Fundamentos da Imagem Digital
Fabiane Queiroz
fabiane.queiroz@arapiraca.ufal.br
Ciˆencia da Computac¸˜ao - UFAL - Campus Arapiraca
A luz do espectro eletromagn´etico
A luz ´e um tipo de radiac¸˜ao que pode ser
percebida pelo olho humano
Comprimento de onda
λ =
c
v
c = 2, 998 × 108
m/s
Energia
E = hv
h ´e a constante de Planck
A luz do espectro eletromagn´etico
Radiˆancia, luminˆancia e brilho
As cores percebidas por n´os em um
objeto s˜ao determinadas pela
natureza da luz refletida pelo
objeto
A radiˆancia ´e a quantidade total
de energia que ´e emitida pela fonte
de luz
A luminˆancia mede a quantidade
de energia que um observador
percebe de uma fonte de luz
O brilho ´e um descritor subjetivo
da percepc¸˜ao da luz que ´e
praticamente imposs´ıvel de
mensurar
Sistema Visual Humano
A retina ´e a ´area do olho que recebe a luz, transforma em
sinais nervosos e transmite para o c´erebro atrav´es dos nervos
´oticos
A retina do olho humano cont´em dois tipos de c´elulas que
detectam a luz e a transformam em impulsos nervosos: Cones
e Bastonetes
Vis˜ao fot´opica: Os cones s˜ao aproximadamente seis a sete
milh˜oes e s˜ao sens´ıveis a alto n´ıvel de iluminac¸˜ao e
respons´aveis pela percep¸c˜ao das cores (vermelho, verde e
azul)
Vis˜ao Escot´opica: Os bastonetes s˜ao aproximadamente 125
milh˜oes, s˜ao sens´ıveis a baixo n´ıvel de iluminac¸˜ao, distinguem
os tons de cinza e s˜ao respons´aveis pela vis˜ao perif´erica
Sistema Visual Humano
Sistema Visual Humano
Muitos animais vˆem
outras partes do
espectro
As abelhas s˜ao
sens´ıveis aos UV
Os c˜aes e gatos
s˜ao muito pouco
sens´ıveis `a cor
Formac¸˜ao da imagem no olho
15
100
=
x
17
x = 2, 55mm
Em uma cˆamera fotogr´afica comum, a lente tem uma distˆancia
focal fixa.
A focalizac¸˜ao ´e obtida variando-se a distˆancia entre a lente e o
plano-imagem (chip de captura ou filme) da imagem.
No olho humano, ocorre o contr´ario: A distˆancia entre a lente e o
plano-imagem ´e fixa, a distˆancia focal ´e obtiva variando o formato
do cristalino (o que equivale a uma lente flex´ıvel)
A distˆancia entre o centro focal do cristalino e a retina varia de
17mm a 14mm
Formac¸˜ao da imagem no olho
Adaptac¸˜ao ao brilho e discriminac¸˜ao
O sistema visual humano pode perceber, aproximadamente
1010 diferentes n´ıveis de intensidade luminosa.
Por´em, o sistema visual humano n˜ao opera simultaneamente
em cima dessa faixa e s´o podemos discriminar entre um
n´umero muito menor de n´ıveis de intensidade luminosa -
adapta¸c˜ao brilho
A intensidade da percepc¸˜ao de uma regi˜ao est´a relacionada
com a intensidade de luz de regi˜oes que o rodeiam.
Formac¸˜ao da imagem no olho
Ilus˜oes de ´otica
Outro exemplo de
fˆenomenos da
percepc¸˜ao humana:
Ilus˜ao e ´otica
O olho preenche
lacunas de
informac¸˜ao ou
percebe
propriedades
geom´etricas de
objetos de maneira
equivocada
Aquisic¸˜ao de Imagens
Aquisic¸˜ao de Imagens
Revisando rapidamente o que vimos na ultima aula...
A imagem como uma func¸˜ao (sinal) cont´ınua e amostragem e quantizac¸˜ao de imagens...
Uma imagem pode ser cont´ınua em relac¸˜ao as coordenadas x
e y e tamb´em em relac¸˜ao a amplitude
Dada uma imagem cont´ınua f queremos convertˆe-la para o
formato digital
A digitalizac¸˜ao dos valores de coordenadas ´e chamado
amostragem
A digitalizac¸˜ao dos valores de amplitude ´e chamado
quantiza¸c˜ao
Amostragem e quantizac¸˜ao de imagens
Amostragem e quantizac¸˜ao de imagens
Imagem cont´ınua projetada sobre o plano de uma matriz e imagem
ap´os amostragem e quantizac¸˜ao:
A qualidade da imagem digital ´e claramente determinada, em
grande parte, pelo n´umero de amostras utilizados na amostragem e
quantizac¸˜ao.
