automóveis),
- aplicações domésticas (domótica),
- etc.
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A camada de aplicação no FF
• Baseada em Blocos.
• Blocos são representações de diferentes tipos de
funções de aplicação.
• Dividida em funções que formam a estratégia de
controle da aplicação.
• Os blocos utilizados são bloco de recurso, bloco
transdutor e bloco funcional.
– Bloco de Recurso: descreve as características do dispositivo
fieldbus.
– Bloco Transdutor: assume a função de entrada/saída local.
– Bloco Funcional: fornece o comportamento do sistema de
controle.
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Serviços de Gerenciamento de Rede do ISA-
SP50
• SP-50 inclui funções de gerenciamento de rede:
- Gerenciamento de configuração de rede:
» carregamento;
» inicialização de endereços;
» configuração de comunicação e aplicação;
» partida, etc.;
- Controle de operação: ferramentas de
sincronização, escalonamento, etc.;
- Monitoração de desempenho: detecção, diagnose
e recuperação de erros, avaliação e otimização de
desempenho, etc.
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Fieldbus:
Conclusões- Uma vez definido um padrão internacionalmente aceito, o
Fieldbus deverá revolucionar o setor de instrumentação.
- Esta tecnologia permite que a inteligência seja totalmente
distribuída pelo campo e favorece o surgimento de
dispositivos com capacidades locais de processamento cada
vez mais sofisticadas.
- A integração total dos equipamentos permitirá alterações
nos procedimentos de operação das plantas industriais.
- O Fieldbus deverá também propiciar a intercambiabilidade
a nível de sensores, atuadores, transmissores e
controladores, trazendo ao usuário uma maior flexibilidade
na compra de produtos e abrindo espaço para novos
fabricantes.
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Redes para
Instrumentação
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GPIB
• Interface de rede padrão para instrumentação: GPIB (General
Purpose Interface Bus).
• Origem: HP-IB (Hewlet-Packard Interface Bus).
• Hoje norma IEEE 488.1 e IEC 625-1.
• Características:
– barramento paralelo,
– 16 linhas com sinal ativo baixo referenciado a um terra
comum.
– tensão acima de 2V considerada como lógico 0 e abaixo de
0.8V como lógico 1.
– 8 linhas de dados
– 3 linhas para operações de handshake
– 5 linhas para gerenciamento da interface
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GPIB
Categoria Linha Nome
8 Data lines DIO 1-8 Data I/O
DAV Data Valid
3 Handshake lines NRFD Not ReadyFor Data
NDAC Not Data Accepted
REN Remote Enable
IFC Interface Clear
5 Interface Management lines SRQ Service Request
EOI Endo or Identify
ATN Attention
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
GPIB
• Linhas de controle NRFD e NDAC operam no modo “wired-
OR”
• Só assumem o valor lógico TRUE no barramento quando todas
as estações ligadas ao GPIB setam a linha correspondente local
em TRUE (ativo baixo).
• GPIB requer estação controladora (mestre) do barramento, que
define quem será a estação emissora (talker) e quem serão as
estações receptoras (listeners) em cada instante.
• A linha ATN distingue mensagens de dados (ATN=0) de
mensagens dedicadas de gerenciamento da interface (ATN=1)
como, por exemplo, mensagens para definir o talker e os
listeners.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
GPIB
• Após a definição, pela estação controladora, de quem serão o talker e os
listeners, são executados os seguintes passos:
– Se o talker tem um novo byte de dados a enviar, coloca seu valor nas
linhas DIO 1-8;
– Talker seta linha DAV (Data Valid) em TRUE;
– Listeners setam NRDF (Not Ready For Data) em FALSE;
– Listeners recebem o dado e setam NDAC (Not Data Accepted) em
FALSE (esta linha só assume o valor FALSE quando todos os
listeners receberem o dado, devido ao uso de wired-OR);
– Talker seta DAV (Data Valid) em FALSE e remove dados das linhas
DIO 1-8;
– Listeners setam NDAC (Not Data Accepted) em TRUE;
– Se listeners estiverem prontos para receber um novo byte de dados,
setam NRFD (Not Ready For Data) em FALSE;
– Talker pode reiniciar processo do passo 1, enviando o byte de dados
seguinte.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
GPIB
• GPIB pode ter até 15 estações (entre controladora, talkers e
listeners) no barramento.
• comprimento máximo de cabo de 20 metros.
• taxa de transmissão de até 1Mbps.
• boa aceitação na área de instrumentação.
• GPIB não é uma interface bem adaptada às necessidades de
automação de chão de fábrica (sensores, atuadores, robôs,
CLPs, CNCs, etc.), pois:
– cabos de 16 condutores são caros;
– sinal referenciado ao terra é sensível à perturbações
eletromagnéticas;
– comprimento máximo do barramento é uma limitação
física indesejável.
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Redes para Automação de Escritório
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Redes para Automação de
Escritório
- Existe grande variedade de produtos.
- Tipos mais difundidos:
- ETHERNET (DEC, INTEL e XEROX),
- ARCNET (Datapoint),
- TOKEN-RING (IBM).
- Produtos definem camadas Física e Enlace do
modelo OSI.
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Redes para Automação de Escritório
- Características básicas:
ETHERNET ARCNET TOKEN-RING
Acesso ao Meio CSMA/CD Token-passing Token-passing
Velocidade 10 Mbps 2.5 Mbps 4 ou 16 Mbps
Número de nós 1024 254 255
Meio de
transmissão
Par trançado
Fibra ótica
Cabo coaxial
Par trançado
Fibra ótica
Cabo coaxial
Par trançado
Cabo coaxial
Topologia Star/Bus Star/Bus Ring
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Redes para Automação de Escritório
- ARCNET (Attached Resource Computer
Network):
boas características para aplicação industrial
Topologia difusão
MAC determinista
preço baixo.
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Redes para Automação de
Escritório
- Ethernet:
rede mais popular e de mais baixo custo.
MAC não determinista (CSMA/CD).
Ampla aplicação onde não há requisitos de Hard
Real Time.
Uso do Switcher (tecnologia posterior) torna
aplicável onde há restrições de tempo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Redes para Automação de
Escritório
- Token-Ring:
- é a mais popular entre os produtos da IBM
- alto custo de instalação e baixa flexibilidade.
- elevada taxa de transmissão
- MAC determinista.
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Redes Locais
Industriais
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C• Redes SINEC (ou SIMATIC NET, SIEMENS) incluem:
– SINEC H1: rede compatível com a norma IEEE 802.3
(Ethernet). Versão H1-MAP tem camada de aplicação
compatível com MAP.
– SINEC H3-MAP: rede FDDI com camada de aplicação
compatível com o padrão MAP.
– SINEC L1: sistema fieldbus proprietário da Siemens.
– SINEC L2 (PROFIBUS): rede fieldbus compatível com a
norma alemã PROFIBUS. Oferecida em 3 versões: DP,
FMS, PA.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C• PROFIBUS DP (SINEC L2-DP = Distributed Peripherie)
− desenvolvido para aplicações que exijam respostas rápidas,
sistemas remotos de I/O (como CLPs ligados a sensores e
atuadores).
− Utiliza o padrão RS485 ou fibra ótica na camada física.
− Para RS485: cabo de 1200 metros com uma taxa de transmissão
de 93.75 Kbps, 1000 metros com taxa de 187.5 Kbps, 200 metros
com taxa de 1.5 Mbps ou 100 metros com taxa de 12 Mbps.
− até 127 estações em 4 segmentos de rede ligados por repetidores.
− operação com mestre único (single master) e escravos, adotando
somente MAC Mestre/Escravos.
− Usa serviços sem conexão e sem reconhecimento (LLC tipo 1).
− serviços de aplicação voltados para leitura e escrita de variáveis
remotas (READ/WRITE).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C• PROFIBUS FMS (SINEC L2-FMS = Fieldbus Message
Services)
− concebido para a troca de dados entre sistemas inteligentes
autônomos em sistemas de manufatura, como CNCs, CLPs, RCs,
PCs, etc.
− Utiliza RS485 ou fibra ótica na camada física.
− Como as estações podem ser autônomas, utiliza MAC Token-
Passing e Mestre/Escravos.
− suporta 127 estações em 4 segmentos de rede
− Usa serviços LLC tipos 1 e 3.
− Os serviços de aplicação seguem o padrão FMS (Fieldbus
Message Services, subconjunto do MMS da rede MAP).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C• Aplicação típica SINEC L2-FMS:
RC
RedeProfibus
tcd
Micrômetro
Laser
CNC
Robô IPSO
SP-50
Torno
Romi-Mazak
PC - Gerente FMC
Esteira transportadora
Câmara
CCD
PC-Visão
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
SINE
C• PROFIBUS PA (SINEC L2-PA = Process Automation)
− Permite interligar instrumentos da área de processos unitários
(área química, petroquímica) a um sistema de comunicação.
− Adota o padrão IEC 1158-2 na camada física, que utiliza o
próprio cabo de transmissão de dados para energizar os
dispositivos de campo.
− Taxa de transmissão de 31.25 Kbps (áreas de segurança
intrínseca).
− Comprimento máximo do cabo depende do número de estações
conectadas e é função de seu consumo de energia.
− Um segmento (sem repetidores) suporta no máximo 32 estações.
− MAC utiliza o protocolo Mestre/Escravos.
− Usa LLC tipo 1.
− Serviços de aplicação semelhantes a L2-DP.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
BITBUS
(INTEL)- topologia: barramento.
- Método de acesso ao meio: Mestre/Escravos.
- integração de sensores, atuadores, controladores e
instrumentos de medição.
- arquitetura de apenas três camadas (1, 2 e 7).
- Camada física: interface padrão RS-485 com par trançado
e taxas de transmissão de até 2.4 Mbps (modo síncrono).
- Camada de enlace: protocolo SDLC (Synchronous Data
Link and Control), um sub-conjunto do protocolo HDLC.
- Processador Intel 8044 implementa este protocolo em
hardware.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
BITBUS
(INTEL)
Buffer
recepção
Buffer
transmissão
8051
8044
DPRAM
SIU
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
BITBUS
(INTEL)Camada de aplicação: serviços RAC (Remote Access and Control)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Redes para Sistemas
Embarcados
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N• rede CAN (Controller Area Network) desenvolvida pela
BOSCH para integrar elementos inteligentes em veículos
autônomos (eletrônica embarcada).
• Automóvel pode possuir mais de 200 microprocessadores:
- carburação eletrônica
- frenagem anti-bloqueante (ABS)
- controle e supervisão da temperatura do óleo e do
radiador, pressão de óleo de freio, etc.
- ajuste automático de espelhos retrovisores, banco do
motorista, etc.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N• CAN lançado em 1984.
• Em 1987 lançado chip 82526 (INTEL).
• A partir de 1991 outros fabricantes licenciados:
– Phillips/Signetics (chips 82C200, 87C592, 82CE598 e
82C150).
– Motorola (chip 68HC05).
– NEC (chip 72005).
– Siemens, Thompson, National, Hitachi.
• CiA (CAN in Automation): entidade constituída de usuários
e fabricantes de produtos para automação industrial
baseados no protocolo. Até 1993, a CiA já tinha 64
associados fora da industria automobilística.
• CAN vendeu mais de 5 milhões de chips só em 1995.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N• Camada física (padrão ISO/DIS 11898):
− Topologia: barramento ou estrela (com
concentrador);
− Taxa de transmissão: 125 Kbps até 1 Mbps;
− Comprimento máximo do barramento: 40 m para 1
Mbps; até 1 Km para 125 Kbps;
− Número máximo de nós: 64;
− Codificação de bits: NRZ (Non Return to Zero);
− Meio de transmissão: não especificado na norma,
mas usualmente usado par trançado ou fibra ótica.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N
• Subcamada MAC:
− Método de acesso ao meio: Forcing Headers
com prioridades para mensagens.
• Subcamada LLC:
− Comprimento máximo dos quadros de
dados: 8 Bytes;
− Controle de erro por CRC de 16 bits.
• Camadas 3 até 6 do RM-OSI foram
suprimidas.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CAN – Enlace
• CSMA/NBA - Carrier Sense Multiple access with Non-
destructive Bitwise Arbitration (Forcing Headers)
• Qualquer nó pode acessar o meio se estiver livre
• NBA garante 100% de utilização do meio e priorização de
mensagens baseada no identificador de 11 bits do frame
SOF - Start of Frame
EOF – End of Frame
CRC - Cyclic Redundancy Check (CRC 16)
ACK - Acknowledgment
CRC
A
C
K
E
O
F
S
O
F
11 bit
IDENTIFIER
Length 0 to 8 bytes Data
Arbitration
Field
Control
Field
Data Field
Frame CAN
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CAN – Exemplo De Arbitragem
0 0 0 1 00000001 xxxx 11
E
O
F
10110110100 0
Nó 1 Transmite:
No meio:
0 0 0 1 00000001 xxxx 01
E
O
F
10110110100 0
Nó 2 Transmite:
0 10110111
Nó 2 perde arbitragem
e pára transmissão!
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N• Modelos de comunicação:
– Frame não contém campos específicos para
endereço destino/origem.
– Campo IDENTIFIER pode conter endereço de
uma estação, grupo de estações (multicasting) ou
mensagens são difundidas para todas as estações
(broadcasting).
– Campo IDENTIFIER pode identificar o
conteúdo da mensagem (dados), que é difundida
para todas as estações.
» Gerador da mensagem: PRODUTOR.
» Estações interessadas no conteúdo da
mensagem: CONSUMIDORES.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
CA
N• Norma CAN não define especificação para a camada de Aplicação
• CiA definiu uma especificação para aplicações em automação:
− CMS (CAN Message Services): serviços de leitura e escrita
de variáveis remotas e tratamento de eventos, baseados no
MMS;
− NMT (Network Menagement): serviços de inicialização e
gerenciamento da rede;
− DBT (Distributor): provê uma distribuição dinâmica de
nomes definidos pelo usuário para identificar as
mensagens.
• O sistema suporta até 2032 objetos, aos quais é associado um
número de identificação único na aplicação.
• O tempo para leitura de dados a nível da camada de enlace é da
ordem de 420 µs para o objeto de maior prioridade.
• CAN tornou-se norma internacional definida pela ISO em 1993 sob
a designação ISO 11898.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
VA
N• A rede VAN (Vehicle Area Network) foi
normalizada em 1990 na França pelo “Bureau de
Normalisation de l'Automobile” para operar em
eletrônica embarcada.
• A partir de 1992 passou a ser adotada pela
Renault e pela Peugeot.
• Apesar das semelhanças com a rede CAN, não se
conhecem aplicações da rede VAN em
automação industrial.
• Os chips disponíveis estão implementados na
forma de ASICs projetados especificamente para
a indústria automobilística.
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VA
N
• Propriedades da camada física:
− Topologia: barramento;
− Taxa de transmissão: de 100 Kbps até 250
Kbps;
− Número máximo de nós: 16;
− Comprimento máximo do barramento: 20
metros;
− Codificação de bits: Manchester.
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VA
N
• Subcamada MAC:
− Método de acesso ao meio: Forcing Headers (como
CAN);
− Controle de erros: assumido pela subcamada MAC, que
usa a técnica de CRC;
• Subcamada LLC:
− Quadro de dados: 8 bytes ou 28 bytes (versão FullVAN);
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Outras redes para veículos
• J1850 (definida nos EUA pela SAE = Society of
Automotive Engineers), usada pela GM, Ford e
Chrysler.
• C2
D (Chrysler Collision Detection)
• MIL-STD-1553B (para aviônica militar)
• FlexRay (X-By-Wire)
• todas com uso restrito à eletrônica embarcada.
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SERCO
S
• SERCOS (SErial Real-time COmmunication
System) apresentada ao mercado na EMO de 1989.
• conecta servo-acionamentos a um CNC em
máquinas operatrizes, implementando malhas
fechadas de controle.
• No interior de uma máquina-ferramenta existem
campos eletromagnéticos fortes.
• Por isto, foi proposta uma rede com topologia em
anel utilizando como meio físico a fibra ótica.
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SERCO
S• Anel
SERCOS
CNC
Acionamentos
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SERCO
S• O sistema tem uma estrutura com comando centralizado.
• CNC exerce o papel de estação mestre e os servo-acionamentos
o papel de estações escravas.
• podem ser executados ciclos de varredura dos escravos em
tempos ajustáveis de 62µs, 125µs, 250µs, 500µs, e múltiplos de 1
ms até o limite de 65 ms.
• SERCOS permite a interligação de até 254 escravos em um
anel.
• O comprimento do cabo é de no máximo 40 metros para fibra
ótica plástica e de até 1000 metros para fibra ótica de vidro.
• CNC executa o controle de posição enquanto o controle de
velocidade e de corrente é executado no próprio acionamento.
• Rede usada para enviar valores de referência de velocidade do
CNC aos acionamentos e receber valores atualizados dos
mesmos.
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SERCO
S• Na camada de enlace, SERCOS faz distinção entre dois tipos
de dados:
– Dados cíclicos, com características de tempo real, usados
para controle em malha fechada;
– Dados de serviço, usados para configuração, envio de
parâmetros, etc.
• Para dados de serviço é usada uma pilha com 3 camadas
(física, enlace e aplicação).
• Para os dados cíclicos é ainda incluída uma camada de
sincronização (sincronização dos timers das estações)
• A subcamada LLC usa um serviço sem conexão e sem
reconhecimento (quadros errados não são retransmitidos).
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SERCO
S
• Camada de aplicação: composta de serviços tipo
leitura e escrita de variáveis remotas (READ/
WRITE).
• SERCOS vem sendo utilizada também para
interligar dispositivos em outras aplicações além
das máquinas-ferramenta.
• Entre as aplicações mais usuais estão o controle de
eixos de robôs industriais e conexão de sensores e
atuadores binários.
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Mais Redes Locais
Industriais!
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
DeviceNet
• DeviceNet é uma rede industrial de baixo custo para
conectar dispositivos como chaves fim de curso,
células fotoelétricas, válvulas, motores, drives,
displays de CLP e PC, etc.
• DeviceNet foi desenvolvida tendo CAN como base.
• DeviceNet oferece manipulação robusta e eficiente
de dados e é baseada na técnica produtor /
consumidor.
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DeviceNet
• A ODVA (open DeviceNet Vendor Association) é uma
organização independente que supervisiona e gerencia
as especificações da DeviceNet.
• Seu objetivo é promover a adoção mundial de
DeviceNet como rede aberta.
• A ODVA trabalha conjuntamente com os membros
vendedores, usuários finais e distribuidores.
• Possui 320 membros (até julho de 2001).
• Home-pages:
– http://www.odva.org
– http://www.ab.com/catalogs/b113/comm/dnet.html
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Application Layer
Physical Signaling
Transceiver
Transmission Media
DeviceNet – Arquitetura
Camada 1
Camada 2
{
Camada 7 {
Data Link Layer
DeviceNet
CAN
DeviceNet
}
}
}
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DeviceNet - Camada Física
• Configuração em barra (daisy-chain ou ramificações)
• Nós podem ser removidos sem interromper linha
• Até 64 nós endereçáveis
• Sinal e alimentação de 24vdc no mesmo cabo
• Taxas transmissão: 125kbps, 250kbps, 500kbps
• Conectores selados ou abertos
• Terminador de 121 ohms nas extremidades
Ramificações
Daisy-chain
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DeviceNet – Alimentação e Sinal
24vdc
• Par trançado com dois fios:
– Par Sinal: baixa perda, alta velocidade.
– Par Alimentação: até 8A corrente.
• Sensores alimentados da linha.
• Opto-isolamento para dispositivos com alimentação própria
(Ex.: drive, PLC, etc.).
• Pode-se usar várias fontes de alimentação.
PS
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DeviceNet - Conectores
Multiport Tap
T - Tap
Drop lines
- 0 a 6m
Selados:
Droplines
Droplines
Abertos:
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DeviceNet - Daisy-
Chaining
Usar em painéis de
controle que
agrupam
dispositivos
Até 6 metros do Tap
Dropline
Tap Tap
Conector plug-
in para
dispositivo
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
DeviceNet – Distâncias e Velocidades
Data
Rate
Barramento Ramificações
125K
250K
500K
500m
250m
100m
26 x 6m
13 x 6m
6 x 6m
156m
78m
36m
CumulativoDist. TAP
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DeviceNet - Enlace
• Enlace segue sistema CAN.
• Formas de comunicação suportadas através do modelo
produtor/consumidor:
– Master/Slave: escravos só enviam dados em resposta
a varredura do mestre.
– Multi-master: vários mestres e vários escravos.
– Mudança de estado dos dados: envio de dados entre
estações predefinidas sempre que houver alteração de
estado.
– Produção cíclica de dados: estações enviam dados
entre si em intervalos fixos de tempo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Uso Do Campo Identifier
IDENTIFIER BITS
HEX RANGE IDENTITY USAGE
10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0
Group 1 Msg ID Source MAC ID 000-3ff Message Group 1
1 0 MAC ID
Group 2
Message ID 400-5ff Message Group 2
1 1
Group 3
Message ID Source MAC ID 600-7bf Message Group 3
1 1 1 1 1
Group 4 Message ID
(0-2f)
7c0-7ef Message Group 4
1 1 1 1 1 1 1 X X X 7f0-7ff Invalid CAN IdentifiersX
0
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Grupos 1 e 2 – Master/Slave
IDENTIFIER BITS
DESCRIPTION
10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0
0 Source MAC ID Group 1 Messages
0 1 1 1 0 Source MAC ID Slave's I/O Bit-Strobe Response Message
0 1 1 1 1 Source MAC ID Slave's I/O Poll Response Message
Group 2
Message ID1 0 MAC ID Group 2 Messages
1 0 Source MAC ID 0 0 0 Master's I/O Bit-Strobe Command Message
1 0 Source MAC ID 0 0 1 Reserved for Master's Use -- Use is TBD
1 0 Source MAC ID 0 1 0 Master'sChg of state/cyclic acknowledge msgs
1 0 Source MAC ID 0 1 1 Slave's Explicit Response Messages
1 0 Destination MAC ID 1 0 0 Master's Connected Explicit Request Messages
1 0 Destination MAC ID 1 0 1 Master's I/O Poll Cmd/Chg of State/Cyclic Msgs
1 0 Destination MAC ID 1 1 0 Group 2 Only Unconnected Explicit Req.. Msgs
1 0 Destination MAC ID 1 1 1 Duplicate MAC ID Check Messages
Group 1
Message ID
0 1 1 0 1 Source MAC ID Slave's I/O Change of State or CyclicMessage
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DeviceNet – Camada de Aplicação
• CIP: Common Industrial Protocol
• Definição do campo Identifier
– Estabelece prioridade no processo de arbitragem
– usado pelos nós receptores para identificar mensagens
• Dois tipos de mensagens
– Mensagens de I/O para dados de controle críticos no tempo
– Mensagens explicitas para funções cliente/servidor
– Fragmentação para dados maiores que 8 bytes
• Detecção de identificadores duplicados
• Verificação de consistência dos dados de
aplicação
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ControlNet
• ControlNet International é uma organização independente
criada em 1997 que mantém e distribui a especificação
ControlNet e gerencia is esforços de marketing dos
membros associados.
