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Prestação de Contas Final

Referência:
Código do empreendimento: 2008-SMT-170
Número de contrato: 357/2008
Nome do empreendimento: PARÂMETROS TÉCNICOS E INDICADORES DE
RESTAURAÇÃO DE MATAS CILIARES DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
Razão social do interessado: UNIVERSIDADE DE SOROCABA - FUNDAÇÃO DOM
AGUIRRE

1. INTRODUÇÃO

Com o intuito de organizar o setor de sementes florestais nativas no bioma da Floresta
Estacional Semidecidual, várias instituições ligadas ao setor, resolveram se juntar e fundar
uma rede de sementes que vem atuando desde 2005. Fazem parte dessa rede de sementes
florestais a Fundação Florestal do Estado de São Paulo, a ECOAR Florestal (articulador), a
Universidade de Sorocaba (UNISO), a Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP de
Botucatu, o Instituto Florestal de Botucatu, o IBAMA (agora ICMBio) através da Flona de
Ipanema em Iperó, a UFSCAR de Sorocaba e o DEPRN (agora CETESB) de Sorocaba.
A proposta desse projeto foi a de avaliar a restauração de matas ciliares na área do
Comitê de Bacias dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, elaborando um diagnóstico da situação,
sugerindo a adoção de bioindicadores. A partir dessa avaliação pretende-se propor diretrizes
que contribuam para os processos de avaliação de projetos de restauração de matas ciliares
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pelo Comitê. Com isso, busca-se contribuir para a melhoria da qualidade das futuras
restaurações florestais nativas em áreas ciliares de mananciais de abastecimento público, em
todos os municípios da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê. Através do
conhecimento técnico-científico relacionado à efetividade dos plantios realizados nos planos
de recuperação de áreas degradadas – PRAD, se tornou possível a elaboração de propostas
técnicas que possibilitarão a tomada de ações para melhorar a integração e o planejamento
dos futuros projetos de recuperação de áreas degradadas. Desta forma, os resultados deste
projeto devem contribuir

para a formulação de políticas públicas e de financiamento do

FEHIDRO, no que se refere ao desenvolvimento e implantação dos projetos de RAD no
Âmbito do Comitê de Bacias dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, como também para os demais
Comitês do Estado de São Paulo.
Na área da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, foi realizado
levantamento dos locais de plantios realizados com recursos do FEHIDRO e aqueles
decorrentes de termos de compromisso de recuperação ambiental - PRAD. Foram obtidas
informações sobre os métodos e sistemas de recuperação de áreas degradadas visando
identificar práticas, técnicas e espécies potenciais para projetos de Recuperação de Áreas
Degradadas (RAD). Infelizmente os registros das metodologias dos RAD’s levantados junto
aos diversos órgãos onde se buscaram estas informações, encontraram-se bastante
precários, com informações pouco consistentes. Desta forma, as práticas e atividades dos
RAD’s

foram sistematizadas, para identificar os processos de resiliência através de

bioindicadores, definidos pelo corpo técnico do projeto. Para finalizar, este projeto propõe
uma discussão e apresenta propostas de políticas públicas baseadas na realidade sócioeconômica e ambiental da bacia e técnicas para a integração e planejamento de RAD para a
bacia como um todo, contribuindo para políticas públicas e de financiamento do FEHIDRO.
Com isso, o Projeto contribui para que os futuros projetos de RAD possuam uma
qualidade muito maior e que sejam melhor controlados e monitorados, potencializando o uso
dos recursos financeiros do FEHIDRO, criando as condições para que os plantios de matas
ciliares em mananciais da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê tenham
sustentabilidade e apresentem as funções ecológicas e hidrológicas esperadas para esse tipo
de floresta.
A principal fonte de informações utilizada na identificação dos projetos de RAD foi o
arquivo de processos de TACs (Termos de Ajuste de Conduta) e TCRAs (Termos de
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Compromisso de Recuperação Ambiental) existentes nos escritórios da CETESB em
Sorocaba, Itú e Botucatu e por meio de projetos realizados pelas prefeituras que estão
inseridas dentro das Bacia dos Rios Sorocaba e Médio Tietê.
Após o levantamento destas informações, foram necessárias a identificação dos
projetos de RAD, e então estabeleceu-se um banco de dados que possibilitou à equipe do
projeto ter um panorama geral dos projetos de RADs existentes na Bacia. Assim, foram
obtidas informações como: distribuição geográfica, área de plantio, tempo de plantio, espécies
utilizadas, entre outras.

2. REVISÃO TEÓRICA E ESTABELECIMENTO DA METODOLOGIA

Precedendo ao inicio das análises para o estabelecimento dos parâmetros técnicos, foi
realizado um levantamento bibliográfico para situar e referenciar o tema em questão,
especialmente sobre o estado da vegetação natural na região e os parâmetros técnicos
envolvidos no estabelecimento dos indicadores ecológicos a serem utilizados.

2.1

Vegetação e Restauração de Áreas Degradadas

O Domínio da Floresta Atlântica Brasileira originalmente estendia-se por 150 milhões
de hectares distribuídos em condições elevadas de heterogeneidade ambiental ao longo da
costa oriental brasileira, favorecendo altos níveis de endemismos e rica diversidade biológica.
Neste bioma ocorrem cerca de 20.000 espécies de plantas vasculares, 261 de mamíferos,
688 de aves, 200 de répteis, 280 de anfíbios e muitas outras que ainda requerem descrição
científica (SILVA & CASTELETI, 2003). Vários estudos estimaram a cobertura remanescente
da Floresta Atlântica Brasileira com uso de diferentes métodos e critérios e os resultados
obtidos foram distintos. Enquanto dados anteriores consideravam que ainda existia 7-8% da
cobertura original (SOS MATA ATLÂNTICA/INPE, 1993, 2000); a estimativa recente é de que
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10,6% (SOS MATA ATLÂNTICA/INPE, 2008) a 27% (IESB et al., 2007) da cobertura original
ainda se mantenha.
Recentemente foi publicado estudo conduzido no Domínio da Mata Atlântica, cujos
pesquisadores visaram conhecer, por meio de sensoriamento remoto, o quanto ainda existe e
a distribuição espacial dos fragmentos remanescentes (RIBEIRO et al., 2009). Segundo os
autores, embora tenha sido constatado que a área de cobertura remanescente (11,4 – 16,0%)
seja maior do que a de 10,6% (SOS MATA ATLÂNTICA/INPE, 2000) atualmente aceita, o
grau de fragmentação é altíssimo. Os maiores fragmentos localizam-se na Serra do Mar e
juntos totalizam mais de 2.000.000 ha (13% da cobertura remanescente). Por outro lado,
83,4% dos fragmentos de Floresta Atlântica são menores do que 50 ha e somam 20% da
cobertura remanescente. Fragmentos menores de 250 ha representam 97% do número total e
somam quase 42% da área de floresta, ao contrário de 0,03% (77 fragmentos) maiores que
10.000ha (RIBEIRO et al., 2009).
Na bacia hidrográfica dos rios Sorocaba e Médio-Tietê, 83% dos fragmentos mapeados
apresentam área até 20 hectares. Já o município de Sorocaba detém 100 fragmentos de
remanescentes florestais com área menor do que 10 hectares, dos 155 mapeados, o que
representa a segunda maior concentração de fragmentos florestais do estado (KRONKA et al.
2005) e se caracteriza como uma zonal ecotonal, com intersecção de florestas estacional,
ombrófila mista e densa, com áreas de cerrado (ALBUQUERQUE & RODRIGUES, 2000).
Nesta região, a restauração de áreas degradadas deve ser prioritária, não só com o
objetivo de recompor a vegetação, mas também de recuperar a conectividade entre os
fragmentos de mata remanescentes, restaurando também a funcionalidade da paisagem. A
restauração de áreas degradadas no Estado de São Paulo é estabelecida por legislação
específica e pode resultar de medidas legais impostas para compensar danos ambientais no
ato do licenciamento ambiental (Termos de Compromisso de Recuperação Ambiental –
TCRA) ou para restauração de áreas de preservação permanente e averbação de reserva
legal.
Os TCRAs têm a finalidade de estabelecer as ações compensatórias proporcionais ao
dano em tela, que deverão constar no Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) a
ser implantado. Neste contexto, as Resoluções SMA n.° 21/01, n.° 47/03, n.° 08/08 tratam das
diretrizes sobre a implantação do reflorestamento heterogêneo para recuperação de áreas
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degradadas. Propositalmente, priorizam as seguintes áreas: (a) aquelas consideradas de
preservação permanente pela Lei Federal n° 12.651 de 2012 (artigo 4º), em especial
localizadas em nascentes e olhos d'água; (b) de interligação de fragmentos florestais
remanescentes na paisagem regional (corredores ecológicos) e (c) de elevado potencial de
erodibilidade, tendo em vista as relevantes funções destas áreas para a dinâmica ecológica.
Contudo, a eficiência da recuperação destas áreas depende também de ações de
avaliação e monitoramento da restauração da integridade ecológica (TIERNEY et al., 2009). O
monitoramento ao longo do tempo de alguns parâmetros pode servir como ferramenta para a
avaliação dos objetivos contidos nos projetos (GANDOLFI, et al., 2006). Para isto é
necessária a aplicação de indicadores ecológicos capazes de avaliar a restauração de
processos ecológicos e a recuperação de uma área (RODRIGUES, 1998).
Os sistemas ecológicos são dinâmicos e flutuações em suas características são
naturais, sendo tais flutuações dependentes de fatores intrínsecos ao próprio ambiente e à
estabilidade das populações (RICKLEFS, 2003). Por isto, informações de referência que
subsidiem a avaliação e o monitoramento das áreas restauradas são de fundamental
importância (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A demanda por estas informações e a relevância
prática do conceito de integridade ecológica (TIERNEY et al., 2009) direcionaram os objetivos
deste estudo que, de forma geral, busca selecionar um conjunto de indicadores capazes de
avaliar áreas em processo inicial de restauração (em torno de 10 anos), permitindo exprimir e
analisar a capacidade de autoregeneração e resiliência do sistema.

2.2 Integridade Ecológica

A integridade ecológica é o conceito-chave para o manejo de recursos naturais e
proteção ambiental, fundamental para a seleção de variáveis de monitoramento e avaliação
do progresso rumo aos objetivos do manejo ecologicamente fundamentado (ANDREASEN et
al., 2001; NIEMI & McDONALD, 2004; TIERNEY et al., 2009). Em muitos órgãos
internacionais este conceito é sinônimo de qualidade ambiental (ANDREASEN et al., 2001).
Um índice aquático de integridade biótica (IBI) foi desenvolvido, testado e é largamente
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usado, mas nenhum índice terrestre de integridade do ecossistema existe. O IBI é baseado
em 12 medidas de reprodução, composição, saúde e abundância de peixes (KARR, 1981).
O conceito de integridade ecológica está relacionado com a integridade biológica e a
saúde ecológica, e é considerada ferramenta prática para o manejo e monitoramento
ambiental (TIERNEY et al., 2009). Segundo os mesmos autores, integridade é a qualidade de
ser “indestrutível” (unimpaired), “perfeito” (sound) ou completo.

O conceito refere-se à

totalidade do sistema, incluindo presença de determinadas espécies, populações e
comunidades e ocorrência de processos ecológicos em taxas e escalas distintas (KARR,
1981), bem como as condições ambientais que suportam esses taxa e processos (DALE &
BEYELER, 2001). A integridade ecológica tem sido definida como medida de composição,
estrutura e função do ecossistema, em relação às variações naturais ou histórico de variações
(ANDREASEN et al., 2001; DALE & BEYELER, 2001; TIERNEY et al., 2009). Segundo Niemi
& McDonald (2004), não é fácil avaliar a integridade ecológica de um ecossistema, pelo
caráter abrangente de variáveis que atuam sob determinado organismo ou população.
A primeira etapa no sentido de analisar a integridade ecológica é definir-se um conjunto
de dados capazes de distinguir um cenário muito degradado de um apenas degradado em
comparação com aqueles estados “perfeitos”, “indestrutíveis” e “funcionais”, ou seja, ter
informações de referência, além da atribuição de pesos e notas aos indicadores (TIERNEY et
al., 2009). As medidas selecionadas devem ter propriedades capazes de tipificar um
ecossistema particular ou atributos que mudem previsivelmente em resposta ao estresse,
sendo abrangente o suficiente para conter medidas de estrutura, função e composição de um
ecossistema no espaço e no tempo (ANDREASEN et al., 2001; NIEMI & McDONALD, 2004;
TIERNEY et al., 2009). Além disto, deve ser de acesso prático, mensurável, acessível,
comparável, sensível e compatível com os objetivos do projeto (BARBOSA, 2001; DALE &
BEYELER, 2001).
A segundo etapa é determinar os pontos que distinguem as condições esperadas,
aceitáveis, daquelas indesejadas e sujeitas ao manejo (TIERNEY et al., 2009). Por isto, cabe
reforçar a necessidade de se ter áreas de referência em estudos que avaliem o sucesso de
projetos de restauração para definição de padrões estabelecidos para diversas regiões, de
modo que sirvam como referenciais de comparação (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005).
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2.3.

Indicadores Ecológicos

O público tem crescentemente reivindicado o melhor entendimento sobre as condições
do ambiente e se estas se tornam piores com o passar do tempo (NIEMI & McDONALD,
2004). O desenvolvimento de indicadores cientificamente testados para estabelecer linhas de
base e tendências ambientais é uma necessidade universal de vários níveis e, por isso,
governos federais nos Estados Unidos e Canadá (Environment Canada and U.S. EPA 2003),
Europa

(www.eionet.eu.int)

e

Australia

(www.csiro.au/csiro/envind/index.htm)

têm

desenvolvido ou estão desenvolvendo programas de monitoramento com uso de indicadores
ecológicos. Acordos internacionais recentes têm reivindicado o uso de indicadores sobre o
estado do ambiente (NIEMI & McDONALD, 2004). Eles podem ser usados para avaliar as
condições do ambiente, o grau de degradação da paisagem ou avaliar o sucesso de projetos
de restauração (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005; GODÍNEZ-ALVAREZ et al., 2009; BRANCALION,
et al., 2009). Em virtude de a população humana continuar a crescer exponencialmente
(COHEN, 2003) e a consequente demanda ambiental, a aplicação de indicadores para
determinar o status e as tendências nas condições ambientais continuará a crescer (NIEMI &
McDONALD, 2004).
Os últimos 40 anos têm enunciado rápida aceleração no interesse científico para o
desenvolvimento e uso de indicadores ecológicos, inclusive, em 2001, um periódico científico
chamado Ecological Indicators foi criado (NIEMI & McDONALD, 2004). As justificativas para o
uso de indicadores vêm da necessidade de avaliar, estimar, calcular as condições nos
mecanismos regulatórios, sustentabilidade ou decisões referentes à biodiversidade (NIEMI &
McDONALD, 2004). Porém, embora indicadores permitam avaliar e monitorar as condições
ambientais, o desenvolvimento destes é considerado um desafio pelo caráter ecológico
complexo, determinado por inúmeras variáveis (DALE & BEYELER, 2001; TIERNEY et al.,
2009).
Os principais desafios estão em identificar os objetivos específicos do monitoramento,
definir quais dados coletar e, definitivamente, interpretar e comunicar os resultados (NOON,
2003). Os objetivos do monitoramento são dirigidos pelos objetivos do manejo, os quais irão
variar consideravelmente entre diferentes programas. Desde que os objetivos estejam
estabelecidos, deve-se dar cuidadosa atenção às variáveis específicas para contemplá-los
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(NOSS, 1999). Como é impossível monitorar todas as variáveis de interesse, alguns critérios
e processos devem ser usados para identificar aquelas que fornecerão as informações mais
úteis pelos menores custos de aplicação (NOSS, 1999; DALE & BEYELER, 2001; TIERNER
et al., 2009). Além disto, um programa de monitoramento só cumprirá suas funções se os
resultados forem interpretados e submetidos à publicação.
Diversas linhas de pesquisa foram desenvolvidas na tentativa de embasar o sucesso
da restauração com os indicadores, dentre elas as características da vegetação (WALTERS,
2000; WILKINS et al., 2003), diversidade de espécies (McCOY & MUSHINSKY, 2002) e
processos ecológicos (RHOADES et al., 1998). Outros autores sustentam abordagens mais
integradas, que incluam muitas variáveis para fornecer uma medida melhor do sucesso da
restauração (HOBBS & NORTON, 1996; NECKLES et al., 2002; SER 2004).

3. DEFINIÇÃO DE INDICADORES

O conjunto de indicadores desenvolvido no presente estudo foi baseado no paradigma
da integridade ecológica, que ressalta os três atributos básicos de um ecossistema:
composição, estrutura e processos ecológicos (ANDREASEN et al., 2001; NIEMI &
McDONALD, 2004; TIERNEY et al., 2009). Para contemplar esta premissa, parte dos
indicadores ecológicos foi adaptada da metodologia proposta no referencial teórico para
ações de restauração da Mata Atlântica, elaborada pelo Laboratório de Ecologia e
Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP) (BELLOTTO et al., 2009).
A aplicação dos indicadores será realizada nas áreas de estudos e em cada área
estudada serão demarcadas 5 parcelas de 100 m² (10 x 10 m) de modo aleatório simples,
visando representar toda área de revegetação, perfazendo o total de 500 m² amostrados.
Os indicadores ecológicos foram classificados nas seguintes categorias: (a)
perturbações antrópicas – avaliam os fatores de degradação do ambiente, da paisagem e a
presença de distúrbios naturais ou antrópicos; (b) composição – representam o arranjo e a
diversidade florística das espécies ocorrentes nas áreas, bem como a presença de grupos
funcionais e o desenvolvimento da vegetação; (c) estrutura – relacionada à biota, expressa a
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estrutura vertical da comunidade, a abundância de espécies e a distribuição espacial dos
indivíduos; e (d) função – expressam as funções ecológicas, tais como proteção do solo,
competição, sanidade e sucessão, os quais podem afetar o funcionamento da comunidade.
Assim, após debate entre os técnicos do grupo gestor do projeto, decidiu-se pelo uso
dos seguintes indicadores:

Ø Indicadores de perturbações antrópicas
A eliminação dos fatores de degradação é indispensável para a restauração de áreas,
sendo que a presença e a intensidade desses fatores podem determinar o sucesso ou
insucesso dessa atividade (SER, 2004). Nas áreas selecionadas, em cada parcela serão
avaliados a presença ou indícios de ocorrência de fogo, lixo, resquícios de práticas religiosas
e vestígios do uso em lazer, bem como a de estradas, trilhas e sinais de pastejo de animais
domésticos e/ou gado. Para cada um destes sinais, será observado o grau de perturbação
atribuindo-se as qualidades conforme os “cenários desejáveis e indesejáveis” delineados para
cada indicador.
Ø Indicadores de composição
Dentre os diferentes atributos a serem monitorados nas áreas restauradas, a
diversidade e a similaridade com áreas naturais são considerados representativos, uma vez
que estes contribuem para a manutenção e monitoramento da integridade do ecossistema e
sua resiliência (SER, 2004). Como medidas de diversidade foram calculados: riqueza de
espécies (S), índice de diversidade de Shannon (BROWER & ZAR, 1984) (H’) e o índice de
equabilidade (J’) de Pielou (1977). As espécies foram identificadas segundo o Angiosperm
Phylogeny Group II (APG II, 2003), sendo inclusos todos os indivíduos de espécies arbóreas
cujo centro do tronco se encontrava dentro das parcelas de 100m².
A presença de espécies exóticas foi analisada considerando nesta categoria as
espécies não ocorrentes na Floresta Atlântica ou na região de estudo. Para fins de
interpretação e análise dos resultados foram estabelecidos valores de referência de cada um
dos atributos com base na legislação sobre reflorestamento heterogêneo com espécies
nativas arbóreas no estado de São Paulo (Resolução SMA nº 8, de 31 de janeiro de 2008). A
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diversidade (H’) e equabilidade (J’) , que

são usados para avaliar a diversidade de uma

determinada comunidade. Assim, consideraram-se as proporções relativas de cada especie,
quanto mais semelhantes, maior a equitabilidade e desta forma foram comparadas à área de
fragmento de referência (AR).
A presença de espécies epífitas, cipós e lianas indicam o aumento da complexidade do
sistema e, portanto, se caracterizam como potenciais indicadores (POGGIANI & OLIVEIRA,
1998). No levantamento da presença de epífitas e cipós buscou-se também determinar sua
localização no tronco em relação ao solo. Para fins de interpretação dos resultados, enquanto
a presença de epífitas foi considerada como cenário desejável, as lianas/cipós foram
consideradas como estados antagônicos de integridade.
Ø Indicadores de estrutura
Os indicadores de estrutura foram analisados com base em seus parâmetros
abundância e distribuição de plantas e estrutura vertical. Em relação à abundância, para cada
parcela foi calculada a densidade de indivíduos (indivíduo.ha-¹). Ainda como caracterização
estrutural, a altura total dos indivíduos (Ht), altura do fuste (Hf) e a circunferência à altura do
peito (CAP) foram obtidas para todos os indivíduos arbóreos das parcelas, cujos dados
serviram para cálculo do incremento médio anual (IMA).
Ø Indicadores de função
Com base no que propõe SER (2004), os indicadores de função foram estabelecidos para
analisar o funcionamento das áreas revegetadas e sua capacidade de auto-sustentabilidade e
resiliência. Em termos de função foram analisadas as funções relativas à proteção do solo,
aporte de biomassa e nutrientes, competição interespecífica, sanidade e condições para
favorecer o processo sucessional em longo prazo.

3.1. Escolha de Área de Referência
A seleção da área de referência levou em consideração o conhecimento de pesquisa
acumulado e a sua representatividade na paisagem tendo se baseado nos estudos realizados
por Piña-Rodrigues et al. (2011). Para tanto, foi selecionado um conjunto de fragmentos
florestais situados na região da Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê, no
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município de Sorocaba, na latitude 23º 34’ 40,02”S e longitude 47º 31' 17,80”W, no estado de
São Paulo. A florística destas áreas foi realizada por Coelho (2008) em 15 parcelas de 100
m², sendo seus dados empregados como referencial e agregados ao levantamento realizado
por Kortz (2009).
A área de referência situa-se no Câmpus da UFSCAR de Sorocaba, esta na Sub-bacia
4, estando inserida em uma região de transição entre o Planalto Atlântico e a Depressão
Periférica Paulista. O tipo de solo presente é o latossolo vermelho-escuro segundo o Mapa
Geomorfológico do Estado de São Paulo (1981).
O clima da região é tropical quente e úmido com inverno seco e verão chuvoso. No
verão, as médias térmicas são superiores a 22°C e a pluviosidade média é cerca de 200 mm;
o inverno corresponde à estação seca, com temperatura média inferior a 18° C e índice
pluviométrico mensal de cerca de 30 mm. Na classificação de Köppen predomina o clima Cwa
na depressão periférica e Cwb nas áreas mais elevadas. A cobertura vegetal original região é
do tipo estacional semidecidual, não apresentando nenhuma formação de caráter primário.
Como resultado da alteração da paisagem, as florestas foram substituídas por campos e
pastagens, os quais são interrompidos por matas altas como faxinais, cerrados, capoeirões e
matas ciliares. Estes fragmentos estudados no Câmpus da UFSCAR, possuem mais de 10
anos de processo de regeneração natural e foram utilizados como áreas de referencia, para
as comparações com os dados levantados nas áreas de RAD.

4. AQUISIÇÃO DE DADOS
As áreas visitadas para levantamento dos dados de campo foram definidas através de
sorteio, sendo escolhidas duas áreas por sub-bacia com no mínimo 0,5 ha.
Devido a grande dificuldade para a localização e contato com alguns proprietários e
também para a obtenção das cartas de anuência, a metodologia sofreu pequena alteração e
passou-se a buscar áreas próximas as que foram sorteadas, com características e tamanho
semelhantes as escolhidas inicialmente por sorteio, e onde o proprietário concordasse em
participar do projeto emitindo uma carta de anuência.
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Em cada área visitada, foram estabelecidas 05 parcelas amostrais de 10x10 m e
levantados os seguintes dados: espécies (nome científico e popular); diâmetro altura do peito
(DAP); diâmetro altura do colo (DAC); altura do fuste, bifurcação e altura do indivíduo;
síndrome de dispersão; estágio sucessional; posição; presença/ausência de epífitas;
avaliação da sanidade por meio da verificação de herbivoria; presença de cipós e lianas e
deficiência mineral; textura e declividade do solo; nível de perturbação da área; ocorrência de
fogo; presença de pastejo por animais domésticos; presença de trilhas e caminhos; presença
de artefatos de atividades religiosas; e outras observações que se julgaram interessantes
durantes as visitas.
A porcentagem de cobertura do solo foi estimada utilizando o método do número de
interseções. Para tanto foi empregado um quadrado de madeira de 0,50 x 0,50 m subdividido
em quatro partes iguais. A interseção entre as linhas divisórias definiu um ponto e representou
uma área, conforme o espaçamento adotado. O somatório desses pontos forneceu a
porcentagem de cobertura do solo. Para tal, o quadrado de madeira foi lançado três vezes ao
acaso dentro de cada parcela das unidades experimentais, onde foram colhidas informações
sobre serrapilheira, gramíneas, cobertura morta e solo desnudo.
As identificações das plantas foram realizadas diretamente em campo e nos casos de
dúvida, foram coletadas amostras e enviadas aos laboratórios da Uniso e da Ufscar para a
devida identificação botânica. As classificações de estágio sucessional e grau de ameaça,
foram obtidos com base na Resolução SMA 08/08.
Para definir o índice de fechamento do dossel, em todas as áreas de amostragem
onde foram efetuadas as avaliações da cobertura do solo, também foram feitas medidas com
o uso de um densiômetro de dossel (canopy densiometer). O aparelho consiste de um
espelho convexo quadriculado, que mantido na horizontal abaixo do dossel e a 1m de altura
da superfície do solo, tem o reflexo visto no espelho. Cada quadrícula que apresenta mais de
50% de sua superfície coberta com dossel é contada. Ao final, o número de quadrículas
cobertas pelo dossel é dividida pelo número total de quadrículos do espelho, representando a
fração coberta pelo dossel.

As análises para determinação do desenvolvimento dos projetos de RAD foram as
seguintes:

Diversidade de funções sucessionais das espécies, Diversidade de espécies
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arbóreas, Riqueza de espécies nativas, Densidade de indivíduos arbóreos (nº.ha-1), Nº de
indivíduos/grupo sucessional, Equitabilidade, CAP médio (cm) ou DAC médio (cm) quando em
mudas jovens, Altura média dos indivíduos arbóreos (m), Epífitas (Presença/Ausência), Cipós
e lianas(Presença/Ausência), Presença humana (impactos negativos), Cobertura do solo,
Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) e Serrapilheira, como apresentado na
Tabela 1.
Para cada área de RAD visitada, foram montadas tabelas de caracterização das
restaurações, e gerados gráficos com indicadores de restauração. Também para cada área,
são apresentados no ANEXO II os dados brutos com as informações colhidas.
Estes parâmetros estudados por meio das informações colhidas em campo e nos
processos levantadas, nos permitiram avaliar a estabilidade e a resiliência dos RAD’s,
discutindo com base nas informações geradas, sobre a qualidade dos projetos e inferindo
sobre as possibilidades de efetiva recuperação da área degradada. Ou seja, quanto melhores
os dados que mostrem sua maior estabilidade e resiliência, mais próximos de uma situação
positiva estes RAD estariam, atestando assim a eficiência do processo de recuperação da
área.
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Descritores

Dimensão

Atributo

Tabela 1. Informações utilizadas para as análises do desenvolvimento dos projetos de RAD.

Indicadores

Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de sp arbóreas

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

Diversidade da comunidade.

Estabilidade e resiliência

Riqueza de espécies
nativas

CAP médio (cm) até aos 45 anos de idade

Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Cenários positivos e
referenciais

Maior número de espécies não
pioneiras presentes no sistema
Índice de Shannon próximo ao
esperado para fragmentos
referência estudados da região
com H´= 3,676 bits.ind
Indesejável: Res. SMA n°.08/08
indica 80 espécies.
Regular: Baixa diversidade
prejudica o estabelecimento da
comunidade futura.
Desejável: de acordo com a
legislação
Indesejável: alta mortalidade,
considerando a densidade de
plantas recomendada pela SMA
08/08.
Regular: valores médios de
densidade baseados na SMA
08/08.
Desejável: valores aproximados
aos recomendados pela SMA
08/08.
Indesejável: não atende a SMA
nº 08/08
Desejável: atende a SMA nº
08/08
Índice de Pielou (J’) similar ao
de áreas de floresta secundária
da região. Valor da área de
referência AR1 – J´= 0,854
(E.C. LEITE & S. COELHO,
dados não publicados)
Indesejável: reflete crescimento
lento dos indivíduos ou
replantios constantes (< 5 cm)
Regular: valores considerados
médios de crescimentos para
plantios com até 4-5 anos (10 a
15 cm)
Desejável: valores considerados
compatíveis com plantios de
restauração de 4-5 anos. (> 15
cm)
Indesejável: reflete crescimento
lento dos indivíduos ou
replantios constantes. (< 0,5 m)
Regular: valores considerados
médios de crescimentos para

Parâmetros

P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)

Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1

< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3

<40% e >60% de
espécies/grupo = 3
>40% e <60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1

< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3

< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
15

Epífitas
(Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Funcionamento

Presença humana
(impactos negativos)

Ausência de fogo na área

Cobertura do solo

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

plantios com até 4-5 anos (de
0,5 a 1,0 m)
Desejável: valores considerados
compatíveis com plantios de
restauração de 4-5 anos. (> 1,5
m)
Indesejável: ausente
Desejável: presente, predomínio
de posição nos terços
superiores (TS) e médios (TM)
dos indivíduos arbóreos.
Indesejável:Dominando a copa
das árvores, em especial os
terços superiores e médios
Desejável: ausente ou em
equilíbrio

Cobertura do solo por
vegetação, excluindo-se a
cobertura morta com valores
superiores à 50%
Indesejável: ausência de
regenerantes.
Regular: presença de alguns
regenerantes na área
Desejável: presença de
regenerantes
Serrapilheira cobrindo o solo
com valores similares à uma
àrea de floresta secundária na
região (AR-1)

Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta
15-59% - média
< 15% - baixa
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de
referência= 3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

Tabela 2. Classificação dos Indicadores Ecológicos.
Perturbação

Indicadores Ecológicos

Categorias

Antrópica
Presença humana
(impactos
negativos)

Composição

Estrutura

Função

Diversidade de
funções sucessionais
das sp
Riqueza de espécies
nativas

Densidade de
indivíduos arbóreos
(nº.ha-1)
CAP médio (cm) até
aos 4- 5 anos de idade
Altura média dos
indivíduos arbóreos
(m) até aos 4 - 5 anos
Diversidade de sp
arbóreas

Diversidade de
funções sucessionais
das sp

Equitabilidade
Epífitas
(Presença/Ausência)
Cipós e
lianas(Presença/Ausê
ncia)

Cobertura do solo
Cobertura do solo
com regenerantes
(herbáceas)
Serrapilheira
16

5.

RESULTADOS

5.1 Informações Iniciais
Para o inicio do projeto, foi primeiramente realizada reunião entre os parceiros para
delinear as atividades e elaborar os materiais para coleta das informações. A empresa
contratada elaborou uma proposta de ficha para coleta de dados, com informações básicas
sobre o proprietário, a propriedade e as técnicas e histórico do plantio, a qual foi submetida a
coordenação do projeto e aprovada após consulta aos demais parceiros do projeto. Com a
aprovação desta ficha, iniciaram-se os procedimentos para a coleta de dados. As primeiras
informações levantadas foram junto aos 34 municípios da UGRHI 10, que por meio de visitas
e contatos telefônicos e por e-mail, enviaram suas respostas, apresentando a existência ou
não de projetos de recuperação de áreas degradadas em sua área de abrangência. Dos 34
municípios da bacia, em apenas 3 foram verificados TCRA’s municipais. Em Boituva foram 4,
em Tatuí 1 e em Piedade também um único termo. Este panorama deve mudar, pois muitos
municípios da região tem assinado termo de cooperação com a CETESB, a estão
implementando seus sistemas de licenciamento ambiental.
Estas áreas selecionadas, foram então utilizadas para a elaboração de um banco de
dados com cadastro de áreas objeto de implantação de PRADs’s compromissados junto à
CETESB, ao CBRN e às Prefeituras da bacia. Com base nestas áreas, os técnicos do projeto
avaliaram os dados e realizaram a seleção das áreas a serem visitadas.
Como o banco de dados apresentou uma série de dados inconsistentes, por falta de
informações nos respectivos processos, o grupo gestor do projeto resolveu, ao invés de
aplicar a metodologia de escolha das áreas, com base na análise de agrupamentos com BrayCurtis como método de distância e flexível-beta como ligação, que com a carência de dados
ficaria muito pouco preciso, optar pelo sorteio de dois projetos de RAD para cada sub-bacia,
perfazendo assim um total de 12 áreas a serem visitadas.
Esta primeira escolha das áreas, contemplou projetos em regiões de ambiente urbano,
rural, industrial e de loteamentos, abordando assim, as 4 tipologias de área utilizadas para a
tabulação dos dados. Porém, nem todas as áreas foram possíveis de serem visitadas, pois
em algumas o proprietário não foi localizado, o que não permitiu solicitar a anuência para
realização da etapa de avaliação de campo. A desistência de uma área escolhida, somente
17

ocorria depois de exaustivo trabalho de busca pelo contato com os proprietários, via telefone,
email, consulta a listas telefônicas e pesquisas na internet.

Tabela 3. Quadro de áreas objeto das coletas de dados em campo e análises técnicas.

Sub-Bacia

Município

Área

Implantação

Área (Há)

N° Mudas

1

Botucatu

Urbana

2011

3,5

5.700

1

Bofete

Rural

2010

2,8

4.675

2

Jumirim

Rural

1998

0,7

778

2

Boituva

Urbana

2008

0,8

1.395

3

Tatuí

Rural

2007

3,13

5.225

3

Capela

Rural

1999

1,2

2.122

3

Piedade

Urbana

2008

0,5

700

4

Sorocaba

Urbana

2003

24,48

14.630

5

Itú

Rural

2004

1,14

2006

5

Itú

Urbana

2008

1,5

2.595

6

Ibiúna

Rural

1998

10,73

6.771

6

Ibiúna

Rural

2009

0,3

500

5.2. Distribuição das Áreas

Com o objetivo de ter uma visão geral de como estão se desenvolvendo os projetos de
RAD na Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, é que se optou pela
amostragem por sub-bacias, para desta forma poder contemplar de maneira amostral todo o
território desta bacia. Assim, na Figura 5, temos a distribuição das áreas amostradas durante
o levantamento de dados para o projeto, mostrando uma boa abrangência em termos das
características da vegetação desta área, que tende mais para os biomas da floresta ombrófila
densa nas sub-bacias 3, 5 e 6, para Floresta

Estacional Semidecidual em contato com
18

Savana, nas sub-bacias 2, 4, e 1 onde também se encontram alguns remanescentes de
vegetação do tipo Savana.
5.3 Caracterização Geral
Antes das visitas serem realizadas, foi elaborado um roteiro para a avaliação dos
indicadores ecológicos com as informações que deveriam ser observadas nas áreas, além
das informações obtidas nos cadastros dos processos dos RAD’s. Este roteiro foi precedido
de uma ampla revisão teórica dentro do Grupo Gestor do Projeto,

que determinou os

principais indicadores ambientais que deveriam ser levantados para caracterizar a situação de
desenvolvimento dos RAD’s.
5.3.1 Coleta de dados em Campo
Esta etapa do projeto, se ateve a coleta de dados nas áreas previamente selecionadas
e a tabulação e análise inicial destes dados.
Foram realizadas no mínimo duas visitas em cada àrea objeto de implantação de RAD
as quais foram selecionadas anteriormente. Nestas visitas, foram coletadas as informações
referentes aos indicadores definidos na primeira etapa deste projeto, ou seja, os indicadores
ecológicos foram classificados nas seguintes categorias: (a) paisagem – abrange os atributos
que expressam a configuração e as características físicas básicas do ambiente onde a área
de restauração está localizada; (b) perturbações antrópicas – avaliam os fatores de
degradação do ambiente, da paisagem e a presença de distúrbios naturais ou antrópicos; (c)
composição – representam o arranjo e a diversidade florística das espécies ocorrentes nas
áreas, bem como a presença de grupos funcionais e o desenvolvimento da vegetação; (d)
estrutura – relacionada à biota, expressa a estrutura vertical da comunidade, a abundância de
espécies e a distribuição espacial dos indivíduos; e (e) função – expressam as funções
ecológicas, tais como proteção do solo, competição, sanidade e sucessão, os quais podem
afetar o funcionamento da comunidade.
19

Figura 5. Vegetação da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio tietê, com os locais
onde foram realizadas as amostragens para este estudo.
20

5.3.2 Caracterização Geral dos Projetos de RAD na UGRHI 10
Esta caracterização geral da área, foi obtida pelos dados levantados na primeira etapa
do projeto, como área e idade dos plantios, e os demais dados que foram obtidos com as
visitas de campo realizadas nas unidades selecionadas. Estes dados de campo, permitiram
levantar as espécies dos plantios, e qualificá-las quanto ao estágio sucessional, síndrome de
dispersão, grau de ameaça, entre outras informações que são apresentadas nas Tabelas (4 e
5 ).
Com relação as áreas amostradas, na Sub-Bacia 3 foi amostrada uma área a mais, e
na Sub-Bacia 4, em uma das áreas amostradas não apresentou informações para serem
coletadas, pois o PRAD estava totalmente destruído. Esta troca pode ser justificada, pois a
sub-bacia 3 é bem maior, quase três vezes a sub-bacia 4, e ambas estão inseridas na porção
média da bacia do rio Sorocaba.
O tamanho médio das áreas amostradas foi de 2,09 ha e 32,17% de um total de 27,26
ha foram amostrados em APP. Com relação as idades dos plantios, houve uma variação de
1,1 até 10 anos, o que pode de alguma forma causar certa dificuldade de comparação entre
estes plantios analisados. Os dados detalhados da caracterização geral das áreas
amostradas por sub-bacias podem ser observados na Tabela 3.
Tabela 4 – Caracterização geral das áreas visitadas divididas por sub-bacia, contemplando o
numero de áreas visitadas, idade média do plantio, tamanho, plantio em APP e porcentagem
correspondente de cada sub-bacia em relação ao total de áreas visitadas.
Subbacia
1
2
3
4
5
6
Total

Áreas
1-Botucatu
2-Bofete
3-Jumirim
4-Boituva
5-Tatuí
6-Capela
7-Piedade
8-Sorocaba 1 *
9-Sorocaba 2
10- Itu 1
11- Itu 2
12- Ibiúna 1
13- Ibiúna 2

Nº Área
Visitadas

Idade média
do Plantio
(anos)

Tamanho
da Área (ha)

Plantio em APP
ha
%

Porcentagem
em Relação ao
Total
%

2

1,1

4,13

4,13 –> 100%

15,2

2

10

1,53

1,53 –> 100%

5,6

3

8,6

4,90

1,27 –> 25,9%

18,0

2

8

9,8

0,5 –> 5,1%

36,0

2

5

2,64

1,14 –> 43,1%

9,7

2

10

4,26

0,2 –> 4,6 %

15,5

27,26

8,77 –> 32,17%

100

12

* Esta área não foi considerada pois estava totalmente destruída.
21

Quando foram comparados os dados gerais de caracterização dos plantios amostrados
neste projeto, com relação as espécies amostradas e a Resolução SMA 08 de 2008 que fixa
a orientação para o reflorestamento heterogêneo de áreas degradadas e dá providências
correlatas, pôde-se observar que em 8 áreas de RAD foi observado o cumprimento desta
exigência, apresentando mais do que 20% de espécies zoocóricas . Com respeito a relação
entre espécies pioneiras e não pioneiras, das doze situações amostradas, em cinco delas não
foi observada a proporção mínima de 40% para um dos grupos, das Pioneiras ou das Não
Pioneiras.
Quando se comparou com a Resolução SMA 08/08 a presença de espécies com algum
grau de ameaça, foi constatado que em 5 plantios o percentual mínimo de 5% de espécies
com algum grau de ameaça não foi atingido. Porém em compensação, entre os outros 7
plantios, encontrou-se um com 18% e outro com 18,5% de espécies nativas da vegetação
regional, enquadradas em alguma das categorias de ameaça.
Os dados que foram coletados por meio de parcelas de

amostragens nas áreas

selecionadas, podem ser vistos na Tabela 4.
Tabela 5 – Situação do plantio considerando o numero de plantas encontradas nas parcelas,
as classes sucessionais P = pioneiras, NP = não pioneiras. Relação P/NP. IN = não
identificada, categoria de ameaça, ZOO = zoocóricas e Esp. Exót. = espécies exóticas. Esp. =
espécie, Ind. = indivíduo
Sub
bacia
1
2

3

4

5

6

Área
1-Botucatu
2-Bofete
3-Jumirim
4-Boituva
5-Tatuí
6-Capela do
Alto
7-Piedade
8-Sorocaba
Vitória Regia
9-Soroc. GM
10- Itu
Prefeitura
11- Itu
Condomínio
12- Ibiúna
Condomínio
13- Ibiúna
Prefeitura

Nº
plantas
81
65
49
38
42
14

Esp.
16
18
10
06
09
02

P
->
->
->
->
->
->

Ind.
56
33
33
24
34
07

NP
Esp.
11 ->
15 ->
07 ->
05 ->
04 ->
02 ->

Ind.
22
32
14
14
08
05

Relação
P / NP
60/40
54/46
59/41
55/45
70/30
50/50

3
0
2
0
0
2

Categ.
Ameaça
1
4
2
0
1
0

58
50

02
08

->
->

06
47

09
01

0
50

0
07

->
->

0
26

86

12

->

81

05

79

15

42
28
10
22
25
5

Esp.
Exót.
1
1
2
0
0
0

->
->

47
03

20/80
90/10

5
0

2
0

19
34

1
0

0
04

->
->

0
19

64/36

0
5

0
0

0
8

0
2

36

15

->

40

44/56

5

44

1

36/64

1
0
1

->

65

09

->

15

2

20

0

->

41

15

->

38

50/50

0

5

44

0

NI

ZOO
22

6. AVALIAÇÃO DE INDICADORES PARA AS SUB-BACIAS
Com o objetivo de se obter uma primeira visão geral do desenvolvimento dos projetos
de RAD na Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, optou-se por fazer uma
avaliação preliminar por sub-bacias, onde foram considerados os seguintes indicadores:
serapilheira, epífitas, cobertura do solo e cobertura de área. Considerou-se estes indicadores,
por serem os pertencentes ao grupo que indicaria o grau de funcionamento do projeto de
recuperação (Tabela 1.) e que adicionado do indicador Funcional de presença de epífitas,
poderiam demonstrar uma situação geral dos plantios por meio de rápidas avaliações de
campo. São indicadores que podem ser coletados em pouco tempo e com pouca
infraestrutura para aquisição das informações, e mesmo assim, são parâmetros capazes de
apontar

com bom grau de precisão o estado de desenvolvimento de regeneração da

vegetação natural.
6.1 Indicador de Cobertura
Para avaliar o grau de desenvolvimento dos projetos de RAD estudados, um dos
indicadores utilizados foi a porcentagem de cobertura do solo. Neste caso foram tomadas
duas medidas, ao nível do solo e a 1m de altura. Os resultados deste indicador são
apresentados na Tabela 6 e Figura 1. Este parâmetro indicador, também é muito
interessante, pois o desenvolvimento da floresta possui uma boa relação entre os estágios
mais avançados e porcentagem de cobertura.

Tabela 6. Porcentagens de cobertura ao nível do solo e a 1m de altura.
Sub-bacias

Solo %

1m do Solo %

Sub-bacia 1

34,9

47,8

Sub-bacia 2

11,3

11,6

Sub-bacia 3

31,3

32,8

Sub-bacia 4

1,6

1,5

Sub-bacia 5

50,39

55,3

Sub-bacia 6

32,4

35,2
23

Figura 1. Gráfico com porcentagens de cobertura do solo ao nível do solo e a 1m de altura.

Cobertura	
  de	
  Área	
  
100	
  
80	
  
60	
  
Solo	
  %	
  

40	
  

1m	
  do	
  Solo	
  %	
  

20	
  
0	
  
Sub-­‐bacia	
   Sub-­‐bacia	
   Sub-­‐bacia	
   Sub-­‐bacia	
   Sub-­‐bacia	
   Sub-­‐bacia	
  
1	
  
2	
  
3	
  
4	
  
5	
  
6	
  

Nesta avaliação de cobertura, observa-se na sub-bacia 4 um índice muito baixo. Este
valor foi influenciado pelo plantio destruído, onde os parâmetros foram todos nulos. Da
mesma forma estes dados irão influenciar outros parâmetros analisados neste estudo.

6.2. Epífitas

Outro importante indicador ambiental para as florestas é a presença de epífitas, as quais
indicam o desenvolvimento e o estágio de regeneração da vegetação. Este iondicador é
útil;izado nas Resoluções CONAMA 01/94 e Conjunta SMA-IBAMA/SP 01/94, como um dos
parâmetros para classificar o estágio sucessional da vegetação sob o domínio da Mata
Atlântica no Estado de São Paulo. Assim, foram coletados dados de presença de epífitas nas
árvores das áreas amostradas Tabela 7 A e B, e Figura 2.
24

Tabela 7. A e B. Estas tabelas mostram as porcentagens médias de presença de epífitas
nas sub-bacias e nas áreas amostradas. (Epífitas – número de árvores amostradas nas
parcelas que apresentou a presença de vegetais epífitos, e sua respectiva porcentagem em
relação ao todo amostrado).
B.
A.

Sub-Bacias
Área

Sub-bacia 1
Sub-bacia 2
Sub-bacia 3
Sub-bacia 4
Sub-bacia 5
Sub-bacia 6

Sub-bacia 1
Sub-bacia 1
Sub-bacia 2
Sub-bacia 2
Sub-bacia 3
Sub-bacia 3
Sub-bacia 3
Sub-bacia 4
Sub-bacia 4
Sub-bacia 5
Sub-bacia 5
Sub-bacia 6
Sub-bacia 6

% média
0
4,1
7,2
0
1,6
11,25

Área
Bofete
Botucatu
Jumirim
Boituva
Capela
Piedade
Tatuí
Sorocaba
Sorocaba GM
Itu Prefeitura
Itu Condomínio
Ibiúna
Ibiúna Prefeitura

Epífitas

%

0 de 64
0 de 80
4 de 48
0 de 37
2 de 13
2 de 58
2 de 41
0 de 49
0 de 0
1 de 49
1 de 85
15 de 80
3 de 78

0
0
8,3
0
13,4
3,4
4,9
0
0
2
1,2
18,7
3,8

Figura 2. Gráfico com porcentagens de presença de epífitas nas árvores amostradas por
sub-bacias.

Presença	
  de	
  Epí<itas	
  
12	
  
10	
  
Porcentagem	
   8	
  
Média	
  
6	
  
	
  
4	
  
2	
  
0	
  
1	
  

2	
  

3	
  
Sub-­‐Bacias	
  

4	
  

5	
  

6	
  
25

Estes resultados podem não ser muito conclusivos visto que os plantios selecionados
na Sub-bacia 1 foram os mais jovens. Por outro lado, nas 3 sub-bacias que apresentaram as
maiores porcentagens de presença de epífitas, foram exatamente aquelas em que se
incluíram algum projeto de RAD implantado anteriormente à 2000. Assim, este resultado
sugere uma forte relação entre o tempo de plantio e o aparecimento das epífitas, o que é
amplamente aceito por pesquisadores da área de ecologia de florestas.

6.3. Cobertura do Solo e Produção de Serapilheira
Também como forma de avaliar o grau de sucesso do plantio e o seu desenvolvimento
em direção a um estágio mais equilibrado em termos ecológicos, foram levantadas as
informações sobre como estava a cobertura do solo e a existência e profundidade de
serapilheira, pois são informações que podem atestar diferentes estágios de desenvolvimento
de um plantio de recuperação ou de restauração florestal Figuras 3 e 4.

Figura 3. Gráfico com porcentagens de cobertura do solo por invasoras e de solo desnudo
nas áreas amostradas por sub-bacias.

Cobertura	
  do	
  Solo	
  
100	
  
80	
  
60	
  
40	
  

Cobertura	
  invasora	
  
(gramíneas)	
  %	
  

20	
  

Solo	
  Desnudo	
  (%)	
  

0	
  
1	
  

2	
  

3	
  

4	
  

Sub-­‐Bacias	
  

5	
  

6	
  
26

Figura 4. Gráfico com porcentagens de produção de serapilheira nas áreas amostradas por
sub-bacias.

Produção	
  de	
  Serapilheira	
  
100	
  
80	
  
60	
  
40	
  

Serapilheira	
  (%)	
  

20	
  
0	
  
1	
  

2	
  

3	
  

4	
  

5	
  

6	
  

Sub-­‐Bacias	
  

Nestes quesitos de cobertura por invasoras e produção de serapilheira, parece existir
uma correlação entre maior cobertura por invasoras acompanhada de uma maior produção de
serapilheira. Este dado não é de fácil confirmação, mas sugere algum problema ligado a
manutenção dos RAD`s. Talvez uma menor manutenção e um índice de cobertura menor das
copas, acabe permitindo maior entrada de luz e assim uma maior ocupação das invasoras.
Por outro lado, quando o plantio alcança uma cobertura de copas mais fechada, ocorre um
maior sombreamento e maior produção de folhas, contribuindo assim para o aumento da
serapilheira. Mas este caso merece ser estudado posteriormente com maior profundidade.
No geral esta avalição por sub-bacias não se mostrou muito eficiente pois não se
conseguiu definir quais os melhores desempenhos.

Mostrando que realmente deve-se

proceder uma análise mais detalhada e por RAD`s para se obterem informações mais
precisas.
27

7. AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO DOS PROJETOS DE RAD
Considerando a metodologia apresentada e os dados coletados durante a realização
destes estudos, estas informações foram trabalhadas e analisadas com o fim de obter uma
caracterização destes projetos e avaliar seu desempenho e perspectivas de pleno
estabelecimento das funções ecológicas dos plantios.
Com o objetivo de avaliar e comparar os projetos de RAD entre eles, foram calculados
o Incremento Médio de Altura IMA = (altura atual/idade do plantio – em anos) e o Incremento
Médio de Diâmetro IMD = (diâmetro/idade do plantio – em anos).

Figura 6. Incremento Médio em Altura, mostrando o aumento em centímetros por ano para
cada área de RAD estudada.
28

Figura 7. Incremento Médio de Diâmetro, mostrando o aumento em centímetros por ano para
cada área de RAD estudada.

