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Campinas
2013
QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA
PRODUÇÃO DE ÁGUA NA BACIA
HIDROGRAFICA DO PIRACICABA
- MONITORAMENTO DA EVOLUÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS
HIDROLÓGICAS DE UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA,
EXTREMA, MINAS GERAIS -
Autores: Rinaldo de Oliveira Calheiros
Pesquisador Científico
Instituto Agronômico de Campinas
Paulo Henrique Pereira
Diretor do Departamento de Meio Ambiente
Prefeitura Municipal de Extrema, MG
Instituto Agronômico de Campinas - IAC
Prefeitura Municipal de Extrema, MG
Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola - FUNDAG
Campinas, 2014
I. INTRODUÇÃO
II. OBJETIVOS
Objetivo geral
Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de um programa de
monitoramento da eficiência das práticas de manejo conservacionistas vinculadas ao
Programa de Pagamentos por Serviços Ambientais em microbacias hidrográficas das
cabeceiras do Rio Jaguarí, em Extrema, MG.
Objetivos específicos
- Verificar a evolução da normalização hidrológica e a capacidade na produção de água
da microbacia hidrológica do Juncal.
- Executar a comparação dos dados de escoamento e qualidade da água, antes e depois
da adoção de práticas a serem implementadas nessa microbacia.
- Quantificar e qualificar individualmente a eficiência/contribuição na produção de água
de cada plano/elemento hidrológico promovido visando subsidiar estratégias de ação
e financiamento na recuperação de uma bacia hidrográfica.
Dos Forjos
Figura 2. Divisão das sub-bacias da Bacia hidrográfica do rio Jaguarí e
Camanducaia, no município de Extrema, MG.
Rio Jaguarí
.
Sub-Bacia
do
Salto
Sub-Bacia
doJaguarí
Sub-Bacia
doJaguarí
Rio Jaguar
Rio Jaguaríí
CCóórregodos
rregodosForjos
Forjos
SubSub--BaciaBacia
das Possesdas PossesSubSub--BaciaBacia
dosdos ForjosForjos
Figura 15. Delimitação da sub-bacia
dos Forjos.
METODOLOGIA
A avaliação da evolução na produção de água da microbacia do Juncal
submetida a práticas e processos hidrológicos conservacio-nistas de solo e
água será executada na condição antes e depois.
O período total do projeto será de cinco anos, sendo os dois primeiros
de avaliação da microbacia antes da implementação das ações
conservacionistas e os três anos seguintes, durante/após a implementação.
Esclarece-se que o primeiro ano de projeto contemplará a instalação
das estruturas de monitoramento e, ao mesmo tempo, as avaliações
hidrológicas. Assim, os primeiros equipamentos a serem instalados
deverão ser os de monitoramento da vazão.
Após o período de monitoramento-base, as ações de conservação
hidrológicas serão implementadas na microbacia, de forma sistemática e
escalonada possibilitando a identificação individual da eficiência de cada
ação conservacionista de quantidade e qualidade de água.
As ações conservacionistas de quantidade e qualidade de água,
serão:
- Desassoreamento das nascentes;
- Recuperação vegetacional das APPs das nascentes e dos corpos d’água;
- Recuperação física das nascentes;
-Instalações de estruturas de proteção da qualidade da água de nascentes para
consumo humano;
- Conservação de estradas;
- Construções de caixas de retenção de água;
- Terraceamento e recuperação vegetacional das matas de topo de morro;
ATRIBUTOS FÍSICO-HÍDRICOS-QUÍMICOS AVALIADOS
• Agrupamento textural
• Densidades do solo
• Espaço poroso do solo
• Distribuição do diâmetro dos poros
• Porosidade drenável
• Resistência do solo à penetração
• Permeabilidade do solo á água
• Disponibilidade total de água no solo
• Estabilidade de agregados
• Distribuição de agregados por tamanho
• Teores de matéria orgânica
• Fertilidade do solo, etc.
A B
Figura 31. Ensaio de granulometria utilizando peneiras; ensaio de granulometria
utilizando tubo com retirada pelo fundo.