• Home-page: www.controlnet.org
• Mais infos: www.ab.com/catalog/b113/comm/cnet.html
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ControlNet
• Onde usar: níveis intermediários (célula, área)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ControlNet
• Camada física:
– Topologias: barramento, árvore, estrela
– Taxa transmissão: 5 Mbps
– Estações endereçáveis: até 99
– Distâncias:
» Cabo coaxial RG-6: 1.000 m com 2 nós, 500 m com 32 nós,
250 m com 48 nós (sem repetidores), máximo de 5.000 m
com 5 repetidores
» Fibra: 3.000 m sem repetidores, até 30 km com 5
repetidores
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ControlNet
• Camada de enlace:
– Controle de erros no frame por Cyclic Redundancy Check,
polinômio CCITT modificado com 16 bits.
– Campo de dados com até 510 bytes.
– MAC: CTDMA (Concurrent Time Domain Multiple Access), que
regula a oportunidade de transmitir de cada nó em intervalos de
tempo ajustáveis chamados NUT (Network Update Time). A
menor NUT é de 2ms.
– Informações com restrições temporais são enviadas na parte
escalonada da NUT. Dados sem restrições temporais (ex.: Dados de
configuração) são enviados nos intervalos restantes de tempo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ControlNet
• Camada de aplicação:
– Orientação a objetos
– Modos de comunicação:
» Master/Slave
» Multi-Master
» Peer-to-Peer
» Produtor/consumidor
– Leitura de dados:
» Mudança de estado
» Cíclico
» Por solicitação
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
HAR
T
• HART = Highway Addressable Remote Transducer
• Protocolo de transição entre tecnologia analógica e
digital.
• “HUG”: HART User Group (inclui Siemens, Hitachi,
Toshiba, Yokogawa, ABB, Endress+Hauser, Fischer &
Porter, Rosemount Inc., Camile Bauer, Smar
International e outras).
• HART Communication Foundation
(www.hartcomm.org)
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
HAR
T• Camada física:
- Meio físico: par trançado com até 3.000 m;
- Taxa de transmissão: 1.200 bps;
- Transmissão assíncrona com caracteres UART (1
start bit, 8 bits de dados, 1 bit de paridade e 1 stop
bit);
- Topologia: barramento ou árvore;
- Modulação: FSK (padrão Bell 202, lógico 1 =>
sinal de 1.200 Hz, lógico 0 => 2.200 Hz).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
HAR
T
• Camada de enlace:
- mestre-escravos e token-passing;
- Tempo médio de resposta: 378.5 ms;
• Camada de aplicação:
- comandos, respostas, definição de tipos de
dados e emissão de relatórios de status.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
HAR
T
• Possível transmitir sinais de 4 a 20 mA (analógicos) e
quadros digitais simultaneamente.
• Os chips HT2012 (Smar Research) e SYM20C15
(Symbios Logic) servem como modems de baixa
potência para uso em equipamentos de campo.
• O chip requer a adição de filtros e comparadores para a
operação do protocolo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
HAR
T
CLP
FPBFPB
Sensor
analógico
Atuador
analógico...
Sensor
digital
FPA
Sensor
digital
FPA
Sensor
digital
FPA
FPA
Atuador
digital
FPA
Atuador
digital
4..20
mA
Bell
202
Bell
202
t
I
4..20
mA
Bell
202
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
INTERBUS-S
• Interbus-S desenvolvido na Alemanha pela empresa Phoenix
Contact.
• Obteve ampla aceitação industrial (mais de 5.000 aplicações).
• Interbus-S concebido para integração de sensores a atuadores
a um elemento de tomada de decisão (CLP, CNC, RC, etc.).
• Elemento de tomada de decisão opera como estação mestre.
• Sensores e atuadores são estações escravas que executam
operações de entrada/saída.
• Interbus-S adotou uma topologia em anel
• Método de varredura denominado "Quadro Concatenado"
ou "Quadro Somado" (do alemão "Summenrahmen-
Verfahren").
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
INTERBUS-
S• Mestre monta um quadro único contendo campos
reservados para cada um dos escravos.
• Mestre preenche o campo reservado àquele escravo com os
dados de processo ou parâmetros a enviar.
• O quadro então é enviado ao primeiro escravo no anel.
• O primeiro escravo reconhece no quadro o início de sua
janela de dados e verifica o conteúdo somente do campo
reservado a ele.
• Escravo lê a informação contida no seu campo reservado e
substitui o conteúdo do campo pelos dados de resposta.
• Em seguida, o primeiro escravo envia o quadro completo
para o próximo escravo no anel.
• O processo se repete até que o quadro tenha percorrido
todos os escravos do anel e retornado ao mestre.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
INTERBUS-
S• Analogia com um trem (quadro somado) que pára em diversas
estações (escravos), deixando alguns passageiros e pegando
outros.
Lê
M1
At.
M1
Lê
M2
At.
M2
Lê
M3
At.
M3
Lê
M4
At.
M4
C FCS M4 M3 M2 M1 H
Master
Slave 1 Slave 2 Slave 3 Slave 4
Frame
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
INTERBUS-
S• O tempo que o quadro somado leva para percorrer o anel (ciclo
de varredura) depende do número de escravos e é determinista.
• O número máximo de entradas e saídas suportadas pelo
Interbus-S é de 2048, que podem ser varridas em 7.2 ms.
• Distância entre estações consecutivas no anel: até 400 metros.
• Número máximo de estações: 256 (anel pode ocupar 13 Km sem
repetidores).
• Taxa de transmissão: 500 Kbps.
• As informações que o mestre envia para os escravos podem ser:
– dados de processo: comandos a executar ou valores a
colocar em uma saída (sujeitos à restrições de tempo real);
– parâmetros de configuração do escravo (sem restrições de
tempo): enviados em time slots reservados no quadro
somado.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
INTERBUS-
S• Camada de aplicação: define serviços PMS (Peripherals
Message Services), subconjunto do MMS.
• Os serviços PMS incluem:
• gerenciamento de conexões;
• identificação e verificação de status;
• gerenciamento de objetos;
• acesso a variáveis (read, write, update, etc.);
• gerenciamento de programas (dowload, upload,
start, stop, resume, etc.).
• Organizações de empresas DRIVECOM e ENCOM
ocupadas de definir padrões de utilização e configuração
para INTERBUS-S.
• Sistema candidato à padronização pela IEC e DIN.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS
• ASI (Actuator/Sensor Interface) desenvolvido por
11 empresas (Balluf, Baumer, Elesta, Festo, IFM,
Peperl+Fuchs, Sick, Siemens, Leuze, Turck e
Visolux) e introduzido no mercado em 1993.
• concebido para interligar elementos periféricos
(sensores e atuadores) binários, tais como chaves
fim-de-curso, sensores de proximidade indutivos
e capacitivos, relês, válvulas, etc.
• Estes elementos requerem informação mínima
para operar (na maioria dos casos, 1 bit com
comandos tipo ON/OFF).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS• ASI foi concebido como um sistema Mestre/Escravos com
topologia em barramento.
• O mestre executa uma varredura cíclica dos escravos,
enviando quadros de solicitação de dados e aguardando um
quadro de resposta.
• Os quadros enviados pelo mestre ASI tem um campo de dados
de apenas 4 bits e um campo de parâmetros de mais 4 bits.
• O quadro tem 17 bits no total.
Start bit
Command-bit
1 1 5 bit slave addr. 4 bit parameter 4 bit data 1 1
Test bit
Stop bit
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS
• O quadro de resposta do escravo composto de apenas 7
bits.
• Como todas as respostas são destinadas ao mestre, não é
necessário um campo de endereço neste quadro.
Start bit
1 4 bit data 1 1
Test bit
Stop bit
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS• quadros utilizados sempre iguais
• a varredura de cada escravo implica no envio e recepção de um
total de apenas 24 bits
• Cada escravo recebe 4 bits de dados e 4 bits de parâmetros, e
responde, se for o caso, também com 4 bits de dados.
• Um escravo ASI possui até 4 portas de I/O conectadas a
dispositivos periféricos
• Cada porta de saída recebe o valor de 1 dos 4 bits do campo de
dados do quadro enviado pelo mestre.
• Se as portas estão configuradas como entradas, seu valor é
copiado nos 4 bits correspondentes do campo de dados do
quadro de resposta do escravo.
• Desta forma, o mestre pode ler ou escrever em qualquer uma
das portas remotas dos escravos.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS
ASI
Master
Slave 2Slave 1 Slave 31. . .
I/O 1
I/O 4
I/O 120
I/O 124
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS• ASI suporta até 31 escravos em um barramento.
• Como cada escravo pode ter 4 E/S, o número
máximo de elementos binários que podem ser
integrados aos 31 escravos é de 124.
• A varredura completa dos 31 escravos, atualizando
todas as 124 entradas e saídas, requer cerca de 5 ms.
• Esta configuração permite ligar os sensores e
atuadores binários convencionais atuais à rede ASI.
• Os 4 bits de parâmetros recebidos do mestre podem
ser enviados para 4 portas de saída adicionais,
podendo ser utilizados para configurar um
dispositivo mais sofisticado conectado ao escravo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS
Slave
ASI
Sensor
inteligente
Dados I/O
parâmetros
• Esta configuração permite conectar sensores e atuadores
inteligentes à rede ASI.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
ASI-
BUS
• O cabo de rede ASI é composto de 2 condutores
não blindados.
• cabo é utilizado também para a alimentação dos
escravos (24V DC, 100 mA por escravo).
• Um segmento de rede ASI pode ter até 100
metros de comprimento.
• A grande vantagem de ASI sobre outras rede
tipo fieldbus é o custo baixo e simplicidade de
implementação, operação e manutenção.
• Sua aplicação em automação industrial vem
crescendo muito desde seu lançamento em 1993.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
FAI
S• FAIS (Factory Automation Interconnection System):
desenvolvida no Japão por 30 empresas e o International
Robotics and Factory Automation Center (IROFA).
• Primeiros produtos lançados em 1992.
• FAIS é uma versão atualizada da rede Mini-MAP.
• Foi concebida para uso em automação fabril no nível
hierárquico de célula (FMC).
• Arquitetura FAIS composta das camadas 1, 2 e 7.
• Camada física:
– cabo coaxial com técnica de transmissão em Carrier-
Band com 5 ou 10 Mbps.
– fibra ótica com 10 Mbps.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
FAI
S• Camada de enlace de dados:
– subcamada MAC: protocolo Token-Bus, conforme IEEE
802.4.
– subcamada LLC: serviço sem conexão com
reconhecimento (LLC tipo 3), conforme IEEE 802.2.
• Camada de aplicação:
– MMS (Manufacturing Message Services);
– serviços de gerenciamento de rede NM (Network
Menagement);
– dicionário de objetos OD (Object Dicionary).
• Alterações básicas em relação a mini-MAP: camada física
com fibra ótica e serviços de aplicação NM e OD.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
FAI
S
• Especificação FAIS
2.0
Apresentação
Sessão
Rede
Enlace
Física
NM
LLC 802.2 tipo 3
MAC 802.4 Token bus
MMS OD
VAZIO
Transporte
Aplicação
Baseband 5 / 10 Mbps Fibra ótica 10 Mbps
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
P-NET
• P-NET desenvolvida na Dinamarca pela empresa Ultrakust.
• Aplicação alvo: automação industrial.
• Camada física:
– topologia em anel
– taxa de transmissão de 76.8 Kbps
– em um anel podem estar no máximo 125 estações.
– meio físico tipo par trançado blindado, com até 1.200
metros de comprimento, sem repeaters.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
P-NET
• subcamada MAC:
– método de acesso ao meio tipo Multi-mestre / Escravos.
– Em um anel podem estar até 32 estações mestras.
– Entre as estações mestras e escravas é realizada uma
varredura cíclica através de quadro pré-definidos.
– A varredura de cada escravo requer 30 slot times, ou
cerca de 390µs.
– Entre as estações mestras, o controle de acesso ao meio é
do tipo token-passing.
– A passagem de token entre mestres requer no máximo 10
slot times, ou cerca de 130µs.
– Apesar do token passar pelas estações escravas, uma vez
que elas estão também no anel, estas não podem retê-lo.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
P-NET
Anel P-
NET:
M
E
E
M
E
E
M
E
PC
Pressão
Temperatura
Motor
Peso
Vazão
CLP
Controller
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
P-NET
• Vários anéis interligados por meio de P-NET-Controllers,
que executam a função de roteadores ou gateways.
M
E
E
E
E
M
E
Controller
M
E
E
M
E
M
E
M
M
E
M
E
E
M
E
Controller
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
P-NET
• O P-NET-Controller pode ser usado para conectar
dispositivos não desenvolvidos para a P-NET que possuam
uma interface RS-232C, ou ainda estações para outro tipo
de rede (por exemplo, Profibus).
• O Controller é programado em Process Pascal, que suporta
programação concorrente e primitivas de comunicação.
• Diversos sistemas baseados em P-NET estão em operação na
Europa.
• Foi criada para a P-NET uma organização de fabricantes e
usuários que dão suporte ao produto, denominada
"International P-NET User Organization".
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
MODBUS
• O protocolo MODBUS foi criado em 1978 pela Modicon (hoje
Schneider Automation).
• O protocolo visava originalmente implementar uma maneira
simples de transferir dados entre controladores, sensores e
atuadores usando uma porta RS232 (serial convencional).
• Após sua criação, tornou-se padrão industrial “de-facto”
adotado por muitas empresas com uma segunda opção para
intercâmbio de dados.
• MODBUS é um protocolo proprietário da Schneider
Automation. No entanto, a Schneider Automation optou por
uma licença sem royalties e as especificações do protocolo estão
disponíveis em seu web-site gratuitamente.
– http://modbus.org/
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
MODBUS
• MODBUS é uma estrutura de troca de mensagens
usada para comunicação tipo mestre/escravos entre
dispositivos inteligentes.
• Como o protocolo MODBUS é somente uma
estrutura de troca de mensagens, ele é independente
da camada física subjacente.
• MODBUS é usualmente implementado usando:
– RS232;
– RS422;
– RS485;
– sobre uma variedade de meios de transmissão (fibra, rádio,
celular, etc.).
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
MODBUS
• Algumas variantes do protocolo original foram
criadas posteriormente.
– MODBUS PLUS: é um protocolo de maior velocidade
baseado em token passing e que usa a estrutura de
mensagens do MODBUS original. Os chips MODBUS PLUS
são disponibilizados pela Schneider Automation através de
um programa chamado MODCONNECT.
– MODBUS TCP/IP: usa TCP/IP e Ethernet para transportar
a estrutura de mensagens MODBUS. MODBUS/TCP requer
uma licença, mas as especificações são de acesso público e não
há royalties. MODBUS TCP está disponível na página:
http://www.modicon.com/openmbus.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
MODBUS
• MODBUS suporta dois modos de
transmissão:
ASCII (American Standard Code for Information
Interchange): cada byte da mensagem é enviado como 2
caracteres ASCII.
RTU (Remote Terminal Unit): cada byte da mensagem é
enviado como 2 caracteres hexadecimais de 4 bits.
M. R. Stemmer – S2i / DAS / UFSC
Quadro MODBUS
• Address: contém 2 caracteres ASCII ou 8 bits RTU. Endereços
válidos de escravos estão na faixa de 0 a 247 decimal. Endereços
individuais estão na faixa de 1 a 247 (0 para broadcasting).
• Function: contém 2 caracteres (ASCII) ou 8 bits (RTU). Códigos
válidos vão de 1 a 255 decimal. Este campo indica ao escravo que
ação este deve executar. Exemplos: ler grupo de entradas; ler
dados de um grupo de registradores; ler status do escravo para
diagnóstico; escrever em um grupo de saídas ou registros;
permitir carregamento, gravação ou verificação do programa no
escravo. Quando o escravo responde ao mestre, este campo indica
se a operação ocorreu sem erros (ecoa dado recebido) ou se é uma
resposta de exceção (ecoa dado recebido com Msb em 1).
ADDRESS FUNCTION DATA CHECKSUM
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MODBU
S
• Data: usa 2 dígitos hexadecimais na faixa de 00 a FFh. Estes
podem ser 2 caracteres ASCII ou um RTU. Contém dados
adicionais para uso do escravo (endereços de portas de I/O ou
registros, quantidades de itens a manipular, etc.). Se não
houverem erros, este campo retorna o valor solicitado ao
escravo. Se houver erro, este campo retorna um código de
exceção. Este campo pode ser vazio.
• Checksum: são usados 2 tipos de checagem de erros (LRC ou
CRC), dependendo do modo de transmissão (ASCII ou RTU)
• Mais detalhes: MODBUS protocol guide na página
http://www.modicon.com/techpubs/toc7.html.
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Redes
IBM- A IBM oferece uma série de soluções para a
interconexão de equipamentos de chão de fábrica,
incluindo, entre outros:
- Redes compatíveis com o modelo OSI, tais como
MAP
- Rede Token-Ring (IEEE 802.5)
- Rede Token-Bus (IEEE 802.4)
- Diversos softwares para redes (NetBios, PC-LAN,
LAN-Server, etc.)
- Redes baseadas em uma arquitetura própria
denominada SNA (Systems Network Architecture)
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Redes IBM
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Rede
Enlace
Física
Usuário
serviços NAU
Fluxo Dados
Controle
Transmissão
Controle
Caminho
Controle
Enlace
Ligação
Física
Arquitetura SNA
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UC
A• UCA = Utility Communications Architecture.
• Inicialmente visava integrar dispositivos na área de energia
elétrica.
• Hoje também usado em instalações de gás, óleo, água e esgoto.
• Proposto pelo IEEE e o EPRI (Electric Power Research
Institute).
• Atualmente na versão 2.0, especificada no IEEE Technical
Report 1550 (IEEE TR 1550), de julho de 1999.
• Padrões:
– IEC 61850 para automação de subestações;
– IEC 60870-6 TASE.2 para troca de dados TR entre centros de controle;
– IEC 61970 nos centros de controle;
– IEC 61968 para interface do sistema de distribuição.
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UC
AHistórico:
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UC
AFull 7
CO
WAN 7
CL
Mod 7
CO
Reduc.
CO
Reduc. CL FAIS Ethernet TCP/IP
RFC1006
TCP/IP
RFC 1070
TCP/IP
RFC 1240
7 MMS
ACSE
MMS
CL-ACSE
MMS
ACSE
MMS
ACSE
MMS
CL-ACSE
MMS MMS
ACSE
MMS
ACSE
MMS
ACSE
MMS
CL-ACSE
6 Apres. CL-Apres. FastByte
Apres.
Apres. Apres. CL-Apres.
5 Sessão CL-Sessao FastByte
Sessão
Sessão Sessão CL-Sessao
4 TP4 CLTP TP4 TP0
TCP
TP4
CLTP
UDP
UDP
3 CLNP CLNP CLNP auxiliar IP IP IP
2
1
LLC1
ADLC FT3
ou UCA 1
LLC1
ADLC FT3
ou UCA 1
LLC1
ADLC FT3
ou UCA 1
LLC1
ADLC FT3
LLC1
ADLC FT3
ou Ethernet
LLC3
802.4
Token Ring
LLC3
ADLC FT3
sobre
Ethernet
Ethernet
SLIP, PPP
Ethernet
SLIP, PPP
Ethernet
SLIP, PPP
7 camadas 3 camadas TCP/IP
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Redes para Automação Predial
e Residencial
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LON
• LON (Local Operating Network): desenvolvida pela empresa
Echolon em 1990
• Aplicações alvo:
– automação predial (imótica)
– automação doméstica (domótica)
– automação de escritórios
– automação industrial.
• Protocolo de comunicação LonTalk é implementado no
processador dedicado NeuronChip, produzido pela Motorola
e Toshiba.
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LON
• O NeuronChip é composto dos seguintes elementos:
− 3 processadores de 8 bits (1° executa MAC, 2° serviços
gerais de comunicação, 3° aplicações do usuário);
− Porta de conexão ao transceiver, através do qual o
NeuronChip se conecta ao meio;
− Pinos de entrada e saída, reset, clock e alimentação (5V);
− Acesso a um número de série de 48 bits definido pelo
fabricante;
− Um timer programável;
− Sistema de memória, contendo 10 Kbyte ROM, 1 Kbyte
RAM e 512 Bytes EEPROM para parâmetros de rede;
− 3 temporizadores Watch-Dog (1 para cada processador);
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LON
• LonTalk é baseado no RM-OSI e implementa 7 camadas.
• Ferramentas de suporte LonWorks incluem:
− NeuronChip;
− Protocolo LonTalk;
− Transceivers que permitem ligar o NeuronChip ao
meio físico;
− LonBuilder Developer's Workbench: sistema de
desenvolvimento orientado a objetos para projeto,
implementação e teste de nós LON.
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LON
• Camada física: transceivers oferecidos pela Echolon:
− FTT-10: par trançado, taxa de 78 Kbps, 127 nós em um
barramento de até 2.700 metros ou segmentos de até 500
metros com topologia em estrela ou anel;
− LPT-10: par trançado, taxa 78 Kbps, 32 nós com 100
mA cada, 64 nós com 50 mA ou 128 nós com 25 mA,
barramento de 2.200 metros ou segmentos de até 500
metros com topologia em estrela ou anel, alimentação
pelo fio da rede;
− TPT/XF-78: par trançado, taxa de 78 Kbps, barramento
com 2.000 metros, 64 nós;
− TPT/XF-1250: semelhante ao anterior, mas com taxa de
transmissão de 1.25 Mbps para distâncias de até 500
metros;
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LON
• Camada física: transceivers oferecidos pela Echolon:
− PLT-10A: utiliza como meio físico a rede elétrica por meio
da tecnologia spread spectrum (técnica especial de
transmissão usada em sistemas com elevados níveis de
interferência), operando na faixa de freqüência de 100
KHz até 450 KHz com taxa de transmissão de 10 Kbps;
− PLT-20: idem ao anterior, mas com freqüência de 125
KHz a 140 KHz com taxa de transmissão de 5.4 Kbps;
− PLT-30: idem aos anteriores, mas com freqüência de 9 a
95 KHz e taxa de 2 Kbps.
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LON
• Transceivers de outros fabricantes:
− RF-300: usa sinais de rádio freqüência de 300MHz, taxa
de transmissão de 1.200 bps (rede sem fio);
− RF-450: idem, com 450 MHz e taxa de 4800 bps;
− RF-900: idem, com 900 MHz e taxa de 39 Kbps;
− IR: usa sinais em infravermelho, com taxa de
transmissão de 78 Kbps;
− Fibra ótica: taxa de transmissão de 1.25 Mbps;
− Cabo coaxial: taxa de transmissão de 1.25 Mbps.
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LON
• Camada de enlace:
– subcamada MAC: CSMA preditivo p-
persistente com detecção de colisão e
atribuição de prioridades às mensagens
(comportamento preditivo quando é usado
serviço com reconhecimento)
– subcamada LLC: serviços sem conexão (com
ou sem reconhecimento) e oferece funções de
montagem de quadros e checagem de erros
com CRC.