Estes dados mostrados nas Figuras 6 e 7 , mostram a área AR1, que se encontra em
Botucatu, com bem melhor do que as demais. Este dado ficou um pouco prejudicado pois
este plantio é muito jovem, um pouco mais de 1 ano, e as medidas de diâmetro foram tiradas
na altura do colo da planta. Mas vael a pena destacar, que este plantio, de acordo com as
observações realizadas em campo, foi o que apresentou melhores condições de manutenção
e cuidados com as plantas.
Com relação ao incremento em altura, podemos dividir os grupos em duas categorias,
aqueles que apresentam um incremento acima de 50 centímetros ao ano, representado pelos
plantios ( AR4, AR5, AR8, AR9, AR10, AR11, e AR12) e aqueles que ficaram abaixo ( AR2,
AR3, AR6, e AR7).
Com relação ao incremento em diâmetro, podemos dividir os grupos em duas
categorias, aqueles que apresentam um incremento acima de 1,5 centímetros ao ano,
29

representado pelos plantios ( AR4, AR5, AR6, AR8, AR10, AR11, e AR12) e aqueles que
ficaram abaixo ( AR2, AR3, AR7, e AR9).
Basicamente existe uma correlação entre melhores desempenhos em IMA e IMD para
os plantios, somente não se confirmando para os plantios AR6 e AR9, que apresentaram um
bom desempenho de IMD e IMA respectivamente e inverteram o desempenho para o outro
índice avaliado.
Para fins de avaliação e comparação dos dados amostrados , optou-se por escolher
uma área de referência, pois desta forma pôde-se validar os indicadores com base em uma
situação natural de regeneração.
A seleção da área de referência levou em consideração o conhecimento de pesquisa
acumulado e a sua representatividade na paisagem da bacia tendo se baseado nos estudos
realizados por Piña-Rodrigues et al. (2011). Para tanto, foi selecionado um conjunto de
fragmentos florestais situados na região da Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê,
no município de Sorocaba, na latitude 23º 34’ 40,02”S e longitude 47º 31' 17,80”W, no estado
de São Paulo. A florística destas áreas foi realizada em 15 parcelas de 100 m², sendo seus
dados empregados como referencial e agregados ao levantamento realizado por Kortz (2009).
A área de referência esta inserida em uma região de transição entre o Planalto
Atlântico e a Depressão Periférica Paulista, apresentando relevo de denudação de formas de
topos planos com entalhamento fraco de vales e grande dimensão interfluvial média. O tipo de
solo presente é o latossolo vermelho-escuro segundo o Mapa Geomorfológico do Estado de
São Paulo (1981).
O clima da região é tropical quente e úmido com inverno seco e verão chuvoso. No
verão, as médias térmicas são superiores a 22°C e a pluviosidade média é cerca de 200 mm;
o inverno corresponde à estação seca, com temperatura média inferior a 18° C e índice
pluviométrico mensal de cerca de 30 mm. Na classificação de Köppen predomina o clima Cwa
na depressão periférica e Cwb nas áreas mais elevadas. A cobertura vegetal original região é
do tipo estacional semidecidual, não apresentando nenhuma formação de caráter primário.
Como resultado da alteração da paisagem, as florestas foram substituídas por campos
e pastagens, os quais são interrompidos por matas secundárias, cerrados, capoeirões e
matas ciliares.
30

Os indicadores foram então aplicados nas áreas de estudos (AR) e de referência (área
de referência) e seus resultados foram comparados para cada indicador definido.
O conjunto de 14 indicadores aplicados foi elaborado de acordo com o paradigma da
integridade ecológica. Os indicadores foram baseados no método MESMIS – Marco de
Avaliação de Sistemas de Manejo de Recursos Naturais Incorporando Indicadores (MASERA
et al, 1999) classificados de acordo com os seguintes atributos: [a] estabilidade- que
representa a capacidade do sistema em manter um nível de equilíbrio dinâmico estável,
sendo possível manter os benefícios proporcionados pelo sistema em um nível não
decrescente, sob condições médias ou normais, [b] resiliência (ou elasticidade) – definida
como a capacidade do sistema para regressar ao estado de equilíbrio ou manter seu potencial
produtivo, após severo choque e [c] confiabilidade – capacidade do sistema de manter a
produtividade em níveis próximos ao seu equilíbrio quando em face de alterações de longo
prazo no ambiente, elaborados por Piña-Rodrigues et al. (2010) (Tabela 1).

Para cada

indicador foram estabelecidos cenários positivos comparados com os encontrados em campo.
Os indicadores ecológicos foram monitorados em cada AR empregando-se cinco subparcelas
de 10x10 m (500 m²). Para cada indicador foram atribuídas, em consenso pelos avaliadores
(n= 3), notas variando de zero a 1 (grau crítico - ruim, inexistente ou distinto do cenário
positivo), 2 = grau aceitável e 3 (grau desejado de sustentabilidade, similar ao cenário
positivo). Este procedimento permite que os dados analisados possam ser comparados na
mesma unidade de avaliação.
Para os descritores de diversidade de espécies foram utilizados os seguintes
indicadores: (a) Diversidade das funções sucessionais – representa a relação de espécies
arbóreas e arbustivas, sendo posteriormente classificadas como pioneiras (pioneiras e
secundárias iniciais) e não pioneiras (secundárias, secundárias tardias e clímax). (b)
Diversidade, composição de espécies e equitabilidade – medidas pelos Índices de
Shannon (H´) e Pielou (J´). Como referência foi empregado o resultado de estudo realizado
nos fragmentos florestais da área de referência (localizada no Câmpus da UFSCAR, em
Sorocaba), no qual se obteve H´ de 1,95 a 2,30 nats e J´ de 1,09, com 75 espécies
pertencentes a 28 famílias (COELHO, S. & LEITE, E.C. dados não publicados).
31

7.1 Indicador de Perturbação Antrópica
Segundo Fonseca (2011), o indicador de perturbações antrópicas possui uma alta
eficiência para caracterizar o desenvolvimento do plantio. De fato, esse resultado reitera uma
regra básica em restauração ecológica: para iniciar qualquer tipo de técnica de restauração de
ecossistemas, devem ser suspensas as fontes de perturbação (ENGEL & PARROTA, 2003).
No caso dos PRAD`s analisados neste estudo, todos apresentaram grau máximo de
perturbação antrópica, e talvez esse seja um dos motivos para que os plantios ainda não
tenham atingido um bom grau de Estabilidade e Resiliência.
7.2 Indicador de Composição
Quando se analisou o indicador de composição, os

atributos de composição do

ecossistema florestal, com maiores valores de eficiência foram a riqueza, e a diversidade de
Shannon. Segundo Fonseca (20111), os altos valores de eficiência destes indicadores
refletem a importância destes atributos para a integridade ecológica de um ecossistema
florestal e também a sua praticidade e confiabilidade. A riqueza de espécies é um atributo
primordial para um projeto de restauração e, conforme anteriormente discutido, deve ser de,
no mínimo, 80 espécies até o fim da duração do projeto, segundo a Resolução SMA n° 08/08.
A riqueza foi um atributo fácil de ser mensurado em condições de campo e com baixa
variabilidade na resposta, facilitando sua aplicação e interpretação. A diversidade é
usualmente medida para determinar a riqueza e abundância de organismos e é útil como
medida indireta de resiliência do ecossistema em função da presença de organismos de
grupos funcionais diferentes (PETERSON et al., 1998).
Dos projetos de RAD analisados, os de Botucatu e Itu Condomínio, atingiram os
mesmos índices da área de referência, o de Ibiúna prefeitura ficou bem próximo e os demais
não atingiram este patamar de alta diversidade, ficando com um grau médio de diversidade.
Mesmo sendo resultado de coletas por amostragem, este resultado sugere que se tenha mais
cuidado com a composição do lote de mudas para os plantios, afim de atingir as
determinações da Resolução SMA n0 08/08.
De acordo com Barbosa et al., (2003), no estado de São Paulo, houveram avanços na
qualidade dos projetos de RAD, mas foi constatada uma situação preocupante com relação
ao estado de “declínio” dos reflorestamentos induzidos nos últimos quinze anos: de 98 áreas
monitoradas quanto à recuperação florestal (aproximadamente 2.500 ha), cerca de 300
32

espécies foram elencadas nos levantamentos efetuados, das quais 50% ocorrem em apenas
três projetos e doze espécies mais freqüentes em mais de 50% dos projetos. Na maioria das
áreas foram utilizadas apenas 30 espécies e, geralmente, as mesmas. Informações obtidas
em 30 viveiros florestais no Estado indicam que estes concentram suas produções em cerca
de 40 espécies arbóreas nativas. Da mesma forma os projetos analisados neste estudo
apreentam em sua maioria baixa diversidade de espécies, indo de

5 espécies até 33

espécies identificadas por meio da instalação das parcelas em campo para os levantamentos
fitossociológicos e dos demais indicadores.
7.3 Indicador de Estrutura
Os atributos estruturais que foram mais significativos, foram a densidade de espécies
arbóreas e o incremento médio anual - IMA.

Conforme a Resolução SMA n° 08/08 que fixa

as orientações ao reflorestamento heterogêneo, e quanto à densidade, em espaçamento 3 m
x 2 m, o valor estabelecido é um total de 1667 indivíduos.ha-¹ distribuídos equitativamente
pela área. A estrutura da vegetação é empregada para se determinar a complexidade e
estratificação do ecossistema, a densidade de arbóreas e o aporte de biomassa, sendo essas
medidas úteis para predizer a direção do sucesso da comunidade (WILKINS et al., 2003;
RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A densidade de plantas arbóreas é importante em razão de ser
um valor exigido legalmente, devendo este ser contemplado nos projetos de restauração. A
altura média das plantas também foi um indicador estrutural importante, facilmente
mensurável.
Este indicador estrutural não apresentou correlação entre densidade arbórea e IMA, o
que pode estar relacionado a grande variação de idade dos plantios analisados. Quando se
avaliou o indicador de densidade arbórea, també se observou uma grande variação entre os
plantios, indo de 466 mudas/ha até 1.720 mudas/ha. Na média se observou 1.172 mudas por
hectare, o que daria um espaçamento de 2,92x2,92 metros. De qualquer forma, para esta
metodologia de diversidade e preenchimento, adorada na maioria dos casos, o mais
recomendado é o espaçamento 3x3 mteros, que resulta em uma densidade de 1667 mudas
por hectare.
33

7.4 Indicador de Função
Quanto aos atributos de funcionalidade dos ecossistemas, estes podem ser entendidos como os
processos ecológicos que ali ocorrem, os quais são úteis por fornecerem medidas de resiliência do ecossistema
restaurado (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A ciclagem de nutrientes pode prover informações sobre o quanto há de
componentes orgânico e inorgânico disponíveis para outros organismos persistirem no ecossistema (DAVIDSON
et al., 2004), podendo ser estimada por meio da quantificação da deposição de serapilheira (POGGIANI et al.,
1998; RODRIGUES & GANDOLFI, 1998; MARTINS, 2001; SOUZA & DAVIDE, 2001; ARATO et al. 2003; ALVES
et al., 2006; ARAÚJO et al., 2006).
O solo exposto não retém a umidade e é mais susceptível aos processos erosivos e à
desertificação. O atributo de cobertura do solo pode ser facilmente avaliado, não demanda
análises a posteriori ou equipamentos pesados para coleta de informações e desta forma foi
um bom parâmetro indicador da funcionalidade do ecossistema em formação.
O indicador de Função, foi avaliado nos gráficos de confiabilidade, ou como definido
por Piña-Rodrigues et al. (2010), a capacidade do sistema de manter a produtividade em
níveis próximos ao seu equilíbrio quando em face de alterações de longo prazo no ambiente.
Foi observado que os PRAD`s não apresentaram desempenho nem igual, nem superior a
área de referência, com exceção do PRAD de Itu da prefeitura, que superou no quesito
cobertura do solo, conforme Figura 17. Este resultado deve ser decorrente da pequena
produção de material vegetal por parte das plantas dos projetos, evidenciando alguma
dificuldade de estabelecimento e desenvolvimento das plantas.
34

Figura 8 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR1 Sub-bacia 1 - Botucatu) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
35

Figura 9 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR2 Sub-bacia 1 - Bofete) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
36

Figura 10 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR3 Sub-bacia 2 - Jumirim) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
37

Figura 11 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR4 Sub-bacia 2 - Boituva) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
38

Figura12 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR5 Sub-bacia 3 - Tatuí) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
39

Figura 13 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR6 Sub-bacia 3 – Capela do Alto) nas dimensões diversidade, funcionalidade e
de manejo.
40

Figura14 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR7 Sub-bacia 3 - Piedade) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
41

Figura 15 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR8 Sub-bacia 4 - Sorocaba) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de
manejo.
42

Figura 16 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR9 Sub-bacia 5 – Itu - Condomínio) nas dimensões diversidade, funcionalidade
e de manejo.
43

Figura 17 – Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR10 Sub-bacia 5 – Itu - Prefeitura) nas dimensões diversidade, funcionalidade
e de manejo.
44

Figura 18– Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR11 Sub-bacia 6 – Ibiúna - Prefeitura) nas dimensões diversidade,
funcionalidade e de manejo.
45

Figura 19– Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação
entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de
restauração (AR12 Sub-bacia 6 – Ibiúna - Condomínio) nas dimensões diversidade,
funcionalidade e de manejo.
46

7.5 Considerações
Com base nestes resultados, pode-se refletir sobre a eficácia e os objetivos dos RDA`s
implantados e avaliados neste estudo. É possível que o modelo de diversidade e
preenchimento empregado não esteja atendendo, até o presente, os objetivos propostos, que
seriam aqueles envolvidos com a plena regeneração das áreas. Dentro da amplitude avaliada,
de 1 a 14 anos, a baixa diversidade inicial de espécies (em torno de 30), a ausência de
regeneração natural arbórea e a falta de manutenção, se refletiram principalmente nos fatores
que geram a estabilidade e a resiliência do sistema. Nestes casos, os

indicadores

observados, ficaram em sua maioria inferiores a área de referência, mesmo considerando
que esta área ainda apresenta características de fase inicial à média de regeneração.
Também se conclui, que no caso das áreas estudadas,

o modelo diversidade-

preenchimento não propicia a estabilidade, resiliência e confiabilidade do processo de
restauração, pelo menos até o momento em que foram realizadas as avaliações

8. RECOMENDAÇÕES
Com base nos resultados obtidos e por meio de discussões da equipe técnica do projeto,
chegou-se as seguintes recomendações:

1. Os projetos de RAD a serem desenvolvidos na Bacia do CBH-SMT devem ser
cadastrados na secretaria executiva do Comitê por meio de formulário próprio (ANEXO
IV) para fins de acompanhamento e desenvolvimento de pesquisas mais aprofundadas
sobre o estabelecimento desta nova vegetação;
2. Deve haver uma maior preocupação com o controle das perturbações antrópicas, como
fogo e outras interferências;
3. Afim de atingir a diversidade de espécies indicada pela Res. SMA 08/08, deve-se ter
um maior controle na aquisição, e distribuição das mudas durante o plantio do RAD. O
acompanhamento do plantio em campo por um técnico responsável é fundamental.
47

4. É fundamental o apoio do CBH-SMT à Câmara Técnica de Planejamento Florestal para
o delineamento de uma política de recuperação de áreas degradadas mais eficiente
para a Bacia do SMT;
5. O CBH-SMT deve fomentar a implantação de novos viveiros de mudas de espécies
nativas, bem como programas de coleta de sementes, para aumentar e melhorar a
produção de mudas, oferecendo a quantidade e a diversidade adequadas para que os
interessados cumprimam o que dispõe a Res. SMA 08/08, com relação ao númewro
de espécies;

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51

ANEXO I – FOTOS

Foto 1. Indivíduo de aroeira pimenteira

Foto 2. Parcela sem manutenção tomada por gramíneas.
52

Foto 3. Quadrante utilizado para determinar as características da cobertura do solo.

Foto 5. Levantamento de cobertura do dossel com o auxílio do quadrante e do densiômetro.
53

Foto 7. Solo exposto e uso de herbicida na área de plantio.

Foto 8. Anotação de dados de campo para preenchimento das tabelas.
54

Foto 10. Vista geral do plantio, mostrando bom grau de desenvolvimento.

Foto 13. Uso do GPS para o georreferenciamento das parcelas.
55

Foto 14. Vestígios de presença de animais na área de plantio

Foto 15. Área de plantio bem desenvolvida com forte regeneração natural de Capixingui.
56

Foto 16. Presença de serapilheira bem formada na área de plantio.

Foto 17. Presença de epífitas na parcela amostrada.
57

Foto 18. Algumas parcelas tomadas por capim gordura.

Foto 20. Quadrante e densiômetro utilizados para o levantamento de cobertura do solo e
fechamento do dossel.
58

Foto 22. Parcela com presença de gramíneas.

Foto 23. Área sem a devida manutenção.
59

Foto 29. Indivíduo cadastrado para identificação.

Foto 31. Indivíduo cadastrado para identificação.
60

Foto 33. Levantamento do DAP de árvore.

Foto 43. Quadrante com densiômetro e bússola para levantamento de cobertura do solo e
fechamento do dossel.
61

Foto 44. Colhendo dados para determinar o fechamento do dossel.

Foto 45. Trabalhos religiosos na área e risco de incêndio.
62

ANEXO II - TABELAS DE ANÁLISE DE DESENVOLVIMENTO
Dados brutos da AR1 Sub-bacia 1 – Botucatu
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem
de nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta = 3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência= 3
Similar à área de referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR1 Subbacia 1 Botucatu

2

1

3

3

3

3

3

3

2

1

2

3

3

1

3

3

2

0

2

3

1

3

2

0

2

0

3

1
63

Dados brutos da AR2 Sub-bacia 1 – Bofete

Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta = 3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência= 3
Similar à área de referência=
2
Menor do que a área de
referência= 1

área
de
referê
ncia

AR2 Subbacia 1 Bofete

2

1

3

3

3

2

3

3

2

1

2

3

3

1

3

2

2

0

2

3

1

3

2

1

2

0

3

1
64

Dados brutos da AR3 Sub-bacia 2 – Jumirim
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº
indiv. Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta
=3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de
referência= 3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR3 Sub-bacia 2
- Jumirim

2

1

3

2

3

2

3

2

2

1

2

2

3

3

3

3

2

0

2

2

1

3

2

2

2

0

3

1
65

Dados brutos da AR4 Sub-bacia 2 – Boituva
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp
arbóreas
Riqueza de espécies
nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos
4- 5 anos de idade
Altura média dos
indivíduos arbóreos (m)
até aos 4 - 5 anos
Epífitas
(Presença/Ausência)
Cipós e
lianas(Presença/Ausênci
a)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana
(impactos negativos)
Cobertura do solo
(mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta =
3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência=
3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR4 Sub-bacia 2
- Boituva

2

1

3

2

3

2

3

1

2

1

2

2

3

3

3

3

2

0

2

3

1

3

2

1

2

0

3

1
66

Dados Brutos da AR5 Sub-bacia 3 – Tatuí
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº
indiv. Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta
=3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de
referência= 3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referên
cia

AR5 Subbacia 3 Tatuí

2

1

3

2

3

2

3

2

2

1

2

2

3

3

3

3

2

1

2

2

1

3

2

2

2

0

3

1
67

Dados brutos da AR6 Sub-bacia 3 - Capela do Alto

Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem
de nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta = 3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência= 3
Similar à área de referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referênci
a

AR6 Subbacia 3 Capela do
Alto

2

1

3

2

3

1

3

1

2

1

2

3

3

3

3

3

2

1

2

2

1

3

2

0

2

1

3

1
68

Dados Brutos da AR7 Sub-bacia 3 – Piedade
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta =
3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência=
3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR7 Subbacia 3 Piedade

2

3

3

2

3

2

3

2

2

2

2

2

3

3

3

3

2

0

2

2

1

3

2

0

2

0

3

1
69

Dados Brutos da AR8 Sub-bacia 4 - Sorocaba
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta =
3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência=
3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR9 Subbacia 4 Sorocaba

2

1

3

2

3

1

3

2

2

1

2

3

3

3

3

3

2

0

2

3

1

3

2

0

2

0

3

2
70

Dados brutos da AR9 Sub-bacia 5 - Itú Condomínio
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta =
3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência=
3
Similar à área de referência=
2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR10 Subbacia 5 - Itú
Condomínio

2

1

3

3

3

3

3

3

2

3

2

3

3

1

3

2

2

0

2

3

1

3

2

2

2

0

3

1
71

Dados brutos da AR10 Sub-bacia 5 - Itú Prefeitura
Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem de
nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta =
3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência=
3
Similar à área de
referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referência

AR11 Subbacia 5 - Itú
Prefeitura

2

1

3

2

3

2

3

2

2

1

2

2

3

3

3

3

2

0

2

2

1

3

2

3

2

0

3

1
72

Dados brutos da AR11 Sub-bacia 6 -Ibiúna Prefeitura

Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem
de nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta = 3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência= 3
Similar à área de referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referênci
a

AR12 Subbacia 6 Ibiúna
Prefeitura

2

1

3

3

3

3

3

3

2

3

2

3

3

3

3

3

2

0

2

3

1

3

2

0

2

0

3

1
73

Dados brutos da AR12 Sub-bacia 6 - Ibiúna Condomínio

Atributos

Indicadores
Diversidade de funções
sucessionais das sp

Diversidade de espécies
(MAGURRAN, 2012)

Diversidade de sp arbóreas
Riqueza de espécies nativas
Densidade de indivíduos
-1
arbóreos (nº.ha )

Nº de indivíduos/grupo
sucessional

Equitabilidade

Diversidade funcional

CAP médio (cm) até aos 4- 5
anos de idade
Altura média dos indivíduos
arbóreos (m) até aos 4 - 5
anos

Epífitas (Presença/Ausência)

Cipós e
lianas(Presença/Ausência)

Proteção do solo e ciclagem
de nutrientes

Presença humana (impactos
negativos)
Cobertura do solo (mulching)

Cobertura do solo com
regenerantes (herbáceas)

Serrapilheira

Parâmetros
P< NP= 3
P ± NP = 2
P> NP = 1
H’> 3,0 = alto (3)
1,0<H´<2,9=médio (2)
H´< 0,9 = baixo (1)
Nº espécies > 30 = 3
10>Nºespécies <30 = 2
Nº espécies < 10 = 1
< 400 = 0
> 400 e < 800 = 1
> 800 e < 1200 = 2
> 1200 = 3
> 40% NP e <60% P de
espécies/grupo = 3
Nº indivíduos NP ≥ nº indiv.
Pioneiros = 2
< 40% NP e >60% de
espécies/grupo = 1
J´ ≥ 1 – alta = 3
0,5 <J’<0,9 - média = 2
J’ < 0,5 – baixa = 1
< 5 cm = 0
> 5 e < 10 cm = 1
> 10 e < 15 cm = 2
> 15 cm = 3
< 0,5 m= 0
> 0,5 e < 1,0 = 1
> 1,0 e < 2,0 = 2
> 2,0 = 3
Abundantes= 3
Regular/presentes = 2
Poucas = 1
Ausente = 0
Ausente =3
Poucas = 2
Regulares, presentes = 1
Abundantes = 0
Ausência de fogo= 3
Presença recente fogo= 1
> 50% de cobertura – alta = 3
15-59% - média = 2
< 15% - baixa= 1
Nenhuma= 0
1 – 25% = 0
25 – 50%= 1
50 – 75%= 2
75 – 100%= 3
Maior a área de referência= 3
Similar à área de referência= 2
Menor do que a área de
referência= 1

área de
referênci
a

AR13 Subbacia 6 Ibiúna
Condomínio

2

3

3

2

3

2

3

3

2

1

2

2

3

3

3

3

2

0

2

2

1

3

2

0

2

0

3

2
74

ANEXO III - ANÁLISES FITOSSOCIOLÓGICAS (FITOPAC)

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu.FPD".

Projeto Fehidro Botucatu
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Botucatu
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 21 No de especies: 33
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 81
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Botucatu
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

81,000
33,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

21,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
1620,000

-

-

178,885

1396,826

1843,174

Freqüência total
Freqüência total das famílias

1140,000
960,000

-

-

-

-

-

Área Basal total

0

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

0
0

-

-

-

-

-

Área total da amostra
Diâmetro - média

0,050
-

-

-

-

0

0

Altura - média

2,595

5,000

0,600

1,204

2,329

2,861

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,198

0,940

-

-

0
-

0
-

chi quadrado. Variância/Média

0,790

-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

0,960
-0,452

-

-

-

0,956
-

1,089
-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

3,270
26,306

-

-

0,064
-

3,247
-

3,293
-

Equabilidade

0,935

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,036
27,931

-

-

-

-

-

1-D

0,964

-

-

-

-

-

Obs.
75

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Botucatu
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt

MaxAlt

Cordia sellowiana
Inga vera

9
8

1,643
1,517

180,0
160,0

11,11
9,88

4
4

80,00
80,00

7,02
7,02

2,00
1,30

5,00
3,50

Schizolobium parahyba

5

1,225

100,0

6,17

3

60,00

5,26

3,00

5,00

Guazuma ulmifolia
Ficus guaranitica

4
3

0,837
0,548

80,0
60,0

4,94
3,70

3
3

60,00
60,00

5,26
5,26

0,60
2,50

4,00
4,00

Erythrina mulungu
Mimosa setosa

4
3

1,095
0,894

80,0
60,0

4,94
3,70

2
2

40,00
40,00

3,51
3,51

0,80
3,00

2,50
3,00

Joannesia princeps

3

0,894

60,0

3,70

2

40,00

3,51

1,20

3,50

Ceiba speciosa
Enterolobium contortisiliquum

3
3

0,894
0,894

60,0
60,0

3,70
3,70

2
2

40,00
40,00

3,51
3,51

1,80
0,90

3,00
4,00

Croton uruncurana
Ocotea velutina

3
2

0,894
0,548

60,0
40,0

3,70
2,47

2
2

40,00
40,00

3,51
3,51

2,50
2,20

2,50
2,30

Trema micrantha

2

0,548

40,0

2,47

2

40,00

3,51

1,90

2,20

Senna multijuga
Triplaris americana

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,47
2,47

2
2

40,00
40,00

3,51
3,51

1,00
4,00

3,00
4,00

Schinus terebinthifolius

2

0,548

40,0

2,47

2

40,00

3,51

2,50

3,50

Citharexylum myrianthum
Bauhinia forficata

2
3

0,548
1,342

40,0
60,0

2,47
3,70

2
1

40,00
20,00

3,51
1,75

1,80
0,80

2,50
3,00

Luehea divaricata
Tabernaemontana hystrix

2
2

0,894
0,894

40,0
40,0

2,47
2,47

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

2,00
1,00

2,50
2,20

Cordia trichotoma

2

0,894

40,0

2,47

1

20,00

1,75

3,50

3,50

Syagrus romanzoffiana
Eugenia uniflora

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

1,00
0,60

1,00
0,60

Alchornea glandulosa
Tabernamontana fuchsiaefolia

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

2,50
2,00

2,50
2,00

Sparattosperma leucanthum

1

0,447

20,0

1,23

1

20,00

1,75

1,80

1,80

Tibouchina granulosa
Chorisia speciosa

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

1,00
1,10

1,00
1,10

Caesalpinia ferrea
Pseudobombax grandiflorum

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

1,00
2,00

1,00
2,00

Lonchocarpus muehlbergianus

1

0,447

20,0

1,23

1

20,00

1,75

2,20

2,20

Inga sessilis
Psidium Guajava

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

1,75
1,75

0,80
1,00

0,80
1,00

Espécies

MédAlt dpAlt

IVI

IVC

Cordia sellowiana

3,78

1,12

18,13

11,11

Inga vera
Schizolobium parahyba

2,85
4,60

0,75
0,89

16,89
11,44

9,88
6,17

Guazuma ulmifolia
Ficus guaranitica

2,40
3,00

1,39
0,87

10,20
8,97

4,94
3,70

Erythrina mulungu

1,35

0,78

8,45

4,94

Mimosa setosa
Joannesia princeps

3,00
2,40

0
1,15

7,21
7,21

3,70
3,70

Ceiba speciosa

2,60

0,69

7,21

3,70

Enterolobium contortisiliquum
Croton uruncurana

2,00
2,50

1,73
0

7,21
7,21

3,70
3,70
76
Ocotea velutina

2,25

0,07

5,98

2,47

Trema micrantha
Senna multijuga

2,05
2,00

0,21
1,41

5,98
5,98

2,47
2,47

Triplaris americana

4,00

0

5,98

2,47

Schinus terebinthifolius
Citharexylum myrianthum

3,00
2,15

0,71
0,49

5,98
5,98

2,47
2,47

Bauhinia forficata
Luehea divaricata

2,10
2,25

1,15
0,35

5,46
4,22

3,70
2,47

Tabernaemontana hystrix

1,60

0,85

4,22

2,47

Cordia trichotoma
Syagrus romanzoffiana

3,50
1,00

0
-

4,22
2,99

2,47
1,23

Eugenia uniflora
Alchornea glandulosa

0,60
2,50

-

2,99
2,99

1,23
1,23

Tabernamontana fuchsiaefolia

2,00

-

2,99

1,23

Sparattosperma leucanthum
Tibouchina granulosa

1,80
1,00

-

2,99
2,99

1,23
1,23

Chorisia speciosa
Caesalpinia ferrea

1,10
1,00

-

2,99
2,99

1,23
1,23

Pseudobombax grandiflorum

2,00

-

2,99

1,23

Lonchocarpus muehlbergianus
Inga sessilis

2,20
0,80

-

2,99
2,99

1,23
1,23

Psidium Guajava

1,00

-

2,99

1,23

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Botucatu
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt MaxAlt MédAlt

LEG.-MIMOSOIDEAE
BORAGINACEAE

12
11

240,0
220,0

14,81
13,58

4
4

80,00
80,00

8,33
8,33

0,80
2,00

4,00
5,00

2,47
3,73

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

10

200,0

12,35

4

80,00

8,33

0,80

5,00

3,33

BOMBACACEAE
STERCULIACEAE

5
4

100,0
80,0

6,17
4,94

3
3

60,00
60,00

6,25
6,25

1,10
0,60

3,00
4,00

2,18
2,40

LEG.-PAPILIONOIDEAE
MORACEAE

5
3

100,0
60,0

6,17
3,70

2
3

40,00
60,00

4,17
6,25

0,80
2,50

2,50
4,00

1,52
3,00

MYRTACEAE

3

60,0

3,70

3

60,00

6,25

0,60

1,00

0,87

EUPHORBIACEAE
LEGUMINOSEAE

4
3

80,0
60,0

4,94
3,70

2
2

40,00
40,00

4,17
4,17

2,50
3,00

2,50
3,00

2,50
3,00

SP1
APOCYNACEAE

3
3

60,0
60,0

3,70
3,70

2
2

40,00
40,00

4,17
4,17

1,20
1,00

3,50
2,20

2,40
1,73

LAURACEAE

2

40,0

2,47

2

40,00

4,17

2,20

2,30

2,25

ULMACEAE
POLYGONACEAE

2
2

40,0
40,0

2,47
2,47

2
2

40,00
40,00

4,17
4,17

1,90
4,00

2,20
4,00

2,05
4,00

ANACARDIACEAE

2

40,0

2,47

2

40,00

4,17

2,50

3,50

3,00

VERBENACEAE
TILIACEAE

2
2

40,0
40,0

2,47
2,47

2
1

40,00
20,00

4,17
2,08

1,80
2,00

2,50
2,50

2,15
2,25

ARECACEAE
BIGNONIACEAE

1
1

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

2,08
2,08

1,00
1,80

1,00
1,80

1,00
1,80

MELASTOMATACEAE

1

20,0

1,23

1

20,00

2,08

1,00

1,00

1,00
77
Famílias

dpAlt

IVI

IVC

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE

1,15

23,15

14,81

3

9,09

BORAGINACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

1,01
1,63

21,91
20,68

13,58
12,35

2
3

6,06
9,09

BOMBACACEAE

0,82

12,42

6,17

3

9,09

STERCULIACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

1,39
0,77

11,19
10,34

4,94
6,17

1
2

3,03
6,06

MORACEAE
MYRTACEAE

0,87
0,23

9,95
9,95

3,70
3,70

1
3

3,03
9,09

EUPHORBIACEAE

0

9,10

4,94

2

6,06

LEGUMINOSEAE
SP1

0
1,15

7,87
7,87

3,70
3,70

1
1

3,03
3,03

APOCYNACEAE

0,64

7,87

3,70

2

6,06

LAURACEAE
ULMACEAE

0,07
0,21

6,64
6,64

2,47
2,47

1
1

3,03
3,03

POLYGONACEAE
ANACARDIACEAE

0
0,71

6,64
6,64

2,47
2,47

1
1

3,03
3,03

VERBENACEAE

0,49

6,64

2,47

1

3,03

TILIACEAE
ARECACEAE

0,35
-

4,55
3,32

2,47
1,23

1
1

3,03
3,03

BIGNONIACEAE
MELASTOMATACEAE

-

3,32
3,32

1,23
1,23

1
1

3,03
3,03

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Botucatu
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

NSpp

A1

19

1900,0

23,46

0,80

4,00

2,34

1,02

13

A2
A3

14
16

1400,0
1600,0

17,28
19,75

0,80
1,00

5,00
4,00

2,69
2,17

1,53
0,86

11
13

A4

16

1600,0

19,75

0,60

5,00

2,52

1,32

10

A5

16

1600,0

19,75

1,00

5,00

3,30

1,07

10

Abreviações usadas para parâmetros

itens

abreviação

parâmetro

01.

%Ram

Porcentagem ramificados

02.

%Spp

Porcentagem das espécies

03.
04.

AbsDe
AbsDo

Densidade absoluta
Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.
08.
09.

AreaBas
DiâmMédRam
DiâmRam

10.

dpAlt

11.
12.

dpDia
dpDiâmRam

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro
desvio padrão Diâmetros dos Ramos
78
13.

dpDist

desvio padrão da distãncia

14.
15.

dpNInd
dpVol

desvio padrão no. indivíduos
Desvio padrão de volume

16.

IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.
20.

MaxDia
MaxNRam

21.

MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.
25.

MédDia
MédDist

26.

MédNRam

IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos

27.
28.

MédVol
MinAlt

Volume médio
Altura mínima

29.
30.

MinDia
MinNRam

31.

MinRam

32.
33.

MinVol
NAlt

Volume mínimo
N para altura

34.
35.

NAm
NDist

No. de amostras
N para distâncias

Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo

36.

NDom

37.
38.

NInd
NIndRam

39.

NoVol

N para volume

40.
41.

NSpp
Obs.

No. de espécies
Observações

42.
43.

RelDe
RelDo

Densidade relativa
Dominância relativa

44.

RelFr

Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.
48.

TotRam(+f)
Vol

N para dominância
no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
79

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto.FPD".

Projeto Fehidro Capela do Alto
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Capela do Alto
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 5 No de especies: 5
No. de Amostras: 3 No. de Indivíduos: 14
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Capela do Alto
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

14,000
5,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

5,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

3,000
466,667

-

-

57,735

317,484

615,849

Freqüência total
Freqüência total das famílias

333,333
333,333

-

-

-

-

-

Área Basal total

1,132

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

37,717
6,995

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,030

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

26,214
5,286

80,000
7,000

6,000
3,000

19,188
1,490

15,133
4,425

37,295
6,146

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,500
0,071

3,519
0,931

0,008
-

0,904
-

-0,023
-

1,022
-

chi quadrado. Variância/Média

0,143

-

-

-

0,026

7,336

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

0,857
-0,470

-

-

-

0,848
-

1,410
-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

1,532
4,626

-

-

0,149
-

1,346
-

1,717
-

Equabilidade

0,952

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,176
5,688

-

-

-

-

-

1-D

0,824

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Espécies.FPM".

Obs.
80

Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Capela do Alto
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Inga sellowiana

3

0

100,0

21,43

3

100,00

30,00

21,92

Croton uruncurana
Lithraea molleoides

5
2

1,528
0,577

166,7
66,7

35,71
14,29

2
2

66,67
66,67

20,00
20,00

7,31
5,37

Psidium guajava

2

0,577

66,7

14,29

2

66,67

20,00

0,54

SP2

2

1,155

66,7

14,29

1

33,33

10,00

2,58

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Inga sellowiana
Croton uruncurana

58,12
19,37

7,00
4,00

7,00
7,00

7,00
5,00

0
1,41

23,00
7,00

80,00
40,00

47,00
21,00

29,55
12,10

Lithraea molleoides
Psidium guajava

14,25
1,42

4,00
3,00

5,00
5,00

4,50
4,00

0,71
1,41

17,00
6,00

42,00
13,00

29,50
9,50

17,68
4,95

SP2

6,84

4,00

7,00

5,50

2,12

16,00

27,00

21,50

7,78

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Inga sellowiana

4,60

153,44

65,81

0,291

3,52

1,534

1,737

109,55

79,55

Croton uruncurana
Lithraea molleoides

1,05
0,78

35,08
26,12

15,04
11,20

0,015
0,091

0,50
0,69

0,210
0,392

0,192
0,426

75,09
48,54

55,09
28,54

Psidium guajava
SP2

0,07
0,48

2,49
16,04

1,07
6,88

0,008
0,080

0,07
0,40

0,037
0,241

0,041
0,227

35,71
31,12

15,71
21,12

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Capela do Alto
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

LEG.-MIMOSOIDEAE

3

100,0

21,43

3

100,00

30,00

21,92

58,12

EUPHORBIACEAE

5

166,7

35,71

2

66,67

20,00

7,31

19,37

ANACARDIACEAE
MYRTACEAE

2
2

66,7
66,7

14,29
14,29

2
2

66,67
66,67

20,00
20,00

5,37
0,54

14,25
1,42

SP2

2

66,7

14,29

1

33,33

10,00

2,58

6,84

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

LEG.-MIMOSOIDEAE
EUPHORBIACEAE

7,00
4,00

7,00
7,00

7,00
5,00

0
1,41

23,00
7,00

80,00
40,00

47,00
21,00

29,55
12,10

4,60
1,05

ANACARDIACEAE

4,00

5,00

4,50

0,71

17,00

42,00

29,50

17,68

0,78
81
MYRTACEAE

3,00

5,00

4,00

1,41

6,00

13,00

9,50

4,95

0,07

SP2

4,00

7,00

5,50

2,12

16,00

27,00

21,50

7,78

0,48

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

LEG.-MIMOSOIDEAE
EUPHORBIACEAE

153,44
35,08

65,81
15,04

0,291
0,015

3,52
0,50

1,534
0,210

1,737
0,192

109,55
75,09

79,55
55,09

ANACARDIACEAE

26,12

11,20

0,091

0,69

0,392

0,426

48,54

28,54

MYRTACEAE
SP2

2,49
16,04

1,07
6,88

0,008
0,080

0,07
0,40

0,037
0,241

0,041
0,227

35,71
31,12

15,71
21,12

Famílias

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE

1

20,00

EUPHORBIACEAE
ANACARDIACEAE

1
1

20,00
20,00

MYRTACEAE
SP2

1
1

20,00
20,00

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Capela do Alto
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

5

500,0

35,71

25,76

4,00

7,00

5,60

1,34

13,00

42,00

23,60

11,13

A2

5

500,0

35,71

66,04

3,00

7,00

4,80

1,64

6,00

80,00

30,20

31,02

A3

4

400,0

28,57

21,35

4,00

7,00

5,50

1,73

16,00

38,00

24,50

10,28

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1
A2

1,43
4,20

143,15
419,78

20,46
60,01

0,066
0,008

0,69
3,52

0,286
0,840

0,251
1,511

4
3

0,26
0,66

A3

1,37

136,59

19,53

0,080

0,79

0,341

0,336

3

0,21

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.
02.

abreviação
%Ram
%Spp

parâmetro
Porcentagem ramificados
Porcentagem das espécies

03.
04.

AbsDe
AbsDo

Densidade absoluta
Dominância absoluta

05.

AbsFr

Freqüência absoluta
82
06.

AbsVol

Volume absoluto

07.
08.

AreaBas
DiâmMédRam

09.

DiâmRam

10.
11.

dpAlt
dpDia

12.
13.

dpDiâmRam
dpDist

desvio padrão Diâmetros dos Ramos
desvio padrão da distãncia

14.

dpNInd

desvio padrão no. indivíduos

15.
16.

dpVol
IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.

MaxDia

20.
21.

MaxNRam
MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.

MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

27.
28.

MédVol
MinAlt

29.

MinDia

30.
31.

MinNRam
MinRam

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
Altura mínima
Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo

32.

MinVol

Volume mínimo

33.
34.

NAlt
NAm

N para altura
No. de amostras

35.
36.

NDist
NDom

N para distâncias
N para dominância

37.

NInd

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.
41.

NSpp
Obs.

42.

RelDe

Densidade relativa

43.
44.

RelDo
RelFr

Dominância relativa
Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.

TotRam(+f)

48.

Vol

no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies
Observações

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
83

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva.FPD".

Projetom Fehidro Boituva
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Boituva
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 8 No de especies: 11
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 38
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projetom Fehidro Boituva
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

38,000
11,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

8,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
760,000

-

-

194,936

516,802

1003,198

Freqüência total
Freqüência total das famílias

440,000
400,000

-

-

-

-

-

Área Basal total

0,756

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

15,130
4,327

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

13,684
5,000

45,000
9,000

5,000
3,000

8,247
1,627

10,974
4,465

16,395
5,535

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,114
0,500

1,113
0,736

0,006
-

0,189
-

0,052
-

0,176
-

chi quadrado. Variância/Média

2,000

-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

0,946
-0,282

-

-

-

0,904
-

1,193
-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

2,263
9,607

-

-

0,084
-

2,206
-

2,319
-

Equabilidade

0,944

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,090
11,159

-

-

-

-

-

1-D

0,910

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Espécies.FPM".

Obs.
84

Parâmetros para Espécies : Projetom Fehidro Boituva
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Ceiba speciosa

4

1,095

80,0

10,53

2

40,00

9,09

5,04

Luehea divaricata
Enterolobium contortisiliquum

6
6

1,304
1,643

120,0
120,0

15,79
15,79

3
2

60,00
40,00

13,64
9,09

1,80
2,10

Inga sessilis

5

0,707

100,0

13,16

4

80,00

18,18

0,76

Cordia sellowiana
Syagrus romanzoffiana

4
2

1,304
0,548

80,0
40,0

10,53
5,26

2
2

40,00
40,00

9,09
9,09

1,67
1,48

Citharexylum myrianthum
Schinus molle

4
3

1,304
0,894

80,0
60,0

10,53
7,89

2
2

40,00
40,00

9,09
9,09

0,52
0,57

Schinus terebinthifolius

2

0,894

40,0

5,26

1

20,00

4,55

0,61

Psidium guajava
Eugenia uniflora

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

2,63
2,63

1
1

20,00
20,00

4,55
4,55

0,31
0,27

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Ceiba speciosa

33,33

3,00

7,00

5,25

2,06

5,00

45,00

24,50

16,42

Luehea divaricata
Enterolobium contortisiliquum

11,88
13,89

4,00
3,00

7,00
9,00

5,17
5,50

1,33
2,17

5,00
8,00

20,00
22,00

12,67
14,00

6,02
5,69

Inga sessilis

5,04

3,00

4,00

3,80

0,45

5,00

17,00

8,60

5,37

Cordia sellowiana
Syagrus romanzoffiana

11,03
9,77

4,00
4,00

7,00
4,00

6,25
4,00

1,50
0

5,00
10,00

21,00
29,00

15,00
19,50

7,35
13,44

Citharexylum myrianthum
Schinus molle

3,47
3,79

5,00
3,00

8,00
5,00

6,50
3,67

1,29
1,15

7,00
5,00

11,00
14,00

9,00
10,33

1,83
4,73

Schinus terebinthifolius

4,03

3,00

5,00

4,00

1,41

8,00

18,00

13,00

7,07

Psidium guajava
Eugenia uniflora

2,03
1,75

4,00
4,00

4,00
4,00

4,00
4,00

-

14,00
13,00

14,00
13,00

14,00
13,00

-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Ceiba speciosa

1,64

32,86

37,97

0,006

1,11

0,411

0,492

52,94

43,85

Luehea divaricata

0,53

10,69

12,35

0,008

0,22

0,089

0,082

41,30

27,67

Enterolobium contortisiliquum
Inga sessilis

0,58
0,15

11,63
3,01

13,44
3,48

0,025
0,006

0,27
0,09

0,097
0,030

0,091
0,036

38,77
36,38

29,68
18,19

Cordia sellowiana
Syagrus romanzoffiana

0,58
0,30

11,56
5,91

13,36
6,83

0,008
0,031

0,24
0,26

0,144
0,148

0,108
0,165

30,64
24,12

21,55
15,03

Citharexylum myrianthum

0,18

3,58

4,13

0,019

0,07

0,045

0,024

23,08

13,99

Schinus molle
Schinus terebinthifolius

0,11
0,14

2,17
2,85

2,51
3,29

0,006
0,015

0,06
0,13

0,036
0,071

0,027
0,079

20,78
13,84

11,68
9,29

Psidium guajava
Eugenia uniflora

0,06
0,05

1,23
1,06

1,42
1,23

0,062
0,053

0,06
0,05

0,062
0,053

-

9,21
8,93

4,67
4,39

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projetom Fehidro Boituva
85
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

LEG.-MIMOSOIDEAE

11

220,0

28,95

5

100,00

25,00

2,86

18,93

BOMBACACEAE
TILIACEAE

4
6

80,0
120,0

10,53
15,79

2
3

40,00
60,00

10,00
15,00

5,04
1,80

33,33
11,88

BORAGINACEAE

4

80,0

10,53

2

40,00

10,00

1,67

11,03

ANACARDIACEAE
ARECACEAE

5
2

100,0
40,0

13,16
5,26

2
2

40,00
40,00

10,00
10,00

1,18
1,48

7,82
9,77

VERBENACEAE
MYRTACEAE

4
2

80,0
40,0

10,53
5,26

2
2

40,00
40,00

10,00
10,00

0,52
0,57

3,47
3,79

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

LEG.-MIMOSOIDEAE

3,00

9,00

4,73

1,79

5,00

22,00

11,55

5,97

0,73

BOMBACACEAE

3,00

7,00

5,25

2,06

5,00

45,00

24,50

16,42

1,64

TILIACEAE
BORAGINACEAE

4,00
4,00

7,00
7,00

5,17
6,25

1,33
1,50

5,00
5,00

20,00
21,00

12,67
15,00

6,02
7,35

0,53
0,58

ANACARDIACEAE
ARECACEAE

3,00
4,00

5,00
4,00

3,80
4,00

1,10
0

5,00
10,00

18,00
29,00

11,40
19,50

5,08
13,44

0,25
0,30

VERBENACEAE

5,00

8,00

6,50

1,29

7,00

11,00

9,00

1,83

0,18

MYRTACEAE

4,00

4,00

4,00

0

13,00

14,00

13,50

0,71

0,11

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

LEG.-MIMOSOIDEAE
BOMBACACEAE

14,64
32,86

16,91
37,97

0,006
0,006

0,27
1,11

0,067
0,411

0,077
0,492

72,87
53,85

47,87
43,85

TILIACEAE

10,69

12,35

0,008

0,22

0,089

0,082

42,67

27,67

BORAGINACEAE
ANACARDIACEAE

11,56
5,02

13,36
5,80

0,008
0,006

0,24
0,13

0,144
0,050

0,108
0,048

31,55
30,98

21,55
20,98

ARECACEAE
VERBENACEAE

5,91
3,58

6,83
4,13

0,031
0,019

0,26
0,07

0,148
0,045

0,165
0,024

25,03
23,99

15,03
13,99

MYRTACEAE

2,29

2,65

0,053

0,06

0,057

0,006

19,05

9,05

Famílias

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE
BOMBACACEAE

2
1

18,18
9,09

TILIACEAE

1

9,09

BORAGINACEAE
ANACARDIACEAE

1
2

9,09
18,18

ARECACEAE
VERBENACEAE

1
1

9,09
9,09

MYRTACEAE

2

18,18

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projetom Fehidro Boituva
86
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

5

500,0

13,16

6,51

3,00

6,00

4,60

1,34

5,00

17,00

12,20

4,60

A2

9

900,0

23,68

14,25

3,00

7,00

5,44

1,59

5,00

21,00

13,22

5,49

A3
A4

7
10

700,0
1000,0

18,42
26,32

34,71
12,61

4,00
3,00

9,00
5,00

6,14
3,80

1,86
0,63

8,00
5,00

45,00
20,00

22,43
11,70

12,23
5,12

A5

7

700,0

18,42

7,57

3,00

8,00

5,29

1,80

5,00

26,00

9,43

7,55

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1
A2

0,34
0,87

33,92
87,48

7,84
20,22

0,006
0,008

0,14
0,24

0,068
0,097

0,053
0,086

3
6

0,07
0,14

A3

2,13

212,62

49,14

0,025

1,11

0,304

0,368

4

0,35

A4
A5

0,48
0,51

48,14
50,55

11,13
11,68

0,006
0,006

0,13
0,37

0,048
0,072

0,038
0,134

5
4

0,13
0,08

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

02.
03.

%Spp
AbsDe

04.
05.

AbsDo
AbsFr

06.

AbsVol

07.
08.

AreaBas
DiâmMédRam

09.
10.

DiâmRam
dpAlt

parâmetro
Porcentagem ramificados
Porcentagem das espécies
Densidade absoluta
Dominância absoluta
Freqüência absoluta
Volume absoluto
Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura

11.

dpDia

12.
13.

dpDiâmRam
dpDist

desvio padrão Diâmetros dos Ramos
desvio padrão da distãncia

14.

dpNInd

desvio padrão no. indivíduos

15.
16.

dpVol
IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.

MaxDia

20.
21.

MaxNRam
MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.

MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

27.
28.

MédVol
MinAlt

29.

MinDia

30.

MinNRam

Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
Altura mínima
Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
87
31.

MinRam

32.
33.

MinVol
NAlt

Menor ramo
Volume mínimo
N para altura

34.

NAm

No. de amostras

35.
36.

NDist
NDom

N para distâncias
N para dominância

37.
38.

NInd
NIndRam

39.

NoVol

N para volume

40.
41.

NSpp
Obs.

No. de espécies
Observações

42.
43.

RelDe
RelDo

Densidade relativa
Dominância relativa

44.

RelFr

Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.
48.

TotRam(+f)
Vol

no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
88

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete.FPD".

