Trabalho realizado no âmbito da
disciplina de Filosofia sob a
orientação da professora Alcina Oliveira
Escola Secundária Fernão Mendes Pinto
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EUTANASIA
HOLOCAUSTO
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APEDREJAMENTO
APEDREJAMENTO
Quem dá inicio ao ritual é o juiz da
sentença, seguido pelos jurados e
pelo publico.
APEDREJAMENTO
Um grupo de pessoas, geralmente
membros da família do sexo masculino,
reúnem-se em círculo ao redor da vítima.
As pedras que são atiradas devem ser de
tamanho médio: nem muito grandes
devido a não causar morte imediata, nem
pequenas demais devido a não causarem
dor.
APEDREJAMENTO
O condenado é amarrado e enrolado
num tecido. É cavado um buraco da
altura da cintura, no caso dos
homens e da altura do peito no caso
das mulheres. A vitima é colocada no
buraco de modo a não se conseguir
mexer com facilidade.
APEDREJAMENTO
A morte é lenta e dolorosa ( a vítima
demora pelo menos uma hora até
morrer) e a sua morte ocorre devido
a traumatismos.
FORCA
FORCA
Um dia antes da execução, é feito um teste
com um saco de areia com o mesmo peso
do condenado, para que seja determinado
o tamanho da corda – se for muito
comprida poderá decapitar e se for muito
curta, a sua morte ocorre por asfixia e
pode demorar 45 minutos até morrer.
FORCA
O nó é lubrificado com cera ou com
sabão para garantir que a corda
desliza.
FORCA
A corda é fervida e torcida para que
não enrole ou torça.
FORCA
Antes da execução o condenado é
vendado e são-lhe amarrados os pés
e as mãos. A corda é-lhe colocada no
pescoço, geralmente com o nó do
seu lado esquerdo.
FORCA
A morte ocorre quando a parte
inferior do chão onde se encontra o
condenado é aberta, fazendo com
que o prisioneiro caia, ficando
pendurado pela corda.
CADEIRA ELÉCTRICA
CADEIRA ELÉCTRICA
Se a vítima morrer com o primeiro
choque, o grau de sofrimento é
muito reduzido e ocorre em
aproximadamente 30 segundos.
Caso contrário, a dor prolongar-se-á.
CADEIRA ELÉCTRICA
É colocado ao condenado uma
venda nos olhos.
CADEIRA ELÉCTRICA
Atrás do grupo que faz a execução estão os
observadores. São aplicados inicialmente
choques de 500 a 2 mil volts para que o
coração pare. Os médicos esperam que o
corpo relaxe e vêm se o coração continua a
bater, caso o condenado ainda não tenha
morrido, outros choques são aplicados.
CADEIRA ELÉCTRICA
Pouco antes da execução o condenado é
amarrado á cadeira. É preso por cintos no
peito, nas pernas, nos braços e na cintura.
São colocados nas pernas e na cabeça
elétrodos com esponjas molhadas numa
solução com sal. No crânio é colocado um
capacete de metal.
CADEIRA ELÉCTRICA
Geralmente, os pêlos das pernas
são depilados e o cabelo
rapado.
INJECÇÃO LETAL
INJECÇÃO LETAL
É injetado ao condenado um
sedativo para que este adormeça. A
partir deste momento é-lhe injetado
uma substancia com o nome de
brometo de pancurônio e por fim, o
cloreto de potássio, que induz á
paragem cardíaca.
INJECÇÃO LETAL
O condenado leva entra 5 a 7
minutos a morrer, embora todo
o procedimento demore cerca
de 45 minutos
INJECÇÃO LETAL
Um membro do comité de execução
coloca sensores cardíacos no corpo
do condenado. É inserido na veia do
mesmo um cateter e é introduzido
um tubo de soro fisiológico
INJECÇÃO LETAL
O condenado é amarrado a
uma maca.
INJECÇÃO LETAL
Quando a execução é
autorizada, a cortina é
levantada, expondo o
condenado ao grupo de
observadores.
DECAPITAÇÃO
DECAPITAÇÃO
O condenado é vendado e
pode ser colocado sentado
ou deitado.
DECAPITAÇÃO
O guarda usa a espada para
matar, a morte é quase em
todas as circunstancias
imediata.
CÂMARA DE GÁS
CÂMARA DE GÁS
O executor empurra uma alavanca
que liberta cristais de cianeto de
sódio misturado com uma solução
de acido sulfúrico. A reação química
liberta o gás cianeto de hidrogénio.
CÂMARA DE GÁS
O condenado é amarrado a uma
cadeira e colocado na câmara
de gás
CÂMARA DE GÁS
O local é fechado e totalmente
isolado.
CÂMARA DE GÁS
O condenado é instruído a respirar
profundamente.
CÂMARA DE GÁS
Debaixo da cadeira encontra-se uma
solução de ácido sulfúrico
CÂMARA DE GÁS
Um longo estetoscópio é colocado
junto ao peito do condenado, de
modo a que um médico possa ouvir (
do lado de fora da câmara) os
batimentos cardíacos e
posteriormente pronunciar a sua
morte.
FUZILAMENTO
FUZILAMENTO
A uma distância de cerca de 6
metros, os atiradores posicionam-se
armados, um deles contem no
carregados balas de borracha.
FUZILAMENTO
Os atiradores apontam as armas e
disparam até o condenado morrer
FUZILAMENTO
O capuz preto é colocado na
cabeça do condenado.