• Elementos para interconexão de subredes LON:
– roteadores (ex.: RTR-10)
– pontes
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LON
Nó Nó Nó Nó
Par trançado
Nó Nó Nó Nó
Router
Rede elétrica
Router
Nó RF Nó RF Nó RF
Router
Nó
Nó
Nó
Nó
Fibra ótica
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LON
• NeuronChip programado em Neuron C (orientação a
objetos, suporte a programação concorrente, 37 novos
tipos de dados definidos na especificação SNVT (Standard
Network Variable Types) e mecanismos de passagem de
mensagem).
• LON ainda pouco conhecido no Brasil.
• Mais de 1 milhão de nós de rede LON instalados nos
Estados Unidos.
• Em 1994 criado grupo "LonMark Interoperability
Association” (inclui empresas como Honeywell, Detriot
Edison, IBM, Microsoft e Leviton).
• Esta associação executa testes e certificação de
conformidade para produtos que queiram ter o logotipo
LonMark e define diretivas para interoperabilidade.
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LON
• A maioria dos nós LON instalados estão em aplicações de
automação predial e residencial.
• Existem estações baseadas no NeuronChip para:
– controle de lâmpadas e eletrodomésticos;
– termostatos e sistemas HVAC (Heating, Ventilation and Air
Conditioning, ou calefação, ventilação e ar condicionado);
– sensores de presença e segurança em geral;
– sensores de luminosidade ambiente;
– equipamentos de áudio e vídeo (por exemplo, Home
Theaters);
– gerenciamento de energia;
– controle otimizado de elevadores;
– subsistemas de água e gás (válvulas, sensores de nível e
outros componentes), etc.
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Redes para Ambientes
Submarinos
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Redes
Acústicas• Comunicação subaquática tradicionalmente limitada a
aplicações militares (submarinos, torpedos teleguiados, sonares).
• Primeiro sistema de comunicação UWA (Under-Water
Acoustic): telefone criado em 1945 para comunicação com
submarinos (águas rasas, modulação FSK de 8 a 11 khz).
• Recentemente surgiram várias aplicações civis:
– Exploração submarina para fins científicos;
– Soldagem e reparação de cascos de navios e dutos por robôs
submarinos;
– Monitoração de poluição;
– Veículos submarinos não tripulados (AUV = Autonomous
Underwater Vehicles);
– Sensores e atuadores submarinos (sismógrafos, válvulas, etc.);
– Comunicação entre mergulhadores;
– Montagem/manutenção/operação de plataformas de
exploração/produção de petróleo.
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Redes
Acústicas• Geração de sinais:
– Sinais de rádio: para boa propagação na água, requerem ondas
de baixíssima freqüência (30 a 300 Hz) => antenas grandes e
transmissores de alta potencia.
– Sinais óticos: principal problema não é atenuação, mas
dispersão.
– Sinais acústicos: melhor solução, podem se propagar na água
por milhares de Km.
• Requisitos para tipos de dados mais usuais:
– Sinais de controle (comando de válvulas, solicitação de status,
comandos de navegação para AUV, etc): requerem cerca de
1Kbps;
– Dados telemetria (hidrofones, sismógrafos, sonares, etc):
requerem cerca de 10Kbps;
– Vídeo: requer de 10Kbps a 500Kbps para boa taxa atualização.
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Redes
Acústicas• Problemas tecnológicos a superar:
– Perda de transmissão: espalhamento de energia e absorção de som
(proporcional ao quadrado da distância);
– Ruído acústico: pior em águas rasas, portos, etc.
– Reverberação: propagação de sinal por múltiplos caminhos
causada por reflexão em obstáculos (desvanecimento de Rayleigh);
– Variações espaciais e temporais do meio (temperatura/densidade
água, obstáculos móveis, etc.): problema pior se estações móveis.
• Considerações de projeto de sistemas UWA:
– Importante eliminar reverberação (muito pior que rádio).
– Uso de dispositivos direcionados: problemático se estações móveis;
– Técnicas FSK com tempo de espera entre pulsos de mesma
freqüência (espera ecos desaparecerem);
– Técnicas Spread-Spectrum;
– Uso de equalizadores.
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Redes
Acústicas• Tipos de sistemas UWA em uso:
– Longo alcance: 20Km até 2.000Km, modulação FSK de 200Hz até
10KHz, taxas de transmissão baixas (típico: 1 bps);
– Médio alcance: 1Km até 20Km, uso em águas rasas, modulação
FSK de 10KHz até 100KHz, 5Kbps;
– Curto alcance: até cerca de 60m, uso para robôs de manutenção e
mergulhadores em águas rasas, modulação FSK de 1MHz, taxa de
500Kbps.
• Pesquisas atuais:
– Uso de PSK e QAM (Quadrature Amplitude Modulation) em lugar
de FSK;
– Testes com sinais capazes de se propagar por todo o planeta
(testado sinal gerado Austrália e lido na Califórnia/USA);
– Desenvolvimento de ALAN (Acoustic LAN): tendência de usar
protocolos MACA e MACAW (IEEE 802.11), multiplexação de
canais por TDM ou CDMA+Spread Spectrum.
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Produtos:
Conclusão• Grande variedade de produtos para redes de
comunicação no mercado
• A maioria dos produtos comerciais existentes
foram desenvolvidos para aplicações em
automação de escritórios
• Já há produtos específicos para automação
• Consenso sobre a necessidade de definir sistemas
de comunicação padronizados
• Metas:
– Interoperabilidade
– Intercambiabilidade

Redes industriais - Marcelo

  • 1.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 2.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário   “A INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO ATRAVÉS DAS REDES DE COMUNICAÇÃO: AS REDES LOCAIS INDUSTRIAIS”    I — AS REDES E OS NÍVEIS HIERÁRQUICOS DA INTEGRAÇÃO FABRIL 1.1. O MODELO CIM 1.2. A INTEGRAÇÃO NO MODELO CIM: TIPOS DE REDE » DEVICEBUS/CONTROLBUS, FIELDBUS, ENTERPRISE  NETWORK
  • 3.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário II — AS REDES LOCAIS INDUSTRIAIS 2.1. MOTIVAÇÕES 2.2. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DAS REDES INDUSTRIAIS:  – COMPORTAMENTO TEMPORAL  – CONFIABILIDADE – REQUISITOS DO MEIO AMBIENTE – TIPO DE MENSAGENS  – INTERCONECTIVIDADE/INTEROPERABILIDADE 2.3. PROJETOS DE PADRONIZAÇÃO DAS REDES INDUSTRIAIS – PROWAY – IEEE802 E ISO/IEC 8802 » IEEE 802.3: Ethernet, switched ethernet, fast ethernet » IEEE 802.4: Token-bus » IEEE 802.5: Token-ring » IEEE 802.11: Redes sem fio – MAP/TOP – FIELDBUS
  • 4.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário III — O PROJETO MAP 3.1. MOTIVAÇÃO E HISTÓRICO 3.2. A ARQUITETURA MAP 3.3. A PROPOSTA MAP-EPA 3.4. A PROPOSTA MINI-MAP 3.5. O PADRÃO DE MENSAGENS MMS – Objetos MMS – Serviços MMS
  • 5.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário IV — O PROJETO FIELDBUS 4.1. MOTIVAÇÕES E REQUISITOS DO FIELDBUS 4.2. A PROPOSTA FRANCESA FIP – Introdução – A camada Física – A camada de Enlace – A Camada de Aplicação – Funções de gerenciamento da rede 4.3. A PROPOSTA ALEMÃ PROFIBUS – Introdução – A camada Física – A camada de Enlace – A camada de Aplicação
  • 6.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário 4.4. A PROPOSTA ISA/IEC FIELDBUS (FIELDBUS FOUNDATION) – Introdução – A camada Física – A camada de Enlace – A camada de Aplicação – Camada do Usuário – Serviços de Gerenciamento de rede
  • 7.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sumário V — ALGUNS PRODUTOS EXISTENTES E SUA APLICABILIDADE EM AUTOMAÇÃO 5.1. INTRODUÇÃO 5.2. REDES PARA INSTRUMENTAÇÃO: GPIB 5.3.  REDES PARA AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIOS:  ETHERNET, TOKEN-RING, ARCNET 5.4.  REDES INDUSTRIAIS, PREDIAIS E OUTRAS:  PROFIBUS  DP/PA/FMS,  BITBUS,  CAN,  VAN,  HART,  INTERBUS-S, ASI-BUS, FAIS, LON, P-NET, SERCOS,  MODBUS,  REDES  IBM  (TOKEN-RING,  TOKEN-BUS,  SNA), UCA, etc.
  • 8.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o - Primeiros computadores: • Máquinas complexas, grandes, caras • Requeriam salas isoladas com ar condicionado • Operadas apenas por especialistas • programas submetidos em forma de “jobs” seqüenciais • Usuário inseria programa por meio de cartões perfurados • Várias idas ao NPD eram necessárias para rodar um programa, mesmo pequeno.
  • 9.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o• Anos 60: – Esforços para melhorar interação entre computador e usuários. – Surge técnica de time-sharing, primeiros sistemas multi-usuários – Usuários conectados ao computador por terminais – Cada terminal atendido por um interpretador de comandos – Comunicação entre terminais e computador central: » Definição de uma interface (serial, paralela), conectores, cabos, etc. » Definição de unidade básica de informação (bit = binary unit) – definir duração, sinais 0 e 1, sincronização, etc. » Definição de códigos para representar letras, números e outros símbolos alfanuméricos – ASCII, EBCDIC » Definição de protocolos para envio, recepção, detecção de erros, etc. – Surgem primeiras técnicas de comunicação
  • 10.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o- Anos 70: • surgem microprocessadores • computadores muito mais baratos => difusão do uso - Após década de 70: • Computadores cada vez mais velozes, tamanho menor, preço mais acessível • Surgem novas aplicações • Incremento na capacidade de cálculo e armazenamento • Aplicações mais complexas requerem computadores cada vez mais poderosos (PC, Workstation, Mini, Mainframe, Supercomputador, etc.) • Computadores conectados podem ter desempenho melhor do que um mainframe, além de custo menor => Sistemas Distribuídos • Necessidade de desenvolver técnicas para interconexão de computadores => redes
  • 11.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o- Informatização crescente das empresas - Sistemas de Bancos de Dados muito úteis - Primeiros setores a serem informatizados: - Finanças, folha de pagamento, compras, vendas, setor de pessoal - Posterior informatização do chão de fábrica: - CNC, CLP, RC, IC, Sistemas de aquisição de dados, etc. - Mais recente: Sensores e Atuadores microprocessados. - Métodos iniciais de comunicação de dados: - fitas K7, cartões, fitas perfuradas, disquetes. - Método moderno: redes de comunicação (LAN).
  • 12.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o- Requisitos de comunicação fabril: Compartilhamento de recursos; Gerenciamento da heterogeneidade; Gerenciamento de diferentes tipos de diálogo; Garantia de um tempo de resposta médio ou máximo; Confiabilidade dos equipamentos e da informação; Conectividade e interoperabilidade; Evolutividade e flexibilidade.
  • 13.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introduçã o - Necessário definir arquiteturas, topologias e protocolos apropriados para redes de comunicação industriais. - Redes do tipo ponto-a-ponto: falha em uma máquina pode afetar comunicação entre outras máquinas (centralização das funções de comunicação). - Redes de difusão: falha em uma máquina não necessariamente afeta comunicação entre outras máquinas (possibilidade de descentralização da comunicação). - Idéia do final dos anos 70/ início 80: rede única para toda a fábrica. - Idéia atual: não existe uma rede única que atende as necessidades de todas as atividades existentes em uma fábrica.
  • 14.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Os Níveis Hierárquicos de Integração FabrilAdministração Corporativa Planejamento (Factory) Área (Shop) Célula (Cell) Subsistema (Subsystem) Componente (Component) S A S A S A S A CAD, CAE, CAP, CAPP, CAQ, etc... FMS FMC Torno, Manipulador, Centro de Usinagem, etc... Motores, Chaves, Relés, etc... SISTEMA DE COMUNICAÇÃO Enterprise- network (MAP, TOP) Fieldbus, MAP- EPA, Mini-MAP RTLAN
  • 15.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Características da comunicação em CIM Vida útil e tamanho médio dos dados Tráfego médio Quadros / seg. Tempo ocioso entre transmissões Número de estações / segmento Administração Corporativa Planejamento Área Célula Unidade (subsistema) Componente Custo médio de uma estação Hostilidade do meio
  • 16.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivação das Redes Industriais- Na década de 80, maioria das redes de comunicação existentes concebidas para automação de escritórios. - Ambiente industrial tem características e necessidades que tornam redes para automação de escritórios mal adaptadas: - ambiente hostil para operação dos equipamentos (perturbações eletromagnéticas, elevadas temperaturas, sujeira, áreas de segurança intrínseca, etc.); - troca de informações se dá entre equipamentos e, as vezes, entre um operador e o equipamento; - tempos de resposta críticos; - segurança dos dados crítica; - grande quantidade de equipamentos pode estar conectada na rede => custo de interconexão crítico.
  • 17.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Características e requisitos básicos das redes industriais • Comportamento temporal • Confiabilidade • Requisitos do meio ambiente • tipo de mensagens e volume de informações • Conectividade/interoperabilidade (padronização)
  • 18.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC a) Comportamento temporal - Aplicações Industriais freqüentemente requerem sistemas de controle e supervisão com características de Tempo-Real. - Em aplicações tempo real, importante poder determinar comportamento temporal do sistema de comunicação. - Mensagens em STR podem ter restrições temporais: – Periódicas: tem que ser enviadas em intervalos conhecidos e fixos de tempo. Ex.: mensagens ligadas a malhas de controle. – Esporádicas: mensagens sem período fixo, mas que tem intervalo de tempo mínimo entre duas emissões consecutivas. Ex.: pedidos de status, pedidos de emissão de relatórios. – Aperiódicas: tem que ser enviadas a qualquer momento, sem período nem previsão. Ex.: alarmes em caso de falhas.
  • 19.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Sistemas Tempo- Real • Um STR é um sistema computacional que deve reagir a estímulos (físicos ou lógicos) oriundos do ambiente dentro de intervalos de tempo impostos pelo próprio ambiente. • A correção não depende somente dos resultados lógicos obtidos, mas também do instante no qual são produzidos. Sistema a Controlar (Ambiente) Sistema de Controle SENSOR ATUADOR INTERFACE estímulo resposta
  • 20.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Arquitetura para Sistemas Tempo-Real
  • 21.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Problemática da Comunicação em Tempo- Real M1 DL = 10 End. 01 M2 DL = 15 End. 02 M3 DL = 50 End. 03 M4 DL = 25 End. 04 M5 DL = 5 End. 05 • Mensagens pendentes em cada estação devem ser entregues a seu destino antes de um prazo limite (deadline) associado.
  • 22.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comunicação em Tempo- Real • Problema de comunicação tempo real: – Queremos garantir que todas as mensagens sejam entregues antes de seu deadline – Como atribuir prioridades: » priorizar mensagens individuais ou estações? – Como escalonar uso do meio (recurso compartilhado)? – Como verificar se escalonamento está correto? – Escalonar com base em eventos (event trigger) ou no tempo (time trigger)? – como definir concessão do direito de acesso ao meio entre estações diferentes de forma e respeitar prioridades ?
  • 23.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC • Protocolo MAC deve atender mensagens periódicas com a maior eficiência possível, respeitando seus deadlines. • Protocolo MAC precisa garantir rápido acesso ao barramento para mensagens esporádicas de alta prioridade. • MAC deve ter comportamento determinista e, idealmente, permitir escalonamento ótimo global de mensagens. • LLC (Controle Lógico de Enlace) deve escalonar mensagens locais pendentes por deadline ou prioridade associada. Comunicação em Tempo-Real
  • 24.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Arquitetura de rede para CTR Camada de Aplicação Controle Lógico de enlace (LLC) Controle de Acesso ao Meio (MAC) Camada Física AP APSoftware Aplicativo 1 2 7
  • 25.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços de enlace para CTR Serviços sem conexão: • SEND (receptor, mensagem, requisitos TR); • mensagem = RECEIVE (emissor); Serviços com conexão: • rtcid = CONNECT(receptor, requisitos TR); • SEND (rtcid, mensagem); • mensagem = RECEIVE (rtcid); • DISCONNECT(rtcid);
  • 26.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Classificação dos Protocolos MAC • Alocação fixa: alocam o meio às estações por determinados intervalos de tempo, independentemente de haver ou não necessidade de acesso (ex.: TDMA = Time Division Multiple Access); • Alocação aleatória: permitem acesso aleatório das estações ao meio (ex.: CSMA = Carrier Sense Multiple Access). Em caso de envio simultâneo por mais de uma estação, ocorre uma colisão e as estações envolvidas tem que transmitir suas mensagens após a resolução do conflito resultante (protocolos de contenção); • Alocação controlada: cada estação tem direito de acesso apenas quando de posse de uma permissão, que é entregue às estações segundo alguma seqüência predefinida (ex.: Token-Passing, Master-Slaves); • Alocação por reserva: para poder usar o meio, as estações tem que reservar banda com antecedência, enviando pedidos a uma estação controladora durante um intervalo de tempo pré-destinado e este fim (ex.: CRMA = Cyclic Reservation Multiple Access); • Híbridos: consistem de 2 ou mais das categorias anteriores.
  • 27.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Classificação dos Protocolos MAC • Classificação com relação ao comportamento temporal: – protocolos deterministas: caracterizados pela possibilidade de definir um tempo limite para a entrega de uma dada mensagem (mesmo que somente em pior caso); – protocolos não deterministas: tempo de entrega não determinável (aleatório ou probabilístico).
  • 28.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Protocolos MAC não deterministas- CSMA 1-persistente, p-persistente e não persistente - CSMA = Carrier Sense Multiple Access (Acesso Múltiplo por Detecção de portadora) - Placa suporta dois modos não simultâneos: escuta ou transmissão. - Inicio: estação escuta o meio de transmissão para ver se está livre - Se meio livre: envia mensagem - Se meio ocupado: espera na linha (1-persistente) ou tenta mais tarde (não persistente) - CSMA p-persistente: estação escuta meio. Se canal livre, envia quadro com probabilidade “p”. Senão, aguarda na escuta até que o meio esteja livre. Caso particular: p=1. - CSMA não persistente: se canal ocupado, estação espera um período de tempo aleatório e escuta o canal novamente.
  • 29.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA persistente e não persistente • CSMA 1-persistente: faz melhor uso da banda, mas tem grande chance de gerar colisões • CSMA não persistente: faz pior uso da banda, mas tem menor probabilidade de gerar colisões • CSMA p-persistente (p<1): compromisso entre as soluções anteriores. tempo np P-p 1-p
  • 30.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC O protocolo CSMA/CD - CSMA/CD = Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection. - Inovação: escuta e envio podem estar ativos ao mesmo tempo! - Se mais de uma estação pronta para emitir uma mensagem com o meio livre, gera-se uma colisão. - Estação que detectar a colisão interrompe transmissão, reiniciando-a após um tempo randômico => improvável ocorrência de nova colisão. emissor emissor receptor emissor
  • 31.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC O protocolo CSMA/CD • Métodos de acesso CSMA convencionais: – Simplicidade; – Autonomia das estações; – tempo de reação não pode ser exatamente determinado (não determinismo). • Não se sabe de antemão: – se haverá uma colisão ou não; – quantas colisões seguidas irão ocorrer; – o tempo (aleatório) de espera em caso de colisão. • Tempo de espera é randomizado segundo algoritmo BEB (Binary Exponential Backoff)
  • 32.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Randomização de tempo no CSMA/CD (Binary Exponential Backoff) start Station Ready ? New Frame ? Ether Silent ? transmit Collision ? nc = nc+1 limit = 2nc -1 Wait=random [0,limit] nc = 0 no no no yes
  • 33.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/CD Probabilidade de colisão Tráfego x número estações
  • 34.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Protocolos MAC Deterministas - Métodos de acesso deterministas: tem tempo de resposta limitado e determinável (ao menos em pior caso). - Podem ser classificados em: - métodos com comando centralizado (ex.: Mestre-Escravos, árbitro de barramento) - métodos com comando distribuído (ex.: Token-Passing, variantes deterministas do CSMA).
  • 35.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Centralizado: Mestre- escravos escravo escravo escravo escravo
  • 36.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Token-bus receptor emissorficha
  • 37.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Token-Ring Estação Interface p/ anel anel unidirecional TAP Token
  • 38.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Forcing Headers - Variante determinista de CSMA (CSMA/NBA = CSMA with Nondestructive Bitwise Arbitration – usado em CAN). - Estações enviam bit a bit um identificador da mensagem, que define prioridade da mesma. - Cada mensagem tem que ter prioridade diferente das demais. - Se todos os bits do identificador são 0, prioridade máxima. - Camada física executa AND sobre cada bit enviado ao barramento (CD ativada ao enviar um 1 e desativado ao enviar um 0). - Transmissão interrompida quando um 1 é enviado e ocorrer colisão (0 é lido). - Se identificador transmitido até o fim sem colisão, resto da mensagem é enviado.
  • 39.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Forcing Headers 100 dados 000 dados 001 dados 010 dados 011 dados Frame a enviar Nó 4 Nó 0 Nó 1 Nó 2 Nó 3 Header do frame
  • 40.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Forcing Headers • Para evitar monopólio do meio por nó gerador de mensagem de alta prioridade, espaço entre quadros preenchido por campo de bits em 1 inserido no final de cada quadro. • O barramento só é considerado livre para o mesmo nó enviar nova mensagem após ter detectado que o espaço interframes não foi interrompido por um bit em 0. • Estação possuidora da mensagem de alta prioridade terá que esperar ao menos o envio de uma mensagem de prioridade menor para tomar o barramento para si novamente.
  • 41.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Comprimento de Preâmbulo - Variante determinista de CSMA/CD - A cada mensagem é associado um preâmbulo com comprimento diferente, que é transmitido com CD desativada. - Após término de envio do preâmbulo, CD reativada - Se há colisão, existe outra mensagem mais prioritária sendo enviada e estação fica a espera de meio livre.