Figura. Permeâmetro
CARACTERIZAÇÕES INICIAIS
CARACTERIZAÇÃO DO CONTORNO DOS FORJOS
- Caracterização da Geomorfologia regional
Caracterização da Compartimentação morfológica do município
CARACTERÍZAÇÃO FÍSICO-HIDROLÓGICA-QUÍMICAS DA MICROBACIA
- Rede de drenagem em detalhes (todos os sistemas básicos hidrológicos – Nascentes e
Córregos)
- Classes de Relevo da microbacia (Plano, Suave ondulado, Ondulado, etc.).
- Unidades pedológicas presentes na microbacia (Argissolos, Neossolos, etc.)
- Fertilidade, classe textural.
- Capacidade de Uso do solo; Classe de Aptidão agrícola das terras; Uso atual do solo.
- Caracterização das degradações do solo e da água (Vegetação nativa, uso agrícola, etc.).
- Mapeamento, qualificação e quantificação das áreas degradadas.
- Potencialidades de uso do solo e recarga de água na microbacia.
-Outras
CARACTERIZAÇÕES INICIAIS
Figura 4. Mapa de declividade da
sub-bacia das Posses, Extrema, MG
(França, 2008).
Figura 5. .Mapa de distribuição
da declividade do solo da sub-
bacia das Posses, Extrema, MG.
Figura 6. Mapa de declividade da
microbacia das Posses, Extrema,
MG (Azevedo, 2008).
Figura 7. Distribuição espacial das
unidades pedológicas presentes na
microbacia das Posses (França,
2008).
35
11
6
5
3
14
13
Figura 8. Pontos de amostragem da
fertilidade dos solos da microbacia
do ribeirão das Posses, segundo
Azevedo (2008).
Figura 11. Mapa de uso
atual do solo na sub-bacia
das Posses, Extrema, MG.
METODOLOGIA
A estratégia metodológica básica preconiza que os estudos e ações serão realizados
em 5 etapas:
ETAPA 1: Levantamento e diagnóstico de processos erosivos, traçado de
estradas rurais, uso e manejo do solo: Realização de levantamento e diagnóstico
dos processos erosivos estabelecidos nas áreas de pastagens, culturas e estradas
rurais. Com a orientação das cartas topográficas, imagens de satélite e apoio de GPS
(Sistema de Posicionamento Global), a microbacia hidrográfica será percorrida sendo
amostradas e cadastradas as formas de erosão, degradação e impacto nas regiões
de ocorrência em que estão inseridas;
ETAPA 2: Instalação dos instrumentais e monitoramento do “Antes” das
instalações das práticas conservacionistas;
Figura. Registrador de
vazão automático.
Figura. Calha Parshall
de fibra de vidro.
Figura. Diagrama definindo os termos de uma
hidrógrafa associada a um evento pluviométrico.
ETAPA 2: Instalação dos instrumentais e monitoramento do “Antes” das
instalações das práticas conservacionistas;
intensidade da precipitação, em intervalos de tempo pré-determinados (1 em 1
minuto).
Figura 29. Pluviômetro e pluviógrafo eletrônico.
Figura. Pluviômetro e pluviógrafo eletrônico.
Figura 27. Diagrama definindo os termos de uma hidrógrafa associada a
um evento pluviométrico (Vianei, J.; -).
Figura 18. Calha Parshall de fibra de vidro a ser utilizada no Juncal.
ETAPA 3: Realização de Projetos: Dimensionamentos das estruturas de
contenção de processos erosivos, planejamento de estradas e bacias de
captação de água. Recomendações de recobrimento vegetal, uso e manejo de
pastagens e de culturas.
ETAPA 4: Acompanhamento da implantação de práticas conservacionistas
para controle dos processos erosivos e demais ações de proteção:
Implementação das práticas conservacionistas e adoção dessas áreas como parte
das unidades de monitoramento.
ETAPA 5: Monitoramento do “Depois” das instalações das práticas
conservacionistas.
Tanque de sedimentação,
munido de um divisor
do tipo Geib de 15 janelas
Tanque coletor de
água e sedimentos.
Chapas
Galvanizadas
Declive
do terreno
Parcelas de
Avaliação
de Erosão
24m
4m
Figura. Parcelas-Padrão de Infiltração e
Sedimentometria com calhas coletoras
e os tanques coletores.