Representac¸˜ao de imagens digitais
Representac¸˜ao gr´afica, matriz de intensidades e matriz num´erica
O valor da imagem em quaisquer coordenadas (x, y) ´e f (x, y) para x e y inteiros.
A sec¸˜ao do plano que se expande pelas coordenadas de uma imagem ´e chamada de
dom´ınio espacial e x e y s˜ao coordenadas espaciais.
Representac¸˜ao de imagens digitais
=


f (0, 0) f (0, 1) · · · f (0, N − 1)
f (1, 0) f (1, 1) · · · f (1, N − 1)
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
f (M − 1, 0) f (M − 1, 1) · · · f (M − 1, N − 1)


A =



a0,0 a0,1 · · · a0,N−1
a1,0 a1,1 · · · a1,N−1
...
...
...
...
aM−1,0 aM−1,1 · · · aM−1,N−1



ai,j = f (x = i, y = j) = f (i, j)
... Podemos representar uma imagem at´e or um vetor linha v de
tamanho MX × 1, ou um vetor coluna vt de tamanho 1 × MN.
Representac¸˜ao de imagens digitais
O n´umero de n´ıveis de intensidade costumam ser igualmente
espac¸ados no intervalo [0, L − 1] e representados por uma potˆencia
inteira de 2: L = 2k, onde k ´e o n´umero de bits armazenado por
pixel.
O n´umero b de bits necess´arios para armazenar uma imagem
digitalizada ´e b = MxNxk
(Para M = N, b = N2k)
Representac¸˜ao de imagens digitais
Alguns conceitos importantes...
Faixa dinˆamica:Faixa dinˆamica:
Quantidade m´axima de contraste que um filme (ou um sensor
para cˆameras digitais) pode capturar.
Contraste:Contraste:
Diferenc¸a entre os n´ıveis superior e inferior presente em uma
image.
Quando um n´umero significativo de pixels em uma imagem possui uma alta
faixa dinˆamica, podemos esperar que a imagem tenha um alto contraste.
Representac¸˜ao de imagens digitais
Representac¸˜ao de imagens digitais
Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial
A Resoluc¸˜ao espacial em
geral, ´e medida em pontos
por polegada ou DPI (dots
per inch)
n´umero de pixels =
resoluc¸˜ao x tamanho real.
Quando duas imagens com tamanhos reais
iguais s˜ao capturadas com resoluc¸˜oes
diferentes, naturalmente ter˜ao n´umero de
pixels diferentes e na tela aparecer˜ao com
tamanhos diferentes
Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial
Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial
Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial
Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial
Quando duas imagens de
tamanhos reais diferentes
s˜ao capturadas com
resoluc¸˜oes iguais de tal
forma que gerem imagens
digitais com o mesmo
n´umero de pixels, quando
visualizadas no monitor
aparecer˜ao com o mesmo
tamanho na tela.
Figura: Duas imagens com diferentes tamanhos
reais, mas com igual resoluc¸˜ao e tamanhos 256x256 na
tela
Quantizac¸˜ao: resoluc¸˜ao em n´ıveis de cinza
Figura: Imagens quantizadas de 8 bits a 1 bit
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao ´e o processo que utiliza dados conhecidos para
estimar valores em pontos desconhecidos
Ferramenta utilizada extensivamente utilizada em tarefas
como redimensionamento (ampliac¸˜ao e reduc¸˜ao), rotac¸˜ao e
correc¸˜oes geom´etricas.
Redimensionar implica em reamostrar
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao pelo vizinho mais pr´oximo
Considere uma imagem 500x500 e uma ampliac¸˜ao para
750x750;
Imagine um grid 750x750 com o mesmo espac¸amento de
pixels;
Reduza o grid para se sobrepor a imagem de 500x500;
Atribua a cada posic¸˜ao do grid 750x750 um valor de pixel
mais pr´oximo na imagem original;
Expanda o grid 750x750 para seu espac¸amento original
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao pelo vizinho mais pr´oximo
Desvantagem: Efeito de
blocos
Vantagens:
Processamento r´apido
N˜ao cria novos valores
de NC (mant´em
estat´ısticas da imagem)
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao bilinear
Utiliza os 4 vizinhos mais
pr´oximo para estimar a
itensidade de uma dada
posic¸˜ao
f (x, y) = ax+by +cxy +d
Resultados melhores com
um pequeno aumento de
custo computacional
N˜ao mantem as
estat´ısticas das imagens!
