O documento critica os altos salários mensais de gestores de empresas públicas portuguesas, que muitas vezes recebem milhões em ajuda do estado. Defende que cortando os salários destes gestores em 50% e fazendo as empresas devolverem ajudas recebidas nos últimos 20 anos, a crise em Portugal ficaria resolvida. Fornece exemplos de salários mensais de diversos gestores públicos que variam entre 58 mil a 371 mil euros por mês.