Parcelas-Padrão na avaliação da
Sedimentometria
(Mata de Topo de Morro, terraceamento, melhorias da
capacidade de infiltração do solo, Mata Ciliar, etc.)
H
Precipitação
Perda evaporação
Escorrimento
superficial
Interceptação pela
Cobertura do solo
( Planta e Mat. Inertes)
4
3
1 2
Transpiração
Escorrimento
Sub-superficial
Limite da área de
captação da nascente
Q
Vazão da
nascente
Componentes estimados
(utilizando-se, inclusive,
dados gerados de
outras avaliações)
Componentes estimados
(utilizando-se, inclusive,
dados gerados de
outras avaliações)
Linha de cumieira
da sub-bacia
Poços
Piezométricos
Figura 18. Componentes de fluxo para a determinação do balanço hidrológico parcelar
(nascentes) simplificado, em diferentes solos.
BALANÇO HIDROLÓGICO PARCELAR (NASCENTES)
Realização de avaliações hidrológicas em conjuntos de nascentes para comparação dos reflexos das práticas
conservacionistas na:
a) promoção da capacidade de infiltração, percolação e recarga das águas subterrâneas e;
b) na diminuição da erosão hídrica dos solos de uma área específica destacadas e selecionadas seguindo a dois
critérios: estarem sob domínio de mesma unidade pedológica e com diferente ocupação do solo nas áreas de
recarga.
Área de recarga
da nascente
Floresta nativa
Nascente APP
Floresta nativa
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem sem PC
Nascente APP
Floresta nativa
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem com PC
Nascente APP
Floresta nativa
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem com PC
Nascente APP
readequada
Área de recarga
da nascente
Floresta nativa
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem sem PC
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem com PC
Nascente APP
degradada
Área de recarga
da nascente
Floresta nativa
Área de recarga
da nascente
Cultivo ou pastagem sem PC
Nascente APP
degradada
Nascente APP
degradada
Nascente APP
Readequada
Nascente APP
Readequada
Figura. Monitoramento das vazões, tanto parcelar quanto nos
pequenos córregos, realizadas com calhas WSC.
Monitoramento da vazão
na meia encosta
Coleta de sedimentos em suspensão realizada corpo hídrico principal
Executada por meio do amostrador de nível ascendente ANA, construído nos moldes que foi descrito
por Umezawa (1979).
Figura. Amostrador de nível ascendente ANA instalado.
Trava da bóia: Esta trava limita a
bóia em seu nível zero.
Escala de Nível: Contém uma
escala de referência para a
medição do nível da água.
Haste Guia: Direciona a
bóia no sentido vertical.
Anel de Nível: Estará preso à
haste guia, e será elevado pela
bóia. Tem a função de registrar o
nível máximo que a água atingirá.
Bóia: Acompanhará o nível da
água. Será a responsável pela
elevação do anel de nível.
Figura 19. Avaliação do nível de capacidade de infiltração de um Terraço através de
Marcador de nível de erosão preconizado por Paula & Pruski (2007).
Figura.. Avaliação expedita do nível de capacidade de
infiltração de uma unidade de área através de marcador
de nível (Adaptado de Palestra de Devanir Garcia dos
Santos)
MODELAGEM COMO INTRUMENTO DE PREVISÃO PARA AS
DEMAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DA UGRHI 5.
Para estimativa do escoamento superficial e da produção de sedimentos
nas demais microbacias hidrográficas da UGRHI5, com base dos dados
obtidos na microbacia dos Forjos, serão feitas calibração e simulações do
Modelo SWAT versão 2009 associado a um Sistema de Informações
Geográficas (SIG), conforme aplicado por Green et al. (2008).
Esse modelo permite a simulação dos os seguintes processos
hidrológicos: interceptação, infiltração, redistribuição da água no solo,
evapotranspiração, escoamentos sub-superficial e superficial, armazenamento,
escoamento em canais principais e tributários e vazão de base.
