AGENDA
As tendências dos investimentos sociais
Mudanças recentes na condução das práticas sociais
Relação com atores externos
Relações entre empresas e governos
Contribuições de Grupo de Debates BISC
1
2
3
4
5
AS TENDÊNCIAS DOS
INVESTIMENTOS SOCIAIS
QUANTO AS EMPRESAS INVESTIRAM NO SOCIAL
NO PERÍODO DE 2007 A 2014?
MUDANÇAS RECENTES NA
CONDUÇÃO DAS PRÁTICAS SOCIAIS
O QUE MUDOU NA CONDUÇÃO DOS
INVESTIMENTOS SOCIAIS?
*Respostas múltiplas
RELAÇÕES COM ATORES
EXTERNOS
NOS ANOS RECENTES, QUE ORGANIZAÇÕES AS
EMPRESAS OU OS SEUS INSTITUTOS,
ENVOLVERAM NA EXECUÇÃO DOS
INVESTIMENTOS SOCIAIS ?
100%
80%
48%
43%
5%
Organizações sem fins lucrativos
Organizações governamentais
Outras empresas privadas
Com outros institutos/fundações empresariais
(excluídos os próprios institutos)
Outras
RELAÇÕES ENTRE EMPRESAS
E GOVERNOS
30%
10%
10%
20%
30%
15%
15%
40%
30%
15%
25%
40%
30%
35%
40%
30%
55%
40%
30%
40%
55%
30%
5%
30%
15%
15%
15%
5%
25%
5%
15%
5%
20%
10%
5%
20%
5%
10%
10%
5%
10%
10%
5%
5%
15%
10%
10%
5%
5%
5%
5%
5%
5%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
10%
Ampliar o alcance/capilaridade dos próprios projetos sociais
Abrir caminhos para outras parcerias público-privadas
Ampliar a visibilidade dos próprios projetos
Ampliar a qualidade dos projetos sociais da empresa
Contribuir para a melhoria da gestão pública
Melhorar as relações com os governos
Partilhar conhecimento empresa/governo
Promover alinhamento de projetos da empresa a políticas públicas
Influenciar políticas públicas
Ampliar canais de diálogo com o governo
Transferir tecnologias sociais
Muito Alta Alta Média Baixa Nenhuma Não sabe
QUAIS AS PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES PARA FAZER
PARCERIAS COM ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS?
RELAÇÕES ENTRE EMPRESAS
E GOVERNOS
QUAIS AS MAIORES DIFICULDADES PARA
REALIZAR PARCERIAS COM ORGANIZAÇÕES
GOVERNAMENTAIS?
10%
40%
10%
30%
10%
20%
70%
40%
30%
70%
50%
40%
30%
20%
60%
50%
50%
10%
20%
40%
20%
40%
20%
40%
80%
30%
60%
30%
40%
10%
30%
10%
10%
20%
10%
40%
10%
Acesso aos gestores/administradores públicos
Desconhecimento do parceiro governamental mais adequado
Excesso de burocracia
Morosidade dos processos decisórios
Resistências dos gestores governamentais à participação da empresa
Resistências dos gestores governamentais à adoção de práticas inovadoras
Rotatividade dos administradores públicos
Descontinuidade dos projetos públicos
Pouca flexibilidade das políticas públicas para atender à realidade local
Não cumprimento de compromissos assumidos
Interferências político partidárias
Perda de identidade do projeto da empresa
Muito alta Alta Média Baixa Nenhuma
CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE
DEBATES BISC
QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA
COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES?
Boa estratégia de seleção dos parceiros: foi enfatizada pelos
participantes dos Grupos de Debates a importância de começar bem e,
para isso, cuidar do processo de seleção dos parceiros. É considerado
como o parceiro “ideal” aquele que compartilha dos mesmos objetivos e
desafios da empresa e que tenha experiência e credibilidade na área.
1
CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE
DEBATES BISC
QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA
COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES?