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao de imagens
Interpolac¸˜ao bi´ubica
Utiliza os 16 vizinhos
mais pr´oximo para estimar
a itensidade de uma dada
posic¸˜ao
f (x, y) =
3
i=0
3
j=0
aijxi yj
´E melhor na preservac¸˜ao
de detalhes
Usada no Adobe
Photoshop, Corel
Photopaint, etc.
Interpolac¸˜ao de imagens
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Vizinhos de um pixel
Dado um pixel p de coordenadas (x, y)...
Vizinhanc¸a-4 de p:
N4(p) :
{(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)}
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Vizinhos de um pixel
Dado um pixel p de coordenadas (x, y)...
Vizinhanc¸a-4 de p:
N4(p) :
{(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)}
Vizinhanc¸a diagonal de p:
Nd (p) :
{(x + 1, y + 1), (x + 1, y − 1),
(x − 1, y + 1), (x − 1, y − 1)}
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Vizinhos de um pixel
Dado um pixel p de coordenadas (x, y)...
Vizinhanc¸a-4 de p:
N4(p) :
{(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)}
Vizinhanc¸a diagonal de p:
Nd (p) :
{(x + 1, y + 1), (x + 1, y − 1),
(x − 1, y + 1), (x − 1, y − 1)}
vizinhanc¸a-8 de p:
N8(p) : {N4(p) ∪ Nd (p)}
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Para explicarmos melhor os pr´oximos conceitos, considere a
seguinte matrix que representa uma imagem bin´aria:









0 1 1 1 0
0 1 0 1 1
1 0 0 0 0
0 1 1 0 0
1 0 0 1 0
1 1 1 0 0









Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Adjacˆencia
p e q tˆem adjacˆencia-4 se: q ∈ N4(p)
p e q tˆem adjacˆencia-8 se: q ∈ N8(p)
p e q tˆem adjacˆencia-m se:
{q ∈ N4(p)} ou {q ∈ Nd (p)}e{N4(p) ∩ N4(q) = ∅}
Observac¸˜ao
A adjacˆencia mista foi criada para eliminar as ambiguidades que
muitas vezes surgem com a utilizac¸˜ao da adjacˆencia-8.
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Caminho (ou curva) entre pixels
Caminho digital do pixel p com coordenadas (s1, t1) ao pixel q
com coordenadas (s2, t2):
(x0, y0), (x1, x1), ..., (xn, yn)
onde (x0, y0 = (s1, t1) e (xn, yn) = (s2, t2).
Os pixels (xi , yi ) e (xi−1, yi−1) s˜ao adjacentes para 1 ≤ i ≤ n.
Se (x0, y0) = (xn, yn), o caminho ´e dito fechado.
Podemos definir caminhos-4, -8 ou -m dependendo do tipo de
adjacˆencia especificada.
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Conectividade
S ´e um subconjunto de pixels em uma imagem.
Dois pixels p e q s˜ao conexos em S se houver um caminho
entre eles consistindo inteiramente de pixels em S.
∀p ∈ S, o conjunto de pixels em S que s˜ao conectados a ele ´e
chamado de componente conexo de S.
Se existir apenas um componente conexo, o conjunto S ´e
chamado de um conjunto conexo.
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Regi˜oes
R representando um subconjunto de pixels na imagem, R ´e
uma regi˜ao da imagem, se R for um conjunto conexo.
Duas regi˜oes Ri e Rj s˜ao consideradas adjacentes se sua uni˜ao
formar um conjunto conexo.
Regi˜oes que n˜ao s˜ao adjacentes s˜ao disjuntas.
Observac¸˜ao
Consideramos adjacˆencia-4 e -8 ao nos referirmos a regi˜oes...
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Regi˜oes
Suponha que uma imagem contenha k regi˜oes disjuntas Rk,
k = 1, 2, ...K.
Ru = R1 ∪ R2 ∪ R3 ∪ ... ∪ RK .
(Ru)c
´e o complemento de Ru
Todos os pontos em Ru: foreground da imagem
Todos os pontos em (Ru)c: background da imagem.