Projeto Fehidro sub-bacia 1 Bofete
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Bofete
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 19 No de especies: 29
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 65
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

65,000

-

-

-

-

-

No. de Espécies
No. de Famílias

29,000
19,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
1300,000

-

-

463,681

721,522

1878,478

Freqüência total

920,000

-

-

-

-

-

Freqüência total das famílias
Área Basal total

800,000
0

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

0
0

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

1,565

4,000

0,150

0,954

0
1,329

0
1,802

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

1,654

0,158

-

-

0
-

0
-

chi quadrado. Variância/Média

6,615

-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

1,041
0,183

-

-

-

0,945
-

1,111
-

Índice Shannon-Wiener

3,200

-

-

0,076

3,171

3,229

Equiv. de Shannon em espécies
Equabilidade

24,536
0,950

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson

0,032

-

-

-

-

-

1/D
1-D

31,515
0,968

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Espécies.FPM".

Obs.
89

Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt

MaxAlt

Croton floribundus

5

1,225

100,0

7,69

3

60,00

6,52

0,40

3,50

Luehea grandiflora
Ficus guaranitica

5
5

1,732
1,732

100,0
100,0

7,69
7,69

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

1,40
0,40

2,10
1,60

Citharexylum myrianthum

3

0,548

60,0

4,62

3

60,00

6,52

0,40

1,50

Schinus molle
Cassia grandis

3
3

0,548
0,548

60,0
60,0

4,62
4,62

3
3

60,00
60,00

6,52
6,52

0,60
0,60

1,75
3,50

Psidium Guajava
Croton uruncurana

4
4

1,304
1,095

80,0
80,0

6,15
6,15

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

1,20
0,50

1,60
3,50

Inga marginata

3

0,894

60,0

4,62

2

40,00

4,35

1,50

2,60

Schizolobium parahyba
Mimosa setosa

3
2

0,894
0,548

60,0
40,0

4,62
3,08

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

2,50
0,40

3,50
1,30

Triplaris americana
Cedrela fissilis

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

3,08
3,08

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

0,20
0,55

0,30
0,80

Lafoensia pacari

3

1,342

60,0

4,62

1

20,00

2,17

1,55

1,90

Peltophorum dubium
Erythrina mulungu

2
2

0,894
0,894

40,0
40,0

3,08
3,08

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

1,60
0,60

2,10
0,70

Schinus Terebinthifolia
Psidium cattleyanum

2
1

0,894
0,447

40,0
20,0

3,08
1,54

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

1,60
0,30

2,50
0,30

Genipa americana

1

0,447

20,0

1,54

1

20,00

2,17

4,00

4,00

Hymenaea courbaril
Tabernaemontana hystrix

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

1,20
1,80

1,20
1,80

Anadenanthera colubrina
Heliocarpus popayanensis

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

3,50
1,20

3,50
1,20

Casearia sylvestris

1

0,447

20,0

1,54

1

20,00

2,17

1,20

1,20

Eugenia uniflora
Gochnatia polymorpha

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

0,15
2,10

0,15
2,10

Rapanea ferruginea

1

0,447

20,0

1,54

1

20,00

2,17

1,80

1,80

Bauhinia forficata
Mimosa Caesalpiniifolia

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

0,80
0,60

0,80
0,60

Espécies

MédAlt dpAlt

IVI

IVC

Croton floribundus

2,28

1,14

14,21

7,69

Luehea grandiflora
Ficus guaranitica

1,79
0,86

0,30
0,49

12,04
12,04

7,69
7,69

Citharexylum myrianthum
Schinus molle

0,97
1,32

0,55
0,63

11,14
11,14

4,62
4,62

Cassia grandis

2,13

1,46

11,14

4,62

Psidium Guajava
Croton uruncurana

1,45
1,65

0,17
1,41

10,50
10,50

6,15
6,15

Inga marginata
Schizolobium parahyba

2,20
2,83

0,61
0,58

8,96
8,96

4,62
4,62

Mimosa setosa

0,85

0,64

7,42

3,08

Triplaris americana
Cedrela fissilis

0,25
0,68

0,07
0,18

7,42
7,42

3,08
3,08

Lafoensia pacari
Peltophorum dubium

1,68
1,85

0,19
0,35

6,79
5,25

4,62
3,08

Erythrina mulungu

0,65

0,07

5,25

3,08

Schinus Terebinthifolia

2,05

0,64

5,25

3,08
90
Psidium cattleyanum

0,30

-

3,71

1,54

Genipa americana
Hymenaea courbaril

4,00
1,20

-

3,71
3,71

1,54
1,54

Tabernaemontana hystrix

1,80

-

3,71

1,54

Anadenanthera colubrina
Heliocarpus popayanensis

3,50
1,20

-

3,71
3,71

1,54
1,54

Casearia sylvestris
Eugenia uniflora

1,20
0,15

-

3,71
3,71

1,54
1,54

Gochnatia polymorpha

2,10

-

3,71

1,54

Rapanea ferruginea
Bauhinia forficata

1,80
0,80

-

3,71
3,71

1,54
1,54

Mimosa Caesalpiniifolia

0,60

-

3,71

1,54

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt MaxAlt MédAlt

EUPHORBIACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

9
7

180,0
140,0

13,85
10,77

5
4

100,00
80,00

12,50
10,00

0,40
0,80

3,50
3,50

2,00
2,03

MYRTACEAE

6

120,0

9,23

4

80,00

10,00

0,15

1,60

1,04

ANACARDIACEAE
MELIACEAE

5
5

100,0
100,0

7,69
7,69

3
3

60,00
60,00

7,50
7,50

0,60
0,55

2,50
3,50

1,61
1,55

TILIACEAE
MORACEAE

6
5

120,0
100,0

9,23
7,69

2
2

40,00
40,00

5,00
5,00

1,20
0,40

2,10
1,60

1,69
0,86

VERBENACEAE

3

60,0

4,62

3

60,00

7,50

0,40

1,50

0,97

LEG.-MIMOSOIDEAE
LEGUMINOSEAE

4
2

80,0
40,0

6,15
3,08

2
2

40,00
40,00

5,00
5,00

1,50
0,40

3,50
1,30

2,52
0,85

POLYGONACEAE
LYTHRACEAE

2
3

40,0
60,0

3,08
4,62

2
1

40,00
20,00

5,00
2,50

0,20
1,55

0,30
1,90

0,25
1,68

LEG.-PAPILIONOIDEAE

2

40,0

3,08

1

20,00

2,50

0,60

0,70

0,65

RUBIACEAE
APOCYNACEAE

1
1

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,50
2,50

4,00
1,80

4,00
1,80

4,00
1,80

FLACOURTIACEAE
ASTERACEAE

1
1

20,0
20,0

1,54
1,54

1
1

20,00
20,00

2,50
2,50

1,20
2,10

1,20
2,10

1,20
2,10

MYRSINACEAE

1

20,0

1,54

1

20,00

2,50

1,80

1,80

1,80

FABACEAE-MIMOSOIDEAE

1

20,0

1,54

1

20,00

2,50

0,60

0,60

0,60

Famílias

dpAlt

IVI

IVC

NSpp

%Spp

EUPHORBIACEAE

1,23

26,35

13,85

2

6,90

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

0,91

20,77

10,77

4

13,79

MYRTACEAE
ANACARDIACEAE

0,65
0,68

19,23
15,19

9,23
7,69

3
2

10,34
6,90

MELIACEAE
TILIACEAE

1,31
0,36

15,19
14,23

7,69
9,23

2
2

6,90
6,90

MORACEAE

0,49

12,69

7,69

1

3,45

VERBENACEAE
LEG.-MIMOSOIDEAE

0,55
0,82

12,12
11,15

4,62
6,15

1
2

3,45
6,90

LEGUMINOSEAE

0,64

8,08

3,08

1

3,45

POLYGONACEAE

0,07

8,08

3,08

1

3,45
91
LYTHRACEAE

0,19

7,12

4,62

1

3,45

LEG.-PAPILIONOIDEAE
RUBIACEAE

0,07
-

5,58
4,04

3,08
1,54

1
1

3,45
3,45

APOCYNACEAE

-

4,04

1,54

1

3,45

FLACOURTIACEAE
ASTERACEAE

-

4,04
4,04

1,54
1,54

1
1

3,45
3,45

MYRSINACEAE
FABACEAE-MIMOSOIDEAE

-

4,04
4,04

1,54
1,54

1
1

3,45
3,45

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

NSpp

A1

19

1900,0

29,23

0,15

3,50

1,27

0,88

14

A2
A3

16
12

1600,0
1200,0

24,62
18,46

0,60
0,30

3,50
4,00

1,81
1,52

0,95
1,22

9
11

A4

11

1100,0

16,92

0,40

2,60

1,85

0,94

7

A5

7

700,0

10,77

0,60

2,50

1,44

0,57

5

Abreviações usadas para parâmetros

itens

abreviação

parâmetro

01.

%Ram

Porcentagem ramificados

02.

%Spp

Porcentagem das espécies

03.
04.

AbsDe
AbsDo

Densidade absoluta
Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.

AreaBas

Área basal

08.
09.

DiâmMédRam
DiâmRam

Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos

10.
11.

dpAlt
dpDia

12.

dpDiâmRam

desvio padrão Diâmetros dos Ramos

13.
14.

dpDist
dpNInd

desvio padrão da distãncia
desvio padrão no. indivíduos

15.

dpVol

16.
17.

IVC
IVI

18.
19.

MaxAlt
MaxDia

20.

MaxNRam

21.
22.

MaxRam
MaxVol

23.
24.

MédAlt
MédDia

25.

MédDist

26.

MédNRam

Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
92
27.

MédVol

Volume médio

28.
29.

MinAlt
MinDia

Altura mínima
Diâmetro mínimo

30.

MinNRam

31.
32.

MinRam
MinVol

33.
34.

NAlt
NAm

35.

NDist

No. mín. de ramos
Menor ramo
Volume mínimo
N para altura
No. de amostras
N para distâncias

36.
37.

NDom
NInd

N para dominância
no. de indivíduos

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.

NSpp

No. de espécies

41.
42.

Obs.
RelDe

Observações
Densidade relativa

43.
44.

RelDo
RelFr

Dominância relativa
Freqüência realtiva

45.

RelVol

46.
47.

TotRam
TotRam(+f)

48.

Vol

No. de Indivíduos Ramificados
N para volume

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
93

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio.FPD".

Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Ibiúna
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 13 No de especies: 16
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 81
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

81,000

-

-

-

-

-

Obs.

No. de Espécies
No. de Famílias

16,000
13,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras

5,000

-

-

-

-

-

Densidade
Freqüência total

1620,000
480,000

-

-

798,123
-

624,280
-

2615,720
-

Freqüência total das famílias
Área Basal total

460,000
421,479

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta

8429,583

-

-

-

-

-

Volume total
Área total da amostra

18,557
0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média

41,346

2312,000

5,000

255,636

-15,180

97,872

Altura - média
Volume - média

9,557
0,235

12,000
4,358

4,000
0,008

2,448
0,564

9,009
0,109

10,105
0,361

Razão Variância/Média + "p"
chi quadrado. Variância/Média

3,932
15,728

0,003
-

-

-

0,449

11,128

Distr. agregada

Idelta de Morisita

1,147

-

-

-

0,956

1,089

Dist. agregada!

Morisita estandardizado (Ip)
Índice Shannon-Wiener

0,507
1,449

-

-

0,043

1,426

1,472

Dist. agregada!

Equiv. de Shannon em espécies
Equabilidade

4,257
0,522

-

-

-

-

-

ACE

26,694

-

-

-

-

-

Shannon sem vies
Shannon sem vies equiv. em esp.

1,607
4,989

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,464
2,157

-

-

-

-

-

1-D

0,536

-

-

-

-

-
94

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Croton floribundus
Casearia sylvestris

55
4

6,633
0,837

1100,0
80,0

67,90
4,94

5
3

100,00
60,00

20,83
12,50

8425,76
0,61

Guazuma ulmifolia

3

0,894

60,0

3,70

2

40,00

8,33

0,38

Nectandra sp.
Syagrus romanzoffiana

3
3

0,894
1,342

60,0
60,0

3,70
3,70

2
1

40,00
20,00

8,33
4,17

0,36
1,36

Lithraea molleoides
Lafoensia glyptocarpa

2
2

0,894
0,894

40,0
40,0

2,47
2,47

1
1

20,00
20,00

4,17
4,17

0,13
0,12

Quillaja brasiliensis

1

0,447

20,0

1,23

1

20,00

4,17

0,19

Eugenia sp.
Machaerium villosum

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

4,17
4,17

0,16
0,13

Cupania vernalis
Zeyheria tuberculosa

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

4,17
4,17

0,08
0,08

Platypodium elegans

1

0,447

20,0

1,23

1

20,00

4,17

0,08

6
Copaifera langsdorffii

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

4,17
4,17

0,06
0,06

Schinus terebinthifolius

1

0,447

20,0

1,23

1

20,00

4,17

0,04

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

Croton floribundus

99,95

4,00

12,00

10,41

1,97

5,00

2312,00 56,67

309,94

Casearia sylvestris
Guazuma ulmifolia

0,01
0,00

5,00
8,00

5,00
12,00

5,00
10,00

0
2,00

5,00
8,00

14,00
10,00

9,00
9,00

4,69
1,00

Nectandra sp.
Syagrus romanzoffiana

0,00
0,02

7,00
8,00

10,00
12,00

8,33
10,00

1,53
2,00

8,00
12,00

10,00
20,00

8,67
16,67

1,15
4,16

Lithraea molleoides

0,00

7,00

11,00

9,00

2,83

6,00

7,00

6,50

0,71

Lafoensia glyptocarpa
Quillaja brasiliensis

0,00
0,00

5,00
11,00

5,00
11,00

5,00
11,00

0
-

5,00
11,00

7,00
11,00

6,00
11,00

1,41
-

Eugenia sp.
Machaerium villosum

0,00
0,00

8,00
9,00

8,00
9,00

8,00
9,00

-

10,00
9,00

10,00
9,00

10,00
9,00

-

Cupania vernalis

0,00

6,00

6,00

6,00

-

7,00

7,00

7,00

-

Zeyheria tuberculosa
Platypodium elegans

0,00
0,00

8,00
8,00

8,00
8,00

8,00
8,00

-

7,00
7,00

7,00
7,00

7,00
7,00

-

6
Copaifera langsdorffii

0,00
0,00

0
5,00

0
5,00

0
5,00

-

6,00
6,00

6,00
6,00

6,00
6,00

-

Schinus terebinthifolius

0,00

5,00

5,00

5,00

-

5,00

5,00

5,00

-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Croton floribundus

16,91

338,28

91,15

0,008

4,36

0,313

0,667

188,69

167,86

Casearia sylvestris
Guazuma ulmifolia

0,15
0,19

3,06
3,80

0,83
1,02

0,010
0,051

0,08
0,08

0,038
0,063

0,034
0,014

17,45
12,04

4,95
3,71

Nectandra sp.

0,15

3,08

0,83

0,035

0,08

0,051

0,024

12,04

3,71

Syagrus romanzoffiana
Lithraea molleoides

0,72
0,06

14,44
1,24

3,89
0,33

0,090
0,020

0,38
0,04

0,241
0,031

0,144
0,016

7,89
6,64

3,72
2,47

MédDi
a

dpDia
95
Lafoensia glyptocarpa

0,03

0,58

0,16

0,010

0,02

0,015

0,007

6,64

2,47

Quillaja brasiliensis
Eugenia sp.

0,10
0,06

2,09
1,26

0,56
0,34

0,105
0,063

0,10
0,06

0,105
0,063

-

5,40
5,40

1,24
1,24

Machaerium villosum

0,06

1,15

0,31

0,057

0,06

0,057

-

5,40

1,24

Cupania vernalis
Zeyheria tuberculosa

0,02
0,03

0,46
0,62

0,12
0,17

0,023
0,031

0,02
0,03

0,023
0,031

-

5,40
5,40

1,24
1,24

Platypodium elegans
6

0,03
0

0,62
0

0,17
0

0,031
0

0,03
0

0,031
0

-

5,40
5,40

1,24
1,24

Copaifera langsdorffii

0,01

0,28

0,08

0,014

0,01

0,014

-

5,40

1,24

Schinus terebinthifolius

0,01

0,20

0,05

0,010

0,01

0,010

-

5,40

1,24

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

EUPHORBIACEAE

55

1100,0

67,90

5

100,00

21,74

8425,76

99,95

FLACOURTIACEAE

4

80,0

4,94

3

60,00

13,04

0,61

0,01

STERCULIACEAE
LAURACEAE

3
3

60,0
60,0

3,70
3,70

2
2

40,00
40,00

8,70
8,70

0,38
0,36

0,00
0,00

ANACARDIACEAE

3

60,0

3,70

2

40,00

8,70

0,17

0,00

MYRTACEAE
ARECACEAE

2
3

40,0
60,0

2,47
3,70

2
1

40,00
20,00

8,70
4,35

0,21
1,36

0,00
0,02

LEG.-PAPILIONOIDEAE
LYTHRACEAE

2
2

40,0
40,0

2,47
2,47

1
1

20,00
20,00

4,35
4,35

0,20
0,12

0,00
0,00

QUILLAJACEAE

1

20,0

1,23

1

20,00

4,35

0,19

0,00

SAPINDACEAE
BIGNONIACEAE

1
1

20,0
20,0

1,23
1,23

1
1

20,00
20,00

4,35
4,35

0,08
0,08

0,00
0,00

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

1

20,0

1,23

1

20,00

4,35

0,06

0,00

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

EUPHORBIACEAE
FLACOURTIACEAE

4,00
5,00

12,00
5,00

10,41
5,00

1,97
0

5,00
5,00

STERCULIACEAE

8,00

12,00

10,00

2,00

LAURACEAE
ANACARDIACEAE

7,00
5,00

10,00
11,00

8,33
7,67

1,53
3,06

MYRTACEAE
ARECACEAE

8,00
8,00

8,00
12,00

8,00
10,00

LEG.-PAPILIONOIDEAE

8,00

9,00

LYTHRACEAE
QUILLAJACEAE

5,00
11,00

5,00
11,00

SAPINDACEAE
BIGNONIACEAE

6,00
8,00

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

5,00

Famílias

AbsVol

dpDia

Vol

2312,00 56,67
14,00
9,00

309,94
4,69

16,91
0,15

8,00

10,00

9,00

1,00

0,19

8,00
5,00

10,00
7,00

8,67
6,00

1,15
1,00

0,15
0,07

2,00

6,00
12,00

10,00
20,00

8,00
16,67

2,83
4,16

0,06
0,72

8,50

0,71

7,00

9,00

8,00

1,41

0,09

5,00
11,00

0
-

5,00
11,00

7,00
11,00

6,00
11,00

1,41
-

0,03
0,10

6,00
8,00

6,00
8,00

-

7,00
7,00

7,00
7,00

7,00
7,00

-

0,02
0,03

5,00

5,00

-

6,00

6,00

6,00

-

0,01

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

MédDi
a

IVI

IVC
96
EUPHORBIACEAE

338,28

91,15

0,008

4,36

0,313

0,667

189,59

167,86

FLACOURTIACEAE
STERCULIACEAE

3,06
3,80

0,83
1,02

0,010
0,051

0,08
0,08

0,038
0,063

0,034
0,014

17,99
12,40

4,95
3,71

LAURACEAE

3,08

0,83

0,035

0,08

0,051

0,024

12,40

3,71

ANACARDIACEAE
MYRTACEAE

1,44
1,26

0,39
0,34

0,010
0,063

0,04
0,06

0,024
0,063

0,017
-

12,40
11,17

3,71
2,47

ARECACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

14,44
1,76

3,89
0,47

0,090
0,031

0,38
0,06

0,241
0,044

0,144
0,019

8,07
6,82

3,72
2,47

LYTHRACEAE

0,58

0,16

0,010

0,02

0,015

0,007

6,82

2,47

QUILLAJACEAE
SAPINDACEAE

2,09
0,46

0,56
0,12

0,105
0,023

0,10
0,02

0,105
0,023

-

5,58
5,58

1,24
1,24

BIGNONIACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

0,62
0,28

0,17
0,08

0,031
0,014

0,03
0,01

0,031
0,014

-

5,58
5,58

1,24
1,24

Famílias

NSpp

%Spp

EUPHORBIACEAE

1

6,25

FLACOURTIACEAE
STERCULIACEAE

1
1

6,25
6,25

LAURACEAE

1

6,25

ANACARDIACEAE
MYRTACEAE

2
2

12,50
12,50

ARECACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

1
2

6,25
12,50

LYTHRACEAE

1

6,25

QUILLAJACEAE
SAPINDACEAE

1
1

6,25
6,25

BIGNONIACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

1
1

6,25
6,25

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1
A2

13
11

1300,0
1100,0

16,05
13,58

34,38
12,83

4,00
5,00

12,00
12,00

9,08
8,36

3,01
3,29

5,00
5,00

46,00
23,00

14,46
11,00

11,76
5,50

A3
A4

30
11

3000,0
1100,0

37,04
13,58

75,12
26,38

6,00
5,00

12,00
12,00

9,83
9,45

2,05
2,11

5,00
6,00

68,00
44,00

13,43
14,09

11,96
10,84

A5

16

1600,0

19,75

41999,20 7,00

12,00

10,43

1,99

6,00

2312,00 155,12

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1

3,83

382,54

20,61

0,008

1,83

0,294

0,511

5

0,34

A2
A3

1,28
8,66

127,90
865,78

6,89
46,65

0,010
0,012

0,42
4,36

0,116
0,289

0,128
0,791

4
6

0,13
0,75

A4

2,91

290,97

15,68

0,020

1,82

0,265

0,531

5

0,26

A5

1,89

188,52

10,16

0,031

0,31

0,135

0,100

4

419,99

575,18
97

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

parâmetro
Porcentagem ramificados

02.
03.

%Spp
AbsDe

Porcentagem das espécies
Densidade absoluta

04.

AbsDo

Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.
08.

AreaBas
DiâmMédRam

09.

DiâmRam

10.
11.

dpAlt
dpDia

12.
13.

dpDiâmRam
dpDist

desvio padrão Diâmetros dos Ramos
desvio padrão da distãncia

14.

dpNInd

desvio padrão no. indivíduos

15.
16.

dpVol
IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.

MaxDia

20.
21.

MaxNRam
MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.

MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos

27.

MédVol

Volume médio

28.
29.

MinAlt
MinDia

Altura mínima
Diâmetro mínimo

30.
31.

MinNRam
MinRam

No. mín. de ramos
Menor ramo

32.

MinVol

Volume mínimo

33.
34.

NAlt
NAm

N para altura
No. de amostras

35.
36.

NDist
NDom

N para distâncias
N para dominância

37.

NInd

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.
41.

NSpp
Obs.

42.

RelDe

Densidade relativa

43.
44.

RelDo
RelFr

Dominância relativa
Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.

TotRam(+f)

48.

Vol

no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies
Observações

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
98

Fitopac 2.1

Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura.FPD".
Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Ibiúna
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 18 No de especies: 31
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 79
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

79,000
31,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

18,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
1580,000

-

-

376,829

1109,877

2050,123

Freqüência total
Freqüência total das famílias

1240,000
920,000

-

-

-

-

-

Área Basal total

0

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

0
0

-

-

-

-

-

Área total da amostra
Diâmetro - média

0,050
-

-

-

-

0

0

Altura - média

2,237

6,000

0,400

1,060

1,999

2,474

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,899

0,464

-

-

0
-

0
-

chi quadrado. Variância/Média
Idelta de Morisita

3,595
0,995

-

-

-

0,449
0,954

11,128
1,091

Morisita estandardizado (Ip)

-0,057

-

-

-

-

-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

3,299
27,083

-

-

0,065
-

3,275
-

3,323
-

Equabilidade

0,961

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,029
34,618

-

-

-

-

-

1-D

0,971

-

-

-

-

Obs.

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
99
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt

MaxAlt

Lithraea molleoides

6

1,643

120,0

7,59

3

60,00

4,84

1,20

2,50

Citharexylum myrianthum

4

0,447

80,0

5,06

4

80,00

6,45

1,30

3,40

Tabebuia alba
Lafoensia pacari

5
5

1,225
1,225

100,0
100,0

6,33
6,33

3
3

60,00
60,00

4,84
4,84

1,20
0,70

3,00
3,00

Araucaria angustifolia
Psidium Guajava

4
4

0,837
0,837

80,0
80,0

5,06
5,06

3
3

60,00
60,00

4,84
4,84

0,50
1,70

3,00
3,00

Guazuma ulmifolia

4

0,837

80,0

5,06

3

60,00

4,84

1,10

2,80

Inga vera
Anadenanthera colubrina

3
3

0,548
0,894

60,0
60,0

3,80
3,80

3
2

60,00
40,00

4,84
3,23

1,60
0,70

6,00
2,30

Triplaris americana
Schinus terebinthifolius

3
3

0,894
0,894

60,0
60,0

3,80
3,80

2
2

40,00
40,00

3,23
3,23

2,50
1,80

4,00
4,00

Inga laurina

3

0,894

60,0

3,80

2

40,00

3,23

1,40

2,30

Eugenia uniflora
Tabebuia heptaphylla

3
2

0,894
0,548

60,0
40,0

3,80
2,53

2
2

40,00
40,00

3,23
3,23

1,40
0,60

2,80
1,20

Hymenaea courbaril

2

0,548

40,0

2,53

2

40,00

3,23

0,60

0,60

Croton floribundus
Croton uruncurana

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,53
2,53

2
2

40,00
40,00

3,23
3,23

1,70
2,50

2,80
3,50

Tibouchina granulosa
Schinus molle

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,53
2,53

2
2

40,00
40,00

3,23
3,23

2,20
3,00

4,00
3,00

Schinus Terebinthifolia

2

0,548

40,0

2,53

2

40,00

3,23

3,00

3,20

Erythrina mulungu
Enterolobium contortisiliquum

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,53
2,53

2
2

40,00
40,00

3,23
3,23

1,30
3,00

2,30
3,00

Gochnatia polymorpha
Inga sessilis

3
1

1,342
0,447

60,0
20,0

3,80
1,27

1
1

20,00
20,00

1,61
1,61

3,00
0,40

3,50
0,40

Dodonea viscosa

1

0,447

20,0

1,27

1

20,00

1,61

3,20

3,20

Peltophorum dubium
Myracrodruon urundeuva

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,27
1,27

1
1

20,00
20,00

1,61
1,61

1,00
2,00

1,00
2,00

Cordia trichotoma
Ficus guaranitica

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,27
1,27

1
1

20,00
20,00

1,61
1,61

3,30
0,40

3,30
0,40

Syagrus romanzoffiana

1

0,447

20,0

1,27

1

20,00

1,61

0,50

0,50

inga edulis

1

0,447

20,0

1,27

1

20,00

1,61

4,50

4,50

Espécies

MédAlt dpAlt

IVI

IVC

Lithraea molleoides

1,92

0,44

12,43

7,59

Citharexylum myrianthum

2,13

0,93

11,51

5,06

Tabebuia alba
Lafoensia pacari

2,20
2,10

0,72
0,92

11,17
11,17

6,33
6,33

Araucaria angustifolia
Psidium Guajava

1,93
2,38

1,04
0,54

9,90
9,90

5,06
5,06

Guazuma ulmifolia

1,80

0,73

9,90

5,06

Inga vera
Anadenanthera colubrina

3,57
1,23

2,24
0,92

8,64
7,02

3,80
3,80

Triplaris americana

3,33

0,76

7,02

3,80

Schinus terebinthifolius
Inga laurina

2,53
1,97

1,27
0,49

7,02
7,02

3,80
3,80

Eugenia uniflora
Tabebuia heptaphylla

2,13
0,90

0,70
0,42

7,02
5,76

3,80
2,53

Hymenaea courbaril

0,60

0

5,76

2,53

Croton floribundus
Croton uruncurana

2,25
3,00

0,78
0,71

5,76
5,76

2,53
2,53

Tibouchina granulosa

3,10

1,27

5,76

2,53
100
Schinus molle

3,00

0

5,76

2,53

Schinus Terebinthifolia
Erythrina mulungu

3,10
1,80

0,14
0,71

5,76
5,76

2,53
2,53

Enterolobium contortisiliquum

3,00

0

5,76

2,53

Gochnatia polymorpha
Inga sessilis

3,23
0,40

0,25
-

5,41
2,88

3,80
1,27

Dodonea viscosa
Peltophorum dubium

3,20
1,00

-

2,88
2,88

1,27
1,27

Myracrodruon urundeuva

2,00

-

2,88

1,27

Cordia trichotoma
Ficus guaranitica

3,30
0,40

-

2,88
2,88

1,27
1,27

Syagrus romanzoffiana
inga edulis

0,50
4,50

-

2,88
2,88

1,27
1,27

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt MaxAlt MédAlt

ANACARDIACEAE

14

280,0

17,72

5

100,00

10,87

1,20

4,00

2,38

LEG.-MIMOSOIDEAE

13

260,0

16,46

5

100,00

10,87

0,40

6,00

2,40

MYRTACEAE
BIGNONIACEAE

7
7

140,0
140,0

8,86
8,86

4
3

80,00
60,00

8,70
6,52

1,40
0,60

3,00
3,00

2,27
1,83

VERBENACEAE
LYTHRACEAE

4
5

80,0
100,0

5,06
6,33

4
3

80,00
60,00

8,70
6,52

1,30
0,70

3,40
3,00

2,13
2,10

EUPHORBIACEAE

4

80,0

5,06

3

60,00

6,52

1,70

3,50

2,63

ARAUCARIACEAE
STERCULIACEAE

4
4

80,0
80,0

5,06
5,06

3
3

60,00
60,00

6,52
6,52

0,50
1,10

3,00
2,80

1,93
1,80

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
POLYGONACEAE

3
3

60,0
60,0

3,80
3,80

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

0,60
2,50

1,00
4,00

0,73
3,33

MELASTOMATACEAE

2

40,0

2,53

2

40,00

4,35

2,20

4,00

3,10

LEG.-PAPILIONOIDEAE
ASTERACEAE

2
3

40,0
60,0

2,53
3,80

2
1

40,00
20,00

4,35
2,17

1,30
3,00

2,30
3,50

1,80
3,23

SAPINDACEAE
BORAGINACEAE

1
1

20,0
20,0

1,27
1,27

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

3,20
3,30

3,20
3,30

3,20
3,30

MORACEAE

1

20,0

1,27

1

20,00

2,17

0,40

0,40

0,40

ARECACEAE

1

20,0

1,27

1

20,00

2,17

0,50

0,50

0,50

Famílias

dpAlt

IVI

IVC

NSpp

%Spp

ANACARDIACEAE

0,76

28,59

17,72

5

16,13

LEG.-MIMOSOIDEAE

1,58

27,33

16,46

6

19,35

MYRTACEAE
BIGNONIACEAE

0,57
0,88

17,56
15,38

8,86
8,86

2
2

6,45
6,45

VERBENACEAE
LYTHRACEAE

0,93
0,92

13,76
12,85

5,06
6,33

1
1

3,23
3,23

EUPHORBIACEAE

0,75

11,59

5,06

2

6,45

ARAUCARIACEAE
STERCULIACEAE

1,04
0,73

11,59
11,59

5,06
5,06

1
1

3,23
3,23

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

0,23

8,15

3,80

2

6,45

POLYGONACEAE

0,76

8,15

3,80

1

3,23
101
MELASTOMATACEAE

1,27

6,88

2,53

1

3,23

LEG.-PAPILIONOIDEAE
ASTERACEAE

0,71
0,25

6,88
5,97

2,53
3,80

1
1

3,23
3,23

SAPINDACEAE

-

3,44

1,27

1

3,23

BORAGINACEAE
MORACEAE

-

3,44
3,44

1,27
1,27

1
1

3,23
3,23

ARECACEAE

-

3,44

1,27

1

3,23

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

NSpp

A1
A2

16
12

1600,0
1200,0

20,25
15,19

1,50
0,40

4,50
3,00

2,58
1,71

0,78
0,85

9
11

A3
A4

12
20

1200,0
2000,0

15,19
25,32

1,80
0,50

6,00
4,00

3,04
2,24

1,21
1,06

8
17

A5

19

1900,0

24,05

0,40

3,50

1,76

0,94

17

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.
02.

abreviação
%Ram
%Spp

parâmetro
Porcentagem ramificados
Porcentagem das espécies

03.

AbsDe

Densidade absoluta

04.
05.

AbsDo
AbsFr

Dominância absoluta
Freqüência absoluta

06.
07.

AbsVol
AreaBas

08.

DiâmMédRam

09.
10.

DiâmRam
dpAlt

11.
12.

dpDia
dpDiâmRam

Volume absoluto
Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro
desvio padrão Diâmetros dos Ramos

13.

dpDist

desvio padrão da distãncia

14.
15.

dpNInd
dpVol

desvio padrão no. indivíduos
Desvio padrão de volume

16.

IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.
20.

MaxDia
MaxNRam

21.

MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.
25.

MédDia
MédDist

26.

MédNRam

27.

MédVol

IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
102
28.

MinAlt

Altura mínima

29.
30.

MinDia
MinNRam

31.

MinRam

32.
33.

MinVol
NAlt

Volume mínimo
N para altura

34.
35.

NAm
NDist

No. de amostras
N para distâncias

36.

NDom

37.
38.

NInd
NIndRam

39.
40.

NoVol
NSpp

Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo

N para dominância
no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies

41.

Obs.

42.
43.

RelDe
RelDo

Densidade relativa
Dominância relativa

44.
45.

RelFr
RelVol

Freqüência realtiva
Volume relativo

46.
47.
48.

TotRam
TotRam(+f)
Vol

Observações

No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
103

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura.FPD".

Projeto Fehidro Itú Prefeitura
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Itú
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 7 No de especies: 13
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 50
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Itú Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

50,000

-

-

-

-

-

No. de Espécies
No. de Famílias

13,000
7,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras

5,000

-

-

-

-

-

Densidade
Freqüência total

1000,000
480,000

-

-

353,553
-

558,915
-

1441,085
-

Freqüência total das famílias
Área Basal total

320,000
0,878

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta

17,568

-

-

-

-

-

Volume total
Área total da amostra

4,074
0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média

11,800

60,000

5,000

9,282

9,162

14,438

Altura - média
Volume - média

4,900
0,081

12,000
1,131

3,000
0,006

1,439
0,170

4,491
0,033

5,309
0,130

Razão Variância/Média + "p"
chi quadrado. Variância/Média

1,250
5,000

0,287
-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita

1,020

-

-

-

0,928

1,145

Morisita estandardizado (Ip)
Índice Shannon-Wiener

0,070
2,227

-

-

0,068

2,186

2,268

Equiv. de Shannon em espécies
Equabilidade

9,272
0,868

-

-

-

-

-

ACE

15,661

-

-

-

-

-

Shannon sem vies
Shannon sem vies equiv. em esp.

2,374
10,736

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,120
8,333

-

-

-

-

-

1-D

0,880

-

-

-

-

-

Obs.
104

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Itú Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Schinus terebinthifolius
Parapiptadenia rigida

2
12

0,548
3,362

40,0
240,0

4,00
24,00

2
2

40,00
40,00

8,33
8,33

5,73
2,04

Piptadenia gonoacantha
Croton floribundus

9
8

1,304
1,817

180,0
160,0

18,00
16,00

4
3

80,00
60,00

16,67
12,50

1,30
0,97

inga edulis

4

1,304

80,0

8,00

2

40,00

8,33

2,77

Leucaena leucocephala
Acosmium subelegans

4
1

1,304
0,447

80,0
20,0

8,00
2,00

2
1

40,00
20,00

8,33
4,17

0,44
1,71

Caesalpinia pluviosa
Citharexylum myrianthum

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

4,00
4,00

2
2

40,00
40,00

8,33
8,33

0,43
0,41

Stryphnodendron adstringens

2

0,894

40,0

4,00

1

20,00

4,17

0,76

Gochnatia polymorpha
Delonix regia

1
2

0,447
0,894

20,0
40,0

2,00
4,00

1
1

20,00
20,00

4,17
4,17

0,69
0,13

Bauhinia sp.

1

0,447

20,0

2,00

1

20,00

4,17

0,19

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Schinus terebinthifolius
Parapiptadenia rigida

32,63
11,63

4,00
3,00

5,00
7,00

4,50
5,33

0,71
0,98

7,00
5,00

60,00
19,00

33,50
9,75

37,48
3,82

Piptadenia gonoacantha

7,38

3,00

8,00

5,00

1,41

5,00

18,00

8,56

4,56

Croton floribundus
inga edulis

5,53
15,75

3,50
4,00

5,00
5,00

4,31
4,50

0,53
0,58

5,00
8,00

12,00
28,00

8,38
19,50

2,88
8,96

Leucaena leucocephala

2,48

5,00

6,00

5,25

0,50

7,00

10,00

8,25

1,26

Acosmium subelegans
Caesalpinia pluviosa

9,74
2,45

5,00
3,00

5,00
12,00

5,00
7,50

6,36

33,00
7,00

33,00
15,00

33,00
11,00

5,66

Citharexylum myrianthum
Stryphnodendron adstringens

2,32
4,30

5,00
3,00

5,00
3,50

5,00
3,25

0
0,35

8,00
9,00

14,00
20,00

11,00
14,50

4,24
7,78

Gochnatia polymorpha

3,94

5,00

5,00

5,00

-

21,00

21,00

21,00

-

Delonix regia
Bauhinia sp.

0,76
1,08

4,00
3,00

5,00
3,00

4,50
3,00

0,71
-

6,00
11,00

7,00
11,00

6,50
11,00

0,71
-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Schinus terebinthifolius

1,15

23,00

28,23

0,019

1,13

0,575

0,786

44,96

36,63

Parapiptadenia rigida
Piptadenia gonoacantha

0,56
0,36

11,28
7,23

13,85
8,87

0,010
0,006

0,14
0,13

0,047
0,040

0,038
0,044

43,97
42,04

35,63
25,38

Croton floribundus

0,20

3,99

4,90

0,010

0,05

0,025

0,015

34,03

21,53

inga edulis
Leucaena leucocephala

0,58
0,12

11,63
2,33

14,27
2,86

0,025
0,019

0,25
0,05

0,145
0,029

0,097
0,012

32,09
18,81

23,75
10,48

Acosmium subelegans
Caesalpinia pluviosa

0,43
0,22

8,55
4,47

10,50
5,49

0,428
0,012

0,43
0,21

0,428
0,112

0,142

15,90
14,78

11,74
6,45

Citharexylum myrianthum

0,10

2,04

2,51

0,025

0,08

0,051

0,037

14,66

6,32

Stryphnodendron adstringens
Gochnatia polymorpha

0,12
0,17

2,33
3,46

2,86
4,25

0,022
0,173

0,09
0,17

0,058
0,173

0,051
-

12,47
10,11

8,30
5,94

Delonix regia

0,03

0,59

0,72

0,014

0,02

0,015

0,001

8,93

4,76

Bauhinia sp.

0,03

0,57

0,70

0,029

0,03

0,029

-

7,25

3,08
105

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Itú Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

LEG.-MIMOSOIDEAE

27

540,0

54,00

5

100,00

31,25

6,86

39,06

ANACARDIACEAE
EUPHORBIACEAE

2
8

40,0
160,0

4,00
16,00

2
3

40,00
60,00

12,50
18,75

5,73
0,97

32,63
5,53

FABACEAE

9

180,0

18,00

2

40,00

12,50

1,19

6,77

VERBENACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

2
1

40,0
20,0

4,00
2,00

2
1

40,00
20,00

12,50
6,25

0,41
1,71

2,32
9,74

ASTERACEAE

1

20,0

2,00

1

20,00

6,25

0,69

3,94

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

LEG.-MIMOSOIDEAE

3,00

8,00

4,94

1,18

5,00

28,00

11,15

6,24

1,62

ANACARDIACEAE
EUPHORBIACEAE

4,00
3,50

5,00
5,00

4,50
4,31

0,71
0,53

7,00
5,00

60,00
12,00

33,50
8,38

37,48
2,88

1,15
0,20

FABACEAE
VERBENACEAE

3,00
5,00

12,00
5,00

5,33
5,00

2,69
0

6,00
8,00

15,00
14,00

8,78
11,00

2,82
4,24

0,40
0,10

LEG.-PAPILIONOIDEAE

5,00

5,00

5,00

-

33,00

33,00

33,00

-

0,43

ASTERACEAE

5,00

5,00

5,00

-

21,00

21,00

21,00

-

0,17

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

LEG.-MIMOSOIDEAE
ANACARDIACEAE

32,47
23,00

39,84
28,23

0,006
0,019

0,25
1,13

0,060
0,575

0,061
0,786

124,31
49,13

93,06
36,63

EUPHORBIACEAE
FABACEAE

3,99
7,97

4,90
9,78

0,010
0,012

0,05
0,21

0,025
0,044

0,015
0,064

40,28
37,27

21,53
24,77

VERBENACEAE

2,04

2,51

0,025

0,08

0,051

0,037

18,82

6,32

LEG.-PAPILIONOIDEAE
ASTERACEAE

8,55
3,46

10,50
4,25

0,428
0,173

0,43
0,17

0,428
0,173

-

17,99
12,19

11,74
5,94

Famílias

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE

4

30,77

ANACARDIACEAE
EUPHORBIACEAE

1
1

7,69
7,69

FABACEAE
VERBENACEAE

4
1

30,77
7,69

LEG.-PAPILIONOIDEAE

1

7,69

ASTERACEAE

1

7,69
106
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Itú Prefeitura
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

16

1600,0

32,00

10,26

3,00

8,00

4,94

1,12

5,00

19,00

8,38

3,50

A2

10

1000,0

20,00

11,29

3,00

12,00

6,20

2,30

6,00

18,00

11,60

3,20

A3
A4

9
8

900,0
800,0

18,00
16,00

12,74
43,35

4,00
3,00

5,00
5,00

4,67
4,06

0,50
0,73

5,00
6,00

25,00
60,00

11,33
19,75

7,63
18,51

A5

7

700,0

14,00

10,19

3,00

5,00

4,21

0,70

5,00

28,00

11,43

8,00

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1
A2

0,54
0,74

53,89
73,82

13,23
18,12

0,010
0,014

0,14
0,21

0,034
0,074

0,036
0,058

5
5

0,10
0,11

A3

0,58

58,39

14,33

0,008

0,20

0,065

0,076

5

0,13

A4
A5

1,79
0,43

178,56
42,76

43,83
10,49

0,013
0,006

1,13
0,25

0,223
0,061

0,392
0,085

4
5

0,43
0,10

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

02.
03.

%Spp
AbsDe

04.
05.

AbsDo
AbsFr

06.

AbsVol

07.
08.

AreaBas
DiâmMédRam

09.
10.

DiâmRam
dpAlt

parâmetro
Porcentagem ramificados
Porcentagem das espécies
Densidade absoluta
Dominância absoluta
Freqüência absoluta
Volume absoluto
Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura

11.

dpDia

12.
13.

dpDiâmRam
dpDist

desvio padrão Diâmetros dos Ramos
desvio padrão da distãncia

14.
15.

dpNInd
dpVol

desvio padrão no. indivíduos
Desvio padrão de volume

16.

IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.
20.

MaxDia
MaxNRam

21.

MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

24.

MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

27.

MédVol

Desvio padrão Diâmetro

IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
107
28.

MinAlt

Altura mínima

29.
30.

MinDia
MinNRam

31.

MinRam

32.
33.

MinVol
NAlt

Volume mínimo
N para altura

34.
35.

NAm
NDist

No. de amostras
N para distâncias

36.

NDom

37.
38.

NInd
NIndRam

39.
40.

NoVol
NSpp

Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo

N para dominância
no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies

41.

Obs.

42.
43.

RelDe
RelDo

Densidade relativa
Dominância relativa

44.
45.

RelFr
RelVol

Freqüência realtiva
Volume relativo

46.
47.
48.

TotRam
TotRam(+f)
Vol

Observações

No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
108

Fitopac 2.1

Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio.FPD".

Projeto Fehidro Itú Condomínio
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Itú
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 21 No de especies: 31
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 86
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Itú Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

86,000

-

-

-

-

-

No. de Espécies

30,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias
No. de Amostras

21,000
5,000

-

-

-

-

-

Densidade
Freqüência total

1720,000
1160,000

-

-

460,435
-

1145,572
-

2294,428
-

Freqüência total das famílias

920,000

-

-

-

-

-

Área Basal total
Dominância Absoluta

0
0

-

-

-

-

-

Volume total
Área total da amostra

0
0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média

-

-

-

-

0

0

Altura - média
Volume - média

1,238
-

3,000
-

0,400
-

0,670
-

1,095
0

1,382
0

Razão Variância/Média + "p"
chi quadrado. Variância/Média

1,233
4,930

0,295
-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita

1,011

-

-

-

0,958

1,084

Morisita estandardizado (Ip)
Índice Shannon-Wiener

0,065
3,097

-

-

0,058

3,075

3,118

Equiv. de Shannon em espécies

22,127

-

-

-

-

-

Equabilidade
ACE

0,911
39,897

-

-

-

-

-

Shannon sem vies
Shannon sem vies equiv. em esp.

3,323
27,742

-

-

-

-

-

Índice Simpson

0,048

-

-

-

-

-

1/D
1-D

20,650
0,952

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Espécies.FPM".

Obs.
109
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Itú Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt

MaxAlt

Schinus terebinthifolius
Guazuma ulmifolia

11
10

0,447
1,871

220,0
200,0

12,79
11,63

5
4

100,00
80,00

8,62
6,90

1,00
0,60

2,20
3,00

Ceiba speciosa

6

1,095

120,0

6,98

4

80,00

6,90

1,10

1,60

Hymenaea courbaril
Eugenia uniflora

6
6

1,095
1,304

120,0
120,0

6,98
6,98

3
3

60,00
60,00

5,17
5,17

0,50
0,50

0,90
0,70

Licania tomentosa
Gallesia integrifolia

5
3

1,000
0,894

100,0
60,0

5,81
3,49

3
2

60,00
40,00

5,17
3,45

0,50
0,80

1,30
1,70

Guarea guidonia

3

0,894

60,0

3,49

2

40,00

3,45

0,70

1,60

Luehea grandiflora
Cedrela fissilis

3
3

0,894
0,894

60,0
60,0

3,49
3,49

2
2

40,00
40,00

3,45
3,45

1,60
0,70

2,80
2,30

Cariniana estrellensis

2

0,548

40,0

2,33

2

40,00

3,45

0,60

0,70

Bauhinia forficata
Lithraea molleoides

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,33
2,33

2
2

40,00
40,00

3,45
3,45

0,80
0,80

1,30
1,30

Cordia sellowiana
Peltophorum dubium

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,33
2,33

2
2

40,00
40,00

3,45
3,45

0,70
0,40

1,30
2,80

Pseudobombax longiflorum

2

0,548

40,0

2,33

2

40,00

3,45

0,50

0,80

Luehea divaricata
Triplaris americana

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

2,33
2,33

2
2

40,00
40,00

3,45
3,45

1,10
0,60

1,70
0,90

Rapanea umbellata
Anadenanthera colubrina

2
2

0,894
0,894

40,0
40,0

2,33
2,33

1
1

20,00
20,00

1,72
1,72

1,10
0,90

1,10
1,00

Inga vera

1

0,447

20,0

1,16

1

20,00

1,72

1,10

1,10

Annona cacans
Psidium cattleianum

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

1,72
1,72

0,80
0,70

0,80
0,70

Erythrina mulungu
Solanum mauritianum

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

1,72
1,72

1,70
2,50

1,70
2,50

Psidium guajava

1

0,447

20,0

1,16

1

20,00

1,72

0,70

0,70

Citharexylum myrianthum
Mimosa setosa

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

1,72
1,72

1,00
1,00

1,00
1,00

Croton floribundus

1

0,447

20,0

1,16

1

20,00

1,72

1,80

1,80

Jacaranda mimosifolia

1

0,447

20,0

1,16

1

20,00

1,72

0,50

0,50

Espécies

MédAlt dpAlt

IVI

IVC

Schinus terebinthifolius

1,52

0,41

21,41

12,79

Guazuma ulmifolia

2,02

0,86

18,52

11,63

Ceiba speciosa
Hymenaea courbaril

1,38
0,65

0,23
0,16

13,87
12,15

6,98
6,98

Eugenia uniflora
Licania tomentosa

0,60
0,82

0,09
0,30

12,15
10,99

6,98
5,81

Gallesia integrifolia

1,20

0,46

6,94

3,49

Guarea guidonia
Luehea grandiflora

1,03
2,30

0,49
0,62

6,94
6,94

3,49
3,49

Cedrela fissilis
Cariniana estrellensis

1,30
0,65

0,87
0,07

6,94
5,77

3,49
2,33

Bauhinia forficata

1,05

0,35

5,77

2,33

Lithraea molleoides
Cordia sellowiana

1,05
1,00

0,35
0,42

5,77
5,77

2,33
2,33

Peltophorum dubium
Pseudobombax longiflorum

1,60
0,65

1,70
0,21

5,77
5,77

2,33
2,33

Luehea divaricata

1,40

0,42

5,77

2,33
110
Triplaris americana

0,75

0,21

5,77

2,33

Rapanea umbellata
Anadenanthera colubrina

1,10
0,95

0
0,07

4,05
4,05

2,33
2,33

Inga vera

1,10

-

2,89

1,16

Annona cacans
Psidium cattleianum

0,80
0,70

-

2,89
2,89

1,16
1,16

Erythrina mulungu
Solanum mauritianum

1,70
2,50

-

2,89
2,89

1,16
1,16

Psidium guajava

0,70

-

2,89

1,16

Citharexylum myrianthum
Mimosa setosa

1,00
1,00

-

2,89
2,89

1,16
1,16

Croton floribundus
Jacaranda mimosifolia

1,80
0,50

-

2,89
2,89

1,16
1,16

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Itú Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt MaxAlt MédAlt

ANACARDIACEAE

13

260,0

15,12

5

100,00

10,87

0,80

2,20

1,45

STERCULIACEAE

10

200,0

11,63

4

80,00

8,70

0,60

3,00

2,02

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
BOMBACACEAE

10
8

200,0
160,0

11,63
9,30

4
4

80,00
80,00

8,70
8,70

0,40
0,50

2,80
1,60

0,92
1,20

MYRTACEAE
MELIACEAE

8
6

160,0
120,0

9,30
6,98

3
3

60,00
60,00

6,52
6,52

0,50
0,70

0,70
2,30

0,62
1,17

CHYSOBALANACEAE

5

100,0

5,81

3

60,00

6,52

0,50

1,30

0,82

TILIACEAE
LEG.-MIMOSOIDEAE

5
3

100,0
60,0

5,81
3,49

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

1,10
0,90

2,80
1,10

1,94
1,00

PHYTOLACCACEAE
LECYTHIDACEAE

3
2

60,0
40,0

3,49
2,33

2
2

40,00
40,00

4,35
4,35

0,80
0,60

1,70
0,70

1,20
0,65

BORAGINACEAE

2

40,0

2,33

2

40,00

4,35

0,70

1,30

1,00

POLYGONACEAE
MYRSINACEAE

2
2

40,0
40,0

2,33
2,33

2
1

40,00
20,00

4,35
2,17

0,60
1,10

0,90
1,10

0,75
1,10

ANNONACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

1
1

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

0,80
1,70

0,80
1,70

0,80
1,70

SOLANACEAE

1

20,0

1,16

1

20,00

2,17

2,50

2,50

2,50

VERBENACEAE
LEGUMINOSEAE

1
1

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

1,00
1,00

1,00
1,00

1,00
1,00

EUPHORBIACEAE
BIGNONIACEAE

1
1

20,0
20,0

1,16
1,16

1
1

20,00
20,00

2,17
2,17

1,80
0,50

1,80
0,50

1,80
0,50

Famílias

dpAlt

IVI

IVC

NSpp

%Spp

ANACARDIACEAE

0,43

25,99

15,12

2

6,67

STERCULIACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

0,86
0,71

20,32
20,32

11,63
11,63

1
3

3,33
10,00

BOMBACACEAE

0,40

18,00

9,30

2

6,67

MYRTACEAE
MELIACEAE

0,09
0,65

15,82
13,50

9,30
6,98

3
2

10,00
6,67

CHYSOBALANACEAE

0,30

12,34

5,81

1

3,33

TILIACEAE

0,69

10,16

5,81

2

6,67
111
LEG.-MIMOSOIDEAE

0,10

7,84

3,49

2

6,67

PHYTOLACCACEAE
LECYTHIDACEAE

0,46
0,07

7,84
6,67

3,49
2,33

1
1

3,33
3,33

BORAGINACEAE

0,42

6,67

2,33

1

3,33

POLYGONACEAE
MYRSINACEAE

0,21
0

6,67
4,50

2,33
2,33

1
1

3,33
3,33

ANNONACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

-

3,34
3,34

1,16
1,16

1
1

3,33
3,33

SOLANACEAE

-

3,34

1,16

1

3,33

VERBENACEAE
LEGUMINOSEAE

-

3,34
3,34

1,16
1,16

1
1

3,33
3,33

EUPHORBIACEAE
BIGNONIACEAE

-

3,34
3,34

1,16
1,16

1
1

3,33
3,33

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Itú Condomínio
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

NSpp

A1

13

1300,0

15,12

0,50

2,50

1,30

0,70

10

A2

17

1700,0

19,77

0,40

2,80

1,15

0,67

13

A3
A4

24
19

2400,0
1900,0

27,91
22,09

0,50
0,50

2,50
3,00

1,34
1,15

0,67
0,80

15
11

A5

13

1300,0

15,12

0,60

2,30

1,23

0,47

9

Abreviações usadas para parâmetros

itens

abreviação

parâmetro

01.