Forte interação com os parceiros: a recomendação generalizada é a de
manter um diálogo “de iguais”, sem hierarquia ou relações de poder. Para
garantir o engajamento e o comprometimento dos parceiros é preciso
saber ouvir as demandas dos demais atores e se dispor a pensar e
construir o trabalho conjuntamente. As parceiras têm como pré-requisito
a opção de “fazer juntos”.
2
CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE
DEBATES BISC
QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA
COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES?
Projetos bem desenhados e gestão compartilhada: um bom plano deve
ser adequado à realidade local e associado à adoção de metodologias
compatíveis com os objetivos almejados; à definição clara de
competências; à transparência nos processos de gestão; à formalização
das parcerias; e, ao cumprimento dos compromissos assumidos. Esses
aspectos são considerados pelo Grupo como fundamentais para o
sucesso dos projetos sociais conduzidos em parceria.
3
CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE
DEBATES BISC
QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA
COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES?
Acompanhamento, controle e avaliação: o conhecimento do que ocorre
ao longo da execução dos projetos foi destacado pelos participantes
como essencial para a promoção de ajustes e correções de rumo.
Ademais, um sistema de monitoramento permanente e bem desenhado
contribui para a transparência de gestão dos parceiros, para a qualidade
da prestação de contas, para a credibilidade dos projetos e para
divulgação dos resultados.
4
CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE
DEBATES BISC
QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA
COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES?
Estratégia adequada de financiamento: nesse requisito destacou-se a
importância da definição dos recursos físicos e financeiros compatíveis
com o cumprimento das metas e prazos estabelecidos; da previsão de
contrapartidas discriminadas para cada parceiros, e da disponibilidade de
informações detalhadas sobre os custos incorridos na execução dos
projetos. O Grupo ressaltou ainda a importância dos parceiros buscarem
alternativas de financiamento, de forma a evitar uma excessiva
dependência da empresa.
5
PARCEIROS
www.comunitas.org.br
www.bisc.org.br
bisc@comunitas.org.br

Pesquisa BISC 2015

  • 2.
    AGENDA As tendências dosinvestimentos sociais Mudanças recentes na condução das práticas sociais Relação com atores externos Relações entre empresas e governos Contribuições de Grupo de Debates BISC 1 2 3 4 5
  • 3.
    AS TENDÊNCIAS DOS INVESTIMENTOSSOCIAIS QUANTO AS EMPRESAS INVESTIRAM NO SOCIAL NO PERÍODO DE 2007 A 2014?
  • 4.
    MUDANÇAS RECENTES NA CONDUÇÃODAS PRÁTICAS SOCIAIS O QUE MUDOU NA CONDUÇÃO DOS INVESTIMENTOS SOCIAIS? *Respostas múltiplas
  • 5.
    RELAÇÕES COM ATORES EXTERNOS NOSANOS RECENTES, QUE ORGANIZAÇÕES AS EMPRESAS OU OS SEUS INSTITUTOS, ENVOLVERAM NA EXECUÇÃO DOS INVESTIMENTOS SOCIAIS ? 100% 80% 48% 43% 5% Organizações sem fins lucrativos Organizações governamentais Outras empresas privadas Com outros institutos/fundações empresariais (excluídos os próprios institutos) Outras
  • 6.
    RELAÇÕES ENTRE EMPRESAS EGOVERNOS 30% 10% 10% 20% 30% 15% 15% 40% 30% 15% 25% 40% 30% 35% 40% 30% 55% 40% 30% 40% 55% 30% 5% 30% 15% 15% 15% 5% 25% 5% 15% 5% 20% 10% 5% 20% 5% 10% 10% 5% 10% 10% 5% 5% 15% 10% 10% 5% 5% 5% 5% 5% 5% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% Ampliar o alcance/capilaridade dos próprios projetos sociais Abrir caminhos para outras parcerias público-privadas Ampliar a visibilidade dos próprios projetos Ampliar a qualidade dos projetos sociais da empresa Contribuir para a melhoria da gestão pública Melhorar as relações com os governos Partilhar conhecimento empresa/governo Promover alinhamento de projetos da empresa a políticas públicas Influenciar políticas públicas Ampliar canais de diálogo com o governo Transferir tecnologias sociais Muito Alta Alta Média Baixa Nenhuma Não sabe QUAIS AS PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES PARA FAZER PARCERIAS COM ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS?