  • 42.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Comprimento de Preâmbulo Frame a enviar Nó 4 Nó 0 Nó 1 Nó 2 Nó 3 Preambulo do frame
  • 43.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: Comprimento de Preâmbulo
  • 44.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Comando Distribuído: CSMA/DCR - CSMA with Deterministic Collision Resolution - determinismo garantido através de busca em árvore binária balanceada - prioridades são atribuídas a cada estação => “Índices” - cada estação deve conhecer: - status do barramento: - livre - ocupado com transmissão - ocupado com colisão - seu próprio índice - número total de índices consecutivos alocados às fontes (Q) - tamanho da árvore binária q = menor potência de 2 maior ou igual a Q (ex.: Q = 12, q = 16)
  • 45.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - operação como CSMA/CD até colisão - em caso de colisão, iniciado período de resolução por busca em árvore binária => “época” - estações envolvidas se auto-classificam em dois grupos: Winners (W) ou Losers (L): - W = índices entre [0,q/2[ - L = índices entre [q/2, q] - estações do grupo W tentam nova transmissão - se nova colisão, nova divisão em grupos: - W = [0,q/4[ - L = [q/4, q/2]
  • 46.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - se não ocorrer nova colisão (só sobrou uma estação no grupo W), estação transmite seu frame de dados - estações do grupo L desistem e aguardam término de transmissão bem sucedida de outro nó seguida de meio livre - se grupo W vazio, busca revertida => nova subdivisão de nós a partir do último grupo L: - W = [q/2, 3q/4[ - L = [3q/4, q] - Época encerrada quando todas as estações envolvidas na colisão original conseguiram transmitir seus dados - tempo de duração de uma época pode ser calculado => determinismo ! - seqüência de concessão de direito de acesso ao meio = seqüência de índices crescentes => nós mais prioritários transmitem primeiro !
  • 47.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - Exemplo - 6 estações de uma rede com 16 fontes enviam frames simultaneamente - Índices de cada estação conforme figura acima - Q = 16 - q = 16 (24 ) - altura da árvore binária = log2 16 = 4 Índice 2 Índice 3 Índice 5 Índice 12 Índice 15Índice 14
  • 48.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - Exemplo [0,15] [0,7] [0,3] [0,1] [2,3] [4,7] [4,5] [6,7] [8,15] [8,11] [12,15] [8,9] [10,11] [12,13] [14,15] 3 1 2 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Árvore binária balanceada completa para Q = 16
  • 49.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC 12 C 14,15 W= 14  L=15 CSMA/DCR - Exemplo 0 C 2,3,5,12,14,15 W= 2,3,5 L=12,14,15 1 C 2,3,5 W= 2,3 L=5 2 C 2,3 W=  L=2,3 3 V 4 C 2,3 W=2  L=3 5 T 2 6 T 3 7 T 5 8 C 12,14,15 W=  L=12,14,15 9 V 10 C 12,14,15 W= 12  L=14,15 11 T 12 13 T 14 14 T 15 Evolução do algoritmo
  • 50.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - O tempo até o inicio da transmissão da fonte com índice 5 será: - 4 colisões + 1 vazio = 5. slot-time - 2 transmissões = 2.(tamanho quadro em slot-times) - Assumindo que cada quadro tem um tamanho fixo de 6 slot-times e considerando 1 slot-time como 40 microssegundos, o tempo para início da transmissão da mensagem da fonte com índice 5 seria: - Tinicio 5 = 5.40 + 2.6.40 = 680 microssegundos (não é ainda pior caso) - O tempo de duração total da época será: - 7 colisões = 7.slot-time - 2 vazios = 2. slot-time - 6 transmissões = 6 .(tamanho do quadro em slot-times) - Assumindo 1 slot-time = 40 microssegundos: - T época = 7.40 + 2.40 + 6.6.40 = 1800 microssegundos = 1.8 ms
  • 51.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - Cálculo do tempo de pior caso pode ser formalizado como segue... - Seja: − ϕ (v) = número de ramos da árvore binária percorridos por uma mensagem proveniente de um nó com índice v - q = menor potência de 2 maior ou igual ao maior índice disponível − σ (v) = número de potências de 2 contidas em v - s = 1 slot-time (2 vezes o tempo de propagação do sinal na rede) − µ = tempo máximo de transmissão da uma mensagem no meio físico (depende do comprimento da mensagem em bits e da taxa de transmissão)
  • 52.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - Para uma mensagem participando de uma dada época, temos que: − ϕ (v) = log2 q + v - σ(v) - Tespera (v) = ϕ (v).s + v.µ - Para o exemplo anterior, tomando uma mensagem da estação com índice 5, temos: - q =16 - v =5 − σ (5) = 2 (5 = 22 +20 ) − ϕ (5) = log2 16 + 5 - 2 = 7 - T espera (5) = 7.s + 5.µ - Assumindo s = 40 microssegundos e µ = 6.s = 240 microssegundos, obteremos para o pior caso de tempo de espera da mensagem da fonte com índice 5 o valor de 1480 microssegundos.
  • 53.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CSMA/DCR - O tempo de duração da época, no pior caso, é dado por: T época = ϕ (q-1).s + Q.µ - Para uma mensagem que chega a fila de emissão de uma fonte com índice v em um instante qualquer, o pior caso de tempo de espera é maior, pois a nova mensagem pode chegar na fila imediatamente após o inicio de uma época, da qual ela ainda não faz parte. - Neste caso, o pior caso do tempo de espera será dado por: T max espera (v) = T época + ϕ (v).s + v.µ
  • 54.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Abordagens Para CTR Abordagem Atribuição de Prio- ridades com teste de escalonabilidade Off-line (em tempo de projeto) Circuito Virtual TR com escalonamento On-line de mensagens Reserva com escalonamento global Requistos MAC com resolução de prioridades MAC com tempo de acesso ao meio limitado Requer cópias locais de todas as filas de mensagens, difundidas em “slots times” de reserva Ex.de Protocolos Token-Ring c/Pr. Dif. atrasos Comp. Preâmbulo Forcing Headers (CSMA/CA) TDMA Token-Passing Waiting Room CSMA/DCR PODA
  • 55.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC b) Confiabilidade - Em aplicações industriais, erro de 1 bit pode ter conseqüências desastrosas => dispositivos ON/OFF. - Para aumentar confiabilidade, enlace usa teste cíclico de redundância (CRC - Cyclic Redundancy Check) sobre quadros (técnica polinomial). - Em sistemas que necessitem de uma operação contínua, pode ser utilizado um meio de transmissão e estações redundantes. - Recomenda-se usar cabos blindados em ambientes com fortes campos magnéticos. - Uso crescente de fibra ótica.
  • 56.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC C) Requisitos do Meio Ambiente- Perturbações eletromagnéticas requerem escolha adequada do meio de transmissão. - Fonte: acionamentos de motores elétricos de grande porte, fontes chaveadas, estações de solda, conversores estáticos, etc. Par trançado (assíncrono) Par trançado (síncrono) Cabo coaxial Fibra Ótica Custos Sensibili- dade à pertur- Taxa de transmissão Distância bações
  • 57.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Meios de Transmissão - Cabo coaxial: - Boas características elétricas, porém caro. - Requer impedâncias terminais. - Conectores BNC fáceis de abrir. - Par trançado: - Usualmente usado com HUB/Switcher - Atualmente solução mais usada para chão fábrica. - UTP (Unshielded Twisted Pair) CAT-5 / STP (Shielded Twisted Pair). - Fibra ótica: - Ótimo para rejeitar perturbações eletromagnéticas. - Dificuldade de realizar topologia em barramento (bus): derivações ativas x passivas. - Mais usado em topologias ponto a ponto: anel, estrela, árvore. - Emulação de bus com HUB ou Switcher.
  • 58.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Áreas de Risco (Segurança Intrínseca) • Sujeitas a incêndio, explosão • Presença de líquidos ou gases inflamáveis/explosivos • Não pode haver faiscamento • Freqüência de sinais elétricos limitada • Modelo FISCO (Fieldbus Intrinsically Safe Concept): desenvolvido na Alemanha pelo PTB (Physikalisch Technische Bundesanstalt) e reconhecido mundialmente como modelo básico para operação de redes em áreas de risco de explosão ou incêndio.
  • 59.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Áreas de Risco (Segurança Intrínseca) • Princípios de transmissão segundo modelo FISCO: – Cada segmento possui uma única fonte de alimentação. – Não se alimenta o barramento enquanto uma estação está enviando. – Cada dispositivo de campo consome uma corrente constante em steady-state de pelo menos 10 mA, que alimenta o dispositivo. – Os dispositivos de campo funcionam como uma carga passiva de corrente. – Existe uma terminação passiva em ambos os extremos da rede. – Topologias permitidas: linear, em árvore e em estrela.
  • 60.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Áreas de Risco (Segurança Intrínseca)• Norma IEC 1158-2 para camada física: – Transmissão de dados: digital, bit - síncrona, Manchester – Taxa de transmissão: 31,25 kbit/s, modo voltagem – Cabo: STP com 2 fios – Alimentação remota: opcional, via linhas de dados – Classes de proteção contra explosão: Intrinsically safe (EEx ia/ib) e encapsulation (EEx d/m/p/q) – Topologias: linha e árvore ou uma combinação – Numero de estações: até 32 estações por segmento, máximo de 126 com 4 repeaters
  • 61.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC d) Tipo de mensagens- Níveis hierárquicos superiores da fábrica: - mensagens grandes (KByte); - podem ter tempos de transmissão longos; - longos intervalos entre transmissões (meio ocioso). - Níveis hierárquicos mais próximos ao processo: - mensagens curtas, tais como: - ligar ou desligar uma unidade ON/OFF -> 1 bit ; - fazer leitura de um sensor / medidor -> 8 Bytes ; - alterar o estado de um atuador -> 8 Bytes ; - verificar o estado de uma chave ou relê - > 1 bit . - Taxa de ocupação do barramento elevada (grande número de quadros pequenos transmitidos). - Requisitos: - Taxa de transmissão de dados na camada física não precisa ser muito elevada; - Desejável protocolo MAC que não permita colisões; - Importante ter tempo de entrega conhecido.
  • 62.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC e) Conectividade / interoperabilidade (padronização) • Identificou-se necessidade de uma especificação de redes locais para aplicações industriais diferente daquela adotada em automação de escritório. • Existem diversas redes proprietárias para ambiente fabril, mas não permitem a interligação de equipamentos de outros fabricantes. • Maior entrave à conectividade e interoperabilidade: não padronização das interfaces e protocolos de comunicação. • Grandes esforços tem sido despendidos para solucionar estes problemas => Projetos de Padronização.
  • 63.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 64.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projetos de Padronização de redes industriais • Iniciativas mais importantes de padronização para redes industriais: - Projeto PROWAY - Projeto IEEE 802 - Projeto MAP (MAP/EPA e MINI-MAP) - Projeto TOP - Projeto FIELDBUS
  • 65.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projeto PROWAY- Proposta PROWAY (Process Data Highway) iniciada em 1975 pela IEC (International Electrotechnical Commission) para a normalização de redes de comunicação para controle de processos. - Proway passou pelas fases A, B e C. - Proway A e B utilizavam o protocolo HDLC da ISO na camada de enlace, com acesso ao meio tipo Mestre / Escravos. - Proway C adotou a técnica de Token-Passing. - Arquitetura composta de 4 camadas do modelo OSI: - "Line" (camada física), - "Highway" (camada de enlace), - "Network" (camada de rede) e - "Application" (camada de aplicação)
  • 66.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projeto IEEE 802 (ISO/IEC 8802) - IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) iniciou em 1980 o projeto 802, que definiu normas para as camadas Física e Enlace do modelo de referência OSI. - Camada de Enlace subdividida em duas subcamadas: - LLC (Logical Link Control): montagem dos quadros, controle de erros, controle de fluxo, estabelecimento de conexões, serviços às camadas acima; - MAC (Medium Access Control): Controle de acesso ao meio. - Proposta IEEE virou norma internacional: ISO/IEC 8802.
  • 67.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802 (ISO/IEC 8802) • IEEE 802.1: serviços de gerenciamento de redes e generalidades; • IEEE 802.2: sub-camada LLC da camada de Enlace. Norma prevê três tipos de serviços: • LLC tipo 1 (Sem Conexão e Sem Reconhecimento): não é feito controle de erros nem de fluxo e o receptor das mensagens não envia um quadro de reconhecimento ao emissor; • LLC tipo 2 (Com Conexão): antes de trocar dados, estações estabelecem uma conexão entre si. É feito controle de erros e de fluxo e a entidade receptora envia um quadro de reconhecimento para cada mensagem recebida; • LLC tipo 3 (Sem Conexão mas com Reconhecimento): comunicação sem conexão, mas é realizado controle de fluxo e de erros e o receptor envia um quadro de reconhecimento ao emissor para cada mensagem recebida.
  • 68.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802 (ISO/IEC 8802) • IEEE 802.3 : descrição da sub-camada MAC e camada Física para redes com topologia em barramento e método de acesso ao meio baseado em CSMA/CD; • IEEE 802.4 : descrição da sub-camada MAC e camada Física para as redes com topologia em barramento e método de acesso ao meio baseado em "token-passing" (Token-Bus); • IEEE 802.5 : descrição da sub-camada MAC e camada Física para as redes com topologia em anel e método de acesso ao meio baseado em "token-passing" (Token-Ring); • IEEE 802.6 : descrição da sub-camada MAC e camada Física para as redes metropolitanas com DQDB (Distributed Queue Dual Bus, barramento dual com filas distribuídas); • IEEE 802.7 : contém recomendações do IEEE para LANs usando Broadband. Na versão da ISO/IEC, define uma subcamada MAC com slotted ring e a camada física correspondente;
  • 69.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802 (ISO/IEC 8802) • IEEE 802.8 : o IEEE criou o “Fibre optic technical advisory group”, cuja meta era propor um padrão de LAN usando fibra ótica como meio físico em redes com token passing, como FDDI (Fiber Distributed Data Interface); • IEEE 802.9 : IS (Integrated Services) para integrar LANs com RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados, ISDN em inglês) e FDDI; • IEEE 802.10 : aborda questões de segurança na interoperação de LANs e MANs (atualmente define o padrão SDE, Secure Data Exchange); • IEEE 802.11 : padroniza LANs com MAC sem fio (Wireless) e a camada física correspondente (transceivers de rádio); • IEEE 802.12 : método de acesso com demanda priorizada (DPA, Demand Priority Access) e camada física correspondente.
  • 70.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802 (ISO/IEC 8802) • Mais recentemente foram acrescentados ainda: – IEEE 802.15: trata de Wireless Personal Area Networks (como Bluetooth); – IEEE 802.16: aborda Wireless Metropolitan Area Networks; – IEEE 802.17: padrão para Resilient Packet Ring; – IEEE 802.18: comitê de padrões LAN/MAN.
  • 71.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802 (ISO/IEC 8802) IEEE 802.1 - Aspectos Gerais e Gerenciamento de Rede IEEE 802.2 - Camada de Enlace Tipo 1 - sem conexão Tipo 2 - com conexão Tipo 3 - com reconhecimento Sub-Camada LLC (Logical Link Control) IEEE 802.3 CSMA/CD (MAC) IEEE 802.4 Token Bus (MAC) IEEE 802.5 Token Ring (MAC) IEEE 802.11 MACA (MAC) Banda Larga (PHY) Banda Base (PHY) (PHY) Banda Larga (PHY) Banda Base (PHY)
  • 72.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.3 (CSMA/CD) - Origem: rede Ethernet (Xerox, 1976). - Ethernet original: protocolo CSMA/CD, cabo coaxial de 1000 metros de comprimento, taxa de transmissão de 3 Mbps, até 100 estações conectadas. - Xerox, DEC e Intel definiram um padrão "de fato" para uma rede Ethernet, com taxa de transmissão de 10 Mbps. - IEEE 802.3 define família de protocolos CSMA/CD 1- persistentes, para diferentes meios de transmissão, com taxas de transmissão de 1 a 10 Mbps. - Parâmetros iniciais da norma: canal de 10 Mbps em banda base, cabo coaxial de 50 ohms, comprimento máximo 500 m.
  • 73.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Quadro IEEE 802.3 - Preâmbulo de 7 bytes (seqüência 10101010). - Delimitador de Início de Quadro (seqüência 10101011). - Endereços de Destino e de Origem, com formatos de 16 ou 48 bits. MSB define se endereço é individual (0) ou de grupo (1), permitindo multicast e broadcast. - Tamanho do Campo de Dados, em bytes (max. 1500 bytes). - FCS: palavra de 32 bits, para o controle de erros por CRC. - Se quadro total menor que 64 Bytes, o quadro deve ser completado através do campo PAD (padding = enchimento, estofamento). PREÂMBULO DEST FONTE DADOS PAD FCS 7 1 2-6 2-6 2 0-1500 46 4 DELIMITADOR DE QUADRO COMPRIMENTO DOS DADOS bytes
  • 74.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Arquitetura Enlace Física LLC (Logical Link Control) MAC (Medium Access Control) PLS (Physical Layer Signaling) AUI (Attachment Unit Interface) MAU (Medium Attachment Unit) MDI (Medium Dependent Interface)
  • 75.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Camada Física • PLS (Physical Layer Signaling): interface entre o nível físico e a subcamada MAC. Fornece à MAC serviços de envio e recepção de bits e de detecção de colisão. • AUI (Attachment Unit Interface): cabos tipo par trançado blindado que permitem conectar à rede estações localizadas a uma certa distância do meio de transmissão (até 50m). AUI interliga a placa de rede ao MAU. • MAU (Medium Attachment Unit): dispositivo eletrônico que transmite, recebe e detecta a presença de sinais no meio e deve estar fisicamente muito próximo a este. • MDI (Medium Dependent Interface): conector que faz conexão entre o MAU e o meio físico em si.
  • 76.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Camada Física • A norma IEEE 802.3 define várias opções de meio físico e taxa de transmissão, especificadas da forma: <taxa em Mbps><técnica de sinalização><tamanho máximo do segmento * 100> • Exemplo: – 10BASE5: define uma camada física com taxa de transmissão de 10Mbps, técnica de sinalização em banda BASE (baseband) e comprimento máximo do cabo de 500 metros.
  • 77.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Camada Física 10BASE5 (thicknet) Placa de rede Conector AUI Cabo AUI Conector de pressão MDI Cabo coaxial grosso 50 Ohms MAU (Vampire tap)
  • 78.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Camada Física 10BASE2 (thinnet) Placa de rede Conector BNC fêmea Conector BNC macho Conector T BNC Cabo coaxial fino 50 Ohms Terminador BNC macho 50 Ohms
  • 79.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3 - Camada Física • 10BROAD36: opera com taxa de transmissão de 10Mbps, técnica de sinalização em Banda Larga e um cabo de 3600 metros. • Especificações adicionais de MAU: • 10BASE-T: define MAU para par trançado, usualmente empregada para conexão com repetidores multiporta (Hubs); • 10BASE-F: MAU para fibra ótica • 10BASE-FL: define MAU para fibra ótica, usada para conectar uma estação a um Hub; • 10BASE-FB: define MAU para interligar repetidores entre si, usada em redes backbone; • 10BASE-FP: define MAU para operar como estrela passiva.
  • 80.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-T Placa de rede Plug RJ-45 Par Trançado HUB
  • 81.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FL Placa de rede Conector AUI Cabo AUI MAU 10BASE-FL HUB 10BASE-FL R T R T Fibra ótica Max. 2000m
  • 82.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FP Placa de rede Conector AUI Cabo AUI MAU 10BASE-FP Estrela Passiva 10BASE-FP R T R T Fibra ótica Max. 500m
  • 83.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE802.3 – Camada Física 10BASE-FB REPEATER 10BASE-FB R T REPEATER 10BASE-FB R T Fibra ótica Max. 2000m backbone
  • 84.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.3u – Fast Ethernet • 3 versões com 100 Mbps, sempre com HUB: – 100BASE-T4: usa 4 pares de cabos UTP categoria 3 (fio telefônico), com sinalização em 25MHz cada, com até 100m até HUB, modo half-duplex. – 100BASE-TX: usa 2 pares de cabos UTP categoria 5 (usa isolante de teflon), um para o HUB e outro de retorno, até 100m até o HUB, modo full-duplex; – 100BASE-FX: usa 2 fibras óticas multimodo, uma em cada direção, distância de até 2 Km até HUB.
  • 85.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE802.3 – Switched Ethernet • Melhora de performance da ethernet pode ser obtida com fast ethernet, porém requer novas placas de rede • Outra solução: manter placas 10BASE-T e ligar a um switcher LC switcher Placas 10BASE-T
  • 86.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Gigabit Ethernet • IEEE802.3z 1000BASE-F: opera a 1 Gbps, em banda base sobre fibra ótica com concentrador. • IEEE802.3ab 1000BASE-T: idem para par trançado. • IEEE 802.3ae: define uma rede de 10 Gbps.
  • 87.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.4 (Token Bus) - define topologia tipo barramento, com direito de transmissão transmitido por meio de ficha/bastão. - Inicialização: passagem da ficha se dá segundo ordem descendente do valor do endereço físico das estações. - Estação proprietária da ficha possui o direito exclusivo de transmissão sobre o barramento. - Este direito pode ser exercido durante um certo período de tempo ("token retention time"), após o qual ela deve ceder a ficha para a próxima estação do "anel" lógico. - Protocolo define mecanismo de prioridades de quatro níveis, referenciados por 0, 2, 4 e 6 (nível 0 tem a mais baixa prioridade e o nível 6 a mais alta prioridade).
  • 88.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.4 – Inserção e Remoção de Nós - Periodicamente, a estação com token consulta estações inativas para verificar se querem fazer parte do anel lógico (quadro “Solicit_Sucessor"). - Quadro indica endereço da estação emissora e o da estação seguinte no anel lógico. Apenas as estações cujos endereços estiverem entre os dois endereços podem candidatar-se à participação no anel lógico. - Se houver mais de um candidato, haverá colisão, resolvida por um algoritmo de arbitragem executado pelo detentor do token (quadro “Resolve_Contention”). - Se nenhuma estação apresenta interesse, a estação proprietária da ficha retoma a evolução normal do anel. - Se só uma estação apresenta-se como candidata, ela passa a compor o anel lógico e torna-se a próxima destinatária da ficha. - Se uma estação B situada entre duas estações A e C quer abandonar o anel lógico, ela envia à estação A um quadro indicando que a sucessora de A será a estação C (quadro “Set_Sucessor”).
  • 89.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Quadro IEEE 802.4 - Preâmbulo (sincronização a nível de bit); - Delimitador de Início de Quadro; - Controle de Quadro: quadros de dados ou de controle; - Endereço Destino e Origem codificados em 16 ou 48 bits; - campo de Dados (até 8182 bytes de comprimento); - FCS: campo de Controle de erros por CRC; - Delimitador de Fim de Quadro. DEST FONTE DADOS FCS 1 2-6 2-6 0-8182 4 CONTROLE DE QUADRO DELIMITADOR DE INÍCIO bytes 11 PREÂMBULO 1 DELIMITADOR DE FIM
  • 90.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.4 – Opções de Camada Física • Rede com canal único e modulação FSK (Frequency Shift Keying) fase contínua, com topologia em barra bidirecional, taxa de transmissão de 1Mbps; • Rede com canal único e modulação FSK fase coerente, topologia em barra bidirecional, taxas de transmissão de 5Mbps ou 10Mbps; • Rede em banda larga, topologia em barra bidirecional com headend (central repetidora com conversor de freqüências do canal de recepção para o canal de envio), taxas de transmissão de 1Mbps, 5Mbps ou 10Mbps; • Rede utilizando fibra ótica, topologia lógica em barra (mas fisicamente em estrela, com um Hub como elemento central), requer um par de fibras para cada estação (uma para receber e outra para transmitir), taxas de transmissão de 5Mbps, 10Mbps ou 20Mbps.
