O texto aborda o acorrentamento e mutilação de um jovem negro no Rio de Janeiro, criticando os discursos daqueles que defendem tais atos. A autora faz uma reflexão sobre os conceitos de "humanos verdadeiros" versus "humanos falsos", apontando que todos somos iguais em nossa humanidade. Ela também critica aqueles que se revoltam apenas com palavras e não com ações concretas, vivendo em falsa tranquilidade.