O documento discute as tendências e práticas de investimentos sociais entre empresas no período de 2007 a 2014, destacando mudanças na abordagem e a relação com atores externos, incluindo organizações sem fins lucrativos e governos. Os principais desafios para parcerias com entidades governamentais incluem burocracia, resistências e falta de flexibilidade. Além disso, enfatiza a importância de boas práticas na seleção de parceiros, colaboração igualitária e monitoramento eficaz para o sucesso dos projetos sociais.