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Fronteira
Conjunto de pontos em R adjacentes aos pontos de Rc.
Observac¸˜ao
Mais uma vez: Devemos considerar a adjacˆencia usada para definir
a conectividade!
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Bordas vs Fronteiras
Existe uma
importante diferenc¸a
entre esses conceitos
Bordas s˜ao formadas
por pixels com valores
cujas derivadas
excedem um limiar
pr´e-definido. (Mais
na frente, quando
falarmos sobre
segmentac¸˜ao
entenderemos isso
melhor...)
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Medidas de distˆancias
Para pixels p, q e z com coordenadas (x, y), (s, t) e (v, w),
respectivamente. D ´e uma func¸˜ao de distˆancia se:
D(p, q) ≥ 0 D(p, q) = 0 se p = q
D(p, q) − D(q, p)
D(p, z) ≤ D(p, q) + D(q, z)
Alguns relacionamentos b´asicos entre pixels
Medidas de distˆancias - Exemplos
De(p, q) = [(x − s)2
+ (y − t)2
]( 1
2
)
De(p, q) = [(x − s)2 + (y − t)2]( 1
2
)
D4(p, q) =| x − s | + | y − t |D4(p, q) =| x − s | + | y − t |
Ds (p, q) = max(| x − s |, | y − t |)Ds (p, q) = max(| x − s |, | y − t |)
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes de arranjo espacial vs matrizes
Suponhamos duas imagens A e B:
A =
a1,1 a1,2
a2,1 a2,2
B =
b1,1 b1,2
b2,1 b2,2
Produto do arranjo matricial dessas duas imagens:
a1,1 a1,2
a2,1 a2,2
b1,1 b1,2
b2,1 b2,2
=
a1,1b1,1 a1,2b1,2
a2,1b2,1 a2,2b2,2
Produto de matrizes:
a1,1 a1,2
a2,1 a2,2
b1,1 b1,2
b2,1 b2,2
=
a1,1b1,1 + a1,2b2,1 a1,1b1,2 + a1,2b2,2
a2,1b1,1 + a2,2b2,1 a2,1b1,2 + a2,2b2,2
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes aritm´eticas entre imagens
S˜ao operac¸˜oes de arranjo espacial...
s(x, y) = f (x, y) + g(x, y)
d(x, y) = f (x, y) − g(x, y)
p(x, y) = f (x, y) × g(x, y)
v(x, y) = f (x, y) ÷ g(x, y)
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes aritm´eticas entre imagens
Imagem corrompida por ru´ıdo:
g(x, y) = f (x, y) + η(x, y)
Realc¸e utilizando subtrac¸˜ao de
imagens
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes b´asicas com conjuntos
Os elementos de uma imagem em escala de cinza s˜ao
representados pelo conjunto A cujos elementos s˜ao expressos em
um grupo de trˆes vari´aveis (x, y, z)...
Negativo de A: Ac = {x, y, 255 − z}|(x, y, z) ∈ A}
Uni˜ao de A com B: A ∪ B = {maxz(a, b)|a ∈ A, b ∈ B}
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes l´ogicas
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes espaciais
Operac¸˜ao ponto a ponto
s = T(z)
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes espaciais
Operac¸˜ao ponto a ponto
s = T(z)
Operac¸˜ao por vizinhanc¸a
g(x, y) = 1
mn
(r,c)∈Sxy
f (r, c)
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes espaciais
Operac¸˜ao ponto a ponto
s = T(z)
Operac¸˜ao por vizinhanc¸a
g(x, y) = 1
mn
(r,c)∈Sxy
f (r, c)
Transformac¸˜oes
geom´etricas
(x, y) = T{(v, w)}
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Transformadas
Em alguns casos, tarefas de PI s˜ao mais bem formuladas trasnformando
as imagens de entrada, transferindo a tarefa especificada para o dom´ınio
da transformada e aplicando a transformada inversa para retornar ao
dom´ınio espacial...
T(x, y) =
M−1
x=0
N−1
y=0
f (x, y)r(x, y, u, v)
f (x, y) =
M−1
x=0
N−1
y=0
T(x, y)s(x, y, u, v)
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
Operac¸˜oes com vetores e matrizes
Algumas ferramentas matem´aticas importantes
M´etodos probabil´ısticos
Probabilidade de n´ıveis e intensidade zk ocorrerem... p(zk ) = nk
MN
Intensidade m´edia... m =
L−1
k=0
zk p(zk )
Variˆancia de intensidades... σ2
=
L−1
k=0
(zk − m)n
p(zk )
Por hoje, ficamos por aqui.

