O documento discute vários projetos de infraestrutura em Portugal, argumentando que eles são desnecessários e onerosos para os contribuintes portugueses. Em vez disso, defende que o dinheiro seria melhor gasto em melhorias na educação, cuidados para idosos e reabilitação de estradas secundárias. Critica especificamente o projeto do TGV como caro e sem benefícios econômicos reais para Portugal.