Com isso, discriminando cada prática conservacionista possível de ser
implementada numa dada microbacia, será possível priorizá-las em função da
sua resposta relativa. Isso é muito útil no caso da disponibilidade de recursos
financeiros limitados para a realização da recuperação hidrológica de uma
microbacia hidrográfica.

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17/03 - Tarde - Mesa 2- Rinaldo de Oliveira Calheiros

  • 1. Campinas 2013 QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ÁGUA NA BACIA HIDROGRAFICA DO PIRACICABA - MONITORAMENTO DA EVOLUÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS HIDROLÓGICAS DE UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA, EXTREMA, MINAS GERAIS - Autores: Rinaldo de Oliveira Calheiros Pesquisador Científico Instituto Agronômico de Campinas Paulo Henrique Pereira Diretor do Departamento de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Extrema, MG Instituto Agronômico de Campinas - IAC Prefeitura Municipal de Extrema, MG Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola - FUNDAG Campinas, 2014
  • 2. I. INTRODUÇÃO II. OBJETIVOS Objetivo geral Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de um programa de monitoramento da eficiência das práticas de manejo conservacionistas vinculadas ao Programa de Pagamentos por Serviços Ambientais em microbacias hidrográficas das cabeceiras do Rio Jaguarí, em Extrema, MG. Objetivos específicos - Verificar a evolução da normalização hidrológica e a capacidade na produção de água da microbacia hidrológica do Juncal. - Executar a comparação dos dados de escoamento e qualidade da água, antes e depois da adoção de práticas a serem implementadas nessa microbacia. - Quantificar e qualificar individualmente a eficiência/contribuição na produção de água de cada plano/elemento hidrológico promovido visando subsidiar estratégias de ação e financiamento na recuperação de uma bacia hidrográfica. Dos Forjos
  • 3. Figura 2. Divisão das sub-bacias da Bacia hidrográfica do rio Jaguarí e Camanducaia, no município de Extrema, MG. Rio Jaguarí
  • 4. . Sub-Bacia do Salto Sub-Bacia doJaguarí Sub-Bacia doJaguarí Rio Jaguar Rio Jaguaríí CCóórregodos rregodosForjos Forjos SubSub--BaciaBacia das Possesdas PossesSubSub--BaciaBacia dosdos ForjosForjos Figura 15. Delimitação da sub-bacia dos Forjos.
  • 5. METODOLOGIA A avaliação da evolução na produção de água da microbacia do Juncal submetida a práticas e processos hidrológicos conservacio-nistas de solo e água será executada na condição antes e depois. O período total do projeto será de cinco anos, sendo os dois primeiros de avaliação da microbacia antes da implementação das ações conservacionistas e os três anos seguintes, durante/após a implementação. Esclarece-se que o primeiro ano de projeto contemplará a instalação das estruturas de monitoramento e, ao mesmo tempo, as avaliações hidrológicas. Assim, os primeiros equipamentos a serem instalados deverão ser os de monitoramento da vazão. Após o período de monitoramento-base, as ações de conservação hidrológicas serão implementadas na microbacia, de forma sistemática e escalonada possibilitando a identificação individual da eficiência de cada ação conservacionista de quantidade e qualidade de água.