  • 91.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.5 (Token Ring) - Rede em anel: conjunto de ligações ponto-a-ponto, em modo unidirecional. - Cada nó do anel é equipado de um acoplador. - Cada bit é copiado numa memória de espera do acoplador antes de ser retransmitido ao nó seguinte. - Token fica circulando quando não existe transmissão de quadro. - Quando uma estação quer emitir um quadro, ela deve adquirir o token e substituí-lo pelo quadro a enviar. - Como apenas uma ficha está circulando no anel, a emissão de um quadro é ação exclusiva de uma única estação.
  • 92.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.5 estação anel unidirecional interface paraanel
  • 93.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Quadro IEEE 802.5 • Status do Quadro: composto de bits A (Ativo) e C (Copiado). • Valores dos bits A e C: - A = 0 e C = 0: o destinatário está inativo e quadro não foi copiado; - A = 1 e C = 0: o destinatário está ativo mas o quadro não foi copiado; - A = 1 e C = 1: o destinatário está ativo e o quadro foi copiado (serve como acknowledge). DEST FONTE DADOS FCS 1 2-6 2-6 ilimitado 4 CONTROLE DE QUADRO (FC) CONTROLE DE ACESSO (AC) 1 DELIMITADOR DE INÍCIO (SD) 1 DELIMITADOR DE FIM (ED) 1 STATUS QUADRO (FS) 1
  • 94.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.5 - Camada Física • Segmentos com par trançado blindado (STP): – 4 ou 16Mbps – até 250 repetidores no anel • Segmentos com par trançado comum (UTP): – 4Mbps – até 250 repetidores no anel • Bits codificados em Manchester diferencial.
  • 95.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • Redes sem fio: pacotes transmitidos através de canais de freqüência de rádio ou infravermelho. • Boa alternativa para aplicações onde é difícil instalar cabos. • Emprego: – computadores portáteis em um ambiente de rede local móvel; – onde rompimento de um cabo pode paralisar todo o sistema; – chão de fábrica: AGVs (Automatic Guided Vehicles), Robôs Autônomos Móveis e Sensores Inteligentes.
  • 96.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks
  • 97.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks Rede fixa Terminais de RF AP Host ou Servidor de Aplicações
  • 98.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • Bandas de freqüência ISM (Industrial, Scientific and Medical): podem ser utilizadas sem que seja necessária uma licença. • IEEE 802.11 especifica bandas 902 até 928 MHz, 2.4 até 2.48 GHz e 5.75 até 5.85 GHz. • O sinal emitido por uma estação cobre uma área de 500 m2 com uma potência de 100mW. • Áreas maiores podem ser cobertas decompondo a rede em várias subredes, responsáveis pela comunicação em uma BSA (Basic Service Area). • Potência do sinal de rádio decai com o quadrado da distância do emissor. Pode-se reutilizar a mesma freqüência de transmissão para estações em BSAs diferentes, desde que estejam suficientemente distantes. • Para construir redes cobrindo áreas maiores, BSAs são interligadas por um sistema de distribuição, que consiste de uma rede usando meio físico convencional.
  • 99.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • Problema típico das redes de rádio: desvanecimento de Rayleigh. • Parte das ondas de rádio são refletidas quando encontram objetos sólidos. • Em decorrência desta reflexão, várias cópias de uma mensagem de rádio podem estar em propagação no meio e chegar a estação receptora em instantes de tempo diferentes. • Quando as várias cópias do sinal chegam ao receptor após percorrerem distancias diferentes, elas se somam aleatoriamente, podendo resultar em um sinal muito enfraquecido ou mesmo nulo. • Se a diferença no comprimento dos caminhos for um múltiplo do comprimento de onda da portadora do sinal, os vários componentes podem cancelar-se mutuamente.
  • 100.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • Desvanecimento de Rayleigh: qualidade da recepção varia a medida que estação se move no ambiente.
  • 101.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 – Acesso ao Meio • Como várias estações compartilham o meio (rede de difusão) é necessário utilizar um método de acesso. • Idéia inicial: utilizar CSMA. • Problema: alcance do sinal de rádio. • Um sinal oriundo de A pode alcançar B, mas não alcança C nem D. Um sinal oriundo de B alcança A e C, mas não D, etc. (a) estação A transmitindo; (b) estação B transmitindo A B C D A B C D Raio de alcance (a) (b)
  • 102.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 – Hidden Station • Suponha que A está enviando dados para B: – Se C escutar o meio, não irá detectar que A esta enviando. – C pode tentar enviar um quadro para B, mas como B está no alcance de C, o quadro enviado por A irá colidir com o quadro enviado por C a nível de B. • O fato de uma estação não poder detectar que o meio não está livre porque o concorrente está fora de alcance é chamado de "problema da estação escondida" (hidden station problem). A B C D Raio de alcance
  • 103.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 – Exposed Station • Se B estiver transmitindo um quadro para A, C irá detectar a transmissão e concluir que não pode transmitir um quadro para D neste momento. • Mas, como os receptores de A e D não estão na área de interferência uma da outra, nada impede que C envie dados para D enquanto B envia para A ! • Esta situação é conhecida como o "problema da estação exposta" (exposed station problem). • O que interessa ao emissor é saber se há ou não atividade na área do receptor. A B C D
  • 104.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - MAC • DFW-MAC (Distributed Foundation Wireless MAC) usa protocolo MACA (Multiple Access with Collision Avoidance). • Emissor deve estimular o receptor a emitir um quadro pequeno que possa ser detectado pelos seus vizinhos antes de mandar os dados. • B quer enviar um quadro para C: – (a) B envia para C quadro RTS (Request To Send), contendo o tamanho do quadro de dados que deseja enviar a seguir. – (b) C responde com quadro CTS (Clear To Send), contendo a mesma informação de tamanho. • B inicia a transmissão quando recebe o quadro CTS de C. (a) (b) A B C D A B C D Raio de alcance de B RTS Raio de alcance de C CTS
  • 105.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - MAC • Qualquer estação que captar o quadro RTS estará forçosamente próxima a B e deve se manter em silêncio por tempo suficiente para que B receba o CTS. • Qualquer estação que captar o CTS estará forçosamente próxima a C e deve também se manter em silêncio por tempo suficiente para que C receba o quadro de dados que B vai enviar a seguir, cujo tamanho pode ser avaliado examinando o quadro CTS. • Como se comportam as demais estações ? – A escuta o RTS de B mas não o CTS de C, de modo que, desde que não queira mandar dados para B, A pode enviar seus quadros a qualquer outra estação em seu raio de alcance; – D escuta o CTS de C mas não o RTS de B, o que indica que está próxima a uma estação que vai receber um quadro de dados logo a seguir e portanto deve se manter em silêncio até que este seja recebido.
  • 106.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - MAC • Apesar destas precauções, colisões ainda podem ocorrer: – A e C podem enviar quadros RTS para B ao mesmo tempo. – Estes irão colidir e ser perdidos. • No caso de colisão, o emissor do RTS espera um certo tempo pelo CTS e, se não receber nada, tenta novamente mais tarde. • O tempo de espera é definido pelo algoritmo BEB.
  • 107.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • Variantes: • 802.11 – WLAN (Wireless Local Area Network) – Opera na faixa de 2.4GHz ISM (Industrial, Scientific and Medical) – taxas de 1 ou 2 Mbps; – Largura de banda de 83.5MHz; – Aprovada em Julho de 1997.
  • 108.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • 802.11a (também conhecida por Wi-Fi5) – atua na banda de 5GHz UNII (Unlicensed National Information Infrastructure); – usa OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing), sistema de modulação com múltiplas portadoras. – largura de banda de 300MHz; – taxas de 6, 9, 12, 18, 24, 36, 48 e 54Mbps. – Aprovada em Setembro de 1999.
  • 109.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • 802.11b (também conhecida por Wi-Fi) – opera na banda de 2.4 GHz ISM – usa CCK (Complementary Code Keying), sistema de modulação com uma única portadora; – taxas de 1, 2, 5.5 e 11 Mbps; – Usa tecnologia direct sequence spread spectrum (DSSS) – Aprovada em Setembro de 1999.
  • 110.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • 802.11g – Opera na banda de 2.4GHz ISM; – taxas de 1, 2, 5.5, 6, 9, 11, 12, 22, 24, 33, 36 e 54Mbps; – Compatibilidade com o sistema Wi-Fi (802.11b) para taxas ≤ 11Mbps;
  • 111.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 - Wireless Networks • 802.11n – Em fase final de homologação. – Tem sua largura de banda de 104 Mbps e opera nas faixas de 2,4 Ghz e 5 Ghz. – Promete ser o padrão wireless para distribuição de mídia, pois oferecerá, através de configurações MIMO, taxas mais altas de transmissão (até 500 Mbps), maior eficiência na propagação do sinal e ampla compatibilidade reversa com demais protocolos. – O 802.11n atende tanto as necessidades de transmissão sem fio para o padrão HDTV, como de um ambiente altamente compartilhado, empresarial ou não.
  • 112.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A norma IEEE 802.11 – Pontos Fracos • Interferência: – fornos de microondas dividem a faixa de espectro de 2.4GHz; – Essa banda também é dividida com os telefones sem fio; – A proliferação dessas redes em residências e edifícios de escritórios aumenta os problemas de interferência.
  • 113.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC IEEE 802.11 – Pontos Fracos• Segurança: – Dados irão trafegar pelo ar e poderão ser interceptados por pessoas com equipamentos apropriados. – o padrão IEEE 802.11 definiu um mecanismo de segurança que provoca uma sobrecarga (overhead) na rede. – Para impedir acesso não autorizado, um valor de identificação chamado de ESS-ID, é programado em cada AP para identificar a sub-rede de comunicação de dados. – Se uma estação não puder identificar esse valor, não poderá se comunicar com o AP respectivo. – Alternativa: duplicar a tabela de controle de endereços MAC sobre o AP, permitindo que apenas estações com o endereço MAC reconhecido possam acessar a WLAN.
  • 114.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projeto MAP - Manufacturing Automation Protocol: iniciativa da GM (1980), com a finalidade de definir rede voltada para automação da manufatura (baseada no RM-OSI). - MAP bem adaptada para comunicação entre equipamentos de chão de fábrica, tais como: Robôs, CNC, CLP, terminais de coleta de dados, Computadores, etc. - Para aplicações com tempos críticos foi definida a versão MAP/EPA (Enhanced Performance Architecture), que apresenta duas pilhas de camadas: arquitetura MAP completa (7 camadas) e uma arquitetura simplificada (camadas 1, 2 e 7). - Versão mais simplificada: MINI-MAP implementa somente as camadas 1, 2 e 7 do RM-OSI.
  • 115.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projeto TOP - Technical Office Protocol: desenvolvido pela BOEING a partir de 1983. - Redes para automação de áreas técnicas e administrativas. - Baseado no modelo OSI de 7 camadas. - Serviços: - correio eletrônico; - processamento de textos; - acesso a base de dados distribuída; - transferência de arquivos; - CAD/CAM distribuído; - troca de documentos; - transações bancárias. - A partir de 1986: MAP e TOP reunidos (projeto MAP/TOP).
  • 116.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Projeto FIELDBUS - Fieldbus (Barramento de Campo): solução de comunicação para os níveis hierárquicos mais baixos dentro da hierarquia fabril. - Interconecta dispositivos primários de automação (Sensores, atuadores, chaves, etc.) e os dispositivos de controle de nível imediatamente superior (CLP, CNC, RC, PC, etc.). - Ainda existe ampla discussão em torno do padrão mundial para o Fieldbus. - Principais grupos envolvidos nos trabalhos de padronização: - Avaliadores: IEC, ISA, EUREKA, NEMA - Proponentes: PROFIBUS, FIP, ISA-SP50 (FF).
  • 117.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 118.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Introdução • Projeto MAP nasceu no início dos anos 80 por iniciativa da General Motors. • Na época, apenas 15% dos equipamentos programáveis de suas fábricas eram capazes de se comunicar entre si. • Custos de comunicação muito elevados, avaliados em 50% do custo total da automação. • Quantidade de equipamentos programáveis deveria sofrer uma expansão de 400 a 500% num prazo de 5 anos. Manufacturing Automation Protocol
  • 119.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MAP: introdução • Opções da GM: - continuar utilizando máquinas programáveis de vários fabricantes e solucionar o problema da maneira como vinha sendo feito; - basear produção em equipamentos de um único fabricante; - desenvolver uma proposta padronizada de rede que permitisse interconectar todos os equipamentos. • Solução adotada: terceira opção. • Em 1981, a GM uniu-se a outras empresas (DEC, HP e IBM) definindo solução baseada no RM-OSI.
  • 120.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP • Camadas 1 e 2: selecionadas normas IEEE 802.4 (barramento com ficha) e IEEE 802.2 (LLC). • Camada Física: escolhido o suporte de comunicação em broadband, com cabo coaxial. • Escolha de broadband baseada nas razões seguintes: - possibilidade de uso de vários canais de comunicação sobre um mesmo suporte; - permitir a troca de sinais como voz e imagem para aplicações como supervisão, circuito fechado de TV, teleconferência, etc.; - a GM já possuía muitas instalações operando em broadband.
  • 121.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP • Camada de Enlace (MAC): escolhido Token-Bus, pois: - era o único protocolo suportado em broadband; - muitos equipamentos programáveis já usavam broadband e IEEE 802.4; - possibilidade de atribuir prioridades às mensagens. • Camada de Enlace (LLC): optou-se por LLC tipo 1 (sem conexão e sem reconhecimento). • Camada de Rede: sem conexão, cada mensagem sendo roteada individualmente através da rede. • Protocolo de roteamento definido pelo projeto MAP e normalizado na ISO sob o número 9542.
  • 122.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP • Camada de Transporte: protocolo classe 4 da ISO (TP4, ISO 8072/73), orientado à conexão, com controle de erros. • Oferece um canal de comunicação confiável, sem perdas, erros, nem duplicação de mensagens. • TP4 assegura ainda as funções de fragmentação e blocagem de mensagens. • Camada de Sessão: norma ISO 8326/27, modo full- duplex e resincronização. • Camada de Apresentação: representação de dados baseada na ASN.1.
  • 123.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP • Camada de Aplicação: - MMS: troca de mensagens entre equipa- mentos de produção; - FTAM: acesso e a transferência de arquivos; - ROS: gestão de nomes (diretório); - Funções de gerenciamento de rede: gestão dos recursos, medição de desempenho, modificação dos parâmetros da rede.
  • 124.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP-EPA • Proposta MAP original adequada aos níveis hierárquicos superiores. A arquitetura a 7 camadas oferece um overhead indesejável nos níveis mais baixos da hierarquia. • Solução: Definição de uma versão simplificada denominada MAP-EPA (Enhanced Performance Architecture). • Definição de duas pilhas de protocolos: pilha normal Full- MAP e pilha MAP-EPA, desprovida das camadas de Rede, Transporte, Sessão e Apresentação. • Protocolo IEEE 802.4 (Token-Bus) ainda adotado, porém sobre um suporte de transmissão em baseband a 5 Mbit/s. • Um processo de aplicação tem a opção de enviar seus dados através da pilha normal ou, em casos onde o requisito seja um tempo de resposta rápida, pela pilha MAP-EPA.
  • 125.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP-EPA convencionais Aplicações MAP EPA Aplicação Apresentação Sessão Transporte Enlace LLC 802.2 Tipos 1 e 3 MAC 802.4 Token Bus Rede Física Banda Base 5 Mbps Aplicações tempo-real
  • 126.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura Mini- MAP• Composta das camadas 1, 2 e 7 (só tem a pilha simplificada). • Protocolo de Enlace: LLC tipos 1 e 3. Aplicação LLC Tipos 1 e 3 MAC 802.4 Banda Base (5 Mbps) Conexão com LSAPs
  • 127.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A arquitetura MAP/TOP Banda Base (10 Mbps) Banda Larga (10 Mbps) Banda Base (5 Mbps) VAZIO Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Física Camadas Espec. LLC 802.2 Tipo1 MAC 802.3 CSMA/CD LLC 802.2 Tipo 1 MAC 802.4 Token Bus LLC 802.2 Tipos 1 e 3 MAC 802.4 ISO 8072 e 8073 Classe 4 ISO 8326 e 8327 ISO 8348 s/ conexão ISO 8822 - ASN.1 ACSE, FTAM VTP MMS, FTAM, ROS TOP MAP MAP-EPA MiniMAP
  • 128.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Os Serviços de Mensagem da Manufatura (MMS) • MMS: conjunto de serviços de comunicação orientados para aplicações industriais. • MMS organizado em duas partes: - Manufacturing Message Services: Serviços; - Manufacturing Message Specification: Protocolo.
  • 129.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MMS e Companion Standards • Companion Standards oferecem funções de mais alto nível, construídas a partir das funções básicas do MMS. • Existe Companion Standards específicos para: - robôs (RC); - máquinas de comando numérico (CNC); - sistemas de visão; - controladores lógicos programáveis (CLP); - sistemas de controle de processos.
  • 130.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Os objetos MMS • Serviços MMS manipulam objetos virtuais. • Usuários dos serviços MMS: Processos de Aplicação (AP - Application Process). • Comunicação entre dois AP realizada segundo um modelo Cliente-Servidor. • Objeto básico: Dispositivo Virtual de Manufatura (VMD, Virtual Manufacturing Device) representa um equipamento real de produção. • Todo processo de aplicação modelizado no MMS possui, no mínimo, um objeto VMD.
  • 131.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Os objetos MMS• Objetos Domínios (Domains): permitem reagrupar os programas e os dados necessários à execução no equipamento considerado. • Objetos Invocação de Programa (Program Invocation): permitem execução remota de programas. • Objeto Estação Operador: permite a um operador humano se comunicar com um equipamento de produção. • Objetos Semáforos: permitem gerenciar a sincronização de processos e o acesso concorrente a recursos. • Objetos Condição de Evento, Ação de Evento e Inscrição de Evento: detecção e o tratamento de eventos. • Objetos Variáveis: leitura e escrita de variáveis remotas. • Objetos Jornais: produção de relatórios de produção.
  • 132.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Os objetos MMS ... Função Executiva ... ... VMD Objetos MMS Estação Operador 1 Estação Operador N
  • 133.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços MMS • 84 Serviços distribuídos em 9 Classes: – Gestão de Contexto » iniciação, liberação, abandono e rejeição de conexão com outro usuário MMS – Gestão de Domínio » transferência de informações (códigos e dados) para serem carregados num domínio de forma dinâmica: as seqüências DownLoad e UpLoad são atividades que permitem gerenciar as transferências entre Cliente e Servidor – Gestão de Programas » permitem que um usuário Cliente MMS gerencie a execução remota de programas num usuário Servidor – Acesso a Variáveis » definição e acesso às variáveis de um VMD
  • 134.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços MMS – Gestão de Semáforos » sincronização e controle do acesso aos recursos de um VMD – Estação Operador » entrada e saída de informações via estações de operador – Gestão de Eventos » definição e tratamento de eventos via serviços MMS – Gestão de VMD » oferece serviços de VMD (informações sobre os objetos) – Gestão de Jornal » salvamento de informações de estado de um VMD, particularmente no que diz respeito à ocorrência de eventos e à afetação de variáveis.
  • 135.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Classe Primitivas de Serviço Comentários Gestão de Contexto Initiate Conclude Abort* Cancel Reject* iniciação, liberação, abandono e rejeição de conexão com outro usuário MMS Gestão de VMD Status UnsolicitedStatus* GetNameList Identify Rename oferece serviços de VMD, particularmente informações sobre os objetos Gestão de Domínio InitiateDownLoadSequence DownLoadSegment TerminateDownLoadSequence InitiateUpLoadSequence UpLoadSegment TerminateUpLoadSequence RequestDomainDownLoad RequestDomainUpLoad LoadDomainContent StoreDomainContent DeleteDomain GetDomainAttribute DomainFile permitem transferir informações, tais como códigos e dados de programa, para serem carregados num domínio de forma dinâmica: as seqüências DownLoad e UpLoad são atividades que permitem gerenciar as transferências entre Cliente e Servidor Gestão de Programas CreateProgramInvocation DeleteProgramInvocation Start Stop Resume Reset Kill GetProgramInvocationAttributes permitem que um usuário Cliente MMS gerencie a execução remota de programas num usuário Servidor Acesso a Variáveis Read Write InformationReport GetVariableAccessAttributes DeleteNamedVariable DefineScatteredAccessAttributes DeleteVariableAccess DefineNamedVariableList GetNamedVariableListAttributes DeleteNamedVariableList DefineNamedType GetNamedTypeAttributes DeleteNamedType permitem a definição e o acesso às variáveis de um VMD e estabelecer a relação entre as variáveis de um VMD (objetos) e as variáveis real de um equipamento de produção
  • 136.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Classe Primitivas de Serviço Comentários Gestão de Semáforos TakeControl RelinquishControl DefineSemaphore DeleteSemaphore ReportSemaphoreStatus ReportPoolSemaphoreStatus ReportSemaphoreEntryStatus são encarregados da sincronização e do controle do acesso aos recursos de um VMD pelos processos de aplicação Estação Operador Input Output controlam a entrada e saída de informações via estações de operador Gestão de Eventos DefineEventCondition DeleteEventCondition GetEventConditionAttribute ReportEventConditionStatus AlterEventConditionMonitoring TriggerEvent DefineEventAction DeleteEventAction GetEventActionAttributes ReportEventActionStatus DefineEventEnrollment DeleteEventEnrollment GetEventEnrollment ReportEventEnrollment AlterEventEnrollment EventNotification* AcknowledgeEventNotification GetAlarmSummary GetAlarmEnrollmentSummary AttachToEventModifier permitem a definição e o tratamento de eventos via serviços MMS. A possibilidade de associar a execução de um serviço MMS àocorrência de um evento é um aspecto interessante, implementado pelo Modificador AttachToEvent Gestão de Jornal ReadJournal WriteJournal InitializeJournal ReportJournalStatus permitem o salvamento de informações sobre a execução de um VMD, particularmente no que diz respeito à ocorrência de eventos e à afetação de variáveis.
  • 137.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 138.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes FieldbusTENDÊNCIA Keyboard A D D A X Y X Y MUX Sample/ Holder Adaptador /Amp. sensores atuador 0..10 v 4..20 mA 4..20 mA 0..10 v Amp. Potência Keyboard A D X Y X Y sensores inteligentes atuador inteligente P C P P D A Keyboard A D X Y X Y sensores inteligentes atuador inteligente P C P P D A FIELDBUS Centralizado / Analógico Decentralizado / Digital Decentralizado / Digital / Multipontos RS232C RS449(422/423) Placa de aquisição de dados
  • 139.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Vantagens de uso do Fieldbus - redução da cablagem pela utilização de um meio físico compartilhado; - redução do número de canais de comunicação com o processo; - redução do tempo e complexidade do projeto de lay-out; - facilidade de instalação e manutenção, pela manipulação de um menor número de cabos e conexões; - facilidade de detecção, localização e identificação de falhas, através de funções de monitoração automática; - maior modularidade no projeto e instalação, aumentando a flexibilidade de expansão de funções e módulos; - melhor consistência e confiabilidade da informação, através da digitalização e pré-processamento;
  • 140.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Vantagens de uso do Fieldbus - possibilidade de sincronização dos instantes de amostragem de Entrada/Saída; - melhoria do desempenho global da aplicação pela descentralização do processamento; - maior facilidade de interconexão entre níveis hierárquicos diferentes de automação; - redução dos custos de sistemas através da aquisição seletiva de dispositivos compatíveis de diferentes fornecedores, eliminando a dependência de somente um fornecedor; - desacoplamento do software de supervisão da dependência de um fornecedor específico de Hardware.