Fundamentos da Imagem Digital

  • 1.
    Fundamentos da ImagemDigital Fabiane Queiroz fabiane.queiroz@arapiraca.ufal.br Ciˆencia da Computac¸˜ao - UFAL - Campus Arapiraca
  • 2.
    A luz doespectro eletromagn´etico A luz ´e um tipo de radiac¸˜ao que pode ser percebida pelo olho humano Comprimento de onda λ = c v c = 2, 998 × 108 m/s Energia E = hv h ´e a constante de Planck
  • 3.
    A luz doespectro eletromagn´etico Radiˆancia, luminˆancia e brilho As cores percebidas por n´os em um objeto s˜ao determinadas pela natureza da luz refletida pelo objeto A radiˆancia ´e a quantidade total de energia que ´e emitida pela fonte de luz A luminˆancia mede a quantidade de energia que um observador percebe de uma fonte de luz O brilho ´e um descritor subjetivo da percepc¸˜ao da luz que ´e praticamente imposs´ıvel de mensurar
  • 4.
    Sistema Visual Humano Aretina ´e a ´area do olho que recebe a luz, transforma em sinais nervosos e transmite para o c´erebro atrav´es dos nervos ´oticos A retina do olho humano cont´em dois tipos de c´elulas que detectam a luz e a transformam em impulsos nervosos: Cones e Bastonetes Vis˜ao fot´opica: Os cones s˜ao aproximadamente seis a sete milh˜oes e s˜ao sens´ıveis a alto n´ıvel de iluminac¸˜ao e respons´aveis pela percep¸c˜ao das cores (vermelho, verde e azul) Vis˜ao Escot´opica: Os bastonetes s˜ao aproximadamente 125 milh˜oes, s˜ao sens´ıveis a baixo n´ıvel de iluminac¸˜ao, distinguem os tons de cinza e s˜ao respons´aveis pela vis˜ao perif´erica
  • 5.
  • 6.
    Sistema Visual Humano Muitosanimais vˆem outras partes do espectro As abelhas s˜ao sens´ıveis aos UV Os c˜aes e gatos s˜ao muito pouco sens´ıveis `a cor
  • 7.
    Formac¸˜ao da imagemno olho 15 100 = x 17 x = 2, 55mm Em uma cˆamera fotogr´afica comum, a lente tem uma distˆancia focal fixa. A focalizac¸˜ao ´e obtida variando-se a distˆancia entre a lente e o plano-imagem (chip de captura ou filme) da imagem. No olho humano, ocorre o contr´ario: A distˆancia entre a lente e o plano-imagem ´e fixa, a distˆancia focal ´e obtiva variando o formato do cristalino (o que equivale a uma lente flex´ıvel) A distˆancia entre o centro focal do cristalino e a retina varia de 17mm a 14mm
  • 8.
    Formac¸˜ao da imagemno olho Adaptac¸˜ao ao brilho e discriminac¸˜ao O sistema visual humano pode perceber, aproximadamente 1010 diferentes n´ıveis de intensidade luminosa. Por´em, o sistema visual humano n˜ao opera simultaneamente em cima dessa faixa e s´o podemos discriminar entre um n´umero muito menor de n´ıveis de intensidade luminosa - adapta¸c˜ao brilho A intensidade da percepc¸˜ao de uma regi˜ao est´a relacionada com a intensidade de luz de regi˜oes que o rodeiam.
  • 9.
    Formac¸˜ao da imagemno olho Ilus˜oes de ´otica Outro exemplo de fˆenomenos da percepc¸˜ao humana: Ilus˜ao e ´otica O olho preenche lacunas de informac¸˜ao ou percebe propriedades geom´etricas de objetos de maneira equivocada
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Revisando rapidamente oque vimos na ultima aula... A imagem como uma func¸˜ao (sinal) cont´ınua e amostragem e quantizac¸˜ao de imagens... Uma imagem pode ser cont´ınua em relac¸˜ao as coordenadas x e y e tamb´em em relac¸˜ao a amplitude Dada uma imagem cont´ınua f queremos convertˆe-la para o formato digital A digitalizac¸˜ao dos valores de coordenadas ´e chamado amostragem A digitalizac¸˜ao dos valores de amplitude ´e chamado quantiza¸c˜ao
  • 13.
  • 14.