  • 6. As ações conservacionistas de quantidade e qualidade de água, serão: - Desassoreamento das nascentes; - Recuperação vegetacional das APPs das nascentes e dos corpos d’água; - Recuperação física das nascentes; -Instalações de estruturas de proteção da qualidade da água de nascentes para consumo humano; - Conservação de estradas; - Construções de caixas de retenção de água; - Terraceamento e recuperação vegetacional das matas de topo de morro;
  • 7. ATRIBUTOS FÍSICO-HÍDRICOS-QUÍMICOS AVALIADOS • Agrupamento textural • Densidades do solo • Espaço poroso do solo • Distribuição do diâmetro dos poros • Porosidade drenável • Resistência do solo à penetração • Permeabilidade do solo á água • Disponibilidade total de água no solo • Estabilidade de agregados • Distribuição de agregados por tamanho • Teores de matéria orgânica • Fertilidade do solo, etc. A B Figura 31. Ensaio de granulometria utilizando peneiras; ensaio de granulometria utilizando tubo com retirada pelo fundo. Figura. Permeâmetro CARACTERIZAÇÕES INICIAIS CARACTERIZAÇÃO DO CONTORNO DOS FORJOS - Caracterização da Geomorfologia regional Caracterização da Compartimentação morfológica do município
  • 8. CARACTERÍZAÇÃO FÍSICO-HIDROLÓGICA-QUÍMICAS DA MICROBACIA - Rede de drenagem em detalhes (todos os sistemas básicos hidrológicos – Nascentes e Córregos) - Classes de Relevo da microbacia (Plano, Suave ondulado, Ondulado, etc.). - Unidades pedológicas presentes na microbacia (Argissolos, Neossolos, etc.) - Fertilidade, classe textural. - Capacidade de Uso do solo; Classe de Aptidão agrícola das terras; Uso atual do solo. - Caracterização das degradações do solo e da água (Vegetação nativa, uso agrícola, etc.). - Mapeamento, qualificação e quantificação das áreas degradadas. - Potencialidades de uso do solo e recarga de água na microbacia. -Outras CARACTERIZAÇÕES INICIAIS
  • 9. Figura 4. Mapa de declividade da sub-bacia das Posses, Extrema, MG (França, 2008). Figura 5. .Mapa de distribuição da declividade do solo da sub- bacia das Posses, Extrema, MG. Figura 6. Mapa de declividade da microbacia das Posses, Extrema, MG (Azevedo, 2008). Figura 7. Distribuição espacial das unidades pedológicas presentes na microbacia das Posses (França, 2008). 35 11 6 5 3 14 13 Figura 8. Pontos de amostragem da fertilidade dos solos da microbacia do ribeirão das Posses, segundo Azevedo (2008). Figura 11. Mapa de uso atual do solo na sub-bacia das Posses, Extrema, MG.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13. METODOLOGIA A estratégia metodológica básica preconiza que os estudos e ações serão realizados em 5 etapas: ETAPA 1: Levantamento e diagnóstico de processos erosivos, traçado de estradas rurais, uso e manejo do solo: Realização de levantamento e diagnóstico dos processos erosivos estabelecidos nas áreas de pastagens, culturas e estradas rurais. Com a orientação das cartas topográficas, imagens de satélite e apoio de GPS (Sistema de Posicionamento Global), a microbacia hidrográfica será percorrida sendo amostradas e cadastradas as formas de erosão, degradação e impacto nas regiões de ocorrência em que estão inseridas;
  • 14. ETAPA 2: Instalação dos instrumentais e monitoramento do “Antes” das instalações das práticas conservacionistas; Figura. Registrador de vazão automático. Figura. Calha Parshall de fibra de vidro. Figura. Diagrama definindo os termos de uma hidrógrafa associada a um evento pluviométrico.
  • 15. ETAPA 2: Instalação dos instrumentais e monitoramento do “Antes” das instalações das práticas conservacionistas; intensidade da precipitação, em intervalos de tempo pré-determinados (1 em 1 minuto). Figura 29. Pluviômetro e pluviógrafo eletrônico. Figura. Pluviômetro e pluviógrafo eletrônico.
  • 16. Figura 27. Diagrama definindo os termos de uma hidrógrafa associada a um evento pluviométrico (Vianei, J.; -). Figura 18. Calha Parshall de fibra de vidro a ser utilizada no Juncal.
  • 17. ETAPA 3: Realização de Projetos: Dimensionamentos das estruturas de contenção de processos erosivos, planejamento de estradas e bacias de captação de água. Recomendações de recobrimento vegetal, uso e manejo de pastagens e de culturas.
  • 18. ETAPA 4: Acompanhamento da implantação de práticas conservacionistas para controle dos processos erosivos e demais ações de proteção: Implementação das práticas conservacionistas e adoção dessas áreas como parte das unidades de monitoramento. ETAPA 5: Monitoramento do “Depois” das instalações das práticas conservacionistas.