  • 141.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 142.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus • Redes MAP tinham tempo de resposta de cerca de 500 ms. • MAP-EPA e Mini-MAP permitem a realização de tempos de resposta de cerca de 100 ms. • Fieldbus reduz este tempo para abaixo de 10 ms. • Fieldbus define somente as camadas 1, 2 e 7 do modelo de referência OSI (como Mini-MAP). • Funções das camadas 3 a 6 indispensáveis para a comunicação absorvidas pelas camadas 2 ou 7.
  • 143.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus - Aspecto de custo assume grande importância. - dispositivos a serem interligados tem em geral custo inferior ao da própria interface MAP. - São requeridos nós a um custo da ordem de U$ 50 ou inferior. Componente MAP Preço médio Elemento Campo Preço médio Cabo Coaxial U$ 2,5 / m CLP U$ 3.000 Controlador U$ 5.000 Controle Robô $20.000 Demodulador U$ 1.500 PC U$ 2.000 Componente Ethernet / IBM Preço médio Sensor/Atuador U$ 50 a 1000 Nó CSMA/CD U$ 500 - 1500 I/O Binária U$ 50 a 1000 Nó Token-Ring U$ 750 - 1500
  • 144.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus • Três classes distintas de aplicação: - sistemas "Stand-Alone": transações ocorrem somente entre dispositivos ligados em um mesmo segmento de rede (ex.: sensores e atuadores ligados a um CNC dentro de uma máquina). - sistemas em cascata: dispositivos conectados a segmentos distintos podem trocar informações por meio de uma "bridge" (ex.: SDCD - Sistema Distribuído de Controle Digital). - sistemas hierárquicos: Fieldbus está interligado via "gateway" a um nível hierárquico superior da automação fabril (ex.: estrutura CIM).
  • 145.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus • Em função do tipo de aplicações que se propõe a atender, um conjunto de requisitos básicos são impostos ao Fieldbus: - elevado desempenho para atender as aplicações com requisitos de tempo críticos; - método de transmissão simples e barato; - meio de transmissão de preço acessível; - necessidade de consistência de dados; - serviços compatíveis com redes dos níveis hierárquicos superiores (compatibilidade com MMS);
  • 146.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus• Existem várias soluções proprietárias para o Fieldbus. • Esforços para padronização do Fieldbus: ISA/ IEC Fieldbus Foundation ESPRIT CNMA/Fieldbus Sistema Fieldbus para Processos de Fabricação EUREKA "Fieldbus" Desenvolvimento e teste de um Fieldbus para Processos Unitários ( Ex. ) ISA SP50 Iniciou definição de Pré-Norma USA PROFIBUS Norma nacional em abril 91 D FIP Norma nacional inicio 1988 F Siemens Foxboro Rosemount MIL 1553 industrial outros
  • 147.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Motivações e requisitos do Fieldbus• sistemas fieldbus atuais adequados para o acoplamento direto de sensores e atuadores em processos com dinâmica elevada (RTLAN) ? Processo Cont. Atuador Sensor Processo Processador Central Cont. Sensor Processador Central Atuador Fieldbus
  • 148.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A proposta FIP (Factory Instrumentation Protocol) Introdução: • FIP elaborado por um conjunto de empresas européias (principalmente francesas), órgãos do governo francês e centros de pesquisa. • Criadores conglomerados em torno do chamado “Club FIP” (http://www.worldfip.org). • Procurou levar em consideração as restrições de tempo real impostas por aplicações de chão de fábrica.
  • 149.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada Física do FIP • Meios de transmissão: fibra ótica ou par trançado. • Par trançado: previstas três velocidades de transmissão: - S1: 31.25 Kbps (segurança intrínseca) - S2: 1 Mbps (padrão) - S3: 2.5 Mbps (processos de elevada dinâmica) • Fibra ótica: velocidade de 5 Mbps. • Bits codificados segundo o código Manchester, que permite o envio simultâneo do sinal de sincronização e dos dados. • Suporta segmentos com comprimento de até 2000 m e até 256 estações.
  • 150.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de Enlace do FIP • Método de acesso ao meio baseado na difusão ("Broadcasting"). • A difusão é organizada por uma entidade centralizada denominada "árbitro de barramento". • Dados representados por objetos (variáveis). • Cada objeto é representado por um "nome" único no sistema. • Cada objeto é elaborado por um único transmissor (produtor) e lido por qualquer número de receptores (consumidores). • A comunicação transcorre da seguinte forma: - árbitro difunde na rede o nome da variável (objeto) a ser transmitida; - O produtor da variável difunde a informação ligada ao identificador; - todos os consumidores interessados lêem a variável difundida.
  • 151.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de Enlace do FIP • A varredura das variáveis periódicas é feita a partir de uma lista implementada no árbitro na inicialização. • A transmissão de mensagens não periódicas é feita conforme a norma IEEE 802.2, LLC tipos 1 e 3. Árbitro C P C ID_DAT Árbitro C P C RP_DAT
  • 152.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Formato do quadro do FIP • PRE: preâmbulo, utilizado para sincronização. • FSD/FED: delimitadores de início e fim de quadro. • EB: Bits de equalização, operam como bits de interface entre os delimitadores e os dados codificados em Manchester. • DFS (Data Frame Sequence): - Controle: tipo de quadro (quadro de identificação de informação ou de envio de informação). - Dados: contém endereço lógico ou valor de uma variável, mensagem, reconhecimento ou lista de identificadores. - FCS: controle de erros com técnica polinomial (polinômio gerador proposto pela CCITT). PRE FSD EB DFS EB FED EB FSS FES FSS — Frame Start Sequence FES — Frame End Sequence
  • 153.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços oferecidos pela camada de enlace FIP Classe Primitiva Comentários Atualização cíclica de dados L_PUT.req/ cnf L_SENT.ind L_GET.req/ cnf L_RECEIVED.ind atualiza dados sinaliza envio busca de dados sinaliza recepção Atualização não periódica de dados L_PARAM.req/ cnf requisita dados Transmissão de mensagem com ACK L_MESSAGE_ACK.req/ ind/ cnf c/ reconhecimento Transmissão de mensagem sem ACK L_MESSAGE.req/ ind s/ reconhecimento
  • 154.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Aplicação do FIP - FIP adota sub-conjunto do MMS para aplicações não críticas no tempo. - Para aplicações críticas no tempo, adota família de serviços MPS ("Message Periodic/Aperiodic Services"). Classe Primitiva de serviço Comentários Leitura de variáveis A_READ.req/cnf A_READFAR.ind lê nomes de variáveis, estruturas, status, valores Escrita de variáveis A_WRITE.req/cnf A_WRITEFAR.ind escreve especificação, valor, status Leitura do tipo de variável A_GETOBJECT_DESCRIPTION.req/cnf lê especificação Acesso à listas de variáveis A_READLIST.req/cnf A_WRITELIST.req/cnf lê e escreve atributos, valores Serviços de sincronização A_SEND.ind A_RECEIVE.ind sincronização local e remota
  • 155.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Funções de Gerenciamento da Rede no FIP • O projeto FIP definiu uma série de funções de gerenciamento de rede: – Definição e atualização das listas de objetos; – Definição e atualização das tabelas de varredura; – Gerenciamento das operações de partida e parada; – Detecção e correção de falhas;
  • 156.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A proposta PROFIBUS (PROcess FIeld BUS) Introdução • PROFIBUS desenvolvido na Alemanha, inicialmente pela Siemens, Bosch e Klockner-Moeller em 1987. • Em 1988 tornou-se um "Trial Use Standard" no contexto da norma DIN (DIN V 19245, parte 1), que define as camadas Física e Enlace. • Posteriormente, grupo de 13 empresas e 5 centros de pesquisa propuseram alterações nas camadas Física e Enlace e definiram a camada de Aplicação (norma DIN V 19245, parte 2). • Esta proposta é atualmente apoiada por mais de 5.000 empresas européias e internacionais (www.profibus.com).
  • 157.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada física do PROFIBUS • A camada física do PROFIBUS baseia-se no padrão EIA RS-485 (Electronic Industries Association). • Topologia barramento, utilizando como meio um par trançado blindado (STP). • Permite a interligação de até 32 elementos (estações ativas, passivas ou repetidoras) por segmento. São permitidos até 4 segmentos, totalizando um máximo de 128 estações. • Codificação NRZ, podendo ser implementada com uma USART simples (assíncrona). • Taxas de transmissão: 9.6, 19.2, 93.75, 187.5 e 500 Kbps, mais tarde incluídas 1.5 Mbps, 12 Mbps.
  • 158.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de enlace do PROFIBUS • O PROFIBUS combina dois métodos deterministas de acesso ao meio: "Master/Slave" e "Token-Passing". Escravo 1 Escravo 2 Escravo 3 Escravo N anel lógico Mestre 1 Mestre 2 token ativas passivas
  • 159.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de enlace do PROFIBUS • O PROFIBUS agrupa quadros em duas classes: - quadros longos: para transmissão entre estações mais complexas (ativas, mestres); - quadros curtos: para dispositivos de campo simples (passivas, escravos). • Os quadros previstos incluem: - quadro longo sem campo de dados; - quadro longo com campo de dados fixo; - quadro longo com campo de dados variável; - quadro curto sem campo de dados; - quadro curto com campo de dados; - quadro curto de passagem de token.
  • 160.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços de enlace do PROFIBUS • Protocolo de enlace: FDL ("Fieldbus Data Link"). Classe Primitiva de serviço Comentários SDN (Send Data with No Acknowledge) FDL_DATA envio de dados sem reconhecimento SDA (Send Data with Acknowledge) FDL_DATA_ACK envio de dados com reconhecimento RDR (Request Data with Reply) FDL_REPLY FDL_REPLY_UPDATE requisição de dados com reconhecimento CRDR (Cyclic Request Data with Reply) FDL_CYC_REPLY FDL_CYC_DEACT FDL_REPLY FDL_REPLY_UPDATE estação local requisita ciclicamente dados ao usuário remoto. CSRD (Cyclic Send and Request Data) FDL_SEND_UPDATE FDL_CYC_DATA_REPLY FDL_CYC_DEACT FDL_DATA_REPLY FDL_DATA_UPDATE estação local envia ciclicamente e requisita simultaneamente dados de resposta. SRD (Send and Request Data) FDL_DATA_REPLY FDL_REPLY_UPDATE estação local envia e requisita dados.
  • 161.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de Aplicação do PROFIBUS • Definido um subconjunto do MMS. • Camada de Aplicação dividida em três subcamadas: - Fieldbus Message Specification (FMS): protocolo propriamente dito; - Lower Layer Interface (LLI): interface com a camada de Enlace; - Application Layer Interface (ALI): interface com as aplicações do usuário.
  • 162.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Classe Primitivas de serviço Comentários Serviços de Acesso a variáveis READ WRITE INFORMATION_REPORT PHY_WRITE PHY_READ DEFINE_VARIABLE_LIST DELETE_VARIABLE_LIST leitura e escrita de variáveis contidas em dispositivos servidores Serviços de Acesso a Domínios INITIATE_DOWNLOAD_SEQUENCE DOWNLOAD_SEGMENT TERMINATE_DOWNLOAD_SEQUENCE INITIATE_UPLOAD_SEQUENCE UPLOAD_SEGMENT TERMINATE_UPLOAD_SEQUENCE REQUEST_DOMAIN_DOWNLOAD REQUEST_DOMAIN_UPLOAD transferência de dados ou programas de dispositivo cliente para dispositivo servidor e vice-versa Serviços de Invocação de Programas CREATE_PROGRAM INVOCATION_DELETE_PROGRAM INVOCATION_START INVOCATION_STOP INVOCATION_RESUME INVOCATION_RESET partida, parada, retorno da execução, retorno ao estado inicial e deleção de programas Serviços de Notificação de Eventos ALTER_EVENT_COND._MONITORING EVENT_NOTIFICATION ACK_EVENT_NOTIFICATION servidor notifica cliente a ocorrência de um evento (alarme) Serviços de Leitura de Status STATUS UNSOLICITED_STATUS STATUS_IDENTIFY informações acerca do estado dos dispositivos servidores Serviços de Gerenciamento de Dicionário de Objetos GET_OV PUT_OV INITIATE_PUT_OV TERMINATE_PUT_OV descrição de todos os objetos na rede (nomes, endereços, tipos de dados, etc) Serviços de Gerenciamento de Contexto INITIATE REJECT ABORT estabelecimento e encerramento de associação entre dois dispositivos e a rejeição de mensagens recebidas
  • 163.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Proposta ISA SP-50 / FFIntrodução: • Proposta iniciada pela ISA (Instrumentation Society of America), pelo comitê "Standards and Practices 50". • Depois em elaboração pela ISA e IEC para definir padrão mundial para Fieldbus. • Trabalhos de padronização ainda em andamento. • Fieldbus Foudation criada em 1994 : suporte aos usuários e fabricantes (interoperabilidade, conformidade, etc) - http://www.fieldbus.org.
  • 164.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada Física do ISA- SP50 • Camada física compõe-se de três subcamadas: - DIS (data Independent Sublayer): interface com camada de enlace (DTE); - MDS (Medium Dependent Sublayer): codifica dados para formato compatível com o meio físico. Especificação para par trançado: codificação Manchester bifásica; - MAU (Medium Attachment Unit): descreve o transceptor para o meio físico.
  • 165.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada Física do ISA- SP50 DIS (Data Independent Sublayer) MDS (Medium Dependent Sublayer) MAU (Medium Attachment Unit) Camada de Enlace Meio Físico
  • 166.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada Física do ISA- SP50- Tipos de meio: – Meio H1 (áreas de segurança intrínseca): » Par trançado » Taxa de transmissão de 31,25 Kbps » Até 32 estações se meio não é utilizado para a alimentação dos dispositivos de campo ou menos (mínimo de 6) estações com alimentação pelo fio » Topologias barramento, árvore e estrela; » Distância até 1900m sem repetidores » Até 4 repetidores
  • 167.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada Física do ISA- SP50– Meio H2 (aplicações de alta velocidade): » Par trançado. » Sem alimentação pela linha. » Taxa de transmissão de 1 Mbps ou 2,5 Mbps. » Topologia em barramento e estrela. » Distância máxima de 750 m para 1 Mbps e 500m para 2,5 Mbps, 30 estações (sem repetidores). – Propostas alternativas: » Fibra ótica. » Sinais de rádio.
  • 168.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Enlace do ISA - SP50Classes de serviços: - Serviços de gerenciamento de Buffers e filas: permitem alocar buffers e filas para a transferência de dados; - Serviços de transferência de dados com conexão; - Serviços de transferência de dados sem conexão: úteis no envio de telegramas de difusão (multicast e broadcast); - Serviços de escalonamento de transações: permitem programar o LAS, definindo a seqüência de passagem de token.
  • 169.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de Enlace do ISA - SP50 Classes de funções para estações: - Responder: estação só transmite dados em resposta a uma solicitação (estação "escrava"); - Initiator: estação pode se apoderar do direito de acesso ao meio (token), podendo enviar e requisitar dados a outras estações por iniciativa própria; - Linkmaster: estação pode exercer o papel de escalonador de enlace, administrando o token e gerenciando o tempo interno do sistema; - Bridge: estação capaz de interligar entidades de enlace diferentes;
  • 170.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de Enlace do ISA - SP50 • Se há mais de um "Linkmaster" no sistema, estes disputam entre si na inicialização o papel de escalonador de enlace. • A estação vencedora é chamada LAS (Link Active Scheduler). • Existem três tipos de token: - Token de escalonamento: disputado na inicialização por todas as estações Linkmaster, define a estação LAS. - Token circulado: distribuído pela estação LAS às demais estações com funcionalidade de Initiator ou Linkmaster, que formam um anel lógico. - Token delegado: enviado pela estação LAS a uma estação qualquer por solicitação desta ou para atender às necessidades de um serviço de comunicação escalonado pela LAS.
  • 171.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Enlace do ISA - SP50 Token de Escalonamento Token Delegado Token Circulado LM LM LM LAS Estação qualquer
  • 172.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada De Enlace Do ISA - SP50 • Formas de acesso ao meio: – Token passing: segue seqüência predefinida na qual o token sempre é recebido da LAS por um “Initiator” e devolvido a ela após uso do meio. – Resposta imediata: um “Initiator” ou o LAS solicita um dado a um “Responder”, que emite um frame em resposta (relação mestre-escravo). – Requisição de token: uma estação envia um pedido de token embutido em uma mensagem qualquer. O LAS delega o token a ela quando tem tempo disponível. Após o uso, token é devolvido a LAS.
  • 173.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Enlace do ISA - SP50 • Camada de Enlace subdividida em quatro subcamadas: - Subcamada de acesso a Enlace: interface com a camada física, gerencia token e serviços de resposta imediata; - Subcamada de escalonamento de Enlace: faz escalonamento de atividades da entidade de enlace. Mais complexa em estações Linkmaster (podem assumir a função de LAS); - Subcamada de gerenciamento de conexões: estabelece e rompe conexões; - Subcamada de gerenciamento de Ponte: só existe em estações tipo Bridge.
  • 174.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Enlace do ISA-SP50 Subcamada de Gerenciamento de Ponte Subcamada de Gerenciamento de Conexões Subcamada de Escalonamento Camada de Aplicação Camada Física Subcamada de Acesso a Enlace
  • 175.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada de Aplicação do ISA-SP50 • Camada de aplicação ainda em discussão. • Procura conjugar MMS, para aplicações sem restrições temporais, com MPS (serviços tipo READ/WRITE inspirados no FIP) para atender tráfego cíclico e acíclico com requisitos de tempo real "duro". • Camada de aplicação prevê os seguintes serviços: - MCSE (Message Common Service Element): estabelece e interrompe conexões entre processos de aplicação (Correspondem aos serviços ACSE da ISO). - IMSE (Industrial Message Service Element): serviços semelhantes aos oferecidos pelo MMS do projeto MAP. - DDM (Distributed Database Maintenance): Serviços de acesso à bases de dados distribuídas.
  • 176.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A Camada do Usuário do ISA-SP50 • SP-50 define User Layer, situada acima da camada de aplicação • Oferece serviços adequados a diversos tipos de aplicações (como "companion standards" do MAP). • Trabalhos atuais: PCUL - Process Control User Layer. • Outros trabalhos deverão atender as áreas de: - automação da manufatura; - controle predial (imótica); - eletrônica embarcada (automóveis), - aplicações domésticas (domótica), - etc.
  • 177.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC A camada de aplicação no FF • Baseada em Blocos. • Blocos são representações de diferentes tipos de funções de aplicação. • Dividida em funções que formam a estratégia de controle da aplicação. • Os blocos utilizados são bloco de recurso, bloco transdutor e bloco funcional. – Bloco de Recurso: descreve as características do dispositivo fieldbus. – Bloco Transdutor: assume a função de entrada/saída local. – Bloco Funcional: fornece o comportamento do sistema de controle.
  • 178.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Serviços de Gerenciamento de Rede do ISA- SP50 • SP-50 inclui funções de gerenciamento de rede: - Gerenciamento de configuração de rede: » carregamento; » inicialização de endereços; » configuração de comunicação e aplicação; » partida, etc.; - Controle de operação: ferramentas de sincronização, escalonamento, etc.; - Monitoração de desempenho: detecção, diagnose e recuperação de erros, avaliação e otimização de desempenho, etc.
  • 179.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Fieldbus: Conclusões- Uma vez definido um padrão internacionalmente aceito, o Fieldbus deverá revolucionar o setor de instrumentação. - Esta tecnologia permite que a inteligência seja totalmente distribuída pelo campo e favorece o surgimento de dispositivos com capacidades locais de processamento cada vez mais sofisticadas. - A integração total dos equipamentos permitirá alterações nos procedimentos de operação das plantas industriais. - O Fieldbus deverá também propiciar a intercambiabilidade a nível de sensores, atuadores, transmissores e controladores, trazendo ao usuário uma maior flexibilidade na compra de produtos e abrindo espaço para novos fabricantes.
  • 180.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC
  • 181.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Instrumentação
  • 182.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC GPIB • Interface de rede padrão para instrumentação: GPIB (General Purpose Interface Bus). • Origem: HP-IB (Hewlet-Packard Interface Bus). • Hoje norma IEEE 488.1 e IEC 625-1. • Características: – barramento paralelo, – 16 linhas com sinal ativo baixo referenciado a um terra comum. – tensão acima de 2V considerada como lógico 0 e abaixo de 0.8V como lógico 1. – 8 linhas de dados – 3 linhas para operações de handshake – 5 linhas para gerenciamento da interface
  • 183.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC GPIB Categoria Linha Nome 8 Data lines DIO 1-8 Data I/O DAV Data Valid 3 Handshake lines NRFD Not ReadyFor Data NDAC Not Data Accepted REN Remote Enable IFC Interface Clear 5 Interface Management lines SRQ Service Request EOI Endo or Identify ATN Attention
  • 184.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC GPIB • Linhas de controle NRFD e NDAC operam no modo “wired- OR” • Só assumem o valor lógico TRUE no barramento quando todas as estações ligadas ao GPIB setam a linha correspondente local em TRUE (ativo baixo). • GPIB requer estação controladora (mestre) do barramento, que define quem será a estação emissora (talker) e quem serão as estações receptoras (listeners) em cada instante. • A linha ATN distingue mensagens de dados (ATN=0) de mensagens dedicadas de gerenciamento da interface (ATN=1) como, por exemplo, mensagens para definir o talker e os listeners.
  • 185.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC GPIB • Após a definição, pela estação controladora, de quem serão o talker e os listeners, são executados os seguintes passos: – Se o talker tem um novo byte de dados a enviar, coloca seu valor nas linhas DIO 1-8; – Talker seta linha DAV (Data Valid) em TRUE; – Listeners setam NRDF (Not Ready For Data) em FALSE; – Listeners recebem o dado e setam NDAC (Not Data Accepted) em FALSE (esta linha só assume o valor FALSE quando todos os listeners receberem o dado, devido ao uso de wired-OR); – Talker seta DAV (Data Valid) em FALSE e remove dados das linhas DIO 1-8; – Listeners setam NDAC (Not Data Accepted) em TRUE; – Se listeners estiverem prontos para receber um novo byte de dados, setam NRFD (Not Ready For Data) em FALSE; – Talker pode reiniciar processo do passo 1, enviando o byte de dados seguinte.