    Amostragem e quantizac¸˜aode imagens Imagem cont´ınua projetada sobre o plano de uma matriz e imagem ap´os amostragem e quantizac¸˜ao: A qualidade da imagem digital ´e claramente determinada, em grande parte, pelo n´umero de amostras utilizados na amostragem e quantizac¸˜ao.
  • 15.
    Representac¸˜ao de imagensdigitais Representac¸˜ao gr´afica, matriz de intensidades e matriz num´erica O valor da imagem em quaisquer coordenadas (x, y) ´e f (x, y) para x e y inteiros. A sec¸˜ao do plano que se expande pelas coordenadas de uma imagem ´e chamada de dom´ınio espacial e x e y s˜ao coordenadas espaciais.
  • 16.
    Representac¸˜ao de imagensdigitais =   f (0, 0) f (0, 1) · · · f (0, N − 1) f (1, 0) f (1, 1) · · · f (1, N − 1) . . . . . . . . . . . . f (M − 1, 0) f (M − 1, 1) · · · f (M − 1, N − 1)   A =    a0,0 a0,1 · · · a0,N−1 a1,0 a1,1 · · · a1,N−1 ... ... ... ... aM−1,0 aM−1,1 · · · aM−1,N−1    ai,j = f (x = i, y = j) = f (i, j) ... Podemos representar uma imagem at´e or um vetor linha v de tamanho MX × 1, ou um vetor coluna vt de tamanho 1 × MN.
  • 17.
    Representac¸˜ao de imagensdigitais O n´umero de n´ıveis de intensidade costumam ser igualmente espac¸ados no intervalo [0, L − 1] e representados por uma potˆencia inteira de 2: L = 2k, onde k ´e o n´umero de bits armazenado por pixel. O n´umero b de bits necess´arios para armazenar uma imagem digitalizada ´e b = MxNxk (Para M = N, b = N2k)
  • 18.
    Representac¸˜ao de imagensdigitais Alguns conceitos importantes... Faixa dinˆamica:Faixa dinˆamica: Quantidade m´axima de contraste que um filme (ou um sensor para cˆameras digitais) pode capturar. Contraste:Contraste: Diferenc¸a entre os n´ıveis superior e inferior presente em uma image. Quando um n´umero significativo de pixels em uma imagem possui uma alta faixa dinˆamica, podemos esperar que a imagem tenha um alto contraste.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial AResoluc¸˜ao espacial em geral, ´e medida em pontos por polegada ou DPI (dots per inch) n´umero de pixels = resoluc¸˜ao x tamanho real. Quando duas imagens com tamanhos reais iguais s˜ao capturadas com resoluc¸˜oes diferentes, naturalmente ter˜ao n´umero de pixels diferentes e na tela aparecer˜ao com tamanhos diferentes
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
    Amostragem: Resoluc¸˜ao espacial Quandoduas imagens de tamanhos reais diferentes s˜ao capturadas com resoluc¸˜oes iguais de tal forma que gerem imagens digitais com o mesmo n´umero de pixels, quando visualizadas no monitor aparecer˜ao com o mesmo tamanho na tela. Figura: Duas imagens com diferentes tamanhos reais, mas com igual resoluc¸˜ao e tamanhos 256x256 na tela
  • 26.
    Quantizac¸˜ao: resoluc¸˜ao emn´ıveis de cinza Figura: Imagens quantizadas de 8 bits a 1 bit
  • 27.
    Interpolac¸˜ao de imagens Interpolac¸˜ao´e o processo que utiliza dados conhecidos para estimar valores em pontos desconhecidos Ferramenta utilizada extensivamente utilizada em tarefas como redimensionamento (ampliac¸˜ao e reduc¸˜ao), rotac¸˜ao e correc¸˜oes geom´etricas. Redimensionar implica em reamostrar
  • 28.
    Interpolac¸˜ao de imagens Interpolac¸˜aopelo vizinho mais pr´oximo Considere uma imagem 500x500 e uma ampliac¸˜ao para 750x750; Imagine um grid 750x750 com o mesmo espac¸amento de pixels; Reduza o grid para se sobrepor a imagem de 500x500; Atribua a cada posic¸˜ao do grid 750x750 um valor de pixel mais pr´oximo na imagem original; Expanda o grid 750x750 para seu espac¸amento original
  • 29.
    Interpolac¸˜ao de imagens Interpolac¸˜aopelo vizinho mais pr´oximo Desvantagem: Efeito de blocos Vantagens: Processamento r´apido N˜ao cria novos valores de NC (mant´em estat´ısticas da imagem)
  • 30.