  • 7.
    RELAÇÕES ENTRE EMPRESAS EGOVERNOS QUAIS AS MAIORES DIFICULDADES PARA REALIZAR PARCERIAS COM ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS? 10% 40% 10% 30% 10% 20% 70% 40% 30% 70% 50% 40% 30% 20% 60% 50% 50% 10% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 80% 30% 60% 30% 40% 10% 30% 10% 10% 20% 10% 40% 10% Acesso aos gestores/administradores públicos Desconhecimento do parceiro governamental mais adequado Excesso de burocracia Morosidade dos processos decisórios Resistências dos gestores governamentais à participação da empresa Resistências dos gestores governamentais à adoção de práticas inovadoras Rotatividade dos administradores públicos Descontinuidade dos projetos públicos Pouca flexibilidade das políticas públicas para atender à realidade local Não cumprimento de compromissos assumidos Interferências político partidárias Perda de identidade do projeto da empresa Muito alta Alta Média Baixa Nenhuma
  • 8.
    CONTRIBUIÇÕES DO GRUPODE DEBATES BISC QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES? Boa estratégia de seleção dos parceiros: foi enfatizada pelos participantes dos Grupos de Debates a importância de começar bem e, para isso, cuidar do processo de seleção dos parceiros. É considerado como o parceiro “ideal” aquele que compartilha dos mesmos objetivos e desafios da empresa e que tenha experiência e credibilidade na área. 1
  • 9.
    CONTRIBUIÇÕES DO GRUPODE DEBATES BISC QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES? Forte interação com os parceiros: a recomendação generalizada é a de manter um diálogo “de iguais”, sem hierarquia ou relações de poder. Para garantir o engajamento e o comprometimento dos parceiros é preciso saber ouvir as demandas dos demais atores e se dispor a pensar e construir o trabalho conjuntamente. As parceiras têm como pré-requisito a opção de “fazer juntos”. 2
  • 10.
    CONTRIBUIÇÕES DO GRUPODE DEBATES BISC QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES? Projetos bem desenhados e gestão compartilhada: um bom plano deve ser adequado à realidade local e associado à adoção de metodologias compatíveis com os objetivos almejados; à definição clara de competências; à transparência nos processos de gestão; à formalização das parcerias; e, ao cumprimento dos compromissos assumidos. Esses aspectos são considerados pelo Grupo como fundamentais para o sucesso dos projetos sociais conduzidos em parceria. 3
  • 11.
    CONTRIBUIÇÕES DO GRUPODE DEBATES BISC QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES? Acompanhamento, controle e avaliação: o conhecimento do que ocorre ao longo da execução dos projetos foi destacado pelos participantes como essencial para a promoção de ajustes e correções de rumo. Ademais, um sistema de monitoramento permanente e bem desenhado contribui para a transparência de gestão dos parceiros, para a qualidade da prestação de contas, para a credibilidade dos projetos e para divulgação dos resultados. 4
  • 12.
    CONTRIBUIÇÕES DO GRUPODE DEBATES BISC QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA BOA PARCERIA COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES? Estratégia adequada de financiamento: nesse requisito destacou-se a importância da definição dos recursos físicos e financeiros compatíveis com o cumprimento das metas e prazos estabelecidos; da previsão de contrapartidas discriminadas para cada parceiros, e da disponibilidade de informações detalhadas sobre os custos incorridos na execução dos projetos. O Grupo ressaltou ainda a importância dos parceiros buscarem alternativas de financiamento, de forma a evitar uma excessiva dependência da empresa. 5
  • 13.
  • 14.