%Ram

Porcentagem ramificados

02.

%Spp

Porcentagem das espécies

03.
04.

AbsDe
AbsDo

Densidade absoluta
Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.
08.
09.

AreaBas
DiâmMédRam
DiâmRam

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos

10.

dpAlt

11.
12.

dpDia
dpDiâmRam

Desvio padrão Diâmetro
desvio padrão Diâmetros dos Ramos

Desvio padrão Altura

13.
14.

dpDist
dpNInd

desvio padrão da distãncia
desvio padrão no. indivíduos

15.

dpVol

16.
17.

IVC
IVI

18.
19.

MaxAlt
MaxDia

20.

MaxNRam

21.

MaxRam

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
112
22.

MaxVol

23.
24.

MédAlt
MédDia

25.

MédDist

26.
27.

MédNRam
MédVol

28.
29.

MinAlt
MinDia

30.

MinNRam

31.
32.

MinRam
MinVol

33.
34.

NAlt
NAm

35.

NDist

Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
Altura mínima
Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo
Volume mínimo
N para altura
No. de amostras
N para distâncias

36.
37.

NDom
NInd

N para dominância
no. de indivíduos

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.

NSpp

No. de espécies

41.
42.

Obs.
RelDe

Observações
Densidade relativa

43.
44.

RelDo
RelFr

Dominância relativa
Freqüência realtiva

45.

RelVol

46.
47.

TotRam
TotRam(+f)

48.

Vol

No. de Indivíduos Ramificados
N para volume

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
113

Fitopac 2.1

Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim.FPD".

Projeto Fehidro Jumirim
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Jumirim
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 12 No de especies: 19
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 49
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Jumirim
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

49,000
19,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

12,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
980,000

-

-

248,998

669,356

1290,644

Freqüência total
Freqüência total das famílias

680,000
600,000

-

-

-

-

-

Área Basal total

1,727

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

34,540
15,484

-

-

-

-

-

Área total da amostra
Diâmetro - média

0,050
17,122

54,000

5,000

12,602

13,503

20,742

Altura - média

6,939

12,000

3,000

2,651

6,177

7,700

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,316
0,633

2,519
0,639

0,006
-

0,555
-

0,156
-

0,475
-

chi quadrado. Variância/Média
Idelta de Morisita

2,531
0,969

-

-

-

0,449
0,926

11,128
1,148

Morisita estandardizado (Ip)

-0,207

-

-

-

-

-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

2,612
13,625

-

-

0,083
-

2,572
-

2,652
-

Equabilidade
ACE

0,887
0

-

-

-

-

-

Shannon sem vies

0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,079
12,645

-

-

-

-

-

1-D

0,921

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Espécies.FPM".

Obs.
114
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Jumirim
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Peltophorum dubium
Erythrina mulungu

10
5

2,000
1,000

200,0
100,0

20,41
10,20

3
3

60,00
60,00

8,82
8,82

18,00
5,46

Cordia sellowiana

4

0,837

80,0

8,16

3

60,00

8,82

4,40

Croton floribundus
Triplaris americana

7
4

0,894
0,837

140,0
80,0

14,29
8,16

4
3

80,00
60,00

11,76
8,82

1,15
0,69

Guazuma ulmifolia
Schizolobium parahyba

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

4,08
4,08

2
2

40,00
40,00

5,88
5,88

0,76
0,71

Pterogyne nitens

2

0,894

40,0

4,08

1

20,00

2,94

1,69

Ceiba speciosa
Cecropia pachystachya

2
2

0,548
0,548

40,0
40,0

4,08
4,08

2
2

40,00
40,00

5,88
5,88

0,35
0,18

Bauhinia forficata

1

0,447

20,0

2,04

1

20,00

2,94

0,23

Anadenanthera falcata
Tabebuia sp.

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

2,04
2,04

1
1

20,00
20,00

2,94
2,94

0,19
0,16

Psidium guajava
Trema micrantha

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

2,04
2,04

1
1

20,00
20,00

2,94
2,94

0,13
0,13

Tabebuia heptaphylla

1

0,447

20,0

2,04

1

20,00

2,94

0,10

Cassia grandis
Pachira aquatica

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

2,04
2,04

1
1

20,00
20,00

2,94
2,94

0,10
0,08

Caesalpinia ferrea

1

0,447

20,0

2,04

1

20,00

2,94

0,06

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Peltophorum dubium
Erythrina mulungu

52,11
15,81

6,00
3,00

12,00
5,50

10,30
4,40

2,12
1,29

6,00
5,00

54,00
51,00

30,60
20,60

15,25
18,41

Cordia sellowiana

12,73

6,00

7,00

6,50

0,58

18,00

30,00

26,00

5,66

Croton floribundus
Triplaris americana

3,34
2,00

5,00
4,00

7,00
10,00

5,71
5,75

0,76
2,87

7,00
5,00

14,00
14,00

9,86
9,75

3,02
4,43

Guazuma ulmifolia
Schizolobium parahyba

2,19
2,04

5,00
5,00

8,00
12,00

6,50
8,50

2,12
4,95

9,00
7,00

20,00
20,00

14,50
13,50

7,78
9,19

Pterogyne nitens

4,89

10,00

12,00

11,00

1,41

20,00

26,00

23,00

4,24

Ceiba speciosa
Cecropia pachystachya

1,01
0,51

5,00
5,00

5,50
6,00

5,25
5,50

0,35
0,71

10,00
7,00

11,00
8,00

10,50
7,50

0,71
0,71

Bauhinia forficata

0,65

4,50

4,50

4,50

-

12,00

12,00

12,00

-

Anadenanthera falcata
Tabebuia sp.

0,55
0,45

7,00
6,00

7,00
6,00

7,00
6,00

-

11,00
10,00

11,00
10,00

11,00
10,00

-

Psidium guajava
Trema micrantha

0,37
0,37

5,00
7,00

5,00
7,00

5,00
7,00

-

9,00
9,00

9,00
9,00

9,00
9,00

-

Tabebuia heptaphylla

0,29

7,00

7,00

7,00

-

8,00

8,00

8,00

-

Cassia grandis
Pachira aquatica

0,29
0,22

5,00
5,00

5,00
5,00

5,00
5,00

-

8,00
7,00

8,00
7,00

8,00
7,00

-

Caesalpinia ferrea

0,16

6,00

6,00

6,00

-

6,00

6,00

6,00

-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Peltophorum dubium
Erythrina mulungu

10,10
1,31

202,00
26,17

65,23
8,45

0,017
0,006

2,52
1,02

1,010
0,262

0,889
0,429

81,34
34,84

72,52
26,02

Cordia sellowiana

1,40

27,96

9,03

0,178

0,42

0,350

0,117

29,72

20,90
115
Croton floribundus

0,34

6,72

2,17

0,019

0,11

0,048

0,033

29,39

17,63

Triplaris americana
Guazuma ulmifolia

0,23
0,28

4,66
5,66

1,50
1,83

0,008
0,032

0,13
0,25

0,058
0,142

0,059
0,155

18,98
12,15

10,16
6,27

Schizolobium parahyba

0,40

7,92

2,56

0,019

0,38

0,198

0,253

12,01

6,12

Pterogyne nitens
Ceiba speciosa

0,95
0,09

19,03
1,81

6,14
0,59

0,314
0,043

0,64
0,05

0,476
0,045

0,228
0,003

11,92
10,97

8,97
5,09

Cecropia pachystachya
Bauhinia forficata

0,05
0,05

0,99
1,02

0,32
0,33

0,019
0,051

0,03
0,05

0,025
0,051

0,008
-

10,48
5,64

4,60
2,70

Anadenanthera falcata

0,07

1,33

0,43

0,067

0,07

0,067

-

5,53

2,59

Tabebuia sp.
Psidium guajava

0,05
0,03

0,94
0,64

0,30
0,21

0,047
0,032

0,05
0,03

0,047
0,032

-

5,44
5,35

2,50
2,41

Trema micrantha
Tabebuia heptaphylla

0,04
0,04

0,89
0,70

0,29
0,23

0,045
0,035

0,04
0,04

0,045
0,035

-

5,35
5,27

2,41
2,33

Cassia grandis

0,03

0,50

0,16

0,025

0,03

0,025

-

5,27

2,33

Pachira aquatica
Caesalpinia ferrea

0,02
0,02

0,38
0,34

0,12
0,11

0,019
0,017

0,02
0,02

0,019
0,017

-

5,20
5,15

2,26
2,20

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Jumirim
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

16

320,0

32,65

5

100,00

16,67

20,72

59,99

LEG.-PAPILIONOIDEAE
EUPHORBIACEAE

5
7

100,0
140,0

10,20
14,29

3
4

60,00
80,00

10,00
13,33

5,46
1,15

15,81
3,34

BORAGINACEAE

4

80,0

8,16

3

60,00

10,00

4,40

12,73

POLYGONACEAE
BOMBACACEAE

4
3

80,0
60,0

8,16
6,12

3
2

60,00
40,00

10,00
6,67

0,69
0,42

2,00
1,23

STERCULIACEAE
BIGNONIACEAE

2
2

40,0
40,0

4,08
4,08

2
2

40,00
40,00

6,67
6,67

0,76
0,26

2,19
0,75

MYRTACEAE

2

40,0

4,08

2

40,00

6,67

0,18

0,53

CECROPIACEAE
LEG.-MIMOSOIDEAE

2
1

40,0
20,0

4,08
2,04

2
1

40,00
20,00

6,67
3,33

0,18
0,19

0,51
0,55

ULMACEAE

1

20,0

2,04

1

20,00

3,33

0,13

0,37

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

4,50
3,00

12,00
5,50

9,47
4,40

2,89
1,29

6,00
5,00

54,00
51,00

24,94
20,60

14,70
18,41

11,52
1,31

EUPHORBIACEAE

5,00

7,00

5,71

0,76

7,00

14,00

9,86

3,02

0,34

BORAGINACEAE
POLYGONACEAE

6,00
4,00

7,00
10,00

6,50
5,75

0,58
2,87

18,00
5,00

30,00
14,00

26,00
9,75

5,66
4,43

1,40
0,23

BOMBACACEAE
STERCULIACEAE

5,00
5,00

5,50
8,00

5,17
6,50

0,29
2,12

7,00
9,00

11,00
20,00

9,33
14,50

2,08
7,78

0,11
0,28

BIGNONIACEAE

6,00

7,00

6,50

0,71

8,00

10,00

9,00

1,41

0,08

MYRTACEAE
CECROPIACEAE

5,00
5,00

6,00
6,00

5,50
5,50

0,71
0,71

6,00
7,00

9,00
8,00

7,50
7,50

2,12
0,71

0,05
0,05

LEG.-MIMOSOIDEAE

7,00

7,00

7,00

-

11,00

11,00

11,00

-

0,07

ULMACEAE

7,00

7,00

7,00

-

9,00

9,00

9,00

-

0,04
116

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

230,48

74,42

0,017

2,52

0,720

0,802

109,31

92,64

LEG.-PAPILIONOIDEAE
EUPHORBIACEAE

26,17
6,72

8,45
2,17

0,006
0,019

1,02
0,11

0,262
0,048

0,429
0,033

36,02
30,96

26,02
17,63

BORAGINACEAE
POLYGONACEAE

27,96
4,66

9,03
1,50

0,178
0,008

0,42
0,13

0,350
0,058

0,117
0,059

30,90
20,16

20,90
10,16

BOMBACACEAE

2,20

0,71

0,019

0,05

0,037

0,015

14,02

7,35

STERCULIACEAE
BIGNONIACEAE

5,66
1,65

1,83
0,53

0,032
0,035

0,25
0,05

0,142
0,041

0,155
0,008

12,94
11,49

6,27
4,83

MYRTACEAE
CECROPIACEAE

0,98
0,99

0,31
0,32

0,017
0,019

0,03
0,03

0,024
0,025

0,010
0,008

11,28
11,26

4,61
4,60

LEG.-MIMOSOIDEAE

1,33

0,43

0,067

0,07

0,067

-

5,92

2,59

ULMACEAE

0,89

0,29

0,045

0,04

0,045

-

5,74

2,41

Famílias

NSpp

%Spp

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

5

26,32

LEG.-PAPILIONOIDEAE

1

5,26

EUPHORBIACEAE
BORAGINACEAE

1
1

5,26
5,26

POLYGONACEAE
BOMBACACEAE

1
2

5,26
10,53

STERCULIACEAE

1

5,26

BIGNONIACEAE
MYRTACEAE

2
2

10,53
10,53

CECROPIACEAE
LEG.-MIMOSOIDEAE

1
1

5,26
5,26

ULMACEAE

1

5,26

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Jumirim
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

9

900,0

18,37

38,30

5,00

6,00

5,44

0,53

6,00

51,00

18,00

15,65

A2
A3

6
10

600,0
1000,0

12,24
20,41

15,65
57,83

3,00
4,00

8,50
12,00

6,17
8,80

2,07
3,22

7,00
5,00

27,00
54,00

16,67
22,30

8,07
16,30

A4

12

1200,0

24,49

40,62

4,00

12,00

7,46

2,78

6,00

48,00

16,17

13,60

A5

12

1200,0

24,49

20,31

3,00

12,00

6,38

2,52

5,00

26,00

13,33

6,41

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1
A2

2,06
1,05

206,28
104,75

13,32
6,77

0,017
0,019

1,02
0,46

0,229
0,175

0,343
0,168

7
4

0,38
0,16

A3

6,46

646,24

41,74

0,008

2,52

0,646

0,846

6

0,58
117
A4

4,39

439,24

28,37

0,015

2,17

0,366

0,697

7

0,41

A5

1,52

151,86

9,81

0,006

0,38

0,127

0,136

10

0,20

Abreviações usadas para parâmetros

itens

abreviação

parâmetro

01.

%Ram

Porcentagem ramificados

02.

%Spp

Porcentagem das espécies

03.
04.

AbsDe
AbsDo

Densidade absoluta
Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.
08.
09.

AreaBas
DiâmMédRam
DiâmRam

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos

10.

dpAlt

11.
12.

dpDia
dpDiâmRam

Desvio padrão Diâmetro
desvio padrão Diâmetros dos Ramos

Desvio padrão Altura

13.
14.

dpDist
dpNInd

desvio padrão da distãncia
desvio padrão no. indivíduos

15.

dpVol

16.
17.

IVC
IVI

18.
19.

MaxAlt
MaxDia

20.

MaxNRam

21.
22.

MaxRam
MaxVol

23.
24.

MédAlt
MédDia

25.

MédDist

26.
27.

MédNRam
MédVol

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio

28.
29.

MinAlt
MinDia

Altura mínima
Diâmetro mínimo

30.

MinNRam

31.
32.

MinRam
MinVol

33.

NAlt

N para altura

34.
35.

NAm
NDist

No. de amostras
N para distâncias

No. mín. de ramos
Menor ramo
Volume mínimo

36.
37.

NDom
NInd

N para dominância
no. de indivíduos

38.

NIndRam

39.
40.

NoVol
NSpp

N para volume
No. de espécies

41.
42.

Obs.
RelDe

Observações
Densidade relativa

43.

RelDo

Dominância relativa

44.
45.

RelFr
RelVol

Freqüência realtiva
Volume relativo

46.
47.

TotRam
TotRam(+f)

48.

Vol

No. de Indivíduos Ramificados

No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
118

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade.FPD".

Projeto Fehidro Piedade
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Piedade
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 10 No de especies: 15
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 59
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Piedade
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

59,000

-

-

-

-

-

No. de Espécies
No. de Famílias

15,000
10,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
1180,000

-

-

294,958

812,017

1547,983

Freqüência total

780,000

-

-

-

-

-

Freqüência total das famílias
Área Basal total

640,000
0

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

0
0

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

2,153

5,000

0,400

1,121

0
1,860

0
2,445

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,737

0,566

-

-

0
-

0
-

chi quadrado. Variância/Média

2,949

-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

0,982
-0,148

-

-

-

0,939
-

1,123
-

Índice Shannon-Wiener

2,401

-

-

0,062

2,367

2,436

Equiv. de Shannon em espécies
Equabilidade

11,039
0,887

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

19,099
2,555

-

-

-

-

-

Shannon sem vies equiv. em esp.

12,869

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,096
10,370

-

-

-

-

-

1-D

0,904

-

-

-

-

-

Obs.
119

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Piedade
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt

MaxAlt

Anadenanthera colubrina

12

1,673

240,0

20,34

5

100,00

12,82

2,00

5,00

Tabebuia alba
Hymenaea courbaril

9
8

0,837
1,517

180,0
160,0

15,25
13,56

5
4

100,00
80,00

12,82
10,26

1,75
1,50

3,20
2,20

Eugenia uniflora
Pseudobombax longiflorum

4
5

0,447
1,225

80,0
100,0

6,78
8,47

4
3

80,00
60,00

10,26
7,69

1,60
0,40

3,50
1,50

Caesalpinia peltophoroides

4

0,837

80,0

6,78

3

60,00

7,69

0,50

2,50

Lafoensia glyptocarpa
Inga vera

3
3

0,548
0,548

60,0
60,0

5,08
5,08

3
3

60,00
60,00

7,69
7,69

0,70
1,60

2,00
2,00

Lafoensia pacari
Schinus terebinthifolius

4
2

1,304
0,548

80,0
40,0

6,78
3,39

2
2

40,00
40,00

5,13
5,13

1,50
0,80

3,50
3,00

Euterpe edulis

1

0,447

20,0

1,69

1

20,00

2,56

0,80

0,80

Anadenanthera macrocarpa
Tabebuia heptaphylla

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

1,69
1,69

1
1

20,00
20,00

2,56
2,56

2,00
0,40

2,00
0,40

Lithraea molleoides

1

0,447

20,0

1,69

1

20,00

2,56

2,50

2,50

Mangifera indica

1

0,447

20,0

1,69

1

20,00

2,56

0,40

0,40

Espécies

MédAlt dpAlt

IVI

IVC

Anadenanthera colubrina

3,50

1,09

33,16

20,34

Tabebuia alba

2,44

0,59

28,07

15,25

Hymenaea courbaril
Eugenia uniflora

1,80
2,48

0,26
0,92

23,82
17,04

13,56
6,78

Pseudobombax longiflorum
Caesalpinia peltophoroides

0,79
1,57

0,45
0,83

16,17
14,47

8,47
6,78

Lafoensia glyptocarpa

1,30

0,66

12,78

5,08

Inga vera
Lafoensia pacari

1,77
2,35

0,21
0,87

12,78
11,91

5,08
6,78

Schinus terebinthifolius
Euterpe edulis

1,90
0,80

1,56
-

8,52
4,26

3,39
1,69

Anadenanthera macrocarpa

2,00

-

4,26

1,69

Tabebuia heptaphylla
Lithraea molleoides

0,40
2,50

-

4,26
4,26

1,69
1,69

Mangifera indica

0,40

-

4,26

1,69

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Piedade
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

MinAlt MaxAlt MédAlt

LEG.-MIMOSOIDEAE

16

320,0

27,12

5

100,00

15,63

1,60

5,00

3,08
120
BIGNONIACEAE

10

200,0

16,95

5

100,00

15,63

0,40

3,20

2,23

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
LYTHRACEAE

8
7

160,0
140,0

13,56
11,86

4
4

80,00
80,00

12,50
12,50

1,50
0,70

2,20
3,50

1,80
1,90

MYRTACEAE

4

80,0

6,78

4

80,00

12,50

1,60

3,50

2,48

BOMBACACEAE
FABACEAE

5
4

100,0
80,0

8,47
6,78

3
3

60,00
60,00

9,38
9,38

0,40
0,50

1,50
2,50

0,79
1,57

ANACARDIACEAE
ARECACEAE

3
1

60,0
20,0

5,08
1,69

2
1

40,00
20,00

6,25
3,13

0,80
0,80

3,00
0,80

2,10
0,80

Anarcadiaceae

1

20,0

1,69

1

20,00

3,13

0,40

0,40

0,40

Famílias

dpAlt

IVI

IVC

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE
BIGNONIACEAE

1,20
0,85

42,74
32,57

27,12
16,95

3
2

20,00
13,33

LEG.-CAESALPINIOIDEAE

0,26

26,06

13,56

1

6,67

LYTHRACEAE
MYRTACEAE

0,91
0,92

24,36
19,28

11,86
6,78

2
1

13,33
6,67

BOMBACACEAE
FABACEAE

0,45
0,83

17,85
16,15

8,47
6,78

1
1

6,67
6,67

ANACARDIACEAE

1,15

11,33

5,08

2

13,33

ARECACEAE
Anarcadiaceae

-

4,82
4,82

1,69
1,69

1
1

6,67
6,67

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Piedade
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

NSpp

A1

7

700,0

11,86

1,80

3,50

2,54

0,64

6

A2
A3

12
13

1200,0
1300,0

20,34
22,03

1,50
0,40

5,00
5,00

2,49
1,97

1,18
1,05

6
8

A4

15

1500,0

25,42

0,40

4,50

1,71

1,32

11

A5

12

1200,0

20,34

0,80

4,00

2,35

1,00

8

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

parâmetro
Porcentagem ramificados

02.
03.

%Spp
AbsDe

04.

AbsDo

Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.

AreaBas

08.
09.

DiâmMédRam
DiâmRam

10.
11.

dpAlt
dpDia

Porcentagem das espécies
Densidade absoluta

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro
121
12.

dpDiâmRam

desvio padrão Diâmetros dos Ramos

13.
14.

dpDist
dpNInd

desvio padrão da distãncia
desvio padrão no. indivíduos

15.

dpVol

16.
17.

IVC
IVI

18.
19.

MaxAlt
MaxDia

20.

MaxNRam

21.
22.

MaxRam
MaxVol

23.
24.

MédAlt
MédDia

25.

MédDist

26.
27.

MédNRam
MédVol

28.
29.

MinAlt
MinDia

30.

MinNRam

31.
32.

MinRam
MinVol

33.
34.

NAlt
NAm

35.

NDist

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos
Volume médio
Altura mínima
Diâmetro mínimo
No. mín. de ramos
Menor ramo
Volume mínimo
N para altura
No. de amostras
N para distâncias

36.
37.

NDom
NInd

N para dominância
no. de indivíduos

38.

NIndRam

39.
40.

NoVol
NSpp

N para volume
No. de espécies

41.
42.

Obs.
RelDe

Observações
Densidade relativa

43.

RelDo

Dominância relativa

44.
45.

RelFr
RelVol

Freqüência realtiva
Volume relativo

46.
47.

TotRam
TotRam(+f)

48.

Vol

No. de Indivíduos Ramificados

No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
122

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia.FPD".

Projeto Fehidro Sorocaba
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Sorocaba
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 7 No de especies: 9
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 50
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Sorocaba
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos
No. de Espécies

50,000
9,000

-

-

-

-

-

No. de Famílias

7,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
1000,000

-

-

406,202

493,231

1506,769

Freqüência total
Freqüência total das famílias

480,000
380,000

-

-

-

-

-

Área Basal total

5,225

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

104,499
49,772

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

31,110
7,890

79,000
18,000

7,000
3,000

19,238
3,542

25,643
6,883

36,577
8,897

Volume - média
Razão Variância/Média + "p"

0,995
1,650

5,882
0,159

0,015
-

1,384
-

0,602
-

1,389
-

chi quadrado. Variância/Média

6,600

-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

1,053
0,182

-

-

-

0,928
-

1,145
-

Índice Shannon-Wiener
Equiv. de Shannon em espécies

1,980
7,244

-

-

0,057
-

1,936
-

2,024
-

Equabilidade

0,901

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

0
0

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,142
7,040

-

-

-

-

-

1-D

0,858

-

-

-

-

Obs.

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Espécies.FPM".
123

Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Sorocaba
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Cordia superba

11

1,643

220,0

22,00

5

100,00

20,83

28,19

Inga vera
Enterolobium contortisiliquum

12
7

2,302
0,894

240,0
140,0

24,00
14,00

4
4

80,00
80,00

16,67
16,67

23,78
9,69

Citharexylum myrianthum

5

1,000

100,0

10,00

3

60,00

12,50

13,24

Guazuma ulmifolia
Erythrina speciosa

6
3

1,789
0,894

120,0
60,0

12,00
6,00

2
2

40,00
40,00

8,33
8,33

13,33
8,99

Anadenanthera macrocarpa
Croton uruncurana

3
2

0,894
0,894

60,0
40,0

6,00
4,00

2
1

40,00
20,00

8,33
4,17

6,64
0,56

Triplaris americana

1

0,447

20,0

2,00

1

20,00

4,17

0,08

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Cordia superba

26,97

3,00

18,00

8,50

4,47

13,00

79,00

33,18

24,15

Inga vera
Enterolobium contortisiliquum

22,75
9,27

3,50
4,00

10,00
12,00

6,08
7,57

2,12
2,88

9,00
9,00

56,00
54,00

31,96
24,86

16,18
17,52

Citharexylum myrianthum
Guazuma ulmifolia

12,67
12,76

5,00
11,00

13,00
13,00

10,40
11,83

3,21
0,75

21,00
18,00

71,00
56,00

36,80
35,33

20,38
14,11

Erythrina speciosa

8,61

3,50

12,00

6,50

4,77

18,00

71,00

36,00

30,32

Anadenanthera macrocarpa
Croton uruncurana

6,36
0,54

4,00
3,50

7,00
7,00

6,00
5,25

1,73
2,47

9,00
10,00

57,00
16,00

32,00
13,00

24,06
4,24

Triplaris americana

0,07

4,00

4,00

4,00

-

7,00

7,00

7,00

-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Cordia superba
Inga vera

14,29
8,37

285,71
167,36

28,70
16,81

0,046
0,038

5,88
1,97

1,299
0,697

2,024
0,656

69,81
63,42

48,97
46,75

Enterolobium contortisiliquum

5,01

100,19

10,07

0,025

2,75

0,716

1,007

39,94

23,27

Citharexylum myrianthum
Guazuma ulmifolia

7,00
7,66

140,08
153,22

14,07
15,39

0,450
0,305

4,75
2,71

1,401
1,277

1,875
0,888

35,17
33,09

22,67
24,76

Erythrina speciosa

4,95

99,07

9,95

0,089

4,75

1,651

2,685

22,94

14,61

Anadenanthera macrocarpa
Croton uruncurana

2,31
0,17

46,13
3,36

4,63
0,34

0,025
0,027

1,79
0,14

0,769
0,084

0,912
0,080

20,69
8,70

12,36
4,54

Triplaris americana

0,02

0,31

0,03

0,015

0,02

0,015

-

6,24

2,07

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Sorocaba
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

LEG.-MIMOSOIDEAE

22

440,0

44,00

5

100,00

26,32

40,11

38,38
124
BORAGINACEAE

11

220,0

22,00

5

100,00

26,32

28,19

26,97

VERBENACEAE
STERCULIACEAE

5
6

100,0
120,0

10,00
12,00

3
2

60,00
40,00

15,79
10,53

13,24
13,33

12,67
12,76

LEG.-PAPILIONOIDEAE

3

60,0

6,00

2

40,00

10,53

8,99

8,61

EUPHORBIACEAE
POLYGONACEAE

2
1

40,0
20,0

4,00
2,00

1
1

20,00
20,00

5,26
5,26

0,56
0,08

0,54
0,07

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

LEG.-MIMOSOIDEAE

3,50

12,00

6,55

2,35

9,00

57,00

29,70

17,07

15,68

BORAGINACEAE
VERBENACEAE

3,00
5,00

18,00
13,00

8,50
10,40

4,47
3,21

13,00
21,00

79,00
71,00

33,18
36,80

24,15
20,38

14,29
7,00

STERCULIACEAE

11,00

13,00

11,83

0,75

18,00

56,00

35,33

14,11

7,66

LEG.-PAPILIONOIDEAE
EUPHORBIACEAE

3,50
3,50

12,00
7,00

6,50
5,25

4,77
2,47

18,00
10,00

71,00
16,00

36,00
13,00

30,32
4,24

4,95
0,17

POLYGONACEAE

4,00

4,00

4,00

-

7,00

7,00

7,00

-

0,02

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

LEG.-MIMOSOIDEAE
BORAGINACEAE

313,68
285,71

31,51
28,70

0,025
0,046

2,75
5,88

0,713
1,299

0,771
2,024

108,70
75,29

82,38
48,97

VERBENACEAE

140,08

14,07

0,450

4,75

1,401

1,875

38,46

22,67

STERCULIACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

153,22
99,07

15,39
9,95

0,305
0,089

2,71
4,75

1,277
1,651

0,888
2,685

35,28
25,13

24,76
14,61

EUPHORBIACEAE
POLYGONACEAE

3,36
0,31

0,34
0,03

0,027
0,015

0,14
0,02

0,084
0,015

0,080
-

9,80
7,34

4,54
2,07

Famílias

NSpp

%Spp

LEG.-MIMOSOIDEAE

3

33,33

BORAGINACEAE
VERBENACEAE

1
1

11,11
11,11

STERCULIACEAE

1

11,11

LEG.-PAPILIONOIDEAE
EUPHORBIACEAE

1
1

11,11
11,11

POLYGONACEAE

1

11,11

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Sorocaba
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

16

1600,0

32,00

124,70

3,50

9,00

5,88

1,74

10,00

57,00

27,16

16,49

A2
A3

6
12

600,0
1200,0

12,00
24,00

62,55
185,56

3,00
3,50

10,00
12,00

6,92
8,13

3,01
3,79

19,00
9,00

46,00
79,00

35,33
36,17

9,73
26,85

A4

9

900,0

18,00

107,98

4,00

13,00

9,56

3,54

7,00

73,00

33,11

22,03
125
A5

7

700,0

14,00

41,71

4,50

18,00

10,79

4,30

10,00

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1

8,49

848,63

17,05

0,027

1,97

0,530

0,680

5

1,25

A2
A3

4,81
20,76

480,77
2075,50

9,66
41,70

0,099
0,025

1,31
5,88

0,801
1,730

0,523
2,210

3
6

0,63
1,86

A4

12,01

1200,56

24,12

0,015

4,60

1,334

1,528

5

1,08

A5

3,72

371,70

7,47

0,055

0,81

0,531

0,271

5

0,42

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

parâmetro
Porcentagem ramificados

02.
03.

%Spp
AbsDe

04.

AbsDo

Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.

AreaBas

Porcentagem das espécies
Densidade absoluta

Área basal

08.
09.

DiâmMédRam
DiâmRam

10.
11.

dpAlt
dpDia

12.

dpDiâmRam

desvio padrão Diâmetros dos Ramos

13.
14.

dpDist
dpNInd

desvio padrão da distãncia
desvio padrão no. indivíduos

15.
16.

dpVol
IVC

17.

IVI

18.
19.

MaxAlt
MaxDia

20.
21.

MaxNRam
MaxRam

22.

MaxVol

23.
24.

MédAlt
MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
Diâmetro média
distância média
no. média de ramos

27.

MédVol

Volume médio

28.
29.

MinAlt
MinDia

Altura mínima
Diâmetro mínimo

30.

MinNRam

31.
32.

MinRam
MinVol

33.
34.

NAlt
NAm

35.

NDist

36.
37.

NDom
NInd

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.

NSpp

No. mín. de ramos
Menor ramo
Volume mínimo
N para altura
No. de amostras
N para distâncias
N para dominância
no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies

48,00

25,29

11,80
126
41.

Obs.

42.
43.

RelDe
RelDo

Densidade relativa
Dominância relativa

44.

RelFr

Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.
48.

TotRam(+f)
Vol

Observações

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
127

Fitopac 2.1
Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí.FPD".

Projeto Fehidro Tatuí
Gerson Eli Fernandes
Método: Parcelas
São Paulo: Tatuí
Latitude: 0°0'0,00"N (0,000)
Longitude: 0°0'0,00"W (0,000)
Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0
No. de famílias: 9 No de especies: 13
No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 42
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros Gerais.FPM".
Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Tatuí
Gerson Eli Fernandes

Parâmetros

Valor

Máximo

Mínimo

d.p.

LC95inf

LC95sup

No. de indivíduos

42,000

-

-

-

-

-

No. de Espécies
No. de Famílias

13,000
9,000

-

-

-

-

-

No. de Amostras
Densidade

5,000
840,000

-

-

219,089

566,669

1113,331

Freqüência total

540,000

-

-

-

-

-

Freqüência total das famílias
Área Basal total

440,000
0,353

-

-

-

-

-

Dominância Absoluta
Volume total

7,050
2,251

-

-

-

-

-

Área total da amostra

0,050

-

-

-

-

-

Diâmetro - média
Altura - média

9,345
5,500

22,000
9,000

5,000
3,000

4,473
1,581

7,951
5,007

10,739
5,993

Volume - média

0,054

0,304

0,006

0,064

0,034

0,074

Razão Variância/Média + "p"
chi quadrado. Variância/Média

0,571
2,286

0,683
-

-

-

0,449

11,128

Idelta de Morisita
Morisita estandardizado (Ip)

0,958
-0,241

-

-

-

0,913
-

1,174
-

Índice Shannon-Wiener

2,236

-

-

0,081

2,187

2,285

Equiv. de Shannon em espécies
Equabilidade

9,355
0,872

-

-

-

-

-

ACE
Shannon sem vies

16,749
2,423

-

-

-

-

-

Shannon sem vies equiv. em esp.

11,285

-

-

-

-

-

Índice Simpson
1/D

0,120
8,359

-

-

-

-

-

1-D

0,880

-

-

-

-

-

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Espécies.FPM".
Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Tatuí

Obs.
128
Gerson Eli Fernandes

Espécies

NInd

dpNIn
d

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

Schinus terebinthifolius

12

2,510

240,0

28,57

4

80,00

14,81

2,32

Croton floribundus

5

0

100,0

11,90

5

100,00

18,52

1,32

Machaerium nyctitans
Schinus molle

5
4

1,732
0,837

100,0
80,0

11,90
9,52

2
3

40,00
60,00

7,41
11,11

0,80
0,43

Mimosa setosa
Trema micrantha

4
2

1,095
0,548

80,0
40,0

9,52
4,76

2
2

40,00
40,00

7,41
7,41

0,60
0,57

Citharexylum myrianthum

2

0,548

40,0

4,76

2

40,00

7,41

0,45

Lithraea molleoides
Schizolobium parahyba

3
1

0,894
0,447

60,0
20,0

7,14
2,38

2
1

40,00
20,00

7,41
3,70

0,14
0,27

Platypodium elegans
Araucaria angustifolia

1
1

0,447
0,447

20,0
20,0

2,38
2,38

1
1

20,00
20,00

3,70
3,70

0,04
0,04

Psidium guajava

1

0,447

20,0

2,38

1

20,00

3,70

0,04

Machaerium aculeatum

1

0,447

20,0

2,38

1

20,00

3,70

0,04

Espécies

RelDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Schinus terebinthifolius
Croton floribundus

32,91
18,76

4,00
4,00

8,00
8,00

5,17
7,00

1,27
1,73

5,00
7,00

22,00
18,00

9,46
12,40

6,06
4,28

Machaerium nyctitans

11,30

3,00

8,00

5,40

2,30

5,00

15,00

9,40

4,04

Schinus molle
Mimosa setosa

6,08
8,47

5,00
4,00

5,00
6,00

5,00
5,25

0
0,96

8,00
6,00

9,00
12,00

8,25
9,50

0,50
2,52

Trema micrantha
Citharexylum myrianthum

8,13
6,44

7,00
5,00

8,00
5,00

7,50
5,00

0,71
0

13,00
8,00

14,00
15,00

13,50
11,50

0,71
4,95

Lithraea molleoides

1,92

4,00

6,00

5,33

1,15

5,00

6,00

5,33

0,58

Schizolobium parahyba
Platypodium elegans

3,77
0,56

9,00
3,00

9,00
3,00

9,00
3,00

-

13,00
5,00

13,00
5,00

13,00
5,00

-

Araucaria angustifolia
Psidium guajava

0,56
0,56

4,00
4,00

4,00
4,00

4,00
4,00

-

5,00
5,00

5,00
5,00

5,00
5,00

-

Machaerium aculeatum

0,56

5,00

5,00

5,00

-

5,00

5,00

5,00

-

Espécies

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

Schinus terebinthifolius

0,70

13,99

31,08

0,008

0,30

0,058

0,092

76,30

61,49

Croton floribundus
Machaerium nyctitans

0,51
0,26

10,12
5,22

22,47
11,60

0,015
0,006

0,20
0,12

0,101
0,052

0,074
0,049

49,18
30,61

30,66
23,20

Schinus molle
Mimosa setosa

0,11
0,16

2,14
3,21

4,76
7,13

0,025
0,014

0,03
0,07

0,027
0,040

0,003
0,023

26,72
25,40

15,61
17,99

Trema micrantha

0,22

4,32

9,60

0,093

0,12

0,108

0,021

20,30

12,89

Citharexylum myrianthum
Lithraea molleoides

0,11
0,04

2,27
0,73

5,04
1,63

0,025
0,008

0,09
0,02

0,057
0,012

0,045
0,005

18,61
16,47

11,20
9,06

Schizolobium parahyba

0,12

2,39

5,31

0,119

0,12

0,119

-

9,85

6,15

Platypodium elegans
Araucaria angustifolia

0,01
0,01

0,12
0,16

0,26
0,35

0,006
0,008

0,01
0,01

0,006
0,008

-

6,64
6,64

2,94
2,94

Psidium guajava
Machaerium aculeatum

0,01
0,01

0,16
0,20

0,35
0,44

0,008
0,010

0,01
0,01

0,008
0,010

-

6,64
6,64

2,94
2,94
129
Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Famílias.FPM".
Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Tatuí
Gerson Eli Fernandes

Famílias

NInd

AbsDe

RelDe

NAm

AbsFr

RelFr

AbsDo

RelDo

ANACARDIACEAE

19

380,0

45,24

5

100,00

22,73

2,88

40,91

EUPHORBIACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

5
7

100,0
140,0

11,90
16,67

5
3

100,00
60,00

22,73
13,64

1,32
0,87

18,76
12,41

LEGUMINOSEAE

4

80,0

9,52

2

40,00

9,09

0,60

8,47

ULMACEAE
VERBENACEAE

2
2

40,0
40,0

4,76
4,76

2
2

40,00
40,00

9,09
9,09

0,57
0,45

8,13
6,44

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
ARAUCARIACEAE

1
1

20,0
20,0

2,38
2,38

1
1

20,00
20,00

4,55
4,55

0,27
0,04

3,77
0,56

MYRTACEAE

1

20,0

2,38

1

20,00

4,55

0,04

0,56

Famílias

MinAlt

MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

Vol

ANACARDIACEAE

4,00

8,00

5,16

1,07

5,00

22,00

8,55

4,98

0,84

EUPHORBIACEAE
LEG.-PAPILIONOIDEAE

4,00
3,00

8,00
8,00

7,00
5,00

1,73
2,08

7,00
5,00

18,00
15,00

12,40
8,14

4,28
3,93

0,51
0,28

LEGUMINOSEAE
ULMACEAE

4,00
7,00

6,00
8,00

5,25
7,50

0,96
0,71

6,00
13,00

12,00
14,00

9,50
13,50

2,52
0,71

0,16
0,22

VERBENACEAE

5,00

5,00

5,00

0

8,00

15,00

11,50

4,95

0,11

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
ARAUCARIACEAE

9,00
4,00

9,00
4,00

9,00
4,00

-

13,00
5,00

13,00
5,00

13,00
5,00

-

0,12
0,01

MYRTACEAE

4,00

4,00

4,00

-

5,00

5,00

5,00

-

0,01

Famílias

AbsVol

RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

IVI

IVC

ANACARDIACEAE
EUPHORBIACEAE

16,87
10,12

37,46
22,47

0,008
0,015

0,30
0,20

0,044
0,101

0,075
0,074

108,88
53,39

86,15
30,66

LEG.-PAPILIONOIDEAE

5,54

12,30

0,006

0,12

0,040

0,046

42,71

29,08

LEGUMINOSEAE
ULMACEAE

3,21
4,32

7,13
9,60

0,014
0,093

0,07
0,12

0,040
0,108

0,023
0,021

27,08
21,99

17,99
12,89

VERBENACEAE

2,27

5,04

0,025

0,09

0,057

0,045

20,29

11,20

LEG.-CAESALPINIOIDEAE
ARAUCARIACEAE

2,39
0,16

5,31
0,35

0,119
0,008

0,12
0,01

0,119
0,008

-

10,69
7,48

6,15
2,94

MYRTACEAE

0,16

0,35

0,008

0,01

0,008

-

7,48

2,94

Famílias

NSpp

%Spp

ANACARDIACEAE
EUPHORBIACEAE

3
1

23,08
7,69

LEG.-PAPILIONOIDEAE
LEGUMINOSEAE

3
1

23,08
7,69

ULMACEAE

1

7,69

VERBENACEAE
LEG.-CAESALPINIOIDEAE

1
1

7,69
7,69

ARAUCARIACEAE
MYRTACEAE

1
1

7,69
7,69
130

Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Amostras.FPM".
Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Tatuí
Gerson Eli Fernandes

Amostras

NInd

AbsDe

RelDe

AbsDo

MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt

MinDia MaxDi
a

MédDi
a

dpDia

A1

12

1200,0

28,57

9,63

4,00

5,00

4,67

0,49

5,00

22,00

8,88

5,05

A2

6

600,0

14,29

5,85

4,00

8,00

6,00

1,67

5,00

18,00

10,17

5,00

A3
A4

8
8

800,0
800,0

19,05
19,05

7,84
5,49

5,00
3,00

8,00
7,00

6,38
5,13

1,19
1,55

5,00
5,00

22,00
13,00

9,75
8,87

5,82
3,14

A5

8

800,0

19,05

6,44

3,00

9,00

5,88

2,42

5,00

15,00

9,50

3,74

Amostras

Vol

AbsVol

RelVol

MinVol MaxVo MédVo dpVol
l
l

NSpp

AreaBa
s

A1

0,47

47,18

20,96

0,008

0,19

0,039

0,053

6

0,10

A2
A3

0,42
0,58

42,10
57,88

18,70
25,71

0,008
0,012

0,20
0,30

0,070
0,072

0,078
0,103

5
4

0,06
0,08

A4
A5

0,32
0,46

31,93
46,05

14,18
20,45

0,006
0,006

0,09
0,12

0,040
0,058

0,031
0,051

7
5

0,05
0,06

Abreviações usadas para parâmetros

itens
01.

abreviação
%Ram

parâmetro
Porcentagem ramificados

02.
03.

%Spp
AbsDe

Porcentagem das espécies
Densidade absoluta

04.

AbsDo

Dominância absoluta

05.
06.

AbsFr
AbsVol

Freqüência absoluta
Volume absoluto

07.
08.

AreaBas
DiâmMédRam

09.

DiâmRam

10.
11.

dpAlt
dpDia

12.
13.

dpDiâmRam
dpDist

desvio padrão Diâmetros dos Ramos
desvio padrão da distãncia

14.

dpNInd

desvio padrão no. indivíduos

15.
16.

dpVol
IVC

17.
18.

IVI
MaxAlt

19.

MaxDia

20.
21.

MaxNRam
MaxRam

22.
23.

MaxVol
MédAlt

Área basal
Diâm. Médio dos Ramos
Diâm. dos Ramos
Desvio padrão Altura
Desvio padrão Diâmetro

Desvio padrão de volume
IVC
IVI
Altura máxima
Diâmetro máximo
No. máx. de ramos
Maior ramo
Volume máximo
Altura média
131
24.

MédDia

25.
26.

MédDist
MédNRam

Diâmetro média
distância média
no. média de ramos

27.

MédVol

Volume médio

28.
29.

MinAlt
MinDia

Altura mínima
Diâmetro mínimo

30.
31.

MinNRam
MinRam

No. mín. de ramos
Menor ramo

32.

MinVol

Volume mínimo

33.
34.

NAlt
NAm

N para altura
No. de amostras

35.
36.

NDist
NDom

N para distâncias
N para dominância

37.

NInd

38.
39.

NIndRam
NoVol

40.
41.

NSpp
Obs.

42.

RelDe

Densidade relativa

43.
44.

RelDo
RelFr

Dominância relativa
Freqüência realtiva

45.
46.

RelVol
TotRam

47.

TotRam(+f)

48.

Vol

no. de indivíduos
No. de Indivíduos Ramificados
N para volume
No. de espécies
Observações

Volume relativo
No. de ramos
No. de ramos (incl. ramos sem diam.)
Volume (cilíndro)
132

ANEXO IV – CADSTRO DE RAD`S

Questionário para cadastro de RAD`s na bacia do CBH-SMT junto a Secretaria Executiva.

