O documento discute a formação e evolução das praças no Brasil, desde as praças nas cidades coloniais ligadas às igrejas, até as praças projetadas no período eclético, que podiam ter traçados clássicos ou românticos. As praças clássicas eram mais simétricas e geométricas, enquanto as românticas buscavam um estilo mais naturalista. O documento também descreve como as praças passaram a ser ajardinadas e a ter novas funções de lazer na época do Ecletismo.