Este estudo comparou avaliações subjetivas e objetivas da flexibilidade em 52 adultos. Os resultados das avaliações relacionaram-se significativamente (r=0,73), mas cerca de 25% dos indivíduos apresentaram diferenças superiores a 10% entre as avaliações. Embora não tenham diferido significativamente, os indivíduos mais flexíveis tenderam a subestimar sua flexibilidade na autoavaliação. Mais estudos são necessários para investigar a aplicabilidade da autoavaliação de componentes da aptidão física.