Ítem
Proprietário
Telefone
E-mail
Endereço do PRAD
Endereço do Ressponsável/proprietário
Tipo de área (urbana, rural, industrial, loteamento)
Sub_bacia
Data assinatura TCRA
Data início
Área total ha
Número de mudas
Número de espécies
Espécies Pioneiras
Espécies Não pioneiras
Espaçamento
Origem das Mudas
Cerca
Irrigação
Calagem
Adubação Orgânica/quantidade/frequência
Adubação Química/quantidade/frequência
Adubação de Cobertura quantidade/frequência
Metodologia e frequência da capina
Método de controle de pragas
Frequência do controle de pragas

Informação
133

ANEXO IV - DADOS BRUTOS DAS PARCELAS
SEGUEM ANEXO ARQUIVOS PARA CADA ÁREA:
BOFETE.PDF
BOITUVA.PDF
BOTUCATU.PDF
CAPELA.PDF
IBIÚNA CONDOMÍNIO.PDF
IBIÚNA PREFEITURA.PDF
ITÚ CONDOMÍNIO.PDF
ITÚ PREFEITURA.PDF
JUMIRIM.PDF
PIEDADE.PDF
SOROCABA.PDF
TATUÍ.PDF
134

ANEXO V – PRESTAÇÃO DE CONTAS - FINANCEIRO

As duas últimas etapas do projeto foram realizadas sem o uso dos recursos financeiros do FEHIDRO.
135