  • 186.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC GPIB • GPIB pode ter até 15 estações (entre controladora, talkers e listeners) no barramento. • comprimento máximo de cabo de 20 metros. • taxa de transmissão de até 1Mbps. • boa aceitação na área de instrumentação. • GPIB não é uma interface bem adaptada às necessidades de automação de chão de fábrica (sensores, atuadores, robôs, CLPs, CNCs, etc.), pois: – cabos de 16 condutores são caros; – sinal referenciado ao terra é sensível à perturbações eletromagnéticas; – comprimento máximo do barramento é uma limitação física indesejável.
  • 187.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório
  • 188.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório - Existe grande variedade de produtos. - Tipos mais difundidos: - ETHERNET (DEC, INTEL e XEROX), - ARCNET (Datapoint), - TOKEN-RING (IBM). - Produtos definem camadas Física e Enlace do modelo OSI.
  • 189.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório - Características básicas: ETHERNET ARCNET TOKEN-RING Acesso ao Meio CSMA/CD Token-passing Token-passing Velocidade 10 Mbps 2.5 Mbps 4 ou 16 Mbps Número de nós 1024 254 255 Meio de transmissão Par trançado Fibra ótica Cabo coaxial Par trançado Fibra ótica Cabo coaxial Par trançado Cabo coaxial Topologia Star/Bus Star/Bus Ring
  • 190.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório - ARCNET (Attached Resource Computer Network): boas características para aplicação industrial Topologia difusão MAC determinista preço baixo.
  • 191.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório - Ethernet: rede mais popular e de mais baixo custo. MAC não determinista (CSMA/CD). Ampla aplicação onde não há requisitos de Hard Real Time. Uso do Switcher (tecnologia posterior) torna aplicável onde há restrições de tempo.
  • 192.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação de Escritório - Token-Ring: - é a mais popular entre os produtos da IBM - alto custo de instalação e baixa flexibilidade. - elevada taxa de transmissão - MAC determinista.
  • 193.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes Locais Industriais
  • 194.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C• Redes SINEC (ou SIMATIC NET, SIEMENS) incluem: – SINEC H1: rede compatível com a norma IEEE 802.3 (Ethernet). Versão H1-MAP tem camada de aplicação compatível com MAP. – SINEC H3-MAP: rede FDDI com camada de aplicação compatível com o padrão MAP. – SINEC L1: sistema fieldbus proprietário da Siemens. – SINEC L2 (PROFIBUS): rede fieldbus compatível com a norma alemã PROFIBUS. Oferecida em 3 versões: DP, FMS, PA.
  • 195.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C
  • 196.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C• PROFIBUS DP (SINEC L2-DP = Distributed Peripherie) − desenvolvido para aplicações que exijam respostas rápidas, sistemas remotos de I/O (como CLPs ligados a sensores e atuadores). − Utiliza o padrão RS485 ou fibra ótica na camada física. − Para RS485: cabo de 1200 metros com uma taxa de transmissão de 93.75 Kbps, 1000 metros com taxa de 187.5 Kbps, 200 metros com taxa de 1.5 Mbps ou 100 metros com taxa de 12 Mbps. − até 127 estações em 4 segmentos de rede ligados por repetidores. − operação com mestre único (single master) e escravos, adotando somente MAC Mestre/Escravos. − Usa serviços sem conexão e sem reconhecimento (LLC tipo 1). − serviços de aplicação voltados para leitura e escrita de variáveis remotas (READ/WRITE).
  • 197.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C• PROFIBUS FMS (SINEC L2-FMS = Fieldbus Message Services) − concebido para a troca de dados entre sistemas inteligentes autônomos em sistemas de manufatura, como CNCs, CLPs, RCs, PCs, etc. − Utiliza RS485 ou fibra ótica na camada física. − Como as estações podem ser autônomas, utiliza MAC Token- Passing e Mestre/Escravos. − suporta 127 estações em 4 segmentos de rede − Usa serviços LLC tipos 1 e 3. − Os serviços de aplicação seguem o padrão FMS (Fieldbus Message Services, subconjunto do MMS da rede MAP).
  • 198.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C• Aplicação típica SINEC L2-FMS: RC RedeProfibus tcd Micrômetro Laser CNC Robô IPSO SP-50 Torno Romi-Mazak PC - Gerente FMC Esteira transportadora Câmara CCD PC-Visão
  • 199.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SINE C• PROFIBUS PA (SINEC L2-PA = Process Automation) − Permite interligar instrumentos da área de processos unitários (área química, petroquímica) a um sistema de comunicação. − Adota o padrão IEC 1158-2 na camada física, que utiliza o próprio cabo de transmissão de dados para energizar os dispositivos de campo. − Taxa de transmissão de 31.25 Kbps (áreas de segurança intrínseca). − Comprimento máximo do cabo depende do número de estações conectadas e é função de seu consumo de energia. − Um segmento (sem repetidores) suporta no máximo 32 estações. − MAC utiliza o protocolo Mestre/Escravos. − Usa LLC tipo 1. − Serviços de aplicação semelhantes a L2-DP.
  • 200.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC BITBUS (INTEL)- topologia: barramento. - Método de acesso ao meio: Mestre/Escravos. - integração de sensores, atuadores, controladores e instrumentos de medição. - arquitetura de apenas três camadas (1, 2 e 7). - Camada física: interface padrão RS-485 com par trançado e taxas de transmissão de até 2.4 Mbps (modo síncrono). - Camada de enlace: protocolo SDLC (Synchronous Data Link and Control), um sub-conjunto do protocolo HDLC. - Processador Intel 8044 implementa este protocolo em hardware.
  • 201.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC BITBUS (INTEL) Buffer recepção Buffer transmissão 8051 8044 DPRAM SIU
  • 202.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC BITBUS (INTEL)Camada de aplicação: serviços RAC (Remote Access and Control)
  • 203.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Sistemas Embarcados
  • 204.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N• rede CAN (Controller Area Network) desenvolvida pela BOSCH para integrar elementos inteligentes em veículos autônomos (eletrônica embarcada). • Automóvel pode possuir mais de 200 microprocessadores: - carburação eletrônica - frenagem anti-bloqueante (ABS) - controle e supervisão da temperatura do óleo e do radiador, pressão de óleo de freio, etc. - ajuste automático de espelhos retrovisores, banco do motorista, etc.
  • 205.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N• CAN lançado em 1984. • Em 1987 lançado chip 82526 (INTEL). • A partir de 1991 outros fabricantes licenciados: – Phillips/Signetics (chips 82C200, 87C592, 82CE598 e 82C150). – Motorola (chip 68HC05). – NEC (chip 72005). – Siemens, Thompson, National, Hitachi. • CiA (CAN in Automation): entidade constituída de usuários e fabricantes de produtos para automação industrial baseados no protocolo. Até 1993, a CiA já tinha 64 associados fora da industria automobilística. • CAN vendeu mais de 5 milhões de chips só em 1995.
  • 206.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N• Camada física (padrão ISO/DIS 11898): − Topologia: barramento ou estrela (com concentrador); − Taxa de transmissão: 125 Kbps até 1 Mbps; − Comprimento máximo do barramento: 40 m para 1 Mbps; até 1 Km para 125 Kbps; − Número máximo de nós: 64; − Codificação de bits: NRZ (Non Return to Zero); − Meio de transmissão: não especificado na norma, mas usualmente usado par trançado ou fibra ótica.
  • 207.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N • Subcamada MAC: − Método de acesso ao meio: Forcing Headers com prioridades para mensagens. • Subcamada LLC: − Comprimento máximo dos quadros de dados: 8 Bytes; − Controle de erro por CRC de 16 bits. • Camadas 3 até 6 do RM-OSI foram suprimidas.
  • 208.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CAN – Enlace • CSMA/NBA - Carrier Sense Multiple access with Non- destructive Bitwise Arbitration (Forcing Headers) • Qualquer nó pode acessar o meio se estiver livre • NBA garante 100% de utilização do meio e priorização de mensagens baseada no identificador de 11 bits do frame SOF - Start of Frame EOF – End of Frame CRC - Cyclic Redundancy Check (CRC 16) ACK - Acknowledgment CRC A C K E O F S O F 11 bit IDENTIFIER Length 0 to 8 bytes Data Arbitration Field Control Field Data Field Frame CAN
  • 209.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CAN – Exemplo De Arbitragem 0 0 0 1 00000001 xxxx 11 E O F 10110110100 0 Nó 1 Transmite: No meio: 0 0 0 1 00000001 xxxx 01 E O F 10110110100 0 Nó 2 Transmite: 0 10110111 Nó 2 perde arbitragem e pára transmissão!
  • 210.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N• Modelos de comunicação: – Frame não contém campos específicos para endereço destino/origem. – Campo IDENTIFIER pode conter endereço de uma estação, grupo de estações (multicasting) ou mensagens são difundidas para todas as estações (broadcasting). – Campo IDENTIFIER pode identificar o conteúdo da mensagem (dados), que é difundida para todas as estações. » Gerador da mensagem: PRODUTOR. » Estações interessadas no conteúdo da mensagem: CONSUMIDORES.
  • 211.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC CA N• Norma CAN não define especificação para a camada de Aplicação • CiA definiu uma especificação para aplicações em automação: − CMS (CAN Message Services): serviços de leitura e escrita de variáveis remotas e tratamento de eventos, baseados no MMS; − NMT (Network Menagement): serviços de inicialização e gerenciamento da rede; − DBT (Distributor): provê uma distribuição dinâmica de nomes definidos pelo usuário para identificar as mensagens. • O sistema suporta até 2032 objetos, aos quais é associado um número de identificação único na aplicação. • O tempo para leitura de dados a nível da camada de enlace é da ordem de 420 µs para o objeto de maior prioridade. • CAN tornou-se norma internacional definida pela ISO em 1993 sob a designação ISO 11898.
  • 212.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC VA N• A rede VAN (Vehicle Area Network) foi normalizada em 1990 na França pelo “Bureau de Normalisation de l'Automobile” para operar em eletrônica embarcada. • A partir de 1992 passou a ser adotada pela Renault e pela Peugeot. • Apesar das semelhanças com a rede CAN, não se conhecem aplicações da rede VAN em automação industrial. • Os chips disponíveis estão implementados na forma de ASICs projetados especificamente para a indústria automobilística.
  • 213.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC VA N • Propriedades da camada física: − Topologia: barramento; − Taxa de transmissão: de 100 Kbps até 250 Kbps; − Número máximo de nós: 16; − Comprimento máximo do barramento: 20 metros; − Codificação de bits: Manchester.
  • 214.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC VA N • Subcamada MAC: − Método de acesso ao meio: Forcing Headers (como CAN); − Controle de erros: assumido pela subcamada MAC, que usa a técnica de CRC; • Subcamada LLC: − Quadro de dados: 8 bytes ou 28 bytes (versão FullVAN);
  • 215.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Outras redes para veículos • J1850 (definida nos EUA pela SAE = Society of Automotive Engineers), usada pela GM, Ford e Chrysler. • C2 D (Chrysler Collision Detection) • MIL-STD-1553B (para aviônica militar) • FlexRay (X-By-Wire) • todas com uso restrito à eletrônica embarcada.
  • 216.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SERCO S • SERCOS (SErial Real-time COmmunication System) apresentada ao mercado na EMO de 1989. • conecta servo-acionamentos a um CNC em máquinas operatrizes, implementando malhas fechadas de controle. • No interior de uma máquina-ferramenta existem campos eletromagnéticos fortes. • Por isto, foi proposta uma rede com topologia em anel utilizando como meio físico a fibra ótica.
  • 217.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SERCO S• Anel SERCOS CNC Acionamentos
  • 218.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SERCO S• O sistema tem uma estrutura com comando centralizado. • CNC exerce o papel de estação mestre e os servo-acionamentos o papel de estações escravas. • podem ser executados ciclos de varredura dos escravos em tempos ajustáveis de 62µs, 125µs, 250µs, 500µs, e múltiplos de 1 ms até o limite de 65 ms. • SERCOS permite a interligação de até 254 escravos em um anel. • O comprimento do cabo é de no máximo 40 metros para fibra ótica plástica e de até 1000 metros para fibra ótica de vidro. • CNC executa o controle de posição enquanto o controle de velocidade e de corrente é executado no próprio acionamento. • Rede usada para enviar valores de referência de velocidade do CNC aos acionamentos e receber valores atualizados dos mesmos.
  • 219.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SERCO S• Na camada de enlace, SERCOS faz distinção entre dois tipos de dados: – Dados cíclicos, com características de tempo real, usados para controle em malha fechada; – Dados de serviço, usados para configuração, envio de parâmetros, etc. • Para dados de serviço é usada uma pilha com 3 camadas (física, enlace e aplicação). • Para os dados cíclicos é ainda incluída uma camada de sincronização (sincronização dos timers das estações) • A subcamada LLC usa um serviço sem conexão e sem reconhecimento (quadros errados não são retransmitidos).
  • 220.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC SERCO S • Camada de aplicação: composta de serviços tipo leitura e escrita de variáveis remotas (READ/ WRITE). • SERCOS vem sendo utilizada também para interligar dispositivos em outras aplicações além das máquinas-ferramenta. • Entre as aplicações mais usuais estão o controle de eixos de robôs industriais e conexão de sensores e atuadores binários.
  • 221.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Mais Redes Locais Industriais!
  • 222.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet • DeviceNet é uma rede industrial de baixo custo para conectar dispositivos como chaves fim de curso, células fotoelétricas, válvulas, motores, drives, displays de CLP e PC, etc. • DeviceNet foi desenvolvida tendo CAN como base. • DeviceNet oferece manipulação robusta e eficiente de dados e é baseada na técnica produtor / consumidor.
  • 223.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet • A ODVA (open DeviceNet Vendor Association) é uma organização independente que supervisiona e gerencia as especificações da DeviceNet. • Seu objetivo é promover a adoção mundial de DeviceNet como rede aberta. • A ODVA trabalha conjuntamente com os membros vendedores, usuários finais e distribuidores. • Possui 320 membros (até julho de 2001). • Home-pages: – http://www.odva.org – http://www.ab.com/catalogs/b113/comm/dnet.html
  • 224.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Application Layer Physical Signaling Transceiver Transmission Media DeviceNet – Arquitetura Camada 1 Camada 2 { Camada 7 { Data Link Layer DeviceNet CAN DeviceNet } } }
  • 225.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet - Camada Física • Configuração em barra (daisy-chain ou ramificações) • Nós podem ser removidos sem interromper linha • Até 64 nós endereçáveis • Sinal e alimentação de 24vdc no mesmo cabo • Taxas transmissão: 125kbps, 250kbps, 500kbps • Conectores selados ou abertos • Terminador de 121 ohms nas extremidades Ramificações Daisy-chain
  • 226.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet – Alimentação e Sinal 24vdc • Par trançado com dois fios: – Par Sinal: baixa perda, alta velocidade. – Par Alimentação: até 8A corrente. • Sensores alimentados da linha. • Opto-isolamento para dispositivos com alimentação própria (Ex.: drive, PLC, etc.). • Pode-se usar várias fontes de alimentação. PS
  • 227.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet - Conectores Multiport Tap T - Tap Drop lines - 0 a 6m Selados: Droplines Droplines Abertos:
  • 228.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet - Daisy- Chaining Usar em painéis de controle que agrupam dispositivos Até 6 metros do Tap Dropline Tap Tap Conector plug- in para dispositivo
  • 229.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet – Distâncias e Velocidades Data Rate Barramento Ramificações 125K 250K 500K 500m 250m 100m 26 x 6m 13 x 6m 6 x 6m 156m 78m 36m CumulativoDist. TAP
  • 230.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet - Enlace • Enlace segue sistema CAN. • Formas de comunicação suportadas através do modelo produtor/consumidor: – Master/Slave: escravos só enviam dados em resposta a varredura do mestre. – Multi-master: vários mestres e vários escravos. – Mudança de estado dos dados: envio de dados entre estações predefinidas sempre que houver alteração de estado. – Produção cíclica de dados: estações enviam dados entre si em intervalos fixos de tempo.
  • 231.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Uso Do Campo Identifier IDENTIFIER BITS HEX RANGE IDENTITY USAGE 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Group 1 Msg ID Source MAC ID 000-3ff Message Group 1 1 0 MAC ID Group 2 Message ID 400-5ff Message Group 2 1 1 Group 3 Message ID Source MAC ID 600-7bf Message Group 3 1 1 1 1 1 Group 4 Message ID (0-2f) 7c0-7ef Message Group 4 1 1 1 1 1 1 1 X X X 7f0-7ff Invalid CAN IdentifiersX 0
  • 232.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Grupos 1 e 2 – Master/Slave IDENTIFIER BITS DESCRIPTION 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 0 Source MAC ID Group 1 Messages 0 1 1 1 0 Source MAC ID Slave's I/O Bit-Strobe Response Message 0 1 1 1 1 Source MAC ID Slave's I/O Poll Response Message Group 2 Message ID1 0 MAC ID Group 2 Messages 1 0 Source MAC ID 0 0 0 Master's I/O Bit-Strobe Command Message 1 0 Source MAC ID 0 0 1 Reserved for Master's Use -- Use is TBD 1 0 Source MAC ID 0 1 0 Master'sChg of state/cyclic acknowledge msgs 1 0 Source MAC ID 0 1 1 Slave's Explicit Response Messages 1 0 Destination MAC ID 1 0 0 Master's Connected Explicit Request Messages 1 0 Destination MAC ID 1 0 1 Master's I/O Poll Cmd/Chg of State/Cyclic Msgs 1 0 Destination MAC ID 1 1 0 Group 2 Only Unconnected Explicit Req.. Msgs 1 0 Destination MAC ID 1 1 1 Duplicate MAC ID Check Messages Group 1 Message ID 0 1 1 0 1 Source MAC ID Slave's I/O Change of State or CyclicMessage
  • 233.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC DeviceNet – Camada de Aplicação • CIP: Common Industrial Protocol • Definição do campo Identifier – Estabelece prioridade no processo de arbitragem – usado pelos nós receptores para identificar mensagens • Dois tipos de mensagens – Mensagens de I/O para dados de controle críticos no tempo – Mensagens explicitas para funções cliente/servidor – Fragmentação para dados maiores que 8 bytes • Detecção de identificadores duplicados • Verificação de consistência dos dados de aplicação
  • 234.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ControlNet • ControlNet International é uma organização independente criada em 1997 que mantém e distribui a especificação ControlNet e gerencia is esforços de marketing dos membros associados. • Home-page: www.controlnet.org • Mais infos: www.ab.com/catalog/b113/comm/cnet.html
  • 235.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ControlNet • Onde usar: níveis intermediários (célula, área)
  • 236.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ControlNet • Camada física: – Topologias: barramento, árvore, estrela – Taxa transmissão: 5 Mbps – Estações endereçáveis: até 99 – Distâncias: » Cabo coaxial RG-6: 1.000 m com 2 nós, 500 m com 32 nós, 250 m com 48 nós (sem repetidores), máximo de 5.000 m com 5 repetidores » Fibra: 3.000 m sem repetidores, até 30 km com 5 repetidores
  • 237.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ControlNet • Camada de enlace: – Controle de erros no frame por Cyclic Redundancy Check, polinômio CCITT modificado com 16 bits. – Campo de dados com até 510 bytes. – MAC: CTDMA (Concurrent Time Domain Multiple Access), que regula a oportunidade de transmitir de cada nó em intervalos de tempo ajustáveis chamados NUT (Network Update Time). A menor NUT é de 2ms. – Informações com restrições temporais são enviadas na parte escalonada da NUT. Dados sem restrições temporais (ex.: Dados de configuração) são enviados nos intervalos restantes de tempo.
  • 238.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ControlNet • Camada de aplicação: – Orientação a objetos – Modos de comunicação: » Master/Slave » Multi-Master » Peer-to-Peer » Produtor/consumidor – Leitura de dados: » Mudança de estado » Cíclico » Por solicitação
  • 239.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC HAR T • HART = Highway Addressable Remote Transducer • Protocolo de transição entre tecnologia analógica e digital. • “HUG”: HART User Group (inclui Siemens, Hitachi, Toshiba, Yokogawa, ABB, Endress+Hauser, Fischer & Porter, Rosemount Inc., Camile Bauer, Smar International e outras). • HART Communication Foundation (www.hartcomm.org)
  • 240.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC HAR T• Camada física: - Meio físico: par trançado com até 3.000 m; - Taxa de transmissão: 1.200 bps; - Transmissão assíncrona com caracteres UART (1 start bit, 8 bits de dados, 1 bit de paridade e 1 stop bit); - Topologia: barramento ou árvore; - Modulação: FSK (padrão Bell 202, lógico 1 => sinal de 1.200 Hz, lógico 0 => 2.200 Hz).
  • 241.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC HAR T • Camada de enlace: - mestre-escravos e token-passing; - Tempo médio de resposta: 378.5 ms; • Camada de aplicação: - comandos, respostas, definição de tipos de dados e emissão de relatórios de status.
  • 242.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC HAR T • Possível transmitir sinais de 4 a 20 mA (analógicos) e quadros digitais simultaneamente. • Os chips HT2012 (Smar Research) e SYM20C15 (Symbios Logic) servem como modems de baixa potência para uso em equipamentos de campo. • O chip requer a adição de filtros e comparadores para a operação do protocolo.
  • 243.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC HAR T CLP FPBFPB Sensor analógico Atuador analógico... Sensor digital FPA Sensor digital FPA Sensor digital FPA FPA Atuador digital FPA Atuador digital 4..20 mA Bell 202 Bell 202 t I 4..20 mA Bell 202
  • 244.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC INTERBUS-S • Interbus-S desenvolvido na Alemanha pela empresa Phoenix Contact. • Obteve ampla aceitação industrial (mais de 5.000 aplicações). • Interbus-S concebido para integração de sensores a atuadores a um elemento de tomada de decisão (CLP, CNC, RC, etc.). • Elemento de tomada de decisão opera como estação mestre. • Sensores e atuadores são estações escravas que executam operações de entrada/saída. • Interbus-S adotou uma topologia em anel • Método de varredura denominado "Quadro Concatenado" ou "Quadro Somado" (do alemão "Summenrahmen- Verfahren").
  • 245.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC INTERBUS- S• Mestre monta um quadro único contendo campos reservados para cada um dos escravos. • Mestre preenche o campo reservado àquele escravo com os dados de processo ou parâmetros a enviar. • O quadro então é enviado ao primeiro escravo no anel. • O primeiro escravo reconhece no quadro o início de sua janela de dados e verifica o conteúdo somente do campo reservado a ele. • Escravo lê a informação contida no seu campo reservado e substitui o conteúdo do campo pelos dados de resposta. • Em seguida, o primeiro escravo envia o quadro completo para o próximo escravo no anel. • O processo se repete até que o quadro tenha percorrido todos os escravos do anel e retornado ao mestre.