  • 19. Tanque de sedimentação, munido de um divisor do tipo Geib de 15 janelas Tanque coletor de água e sedimentos. Chapas Galvanizadas Declive do terreno Parcelas de Avaliação de Erosão 24m 4m Figura. Parcelas-Padrão de Infiltração e Sedimentometria com calhas coletoras e os tanques coletores. Parcelas-Padrão na avaliação da Sedimentometria (Mata de Topo de Morro, terraceamento, melhorias da capacidade de infiltração do solo, Mata Ciliar, etc.)
  • 20. H Precipitação Perda evaporação Escorrimento superficial Interceptação pela Cobertura do solo ( Planta e Mat. Inertes) 4 3 1 2 Transpiração Escorrimento Sub-superficial Limite da área de captação da nascente Q Vazão da nascente Componentes estimados (utilizando-se, inclusive, dados gerados de outras avaliações) Componentes estimados (utilizando-se, inclusive, dados gerados de outras avaliações) Linha de cumieira da sub-bacia Poços Piezométricos Figura 18. Componentes de fluxo para a determinação do balanço hidrológico parcelar (nascentes) simplificado, em diferentes solos. BALANÇO HIDROLÓGICO PARCELAR (NASCENTES)
  • 21. Realização de avaliações hidrológicas em conjuntos de nascentes para comparação dos reflexos das práticas conservacionistas na: a) promoção da capacidade de infiltração, percolação e recarga das águas subterrâneas e; b) na diminuição da erosão hídrica dos solos de uma área específica destacadas e selecionadas seguindo a dois critérios: estarem sob domínio de mesma unidade pedológica e com diferente ocupação do solo nas áreas de recarga. Área de recarga da nascente Floresta nativa Nascente APP Floresta nativa Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem sem PC Nascente APP Floresta nativa Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem com PC Nascente APP Floresta nativa Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem com PC Nascente APP readequada Área de recarga da nascente Floresta nativa Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem sem PC Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem com PC Nascente APP degradada Área de recarga da nascente Floresta nativa Área de recarga da nascente Cultivo ou pastagem sem PC Nascente APP degradada Nascente APP degradada Nascente APP Readequada Nascente APP Readequada
  • 22. Figura. Monitoramento das vazões, tanto parcelar quanto nos pequenos córregos, realizadas com calhas WSC. Monitoramento da vazão na meia encosta
  • 23. Coleta de sedimentos em suspensão realizada corpo hídrico principal Executada por meio do amostrador de nível ascendente ANA, construído nos moldes que foi descrito por Umezawa (1979). Figura. Amostrador de nível ascendente ANA instalado.
  • 24. Trava da bóia: Esta trava limita a bóia em seu nível zero. Escala de Nível: Contém uma escala de referência para a medição do nível da água. Haste Guia: Direciona a bóia no sentido vertical. Anel de Nível: Estará preso à haste guia, e será elevado pela bóia. Tem a função de registrar o nível máximo que a água atingirá. Bóia: Acompanhará o nível da água. Será a responsável pela elevação do anel de nível. Figura 19. Avaliação do nível de capacidade de infiltração de um Terraço através de Marcador de nível de erosão preconizado por Paula & Pruski (2007).
  • 25. Figura.. Avaliação expedita do nível de capacidade de infiltração de uma unidade de área através de marcador de nível (Adaptado de Palestra de Devanir Garcia dos Santos)
  • 26. MODELAGEM COMO INTRUMENTO DE PREVISÃO PARA AS DEMAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DA UGRHI 5. Para estimativa do escoamento superficial e da produção de sedimentos nas demais microbacias hidrográficas da UGRHI5, com base dos dados obtidos na microbacia dos Forjos, serão feitas calibração e simulações do Modelo SWAT versão 2009 associado a um Sistema de Informações Geográficas (SIG), conforme aplicado por Green et al. (2008). Esse modelo permite a simulação dos os seguintes processos hidrológicos: interceptação, infiltração, redistribuição da água no solo, evapotranspiração, escoamentos sub-superficial e superficial, armazenamento, escoamento em canais principais e tributários e vazão de base. Com isso, discriminando cada prática conservacionista possível de ser implementada numa dada microbacia, será possível priorizá-las em função da sua resposta relativa. Isso é muito útil no caso da disponibilidade de recursos financeiros limitados para a realização da recuperação hidrológica de uma microbacia hidrográfica.