ANEXO VI – DIVULGAÇÃO

Radcbhsmt relatorio

  • 1.
    1 Prestação de ContasFinal Referência: Código do empreendimento: 2008-SMT-170 Número de contrato: 357/2008 Nome do empreendimento: PARÂMETROS TÉCNICOS E INDICADORES DE RESTAURAÇÃO DE MATAS CILIARES DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ Razão social do interessado: UNIVERSIDADE DE SOROCABA - FUNDAÇÃO DOM AGUIRRE 1. INTRODUÇÃO Com o intuito de organizar o setor de sementes florestais nativas no bioma da Floresta Estacional Semidecidual, várias instituições ligadas ao setor, resolveram se juntar e fundar uma rede de sementes que vem atuando desde 2005. Fazem parte dessa rede de sementes florestais a Fundação Florestal do Estado de São Paulo, a ECOAR Florestal (articulador), a Universidade de Sorocaba (UNISO), a Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP de Botucatu, o Instituto Florestal de Botucatu, o IBAMA (agora ICMBio) através da Flona de Ipanema em Iperó, a UFSCAR de Sorocaba e o DEPRN (agora CETESB) de Sorocaba. A proposta desse projeto foi a de avaliar a restauração de matas ciliares na área do Comitê de Bacias dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, elaborando um diagnóstico da situação, sugerindo a adoção de bioindicadores. A partir dessa avaliação pretende-se propor diretrizes que contribuam para os processos de avaliação de projetos de restauração de matas ciliares
  • 2.
    2 pelo Comitê. Comisso, busca-se contribuir para a melhoria da qualidade das futuras restaurações florestais nativas em áreas ciliares de mananciais de abastecimento público, em todos os municípios da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê. Através do conhecimento técnico-científico relacionado à efetividade dos plantios realizados nos planos de recuperação de áreas degradadas – PRAD, se tornou possível a elaboração de propostas técnicas que possibilitarão a tomada de ações para melhorar a integração e o planejamento dos futuros projetos de recuperação de áreas degradadas. Desta forma, os resultados deste projeto devem contribuir para a formulação de políticas públicas e de financiamento do FEHIDRO, no que se refere ao desenvolvimento e implantação dos projetos de RAD no Âmbito do Comitê de Bacias dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, como também para os demais Comitês do Estado de São Paulo. Na área da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, foi realizado levantamento dos locais de plantios realizados com recursos do FEHIDRO e aqueles decorrentes de termos de compromisso de recuperação ambiental - PRAD. Foram obtidas informações sobre os métodos e sistemas de recuperação de áreas degradadas visando identificar práticas, técnicas e espécies potenciais para projetos de Recuperação de Áreas Degradadas (RAD). Infelizmente os registros das metodologias dos RAD’s levantados junto aos diversos órgãos onde se buscaram estas informações, encontraram-se bastante precários, com informações pouco consistentes. Desta forma, as práticas e atividades dos RAD’s foram sistematizadas, para identificar os processos de resiliência através de bioindicadores, definidos pelo corpo técnico do projeto. Para finalizar, este projeto propõe uma discussão e apresenta propostas de políticas públicas baseadas na realidade sócioeconômica e ambiental da bacia e técnicas para a integração e planejamento de RAD para a bacia como um todo, contribuindo para políticas públicas e de financiamento do FEHIDRO. Com isso, o Projeto contribui para que os futuros projetos de RAD possuam uma qualidade muito maior e que sejam melhor controlados e monitorados, potencializando o uso dos recursos financeiros do FEHIDRO, criando as condições para que os plantios de matas ciliares em mananciais da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê tenham sustentabilidade e apresentem as funções ecológicas e hidrológicas esperadas para esse tipo de floresta. A principal fonte de informações utilizada na identificação dos projetos de RAD foi o arquivo de processos de TACs (Termos de Ajuste de Conduta) e TCRAs (Termos de
  • 3.
    3 Compromisso de RecuperaçãoAmbiental) existentes nos escritórios da CETESB em Sorocaba, Itú e Botucatu e por meio de projetos realizados pelas prefeituras que estão inseridas dentro das Bacia dos Rios Sorocaba e Médio Tietê. Após o levantamento destas informações, foram necessárias a identificação dos projetos de RAD, e então estabeleceu-se um banco de dados que possibilitou à equipe do projeto ter um panorama geral dos projetos de RADs existentes na Bacia. Assim, foram obtidas informações como: distribuição geográfica, área de plantio, tempo de plantio, espécies utilizadas, entre outras. 2. REVISÃO TEÓRICA E ESTABELECIMENTO DA METODOLOGIA Precedendo ao inicio das análises para o estabelecimento dos parâmetros técnicos, foi realizado um levantamento bibliográfico para situar e referenciar o tema em questão, especialmente sobre o estado da vegetação natural na região e os parâmetros técnicos envolvidos no estabelecimento dos indicadores ecológicos a serem utilizados. 2.1 Vegetação e Restauração de Áreas Degradadas O Domínio da Floresta Atlântica Brasileira originalmente estendia-se por 150 milhões de hectares distribuídos em condições elevadas de heterogeneidade ambiental ao longo da costa oriental brasileira, favorecendo altos níveis de endemismos e rica diversidade biológica. Neste bioma ocorrem cerca de 20.000 espécies de plantas vasculares, 261 de mamíferos, 688 de aves, 200 de répteis, 280 de anfíbios e muitas outras que ainda requerem descrição científica (SILVA & CASTELETI, 2003). Vários estudos estimaram a cobertura remanescente da Floresta Atlântica Brasileira com uso de diferentes métodos e critérios e os resultados obtidos foram distintos. Enquanto dados anteriores consideravam que ainda existia 7-8% da cobertura original (SOS MATA ATLÂNTICA/INPE, 1993, 2000); a estimativa recente é de que
  • 4.
    4 10,6% (SOS MATAATLÂNTICA/INPE, 2008) a 27% (IESB et al., 2007) da cobertura original ainda se mantenha. Recentemente foi publicado estudo conduzido no Domínio da Mata Atlântica, cujos pesquisadores visaram conhecer, por meio de sensoriamento remoto, o quanto ainda existe e a distribuição espacial dos fragmentos remanescentes (RIBEIRO et al., 2009). Segundo os autores, embora tenha sido constatado que a área de cobertura remanescente (11,4 – 16,0%) seja maior do que a de 10,6% (SOS MATA ATLÂNTICA/INPE, 2000) atualmente aceita, o grau de fragmentação é altíssimo. Os maiores fragmentos localizam-se na Serra do Mar e juntos totalizam mais de 2.000.000 ha (13% da cobertura remanescente). Por outro lado, 83,4% dos fragmentos de Floresta Atlântica são menores do que 50 ha e somam 20% da cobertura remanescente. Fragmentos menores de 250 ha representam 97% do número total e somam quase 42% da área de floresta, ao contrário de 0,03% (77 fragmentos) maiores que 10.000ha (RIBEIRO et al., 2009). Na bacia hidrográfica dos rios Sorocaba e Médio-Tietê, 83% dos fragmentos mapeados apresentam área até 20 hectares. Já o município de Sorocaba detém 100 fragmentos de remanescentes florestais com área menor do que 10 hectares, dos 155 mapeados, o que representa a segunda maior concentração de fragmentos florestais do estado (KRONKA et al. 2005) e se caracteriza como uma zonal ecotonal, com intersecção de florestas estacional, ombrófila mista e densa, com áreas de cerrado (ALBUQUERQUE & RODRIGUES, 2000). Nesta região, a restauração de áreas degradadas deve ser prioritária, não só com o objetivo de recompor a vegetação, mas também de recuperar a conectividade entre os fragmentos de mata remanescentes, restaurando também a funcionalidade da paisagem. A restauração de áreas degradadas no Estado de São Paulo é estabelecida por legislação específica e pode resultar de medidas legais impostas para compensar danos ambientais no ato do licenciamento ambiental (Termos de Compromisso de Recuperação Ambiental – TCRA) ou para restauração de áreas de preservação permanente e averbação de reserva legal. Os TCRAs têm a finalidade de estabelecer as ações compensatórias proporcionais ao dano em tela, que deverão constar no Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) a ser implantado. Neste contexto, as Resoluções SMA n.° 21/01, n.° 47/03, n.° 08/08 tratam das diretrizes sobre a implantação do reflorestamento heterogêneo para recuperação de áreas
  • 5.
    5 degradadas. Propositalmente, priorizamas seguintes áreas: (a) aquelas consideradas de preservação permanente pela Lei Federal n° 12.651 de 2012 (artigo 4º), em especial localizadas em nascentes e olhos d'água; (b) de interligação de fragmentos florestais remanescentes na paisagem regional (corredores ecológicos) e (c) de elevado potencial de erodibilidade, tendo em vista as relevantes funções destas áreas para a dinâmica ecológica. Contudo, a eficiência da recuperação destas áreas depende também de ações de avaliação e monitoramento da restauração da integridade ecológica (TIERNEY et al., 2009). O monitoramento ao longo do tempo de alguns parâmetros pode servir como ferramenta para a avaliação dos objetivos contidos nos projetos (GANDOLFI, et al., 2006). Para isto é necessária a aplicação de indicadores ecológicos capazes de avaliar a restauração de processos ecológicos e a recuperação de uma área (RODRIGUES, 1998). Os sistemas ecológicos são dinâmicos e flutuações em suas características são naturais, sendo tais flutuações dependentes de fatores intrínsecos ao próprio ambiente e à estabilidade das populações (RICKLEFS, 2003). Por isto, informações de referência que subsidiem a avaliação e o monitoramento das áreas restauradas são de fundamental importância (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A demanda por estas informações e a relevância prática do conceito de integridade ecológica (TIERNEY et al., 2009) direcionaram os objetivos deste estudo que, de forma geral, busca selecionar um conjunto de indicadores capazes de avaliar áreas em processo inicial de restauração (em torno de 10 anos), permitindo exprimir e analisar a capacidade de autoregeneração e resiliência do sistema. 2.2 Integridade Ecológica A integridade ecológica é o conceito-chave para o manejo de recursos naturais e proteção ambiental, fundamental para a seleção de variáveis de monitoramento e avaliação do progresso rumo aos objetivos do manejo ecologicamente fundamentado (ANDREASEN et al., 2001; NIEMI & McDONALD, 2004; TIERNEY et al., 2009). Em muitos órgãos internacionais este conceito é sinônimo de qualidade ambiental (ANDREASEN et al., 2001). Um índice aquático de integridade biótica (IBI) foi desenvolvido, testado e é largamente
  • 6.
    6 usado, mas nenhumíndice terrestre de integridade do ecossistema existe. O IBI é baseado em 12 medidas de reprodução, composição, saúde e abundância de peixes (KARR, 1981). O conceito de integridade ecológica está relacionado com a integridade biológica e a saúde ecológica, e é considerada ferramenta prática para o manejo e monitoramento ambiental (TIERNEY et al., 2009). Segundo os mesmos autores, integridade é a qualidade de ser “indestrutível” (unimpaired), “perfeito” (sound) ou completo. O conceito refere-se à totalidade do sistema, incluindo presença de determinadas espécies, populações e comunidades e ocorrência de processos ecológicos em taxas e escalas distintas (KARR, 1981), bem como as condições ambientais que suportam esses taxa e processos (DALE & BEYELER, 2001). A integridade ecológica tem sido definida como medida de composição, estrutura e função do ecossistema, em relação às variações naturais ou histórico de variações (ANDREASEN et al., 2001; DALE & BEYELER, 2001; TIERNEY et al., 2009). Segundo Niemi & McDonald (2004), não é fácil avaliar a integridade ecológica de um ecossistema, pelo caráter abrangente de variáveis que atuam sob determinado organismo ou população. A primeira etapa no sentido de analisar a integridade ecológica é definir-se um conjunto de dados capazes de distinguir um cenário muito degradado de um apenas degradado em comparação com aqueles estados “perfeitos”, “indestrutíveis” e “funcionais”, ou seja, ter informações de referência, além da atribuição de pesos e notas aos indicadores (TIERNEY et al., 2009). As medidas selecionadas devem ter propriedades capazes de tipificar um ecossistema particular ou atributos que mudem previsivelmente em resposta ao estresse, sendo abrangente o suficiente para conter medidas de estrutura, função e composição de um ecossistema no espaço e no tempo (ANDREASEN et al., 2001; NIEMI & McDONALD, 2004; TIERNEY et al., 2009). Além disto, deve ser de acesso prático, mensurável, acessível, comparável, sensível e compatível com os objetivos do projeto (BARBOSA, 2001; DALE & BEYELER, 2001). A segundo etapa é determinar os pontos que distinguem as condições esperadas, aceitáveis, daquelas indesejadas e sujeitas ao manejo (TIERNEY et al., 2009). Por isto, cabe reforçar a necessidade de se ter áreas de referência em estudos que avaliem o sucesso de projetos de restauração para definição de padrões estabelecidos para diversas regiões, de modo que sirvam como referenciais de comparação (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005).
  • 7.
    7 2.3. Indicadores Ecológicos O públicotem crescentemente reivindicado o melhor entendimento sobre as condições do ambiente e se estas se tornam piores com o passar do tempo (NIEMI & McDONALD, 2004). O desenvolvimento de indicadores cientificamente testados para estabelecer linhas de base e tendências ambientais é uma necessidade universal de vários níveis e, por isso, governos federais nos Estados Unidos e Canadá (Environment Canada and U.S. EPA 2003), Europa (www.eionet.eu.int) e Australia (www.csiro.au/csiro/envind/index.htm) têm desenvolvido ou estão desenvolvendo programas de monitoramento com uso de indicadores ecológicos. Acordos internacionais recentes têm reivindicado o uso de indicadores sobre o estado do ambiente (NIEMI & McDONALD, 2004). Eles podem ser usados para avaliar as condições do ambiente, o grau de degradação da paisagem ou avaliar o sucesso de projetos de restauração (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005; GODÍNEZ-ALVAREZ et al., 2009; BRANCALION, et al., 2009). Em virtude de a população humana continuar a crescer exponencialmente (COHEN, 2003) e a consequente demanda ambiental, a aplicação de indicadores para determinar o status e as tendências nas condições ambientais continuará a crescer (NIEMI & McDONALD, 2004). Os últimos 40 anos têm enunciado rápida aceleração no interesse científico para o desenvolvimento e uso de indicadores ecológicos, inclusive, em 2001, um periódico científico chamado Ecological Indicators foi criado (NIEMI & McDONALD, 2004). As justificativas para o uso de indicadores vêm da necessidade de avaliar, estimar, calcular as condições nos mecanismos regulatórios, sustentabilidade ou decisões referentes à biodiversidade (NIEMI & McDONALD, 2004). Porém, embora indicadores permitam avaliar e monitorar as condições ambientais, o desenvolvimento destes é considerado um desafio pelo caráter ecológico complexo, determinado por inúmeras variáveis (DALE & BEYELER, 2001; TIERNEY et al., 2009). Os principais desafios estão em identificar os objetivos específicos do monitoramento, definir quais dados coletar e, definitivamente, interpretar e comunicar os resultados (NOON, 2003). Os objetivos do monitoramento são dirigidos pelos objetivos do manejo, os quais irão variar consideravelmente entre diferentes programas. Desde que os objetivos estejam estabelecidos, deve-se dar cuidadosa atenção às variáveis específicas para contemplá-los
  • 8.
    8 (NOSS, 1999). Comoé impossível monitorar todas as variáveis de interesse, alguns critérios e processos devem ser usados para identificar aquelas que fornecerão as informações mais úteis pelos menores custos de aplicação (NOSS, 1999; DALE & BEYELER, 2001; TIERNER et al., 2009). Além disto, um programa de monitoramento só cumprirá suas funções se os resultados forem interpretados e submetidos à publicação. Diversas linhas de pesquisa foram desenvolvidas na tentativa de embasar o sucesso da restauração com os indicadores, dentre elas as características da vegetação (WALTERS, 2000; WILKINS et al., 2003), diversidade de espécies (McCOY & MUSHINSKY, 2002) e processos ecológicos (RHOADES et al., 1998). Outros autores sustentam abordagens mais integradas, que incluam muitas variáveis para fornecer uma medida melhor do sucesso da restauração (HOBBS & NORTON, 1996; NECKLES et al., 2002; SER 2004). 3. DEFINIÇÃO DE INDICADORES O conjunto de indicadores desenvolvido no presente estudo foi baseado no paradigma da integridade ecológica, que ressalta os três atributos básicos de um ecossistema: composição, estrutura e processos ecológicos (ANDREASEN et al., 2001; NIEMI & McDONALD, 2004; TIERNEY et al., 2009). Para contemplar esta premissa, parte dos indicadores ecológicos foi adaptada da metodologia proposta no referencial teórico para ações de restauração da Mata Atlântica, elaborada pelo Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP) (BELLOTTO et al., 2009). A aplicação dos indicadores será realizada nas áreas de estudos e em cada área estudada serão demarcadas 5 parcelas de 100 m² (10 x 10 m) de modo aleatório simples, visando representar toda área de revegetação, perfazendo o total de 500 m² amostrados. Os indicadores ecológicos foram classificados nas seguintes categorias: (a) perturbações antrópicas – avaliam os fatores de degradação do ambiente, da paisagem e a presença de distúrbios naturais ou antrópicos; (b) composição – representam o arranjo e a diversidade florística das espécies ocorrentes nas áreas, bem como a presença de grupos funcionais e o desenvolvimento da vegetação; (c) estrutura – relacionada à biota, expressa a
  • 9.
    9 estrutura vertical dacomunidade, a abundância de espécies e a distribuição espacial dos indivíduos; e (d) função – expressam as funções ecológicas, tais como proteção do solo, competição, sanidade e sucessão, os quais podem afetar o funcionamento da comunidade. Assim, após debate entre os técnicos do grupo gestor do projeto, decidiu-se pelo uso dos seguintes indicadores: Ø Indicadores de perturbações antrópicas A eliminação dos fatores de degradação é indispensável para a restauração de áreas, sendo que a presença e a intensidade desses fatores podem determinar o sucesso ou insucesso dessa atividade (SER, 2004). Nas áreas selecionadas, em cada parcela serão avaliados a presença ou indícios de ocorrência de fogo, lixo, resquícios de práticas religiosas e vestígios do uso em lazer, bem como a de estradas, trilhas e sinais de pastejo de animais domésticos e/ou gado. Para cada um destes sinais, será observado o grau de perturbação atribuindo-se as qualidades conforme os “cenários desejáveis e indesejáveis” delineados para cada indicador. Ø Indicadores de composição Dentre os diferentes atributos a serem monitorados nas áreas restauradas, a diversidade e a similaridade com áreas naturais são considerados representativos, uma vez que estes contribuem para a manutenção e monitoramento da integridade do ecossistema e sua resiliência (SER, 2004). Como medidas de diversidade foram calculados: riqueza de espécies (S), índice de diversidade de Shannon (BROWER & ZAR, 1984) (H’) e o índice de equabilidade (J’) de Pielou (1977). As espécies foram identificadas segundo o Angiosperm Phylogeny Group II (APG II, 2003), sendo inclusos todos os indivíduos de espécies arbóreas cujo centro do tronco se encontrava dentro das parcelas de 100m². A presença de espécies exóticas foi analisada considerando nesta categoria as espécies não ocorrentes na Floresta Atlântica ou na região de estudo. Para fins de interpretação e análise dos resultados foram estabelecidos valores de referência de cada um dos atributos com base na legislação sobre reflorestamento heterogêneo com espécies nativas arbóreas no estado de São Paulo (Resolução SMA nº 8, de 31 de janeiro de 2008). A
  • 10.
    10 diversidade (H’) eequabilidade (J’) , que são usados para avaliar a diversidade de uma determinada comunidade. Assim, consideraram-se as proporções relativas de cada especie, quanto mais semelhantes, maior a equitabilidade e desta forma foram comparadas à área de fragmento de referência (AR). A presença de espécies epífitas, cipós e lianas indicam o aumento da complexidade do sistema e, portanto, se caracterizam como potenciais indicadores (POGGIANI & OLIVEIRA, 1998). No levantamento da presença de epífitas e cipós buscou-se também determinar sua localização no tronco em relação ao solo. Para fins de interpretação dos resultados, enquanto a presença de epífitas foi considerada como cenário desejável, as lianas/cipós foram consideradas como estados antagônicos de integridade. Ø Indicadores de estrutura Os indicadores de estrutura foram analisados com base em seus parâmetros abundância e distribuição de plantas e estrutura vertical. Em relação à abundância, para cada parcela foi calculada a densidade de indivíduos (indivíduo.ha-¹). Ainda como caracterização estrutural, a altura total dos indivíduos (Ht), altura do fuste (Hf) e a circunferência à altura do peito (CAP) foram obtidas para todos os indivíduos arbóreos das parcelas, cujos dados serviram para cálculo do incremento médio anual (IMA). Ø Indicadores de função Com base no que propõe SER (2004), os indicadores de função foram estabelecidos para analisar o funcionamento das áreas revegetadas e sua capacidade de auto-sustentabilidade e resiliência. Em termos de função foram analisadas as funções relativas à proteção do solo, aporte de biomassa e nutrientes, competição interespecífica, sanidade e condições para favorecer o processo sucessional em longo prazo. 3.1. Escolha de Área de Referência A seleção da área de referência levou em consideração o conhecimento de pesquisa acumulado e a sua representatividade na paisagem tendo se baseado nos estudos realizados por Piña-Rodrigues et al. (2011). Para tanto, foi selecionado um conjunto de fragmentos florestais situados na região da Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê, no
  • 11.
    11 município de Sorocaba,na latitude 23º 34’ 40,02”S e longitude 47º 31' 17,80”W, no estado de São Paulo. A florística destas áreas foi realizada por Coelho (2008) em 15 parcelas de 100 m², sendo seus dados empregados como referencial e agregados ao levantamento realizado por Kortz (2009). A área de referência situa-se no Câmpus da UFSCAR de Sorocaba, esta na Sub-bacia 4, estando inserida em uma região de transição entre o Planalto Atlântico e a Depressão Periférica Paulista. O tipo de solo presente é o latossolo vermelho-escuro segundo o Mapa Geomorfológico do Estado de São Paulo (1981). O clima da região é tropical quente e úmido com inverno seco e verão chuvoso. No verão, as médias térmicas são superiores a 22°C e a pluviosidade média é cerca de 200 mm; o inverno corresponde à estação seca, com temperatura média inferior a 18° C e índice pluviométrico mensal de cerca de 30 mm. Na classificação de Köppen predomina o clima Cwa na depressão periférica e Cwb nas áreas mais elevadas. A cobertura vegetal original região é do tipo estacional semidecidual, não apresentando nenhuma formação de caráter primário. Como resultado da alteração da paisagem, as florestas foram substituídas por campos e pastagens, os quais são interrompidos por matas altas como faxinais, cerrados, capoeirões e matas ciliares. Estes fragmentos estudados no Câmpus da UFSCAR, possuem mais de 10 anos de processo de regeneração natural e foram utilizados como áreas de referencia, para as comparações com os dados levantados nas áreas de RAD. 4. AQUISIÇÃO DE DADOS As áreas visitadas para levantamento dos dados de campo foram definidas através de sorteio, sendo escolhidas duas áreas por sub-bacia com no mínimo 0,5 ha. Devido a grande dificuldade para a localização e contato com alguns proprietários e também para a obtenção das cartas de anuência, a metodologia sofreu pequena alteração e passou-se a buscar áreas próximas as que foram sorteadas, com características e tamanho semelhantes as escolhidas inicialmente por sorteio, e onde o proprietário concordasse em participar do projeto emitindo uma carta de anuência.
  • 12.
    12 Em cada áreavisitada, foram estabelecidas 05 parcelas amostrais de 10x10 m e levantados os seguintes dados: espécies (nome científico e popular); diâmetro altura do peito (DAP); diâmetro altura do colo (DAC); altura do fuste, bifurcação e altura do indivíduo; síndrome de dispersão; estágio sucessional; posição; presença/ausência de epífitas; avaliação da sanidade por meio da verificação de herbivoria; presença de cipós e lianas e deficiência mineral; textura e declividade do solo; nível de perturbação da área; ocorrência de fogo; presença de pastejo por animais domésticos; presença de trilhas e caminhos; presença de artefatos de atividades religiosas; e outras observações que se julgaram interessantes durantes as visitas. A porcentagem de cobertura do solo foi estimada utilizando o método do número de interseções. Para tanto foi empregado um quadrado de madeira de 0,50 x 0,50 m subdividido em quatro partes iguais. A interseção entre as linhas divisórias definiu um ponto e representou uma área, conforme o espaçamento adotado. O somatório desses pontos forneceu a porcentagem de cobertura do solo. Para tal, o quadrado de madeira foi lançado três vezes ao acaso dentro de cada parcela das unidades experimentais, onde foram colhidas informações sobre serrapilheira, gramíneas, cobertura morta e solo desnudo. As identificações das plantas foram realizadas diretamente em campo e nos casos de dúvida, foram coletadas amostras e enviadas aos laboratórios da Uniso e da Ufscar para a devida identificação botânica. As classificações de estágio sucessional e grau de ameaça, foram obtidos com base na Resolução SMA 08/08. Para definir o índice de fechamento do dossel, em todas as áreas de amostragem onde foram efetuadas as avaliações da cobertura do solo, também foram feitas medidas com o uso de um densiômetro de dossel (canopy densiometer). O aparelho consiste de um espelho convexo quadriculado, que mantido na horizontal abaixo do dossel e a 1m de altura da superfície do solo, tem o reflexo visto no espelho. Cada quadrícula que apresenta mais de 50% de sua superfície coberta com dossel é contada. Ao final, o número de quadrículas cobertas pelo dossel é dividida pelo número total de quadrículos do espelho, representando a fração coberta pelo dossel. As análises para determinação do desenvolvimento dos projetos de RAD foram as seguintes: Diversidade de funções sucessionais das espécies, Diversidade de espécies
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    13 arbóreas, Riqueza deespécies nativas, Densidade de indivíduos arbóreos (nº.ha-1), Nº de indivíduos/grupo sucessional, Equitabilidade, CAP médio (cm) ou DAC médio (cm) quando em mudas jovens, Altura média dos indivíduos arbóreos (m), Epífitas (Presença/Ausência), Cipós e lianas(Presença/Ausência), Presença humana (impactos negativos), Cobertura do solo, Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) e Serrapilheira, como apresentado na Tabela 1. Para cada área de RAD visitada, foram montadas tabelas de caracterização das restaurações, e gerados gráficos com indicadores de restauração. Também para cada área, são apresentados no ANEXO II os dados brutos com as informações colhidas. Estes parâmetros estudados por meio das informações colhidas em campo e nos processos levantadas, nos permitiram avaliar a estabilidade e a resiliência dos RAD’s, discutindo com base nas informações geradas, sobre a qualidade dos projetos e inferindo sobre as possibilidades de efetiva recuperação da área degradada. Ou seja, quanto melhores os dados que mostrem sua maior estabilidade e resiliência, mais próximos de uma situação positiva estes RAD estariam, atestando assim a eficiência do processo de recuperação da área.
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    14 Descritores Dimensão Atributo Tabela 1. Informaçõesutilizadas para as análises do desenvolvimento dos projetos de RAD. Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de sp arbóreas Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional Diversidade da comunidade. Estabilidade e resiliência Riqueza de espécies nativas CAP médio (cm) até aos 45 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Cenários positivos e referenciais Maior número de espécies não pioneiras presentes no sistema Índice de Shannon próximo ao esperado para fragmentos referência estudados da região com H´= 3,676 bits.ind Indesejável: Res. SMA n°.08/08 indica 80 espécies. Regular: Baixa diversidade prejudica o estabelecimento da comunidade futura. Desejável: de acordo com a legislação Indesejável: alta mortalidade, considerando a densidade de plantas recomendada pela SMA 08/08. Regular: valores médios de densidade baseados na SMA 08/08. Desejável: valores aproximados aos recomendados pela SMA 08/08. Indesejável: não atende a SMA nº 08/08 Desejável: atende a SMA nº 08/08 Índice de Pielou (J’) similar ao de áreas de floresta secundária da região. Valor da área de referência AR1 – J´= 0,854 (E.C. LEITE & S. COELHO, dados não publicados) Indesejável: reflete crescimento lento dos indivíduos ou replantios constantes (< 5 cm) Regular: valores considerados médios de crescimentos para plantios com até 4-5 anos (10 a 15 cm) Desejável: valores considerados compatíveis com plantios de restauração de 4-5 anos. (> 15 cm) Indesejável: reflete crescimento lento dos indivíduos ou replantios constantes. (< 0,5 m) Regular: valores considerados médios de crescimentos para Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 <40% e >60% de espécies/grupo = 3 >40% e <60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3
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    15 Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção dosolo e ciclagem de nutrientes Funcionamento Presença humana (impactos negativos) Ausência de fogo na área Cobertura do solo Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira plantios com até 4-5 anos (de 0,5 a 1,0 m) Desejável: valores considerados compatíveis com plantios de restauração de 4-5 anos. (> 1,5 m) Indesejável: ausente Desejável: presente, predomínio de posição nos terços superiores (TS) e médios (TM) dos indivíduos arbóreos. Indesejável:Dominando a copa das árvores, em especial os terços superiores e médios Desejável: ausente ou em equilíbrio Cobertura do solo por vegetação, excluindo-se a cobertura morta com valores superiores à 50% Indesejável: ausência de regenerantes. Regular: presença de alguns regenerantes na área Desejável: presença de regenerantes Serrapilheira cobrindo o solo com valores similares à uma àrea de floresta secundária na região (AR-1) Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta 15-59% - média < 15% - baixa 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 Tabela 2. Classificação dos Indicadores Ecológicos. Perturbação Indicadores Ecológicos Categorias Antrópica Presença humana (impactos negativos) Composição Estrutura Função Diversidade de funções sucessionais das sp Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos arbóreos (nº.ha-1) CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Diversidade de sp arbóreas Diversidade de funções sucessionais das sp Equitabilidade Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausê ncia) Cobertura do solo Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira
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    16 5. RESULTADOS 5.1 Informações Iniciais Parao inicio do projeto, foi primeiramente realizada reunião entre os parceiros para delinear as atividades e elaborar os materiais para coleta das informações. A empresa contratada elaborou uma proposta de ficha para coleta de dados, com informações básicas sobre o proprietário, a propriedade e as técnicas e histórico do plantio, a qual foi submetida a coordenação do projeto e aprovada após consulta aos demais parceiros do projeto. Com a aprovação desta ficha, iniciaram-se os procedimentos para a coleta de dados. As primeiras informações levantadas foram junto aos 34 municípios da UGRHI 10, que por meio de visitas e contatos telefônicos e por e-mail, enviaram suas respostas, apresentando a existência ou não de projetos de recuperação de áreas degradadas em sua área de abrangência. Dos 34 municípios da bacia, em apenas 3 foram verificados TCRA’s municipais. Em Boituva foram 4, em Tatuí 1 e em Piedade também um único termo. Este panorama deve mudar, pois muitos municípios da região tem assinado termo de cooperação com a CETESB, a estão implementando seus sistemas de licenciamento ambiental. Estas áreas selecionadas, foram então utilizadas para a elaboração de um banco de dados com cadastro de áreas objeto de implantação de PRADs’s compromissados junto à CETESB, ao CBRN e às Prefeituras da bacia. Com base nestas áreas, os técnicos do projeto avaliaram os dados e realizaram a seleção das áreas a serem visitadas. Como o banco de dados apresentou uma série de dados inconsistentes, por falta de informações nos respectivos processos, o grupo gestor do projeto resolveu, ao invés de aplicar a metodologia de escolha das áreas, com base na análise de agrupamentos com BrayCurtis como método de distância e flexível-beta como ligação, que com a carência de dados ficaria muito pouco preciso, optar pelo sorteio de dois projetos de RAD para cada sub-bacia, perfazendo assim um total de 12 áreas a serem visitadas. Esta primeira escolha das áreas, contemplou projetos em regiões de ambiente urbano, rural, industrial e de loteamentos, abordando assim, as 4 tipologias de área utilizadas para a tabulação dos dados. Porém, nem todas as áreas foram possíveis de serem visitadas, pois em algumas o proprietário não foi localizado, o que não permitiu solicitar a anuência para realização da etapa de avaliação de campo. A desistência de uma área escolhida, somente
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    17 ocorria depois deexaustivo trabalho de busca pelo contato com os proprietários, via telefone, email, consulta a listas telefônicas e pesquisas na internet. Tabela 3. Quadro de áreas objeto das coletas de dados em campo e análises técnicas. Sub-Bacia Município Área Implantação Área (Há) N° Mudas 1 Botucatu Urbana 2011 3,5 5.700 1 Bofete Rural 2010 2,8 4.675 2 Jumirim Rural 1998 0,7 778 2 Boituva Urbana 2008 0,8 1.395 3 Tatuí Rural 2007 3,13 5.225 3 Capela Rural 1999 1,2 2.122 3 Piedade Urbana 2008 0,5 700 4 Sorocaba Urbana 2003 24,48 14.630 5 Itú Rural 2004 1,14 2006 5 Itú Urbana 2008 1,5 2.595 6 Ibiúna Rural 1998 10,73 6.771 6 Ibiúna Rural 2009 0,3 500 5.2. Distribuição das Áreas Com o objetivo de ter uma visão geral de como estão se desenvolvendo os projetos de RAD na Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, é que se optou pela amostragem por sub-bacias, para desta forma poder contemplar de maneira amostral todo o território desta bacia. Assim, na Figura 5, temos a distribuição das áreas amostradas durante o levantamento de dados para o projeto, mostrando uma boa abrangência em termos das características da vegetação desta área, que tende mais para os biomas da floresta ombrófila densa nas sub-bacias 3, 5 e 6, para Floresta Estacional Semidecidual em contato com
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    18 Savana, nas sub-bacias2, 4, e 1 onde também se encontram alguns remanescentes de vegetação do tipo Savana. 5.3 Caracterização Geral Antes das visitas serem realizadas, foi elaborado um roteiro para a avaliação dos indicadores ecológicos com as informações que deveriam ser observadas nas áreas, além das informações obtidas nos cadastros dos processos dos RAD’s. Este roteiro foi precedido de uma ampla revisão teórica dentro do Grupo Gestor do Projeto, que determinou os principais indicadores ambientais que deveriam ser levantados para caracterizar a situação de desenvolvimento dos RAD’s. 5.3.1 Coleta de dados em Campo Esta etapa do projeto, se ateve a coleta de dados nas áreas previamente selecionadas e a tabulação e análise inicial destes dados. Foram realizadas no mínimo duas visitas em cada àrea objeto de implantação de RAD as quais foram selecionadas anteriormente. Nestas visitas, foram coletadas as informações referentes aos indicadores definidos na primeira etapa deste projeto, ou seja, os indicadores ecológicos foram classificados nas seguintes categorias: (a) paisagem – abrange os atributos que expressam a configuração e as características físicas básicas do ambiente onde a área de restauração está localizada; (b) perturbações antrópicas – avaliam os fatores de degradação do ambiente, da paisagem e a presença de distúrbios naturais ou antrópicos; (c) composição – representam o arranjo e a diversidade florística das espécies ocorrentes nas áreas, bem como a presença de grupos funcionais e o desenvolvimento da vegetação; (d) estrutura – relacionada à biota, expressa a estrutura vertical da comunidade, a abundância de espécies e a distribuição espacial dos indivíduos; e (e) função – expressam as funções ecológicas, tais como proteção do solo, competição, sanidade e sucessão, os quais podem afetar o funcionamento da comunidade.
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    19 Figura 5. Vegetaçãoda Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio tietê, com os locais onde foram realizadas as amostragens para este estudo.
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    20 5.3.2 Caracterização Geraldos Projetos de RAD na UGRHI 10 Esta caracterização geral da área, foi obtida pelos dados levantados na primeira etapa do projeto, como área e idade dos plantios, e os demais dados que foram obtidos com as visitas de campo realizadas nas unidades selecionadas. Estes dados de campo, permitiram levantar as espécies dos plantios, e qualificá-las quanto ao estágio sucessional, síndrome de dispersão, grau de ameaça, entre outras informações que são apresentadas nas Tabelas (4 e 5 ). Com relação as áreas amostradas, na Sub-Bacia 3 foi amostrada uma área a mais, e na Sub-Bacia 4, em uma das áreas amostradas não apresentou informações para serem coletadas, pois o PRAD estava totalmente destruído. Esta troca pode ser justificada, pois a sub-bacia 3 é bem maior, quase três vezes a sub-bacia 4, e ambas estão inseridas na porção média da bacia do rio Sorocaba. O tamanho médio das áreas amostradas foi de 2,09 ha e 32,17% de um total de 27,26 ha foram amostrados em APP. Com relação as idades dos plantios, houve uma variação de 1,1 até 10 anos, o que pode de alguma forma causar certa dificuldade de comparação entre estes plantios analisados. Os dados detalhados da caracterização geral das áreas amostradas por sub-bacias podem ser observados na Tabela 3. Tabela 4 – Caracterização geral das áreas visitadas divididas por sub-bacia, contemplando o numero de áreas visitadas, idade média do plantio, tamanho, plantio em APP e porcentagem correspondente de cada sub-bacia em relação ao total de áreas visitadas. Subbacia 1 2 3 4 5 6 Total Áreas 1-Botucatu 2-Bofete 3-Jumirim 4-Boituva 5-Tatuí 6-Capela 7-Piedade 8-Sorocaba 1 * 9-Sorocaba 2 10- Itu 1 11- Itu 2 12- Ibiúna 1 13- Ibiúna 2 Nº Área Visitadas Idade média do Plantio (anos) Tamanho da Área (ha) Plantio em APP ha % Porcentagem em Relação ao Total % 2 1,1 4,13 4,13 –> 100% 15,2 2 10 1,53 1,53 –> 100% 5,6 3 8,6 4,90 1,27 –> 25,9% 18,0 2 8 9,8 0,5 –> 5,1% 36,0 2 5 2,64 1,14 –> 43,1% 9,7 2 10 4,26 0,2 –> 4,6 % 15,5 27,26 8,77 –> 32,17% 100 12 * Esta área não foi considerada pois estava totalmente destruída.
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    21 Quando foram comparadosos dados gerais de caracterização dos plantios amostrados neste projeto, com relação as espécies amostradas e a Resolução SMA 08 de 2008 que fixa a orientação para o reflorestamento heterogêneo de áreas degradadas e dá providências correlatas, pôde-se observar que em 8 áreas de RAD foi observado o cumprimento desta exigência, apresentando mais do que 20% de espécies zoocóricas . Com respeito a relação entre espécies pioneiras e não pioneiras, das doze situações amostradas, em cinco delas não foi observada a proporção mínima de 40% para um dos grupos, das Pioneiras ou das Não Pioneiras. Quando se comparou com a Resolução SMA 08/08 a presença de espécies com algum grau de ameaça, foi constatado que em 5 plantios o percentual mínimo de 5% de espécies com algum grau de ameaça não foi atingido. Porém em compensação, entre os outros 7 plantios, encontrou-se um com 18% e outro com 18,5% de espécies nativas da vegetação regional, enquadradas em alguma das categorias de ameaça. Os dados que foram coletados por meio de parcelas de amostragens nas áreas selecionadas, podem ser vistos na Tabela 4. Tabela 5 – Situação do plantio considerando o numero de plantas encontradas nas parcelas, as classes sucessionais P = pioneiras, NP = não pioneiras. Relação P/NP. IN = não identificada, categoria de ameaça, ZOO = zoocóricas e Esp. Exót. = espécies exóticas. Esp. = espécie, Ind. = indivíduo Sub bacia 1 2 3 4 5 6 Área 1-Botucatu 2-Bofete 3-Jumirim 4-Boituva 5-Tatuí 6-Capela do Alto 7-Piedade 8-Sorocaba Vitória Regia 9-Soroc. GM 10- Itu Prefeitura 11- Itu Condomínio 12- Ibiúna Condomínio 13- Ibiúna Prefeitura Nº plantas 81 65 49 38 42 14 Esp. 16 18 10 06 09 02 P -> -> -> -> -> -> Ind. 56 33 33 24 34 07 NP Esp. 11 -> 15 -> 07 -> 05 -> 04 -> 02 -> Ind. 22 32 14 14 08 05 Relação P / NP 60/40 54/46 59/41 55/45 70/30 50/50 3 0 2 0 0 2 Categ. Ameaça 1 4 2 0 1 0 58 50 02 08 -> -> 06 47 09 01 0 50 0 07 -> -> 0 26 86 12 -> 81 05 79 15 42 28 10 22 25 5 Esp. Exót. 1 1 2 0 0 0 -> -> 47 03 20/80 90/10 5 0 2 0 19 34 1 0 0 04 -> -> 0 19 64/36 0 5 0 0 0 8 0 2 36 15 -> 40 44/56 5 44 1 36/64 1 0 1 -> 65 09 -> 15 2 20 0 -> 41 15 -> 38 50/50 0 5 44 0 NI ZOO
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    22 6. AVALIAÇÃO DEINDICADORES PARA AS SUB-BACIAS Com o objetivo de se obter uma primeira visão geral do desenvolvimento dos projetos de RAD na Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê, optou-se por fazer uma avaliação preliminar por sub-bacias, onde foram considerados os seguintes indicadores: serapilheira, epífitas, cobertura do solo e cobertura de área. Considerou-se estes indicadores, por serem os pertencentes ao grupo que indicaria o grau de funcionamento do projeto de recuperação (Tabela 1.) e que adicionado do indicador Funcional de presença de epífitas, poderiam demonstrar uma situação geral dos plantios por meio de rápidas avaliações de campo. São indicadores que podem ser coletados em pouco tempo e com pouca infraestrutura para aquisição das informações, e mesmo assim, são parâmetros capazes de apontar com bom grau de precisão o estado de desenvolvimento de regeneração da vegetação natural. 6.1 Indicador de Cobertura Para avaliar o grau de desenvolvimento dos projetos de RAD estudados, um dos indicadores utilizados foi a porcentagem de cobertura do solo. Neste caso foram tomadas duas medidas, ao nível do solo e a 1m de altura. Os resultados deste indicador são apresentados na Tabela 6 e Figura 1. Este parâmetro indicador, também é muito interessante, pois o desenvolvimento da floresta possui uma boa relação entre os estágios mais avançados e porcentagem de cobertura. Tabela 6. Porcentagens de cobertura ao nível do solo e a 1m de altura. Sub-bacias Solo % 1m do Solo % Sub-bacia 1 34,9 47,8 Sub-bacia 2 11,3 11,6 Sub-bacia 3 31,3 32,8 Sub-bacia 4 1,6 1,5 Sub-bacia 5 50,39 55,3 Sub-bacia 6 32,4 35,2
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    23 Figura 1. Gráficocom porcentagens de cobertura do solo ao nível do solo e a 1m de altura. Cobertura  de  Área   100   80   60   Solo  %   40   1m  do  Solo  %   20   0   Sub-­‐bacia   Sub-­‐bacia   Sub-­‐bacia   Sub-­‐bacia   Sub-­‐bacia   Sub-­‐bacia   1   2   3   4   5   6   Nesta avaliação de cobertura, observa-se na sub-bacia 4 um índice muito baixo. Este valor foi influenciado pelo plantio destruído, onde os parâmetros foram todos nulos. Da mesma forma estes dados irão influenciar outros parâmetros analisados neste estudo. 6.2. Epífitas Outro importante indicador ambiental para as florestas é a presença de epífitas, as quais indicam o desenvolvimento e o estágio de regeneração da vegetação. Este iondicador é útil;izado nas Resoluções CONAMA 01/94 e Conjunta SMA-IBAMA/SP 01/94, como um dos parâmetros para classificar o estágio sucessional da vegetação sob o domínio da Mata Atlântica no Estado de São Paulo. Assim, foram coletados dados de presença de epífitas nas árvores das áreas amostradas Tabela 7 A e B, e Figura 2.
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    24 Tabela 7. Ae B. Estas tabelas mostram as porcentagens médias de presença de epífitas nas sub-bacias e nas áreas amostradas. (Epífitas – número de árvores amostradas nas parcelas que apresentou a presença de vegetais epífitos, e sua respectiva porcentagem em relação ao todo amostrado). B. A. Sub-Bacias Área Sub-bacia 1 Sub-bacia 2 Sub-bacia 3 Sub-bacia 4 Sub-bacia 5 Sub-bacia 6 Sub-bacia 1 Sub-bacia 1 Sub-bacia 2 Sub-bacia 2 Sub-bacia 3 Sub-bacia 3 Sub-bacia 3 Sub-bacia 4 Sub-bacia 4 Sub-bacia 5 Sub-bacia 5 Sub-bacia 6 Sub-bacia 6 % média 0 4,1 7,2 0 1,6 11,25 Área Bofete Botucatu Jumirim Boituva Capela Piedade Tatuí Sorocaba Sorocaba GM Itu Prefeitura Itu Condomínio Ibiúna Ibiúna Prefeitura Epífitas % 0 de 64 0 de 80 4 de 48 0 de 37 2 de 13 2 de 58 2 de 41 0 de 49 0 de 0 1 de 49 1 de 85 15 de 80 3 de 78 0 0 8,3 0 13,4 3,4 4,9 0 0 2 1,2 18,7 3,8 Figura 2. Gráfico com porcentagens de presença de epífitas nas árvores amostradas por sub-bacias. Presença  de  Epí<itas   12   10   Porcentagem   8   Média   6     4   2   0   1   2   3   Sub-­‐Bacias   4   5   6  
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    25 Estes resultados podemnão ser muito conclusivos visto que os plantios selecionados na Sub-bacia 1 foram os mais jovens. Por outro lado, nas 3 sub-bacias que apresentaram as maiores porcentagens de presença de epífitas, foram exatamente aquelas em que se incluíram algum projeto de RAD implantado anteriormente à 2000. Assim, este resultado sugere uma forte relação entre o tempo de plantio e o aparecimento das epífitas, o que é amplamente aceito por pesquisadores da área de ecologia de florestas. 6.3. Cobertura do Solo e Produção de Serapilheira Também como forma de avaliar o grau de sucesso do plantio e o seu desenvolvimento em direção a um estágio mais equilibrado em termos ecológicos, foram levantadas as informações sobre como estava a cobertura do solo e a existência e profundidade de serapilheira, pois são informações que podem atestar diferentes estágios de desenvolvimento de um plantio de recuperação ou de restauração florestal Figuras 3 e 4. Figura 3. Gráfico com porcentagens de cobertura do solo por invasoras e de solo desnudo nas áreas amostradas por sub-bacias. Cobertura  do  Solo   100   80   60   40   Cobertura  invasora   (gramíneas)  %   20   Solo  Desnudo  (%)   0   1   2   3   4   Sub-­‐Bacias   5   6  
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    26 Figura 4. Gráficocom porcentagens de produção de serapilheira nas áreas amostradas por sub-bacias. Produção  de  Serapilheira   100   80   60   40   Serapilheira  (%)   20   0   1   2   3   4   5   6   Sub-­‐Bacias   Nestes quesitos de cobertura por invasoras e produção de serapilheira, parece existir uma correlação entre maior cobertura por invasoras acompanhada de uma maior produção de serapilheira. Este dado não é de fácil confirmação, mas sugere algum problema ligado a manutenção dos RAD`s. Talvez uma menor manutenção e um índice de cobertura menor das copas, acabe permitindo maior entrada de luz e assim uma maior ocupação das invasoras. Por outro lado, quando o plantio alcança uma cobertura de copas mais fechada, ocorre um maior sombreamento e maior produção de folhas, contribuindo assim para o aumento da serapilheira. Mas este caso merece ser estudado posteriormente com maior profundidade. No geral esta avalição por sub-bacias não se mostrou muito eficiente pois não se conseguiu definir quais os melhores desempenhos. Mostrando que realmente deve-se proceder uma análise mais detalhada e por RAD`s para se obterem informações mais precisas.
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    27 7. AVALIAÇÕES DEDESEMPENHO DOS PROJETOS DE RAD Considerando a metodologia apresentada e os dados coletados durante a realização destes estudos, estas informações foram trabalhadas e analisadas com o fim de obter uma caracterização destes projetos e avaliar seu desempenho e perspectivas de pleno estabelecimento das funções ecológicas dos plantios. Com o objetivo de avaliar e comparar os projetos de RAD entre eles, foram calculados o Incremento Médio de Altura IMA = (altura atual/idade do plantio – em anos) e o Incremento Médio de Diâmetro IMD = (diâmetro/idade do plantio – em anos). Figura 6. Incremento Médio em Altura, mostrando o aumento em centímetros por ano para cada área de RAD estudada.
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    28 Figura 7. IncrementoMédio de Diâmetro, mostrando o aumento em centímetros por ano para cada área de RAD estudada. Estes dados mostrados nas Figuras 6 e 7 , mostram a área AR1, que se encontra em Botucatu, com bem melhor do que as demais. Este dado ficou um pouco prejudicado pois este plantio é muito jovem, um pouco mais de 1 ano, e as medidas de diâmetro foram tiradas na altura do colo da planta. Mas vael a pena destacar, que este plantio, de acordo com as observações realizadas em campo, foi o que apresentou melhores condições de manutenção e cuidados com as plantas. Com relação ao incremento em altura, podemos dividir os grupos em duas categorias, aqueles que apresentam um incremento acima de 50 centímetros ao ano, representado pelos plantios ( AR4, AR5, AR8, AR9, AR10, AR11, e AR12) e aqueles que ficaram abaixo ( AR2, AR3, AR6, e AR7). Com relação ao incremento em diâmetro, podemos dividir os grupos em duas categorias, aqueles que apresentam um incremento acima de 1,5 centímetros ao ano,
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    29 representado pelos plantios( AR4, AR5, AR6, AR8, AR10, AR11, e AR12) e aqueles que ficaram abaixo ( AR2, AR3, AR7, e AR9). Basicamente existe uma correlação entre melhores desempenhos em IMA e IMD para os plantios, somente não se confirmando para os plantios AR6 e AR9, que apresentaram um bom desempenho de IMD e IMA respectivamente e inverteram o desempenho para o outro índice avaliado. Para fins de avaliação e comparação dos dados amostrados , optou-se por escolher uma área de referência, pois desta forma pôde-se validar os indicadores com base em uma situação natural de regeneração. A seleção da área de referência levou em consideração o conhecimento de pesquisa acumulado e a sua representatividade na paisagem da bacia tendo se baseado nos estudos realizados por Piña-Rodrigues et al. (2011). Para tanto, foi selecionado um conjunto de fragmentos florestais situados na região da Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê, no município de Sorocaba, na latitude 23º 34’ 40,02”S e longitude 47º 31' 17,80”W, no estado de São Paulo. A florística destas áreas foi realizada em 15 parcelas de 100 m², sendo seus dados empregados como referencial e agregados ao levantamento realizado por Kortz (2009). A área de referência esta inserida em uma região de transição entre o Planalto Atlântico e a Depressão Periférica Paulista, apresentando relevo de denudação de formas de topos planos com entalhamento fraco de vales e grande dimensão interfluvial média. O tipo de solo presente é o latossolo vermelho-escuro segundo o Mapa Geomorfológico do Estado de São Paulo (1981). O clima da região é tropical quente e úmido com inverno seco e verão chuvoso. No verão, as médias térmicas são superiores a 22°C e a pluviosidade média é cerca de 200 mm; o inverno corresponde à estação seca, com temperatura média inferior a 18° C e índice pluviométrico mensal de cerca de 30 mm. Na classificação de Köppen predomina o clima Cwa na depressão periférica e Cwb nas áreas mais elevadas. A cobertura vegetal original região é do tipo estacional semidecidual, não apresentando nenhuma formação de caráter primário. Como resultado da alteração da paisagem, as florestas foram substituídas por campos e pastagens, os quais são interrompidos por matas secundárias, cerrados, capoeirões e matas ciliares.
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    30 Os indicadores foramentão aplicados nas áreas de estudos (AR) e de referência (área de referência) e seus resultados foram comparados para cada indicador definido. O conjunto de 14 indicadores aplicados foi elaborado de acordo com o paradigma da integridade ecológica. Os indicadores foram baseados no método MESMIS – Marco de Avaliação de Sistemas de Manejo de Recursos Naturais Incorporando Indicadores (MASERA et al, 1999) classificados de acordo com os seguintes atributos: [a] estabilidade- que representa a capacidade do sistema em manter um nível de equilíbrio dinâmico estável, sendo possível manter os benefícios proporcionados pelo sistema em um nível não decrescente, sob condições médias ou normais, [b] resiliência (ou elasticidade) – definida como a capacidade do sistema para regressar ao estado de equilíbrio ou manter seu potencial produtivo, após severo choque e [c] confiabilidade – capacidade do sistema de manter a produtividade em níveis próximos ao seu equilíbrio quando em face de alterações de longo prazo no ambiente, elaborados por Piña-Rodrigues et al. (2010) (Tabela 1). Para cada indicador foram estabelecidos cenários positivos comparados com os encontrados em campo. Os indicadores ecológicos foram monitorados em cada AR empregando-se cinco subparcelas de 10x10 m (500 m²). Para cada indicador foram atribuídas, em consenso pelos avaliadores (n= 3), notas variando de zero a 1 (grau crítico - ruim, inexistente ou distinto do cenário positivo), 2 = grau aceitável e 3 (grau desejado de sustentabilidade, similar ao cenário positivo). Este procedimento permite que os dados analisados possam ser comparados na mesma unidade de avaliação. Para os descritores de diversidade de espécies foram utilizados os seguintes indicadores: (a) Diversidade das funções sucessionais – representa a relação de espécies arbóreas e arbustivas, sendo posteriormente classificadas como pioneiras (pioneiras e secundárias iniciais) e não pioneiras (secundárias, secundárias tardias e clímax). (b) Diversidade, composição de espécies e equitabilidade – medidas pelos Índices de Shannon (H´) e Pielou (J´). Como referência foi empregado o resultado de estudo realizado nos fragmentos florestais da área de referência (localizada no Câmpus da UFSCAR, em Sorocaba), no qual se obteve H´ de 1,95 a 2,30 nats e J´ de 1,09, com 75 espécies pertencentes a 28 famílias (COELHO, S. & LEITE, E.C. dados não publicados).
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    31 7.1 Indicador dePerturbação Antrópica Segundo Fonseca (2011), o indicador de perturbações antrópicas possui uma alta eficiência para caracterizar o desenvolvimento do plantio. De fato, esse resultado reitera uma regra básica em restauração ecológica: para iniciar qualquer tipo de técnica de restauração de ecossistemas, devem ser suspensas as fontes de perturbação (ENGEL & PARROTA, 2003). No caso dos PRAD`s analisados neste estudo, todos apresentaram grau máximo de perturbação antrópica, e talvez esse seja um dos motivos para que os plantios ainda não tenham atingido um bom grau de Estabilidade e Resiliência. 7.2 Indicador de Composição Quando se analisou o indicador de composição, os atributos de composição do ecossistema florestal, com maiores valores de eficiência foram a riqueza, e a diversidade de Shannon. Segundo Fonseca (20111), os altos valores de eficiência destes indicadores refletem a importância destes atributos para a integridade ecológica de um ecossistema florestal e também a sua praticidade e confiabilidade. A riqueza de espécies é um atributo primordial para um projeto de restauração e, conforme anteriormente discutido, deve ser de, no mínimo, 80 espécies até o fim da duração do projeto, segundo a Resolução SMA n° 08/08. A riqueza foi um atributo fácil de ser mensurado em condições de campo e com baixa variabilidade na resposta, facilitando sua aplicação e interpretação. A diversidade é usualmente medida para determinar a riqueza e abundância de organismos e é útil como medida indireta de resiliência do ecossistema em função da presença de organismos de grupos funcionais diferentes (PETERSON et al., 1998). Dos projetos de RAD analisados, os de Botucatu e Itu Condomínio, atingiram os mesmos índices da área de referência, o de Ibiúna prefeitura ficou bem próximo e os demais não atingiram este patamar de alta diversidade, ficando com um grau médio de diversidade. Mesmo sendo resultado de coletas por amostragem, este resultado sugere que se tenha mais cuidado com a composição do lote de mudas para os plantios, afim de atingir as determinações da Resolução SMA n0 08/08. De acordo com Barbosa et al., (2003), no estado de São Paulo, houveram avanços na qualidade dos projetos de RAD, mas foi constatada uma situação preocupante com relação ao estado de “declínio” dos reflorestamentos induzidos nos últimos quinze anos: de 98 áreas monitoradas quanto à recuperação florestal (aproximadamente 2.500 ha), cerca de 300
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    32 espécies foram elencadasnos levantamentos efetuados, das quais 50% ocorrem em apenas três projetos e doze espécies mais freqüentes em mais de 50% dos projetos. Na maioria das áreas foram utilizadas apenas 30 espécies e, geralmente, as mesmas. Informações obtidas em 30 viveiros florestais no Estado indicam que estes concentram suas produções em cerca de 40 espécies arbóreas nativas. Da mesma forma os projetos analisados neste estudo apreentam em sua maioria baixa diversidade de espécies, indo de 5 espécies até 33 espécies identificadas por meio da instalação das parcelas em campo para os levantamentos fitossociológicos e dos demais indicadores. 7.3 Indicador de Estrutura Os atributos estruturais que foram mais significativos, foram a densidade de espécies arbóreas e o incremento médio anual - IMA. Conforme a Resolução SMA n° 08/08 que fixa as orientações ao reflorestamento heterogêneo, e quanto à densidade, em espaçamento 3 m x 2 m, o valor estabelecido é um total de 1667 indivíduos.ha-¹ distribuídos equitativamente pela área. A estrutura da vegetação é empregada para se determinar a complexidade e estratificação do ecossistema, a densidade de arbóreas e o aporte de biomassa, sendo essas medidas úteis para predizer a direção do sucesso da comunidade (WILKINS et al., 2003; RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A densidade de plantas arbóreas é importante em razão de ser um valor exigido legalmente, devendo este ser contemplado nos projetos de restauração. A altura média das plantas também foi um indicador estrutural importante, facilmente mensurável. Este indicador estrutural não apresentou correlação entre densidade arbórea e IMA, o que pode estar relacionado a grande variação de idade dos plantios analisados. Quando se avaliou o indicador de densidade arbórea, també se observou uma grande variação entre os plantios, indo de 466 mudas/ha até 1.720 mudas/ha. Na média se observou 1.172 mudas por hectare, o que daria um espaçamento de 2,92x2,92 metros. De qualquer forma, para esta metodologia de diversidade e preenchimento, adorada na maioria dos casos, o mais recomendado é o espaçamento 3x3 mteros, que resulta em uma densidade de 1667 mudas por hectare.
