A dependência do crack é uma doença cerebral crônica que requer um tratamento de longo prazo e múltiplos recursos, com ênfase na reinserção social dos usuários. O governo de São Paulo reconhece a urgência desse problema e propõe uma política de saúde que integra serviços de tratamento, apoio familiar e a participação de grupos de autoajuda. A abordagem clínica deve ser integrada e incluir estratégias de terapia cognitivo-comportamental, cuidados de enfermagem e terapia medicamentosa, priorizando a mudança de estilo de vida dos pacientes.