    Interpolac¸˜ao de imagens Interpolac¸˜aobilinear Utiliza os 4 vizinhos mais pr´oximo para estimar a itensidade de uma dada posic¸˜ao f (x, y) = ax+by +cxy +d Resultados melhores com um pequeno aumento de custo computacional N˜ao mantem as estat´ısticas das imagens!
  • 31.
  • 32.
    Interpolac¸˜ao de imagens Interpolac¸˜aobi´ubica Utiliza os 16 vizinhos mais pr´oximo para estimar a itensidade de uma dada posic¸˜ao f (x, y) = 3 i=0 3 j=0 aijxi yj ´E melhor na preservac¸˜ao de detalhes Usada no Adobe Photoshop, Corel Photopaint, etc.
  • 33.
  • 34.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Vizinhos de um pixel Dado um pixel p de coordenadas (x, y)... Vizinhanc¸a-4 de p: N4(p) : {(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)}
  • 35.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Vizinhos de um pixel Dado um pixel p de coordenadas (x, y)... Vizinhanc¸a-4 de p: N4(p) : {(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)} Vizinhanc¸a diagonal de p: Nd (p) : {(x + 1, y + 1), (x + 1, y − 1), (x − 1, y + 1), (x − 1, y − 1)}
  • 36.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Vizinhos de um pixel Dado um pixel p de coordenadas (x, y)... Vizinhanc¸a-4 de p: N4(p) : {(x +1, y), (x −1, y), (x, y +1), (x, y −1)} Vizinhanc¸a diagonal de p: Nd (p) : {(x + 1, y + 1), (x + 1, y − 1), (x − 1, y + 1), (x − 1, y − 1)} vizinhanc¸a-8 de p: N8(p) : {N4(p) ∪ Nd (p)}
  • 37.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Para explicarmos melhor os pr´oximos conceitos, considere a seguinte matrix que representa uma imagem bin´aria:          0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0         
  • 38.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Adjacˆencia p e q tˆem adjacˆencia-4 se: q ∈ N4(p) p e q tˆem adjacˆencia-8 se: q ∈ N8(p) p e q tˆem adjacˆencia-m se: {q ∈ N4(p)} ou {q ∈ Nd (p)}e{N4(p) ∩ N4(q) = ∅} Observac¸˜ao A adjacˆencia mista foi criada para eliminar as ambiguidades que muitas vezes surgem com a utilizac¸˜ao da adjacˆencia-8.
  • 39.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Caminho (ou curva) entre pixels Caminho digital do pixel p com coordenadas (s1, t1) ao pixel q com coordenadas (s2, t2): (x0, y0), (x1, x1), ..., (xn, yn) onde (x0, y0 = (s1, t1) e (xn, yn) = (s2, t2). Os pixels (xi , yi ) e (xi−1, yi−1) s˜ao adjacentes para 1 ≤ i ≤ n. Se (x0, y0) = (xn, yn), o caminho ´e dito fechado. Podemos definir caminhos-4, -8 ou -m dependendo do tipo de adjacˆencia especificada.
  • 40.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Conectividade S ´e um subconjunto de pixels em uma imagem. Dois pixels p e q s˜ao conexos em S se houver um caminho entre eles consistindo inteiramente de pixels em S. ∀p ∈ S, o conjunto de pixels em S que s˜ao conectados a ele ´e chamado de componente conexo de S. Se existir apenas um componente conexo, o conjunto S ´e chamado de um conjunto conexo.
  • 41.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Regi˜oes R representando um subconjunto de pixels na imagem, R ´e uma regi˜ao da imagem, se R for um conjunto conexo. Duas regi˜oes Ri e Rj s˜ao consideradas adjacentes se sua uni˜ao formar um conjunto conexo. Regi˜oes que n˜ao s˜ao adjacentes s˜ao disjuntas. Observac¸˜ao Consideramos adjacˆencia-4 e -8 ao nos referirmos a regi˜oes...
  • 42.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Regi˜oes Suponha que uma imagem contenha k regi˜oes disjuntas Rk, k = 1, 2, ...K. Ru = R1 ∪ R2 ∪ R3 ∪ ... ∪ RK . (Ru)c ´e o complemento de Ru Todos os pontos em Ru: foreground da imagem Todos os pontos em (Ru)c: background da imagem.