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    33 7.4 Indicador deFunção Quanto aos atributos de funcionalidade dos ecossistemas, estes podem ser entendidos como os processos ecológicos que ali ocorrem, os quais são úteis por fornecerem medidas de resiliência do ecossistema restaurado (RUIZ-JAEN & AIDE, 2005). A ciclagem de nutrientes pode prover informações sobre o quanto há de componentes orgânico e inorgânico disponíveis para outros organismos persistirem no ecossistema (DAVIDSON et al., 2004), podendo ser estimada por meio da quantificação da deposição de serapilheira (POGGIANI et al., 1998; RODRIGUES & GANDOLFI, 1998; MARTINS, 2001; SOUZA & DAVIDE, 2001; ARATO et al. 2003; ALVES et al., 2006; ARAÚJO et al., 2006). O solo exposto não retém a umidade e é mais susceptível aos processos erosivos e à desertificação. O atributo de cobertura do solo pode ser facilmente avaliado, não demanda análises a posteriori ou equipamentos pesados para coleta de informações e desta forma foi um bom parâmetro indicador da funcionalidade do ecossistema em formação. O indicador de Função, foi avaliado nos gráficos de confiabilidade, ou como definido por Piña-Rodrigues et al. (2010), a capacidade do sistema de manter a produtividade em níveis próximos ao seu equilíbrio quando em face de alterações de longo prazo no ambiente. Foi observado que os PRAD`s não apresentaram desempenho nem igual, nem superior a área de referência, com exceção do PRAD de Itu da prefeitura, que superou no quesito cobertura do solo, conforme Figura 17. Este resultado deve ser decorrente da pequena produção de material vegetal por parte das plantas dos projetos, evidenciando alguma dificuldade de estabelecimento e desenvolvimento das plantas.
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    34 Figura 8 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR1 Sub-bacia 1 - Botucatu) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    35 Figura 9 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR2 Sub-bacia 1 - Bofete) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    36 Figura 10 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR3 Sub-bacia 2 - Jumirim) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    37 Figura 11 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR4 Sub-bacia 2 - Boituva) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    38 Figura12 – Valoresatribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR5 Sub-bacia 3 - Tatuí) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    39 Figura 13 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR6 Sub-bacia 3 – Capela do Alto) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    40 Figura14 – Valoresatribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR7 Sub-bacia 3 - Piedade) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    41 Figura 15 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR8 Sub-bacia 4 - Sorocaba) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    42 Figura 16 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR9 Sub-bacia 5 – Itu - Condomínio) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    43 Figura 17 –Valores atribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR10 Sub-bacia 5 – Itu - Prefeitura) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    44 Figura 18– Valoresatribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR11 Sub-bacia 6 – Ibiúna - Prefeitura) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    45 Figura 19– Valoresatribuídos aos diferentes indicadores empregados para a comparação entre áreas de referência de conservação – fragmento florestal (área de referência) e de restauração (AR12 Sub-bacia 6 – Ibiúna - Condomínio) nas dimensões diversidade, funcionalidade e de manejo.
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    46 7.5 Considerações Com basenestes resultados, pode-se refletir sobre a eficácia e os objetivos dos RDA`s implantados e avaliados neste estudo. É possível que o modelo de diversidade e preenchimento empregado não esteja atendendo, até o presente, os objetivos propostos, que seriam aqueles envolvidos com a plena regeneração das áreas. Dentro da amplitude avaliada, de 1 a 14 anos, a baixa diversidade inicial de espécies (em torno de 30), a ausência de regeneração natural arbórea e a falta de manutenção, se refletiram principalmente nos fatores que geram a estabilidade e a resiliência do sistema. Nestes casos, os indicadores observados, ficaram em sua maioria inferiores a área de referência, mesmo considerando que esta área ainda apresenta características de fase inicial à média de regeneração. Também se conclui, que no caso das áreas estudadas, o modelo diversidade- preenchimento não propicia a estabilidade, resiliência e confiabilidade do processo de restauração, pelo menos até o momento em que foram realizadas as avaliações 8. RECOMENDAÇÕES Com base nos resultados obtidos e por meio de discussões da equipe técnica do projeto, chegou-se as seguintes recomendações: 1. Os projetos de RAD a serem desenvolvidos na Bacia do CBH-SMT devem ser cadastrados na secretaria executiva do Comitê por meio de formulário próprio (ANEXO IV) para fins de acompanhamento e desenvolvimento de pesquisas mais aprofundadas sobre o estabelecimento desta nova vegetação; 2. Deve haver uma maior preocupação com o controle das perturbações antrópicas, como fogo e outras interferências; 3. Afim de atingir a diversidade de espécies indicada pela Res. SMA 08/08, deve-se ter um maior controle na aquisição, e distribuição das mudas durante o plantio do RAD. O acompanhamento do plantio em campo por um técnico responsável é fundamental.
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    47 4. É fundamentalo apoio do CBH-SMT à Câmara Técnica de Planejamento Florestal para o delineamento de uma política de recuperação de áreas degradadas mais eficiente para a Bacia do SMT; 5. O CBH-SMT deve fomentar a implantação de novos viveiros de mudas de espécies nativas, bem como programas de coleta de sementes, para aumentar e melhorar a produção de mudas, oferecendo a quantidade e a diversidade adequadas para que os interessados cumprimam o que dispõe a Res. SMA 08/08, com relação ao númewro de espécies; 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE, G. B.; RODRIGUES, R. R. A vegetação do Morro de Araçoiaba, Floresta Nacional de Ipanema, Iperó (SP). Scientia Forestalis (IPEF), São Paulo, v. 58, p. 145-159, 2000. ANDERSEN, A. N. Ants as indicators of restoration success: relationship with soil microbial biomass in the Autralian Seasonal Tropics. Restoration Ecology, v. 5, n. 2, p. 109-14, 1997. ANDREASEN, J. K., et al. Considerations for the development of a terrestrial index of ecological integrity. Ecological Indicators, v. 1, p. 21-35, 2001. BARBOSA, L. M. (Coord.). Métodos de repovoamento vegetal para proteção de sistemas hídricos em áreas degradadas dos diversos biomas no estado de São Paulo – relatório de atividades: fase I, São Paulo: CINP: FAPESP, 2001. BARBOSA, L. M., et al. Recuperação florestal com espécies nativas no Estado de São Paulo: pesquisas apontam mudanças necessárias. Florestar Estatístico, v. 6, p. 28-34, 2003. BELLOTTO, A.; VIANI, R. A. G.; NAVE, A. G.; GANDOLFI, S.; RODRIGUES, R. R. Monitoramento das áreas restauradas como ferramenta para avaliação da efetividade das ações de restauração e para redefinição metodológica. In: Rodrigues, R. R.; Brancalion, P. H. S.; Isernhagen. I. (Org.). Pacto pela restauração da mata atlântica: Referencial dos conceitos e ações de restauração florestal. 1a. ed. São Paulo: LERF/ESALQ : Instituto BioAtlântica, 2009, v.1, p. 128-146. DALE, V. H. & BEYELER, S. Z. Challenges in the development and use of ecological indicators. Ecological Indicators, v.1, p. 3-10, 2001.
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    48 FONSECA, V.H. Seleçãode indicadores ecológicos para a avaliação de planos de restauração de áreas degradadas. Sorocaba: Universidade Federal de São Carlos, 2011. 123p. GANDOLFI, S.; ASPERTI, L.; MANDETA, E. C. N. Indicadores de Avaliação e Monitoramento de Áreas em Recuperação. In: Workshop sobre a recuperação de áreas degradadas em matas ciliares, 2006, São Paulo. Anais…, 2006, v. 1, p. 77-83. GODÍNEZ-ALVAREZ, H, et al. Comparison of three vegetation monitoring methods: their relative utility for ecological assessment and monitoring. Ecological Indicators, v.9, n.5. p.1001-1008, 2009. INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS DO SUL DA BAHIA (IESB), INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (IGEO/UFRJ), DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENCE (UFF), 2007. Levantamento da Cobertura Vegetal Nativa do Bioma Mata Atlântica. Relatório final. PROBIO 03/2004, Brasília, 84p. KARR, J. R. Assessment of biotic integrity using fish communities. Fisheries v.6, p. 21–27, 1981. KRONKA, F.J.N. et al. Inventário Florestal da Vegetação Natural do Estado de São Paulo. São Paulo, SP: Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Florestal, Imprensa Oficial, 2005. 200 p. MASERA, O. R.; ASTIER, M.; LÓPEZ, S. Sustentabilidad y manejo de recursos naturales: El Marco de evaluación MESMIS. México: Mundiprensa, Gira, UNAM, 1999. McCOY, E. D., & H. R. MUSHINSKY. Measuring the success of wildlife community restoration. Ecological Applications, v.12, p.1861-1871, 2002. NECKLES, H. A. et al. A monitoring protocol to assess tidal restoration of salt marshes on local and regional scales. Restoration Ecology, v.10, p.:556–563. 2002. NIEMI, G. J. & McDONALD, M. E. Application of Ecological Indicatos. Annu. Rev. Ecol. Evol. Syst., v. 111, p. 35-89, 2004. NOON, B. R. Conceptual issues in monitoring ecological resources. In: Busch, D. E. & Trexler, J. C. (Eds). Monitoring ecosystems: interdisciplinary approaches for evaluating ecoregional initiatives. Washington, DC: Island Press, 2003. p.27-71. NOSS, R. F. Assessing and monitoring forest biodiversity: a suggested framework and indicators. Forest Ecology and Management. v.115, p.135–146. 1999. PETERSON, G.; ALLEN, C. R.; HOLLING, C. S. Ecological resilience, biodiversity, and scale. Ecosystems, v. 1, p. 6–18, 1998. PIELOU, E. C. Mathematical ecology. New York: Wiley, 1977. 385 p. 1977.
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    49 PIÑA-RODRIGUES, F. C.M.; COSTA, L. G. S.; REIS, A. Estratégias de estabelecimento de espécies arbóreas e o manejo de floretas tropicais. Silvicultura, v.3, p.672-690, 1989. PIÑA-RODRIGUES; F.C.M.; GONÇALVES, A.C.; COSTA JR., E.A.; GONÇALVES, P.K.; CARDOSO-LEITE, E. Indicadores de sustentabilidade em sistemas agroflorestais. 2010. (Disponível em: http://www.sementeflorestaltropical.blogspot.com. Acesso em 15/07/2011) PIÑA-RODRIGUES, F.C.M.; FREITAS, N.P. Aplicação de indicadores de restauração florestal para a proposição de estratégias de conservação de fragmentos florestais em Sorocaba, SP. Sorocaba: Prefeitura Municipal de Sorocaba/Secretaria de Obras e Infraestrutura, 94p. 2011. Disponível em: http://www.sementeflorestaltropical.blogspot.com POGGIANI, F.; STAPE, J. L.; GONÇALVES, J. L. M. Indicadores de sustentabilidade das plantações florestais. Série Técnica IPEF, Piracicaba, v. 12, n. 31, p. 33-44, 1998. RHOADES, C. C.; ECKERT, G. E. and COLEMAN, D. C. Effect of pastures trees on soil nitrogen and organic matter: implications for tropical montane forest restoration. Restoration Ecology 6:262–270, 1998. RIBEIRO, M. C., et al. The Brazilian Atlantic Forest: How much is left, and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation. Biological Conservation. v. 142, p. 1141– 1153, 2009. RICKLEFS, R. E. (ed.) A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 501p. RODRIGUES, R. R.; GANDOLFI, S. Restauração de florestas tropicais: subsídios para uma definição metodológica e indicadores de avaliação e monitoramento. In: DIAS, L. E.; MELLO, J. W. V. (Ed.). Recuperação de áreas degradadas. Viçosa: UFV; SOBRADE, 1998. p. 203215. RUIZ-JAEN, M. C. & AIDE, M. Restoration Success: How is it being measured? Restoration Ecology, v. 13, n. 3, p. 569–577. 2005.. SÃO PAULO. Resolução SMA n° 08 de 31/01/08. Fixa orientações para o reflorestamento heterogêneo e dá outras providências correlatas. (Disponível em http://www.ibot.sp.gov.br/legislacao/resolucao_SMA08-31.1.2008.pdf Acesso em 28/09/10). SER (Society for Ecological Restoration International Science & Policy Working Group). 2004. The SER International Primer on Ecological Restoration (available from http//www.ser.org) acesso em Agosto 2010. Society for Ecological Restoration International, Tucson, Arizona. SHANNON, C. E. & WEANER, W. The mathematical theory of communication. Urbana: University of Illinois Press, 1949. 117p.
  • 50.
    50 SILVA, J. M.C. & CASTELETI, C. H. M. Status of the biodiversity of the Atlantic Forest of Brazil. In: GALINDO-LEAL, C., CÂMARA, I.G. (Eds.). The Atlantic Forest of South America: Biodiversity Status, Threats, and Outlook. Washington: CABS and Island Press, p.43–59, 2003. SOS MATA ATLÂNTICA, INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS, 2008. Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica, período de 2000 a 2005. <http://www.sosmatatlantica.org.br>. SOS MATA ATLÂNTICA, INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS. Atlas da evolução dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e ecossistemas associados no período de 1985–1990. São Paulo, 1993. SOS MATA ATLÂNTICA, INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS. Atlas dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica. São Paulo, 2000. TIERNEY, G. L. et al. Monitoring and evaluating the ecological integrity of forest ecosystems. Front Ecol Environ, v.7. 2009. (Review). WALTERS, B. B. Local mangrove planting in the Philippines: are fisherfolk and fishpond owners effective restorationists? Restoration Ecology, v.8, p.237–246, 2000. WILKINS, S.; KEITH, D. A.; ADAM, P. Measuring success: evaluating the restoration of a grassy eucalypt woodland on the Cumberland Plain, Sydney, Australia. Restoration Ecology, v. 11, p.489–503, 2003.
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    51 ANEXO I –FOTOS Foto 1. Indivíduo de aroeira pimenteira Foto 2. Parcela sem manutenção tomada por gramíneas.
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    52 Foto 3. Quadranteutilizado para determinar as características da cobertura do solo. Foto 5. Levantamento de cobertura do dossel com o auxílio do quadrante e do densiômetro.
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    53 Foto 7. Soloexposto e uso de herbicida na área de plantio. Foto 8. Anotação de dados de campo para preenchimento das tabelas.
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    54 Foto 10. Vistageral do plantio, mostrando bom grau de desenvolvimento. Foto 13. Uso do GPS para o georreferenciamento das parcelas.
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    55 Foto 14. Vestígiosde presença de animais na área de plantio Foto 15. Área de plantio bem desenvolvida com forte regeneração natural de Capixingui.
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    56 Foto 16. Presençade serapilheira bem formada na área de plantio. Foto 17. Presença de epífitas na parcela amostrada.
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    57 Foto 18. Algumasparcelas tomadas por capim gordura. Foto 20. Quadrante e densiômetro utilizados para o levantamento de cobertura do solo e fechamento do dossel.
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    58 Foto 22. Parcelacom presença de gramíneas. Foto 23. Área sem a devida manutenção.
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    59 Foto 29. Indivíduocadastrado para identificação. Foto 31. Indivíduo cadastrado para identificação.
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    60 Foto 33. Levantamentodo DAP de árvore. Foto 43. Quadrante com densiômetro e bússola para levantamento de cobertura do solo e fechamento do dossel.
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    61 Foto 44. Colhendodados para determinar o fechamento do dossel. Foto 45. Trabalhos religiosos na área e risco de incêndio.
  • 62.
    62 ANEXO II -TABELAS DE ANÁLISE DE DESENVOLVIMENTO Dados brutos da AR1 Sub-bacia 1 – Botucatu Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR1 Subbacia 1 Botucatu 2 1 3 3 3 3 3 3 2 1 2 3 3 1 3 3 2 0 2 3 1 3 2 0 2 0 3 1
  • 63.
    63 Dados brutos daAR2 Sub-bacia 1 – Bofete Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referê ncia AR2 Subbacia 1 Bofete 2 1 3 3 3 2 3 3 2 1 2 3 3 1 3 2 2 0 2 3 1 3 2 1 2 0 3 1
  • 64.
    64 Dados brutos daAR3 Sub-bacia 2 – Jumirim Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta =3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR3 Sub-bacia 2 - Jumirim 2 1 3 2 3 2 3 2 2 1 2 2 3 3 3 3 2 0 2 2 1 3 2 2 2 0 3 1
  • 65.
    65 Dados brutos daAR4 Sub-bacia 2 – Boituva Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausênci a) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR4 Sub-bacia 2 - Boituva 2 1 3 2 3 2 3 1 2 1 2 2 3 3 3 3 2 0 2 3 1 3 2 1 2 0 3 1
  • 66.
    66 Dados Brutos daAR5 Sub-bacia 3 – Tatuí Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta =3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referên cia AR5 Subbacia 3 Tatuí 2 1 3 2 3 2 3 2 2 1 2 2 3 3 3 3 2 1 2 2 1 3 2 2 2 0 3 1
  • 67.
    67 Dados brutos daAR6 Sub-bacia 3 - Capela do Alto Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referênci a AR6 Subbacia 3 Capela do Alto 2 1 3 2 3 1 3 1 2 1 2 3 3 3 3 3 2 1 2 2 1 3 2 0 2 1 3 1
  • 68.
    68 Dados Brutos daAR7 Sub-bacia 3 – Piedade Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR7 Subbacia 3 Piedade 2 3 3 2 3 2 3 2 2 2 2 2 3 3 3 3 2 0 2 2 1 3 2 0 2 0 3 1
  • 69.
    69 Dados Brutos daAR8 Sub-bacia 4 - Sorocaba Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR9 Subbacia 4 Sorocaba 2 1 3 2 3 1 3 2 2 1 2 3 3 3 3 3 2 0 2 3 1 3 2 0 2 0 3 2
  • 70.
    70 Dados brutos daAR9 Sub-bacia 5 - Itú Condomínio Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR10 Subbacia 5 - Itú Condomínio 2 1 3 3 3 3 3 3 2 3 2 3 3 1 3 2 2 0 2 3 1 3 2 2 2 0 3 1
  • 71.
    71 Dados brutos daAR10 Sub-bacia 5 - Itú Prefeitura Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referência AR11 Subbacia 5 - Itú Prefeitura 2 1 3 2 3 2 3 2 2 1 2 2 3 3 3 3 2 0 2 2 1 3 2 3 2 0 3 1
  • 72.
    72 Dados brutos daAR11 Sub-bacia 6 -Ibiúna Prefeitura Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referênci a AR12 Subbacia 6 Ibiúna Prefeitura 2 1 3 3 3 3 3 3 2 3 2 3 3 3 3 3 2 0 2 3 1 3 2 0 2 0 3 1
  • 73.
    73 Dados brutos daAR12 Sub-bacia 6 - Ibiúna Condomínio Atributos Indicadores Diversidade de funções sucessionais das sp Diversidade de espécies (MAGURRAN, 2012) Diversidade de sp arbóreas Riqueza de espécies nativas Densidade de indivíduos -1 arbóreos (nº.ha ) Nº de indivíduos/grupo sucessional Equitabilidade Diversidade funcional CAP médio (cm) até aos 4- 5 anos de idade Altura média dos indivíduos arbóreos (m) até aos 4 - 5 anos Epífitas (Presença/Ausência) Cipós e lianas(Presença/Ausência) Proteção do solo e ciclagem de nutrientes Presença humana (impactos negativos) Cobertura do solo (mulching) Cobertura do solo com regenerantes (herbáceas) Serrapilheira Parâmetros P< NP= 3 P ± NP = 2 P> NP = 1 H’> 3,0 = alto (3) 1,0<H´<2,9=médio (2) H´< 0,9 = baixo (1) Nº espécies > 30 = 3 10>Nºespécies <30 = 2 Nº espécies < 10 = 1 < 400 = 0 > 400 e < 800 = 1 > 800 e < 1200 = 2 > 1200 = 3 > 40% NP e <60% P de espécies/grupo = 3 Nº indivíduos NP ≥ nº indiv. Pioneiros = 2 < 40% NP e >60% de espécies/grupo = 1 J´ ≥ 1 – alta = 3 0,5 <J’<0,9 - média = 2 J’ < 0,5 – baixa = 1 < 5 cm = 0 > 5 e < 10 cm = 1 > 10 e < 15 cm = 2 > 15 cm = 3 < 0,5 m= 0 > 0,5 e < 1,0 = 1 > 1,0 e < 2,0 = 2 > 2,0 = 3 Abundantes= 3 Regular/presentes = 2 Poucas = 1 Ausente = 0 Ausente =3 Poucas = 2 Regulares, presentes = 1 Abundantes = 0 Ausência de fogo= 3 Presença recente fogo= 1 > 50% de cobertura – alta = 3 15-59% - média = 2 < 15% - baixa= 1 Nenhuma= 0 1 – 25% = 0 25 – 50%= 1 50 – 75%= 2 75 – 100%= 3 Maior a área de referência= 3 Similar à área de referência= 2 Menor do que a área de referência= 1 área de referênci a AR13 Subbacia 6 Ibiúna Condomínio 2 3 3 2 3 2 3 3 2 1 2 2 3 3 3 3 2 0 2 2 1 3 2 0 2 0 3 2
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    74 ANEXO III -ANÁLISES FITOSSOCIOLÓGICAS (FITOPAC) Fitopac 2.1 Cálculo de Parâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu.FPD". Projeto Fehidro Botucatu Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Botucatu Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 21 No de especies: 33 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 81 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Botucatu Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 81,000 33,000 - - - - - No. de Famílias 21,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 1620,000 - - 178,885 1396,826 1843,174 Freqüência total Freqüência total das famílias 1140,000 960,000 - - - - - Área Basal total 0 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 0 0 - - - - - Área total da amostra Diâmetro - média 0,050 - - - - 0 0 Altura - média 2,595 5,000 0,600 1,204 2,329 2,861 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,198 0,940 - - 0 - 0 - chi quadrado. Variância/Média 0,790 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 0,960 -0,452 - - - 0,956 - 1,089 - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 3,270 26,306 - - 0,064 - 3,247 - 3,293 - Equabilidade 0,935 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,036 27,931 - - - - - 1-D 0,964 - - - - - Obs.
  • 75.
    75 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Botucatu Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt Cordia sellowiana Inga vera 9 8 1,643 1,517 180,0 160,0 11,11 9,88 4 4 80,00 80,00 7,02 7,02 2,00 1,30 5,00 3,50 Schizolobium parahyba 5 1,225 100,0 6,17 3 60,00 5,26 3,00 5,00 Guazuma ulmifolia Ficus guaranitica 4 3 0,837 0,548 80,0 60,0 4,94 3,70 3 3 60,00 60,00 5,26 5,26 0,60 2,50 4,00 4,00 Erythrina mulungu Mimosa setosa 4 3 1,095 0,894 80,0 60,0 4,94 3,70 2 2 40,00 40,00 3,51 3,51 0,80 3,00 2,50 3,00 Joannesia princeps 3 0,894 60,0 3,70 2 40,00 3,51 1,20 3,50 Ceiba speciosa Enterolobium contortisiliquum 3 3 0,894 0,894 60,0 60,0 3,70 3,70 2 2 40,00 40,00 3,51 3,51 1,80 0,90 3,00 4,00 Croton uruncurana Ocotea velutina 3 2 0,894 0,548 60,0 40,0 3,70 2,47 2 2 40,00 40,00 3,51 3,51 2,50 2,20 2,50 2,30 Trema micrantha 2 0,548 40,0 2,47 2 40,00 3,51 1,90 2,20 Senna multijuga Triplaris americana 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,47 2,47 2 2 40,00 40,00 3,51 3,51 1,00 4,00 3,00 4,00 Schinus terebinthifolius 2 0,548 40,0 2,47 2 40,00 3,51 2,50 3,50 Citharexylum myrianthum Bauhinia forficata 2 3 0,548 1,342 40,0 60,0 2,47 3,70 2 1 40,00 20,00 3,51 1,75 1,80 0,80 2,50 3,00 Luehea divaricata Tabernaemontana hystrix 2 2 0,894 0,894 40,0 40,0 2,47 2,47 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 2,00 1,00 2,50 2,20 Cordia trichotoma 2 0,894 40,0 2,47 1 20,00 1,75 3,50 3,50 Syagrus romanzoffiana Eugenia uniflora 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 1,00 0,60 1,00 0,60 Alchornea glandulosa Tabernamontana fuchsiaefolia 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 2,50 2,00 2,50 2,00 Sparattosperma leucanthum 1 0,447 20,0 1,23 1 20,00 1,75 1,80 1,80 Tibouchina granulosa Chorisia speciosa 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 1,00 1,10 1,00 1,10 Caesalpinia ferrea Pseudobombax grandiflorum 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 1,00 2,00 1,00 2,00 Lonchocarpus muehlbergianus 1 0,447 20,0 1,23 1 20,00 1,75 2,20 2,20 Inga sessilis Psidium Guajava 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 1,75 1,75 0,80 1,00 0,80 1,00 Espécies MédAlt dpAlt IVI IVC Cordia sellowiana 3,78 1,12 18,13 11,11 Inga vera Schizolobium parahyba 2,85 4,60 0,75 0,89 16,89 11,44 9,88 6,17 Guazuma ulmifolia Ficus guaranitica 2,40 3,00 1,39 0,87 10,20 8,97 4,94 3,70 Erythrina mulungu 1,35 0,78 8,45 4,94 Mimosa setosa Joannesia princeps 3,00 2,40 0 1,15 7,21 7,21 3,70 3,70 Ceiba speciosa 2,60 0,69 7,21 3,70 Enterolobium contortisiliquum Croton uruncurana 2,00 2,50 1,73 0 7,21 7,21 3,70 3,70
  • 76.
    76 Ocotea velutina 2,25 0,07 5,98 2,47 Trema micrantha Sennamultijuga 2,05 2,00 0,21 1,41 5,98 5,98 2,47 2,47 Triplaris americana 4,00 0 5,98 2,47 Schinus terebinthifolius Citharexylum myrianthum 3,00 2,15 0,71 0,49 5,98 5,98 2,47 2,47 Bauhinia forficata Luehea divaricata 2,10 2,25 1,15 0,35 5,46 4,22 3,70 2,47 Tabernaemontana hystrix 1,60 0,85 4,22 2,47 Cordia trichotoma Syagrus romanzoffiana 3,50 1,00 0 - 4,22 2,99 2,47 1,23 Eugenia uniflora Alchornea glandulosa 0,60 2,50 - 2,99 2,99 1,23 1,23 Tabernamontana fuchsiaefolia 2,00 - 2,99 1,23 Sparattosperma leucanthum Tibouchina granulosa 1,80 1,00 - 2,99 2,99 1,23 1,23 Chorisia speciosa Caesalpinia ferrea 1,10 1,00 - 2,99 2,99 1,23 1,23 Pseudobombax grandiflorum 2,00 - 2,99 1,23 Lonchocarpus muehlbergianus Inga sessilis 2,20 0,80 - 2,99 2,99 1,23 1,23 Psidium Guajava 1,00 - 2,99 1,23 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Botucatu Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt MédAlt LEG.-MIMOSOIDEAE BORAGINACEAE 12 11 240,0 220,0 14,81 13,58 4 4 80,00 80,00 8,33 8,33 0,80 2,00 4,00 5,00 2,47 3,73 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 10 200,0 12,35 4 80,00 8,33 0,80 5,00 3,33 BOMBACACEAE STERCULIACEAE 5 4 100,0 80,0 6,17 4,94 3 3 60,00 60,00 6,25 6,25 1,10 0,60 3,00 4,00 2,18 2,40 LEG.-PAPILIONOIDEAE MORACEAE 5 3 100,0 60,0 6,17 3,70 2 3 40,00 60,00 4,17 6,25 0,80 2,50 2,50 4,00 1,52 3,00 MYRTACEAE 3 60,0 3,70 3 60,00 6,25 0,60 1,00 0,87 EUPHORBIACEAE LEGUMINOSEAE 4 3 80,0 60,0 4,94 3,70 2 2 40,00 40,00 4,17 4,17 2,50 3,00 2,50 3,00 2,50 3,00 SP1 APOCYNACEAE 3 3 60,0 60,0 3,70 3,70 2 2 40,00 40,00 4,17 4,17 1,20 1,00 3,50 2,20 2,40 1,73 LAURACEAE 2 40,0 2,47 2 40,00 4,17 2,20 2,30 2,25 ULMACEAE POLYGONACEAE 2 2 40,0 40,0 2,47 2,47 2 2 40,00 40,00 4,17 4,17 1,90 4,00 2,20 4,00 2,05 4,00 ANACARDIACEAE 2 40,0 2,47 2 40,00 4,17 2,50 3,50 3,00 VERBENACEAE TILIACEAE 2 2 40,0 40,0 2,47 2,47 2 1 40,00 20,00 4,17 2,08 1,80 2,00 2,50 2,50 2,15 2,25 ARECACEAE BIGNONIACEAE 1 1 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 2,08 2,08 1,00 1,80 1,00 1,80 1,00 1,80 MELASTOMATACEAE 1 20,0 1,23 1 20,00 2,08 1,00 1,00 1,00
  • 77.
    77 Famílias dpAlt IVI IVC NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE 1,15 23,15 14,81 3 9,09 BORAGINACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 1,01 1,63 21,91 20,68 13,58 12,35 2 3 6,06 9,09 BOMBACACEAE 0,82 12,42 6,17 3 9,09 STERCULIACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 1,39 0,77 11,19 10,34 4,94 6,17 1 2 3,03 6,06 MORACEAE MYRTACEAE 0,87 0,23 9,95 9,95 3,70 3,70 1 3 3,03 9,09 EUPHORBIACEAE 0 9,10 4,94 2 6,06 LEGUMINOSEAE SP1 0 1,15 7,87 7,87 3,70 3,70 1 1 3,03 3,03 APOCYNACEAE 0,64 7,87 3,70 2 6,06 LAURACEAE ULMACEAE 0,07 0,21 6,64 6,64 2,47 2,47 1 1 3,03 3,03 POLYGONACEAE ANACARDIACEAE 0 0,71 6,64 6,64 2,47 2,47 1 1 3,03 3,03 VERBENACEAE 0,49 6,64 2,47 1 3,03 TILIACEAE ARECACEAE 0,35 - 4,55 3,32 2,47 1,23 1 1 3,03 3,03 BIGNONIACEAE MELASTOMATACEAE - 3,32 3,32 1,23 1,23 1 1 3,03 3,03 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Botucatu-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Botucatu Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt NSpp A1 19 1900,0 23,46 0,80 4,00 2,34 1,02 13 A2 A3 14 16 1400,0 1600,0 17,28 19,75 0,80 1,00 5,00 4,00 2,69 2,17 1,53 0,86 11 13 A4 16 1600,0 19,75 0,60 5,00 2,52 1,32 10 A5 16 1600,0 19,75 1,00 5,00 3,30 1,07 10 Abreviações usadas para parâmetros itens abreviação parâmetro 01. %Ram Porcentagem ramificados 02. %Spp Porcentagem das espécies 03. 04. AbsDe AbsDo Densidade absoluta Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. 08. 09. AreaBas DiâmMédRam DiâmRam 10. dpAlt 11. 12. dpDia dpDiâmRam Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro desvio padrão Diâmetros dos Ramos
  • 78.
    78 13. dpDist desvio padrão dadistãncia 14. 15. dpNInd dpVol desvio padrão no. indivíduos Desvio padrão de volume 16. IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. 20. MaxDia MaxNRam 21. MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. 25. MédDia MédDist 26. MédNRam IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos 27. 28. MédVol MinAlt Volume médio Altura mínima 29. 30. MinDia MinNRam 31. MinRam 32. 33. MinVol NAlt Volume mínimo N para altura 34. 35. NAm NDist No. de amostras N para distâncias Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo 36. NDom 37. 38. NInd NIndRam 39. NoVol N para volume 40. 41. NSpp Obs. No. de espécies Observações 42. 43. RelDe RelDo Densidade relativa Dominância relativa 44. RelFr Freqüência realtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. 48. TotRam(+f) Vol N para dominância no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
  • 79.
    79 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto.FPD". Projeto Fehidro Capela do Alto Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Capela do Alto Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 5 No de especies: 5 No. de Amostras: 3 No. de Indivíduos: 14 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Capela do Alto Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 14,000 5,000 - - - - - No. de Famílias 5,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 3,000 466,667 - - 57,735 317,484 615,849 Freqüência total Freqüência total das famílias 333,333 333,333 - - - - - Área Basal total 1,132 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 37,717 6,995 - - - - - Área total da amostra 0,030 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 26,214 5,286 80,000 7,000 6,000 3,000 19,188 1,490 15,133 4,425 37,295 6,146 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,500 0,071 3,519 0,931 0,008 - 0,904 - -0,023 - 1,022 - chi quadrado. Variância/Média 0,143 - - - 0,026 7,336 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 0,857 -0,470 - - - 0,848 - 1,410 - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 1,532 4,626 - - 0,149 - 1,346 - 1,717 - Equabilidade 0,952 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,176 5,688 - - - - - 1-D 0,824 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Espécies.FPM". Obs.
  • 80.
    80 Parâmetros para Espécies: Projeto Fehidro Capela do Alto Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Inga sellowiana 3 0 100,0 21,43 3 100,00 30,00 21,92 Croton uruncurana Lithraea molleoides 5 2 1,528 0,577 166,7 66,7 35,71 14,29 2 2 66,67 66,67 20,00 20,00 7,31 5,37 Psidium guajava 2 0,577 66,7 14,29 2 66,67 20,00 0,54 SP2 2 1,155 66,7 14,29 1 33,33 10,00 2,58 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Inga sellowiana Croton uruncurana 58,12 19,37 7,00 4,00 7,00 7,00 7,00 5,00 0 1,41 23,00 7,00 80,00 40,00 47,00 21,00 29,55 12,10 Lithraea molleoides Psidium guajava 14,25 1,42 4,00 3,00 5,00 5,00 4,50 4,00 0,71 1,41 17,00 6,00 42,00 13,00 29,50 9,50 17,68 4,95 SP2 6,84 4,00 7,00 5,50 2,12 16,00 27,00 21,50 7,78 Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Inga sellowiana 4,60 153,44 65,81 0,291 3,52 1,534 1,737 109,55 79,55 Croton uruncurana Lithraea molleoides 1,05 0,78 35,08 26,12 15,04 11,20 0,015 0,091 0,50 0,69 0,210 0,392 0,192 0,426 75,09 48,54 55,09 28,54 Psidium guajava SP2 0,07 0,48 2,49 16,04 1,07 6,88 0,008 0,080 0,07 0,40 0,037 0,241 0,041 0,227 35,71 31,12 15,71 21,12 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Capela do Alto Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo LEG.-MIMOSOIDEAE 3 100,0 21,43 3 100,00 30,00 21,92 58,12 EUPHORBIACEAE 5 166,7 35,71 2 66,67 20,00 7,31 19,37 ANACARDIACEAE MYRTACEAE 2 2 66,7 66,7 14,29 14,29 2 2 66,67 66,67 20,00 20,00 5,37 0,54 14,25 1,42 SP2 2 66,7 14,29 1 33,33 10,00 2,58 6,84 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Vol LEG.-MIMOSOIDEAE EUPHORBIACEAE 7,00 4,00 7,00 7,00 7,00 5,00 0 1,41 23,00 7,00 80,00 40,00 47,00 21,00 29,55 12,10 4,60 1,05 ANACARDIACEAE 4,00 5,00 4,50 0,71 17,00 42,00 29,50 17,68 0,78
  • 81.
    81 MYRTACEAE 3,00 5,00 4,00 1,41 6,00 13,00 9,50 4,95 0,07 SP2 4,00 7,00 5,50 2,12 16,00 27,00 21,50 7,78 0,48 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVoMédVo dpVol l l IVI IVC LEG.-MIMOSOIDEAE EUPHORBIACEAE 153,44 35,08 65,81 15,04 0,291 0,015 3,52 0,50 1,534 0,210 1,737 0,192 109,55 75,09 79,55 55,09 ANACARDIACEAE 26,12 11,20 0,091 0,69 0,392 0,426 48,54 28,54 MYRTACEAE SP2 2,49 16,04 1,07 6,88 0,008 0,080 0,07 0,40 0,037 0,241 0,041 0,227 35,71 31,12 15,71 21,12 Famílias NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE 1 20,00 EUPHORBIACEAE ANACARDIACEAE 1 1 20,00 20,00 MYRTACEAE SP2 1 1 20,00 20,00 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Capela do Alto-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Capela do Alto Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 5 500,0 35,71 25,76 4,00 7,00 5,60 1,34 13,00 42,00 23,60 11,13 A2 5 500,0 35,71 66,04 3,00 7,00 4,80 1,64 6,00 80,00 30,20 31,02 A3 4 400,0 28,57 21,35 4,00 7,00 5,50 1,73 16,00 38,00 24,50 10,28 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 A2 1,43 4,20 143,15 419,78 20,46 60,01 0,066 0,008 0,69 3,52 0,286 0,840 0,251 1,511 4 3 0,26 0,66 A3 1,37 136,59 19,53 0,080 0,79 0,341 0,336 3 0,21 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. 02. abreviação %Ram %Spp parâmetro Porcentagem ramificados Porcentagem das espécies 03. 04. AbsDe AbsDo Densidade absoluta Dominância absoluta 05. AbsFr Freqüência absoluta
  • 82.
    82 06. AbsVol Volume absoluto 07. 08. AreaBas DiâmMédRam 09. DiâmRam 10. 11. dpAlt dpDia 12. 13. dpDiâmRam dpDist desvio padrãoDiâmetros dos Ramos desvio padrão da distãncia 14. dpNInd desvio padrão no. indivíduos 15. 16. dpVol IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. MaxDia 20. 21. MaxNRam MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. MédDia 25. 26. MédDist MédNRam 27. 28. MédVol MinAlt 29. MinDia 30. 31. MinNRam MinRam Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio Altura mínima Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo 32. MinVol Volume mínimo 33. 34. NAlt NAm N para altura No. de amostras 35. 36. NDist NDom N para distâncias N para dominância 37. NInd 38. 39. NIndRam NoVol 40. 41. NSpp Obs. 42. RelDe Densidade relativa 43. 44. RelDo RelFr Dominância relativa Freqüência realtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. TotRam(+f) 48. Vol no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies Observações Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
  • 83.
    83 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva.FPD". Projetom Fehidro Boituva Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Boituva Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 8 No de especies: 11 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 38 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projetom Fehidro Boituva Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 38,000 11,000 - - - - - No. de Famílias 8,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 760,000 - - 194,936 516,802 1003,198 Freqüência total Freqüência total das famílias 440,000 400,000 - - - - - Área Basal total 0,756 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 15,130 4,327 - - - - - Área total da amostra 0,050 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 13,684 5,000 45,000 9,000 5,000 3,000 8,247 1,627 10,974 4,465 16,395 5,535 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,114 0,500 1,113 0,736 0,006 - 0,189 - 0,052 - 0,176 - chi quadrado. Variância/Média 2,000 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 0,946 -0,282 - - - 0,904 - 1,193 - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 2,263 9,607 - - 0,084 - 2,206 - 2,319 - Equabilidade 0,944 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,090 11,159 - - - - - 1-D 0,910 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Espécies.FPM". Obs.
  • 84.
    84 Parâmetros para Espécies: Projetom Fehidro Boituva Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Ceiba speciosa 4 1,095 80,0 10,53 2 40,00 9,09 5,04 Luehea divaricata Enterolobium contortisiliquum 6 6 1,304 1,643 120,0 120,0 15,79 15,79 3 2 60,00 40,00 13,64 9,09 1,80 2,10 Inga sessilis 5 0,707 100,0 13,16 4 80,00 18,18 0,76 Cordia sellowiana Syagrus romanzoffiana 4 2 1,304 0,548 80,0 40,0 10,53 5,26 2 2 40,00 40,00 9,09 9,09 1,67 1,48 Citharexylum myrianthum Schinus molle 4 3 1,304 0,894 80,0 60,0 10,53 7,89 2 2 40,00 40,00 9,09 9,09 0,52 0,57 Schinus terebinthifolius 2 0,894 40,0 5,26 1 20,00 4,55 0,61 Psidium guajava Eugenia uniflora 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 2,63 2,63 1 1 20,00 20,00 4,55 4,55 0,31 0,27 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Ceiba speciosa 33,33 3,00 7,00 5,25 2,06 5,00 45,00 24,50 16,42 Luehea divaricata Enterolobium contortisiliquum 11,88 13,89 4,00 3,00 7,00 9,00 5,17 5,50 1,33 2,17 5,00 8,00 20,00 22,00 12,67 14,00 6,02 5,69 Inga sessilis 5,04 3,00 4,00 3,80 0,45 5,00 17,00 8,60 5,37 Cordia sellowiana Syagrus romanzoffiana 11,03 9,77 4,00 4,00 7,00 4,00 6,25 4,00 1,50 0 5,00 10,00 21,00 29,00 15,00 19,50 7,35 13,44 Citharexylum myrianthum Schinus molle 3,47 3,79 5,00 3,00 8,00 5,00 6,50 3,67 1,29 1,15 7,00 5,00 11,00 14,00 9,00 10,33 1,83 4,73 Schinus terebinthifolius 4,03 3,00 5,00 4,00 1,41 8,00 18,00 13,00 7,07 Psidium guajava Eugenia uniflora 2,03 1,75 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 - 14,00 13,00 14,00 13,00 14,00 13,00 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Ceiba speciosa 1,64 32,86 37,97 0,006 1,11 0,411 0,492 52,94 43,85 Luehea divaricata 0,53 10,69 12,35 0,008 0,22 0,089 0,082 41,30 27,67 Enterolobium contortisiliquum Inga sessilis 0,58 0,15 11,63 3,01 13,44 3,48 0,025 0,006 0,27 0,09 0,097 0,030 0,091 0,036 38,77 36,38 29,68 18,19 Cordia sellowiana Syagrus romanzoffiana 0,58 0,30 11,56 5,91 13,36 6,83 0,008 0,031 0,24 0,26 0,144 0,148 0,108 0,165 30,64 24,12 21,55 15,03 Citharexylum myrianthum 0,18 3,58 4,13 0,019 0,07 0,045 0,024 23,08 13,99 Schinus molle Schinus terebinthifolius 0,11 0,14 2,17 2,85 2,51 3,29 0,006 0,015 0,06 0,13 0,036 0,071 0,027 0,079 20,78 13,84 11,68 9,29 Psidium guajava Eugenia uniflora 0,06 0,05 1,23 1,06 1,42 1,23 0,062 0,053 0,06 0,05 0,062 0,053 - 9,21 8,93 4,67 4,39 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projetom Fehidro Boituva
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    85 Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo LEG.-MIMOSOIDEAE 11 220,0 28,95 5 100,00 25,00 2,86 18,93 BOMBACACEAE TILIACEAE 4 6 80,0 120,0 10,53 15,79 2 3 40,00 60,00 10,00 15,00 5,04 1,80 33,33 11,88 BORAGINACEAE 4 80,0 10,53 2 40,00 10,00 1,67 11,03 ANACARDIACEAE ARECACEAE 5 2 100,0 40,0 13,16 5,26 2 2 40,00 40,00 10,00 10,00 1,18 1,48 7,82 9,77 VERBENACEAE MYRTACEAE 4 2 80,0 40,0 10,53 5,26 2 2 40,00 40,00 10,00 10,00 0,52 0,57 3,47 3,79 Famílias MinAlt MaxAltMédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Vol LEG.-MIMOSOIDEAE 3,00 9,00 4,73 1,79 5,00 22,00 11,55 5,97 0,73 BOMBACACEAE 3,00 7,00 5,25 2,06 5,00 45,00 24,50 16,42 1,64 TILIACEAE BORAGINACEAE 4,00 4,00 7,00 7,00 5,17 6,25 1,33 1,50 5,00 5,00 20,00 21,00 12,67 15,00 6,02 7,35 0,53 0,58 ANACARDIACEAE ARECACEAE 3,00 4,00 5,00 4,00 3,80 4,00 1,10 0 5,00 10,00 18,00 29,00 11,40 19,50 5,08 13,44 0,25 0,30 VERBENACEAE 5,00 8,00 6,50 1,29 7,00 11,00 9,00 1,83 0,18 MYRTACEAE 4,00 4,00 4,00 0 13,00 14,00 13,50 0,71 0,11 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC LEG.-MIMOSOIDEAE BOMBACACEAE 14,64 32,86 16,91 37,97 0,006 0,006 0,27 1,11 0,067 0,411 0,077 0,492 72,87 53,85 47,87 43,85 TILIACEAE 10,69 12,35 0,008 0,22 0,089 0,082 42,67 27,67 BORAGINACEAE ANACARDIACEAE 11,56 5,02 13,36 5,80 0,008 0,006 0,24 0,13 0,144 0,050 0,108 0,048 31,55 30,98 21,55 20,98 ARECACEAE VERBENACEAE 5,91 3,58 6,83 4,13 0,031 0,019 0,26 0,07 0,148 0,045 0,165 0,024 25,03 23,99 15,03 13,99 MYRTACEAE 2,29 2,65 0,053 0,06 0,057 0,006 19,05 9,05 Famílias NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE BOMBACACEAE 2 1 18,18 9,09 TILIACEAE 1 9,09 BORAGINACEAE ANACARDIACEAE 1 2 9,09 18,18 ARECACEAE VERBENACEAE 1 1 9,09 9,09 MYRTACEAE 2 18,18 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Boituva-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projetom Fehidro Boituva
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    86 Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAltMaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 5 500,0 13,16 6,51 3,00 6,00 4,60 1,34 5,00 17,00 12,20 4,60 A2 9 900,0 23,68 14,25 3,00 7,00 5,44 1,59 5,00 21,00 13,22 5,49 A3 A4 7 10 700,0 1000,0 18,42 26,32 34,71 12,61 4,00 3,00 9,00 5,00 6,14 3,80 1,86 0,63 8,00 5,00 45,00 20,00 22,43 11,70 12,23 5,12 A5 7 700,0 18,42 7,57 3,00 8,00 5,29 1,80 5,00 26,00 9,43 7,55 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 A2 0,34 0,87 33,92 87,48 7,84 20,22 0,006 0,008 0,14 0,24 0,068 0,097 0,053 0,086 3 6 0,07 0,14 A3 2,13 212,62 49,14 0,025 1,11 0,304 0,368 4 0,35 A4 A5 0,48 0,51 48,14 50,55 11,13 11,68 0,006 0,006 0,13 0,37 0,048 0,072 0,038 0,134 5 4 0,13 0,08 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. abreviação %Ram 02. 03. %Spp AbsDe 04. 05. AbsDo AbsFr 06. AbsVol 07. 08. AreaBas DiâmMédRam 09. 10. DiâmRam dpAlt parâmetro Porcentagem ramificados Porcentagem das espécies Densidade absoluta Dominância absoluta Freqüência absoluta Volume absoluto Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura 11. dpDia 12. 13. dpDiâmRam dpDist desvio padrão Diâmetros dos Ramos desvio padrão da distãncia 14. dpNInd desvio padrão no. indivíduos 15. 16. dpVol IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. MaxDia 20. 21. MaxNRam MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. MédDia 25. 26. MédDist MédNRam 27. 28. MédVol MinAlt 29. MinDia 30. MinNRam Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio Altura mínima Diâmetro mínimo No. mín. de ramos
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    87 31. MinRam 32. 33. MinVol NAlt Menor ramo Volume mínimo Npara altura 34. NAm No. de amostras 35. 36. NDist NDom N para distâncias N para dominância 37. 38. NInd NIndRam 39. NoVol N para volume 40. 41. NSpp Obs. No. de espécies Observações 42. 43. RelDe RelDo Densidade relativa Dominância relativa 44. RelFr Freqüência realtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. 48. TotRam(+f) Vol no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    88 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete.FPD". Projeto Fehidro sub-bacia 1 Bofete Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Bofete Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 19 No de especies: 29 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 65 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 65,000 - - - - - No. de Espécies No. de Famílias 29,000 19,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 1300,000 - - 463,681 721,522 1878,478 Freqüência total 920,000 - - - - - Freqüência total das famílias Área Basal total 800,000 0 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 0 0 - - - - - Área total da amostra 0,050 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 1,565 4,000 0,150 0,954 0 1,329 0 1,802 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 1,654 0,158 - - 0 - 0 - chi quadrado. Variância/Média 6,615 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 1,041 0,183 - - - 0,945 - 1,111 - Índice Shannon-Wiener 3,200 - - 0,076 3,171 3,229 Equiv. de Shannon em espécies Equabilidade 24,536 0,950 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 0,032 - - - - - 1/D 1-D 31,515 0,968 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Espécies.FPM". Obs.
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    89 Parâmetros para Espécies: Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt Croton floribundus 5 1,225 100,0 7,69 3 60,00 6,52 0,40 3,50 Luehea grandiflora Ficus guaranitica 5 5 1,732 1,732 100,0 100,0 7,69 7,69 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 1,40 0,40 2,10 1,60 Citharexylum myrianthum 3 0,548 60,0 4,62 3 60,00 6,52 0,40 1,50 Schinus molle Cassia grandis 3 3 0,548 0,548 60,0 60,0 4,62 4,62 3 3 60,00 60,00 6,52 6,52 0,60 0,60 1,75 3,50 Psidium Guajava Croton uruncurana 4 4 1,304 1,095 80,0 80,0 6,15 6,15 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 1,20 0,50 1,60 3,50 Inga marginata 3 0,894 60,0 4,62 2 40,00 4,35 1,50 2,60 Schizolobium parahyba Mimosa setosa 3 2 0,894 0,548 60,0 40,0 4,62 3,08 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 2,50 0,40 3,50 1,30 Triplaris americana Cedrela fissilis 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 3,08 3,08 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 0,20 0,55 0,30 0,80 Lafoensia pacari 3 1,342 60,0 4,62 1 20,00 2,17 1,55 1,90 Peltophorum dubium Erythrina mulungu 2 2 0,894 0,894 40,0 40,0 3,08 3,08 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 1,60 0,60 2,10 0,70 Schinus Terebinthifolia Psidium cattleyanum 2 1 0,894 0,447 40,0 20,0 3,08 1,54 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 1,60 0,30 2,50 0,30 Genipa americana 1 0,447 20,0 1,54 1 20,00 2,17 4,00 4,00 Hymenaea courbaril Tabernaemontana hystrix 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 1,20 1,80 1,20 1,80 Anadenanthera colubrina Heliocarpus popayanensis 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 3,50 1,20 3,50 1,20 Casearia sylvestris 1 0,447 20,0 1,54 1 20,00 2,17 1,20 1,20 Eugenia uniflora Gochnatia polymorpha 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 0,15 2,10 0,15 2,10 Rapanea ferruginea 1 0,447 20,0 1,54 1 20,00 2,17 1,80 1,80 Bauhinia forficata Mimosa Caesalpiniifolia 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 0,80 0,60 0,80 0,60 Espécies MédAlt dpAlt IVI IVC Croton floribundus 2,28 1,14 14,21 7,69 Luehea grandiflora Ficus guaranitica 1,79 0,86 0,30 0,49 12,04 12,04 7,69 7,69 Citharexylum myrianthum Schinus molle 0,97 1,32 0,55 0,63 11,14 11,14 4,62 4,62 Cassia grandis 2,13 1,46 11,14 4,62 Psidium Guajava Croton uruncurana 1,45 1,65 0,17 1,41 10,50 10,50 6,15 6,15 Inga marginata Schizolobium parahyba 2,20 2,83 0,61 0,58 8,96 8,96 4,62 4,62 Mimosa setosa 0,85 0,64 7,42 3,08 Triplaris americana Cedrela fissilis 0,25 0,68 0,07 0,18 7,42 7,42 3,08 3,08 Lafoensia pacari Peltophorum dubium 1,68 1,85 0,19 0,35 6,79 5,25 4,62 3,08 Erythrina mulungu 0,65 0,07 5,25 3,08 Schinus Terebinthifolia 2,05 0,64 5,25 3,08
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    90 Psidium cattleyanum 0,30 - 3,71 1,54 Genipa americana Hymenaeacourbaril 4,00 1,20 - 3,71 3,71 1,54 1,54 Tabernaemontana hystrix 1,80 - 3,71 1,54 Anadenanthera colubrina Heliocarpus popayanensis 3,50 1,20 - 3,71 3,71 1,54 1,54 Casearia sylvestris Eugenia uniflora 1,20 0,15 - 3,71 3,71 1,54 1,54 Gochnatia polymorpha 2,10 - 3,71 1,54 Rapanea ferruginea Bauhinia forficata 1,80 0,80 - 3,71 3,71 1,54 1,54 Mimosa Caesalpiniifolia 0,60 - 3,71 1,54 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt MédAlt EUPHORBIACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 9 7 180,0 140,0 13,85 10,77 5 4 100,00 80,00 12,50 10,00 0,40 0,80 3,50 3,50 2,00 2,03 MYRTACEAE 6 120,0 9,23 4 80,00 10,00 0,15 1,60 1,04 ANACARDIACEAE MELIACEAE 5 5 100,0 100,0 7,69 7,69 3 3 60,00 60,00 7,50 7,50 0,60 0,55 2,50 3,50 1,61 1,55 TILIACEAE MORACEAE 6 5 120,0 100,0 9,23 7,69 2 2 40,00 40,00 5,00 5,00 1,20 0,40 2,10 1,60 1,69 0,86 VERBENACEAE 3 60,0 4,62 3 60,00 7,50 0,40 1,50 0,97 LEG.-MIMOSOIDEAE LEGUMINOSEAE 4 2 80,0 40,0 6,15 3,08 2 2 40,00 40,00 5,00 5,00 1,50 0,40 3,50 1,30 2,52 0,85 POLYGONACEAE LYTHRACEAE 2 3 40,0 60,0 3,08 4,62 2 1 40,00 20,00 5,00 2,50 0,20 1,55 0,30 1,90 0,25 1,68 LEG.-PAPILIONOIDEAE 2 40,0 3,08 1 20,00 2,50 0,60 0,70 0,65 RUBIACEAE APOCYNACEAE 1 1 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,50 2,50 4,00 1,80 4,00 1,80 4,00 1,80 FLACOURTIACEAE ASTERACEAE 1 1 20,0 20,0 1,54 1,54 1 1 20,00 20,00 2,50 2,50 1,20 2,10 1,20 2,10 1,20 2,10 MYRSINACEAE 1 20,0 1,54 1 20,00 2,50 1,80 1,80 1,80 FABACEAE-MIMOSOIDEAE 1 20,0 1,54 1 20,00 2,50 0,60 0,60 0,60 Famílias dpAlt IVI IVC NSpp %Spp EUPHORBIACEAE 1,23 26,35 13,85 2 6,90 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 0,91 20,77 10,77 4 13,79 MYRTACEAE ANACARDIACEAE 0,65 0,68 19,23 15,19 9,23 7,69 3 2 10,34 6,90 MELIACEAE TILIACEAE 1,31 0,36 15,19 14,23 7,69 9,23 2 2 6,90 6,90 MORACEAE 0,49 12,69 7,69 1 3,45 VERBENACEAE LEG.-MIMOSOIDEAE 0,55 0,82 12,12 11,15 4,62 6,15 1 2 3,45 6,90 LEGUMINOSEAE 0,64 8,08 3,08 1 3,45 POLYGONACEAE 0,07 8,08 3,08 1 3,45
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    91 LYTHRACEAE 0,19 7,12 4,62 1 3,45 LEG.-PAPILIONOIDEAE RUBIACEAE 0,07 - 5,58 4,04 3,08 1,54 1 1 3,45 3,45 APOCYNACEAE - 4,04 1,54 1 3,45 FLACOURTIACEAE ASTERACEAE - 4,04 4,04 1,54 1,54 1 1 3,45 3,45 MYRSINACEAE FABACEAE-MIMOSOIDEAE - 4,04 4,04 1,54 1,54 1 1 3,45 3,45 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 1 Bofete-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro sub-bacia 1 área2 Bofete Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt NSpp A1 19 1900,0 29,23 0,15 3,50 1,27 0,88 14 A2 A3 16 12 1600,0 1200,0 24,62 18,46 0,60 0,30 3,50 4,00 1,81 1,52 0,95 1,22 9 11 A4 11 1100,0 16,92 0,40 2,60 1,85 0,94 7 A5 7 700,0 10,77 0,60 2,50 1,44 0,57 5 Abreviações usadas para parâmetros itens abreviação parâmetro 01. %Ram Porcentagem ramificados 02. %Spp Porcentagem das espécies 03. 04. AbsDe AbsDo Densidade absoluta Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. AreaBas Área basal 08. 09. DiâmMédRam DiâmRam Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos 10. 11. dpAlt dpDia 12. dpDiâmRam desvio padrão Diâmetros dos Ramos 13. 14. dpDist dpNInd desvio padrão da distãncia desvio padrão no. indivíduos 15. dpVol 16. 17. IVC IVI 18. 19. MaxAlt MaxDia 20. MaxNRam 21. 22. MaxRam MaxVol 23. 24. MédAlt MédDia 25. MédDist 26. MédNRam Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos
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    92 27. MédVol Volume médio 28. 29. MinAlt MinDia Altura mínima Diâmetromínimo 30. MinNRam 31. 32. MinRam MinVol 33. 34. NAlt NAm 35. NDist No. mín. de ramos Menor ramo Volume mínimo N para altura No. de amostras N para distâncias 36. 37. NDom NInd N para dominância no. de indivíduos 38. 39. NIndRam NoVol 40. NSpp No. de espécies 41. 42. Obs. RelDe Observações Densidade relativa 43. 44. RelDo RelFr Dominância relativa Freqüência realtiva 45. RelVol 46. 47. TotRam TotRam(+f) 48. Vol No. de Indivíduos Ramificados N para volume Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    93 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio.FPD". Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Ibiúna Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 13 No de especies: 16 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 81 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 81,000 - - - - - Obs. No. de Espécies No. de Famílias 16,000 13,000 - - - - - No. de Amostras 5,000 - - - - - Densidade Freqüência total 1620,000 480,000 - - 798,123 - 624,280 - 2615,720 - Freqüência total das famílias Área Basal total 460,000 421,479 - - - - - Dominância Absoluta 8429,583 - - - - - Volume total Área total da amostra 18,557 0,050 - - - - - Diâmetro - média 41,346 2312,000 5,000 255,636 -15,180 97,872 Altura - média Volume - média 9,557 0,235 12,000 4,358 4,000 0,008 2,448 0,564 9,009 0,109 10,105 0,361 Razão Variância/Média + "p" chi quadrado. Variância/Média 3,932 15,728 0,003 - - - 0,449 11,128 Distr. agregada Idelta de Morisita 1,147 - - - 0,956 1,089 Dist. agregada! Morisita estandardizado (Ip) Índice Shannon-Wiener 0,507 1,449 - - 0,043 1,426 1,472 Dist. agregada! Equiv. de Shannon em espécies Equabilidade 4,257 0,522 - - - - - ACE 26,694 - - - - - Shannon sem vies Shannon sem vies equiv. em esp. 1,607 4,989 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,464 2,157 - - - - - 1-D 0,536 - - - - -
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    94 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Croton floribundus Casearia sylvestris 55 4 6,633 0,837 1100,0 80,0 67,90 4,94 5 3 100,00 60,00 20,83 12,50 8425,76 0,61 Guazuma ulmifolia 3 0,894 60,0 3,70 2 40,00 8,33 0,38 Nectandra sp. Syagrus romanzoffiana 3 3 0,894 1,342 60,0 60,0 3,70 3,70 2 1 40,00 20,00 8,33 4,17 0,36 1,36 Lithraea molleoides Lafoensia glyptocarpa 2 2 0,894 0,894 40,0 40,0 2,47 2,47 1 1 20,00 20,00 4,17 4,17 0,13 0,12 Quillaja brasiliensis 1 0,447 20,0 1,23 1 20,00 4,17 0,19 Eugenia sp. Machaerium villosum 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 4,17 4,17 0,16 0,13 Cupania vernalis Zeyheria tuberculosa 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 4,17 4,17 0,08 0,08 Platypodium elegans 1 0,447 20,0 1,23 1 20,00 4,17 0,08 6 Copaifera langsdorffii 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 4,17 4,17 0,06 0,06 Schinus terebinthifolius 1 0,447 20,0 1,23 1 20,00 4,17 0,04 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a Croton floribundus 99,95 4,00 12,00 10,41 1,97 5,00 2312,00 56,67 309,94 Casearia sylvestris Guazuma ulmifolia 0,01 0,00 5,00 8,00 5,00 12,00 5,00 10,00 0 2,00 5,00 8,00 14,00 10,00 9,00 9,00 4,69 1,00 Nectandra sp. Syagrus romanzoffiana 0,00 0,02 7,00 8,00 10,00 12,00 8,33 10,00 1,53 2,00 8,00 12,00 10,00 20,00 8,67 16,67 1,15 4,16 Lithraea molleoides 0,00 7,00 11,00 9,00 2,83 6,00 7,00 6,50 0,71 Lafoensia glyptocarpa Quillaja brasiliensis 0,00 0,00 5,00 11,00 5,00 11,00 5,00 11,00 0 - 5,00 11,00 7,00 11,00 6,00 11,00 1,41 - Eugenia sp. Machaerium villosum 0,00 0,00 8,00 9,00 8,00 9,00 8,00 9,00 - 10,00 9,00 10,00 9,00 10,00 9,00 - Cupania vernalis 0,00 6,00 6,00 6,00 - 7,00 7,00 7,00 - Zeyheria tuberculosa Platypodium elegans 0,00 0,00 8,00 8,00 8,00 8,00 8,00 8,00 - 7,00 7,00 7,00 7,00 7,00 7,00 - 6 Copaifera langsdorffii 0,00 0,00 0 5,00 0 5,00 0 5,00 - 6,00 6,00 6,00 6,00 6,00 6,00 - Schinus terebinthifolius 0,00 5,00 5,00 5,00 - 5,00 5,00 5,00 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Croton floribundus 16,91 338,28 91,15 0,008 4,36 0,313 0,667 188,69 167,86 Casearia sylvestris Guazuma ulmifolia 0,15 0,19 3,06 3,80 0,83 1,02 0,010 0,051 0,08 0,08 0,038 0,063 0,034 0,014 17,45 12,04 4,95 3,71 Nectandra sp. 0,15 3,08 0,83 0,035 0,08 0,051 0,024 12,04 3,71 Syagrus romanzoffiana Lithraea molleoides 0,72 0,06 14,44 1,24 3,89 0,33 0,090 0,020 0,38 0,04 0,241 0,031 0,144 0,016 7,89 6,64 3,72 2,47 MédDi a dpDia
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    95 Lafoensia glyptocarpa 0,03 0,58 0,16 0,010 0,02 0,015 0,007 6,64 2,47 Quillaja brasiliensis Eugeniasp. 0,10 0,06 2,09 1,26 0,56 0,34 0,105 0,063 0,10 0,06 0,105 0,063 - 5,40 5,40 1,24 1,24 Machaerium villosum 0,06 1,15 0,31 0,057 0,06 0,057 - 5,40 1,24 Cupania vernalis Zeyheria tuberculosa 0,02 0,03 0,46 0,62 0,12 0,17 0,023 0,031 0,02 0,03 0,023 0,031 - 5,40 5,40 1,24 1,24 Platypodium elegans 6 0,03 0 0,62 0 0,17 0 0,031 0 0,03 0 0,031 0 - 5,40 5,40 1,24 1,24 Copaifera langsdorffii 0,01 0,28 0,08 0,014 0,01 0,014 - 5,40 1,24 Schinus terebinthifolius 0,01 0,20 0,05 0,010 0,01 0,010 - 5,40 1,24 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo EUPHORBIACEAE 55 1100,0 67,90 5 100,00 21,74 8425,76 99,95 FLACOURTIACEAE 4 80,0 4,94 3 60,00 13,04 0,61 0,01 STERCULIACEAE LAURACEAE 3 3 60,0 60,0 3,70 3,70 2 2 40,00 40,00 8,70 8,70 0,38 0,36 0,00 0,00 ANACARDIACEAE 3 60,0 3,70 2 40,00 8,70 0,17 0,00 MYRTACEAE ARECACEAE 2 3 40,0 60,0 2,47 3,70 2 1 40,00 20,00 8,70 4,35 0,21 1,36 0,00 0,02 LEG.-PAPILIONOIDEAE LYTHRACEAE 2 2 40,0 40,0 2,47 2,47 1 1 20,00 20,00 4,35 4,35 0,20 0,12 0,00 0,00 QUILLAJACEAE 1 20,0 1,23 1 20,00 4,35 0,19 0,00 SAPINDACEAE BIGNONIACEAE 1 1 20,0 20,0 1,23 1,23 1 1 20,00 20,00 4,35 4,35 0,08 0,08 0,00 0,00 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 1 20,0 1,23 1 20,00 4,35 0,06 0,00 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a EUPHORBIACEAE FLACOURTIACEAE 4,00 5,00 12,00 5,00 10,41 5,00 1,97 0 5,00 5,00 STERCULIACEAE 8,00 12,00 10,00 2,00 LAURACEAE ANACARDIACEAE 7,00 5,00 10,00 11,00 8,33 7,67 1,53 3,06 MYRTACEAE ARECACEAE 8,00 8,00 8,00 12,00 8,00 10,00 LEG.-PAPILIONOIDEAE 8,00 9,00 LYTHRACEAE QUILLAJACEAE 5,00 11,00 5,00 11,00 SAPINDACEAE BIGNONIACEAE 6,00 8,00 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 5,00 Famílias AbsVol dpDia Vol 2312,00 56,67 14,00 9,00 309,94 4,69 16,91 0,15 8,00 10,00 9,00 1,00 0,19 8,00 5,00 10,00 7,00 8,67 6,00 1,15 1,00 0,15 0,07 2,00 6,00 12,00 10,00 20,00 8,00 16,67 2,83 4,16 0,06 0,72 8,50 0,71 7,00 9,00 8,00 1,41 0,09 5,00 11,00 0 - 5,00 11,00 7,00 11,00 6,00 11,00 1,41 - 0,03 0,10 6,00 8,00 6,00 8,00 - 7,00 7,00 7,00 7,00 7,00 7,00 - 0,02 0,03 5,00 5,00 - 6,00 6,00 6,00 - 0,01 RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l MédDi a IVI IVC
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    96 EUPHORBIACEAE 338,28 91,15 0,008 4,36 0,313 0,667 189,59 167,86 FLACOURTIACEAE STERCULIACEAE 3,06 3,80 0,83 1,02 0,010 0,051 0,08 0,08 0,038 0,063 0,034 0,014 17,99 12,40 4,95 3,71 LAURACEAE 3,08 0,83 0,035 0,08 0,051 0,024 12,40 3,71 ANACARDIACEAE MYRTACEAE 1,44 1,26 0,39 0,34 0,010 0,063 0,04 0,06 0,024 0,063 0,017 - 12,40 11,17 3,71 2,47 ARECACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 14,44 1,76 3,89 0,47 0,090 0,031 0,38 0,06 0,241 0,044 0,144 0,019 8,07 6,82 3,72 2,47 LYTHRACEAE 0,58 0,16 0,010 0,02 0,015 0,007 6,82 2,47 QUILLAJACEAE SAPINDACEAE 2,09 0,46 0,56 0,12 0,105 0,023 0,10 0,02 0,105 0,023 - 5,58 5,58 1,24 1,24 BIGNONIACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 0,62 0,28 0,17 0,08 0,031 0,014 0,03 0,01 0,031 0,014 - 5,58 5,58 1,24 1,24 Famílias NSpp %Spp EUPHORBIACEAE 1 6,25 FLACOURTIACEAE STERCULIACEAE 1 1 6,25 6,25 LAURACEAE 1 6,25 ANACARDIACEAE MYRTACEAE 2 2 12,50 12,50 ARECACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 1 2 6,25 12,50 LYTHRACEAE 1 6,25 QUILLAJACEAE SAPINDACEAE 1 1 6,25 6,25 BIGNONIACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 1 1 6,25 6,25 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna condomínio-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Ibiúna Condomínio Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 A2 13 11 1300,0 1100,0 16,05 13,58 34,38 12,83 4,00 5,00 12,00 12,00 9,08 8,36 3,01 3,29 5,00 5,00 46,00 23,00 14,46 11,00 11,76 5,50 A3 A4 30 11 3000,0 1100,0 37,04 13,58 75,12 26,38 6,00 5,00 12,00 12,00 9,83 9,45 2,05 2,11 5,00 6,00 68,00 44,00 13,43 14,09 11,96 10,84 A5 16 1600,0 19,75 41999,20 7,00 12,00 10,43 1,99 6,00 2312,00 155,12 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 3,83 382,54 20,61 0,008 1,83 0,294 0,511 5 0,34 A2 A3 1,28 8,66 127,90 865,78 6,89 46,65 0,010 0,012 0,42 4,36 0,116 0,289 0,128 0,791 4 6 0,13 0,75 A4 2,91 290,97 15,68 0,020 1,82 0,265 0,531 5 0,26 A5 1,89 188,52 10,16 0,031 0,31 0,135 0,100 4 419,99 575,18