  • 246.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC INTERBUS- S• Analogia com um trem (quadro somado) que pára em diversas estações (escravos), deixando alguns passageiros e pegando outros. Lê M1 At. M1 Lê M2 At. M2 Lê M3 At. M3 Lê M4 At. M4 C FCS M4 M3 M2 M1 H Master Slave 1 Slave 2 Slave 3 Slave 4 Frame
  • 247.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC INTERBUS- S• O tempo que o quadro somado leva para percorrer o anel (ciclo de varredura) depende do número de escravos e é determinista. • O número máximo de entradas e saídas suportadas pelo Interbus-S é de 2048, que podem ser varridas em 7.2 ms. • Distância entre estações consecutivas no anel: até 400 metros. • Número máximo de estações: 256 (anel pode ocupar 13 Km sem repetidores). • Taxa de transmissão: 500 Kbps. • As informações que o mestre envia para os escravos podem ser: – dados de processo: comandos a executar ou valores a colocar em uma saída (sujeitos à restrições de tempo real); – parâmetros de configuração do escravo (sem restrições de tempo): enviados em time slots reservados no quadro somado.
  • 248.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC INTERBUS- S• Camada de aplicação: define serviços PMS (Peripherals Message Services), subconjunto do MMS. • Os serviços PMS incluem: • gerenciamento de conexões; • identificação e verificação de status; • gerenciamento de objetos; • acesso a variáveis (read, write, update, etc.); • gerenciamento de programas (dowload, upload, start, stop, resume, etc.). • Organizações de empresas DRIVECOM e ENCOM ocupadas de definir padrões de utilização e configuração para INTERBUS-S. • Sistema candidato à padronização pela IEC e DIN.
  • 249.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS • ASI (Actuator/Sensor Interface) desenvolvido por 11 empresas (Balluf, Baumer, Elesta, Festo, IFM, Peperl+Fuchs, Sick, Siemens, Leuze, Turck e Visolux) e introduzido no mercado em 1993. • concebido para interligar elementos periféricos (sensores e atuadores) binários, tais como chaves fim-de-curso, sensores de proximidade indutivos e capacitivos, relês, válvulas, etc. • Estes elementos requerem informação mínima para operar (na maioria dos casos, 1 bit com comandos tipo ON/OFF).
  • 250.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS• ASI foi concebido como um sistema Mestre/Escravos com topologia em barramento. • O mestre executa uma varredura cíclica dos escravos, enviando quadros de solicitação de dados e aguardando um quadro de resposta. • Os quadros enviados pelo mestre ASI tem um campo de dados de apenas 4 bits e um campo de parâmetros de mais 4 bits. • O quadro tem 17 bits no total. Start bit Command-bit 1 1 5 bit slave addr. 4 bit parameter 4 bit data 1 1 Test bit Stop bit
  • 251.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS • O quadro de resposta do escravo composto de apenas 7 bits. • Como todas as respostas são destinadas ao mestre, não é necessário um campo de endereço neste quadro. Start bit 1 4 bit data 1 1 Test bit Stop bit
  • 252.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS• quadros utilizados sempre iguais • a varredura de cada escravo implica no envio e recepção de um total de apenas 24 bits • Cada escravo recebe 4 bits de dados e 4 bits de parâmetros, e responde, se for o caso, também com 4 bits de dados. • Um escravo ASI possui até 4 portas de I/O conectadas a dispositivos periféricos • Cada porta de saída recebe o valor de 1 dos 4 bits do campo de dados do quadro enviado pelo mestre. • Se as portas estão configuradas como entradas, seu valor é copiado nos 4 bits correspondentes do campo de dados do quadro de resposta do escravo. • Desta forma, o mestre pode ler ou escrever em qualquer uma das portas remotas dos escravos.
  • 253.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS ASI Master Slave 2Slave 1 Slave 31. . . I/O 1 I/O 4 I/O 120 I/O 124
  • 254.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS• ASI suporta até 31 escravos em um barramento. • Como cada escravo pode ter 4 E/S, o número máximo de elementos binários que podem ser integrados aos 31 escravos é de 124. • A varredura completa dos 31 escravos, atualizando todas as 124 entradas e saídas, requer cerca de 5 ms. • Esta configuração permite ligar os sensores e atuadores binários convencionais atuais à rede ASI. • Os 4 bits de parâmetros recebidos do mestre podem ser enviados para 4 portas de saída adicionais, podendo ser utilizados para configurar um dispositivo mais sofisticado conectado ao escravo.
  • 255.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS Slave ASI Sensor inteligente Dados I/O parâmetros • Esta configuração permite conectar sensores e atuadores inteligentes à rede ASI.
  • 256.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC ASI- BUS • O cabo de rede ASI é composto de 2 condutores não blindados. • cabo é utilizado também para a alimentação dos escravos (24V DC, 100 mA por escravo). • Um segmento de rede ASI pode ter até 100 metros de comprimento. • A grande vantagem de ASI sobre outras rede tipo fieldbus é o custo baixo e simplicidade de implementação, operação e manutenção. • Sua aplicação em automação industrial vem crescendo muito desde seu lançamento em 1993.
  • 257.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC FAI S• FAIS (Factory Automation Interconnection System): desenvolvida no Japão por 30 empresas e o International Robotics and Factory Automation Center (IROFA). • Primeiros produtos lançados em 1992. • FAIS é uma versão atualizada da rede Mini-MAP. • Foi concebida para uso em automação fabril no nível hierárquico de célula (FMC). • Arquitetura FAIS composta das camadas 1, 2 e 7. • Camada física: – cabo coaxial com técnica de transmissão em Carrier- Band com 5 ou 10 Mbps. – fibra ótica com 10 Mbps.
  • 258.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC FAI S• Camada de enlace de dados: – subcamada MAC: protocolo Token-Bus, conforme IEEE 802.4. – subcamada LLC: serviço sem conexão com reconhecimento (LLC tipo 3), conforme IEEE 802.2. • Camada de aplicação: – MMS (Manufacturing Message Services); – serviços de gerenciamento de rede NM (Network Menagement); – dicionário de objetos OD (Object Dicionary). • Alterações básicas em relação a mini-MAP: camada física com fibra ótica e serviços de aplicação NM e OD.
  • 259.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC FAI S • Especificação FAIS 2.0 Apresentação Sessão Rede Enlace Física NM LLC 802.2 tipo 3 MAC 802.4 Token bus MMS OD VAZIO Transporte Aplicação Baseband 5 / 10 Mbps Fibra ótica 10 Mbps
  • 260.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC P-NET • P-NET desenvolvida na Dinamarca pela empresa Ultrakust. • Aplicação alvo: automação industrial. • Camada física: – topologia em anel – taxa de transmissão de 76.8 Kbps – em um anel podem estar no máximo 125 estações. – meio físico tipo par trançado blindado, com até 1.200 metros de comprimento, sem repeaters.
  • 261.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC P-NET • subcamada MAC: – método de acesso ao meio tipo Multi-mestre / Escravos. – Em um anel podem estar até 32 estações mestras. – Entre as estações mestras e escravas é realizada uma varredura cíclica através de quadro pré-definidos. – A varredura de cada escravo requer 30 slot times, ou cerca de 390µs. – Entre as estações mestras, o controle de acesso ao meio é do tipo token-passing. – A passagem de token entre mestres requer no máximo 10 slot times, ou cerca de 130µs. – Apesar do token passar pelas estações escravas, uma vez que elas estão também no anel, estas não podem retê-lo.
  • 262.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC P-NET Anel P- NET: M E E M E E M E PC Pressão Temperatura Motor Peso Vazão CLP Controller
  • 263.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC P-NET • Vários anéis interligados por meio de P-NET-Controllers, que executam a função de roteadores ou gateways. M E E E E M E Controller M E E M E M E M M E M E E M E Controller
  • 264.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC P-NET • O P-NET-Controller pode ser usado para conectar dispositivos não desenvolvidos para a P-NET que possuam uma interface RS-232C, ou ainda estações para outro tipo de rede (por exemplo, Profibus). • O Controller é programado em Process Pascal, que suporta programação concorrente e primitivas de comunicação. • Diversos sistemas baseados em P-NET estão em operação na Europa. • Foi criada para a P-NET uma organização de fabricantes e usuários que dão suporte ao produto, denominada "International P-NET User Organization".
  • 265.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MODBUS • O protocolo MODBUS foi criado em 1978 pela Modicon (hoje Schneider Automation). • O protocolo visava originalmente implementar uma maneira simples de transferir dados entre controladores, sensores e atuadores usando uma porta RS232 (serial convencional). • Após sua criação, tornou-se padrão industrial “de-facto” adotado por muitas empresas com uma segunda opção para intercâmbio de dados. • MODBUS é um protocolo proprietário da Schneider Automation. No entanto, a Schneider Automation optou por uma licença sem royalties e as especificações do protocolo estão disponíveis em seu web-site gratuitamente. – http://modbus.org/
  • 266.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MODBUS • MODBUS é uma estrutura de troca de mensagens usada para comunicação tipo mestre/escravos entre dispositivos inteligentes. • Como o protocolo MODBUS é somente uma estrutura de troca de mensagens, ele é independente da camada física subjacente. • MODBUS é usualmente implementado usando: – RS232; – RS422; – RS485; – sobre uma variedade de meios de transmissão (fibra, rádio, celular, etc.).
  • 267.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MODBUS • Algumas variantes do protocolo original foram criadas posteriormente. – MODBUS PLUS: é um protocolo de maior velocidade baseado em token passing e que usa a estrutura de mensagens do MODBUS original. Os chips MODBUS PLUS são disponibilizados pela Schneider Automation através de um programa chamado MODCONNECT. – MODBUS TCP/IP: usa TCP/IP e Ethernet para transportar a estrutura de mensagens MODBUS. MODBUS/TCP requer uma licença, mas as especificações são de acesso público e não há royalties. MODBUS TCP está disponível na página: http://www.modicon.com/openmbus.
  • 268.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MODBUS • MODBUS suporta dois modos de transmissão: ASCII (American Standard Code for Information Interchange): cada byte da mensagem é enviado como 2 caracteres ASCII. RTU (Remote Terminal Unit): cada byte da mensagem é enviado como 2 caracteres hexadecimais de 4 bits.
  • 269.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Quadro MODBUS • Address: contém 2 caracteres ASCII ou 8 bits RTU. Endereços válidos de escravos estão na faixa de 0 a 247 decimal. Endereços individuais estão na faixa de 1 a 247 (0 para broadcasting). • Function: contém 2 caracteres (ASCII) ou 8 bits (RTU). Códigos válidos vão de 1 a 255 decimal. Este campo indica ao escravo que ação este deve executar. Exemplos: ler grupo de entradas; ler dados de um grupo de registradores; ler status do escravo para diagnóstico; escrever em um grupo de saídas ou registros; permitir carregamento, gravação ou verificação do programa no escravo. Quando o escravo responde ao mestre, este campo indica se a operação ocorreu sem erros (ecoa dado recebido) ou se é uma resposta de exceção (ecoa dado recebido com Msb em 1). ADDRESS FUNCTION DATA CHECKSUM
  • 270.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC MODBU S • Data: usa 2 dígitos hexadecimais na faixa de 00 a FFh. Estes podem ser 2 caracteres ASCII ou um RTU. Contém dados adicionais para uso do escravo (endereços de portas de I/O ou registros, quantidades de itens a manipular, etc.). Se não houverem erros, este campo retorna o valor solicitado ao escravo. Se houver erro, este campo retorna um código de exceção. Este campo pode ser vazio. • Checksum: são usados 2 tipos de checagem de erros (LRC ou CRC), dependendo do modo de transmissão (ASCII ou RTU) • Mais detalhes: MODBUS protocol guide na página http://www.modicon.com/techpubs/toc7.html.
  • 271.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes IBM- A IBM oferece uma série de soluções para a interconexão de equipamentos de chão de fábrica, incluindo, entre outros: - Redes compatíveis com o modelo OSI, tais como MAP - Rede Token-Ring (IEEE 802.5) - Rede Token-Bus (IEEE 802.4) - Diversos softwares para redes (NetBios, PC-LAN, LAN-Server, etc.) - Redes baseadas em uma arquitetura própria denominada SNA (Systems Network Architecture)
  • 272.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes IBM Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Física Usuário serviços NAU Fluxo Dados Controle Transmissão Controle Caminho Controle Enlace Ligação Física Arquitetura SNA
  • 273.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC UC A• UCA = Utility Communications Architecture. • Inicialmente visava integrar dispositivos na área de energia elétrica. • Hoje também usado em instalações de gás, óleo, água e esgoto. • Proposto pelo IEEE e o EPRI (Electric Power Research Institute). • Atualmente na versão 2.0, especificada no IEEE Technical Report 1550 (IEEE TR 1550), de julho de 1999. • Padrões: – IEC 61850 para automação de subestações; – IEC 60870-6 TASE.2 para troca de dados TR entre centros de controle; – IEC 61970 nos centros de controle; – IEC 61968 para interface do sistema de distribuição.
  • 274.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC UC AHistórico:
  • 275.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC UC AFull 7 CO WAN 7 CL Mod 7 CO Reduc. CO Reduc. CL FAIS Ethernet TCP/IP RFC1006 TCP/IP RFC 1070 TCP/IP RFC 1240 7 MMS ACSE MMS CL-ACSE MMS ACSE MMS ACSE MMS CL-ACSE MMS MMS ACSE MMS ACSE MMS ACSE MMS CL-ACSE 6 Apres. CL-Apres. FastByte Apres. Apres. Apres. CL-Apres. 5 Sessão CL-Sessao FastByte Sessão Sessão Sessão CL-Sessao 4 TP4 CLTP TP4 TP0 TCP TP4 CLTP UDP UDP 3 CLNP CLNP CLNP auxiliar IP IP IP 2 1 LLC1 ADLC FT3 ou UCA 1 LLC1 ADLC FT3 ou UCA 1 LLC1 ADLC FT3 ou UCA 1 LLC1 ADLC FT3 LLC1 ADLC FT3 ou Ethernet LLC3 802.4 Token Ring LLC3 ADLC FT3 sobre Ethernet Ethernet SLIP, PPP Ethernet SLIP, PPP Ethernet SLIP, PPP 7 camadas 3 camadas TCP/IP
  • 276.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Automação Predial e Residencial
  • 277.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • LON (Local Operating Network): desenvolvida pela empresa Echolon em 1990 • Aplicações alvo: – automação predial (imótica) – automação doméstica (domótica) – automação de escritórios – automação industrial. • Protocolo de comunicação LonTalk é implementado no processador dedicado NeuronChip, produzido pela Motorola e Toshiba.
  • 278.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • O NeuronChip é composto dos seguintes elementos: − 3 processadores de 8 bits (1° executa MAC, 2° serviços gerais de comunicação, 3° aplicações do usuário); − Porta de conexão ao transceiver, através do qual o NeuronChip se conecta ao meio; − Pinos de entrada e saída, reset, clock e alimentação (5V); − Acesso a um número de série de 48 bits definido pelo fabricante; − Um timer programável; − Sistema de memória, contendo 10 Kbyte ROM, 1 Kbyte RAM e 512 Bytes EEPROM para parâmetros de rede; − 3 temporizadores Watch-Dog (1 para cada processador);
  • 279.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • LonTalk é baseado no RM-OSI e implementa 7 camadas. • Ferramentas de suporte LonWorks incluem: − NeuronChip; − Protocolo LonTalk; − Transceivers que permitem ligar o NeuronChip ao meio físico; − LonBuilder Developer's Workbench: sistema de desenvolvimento orientado a objetos para projeto, implementação e teste de nós LON.
  • 280.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • Camada física: transceivers oferecidos pela Echolon: − FTT-10: par trançado, taxa de 78 Kbps, 127 nós em um barramento de até 2.700 metros ou segmentos de até 500 metros com topologia em estrela ou anel; − LPT-10: par trançado, taxa 78 Kbps, 32 nós com 100 mA cada, 64 nós com 50 mA ou 128 nós com 25 mA, barramento de 2.200 metros ou segmentos de até 500 metros com topologia em estrela ou anel, alimentação pelo fio da rede; − TPT/XF-78: par trançado, taxa de 78 Kbps, barramento com 2.000 metros, 64 nós; − TPT/XF-1250: semelhante ao anterior, mas com taxa de transmissão de 1.25 Mbps para distâncias de até 500 metros;
  • 281.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • Camada física: transceivers oferecidos pela Echolon: − PLT-10A: utiliza como meio físico a rede elétrica por meio da tecnologia spread spectrum (técnica especial de transmissão usada em sistemas com elevados níveis de interferência), operando na faixa de freqüência de 100 KHz até 450 KHz com taxa de transmissão de 10 Kbps; − PLT-20: idem ao anterior, mas com freqüência de 125 KHz a 140 KHz com taxa de transmissão de 5.4 Kbps; − PLT-30: idem aos anteriores, mas com freqüência de 9 a 95 KHz e taxa de 2 Kbps.
  • 282.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • Transceivers de outros fabricantes: − RF-300: usa sinais de rádio freqüência de 300MHz, taxa de transmissão de 1.200 bps (rede sem fio); − RF-450: idem, com 450 MHz e taxa de 4800 bps; − RF-900: idem, com 900 MHz e taxa de 39 Kbps; − IR: usa sinais em infravermelho, com taxa de transmissão de 78 Kbps; − Fibra ótica: taxa de transmissão de 1.25 Mbps; − Cabo coaxial: taxa de transmissão de 1.25 Mbps.
  • 283.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • Camada de enlace: – subcamada MAC: CSMA preditivo p- persistente com detecção de colisão e atribuição de prioridades às mensagens (comportamento preditivo quando é usado serviço com reconhecimento) – subcamada LLC: serviços sem conexão (com ou sem reconhecimento) e oferece funções de montagem de quadros e checagem de erros com CRC. • Elementos para interconexão de subredes LON: – roteadores (ex.: RTR-10) – pontes
  • 284.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON Nó Nó Nó Nó Par trançado Nó Nó Nó Nó Router Rede elétrica Router Nó RF Nó RF Nó RF Router Nó Nó Nó Nó Fibra ótica
  • 285.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • NeuronChip programado em Neuron C (orientação a objetos, suporte a programação concorrente, 37 novos tipos de dados definidos na especificação SNVT (Standard Network Variable Types) e mecanismos de passagem de mensagem). • LON ainda pouco conhecido no Brasil. • Mais de 1 milhão de nós de rede LON instalados nos Estados Unidos. • Em 1994 criado grupo "LonMark Interoperability Association” (inclui empresas como Honeywell, Detriot Edison, IBM, Microsoft e Leviton). • Esta associação executa testes e certificação de conformidade para produtos que queiram ter o logotipo LonMark e define diretivas para interoperabilidade.
  • 286.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC LON • A maioria dos nós LON instalados estão em aplicações de automação predial e residencial. • Existem estações baseadas no NeuronChip para: – controle de lâmpadas e eletrodomésticos; – termostatos e sistemas HVAC (Heating, Ventilation and Air Conditioning, ou calefação, ventilação e ar condicionado); – sensores de presença e segurança em geral; – sensores de luminosidade ambiente; – equipamentos de áudio e vídeo (por exemplo, Home Theaters); – gerenciamento de energia; – controle otimizado de elevadores; – subsistemas de água e gás (válvulas, sensores de nível e outros componentes), etc.
  • 287.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes para Ambientes Submarinos
  • 288.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes Acústicas• Comunicação subaquática tradicionalmente limitada a aplicações militares (submarinos, torpedos teleguiados, sonares). • Primeiro sistema de comunicação UWA (Under-Water Acoustic): telefone criado em 1945 para comunicação com submarinos (águas rasas, modulação FSK de 8 a 11 khz). • Recentemente surgiram várias aplicações civis: – Exploração submarina para fins científicos; – Soldagem e reparação de cascos de navios e dutos por robôs submarinos; – Monitoração de poluição; – Veículos submarinos não tripulados (AUV = Autonomous Underwater Vehicles); – Sensores e atuadores submarinos (sismógrafos, válvulas, etc.); – Comunicação entre mergulhadores; – Montagem/manutenção/operação de plataformas de exploração/produção de petróleo.
  • 289.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes Acústicas• Geração de sinais: – Sinais de rádio: para boa propagação na água, requerem ondas de baixíssima freqüência (30 a 300 Hz) => antenas grandes e transmissores de alta potencia. – Sinais óticos: principal problema não é atenuação, mas dispersão. – Sinais acústicos: melhor solução, podem se propagar na água por milhares de Km. • Requisitos para tipos de dados mais usuais: – Sinais de controle (comando de válvulas, solicitação de status, comandos de navegação para AUV, etc): requerem cerca de 1Kbps; – Dados telemetria (hidrofones, sismógrafos, sonares, etc): requerem cerca de 10Kbps; – Vídeo: requer de 10Kbps a 500Kbps para boa taxa atualização.
  • 290.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes Acústicas• Problemas tecnológicos a superar: – Perda de transmissão: espalhamento de energia e absorção de som (proporcional ao quadrado da distância); – Ruído acústico: pior em águas rasas, portos, etc. – Reverberação: propagação de sinal por múltiplos caminhos causada por reflexão em obstáculos (desvanecimento de Rayleigh); – Variações espaciais e temporais do meio (temperatura/densidade água, obstáculos móveis, etc.): problema pior se estações móveis. • Considerações de projeto de sistemas UWA: – Importante eliminar reverberação (muito pior que rádio). – Uso de dispositivos direcionados: problemático se estações móveis; – Técnicas FSK com tempo de espera entre pulsos de mesma freqüência (espera ecos desaparecerem); – Técnicas Spread-Spectrum; – Uso de equalizadores.
  • 291.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Redes Acústicas• Tipos de sistemas UWA em uso: – Longo alcance: 20Km até 2.000Km, modulação FSK de 200Hz até 10KHz, taxas de transmissão baixas (típico: 1 bps); – Médio alcance: 1Km até 20Km, uso em águas rasas, modulação FSK de 10KHz até 100KHz, 5Kbps; – Curto alcance: até cerca de 60m, uso para robôs de manutenção e mergulhadores em águas rasas, modulação FSK de 1MHz, taxa de 500Kbps. • Pesquisas atuais: – Uso de PSK e QAM (Quadrature Amplitude Modulation) em lugar de FSK; – Testes com sinais capazes de se propagar por todo o planeta (testado sinal gerado Austrália e lido na Califórnia/USA); – Desenvolvimento de ALAN (Acoustic LAN): tendência de usar protocolos MACA e MACAW (IEEE 802.11), multiplexação de canais por TDM ou CDMA+Spread Spectrum.
  • 292.
    M. R. Stemmer– S2i / DAS / UFSC Produtos: Conclusão• Grande variedade de produtos para redes de comunicação no mercado • A maioria dos produtos comerciais existentes foram desenvolvidos para aplicações em automação de escritórios • Já há produtos específicos para automação • Consenso sobre a necessidade de definir sistemas de comunicação padronizados • Metas: – Interoperabilidade – Intercambiabilidade

Notas do Editor

  • #232 Important: CAN as well as the existing DeviceNet specifications allow multi-master, change-of-state, cyclic data production, and peer-to-peer paradigms. (System behavior still needs to be defined). A-B will NOT have to “rev. the specs” to accommodate any of these paradigms..