  • 43.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Fronteira Conjunto de pontos em R adjacentes aos pontos de Rc. Observac¸˜ao Mais uma vez: Devemos considerar a adjacˆencia usada para definir a conectividade!
  • 44.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Bordas vs Fronteiras Existe uma importante diferenc¸a entre esses conceitos Bordas s˜ao formadas por pixels com valores cujas derivadas excedem um limiar pr´e-definido. (Mais na frente, quando falarmos sobre segmentac¸˜ao entenderemos isso melhor...)
  • 45.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Medidas de distˆancias Para pixels p, q e z com coordenadas (x, y), (s, t) e (v, w), respectivamente. D ´e uma func¸˜ao de distˆancia se: D(p, q) ≥ 0 D(p, q) = 0 se p = q D(p, q) − D(q, p) D(p, z) ≤ D(p, q) + D(q, z)
  • 46.
    Alguns relacionamentos b´asicosentre pixels Medidas de distˆancias - Exemplos De(p, q) = [(x − s)2 + (y − t)2 ]( 1 2 ) De(p, q) = [(x − s)2 + (y − t)2]( 1 2 ) D4(p, q) =| x − s | + | y − t |D4(p, q) =| x − s | + | y − t | Ds (p, q) = max(| x − s |, | y − t |)Ds (p, q) = max(| x − s |, | y − t |)
  • 47.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes de arranjo espacial vs matrizes Suponhamos duas imagens A e B: A = a1,1 a1,2 a2,1 a2,2 B = b1,1 b1,2 b2,1 b2,2 Produto do arranjo matricial dessas duas imagens: a1,1 a1,2 a2,1 a2,2 b1,1 b1,2 b2,1 b2,2 = a1,1b1,1 a1,2b1,2 a2,1b2,1 a2,2b2,2 Produto de matrizes: a1,1 a1,2 a2,1 a2,2 b1,1 b1,2 b2,1 b2,2 = a1,1b1,1 + a1,2b2,1 a1,1b1,2 + a1,2b2,2 a2,1b1,1 + a2,2b2,1 a2,1b1,2 + a2,2b2,2
  • 48.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes aritm´eticas entre imagens S˜ao operac¸˜oes de arranjo espacial... s(x, y) = f (x, y) + g(x, y) d(x, y) = f (x, y) − g(x, y) p(x, y) = f (x, y) × g(x, y) v(x, y) = f (x, y) ÷ g(x, y)
  • 49.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes aritm´eticas entre imagens Imagem corrompida por ru´ıdo: g(x, y) = f (x, y) + η(x, y) Realc¸e utilizando subtrac¸˜ao de imagens
  • 50.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes b´asicas com conjuntos Os elementos de uma imagem em escala de cinza s˜ao representados pelo conjunto A cujos elementos s˜ao expressos em um grupo de trˆes vari´aveis (x, y, z)... Negativo de A: Ac = {x, y, 255 − z}|(x, y, z) ∈ A} Uni˜ao de A com B: A ∪ B = {maxz(a, b)|a ∈ A, b ∈ B}
  • 51.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes l´ogicas
  • 52.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes espaciais Operac¸˜ao ponto a ponto s = T(z)
  • 53.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes espaciais Operac¸˜ao ponto a ponto s = T(z) Operac¸˜ao por vizinhanc¸a g(x, y) = 1 mn (r,c)∈Sxy f (r, c)
  • 54.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes espaciais Operac¸˜ao ponto a ponto s = T(z) Operac¸˜ao por vizinhanc¸a g(x, y) = 1 mn (r,c)∈Sxy f (r, c) Transformac¸˜oes geom´etricas (x, y) = T{(v, w)}
  • 55.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Transformadas Em alguns casos, tarefas de PI s˜ao mais bem formuladas trasnformando as imagens de entrada, transferindo a tarefa especificada para o dom´ınio da transformada e aplicando a transformada inversa para retornar ao dom´ınio espacial... T(x, y) = M−1 x=0 N−1 y=0 f (x, y)r(x, y, u, v) f (x, y) = M−1 x=0 N−1 y=0 T(x, y)s(x, y, u, v)
  • 56.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes Operac¸˜oes com vetores e matrizes
  • 57.
    Algumas ferramentas matem´aticasimportantes M´etodos probabil´ısticos Probabilidade de n´ıveis e intensidade zk ocorrerem... p(zk ) = nk MN Intensidade m´edia... m = L−1 k=0 zk p(zk ) Variˆancia de intensidades... σ2 = L−1 k=0 (zk − m)n p(zk )
  • 58.