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    97 Abreviações usadas paraparâmetros itens 01. abreviação %Ram parâmetro Porcentagem ramificados 02. 03. %Spp AbsDe Porcentagem das espécies Densidade absoluta 04. AbsDo Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. 08. AreaBas DiâmMédRam 09. DiâmRam 10. 11. dpAlt dpDia 12. 13. dpDiâmRam dpDist desvio padrão Diâmetros dos Ramos desvio padrão da distãncia 14. dpNInd desvio padrão no. indivíduos 15. 16. dpVol IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. MaxDia 20. 21. MaxNRam MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. MédDia 25. 26. MédDist MédNRam Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos 27. MédVol Volume médio 28. 29. MinAlt MinDia Altura mínima Diâmetro mínimo 30. 31. MinNRam MinRam No. mín. de ramos Menor ramo 32. MinVol Volume mínimo 33. 34. NAlt NAm N para altura No. de amostras 35. 36. NDist NDom N para distâncias N para dominância 37. NInd 38. 39. NIndRam NoVol 40. 41. NSpp Obs. 42. RelDe Densidade relativa 43. 44. RelDo RelFr Dominância relativa Freqüência realtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. TotRam(+f) 48. Vol no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies Observações Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    98 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura.FPD". Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Ibiúna Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 18 No de especies: 31 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 79 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 79,000 31,000 - - - - - No. de Famílias 18,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 1580,000 - - 376,829 1109,877 2050,123 Freqüência total Freqüência total das famílias 1240,000 920,000 - - - - - Área Basal total 0 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 0 0 - - - - - Área total da amostra Diâmetro - média 0,050 - - - - 0 0 Altura - média 2,237 6,000 0,400 1,060 1,999 2,474 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,899 0,464 - - 0 - 0 - chi quadrado. Variância/Média Idelta de Morisita 3,595 0,995 - - - 0,449 0,954 11,128 1,091 Morisita estandardizado (Ip) -0,057 - - - - - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 3,299 27,083 - - 0,065 - 3,275 - 3,323 - Equabilidade 0,961 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,029 34,618 - - - - - 1-D 0,971 - - - - Obs. - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura
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    99 Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt Lithraeamolleoides 6 1,643 120,0 7,59 3 60,00 4,84 1,20 2,50 Citharexylum myrianthum 4 0,447 80,0 5,06 4 80,00 6,45 1,30 3,40 Tabebuia alba Lafoensia pacari 5 5 1,225 1,225 100,0 100,0 6,33 6,33 3 3 60,00 60,00 4,84 4,84 1,20 0,70 3,00 3,00 Araucaria angustifolia Psidium Guajava 4 4 0,837 0,837 80,0 80,0 5,06 5,06 3 3 60,00 60,00 4,84 4,84 0,50 1,70 3,00 3,00 Guazuma ulmifolia 4 0,837 80,0 5,06 3 60,00 4,84 1,10 2,80 Inga vera Anadenanthera colubrina 3 3 0,548 0,894 60,0 60,0 3,80 3,80 3 2 60,00 40,00 4,84 3,23 1,60 0,70 6,00 2,30 Triplaris americana Schinus terebinthifolius 3 3 0,894 0,894 60,0 60,0 3,80 3,80 2 2 40,00 40,00 3,23 3,23 2,50 1,80 4,00 4,00 Inga laurina 3 0,894 60,0 3,80 2 40,00 3,23 1,40 2,30 Eugenia uniflora Tabebuia heptaphylla 3 2 0,894 0,548 60,0 40,0 3,80 2,53 2 2 40,00 40,00 3,23 3,23 1,40 0,60 2,80 1,20 Hymenaea courbaril 2 0,548 40,0 2,53 2 40,00 3,23 0,60 0,60 Croton floribundus Croton uruncurana 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,53 2,53 2 2 40,00 40,00 3,23 3,23 1,70 2,50 2,80 3,50 Tibouchina granulosa Schinus molle 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,53 2,53 2 2 40,00 40,00 3,23 3,23 2,20 3,00 4,00 3,00 Schinus Terebinthifolia 2 0,548 40,0 2,53 2 40,00 3,23 3,00 3,20 Erythrina mulungu Enterolobium contortisiliquum 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,53 2,53 2 2 40,00 40,00 3,23 3,23 1,30 3,00 2,30 3,00 Gochnatia polymorpha Inga sessilis 3 1 1,342 0,447 60,0 20,0 3,80 1,27 1 1 20,00 20,00 1,61 1,61 3,00 0,40 3,50 0,40 Dodonea viscosa 1 0,447 20,0 1,27 1 20,00 1,61 3,20 3,20 Peltophorum dubium Myracrodruon urundeuva 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,27 1,27 1 1 20,00 20,00 1,61 1,61 1,00 2,00 1,00 2,00 Cordia trichotoma Ficus guaranitica 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,27 1,27 1 1 20,00 20,00 1,61 1,61 3,30 0,40 3,30 0,40 Syagrus romanzoffiana 1 0,447 20,0 1,27 1 20,00 1,61 0,50 0,50 inga edulis 1 0,447 20,0 1,27 1 20,00 1,61 4,50 4,50 Espécies MédAlt dpAlt IVI IVC Lithraea molleoides 1,92 0,44 12,43 7,59 Citharexylum myrianthum 2,13 0,93 11,51 5,06 Tabebuia alba Lafoensia pacari 2,20 2,10 0,72 0,92 11,17 11,17 6,33 6,33 Araucaria angustifolia Psidium Guajava 1,93 2,38 1,04 0,54 9,90 9,90 5,06 5,06 Guazuma ulmifolia 1,80 0,73 9,90 5,06 Inga vera Anadenanthera colubrina 3,57 1,23 2,24 0,92 8,64 7,02 3,80 3,80 Triplaris americana 3,33 0,76 7,02 3,80 Schinus terebinthifolius Inga laurina 2,53 1,97 1,27 0,49 7,02 7,02 3,80 3,80 Eugenia uniflora Tabebuia heptaphylla 2,13 0,90 0,70 0,42 7,02 5,76 3,80 2,53 Hymenaea courbaril 0,60 0 5,76 2,53 Croton floribundus Croton uruncurana 2,25 3,00 0,78 0,71 5,76 5,76 2,53 2,53 Tibouchina granulosa 3,10 1,27 5,76 2,53
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    100 Schinus molle 3,00 0 5,76 2,53 Schinus Terebinthifolia Erythrinamulungu 3,10 1,80 0,14 0,71 5,76 5,76 2,53 2,53 Enterolobium contortisiliquum 3,00 0 5,76 2,53 Gochnatia polymorpha Inga sessilis 3,23 0,40 0,25 - 5,41 2,88 3,80 1,27 Dodonea viscosa Peltophorum dubium 3,20 1,00 - 2,88 2,88 1,27 1,27 Myracrodruon urundeuva 2,00 - 2,88 1,27 Cordia trichotoma Ficus guaranitica 3,30 0,40 - 2,88 2,88 1,27 1,27 Syagrus romanzoffiana inga edulis 0,50 4,50 - 2,88 2,88 1,27 1,27 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt MédAlt ANACARDIACEAE 14 280,0 17,72 5 100,00 10,87 1,20 4,00 2,38 LEG.-MIMOSOIDEAE 13 260,0 16,46 5 100,00 10,87 0,40 6,00 2,40 MYRTACEAE BIGNONIACEAE 7 7 140,0 140,0 8,86 8,86 4 3 80,00 60,00 8,70 6,52 1,40 0,60 3,00 3,00 2,27 1,83 VERBENACEAE LYTHRACEAE 4 5 80,0 100,0 5,06 6,33 4 3 80,00 60,00 8,70 6,52 1,30 0,70 3,40 3,00 2,13 2,10 EUPHORBIACEAE 4 80,0 5,06 3 60,00 6,52 1,70 3,50 2,63 ARAUCARIACEAE STERCULIACEAE 4 4 80,0 80,0 5,06 5,06 3 3 60,00 60,00 6,52 6,52 0,50 1,10 3,00 2,80 1,93 1,80 LEG.-CAESALPINIOIDEAE POLYGONACEAE 3 3 60,0 60,0 3,80 3,80 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 0,60 2,50 1,00 4,00 0,73 3,33 MELASTOMATACEAE 2 40,0 2,53 2 40,00 4,35 2,20 4,00 3,10 LEG.-PAPILIONOIDEAE ASTERACEAE 2 3 40,0 60,0 2,53 3,80 2 1 40,00 20,00 4,35 2,17 1,30 3,00 2,30 3,50 1,80 3,23 SAPINDACEAE BORAGINACEAE 1 1 20,0 20,0 1,27 1,27 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 3,20 3,30 3,20 3,30 3,20 3,30 MORACEAE 1 20,0 1,27 1 20,00 2,17 0,40 0,40 0,40 ARECACEAE 1 20,0 1,27 1 20,00 2,17 0,50 0,50 0,50 Famílias dpAlt IVI IVC NSpp %Spp ANACARDIACEAE 0,76 28,59 17,72 5 16,13 LEG.-MIMOSOIDEAE 1,58 27,33 16,46 6 19,35 MYRTACEAE BIGNONIACEAE 0,57 0,88 17,56 15,38 8,86 8,86 2 2 6,45 6,45 VERBENACEAE LYTHRACEAE 0,93 0,92 13,76 12,85 5,06 6,33 1 1 3,23 3,23 EUPHORBIACEAE 0,75 11,59 5,06 2 6,45 ARAUCARIACEAE STERCULIACEAE 1,04 0,73 11,59 11,59 5,06 5,06 1 1 3,23 3,23 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 0,23 8,15 3,80 2 6,45 POLYGONACEAE 0,76 8,15 3,80 1 3,23
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    101 MELASTOMATACEAE 1,27 6,88 2,53 1 3,23 LEG.-PAPILIONOIDEAE ASTERACEAE 0,71 0,25 6,88 5,97 2,53 3,80 1 1 3,23 3,23 SAPINDACEAE - 3,44 1,27 1 3,23 BORAGINACEAE MORACEAE - 3,44 3,44 1,27 1,27 1 1 3,23 3,23 ARECACEAE - 3,44 1,27 1 3,23 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 6 Ibiúna Prefeitura-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Ibiúna Prefeitura Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt NSpp A1 A2 16 12 1600,0 1200,0 20,25 15,19 1,50 0,40 4,50 3,00 2,58 1,71 0,78 0,85 9 11 A3 A4 12 20 1200,0 2000,0 15,19 25,32 1,80 0,50 6,00 4,00 3,04 2,24 1,21 1,06 8 17 A5 19 1900,0 24,05 0,40 3,50 1,76 0,94 17 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. 02. abreviação %Ram %Spp parâmetro Porcentagem ramificados Porcentagem das espécies 03. AbsDe Densidade absoluta 04. 05. AbsDo AbsFr Dominância absoluta Freqüência absoluta 06. 07. AbsVol AreaBas 08. DiâmMédRam 09. 10. DiâmRam dpAlt 11. 12. dpDia dpDiâmRam Volume absoluto Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro desvio padrão Diâmetros dos Ramos 13. dpDist desvio padrão da distãncia 14. 15. dpNInd dpVol desvio padrão no. indivíduos Desvio padrão de volume 16. IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. 20. MaxDia MaxNRam 21. MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. 25. MédDia MédDist 26. MédNRam 27. MédVol IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio
  • 102.
    102 28. MinAlt Altura mínima 29. 30. MinDia MinNRam 31. MinRam 32. 33. MinVol NAlt Volume mínimo Npara altura 34. 35. NAm NDist No. de amostras N para distâncias 36. NDom 37. 38. NInd NIndRam 39. 40. NoVol NSpp Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo N para dominância no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies 41. Obs. 42. 43. RelDe RelDo Densidade relativa Dominância relativa 44. 45. RelFr RelVol Freqüência realtiva Volume relativo 46. 47. 48. TotRam TotRam(+f) Vol Observações No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
  • 103.
    103 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura.FPD". Projeto Fehidro Itú Prefeitura Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Itú Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 7 No de especies: 13 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 50 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Itú Prefeitura Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 50,000 - - - - - No. de Espécies No. de Famílias 13,000 7,000 - - - - - No. de Amostras 5,000 - - - - - Densidade Freqüência total 1000,000 480,000 - - 353,553 - 558,915 - 1441,085 - Freqüência total das famílias Área Basal total 320,000 0,878 - - - - - Dominância Absoluta 17,568 - - - - - Volume total Área total da amostra 4,074 0,050 - - - - - Diâmetro - média 11,800 60,000 5,000 9,282 9,162 14,438 Altura - média Volume - média 4,900 0,081 12,000 1,131 3,000 0,006 1,439 0,170 4,491 0,033 5,309 0,130 Razão Variância/Média + "p" chi quadrado. Variância/Média 1,250 5,000 0,287 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita 1,020 - - - 0,928 1,145 Morisita estandardizado (Ip) Índice Shannon-Wiener 0,070 2,227 - - 0,068 2,186 2,268 Equiv. de Shannon em espécies Equabilidade 9,272 0,868 - - - - - ACE 15,661 - - - - - Shannon sem vies Shannon sem vies equiv. em esp. 2,374 10,736 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,120 8,333 - - - - - 1-D 0,880 - - - - - Obs.
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    104 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Itú Prefeitura Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Schinus terebinthifolius Parapiptadenia rigida 2 12 0,548 3,362 40,0 240,0 4,00 24,00 2 2 40,00 40,00 8,33 8,33 5,73 2,04 Piptadenia gonoacantha Croton floribundus 9 8 1,304 1,817 180,0 160,0 18,00 16,00 4 3 80,00 60,00 16,67 12,50 1,30 0,97 inga edulis 4 1,304 80,0 8,00 2 40,00 8,33 2,77 Leucaena leucocephala Acosmium subelegans 4 1 1,304 0,447 80,0 20,0 8,00 2,00 2 1 40,00 20,00 8,33 4,17 0,44 1,71 Caesalpinia pluviosa Citharexylum myrianthum 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 4,00 4,00 2 2 40,00 40,00 8,33 8,33 0,43 0,41 Stryphnodendron adstringens 2 0,894 40,0 4,00 1 20,00 4,17 0,76 Gochnatia polymorpha Delonix regia 1 2 0,447 0,894 20,0 40,0 2,00 4,00 1 1 20,00 20,00 4,17 4,17 0,69 0,13 Bauhinia sp. 1 0,447 20,0 2,00 1 20,00 4,17 0,19 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Schinus terebinthifolius Parapiptadenia rigida 32,63 11,63 4,00 3,00 5,00 7,00 4,50 5,33 0,71 0,98 7,00 5,00 60,00 19,00 33,50 9,75 37,48 3,82 Piptadenia gonoacantha 7,38 3,00 8,00 5,00 1,41 5,00 18,00 8,56 4,56 Croton floribundus inga edulis 5,53 15,75 3,50 4,00 5,00 5,00 4,31 4,50 0,53 0,58 5,00 8,00 12,00 28,00 8,38 19,50 2,88 8,96 Leucaena leucocephala 2,48 5,00 6,00 5,25 0,50 7,00 10,00 8,25 1,26 Acosmium subelegans Caesalpinia pluviosa 9,74 2,45 5,00 3,00 5,00 12,00 5,00 7,50 6,36 33,00 7,00 33,00 15,00 33,00 11,00 5,66 Citharexylum myrianthum Stryphnodendron adstringens 2,32 4,30 5,00 3,00 5,00 3,50 5,00 3,25 0 0,35 8,00 9,00 14,00 20,00 11,00 14,50 4,24 7,78 Gochnatia polymorpha 3,94 5,00 5,00 5,00 - 21,00 21,00 21,00 - Delonix regia Bauhinia sp. 0,76 1,08 4,00 3,00 5,00 3,00 4,50 3,00 0,71 - 6,00 11,00 7,00 11,00 6,50 11,00 0,71 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Schinus terebinthifolius 1,15 23,00 28,23 0,019 1,13 0,575 0,786 44,96 36,63 Parapiptadenia rigida Piptadenia gonoacantha 0,56 0,36 11,28 7,23 13,85 8,87 0,010 0,006 0,14 0,13 0,047 0,040 0,038 0,044 43,97 42,04 35,63 25,38 Croton floribundus 0,20 3,99 4,90 0,010 0,05 0,025 0,015 34,03 21,53 inga edulis Leucaena leucocephala 0,58 0,12 11,63 2,33 14,27 2,86 0,025 0,019 0,25 0,05 0,145 0,029 0,097 0,012 32,09 18,81 23,75 10,48 Acosmium subelegans Caesalpinia pluviosa 0,43 0,22 8,55 4,47 10,50 5,49 0,428 0,012 0,43 0,21 0,428 0,112 0,142 15,90 14,78 11,74 6,45 Citharexylum myrianthum 0,10 2,04 2,51 0,025 0,08 0,051 0,037 14,66 6,32 Stryphnodendron adstringens Gochnatia polymorpha 0,12 0,17 2,33 3,46 2,86 4,25 0,022 0,173 0,09 0,17 0,058 0,173 0,051 - 12,47 10,11 8,30 5,94 Delonix regia 0,03 0,59 0,72 0,014 0,02 0,015 0,001 8,93 4,76 Bauhinia sp. 0,03 0,57 0,70 0,029 0,03 0,029 - 7,25 3,08
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    105 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Itú Prefeitura Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo LEG.-MIMOSOIDEAE 27 540,0 54,00 5 100,00 31,25 6,86 39,06 ANACARDIACEAE EUPHORBIACEAE 2 8 40,0 160,0 4,00 16,00 2 3 40,00 60,00 12,50 18,75 5,73 0,97 32,63 5,53 FABACEAE 9 180,0 18,00 2 40,00 12,50 1,19 6,77 VERBENACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 2 1 40,0 20,0 4,00 2,00 2 1 40,00 20,00 12,50 6,25 0,41 1,71 2,32 9,74 ASTERACEAE 1 20,0 2,00 1 20,00 6,25 0,69 3,94 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Vol LEG.-MIMOSOIDEAE 3,00 8,00 4,94 1,18 5,00 28,00 11,15 6,24 1,62 ANACARDIACEAE EUPHORBIACEAE 4,00 3,50 5,00 5,00 4,50 4,31 0,71 0,53 7,00 5,00 60,00 12,00 33,50 8,38 37,48 2,88 1,15 0,20 FABACEAE VERBENACEAE 3,00 5,00 12,00 5,00 5,33 5,00 2,69 0 6,00 8,00 15,00 14,00 8,78 11,00 2,82 4,24 0,40 0,10 LEG.-PAPILIONOIDEAE 5,00 5,00 5,00 - 33,00 33,00 33,00 - 0,43 ASTERACEAE 5,00 5,00 5,00 - 21,00 21,00 21,00 - 0,17 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC LEG.-MIMOSOIDEAE ANACARDIACEAE 32,47 23,00 39,84 28,23 0,006 0,019 0,25 1,13 0,060 0,575 0,061 0,786 124,31 49,13 93,06 36,63 EUPHORBIACEAE FABACEAE 3,99 7,97 4,90 9,78 0,010 0,012 0,05 0,21 0,025 0,044 0,015 0,064 40,28 37,27 21,53 24,77 VERBENACEAE 2,04 2,51 0,025 0,08 0,051 0,037 18,82 6,32 LEG.-PAPILIONOIDEAE ASTERACEAE 8,55 3,46 10,50 4,25 0,428 0,173 0,43 0,17 0,428 0,173 - 17,99 12,19 11,74 5,94 Famílias NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE 4 30,77 ANACARDIACEAE EUPHORBIACEAE 1 1 7,69 7,69 FABACEAE VERBENACEAE 4 1 30,77 7,69 LEG.-PAPILIONOIDEAE 1 7,69 ASTERACEAE 1 7,69
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    106 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú Prefeitura-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Itú Prefeitura Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 16 1600,0 32,00 10,26 3,00 8,00 4,94 1,12 5,00 19,00 8,38 3,50 A2 10 1000,0 20,00 11,29 3,00 12,00 6,20 2,30 6,00 18,00 11,60 3,20 A3 A4 9 8 900,0 800,0 18,00 16,00 12,74 43,35 4,00 3,00 5,00 5,00 4,67 4,06 0,50 0,73 5,00 6,00 25,00 60,00 11,33 19,75 7,63 18,51 A5 7 700,0 14,00 10,19 3,00 5,00 4,21 0,70 5,00 28,00 11,43 8,00 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 A2 0,54 0,74 53,89 73,82 13,23 18,12 0,010 0,014 0,14 0,21 0,034 0,074 0,036 0,058 5 5 0,10 0,11 A3 0,58 58,39 14,33 0,008 0,20 0,065 0,076 5 0,13 A4 A5 1,79 0,43 178,56 42,76 43,83 10,49 0,013 0,006 1,13 0,25 0,223 0,061 0,392 0,085 4 5 0,43 0,10 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. abreviação %Ram 02. 03. %Spp AbsDe 04. 05. AbsDo AbsFr 06. AbsVol 07. 08. AreaBas DiâmMédRam 09. 10. DiâmRam dpAlt parâmetro Porcentagem ramificados Porcentagem das espécies Densidade absoluta Dominância absoluta Freqüência absoluta Volume absoluto Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura 11. dpDia 12. 13. dpDiâmRam dpDist desvio padrão Diâmetros dos Ramos desvio padrão da distãncia 14. 15. dpNInd dpVol desvio padrão no. indivíduos Desvio padrão de volume 16. IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. 20. MaxDia MaxNRam 21. MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt 24. MédDia 25. 26. MédDist MédNRam 27. MédVol Desvio padrão Diâmetro IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio
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    107 28. MinAlt Altura mínima 29. 30. MinDia MinNRam 31. MinRam 32. 33. MinVol NAlt Volume mínimo Npara altura 34. 35. NAm NDist No. de amostras N para distâncias 36. NDom 37. 38. NInd NIndRam 39. 40. NoVol NSpp Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo N para dominância no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies 41. Obs. 42. 43. RelDe RelDo Densidade relativa Dominância relativa 44. 45. RelFr RelVol Freqüência realtiva Volume relativo 46. 47. 48. TotRam TotRam(+f) Vol Observações No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    108 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio.FPD". Projeto Fehidro Itú Condomínio Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Itú Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 21 No de especies: 31 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 86 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Itú Condomínio Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 86,000 - - - - - No. de Espécies 30,000 - - - - - No. de Famílias No. de Amostras 21,000 5,000 - - - - - Densidade Freqüência total 1720,000 1160,000 - - 460,435 - 1145,572 - 2294,428 - Freqüência total das famílias 920,000 - - - - - Área Basal total Dominância Absoluta 0 0 - - - - - Volume total Área total da amostra 0 0,050 - - - - - Diâmetro - média - - - - 0 0 Altura - média Volume - média 1,238 - 3,000 - 0,400 - 0,670 - 1,095 0 1,382 0 Razão Variância/Média + "p" chi quadrado. Variância/Média 1,233 4,930 0,295 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita 1,011 - - - 0,958 1,084 Morisita estandardizado (Ip) Índice Shannon-Wiener 0,065 3,097 - - 0,058 3,075 3,118 Equiv. de Shannon em espécies 22,127 - - - - - Equabilidade ACE 0,911 39,897 - - - - - Shannon sem vies Shannon sem vies equiv. em esp. 3,323 27,742 - - - - - Índice Simpson 0,048 - - - - - 1/D 1-D 20,650 0,952 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Espécies.FPM". Obs.
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    109 Parâmetros para Espécies: Projeto Fehidro Itú Condomínio Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt Schinus terebinthifolius Guazuma ulmifolia 11 10 0,447 1,871 220,0 200,0 12,79 11,63 5 4 100,00 80,00 8,62 6,90 1,00 0,60 2,20 3,00 Ceiba speciosa 6 1,095 120,0 6,98 4 80,00 6,90 1,10 1,60 Hymenaea courbaril Eugenia uniflora 6 6 1,095 1,304 120,0 120,0 6,98 6,98 3 3 60,00 60,00 5,17 5,17 0,50 0,50 0,90 0,70 Licania tomentosa Gallesia integrifolia 5 3 1,000 0,894 100,0 60,0 5,81 3,49 3 2 60,00 40,00 5,17 3,45 0,50 0,80 1,30 1,70 Guarea guidonia 3 0,894 60,0 3,49 2 40,00 3,45 0,70 1,60 Luehea grandiflora Cedrela fissilis 3 3 0,894 0,894 60,0 60,0 3,49 3,49 2 2 40,00 40,00 3,45 3,45 1,60 0,70 2,80 2,30 Cariniana estrellensis 2 0,548 40,0 2,33 2 40,00 3,45 0,60 0,70 Bauhinia forficata Lithraea molleoides 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,33 2,33 2 2 40,00 40,00 3,45 3,45 0,80 0,80 1,30 1,30 Cordia sellowiana Peltophorum dubium 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,33 2,33 2 2 40,00 40,00 3,45 3,45 0,70 0,40 1,30 2,80 Pseudobombax longiflorum 2 0,548 40,0 2,33 2 40,00 3,45 0,50 0,80 Luehea divaricata Triplaris americana 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 2,33 2,33 2 2 40,00 40,00 3,45 3,45 1,10 0,60 1,70 0,90 Rapanea umbellata Anadenanthera colubrina 2 2 0,894 0,894 40,0 40,0 2,33 2,33 1 1 20,00 20,00 1,72 1,72 1,10 0,90 1,10 1,00 Inga vera 1 0,447 20,0 1,16 1 20,00 1,72 1,10 1,10 Annona cacans Psidium cattleianum 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 1,72 1,72 0,80 0,70 0,80 0,70 Erythrina mulungu Solanum mauritianum 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 1,72 1,72 1,70 2,50 1,70 2,50 Psidium guajava 1 0,447 20,0 1,16 1 20,00 1,72 0,70 0,70 Citharexylum myrianthum Mimosa setosa 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 1,72 1,72 1,00 1,00 1,00 1,00 Croton floribundus 1 0,447 20,0 1,16 1 20,00 1,72 1,80 1,80 Jacaranda mimosifolia 1 0,447 20,0 1,16 1 20,00 1,72 0,50 0,50 Espécies MédAlt dpAlt IVI IVC Schinus terebinthifolius 1,52 0,41 21,41 12,79 Guazuma ulmifolia 2,02 0,86 18,52 11,63 Ceiba speciosa Hymenaea courbaril 1,38 0,65 0,23 0,16 13,87 12,15 6,98 6,98 Eugenia uniflora Licania tomentosa 0,60 0,82 0,09 0,30 12,15 10,99 6,98 5,81 Gallesia integrifolia 1,20 0,46 6,94 3,49 Guarea guidonia Luehea grandiflora 1,03 2,30 0,49 0,62 6,94 6,94 3,49 3,49 Cedrela fissilis Cariniana estrellensis 1,30 0,65 0,87 0,07 6,94 5,77 3,49 2,33 Bauhinia forficata 1,05 0,35 5,77 2,33 Lithraea molleoides Cordia sellowiana 1,05 1,00 0,35 0,42 5,77 5,77 2,33 2,33 Peltophorum dubium Pseudobombax longiflorum 1,60 0,65 1,70 0,21 5,77 5,77 2,33 2,33 Luehea divaricata 1,40 0,42 5,77 2,33
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    110 Triplaris americana 0,75 0,21 5,77 2,33 Rapanea umbellata Anadenantheracolubrina 1,10 0,95 0 0,07 4,05 4,05 2,33 2,33 Inga vera 1,10 - 2,89 1,16 Annona cacans Psidium cattleianum 0,80 0,70 - 2,89 2,89 1,16 1,16 Erythrina mulungu Solanum mauritianum 1,70 2,50 - 2,89 2,89 1,16 1,16 Psidium guajava 0,70 - 2,89 1,16 Citharexylum myrianthum Mimosa setosa 1,00 1,00 - 2,89 2,89 1,16 1,16 Croton floribundus Jacaranda mimosifolia 1,80 0,50 - 2,89 2,89 1,16 1,16 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Itú Condomínio Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt MédAlt ANACARDIACEAE 13 260,0 15,12 5 100,00 10,87 0,80 2,20 1,45 STERCULIACEAE 10 200,0 11,63 4 80,00 8,70 0,60 3,00 2,02 LEG.-CAESALPINIOIDEAE BOMBACACEAE 10 8 200,0 160,0 11,63 9,30 4 4 80,00 80,00 8,70 8,70 0,40 0,50 2,80 1,60 0,92 1,20 MYRTACEAE MELIACEAE 8 6 160,0 120,0 9,30 6,98 3 3 60,00 60,00 6,52 6,52 0,50 0,70 0,70 2,30 0,62 1,17 CHYSOBALANACEAE 5 100,0 5,81 3 60,00 6,52 0,50 1,30 0,82 TILIACEAE LEG.-MIMOSOIDEAE 5 3 100,0 60,0 5,81 3,49 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 1,10 0,90 2,80 1,10 1,94 1,00 PHYTOLACCACEAE LECYTHIDACEAE 3 2 60,0 40,0 3,49 2,33 2 2 40,00 40,00 4,35 4,35 0,80 0,60 1,70 0,70 1,20 0,65 BORAGINACEAE 2 40,0 2,33 2 40,00 4,35 0,70 1,30 1,00 POLYGONACEAE MYRSINACEAE 2 2 40,0 40,0 2,33 2,33 2 1 40,00 20,00 4,35 2,17 0,60 1,10 0,90 1,10 0,75 1,10 ANNONACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 1 1 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 0,80 1,70 0,80 1,70 0,80 1,70 SOLANACEAE 1 20,0 1,16 1 20,00 2,17 2,50 2,50 2,50 VERBENACEAE LEGUMINOSEAE 1 1 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 EUPHORBIACEAE BIGNONIACEAE 1 1 20,0 20,0 1,16 1,16 1 1 20,00 20,00 2,17 2,17 1,80 0,50 1,80 0,50 1,80 0,50 Famílias dpAlt IVI IVC NSpp %Spp ANACARDIACEAE 0,43 25,99 15,12 2 6,67 STERCULIACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 0,86 0,71 20,32 20,32 11,63 11,63 1 3 3,33 10,00 BOMBACACEAE 0,40 18,00 9,30 2 6,67 MYRTACEAE MELIACEAE 0,09 0,65 15,82 13,50 9,30 6,98 3 2 10,00 6,67 CHYSOBALANACEAE 0,30 12,34 5,81 1 3,33 TILIACEAE 0,69 10,16 5,81 2 6,67
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    111 LEG.-MIMOSOIDEAE 0,10 7,84 3,49 2 6,67 PHYTOLACCACEAE LECYTHIDACEAE 0,46 0,07 7,84 6,67 3,49 2,33 1 1 3,33 3,33 BORAGINACEAE 0,42 6,67 2,33 1 3,33 POLYGONACEAE MYRSINACEAE 0,21 0 6,67 4,50 2,33 2,33 1 1 3,33 3,33 ANNONACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE - 3,34 3,34 1,16 1,16 1 1 3,33 3,33 SOLANACEAE - 3,34 1,16 1 3,33 VERBENACEAE LEGUMINOSEAE - 3,34 3,34 1,16 1,16 1 1 3,33 3,33 EUPHORBIACEAE BIGNONIACEAE - 3,34 3,34 1,16 1,16 1 1 3,33 3,33 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 5 Itú condomínio-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Itú Condomínio Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt NSpp A1 13 1300,0 15,12 0,50 2,50 1,30 0,70 10 A2 17 1700,0 19,77 0,40 2,80 1,15 0,67 13 A3 A4 24 19 2400,0 1900,0 27,91 22,09 0,50 0,50 2,50 3,00 1,34 1,15 0,67 0,80 15 11 A5 13 1300,0 15,12 0,60 2,30 1,23 0,47 9 Abreviações usadas para parâmetros itens abreviação parâmetro 01. %Ram Porcentagem ramificados 02. %Spp Porcentagem das espécies 03. 04. AbsDe AbsDo Densidade absoluta Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. 08. 09. AreaBas DiâmMédRam DiâmRam Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos 10. dpAlt 11. 12. dpDia dpDiâmRam Desvio padrão Diâmetro desvio padrão Diâmetros dos Ramos Desvio padrão Altura 13. 14. dpDist dpNInd desvio padrão da distãncia desvio padrão no. indivíduos 15. dpVol 16. 17. IVC IVI 18. 19. MaxAlt MaxDia 20. MaxNRam 21. MaxRam Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo
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    112 22. MaxVol 23. 24. MédAlt MédDia 25. MédDist 26. 27. MédNRam MédVol 28. 29. MinAlt MinDia 30. MinNRam 31. 32. MinRam MinVol 33. 34. NAlt NAm 35. NDist Volume máximo Altura média Diâmetromédia distância média no. média de ramos Volume médio Altura mínima Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo Volume mínimo N para altura No. de amostras N para distâncias 36. 37. NDom NInd N para dominância no. de indivíduos 38. 39. NIndRam NoVol 40. NSpp No. de espécies 41. 42. Obs. RelDe Observações Densidade relativa 43. 44. RelDo RelFr Dominância relativa Freqüência realtiva 45. RelVol 46. 47. TotRam TotRam(+f) 48. Vol No. de Indivíduos Ramificados N para volume Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    113 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim.FPD". Projeto Fehidro Jumirim Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Jumirim Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 12 No de especies: 19 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 49 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Jumirim Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 49,000 19,000 - - - - - No. de Famílias 12,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 980,000 - - 248,998 669,356 1290,644 Freqüência total Freqüência total das famílias 680,000 600,000 - - - - - Área Basal total 1,727 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 34,540 15,484 - - - - - Área total da amostra Diâmetro - média 0,050 17,122 54,000 5,000 12,602 13,503 20,742 Altura - média 6,939 12,000 3,000 2,651 6,177 7,700 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,316 0,633 2,519 0,639 0,006 - 0,555 - 0,156 - 0,475 - chi quadrado. Variância/Média Idelta de Morisita 2,531 0,969 - - - 0,449 0,926 11,128 1,148 Morisita estandardizado (Ip) -0,207 - - - - - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 2,612 13,625 - - 0,083 - 2,572 - 2,652 - Equabilidade ACE 0,887 0 - - - - - Shannon sem vies 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,079 12,645 - - - - - 1-D 0,921 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Espécies.FPM". Obs.
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    114 Parâmetros para Espécies: Projeto Fehidro Jumirim Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Peltophorum dubium Erythrina mulungu 10 5 2,000 1,000 200,0 100,0 20,41 10,20 3 3 60,00 60,00 8,82 8,82 18,00 5,46 Cordia sellowiana 4 0,837 80,0 8,16 3 60,00 8,82 4,40 Croton floribundus Triplaris americana 7 4 0,894 0,837 140,0 80,0 14,29 8,16 4 3 80,00 60,00 11,76 8,82 1,15 0,69 Guazuma ulmifolia Schizolobium parahyba 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 4,08 4,08 2 2 40,00 40,00 5,88 5,88 0,76 0,71 Pterogyne nitens 2 0,894 40,0 4,08 1 20,00 2,94 1,69 Ceiba speciosa Cecropia pachystachya 2 2 0,548 0,548 40,0 40,0 4,08 4,08 2 2 40,00 40,00 5,88 5,88 0,35 0,18 Bauhinia forficata 1 0,447 20,0 2,04 1 20,00 2,94 0,23 Anadenanthera falcata Tabebuia sp. 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 2,04 2,04 1 1 20,00 20,00 2,94 2,94 0,19 0,16 Psidium guajava Trema micrantha 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 2,04 2,04 1 1 20,00 20,00 2,94 2,94 0,13 0,13 Tabebuia heptaphylla 1 0,447 20,0 2,04 1 20,00 2,94 0,10 Cassia grandis Pachira aquatica 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 2,04 2,04 1 1 20,00 20,00 2,94 2,94 0,10 0,08 Caesalpinia ferrea 1 0,447 20,0 2,04 1 20,00 2,94 0,06 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Peltophorum dubium Erythrina mulungu 52,11 15,81 6,00 3,00 12,00 5,50 10,30 4,40 2,12 1,29 6,00 5,00 54,00 51,00 30,60 20,60 15,25 18,41 Cordia sellowiana 12,73 6,00 7,00 6,50 0,58 18,00 30,00 26,00 5,66 Croton floribundus Triplaris americana 3,34 2,00 5,00 4,00 7,00 10,00 5,71 5,75 0,76 2,87 7,00 5,00 14,00 14,00 9,86 9,75 3,02 4,43 Guazuma ulmifolia Schizolobium parahyba 2,19 2,04 5,00 5,00 8,00 12,00 6,50 8,50 2,12 4,95 9,00 7,00 20,00 20,00 14,50 13,50 7,78 9,19 Pterogyne nitens 4,89 10,00 12,00 11,00 1,41 20,00 26,00 23,00 4,24 Ceiba speciosa Cecropia pachystachya 1,01 0,51 5,00 5,00 5,50 6,00 5,25 5,50 0,35 0,71 10,00 7,00 11,00 8,00 10,50 7,50 0,71 0,71 Bauhinia forficata 0,65 4,50 4,50 4,50 - 12,00 12,00 12,00 - Anadenanthera falcata Tabebuia sp. 0,55 0,45 7,00 6,00 7,00 6,00 7,00 6,00 - 11,00 10,00 11,00 10,00 11,00 10,00 - Psidium guajava Trema micrantha 0,37 0,37 5,00 7,00 5,00 7,00 5,00 7,00 - 9,00 9,00 9,00 9,00 9,00 9,00 - Tabebuia heptaphylla 0,29 7,00 7,00 7,00 - 8,00 8,00 8,00 - Cassia grandis Pachira aquatica 0,29 0,22 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 - 8,00 7,00 8,00 7,00 8,00 7,00 - Caesalpinia ferrea 0,16 6,00 6,00 6,00 - 6,00 6,00 6,00 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Peltophorum dubium Erythrina mulungu 10,10 1,31 202,00 26,17 65,23 8,45 0,017 0,006 2,52 1,02 1,010 0,262 0,889 0,429 81,34 34,84 72,52 26,02 Cordia sellowiana 1,40 27,96 9,03 0,178 0,42 0,350 0,117 29,72 20,90
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    115 Croton floribundus 0,34 6,72 2,17 0,019 0,11 0,048 0,033 29,39 17,63 Triplaris americana Guazumaulmifolia 0,23 0,28 4,66 5,66 1,50 1,83 0,008 0,032 0,13 0,25 0,058 0,142 0,059 0,155 18,98 12,15 10,16 6,27 Schizolobium parahyba 0,40 7,92 2,56 0,019 0,38 0,198 0,253 12,01 6,12 Pterogyne nitens Ceiba speciosa 0,95 0,09 19,03 1,81 6,14 0,59 0,314 0,043 0,64 0,05 0,476 0,045 0,228 0,003 11,92 10,97 8,97 5,09 Cecropia pachystachya Bauhinia forficata 0,05 0,05 0,99 1,02 0,32 0,33 0,019 0,051 0,03 0,05 0,025 0,051 0,008 - 10,48 5,64 4,60 2,70 Anadenanthera falcata 0,07 1,33 0,43 0,067 0,07 0,067 - 5,53 2,59 Tabebuia sp. Psidium guajava 0,05 0,03 0,94 0,64 0,30 0,21 0,047 0,032 0,05 0,03 0,047 0,032 - 5,44 5,35 2,50 2,41 Trema micrantha Tabebuia heptaphylla 0,04 0,04 0,89 0,70 0,29 0,23 0,045 0,035 0,04 0,04 0,045 0,035 - 5,35 5,27 2,41 2,33 Cassia grandis 0,03 0,50 0,16 0,025 0,03 0,025 - 5,27 2,33 Pachira aquatica Caesalpinia ferrea 0,02 0,02 0,38 0,34 0,12 0,11 0,019 0,017 0,02 0,02 0,019 0,017 - 5,20 5,15 2,26 2,20 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Jumirim Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo LEG.-CAESALPINIOIDEAE 16 320,0 32,65 5 100,00 16,67 20,72 59,99 LEG.-PAPILIONOIDEAE EUPHORBIACEAE 5 7 100,0 140,0 10,20 14,29 3 4 60,00 80,00 10,00 13,33 5,46 1,15 15,81 3,34 BORAGINACEAE 4 80,0 8,16 3 60,00 10,00 4,40 12,73 POLYGONACEAE BOMBACACEAE 4 3 80,0 60,0 8,16 6,12 3 2 60,00 40,00 10,00 6,67 0,69 0,42 2,00 1,23 STERCULIACEAE BIGNONIACEAE 2 2 40,0 40,0 4,08 4,08 2 2 40,00 40,00 6,67 6,67 0,76 0,26 2,19 0,75 MYRTACEAE 2 40,0 4,08 2 40,00 6,67 0,18 0,53 CECROPIACEAE LEG.-MIMOSOIDEAE 2 1 40,0 20,0 4,08 2,04 2 1 40,00 20,00 6,67 3,33 0,18 0,19 0,51 0,55 ULMACEAE 1 20,0 2,04 1 20,00 3,33 0,13 0,37 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Vol LEG.-CAESALPINIOIDEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 4,50 3,00 12,00 5,50 9,47 4,40 2,89 1,29 6,00 5,00 54,00 51,00 24,94 20,60 14,70 18,41 11,52 1,31 EUPHORBIACEAE 5,00 7,00 5,71 0,76 7,00 14,00 9,86 3,02 0,34 BORAGINACEAE POLYGONACEAE 6,00 4,00 7,00 10,00 6,50 5,75 0,58 2,87 18,00 5,00 30,00 14,00 26,00 9,75 5,66 4,43 1,40 0,23 BOMBACACEAE STERCULIACEAE 5,00 5,00 5,50 8,00 5,17 6,50 0,29 2,12 7,00 9,00 11,00 20,00 9,33 14,50 2,08 7,78 0,11 0,28 BIGNONIACEAE 6,00 7,00 6,50 0,71 8,00 10,00 9,00 1,41 0,08 MYRTACEAE CECROPIACEAE 5,00 5,00 6,00 6,00 5,50 5,50 0,71 0,71 6,00 7,00 9,00 8,00 7,50 7,50 2,12 0,71 0,05 0,05 LEG.-MIMOSOIDEAE 7,00 7,00 7,00 - 11,00 11,00 11,00 - 0,07 ULMACEAE 7,00 7,00 7,00 - 9,00 9,00 9,00 - 0,04
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    116 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVoMédVo dpVol l l IVI IVC LEG.-CAESALPINIOIDEAE 230,48 74,42 0,017 2,52 0,720 0,802 109,31 92,64 LEG.-PAPILIONOIDEAE EUPHORBIACEAE 26,17 6,72 8,45 2,17 0,006 0,019 1,02 0,11 0,262 0,048 0,429 0,033 36,02 30,96 26,02 17,63 BORAGINACEAE POLYGONACEAE 27,96 4,66 9,03 1,50 0,178 0,008 0,42 0,13 0,350 0,058 0,117 0,059 30,90 20,16 20,90 10,16 BOMBACACEAE 2,20 0,71 0,019 0,05 0,037 0,015 14,02 7,35 STERCULIACEAE BIGNONIACEAE 5,66 1,65 1,83 0,53 0,032 0,035 0,25 0,05 0,142 0,041 0,155 0,008 12,94 11,49 6,27 4,83 MYRTACEAE CECROPIACEAE 0,98 0,99 0,31 0,32 0,017 0,019 0,03 0,03 0,024 0,025 0,010 0,008 11,28 11,26 4,61 4,60 LEG.-MIMOSOIDEAE 1,33 0,43 0,067 0,07 0,067 - 5,92 2,59 ULMACEAE 0,89 0,29 0,045 0,04 0,045 - 5,74 2,41 Famílias NSpp %Spp LEG.-CAESALPINIOIDEAE 5 26,32 LEG.-PAPILIONOIDEAE 1 5,26 EUPHORBIACEAE BORAGINACEAE 1 1 5,26 5,26 POLYGONACEAE BOMBACACEAE 1 2 5,26 10,53 STERCULIACEAE 1 5,26 BIGNONIACEAE MYRTACEAE 2 2 10,53 10,53 CECROPIACEAE LEG.-MIMOSOIDEAE 1 1 5,26 5,26 ULMACEAE 1 5,26 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 2 Jumirim-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Jumirim Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 9 900,0 18,37 38,30 5,00 6,00 5,44 0,53 6,00 51,00 18,00 15,65 A2 A3 6 10 600,0 1000,0 12,24 20,41 15,65 57,83 3,00 4,00 8,50 12,00 6,17 8,80 2,07 3,22 7,00 5,00 27,00 54,00 16,67 22,30 8,07 16,30 A4 12 1200,0 24,49 40,62 4,00 12,00 7,46 2,78 6,00 48,00 16,17 13,60 A5 12 1200,0 24,49 20,31 3,00 12,00 6,38 2,52 5,00 26,00 13,33 6,41 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 A2 2,06 1,05 206,28 104,75 13,32 6,77 0,017 0,019 1,02 0,46 0,229 0,175 0,343 0,168 7 4 0,38 0,16 A3 6,46 646,24 41,74 0,008 2,52 0,646 0,846 6 0,58
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    117 A4 4,39 439,24 28,37 0,015 2,17 0,366 0,697 7 0,41 A5 1,52 151,86 9,81 0,006 0,38 0,127 0,136 10 0,20 Abreviações usadas paraparâmetros itens abreviação parâmetro 01. %Ram Porcentagem ramificados 02. %Spp Porcentagem das espécies 03. 04. AbsDe AbsDo Densidade absoluta Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. 08. 09. AreaBas DiâmMédRam DiâmRam Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos 10. dpAlt 11. 12. dpDia dpDiâmRam Desvio padrão Diâmetro desvio padrão Diâmetros dos Ramos Desvio padrão Altura 13. 14. dpDist dpNInd desvio padrão da distãncia desvio padrão no. indivíduos 15. dpVol 16. 17. IVC IVI 18. 19. MaxAlt MaxDia 20. MaxNRam 21. 22. MaxRam MaxVol 23. 24. MédAlt MédDia 25. MédDist 26. 27. MédNRam MédVol Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio 28. 29. MinAlt MinDia Altura mínima Diâmetro mínimo 30. MinNRam 31. 32. MinRam MinVol 33. NAlt N para altura 34. 35. NAm NDist No. de amostras N para distâncias No. mín. de ramos Menor ramo Volume mínimo 36. 37. NDom NInd N para dominância no. de indivíduos 38. NIndRam 39. 40. NoVol NSpp N para volume No. de espécies 41. 42. Obs. RelDe Observações Densidade relativa 43. RelDo Dominância relativa 44. 45. RelFr RelVol Freqüência realtiva Volume relativo 46. 47. TotRam TotRam(+f) 48. Vol No. de Indivíduos Ramificados No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    118 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade.FPD". Projeto Fehidro Piedade Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Piedade Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 10 No de especies: 15 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 59 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Piedade Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 59,000 - - - - - No. de Espécies No. de Famílias 15,000 10,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 1180,000 - - 294,958 812,017 1547,983 Freqüência total 780,000 - - - - - Freqüência total das famílias Área Basal total 640,000 0 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 0 0 - - - - - Área total da amostra 0,050 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 2,153 5,000 0,400 1,121 0 1,860 0 2,445 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,737 0,566 - - 0 - 0 - chi quadrado. Variância/Média 2,949 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 0,982 -0,148 - - - 0,939 - 1,123 - Índice Shannon-Wiener 2,401 - - 0,062 2,367 2,436 Equiv. de Shannon em espécies Equabilidade 11,039 0,887 - - - - - ACE Shannon sem vies 19,099 2,555 - - - - - Shannon sem vies equiv. em esp. 12,869 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,096 10,370 - - - - - 1-D 0,904 - - - - - Obs.
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    119 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Piedade Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt Anadenanthera colubrina 12 1,673 240,0 20,34 5 100,00 12,82 2,00 5,00 Tabebuia alba Hymenaea courbaril 9 8 0,837 1,517 180,0 160,0 15,25 13,56 5 4 100,00 80,00 12,82 10,26 1,75 1,50 3,20 2,20 Eugenia uniflora Pseudobombax longiflorum 4 5 0,447 1,225 80,0 100,0 6,78 8,47 4 3 80,00 60,00 10,26 7,69 1,60 0,40 3,50 1,50 Caesalpinia peltophoroides 4 0,837 80,0 6,78 3 60,00 7,69 0,50 2,50 Lafoensia glyptocarpa Inga vera 3 3 0,548 0,548 60,0 60,0 5,08 5,08 3 3 60,00 60,00 7,69 7,69 0,70 1,60 2,00 2,00 Lafoensia pacari Schinus terebinthifolius 4 2 1,304 0,548 80,0 40,0 6,78 3,39 2 2 40,00 40,00 5,13 5,13 1,50 0,80 3,50 3,00 Euterpe edulis 1 0,447 20,0 1,69 1 20,00 2,56 0,80 0,80 Anadenanthera macrocarpa Tabebuia heptaphylla 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 1,69 1,69 1 1 20,00 20,00 2,56 2,56 2,00 0,40 2,00 0,40 Lithraea molleoides 1 0,447 20,0 1,69 1 20,00 2,56 2,50 2,50 Mangifera indica 1 0,447 20,0 1,69 1 20,00 2,56 0,40 0,40 Espécies MédAlt dpAlt IVI IVC Anadenanthera colubrina 3,50 1,09 33,16 20,34 Tabebuia alba 2,44 0,59 28,07 15,25 Hymenaea courbaril Eugenia uniflora 1,80 2,48 0,26 0,92 23,82 17,04 13,56 6,78 Pseudobombax longiflorum Caesalpinia peltophoroides 0,79 1,57 0,45 0,83 16,17 14,47 8,47 6,78 Lafoensia glyptocarpa 1,30 0,66 12,78 5,08 Inga vera Lafoensia pacari 1,77 2,35 0,21 0,87 12,78 11,91 5,08 6,78 Schinus terebinthifolius Euterpe edulis 1,90 0,80 1,56 - 8,52 4,26 3,39 1,69 Anadenanthera macrocarpa 2,00 - 4,26 1,69 Tabebuia heptaphylla Lithraea molleoides 0,40 2,50 - 4,26 4,26 1,69 1,69 Mangifera indica 0,40 - 4,26 1,69 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Piedade Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr MinAlt MaxAlt MédAlt LEG.-MIMOSOIDEAE 16 320,0 27,12 5 100,00 15,63 1,60 5,00 3,08
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    120 BIGNONIACEAE 10 200,0 16,95 5 100,00 15,63 0,40 3,20 2,23 LEG.-CAESALPINIOIDEAE LYTHRACEAE 8 7 160,0 140,0 13,56 11,86 4 4 80,00 80,00 12,50 12,50 1,50 0,70 2,20 3,50 1,80 1,90 MYRTACEAE 4 80,0 6,78 4 80,00 12,50 1,60 3,50 2,48 BOMBACACEAE FABACEAE 5 4 100,0 80,0 8,47 6,78 3 3 60,00 60,00 9,38 9,38 0,40 0,50 1,50 2,50 0,79 1,57 ANACARDIACEAE ARECACEAE 3 1 60,0 20,0 5,08 1,69 2 1 40,00 20,00 6,25 3,13 0,80 0,80 3,00 0,80 2,10 0,80 Anarcadiaceae 1 20,0 1,69 1 20,00 3,13 0,40 0,40 0,40 Famílias dpAlt IVI IVC NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE BIGNONIACEAE 1,20 0,85 42,74 32,57 27,12 16,95 3 2 20,00 13,33 LEG.-CAESALPINIOIDEAE 0,26 26,06 13,56 1 6,67 LYTHRACEAE MYRTACEAE 0,91 0,92 24,36 19,28 11,86 6,78 2 1 13,33 6,67 BOMBACACEAE FABACEAE 0,45 0,83 17,85 16,15 8,47 6,78 1 1 6,67 6,67 ANACARDIACEAE 1,15 11,33 5,08 2 13,33 ARECACEAE Anarcadiaceae - 4,82 4,82 1,69 1,69 1 1 6,67 6,67 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Piedade-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Piedade Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt NSpp A1 7 700,0 11,86 1,80 3,50 2,54 0,64 6 A2 A3 12 13 1200,0 1300,0 20,34 22,03 1,50 0,40 5,00 5,00 2,49 1,97 1,18 1,05 6 8 A4 15 1500,0 25,42 0,40 4,50 1,71 1,32 11 A5 12 1200,0 20,34 0,80 4,00 2,35 1,00 8 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. abreviação %Ram parâmetro Porcentagem ramificados 02. 03. %Spp AbsDe 04. AbsDo Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. AreaBas 08. 09. DiâmMédRam DiâmRam 10. 11. dpAlt dpDia Porcentagem das espécies Densidade absoluta Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro
  • 121.
    121 12. dpDiâmRam desvio padrão Diâmetrosdos Ramos 13. 14. dpDist dpNInd desvio padrão da distãncia desvio padrão no. indivíduos 15. dpVol 16. 17. IVC IVI 18. 19. MaxAlt MaxDia 20. MaxNRam 21. 22. MaxRam MaxVol 23. 24. MédAlt MédDia 25. MédDist 26. 27. MédNRam MédVol 28. 29. MinAlt MinDia 30. MinNRam 31. 32. MinRam MinVol 33. 34. NAlt NAm 35. NDist Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos Volume médio Altura mínima Diâmetro mínimo No. mín. de ramos Menor ramo Volume mínimo N para altura No. de amostras N para distâncias 36. 37. NDom NInd N para dominância no. de indivíduos 38. NIndRam 39. 40. NoVol NSpp N para volume No. de espécies 41. 42. Obs. RelDe Observações Densidade relativa 43. RelDo Dominância relativa 44. 45. RelFr RelVol Freqüência realtiva Volume relativo 46. 47. TotRam TotRam(+f) 48. Vol No. de Indivíduos Ramificados No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
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    122 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia.FPD". Projeto Fehidro Sorocaba Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Sorocaba Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 7 No de especies: 9 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 50 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Sorocaba Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos No. de Espécies 50,000 9,000 - - - - - No. de Famílias 7,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 1000,000 - - 406,202 493,231 1506,769 Freqüência total Freqüência total das famílias 480,000 380,000 - - - - - Área Basal total 5,225 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 104,499 49,772 - - - - - Área total da amostra 0,050 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 31,110 7,890 79,000 18,000 7,000 3,000 19,238 3,542 25,643 6,883 36,577 8,897 Volume - média Razão Variância/Média + "p" 0,995 1,650 5,882 0,159 0,015 - 1,384 - 0,602 - 1,389 - chi quadrado. Variância/Média 6,600 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 1,053 0,182 - - - 0,928 - 1,145 - Índice Shannon-Wiener Equiv. de Shannon em espécies 1,980 7,244 - - 0,057 - 1,936 - 2,024 - Equabilidade 0,901 - - - - - ACE Shannon sem vies 0 0 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,142 7,040 - - - - - 1-D 0,858 - - - - Obs. - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Espécies.FPM".
  • 123.
    123 Parâmetros para Espécies: Projeto Fehidro Sorocaba Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Cordia superba 11 1,643 220,0 22,00 5 100,00 20,83 28,19 Inga vera Enterolobium contortisiliquum 12 7 2,302 0,894 240,0 140,0 24,00 14,00 4 4 80,00 80,00 16,67 16,67 23,78 9,69 Citharexylum myrianthum 5 1,000 100,0 10,00 3 60,00 12,50 13,24 Guazuma ulmifolia Erythrina speciosa 6 3 1,789 0,894 120,0 60,0 12,00 6,00 2 2 40,00 40,00 8,33 8,33 13,33 8,99 Anadenanthera macrocarpa Croton uruncurana 3 2 0,894 0,894 60,0 40,0 6,00 4,00 2 1 40,00 20,00 8,33 4,17 6,64 0,56 Triplaris americana 1 0,447 20,0 2,00 1 20,00 4,17 0,08 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Cordia superba 26,97 3,00 18,00 8,50 4,47 13,00 79,00 33,18 24,15 Inga vera Enterolobium contortisiliquum 22,75 9,27 3,50 4,00 10,00 12,00 6,08 7,57 2,12 2,88 9,00 9,00 56,00 54,00 31,96 24,86 16,18 17,52 Citharexylum myrianthum Guazuma ulmifolia 12,67 12,76 5,00 11,00 13,00 13,00 10,40 11,83 3,21 0,75 21,00 18,00 71,00 56,00 36,80 35,33 20,38 14,11 Erythrina speciosa 8,61 3,50 12,00 6,50 4,77 18,00 71,00 36,00 30,32 Anadenanthera macrocarpa Croton uruncurana 6,36 0,54 4,00 3,50 7,00 7,00 6,00 5,25 1,73 2,47 9,00 10,00 57,00 16,00 32,00 13,00 24,06 4,24 Triplaris americana 0,07 4,00 4,00 4,00 - 7,00 7,00 7,00 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Cordia superba Inga vera 14,29 8,37 285,71 167,36 28,70 16,81 0,046 0,038 5,88 1,97 1,299 0,697 2,024 0,656 69,81 63,42 48,97 46,75 Enterolobium contortisiliquum 5,01 100,19 10,07 0,025 2,75 0,716 1,007 39,94 23,27 Citharexylum myrianthum Guazuma ulmifolia 7,00 7,66 140,08 153,22 14,07 15,39 0,450 0,305 4,75 2,71 1,401 1,277 1,875 0,888 35,17 33,09 22,67 24,76 Erythrina speciosa 4,95 99,07 9,95 0,089 4,75 1,651 2,685 22,94 14,61 Anadenanthera macrocarpa Croton uruncurana 2,31 0,17 46,13 3,36 4,63 0,34 0,025 0,027 1,79 0,14 0,769 0,084 0,912 0,080 20,69 8,70 12,36 4,54 Triplaris americana 0,02 0,31 0,03 0,015 0,02 0,015 - 6,24 2,07 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Sorocaba Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo LEG.-MIMOSOIDEAE 22 440,0 44,00 5 100,00 26,32 40,11 38,38
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    124 BORAGINACEAE 11 220,0 22,00 5 100,00 26,32 28,19 26,97 VERBENACEAE STERCULIACEAE 5 6 100,0 120,0 10,00 12,00 3 2 60,00 40,00 15,79 10,53 13,24 13,33 12,67 12,76 LEG.-PAPILIONOIDEAE 3 60,0 6,00 2 40,00 10,53 8,99 8,61 EUPHORBIACEAE POLYGONACEAE 2 1 40,0 20,0 4,00 2,00 1 1 20,00 20,00 5,26 5,26 0,56 0,08 0,54 0,07 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDiaMaxDi a MédDi a dpDia Vol LEG.-MIMOSOIDEAE 3,50 12,00 6,55 2,35 9,00 57,00 29,70 17,07 15,68 BORAGINACEAE VERBENACEAE 3,00 5,00 18,00 13,00 8,50 10,40 4,47 3,21 13,00 21,00 79,00 71,00 33,18 36,80 24,15 20,38 14,29 7,00 STERCULIACEAE 11,00 13,00 11,83 0,75 18,00 56,00 35,33 14,11 7,66 LEG.-PAPILIONOIDEAE EUPHORBIACEAE 3,50 3,50 12,00 7,00 6,50 5,25 4,77 2,47 18,00 10,00 71,00 16,00 36,00 13,00 30,32 4,24 4,95 0,17 POLYGONACEAE 4,00 4,00 4,00 - 7,00 7,00 7,00 - 0,02 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC LEG.-MIMOSOIDEAE BORAGINACEAE 313,68 285,71 31,51 28,70 0,025 0,046 2,75 5,88 0,713 1,299 0,771 2,024 108,70 75,29 82,38 48,97 VERBENACEAE 140,08 14,07 0,450 4,75 1,401 1,875 38,46 22,67 STERCULIACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 153,22 99,07 15,39 9,95 0,305 0,089 2,71 4,75 1,277 1,651 0,888 2,685 35,28 25,13 24,76 14,61 EUPHORBIACEAE POLYGONACEAE 3,36 0,31 0,34 0,03 0,027 0,015 0,14 0,02 0,084 0,015 0,080 - 9,80 7,34 4,54 2,07 Famílias NSpp %Spp LEG.-MIMOSOIDEAE 3 33,33 BORAGINACEAE VERBENACEAE 1 1 11,11 11,11 STERCULIACEAE 1 11,11 LEG.-PAPILIONOIDEAE EUPHORBIACEAE 1 1 11,11 11,11 POLYGONACEAE 1 11,11 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 4 Sorocaba Vitória Régia-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Sorocaba Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 16 1600,0 32,00 124,70 3,50 9,00 5,88 1,74 10,00 57,00 27,16 16,49 A2 A3 6 12 600,0 1200,0 12,00 24,00 62,55 185,56 3,00 3,50 10,00 12,00 6,92 8,13 3,01 3,79 19,00 9,00 46,00 79,00 35,33 36,17 9,73 26,85 A4 9 900,0 18,00 107,98 4,00 13,00 9,56 3,54 7,00 73,00 33,11 22,03
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    125 A5 7 700,0 14,00 41,71 4,50 18,00 10,79 4,30 10,00 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVodpVol l l NSpp AreaBa s A1 8,49 848,63 17,05 0,027 1,97 0,530 0,680 5 1,25 A2 A3 4,81 20,76 480,77 2075,50 9,66 41,70 0,099 0,025 1,31 5,88 0,801 1,730 0,523 2,210 3 6 0,63 1,86 A4 12,01 1200,56 24,12 0,015 4,60 1,334 1,528 5 1,08 A5 3,72 371,70 7,47 0,055 0,81 0,531 0,271 5 0,42 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. abreviação %Ram parâmetro Porcentagem ramificados 02. 03. %Spp AbsDe 04. AbsDo Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. AreaBas Porcentagem das espécies Densidade absoluta Área basal 08. 09. DiâmMédRam DiâmRam 10. 11. dpAlt dpDia 12. dpDiâmRam desvio padrão Diâmetros dos Ramos 13. 14. dpDist dpNInd desvio padrão da distãncia desvio padrão no. indivíduos 15. 16. dpVol IVC 17. IVI 18. 19. MaxAlt MaxDia 20. 21. MaxNRam MaxRam 22. MaxVol 23. 24. MédAlt MédDia 25. 26. MédDist MédNRam Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média Diâmetro média distância média no. média de ramos 27. MédVol Volume médio 28. 29. MinAlt MinDia Altura mínima Diâmetro mínimo 30. MinNRam 31. 32. MinRam MinVol 33. 34. NAlt NAm 35. NDist 36. 37. NDom NInd 38. 39. NIndRam NoVol 40. NSpp No. mín. de ramos Menor ramo Volume mínimo N para altura No. de amostras N para distâncias N para dominância no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies 48,00 25,29 11,80
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    126 41. Obs. 42. 43. RelDe RelDo Densidade relativa Dominância relativa 44. RelFr Freqüênciarealtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. 48. TotRam(+f) Vol Observações Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
  • 127.
    127 Fitopac 2.1 Cálculo deParâmetros Fitossociológicos Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí.FPD". Projeto Fehidro Tatuí Gerson Eli Fernandes Método: Parcelas São Paulo: Tatuí Latitude: 0°0'0,00"N (0,000) Longitude: 0°0'0,00"W (0,000) Altitude mínimo: 0 Altitude máximo: 0 No. de famílias: 9 No de especies: 13 No. de Amostras: 5 No. de Indivíduos: 42 Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros Gerais.FPM". Parâmetros Gerais - Projeto Fehidro Tatuí Gerson Eli Fernandes Parâmetros Valor Máximo Mínimo d.p. LC95inf LC95sup No. de indivíduos 42,000 - - - - - No. de Espécies No. de Famílias 13,000 9,000 - - - - - No. de Amostras Densidade 5,000 840,000 - - 219,089 566,669 1113,331 Freqüência total 540,000 - - - - - Freqüência total das famílias Área Basal total 440,000 0,353 - - - - - Dominância Absoluta Volume total 7,050 2,251 - - - - - Área total da amostra 0,050 - - - - - Diâmetro - média Altura - média 9,345 5,500 22,000 9,000 5,000 3,000 4,473 1,581 7,951 5,007 10,739 5,993 Volume - média 0,054 0,304 0,006 0,064 0,034 0,074 Razão Variância/Média + "p" chi quadrado. Variância/Média 0,571 2,286 0,683 - - - 0,449 11,128 Idelta de Morisita Morisita estandardizado (Ip) 0,958 -0,241 - - - 0,913 - 1,174 - Índice Shannon-Wiener 2,236 - - 0,081 2,187 2,285 Equiv. de Shannon em espécies Equabilidade 9,355 0,872 - - - - - ACE Shannon sem vies 16,749 2,423 - - - - - Shannon sem vies equiv. em esp. 11,285 - - - - - Índice Simpson 1/D 0,120 8,359 - - - - - 1-D 0,880 - - - - - Arquivo de dados usado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Espécies.FPM". Parâmetros para Espécies : Projeto Fehidro Tatuí Obs.
  • 128.
    128 Gerson Eli Fernandes Espécies NInd dpNIn d AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo Schinusterebinthifolius 12 2,510 240,0 28,57 4 80,00 14,81 2,32 Croton floribundus 5 0 100,0 11,90 5 100,00 18,52 1,32 Machaerium nyctitans Schinus molle 5 4 1,732 0,837 100,0 80,0 11,90 9,52 2 3 40,00 60,00 7,41 11,11 0,80 0,43 Mimosa setosa Trema micrantha 4 2 1,095 0,548 80,0 40,0 9,52 4,76 2 2 40,00 40,00 7,41 7,41 0,60 0,57 Citharexylum myrianthum 2 0,548 40,0 4,76 2 40,00 7,41 0,45 Lithraea molleoides Schizolobium parahyba 3 1 0,894 0,447 60,0 20,0 7,14 2,38 2 1 40,00 20,00 7,41 3,70 0,14 0,27 Platypodium elegans Araucaria angustifolia 1 1 0,447 0,447 20,0 20,0 2,38 2,38 1 1 20,00 20,00 3,70 3,70 0,04 0,04 Psidium guajava 1 0,447 20,0 2,38 1 20,00 3,70 0,04 Machaerium aculeatum 1 0,447 20,0 2,38 1 20,00 3,70 0,04 Espécies RelDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Schinus terebinthifolius Croton floribundus 32,91 18,76 4,00 4,00 8,00 8,00 5,17 7,00 1,27 1,73 5,00 7,00 22,00 18,00 9,46 12,40 6,06 4,28 Machaerium nyctitans 11,30 3,00 8,00 5,40 2,30 5,00 15,00 9,40 4,04 Schinus molle Mimosa setosa 6,08 8,47 5,00 4,00 5,00 6,00 5,00 5,25 0 0,96 8,00 6,00 9,00 12,00 8,25 9,50 0,50 2,52 Trema micrantha Citharexylum myrianthum 8,13 6,44 7,00 5,00 8,00 5,00 7,50 5,00 0,71 0 13,00 8,00 14,00 15,00 13,50 11,50 0,71 4,95 Lithraea molleoides 1,92 4,00 6,00 5,33 1,15 5,00 6,00 5,33 0,58 Schizolobium parahyba Platypodium elegans 3,77 0,56 9,00 3,00 9,00 3,00 9,00 3,00 - 13,00 5,00 13,00 5,00 13,00 5,00 - Araucaria angustifolia Psidium guajava 0,56 0,56 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 - 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 - Machaerium aculeatum 0,56 5,00 5,00 5,00 - 5,00 5,00 5,00 - Espécies Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC Schinus terebinthifolius 0,70 13,99 31,08 0,008 0,30 0,058 0,092 76,30 61,49 Croton floribundus Machaerium nyctitans 0,51 0,26 10,12 5,22 22,47 11,60 0,015 0,006 0,20 0,12 0,101 0,052 0,074 0,049 49,18 30,61 30,66 23,20 Schinus molle Mimosa setosa 0,11 0,16 2,14 3,21 4,76 7,13 0,025 0,014 0,03 0,07 0,027 0,040 0,003 0,023 26,72 25,40 15,61 17,99 Trema micrantha 0,22 4,32 9,60 0,093 0,12 0,108 0,021 20,30 12,89 Citharexylum myrianthum Lithraea molleoides 0,11 0,04 2,27 0,73 5,04 1,63 0,025 0,008 0,09 0,02 0,057 0,012 0,045 0,005 18,61 16,47 11,20 9,06 Schizolobium parahyba 0,12 2,39 5,31 0,119 0,12 0,119 - 9,85 6,15 Platypodium elegans Araucaria angustifolia 0,01 0,01 0,12 0,16 0,26 0,35 0,006 0,008 0,01 0,01 0,006 0,008 - 6,64 6,64 2,94 2,94 Psidium guajava Machaerium aculeatum 0,01 0,01 0,16 0,20 0,35 0,44 0,008 0,010 0,01 0,01 0,008 0,010 - 6,64 6,64 2,94 2,94
  • 129.
    129 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Famílias.FPM". Parâmetros para Famílias : Projeto Fehidro Tatuí Gerson Eli Fernandes Famílias NInd AbsDe RelDe NAm AbsFr RelFr AbsDo RelDo ANACARDIACEAE 19 380,0 45,24 5 100,00 22,73 2,88 40,91 EUPHORBIACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 5 7 100,0 140,0 11,90 16,67 5 3 100,00 60,00 22,73 13,64 1,32 0,87 18,76 12,41 LEGUMINOSEAE 4 80,0 9,52 2 40,00 9,09 0,60 8,47 ULMACEAE VERBENACEAE 2 2 40,0 40,0 4,76 4,76 2 2 40,00 40,00 9,09 9,09 0,57 0,45 8,13 6,44 LEG.-CAESALPINIOIDEAE ARAUCARIACEAE 1 1 20,0 20,0 2,38 2,38 1 1 20,00 20,00 4,55 4,55 0,27 0,04 3,77 0,56 MYRTACEAE 1 20,0 2,38 1 20,00 4,55 0,04 0,56 Famílias MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia Vol ANACARDIACEAE 4,00 8,00 5,16 1,07 5,00 22,00 8,55 4,98 0,84 EUPHORBIACEAE LEG.-PAPILIONOIDEAE 4,00 3,00 8,00 8,00 7,00 5,00 1,73 2,08 7,00 5,00 18,00 15,00 12,40 8,14 4,28 3,93 0,51 0,28 LEGUMINOSEAE ULMACEAE 4,00 7,00 6,00 8,00 5,25 7,50 0,96 0,71 6,00 13,00 12,00 14,00 9,50 13,50 2,52 0,71 0,16 0,22 VERBENACEAE 5,00 5,00 5,00 0 8,00 15,00 11,50 4,95 0,11 LEG.-CAESALPINIOIDEAE ARAUCARIACEAE 9,00 4,00 9,00 4,00 9,00 4,00 - 13,00 5,00 13,00 5,00 13,00 5,00 - 0,12 0,01 MYRTACEAE 4,00 4,00 4,00 - 5,00 5,00 5,00 - 0,01 Famílias AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l IVI IVC ANACARDIACEAE EUPHORBIACEAE 16,87 10,12 37,46 22,47 0,008 0,015 0,30 0,20 0,044 0,101 0,075 0,074 108,88 53,39 86,15 30,66 LEG.-PAPILIONOIDEAE 5,54 12,30 0,006 0,12 0,040 0,046 42,71 29,08 LEGUMINOSEAE ULMACEAE 3,21 4,32 7,13 9,60 0,014 0,093 0,07 0,12 0,040 0,108 0,023 0,021 27,08 21,99 17,99 12,89 VERBENACEAE 2,27 5,04 0,025 0,09 0,057 0,045 20,29 11,20 LEG.-CAESALPINIOIDEAE ARAUCARIACEAE 2,39 0,16 5,31 0,35 0,119 0,008 0,12 0,01 0,119 0,008 - 10,69 7,48 6,15 2,94 MYRTACEAE 0,16 0,35 0,008 0,01 0,008 - 7,48 2,94 Famílias NSpp %Spp ANACARDIACEAE EUPHORBIACEAE 3 1 23,08 7,69 LEG.-PAPILIONOIDEAE LEGUMINOSEAE 3 1 23,08 7,69 ULMACEAE 1 7,69 VERBENACEAE LEG.-CAESALPINIOIDEAE 1 1 7,69 7,69 ARAUCARIACEAE MYRTACEAE 1 1 7,69 7,69
  • 130.
    130 Arquivo de dadosusado foi : "DADOS Fitopac Sub-bacia 3 Tatuí-Parâmetros para Amostras.FPM". Parâmetros para Amostras : Projeto Fehidro Tatuí Gerson Eli Fernandes Amostras NInd AbsDe RelDe AbsDo MinAlt MaxAlt MédAlt dpAlt MinDia MaxDi a MédDi a dpDia A1 12 1200,0 28,57 9,63 4,00 5,00 4,67 0,49 5,00 22,00 8,88 5,05 A2 6 600,0 14,29 5,85 4,00 8,00 6,00 1,67 5,00 18,00 10,17 5,00 A3 A4 8 8 800,0 800,0 19,05 19,05 7,84 5,49 5,00 3,00 8,00 7,00 6,38 5,13 1,19 1,55 5,00 5,00 22,00 13,00 9,75 8,87 5,82 3,14 A5 8 800,0 19,05 6,44 3,00 9,00 5,88 2,42 5,00 15,00 9,50 3,74 Amostras Vol AbsVol RelVol MinVol MaxVo MédVo dpVol l l NSpp AreaBa s A1 0,47 47,18 20,96 0,008 0,19 0,039 0,053 6 0,10 A2 A3 0,42 0,58 42,10 57,88 18,70 25,71 0,008 0,012 0,20 0,30 0,070 0,072 0,078 0,103 5 4 0,06 0,08 A4 A5 0,32 0,46 31,93 46,05 14,18 20,45 0,006 0,006 0,09 0,12 0,040 0,058 0,031 0,051 7 5 0,05 0,06 Abreviações usadas para parâmetros itens 01. abreviação %Ram parâmetro Porcentagem ramificados 02. 03. %Spp AbsDe Porcentagem das espécies Densidade absoluta 04. AbsDo Dominância absoluta 05. 06. AbsFr AbsVol Freqüência absoluta Volume absoluto 07. 08. AreaBas DiâmMédRam 09. DiâmRam 10. 11. dpAlt dpDia 12. 13. dpDiâmRam dpDist desvio padrão Diâmetros dos Ramos desvio padrão da distãncia 14. dpNInd desvio padrão no. indivíduos 15. 16. dpVol IVC 17. 18. IVI MaxAlt 19. MaxDia 20. 21. MaxNRam MaxRam 22. 23. MaxVol MédAlt Área basal Diâm. Médio dos Ramos Diâm. dos Ramos Desvio padrão Altura Desvio padrão Diâmetro Desvio padrão de volume IVC IVI Altura máxima Diâmetro máximo No. máx. de ramos Maior ramo Volume máximo Altura média
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    131 24. MédDia 25. 26. MédDist MédNRam Diâmetro média distância média no.média de ramos 27. MédVol Volume médio 28. 29. MinAlt MinDia Altura mínima Diâmetro mínimo 30. 31. MinNRam MinRam No. mín. de ramos Menor ramo 32. MinVol Volume mínimo 33. 34. NAlt NAm N para altura No. de amostras 35. 36. NDist NDom N para distâncias N para dominância 37. NInd 38. 39. NIndRam NoVol 40. 41. NSpp Obs. 42. RelDe Densidade relativa 43. 44. RelDo RelFr Dominância relativa Freqüência realtiva 45. 46. RelVol TotRam 47. TotRam(+f) 48. Vol no. de indivíduos No. de Indivíduos Ramificados N para volume No. de espécies Observações Volume relativo No. de ramos No. de ramos (incl. ramos sem diam.) Volume (cilíndro)
  • 132.
    132 ANEXO IV –CADSTRO DE RAD`S Questionário para cadastro de RAD`s na bacia do CBH-SMT junto a Secretaria Executiva. Ítem Proprietário Telefone E-mail Endereço do PRAD Endereço do Ressponsável/proprietário Tipo de área (urbana, rural, industrial, loteamento) Sub_bacia Data assinatura TCRA Data início Área total ha Número de mudas Número de espécies Espécies Pioneiras Espécies Não pioneiras Espaçamento Origem das Mudas Cerca Irrigação Calagem Adubação Orgânica/quantidade/frequência Adubação Química/quantidade/frequência Adubação de Cobertura quantidade/frequência Metodologia e frequência da capina Método de controle de pragas Frequência do controle de pragas Informação
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    133 ANEXO IV -DADOS BRUTOS DAS PARCELAS SEGUEM ANEXO ARQUIVOS PARA CADA ÁREA: BOFETE.PDF BOITUVA.PDF BOTUCATU.PDF CAPELA.PDF IBIÚNA CONDOMÍNIO.PDF IBIÚNA PREFEITURA.PDF ITÚ CONDOMÍNIO.PDF ITÚ PREFEITURA.PDF JUMIRIM.PDF PIEDADE.PDF SOROCABA.PDF TATUÍ.PDF
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    134 ANEXO V –PRESTAÇÃO DE CONTAS - FINANCEIRO As duas últimas etapas do projeto foram realizadas sem o uso dos recursos financeiros do FEHIDRO.
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    135 ANEXO VI –DIVULGAÇÃO