FUZILAMENTO
O médico localiza com um
estetoscópio o coração do
condenado e coloca no local um
pano branco
FUZILAMENTO
O condenado é preso a uma
cadeira. A cadeira é rodeada por
sacos de areia para poderem
absorver o sangue
Pena de morte legal Abolida para todos os crimes
Abolida na prática, mas legal Legalizada para crimes cometidos
apenas em circunstâncias excecionais
AMPLIAR
VÍDEO
Pena de morte legal Abolida para todos os crimes
Abolida na prática, mas legal Legalizada para crimes cometidos
apenas em circunstâncias excecionais
DIMINUIR
MAPA
“Está pois a pena de morte abolida
nesse nobre Portugal, pequeno povo
que tem uma grande história. (…)
Felicito a vossa nação. Portugal dá o
exemplo à Europa. Desfrutai de
antemão essa imensa glória. A
Europa imitará Portugal. Morte à
morte! Guerra á guerra! Viva a vida!
Ódio ao ódio. A liberdade é uma
cidade imensa da qual todos somos
concidadãos.”
Victor Hugo, 1876, a propósito da
abolição da pena de morte em
Portugal (o primeiro país europeu a
fazê-lo)
• Para defendermos ou condenarmos à pena de morte temos de argumentar
tendo em atenção os seguintes aspectos:
 Ser coerente
 Construir argumentos válidos, sólidos e cogentes.
 Ser convincente
 Ter em conta os contextos da argumentação
 Contar com a contra-argumentação
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• Diversos tipos de argumentos são utilizados, uns a favor da sua utilização,
outros da sua abolição:
o Políticos
o Económicos
o Humanitários
o Socioculturais
o Religiosos
o Históricos
o Filosóficos
o Diplomáticos
o Educativos
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Um assunto que ocasiona muitas divisões de opinião é a existência ou não de
pena de morte. Será o que pensam/pensavam os filósofos?
•Para Peter Singer que condena qualquer tipo de sofrimento para seres que
sentem, a pena de morte com certeza é antiético.
•Kant como todos os outros filósofos, procuram o bem estar da humanidade,
sendo assim Kant deve discordar da pena de morte
•Como Kant, Aristóteles procura o bem estar da humanidade, matar não seria
uma atitude virtuosa.
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1984 2014
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Pena de morte

  • 1.
    Trabalho realizado noâmbito da disciplina de Filosofia sob a orientação da professora Alcina Oliveira Escola Secundária Fernão Mendes Pinto INICIAR
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 10.
  • 11.
    APEDREJAMENTO Quem dá inicioao ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo publico.
  • 12.
    APEDREJAMENTO Um grupo depessoas, geralmente membros da família do sexo masculino, reúnem-se em círculo ao redor da vítima. As pedras que são atiradas devem ser de tamanho médio: nem muito grandes devido a não causar morte imediata, nem pequenas demais devido a não causarem dor.
  • 13.
    APEDREJAMENTO O condenado éamarrado e enrolado num tecido. É cavado um buraco da altura da cintura, no caso dos homens e da altura do peito no caso das mulheres. A vitima é colocada no buraco de modo a não se conseguir mexer com facilidade.
  • 14.
    APEDREJAMENTO A morte élenta e dolorosa ( a vítima demora pelo menos uma hora até morrer) e a sua morte ocorre devido a traumatismos.
  • 15.
  • 16.
    FORCA Um dia antesda execução, é feito um teste com um saco de areia com o mesmo peso do condenado, para que seja determinado o tamanho da corda – se for muito comprida poderá decapitar e se for muito curta, a sua morte ocorre por asfixia e pode demorar 45 minutos até morrer.
  • 17.
    FORCA O nó élubrificado com cera ou com sabão para garantir que a corda desliza.
  • 18.
    FORCA A corda éfervida e torcida para que não enrole ou torça.
  • 19.
    FORCA Antes da execuçãoo condenado é vendado e são-lhe amarrados os pés e as mãos. A corda é-lhe colocada no pescoço, geralmente com o nó do seu lado esquerdo.
  • 20.
    FORCA A morte ocorrequando a parte inferior do chão onde se encontra o condenado é aberta, fazendo com que o prisioneiro caia, ficando pendurado pela corda.
  • 21.
  • 22.
    CADEIRA ELÉCTRICA Se avítima morrer com o primeiro choque, o grau de sofrimento é muito reduzido e ocorre em aproximadamente 30 segundos. Caso contrário, a dor prolongar-se-á.
  • 23.
    CADEIRA ELÉCTRICA É colocadoao condenado uma venda nos olhos.
  • 24.
    CADEIRA ELÉCTRICA Atrás dogrupo que faz a execução estão os observadores. São aplicados inicialmente choques de 500 a 2 mil volts para que o coração pare. Os médicos esperam que o corpo relaxe e vêm se o coração continua a bater, caso o condenado ainda não tenha morrido, outros choques são aplicados.
  • 25.
    CADEIRA ELÉCTRICA Pouco antesda execução o condenado é amarrado á cadeira. É preso por cintos no peito, nas pernas, nos braços e na cintura. São colocados nas pernas e na cabeça elétrodos com esponjas molhadas numa solução com sal. No crânio é colocado um capacete de metal.
  • 26.
    CADEIRA ELÉCTRICA Geralmente, ospêlos das pernas são depilados e o cabelo rapado.
  • 27.
  • 28.
    INJECÇÃO LETAL É injetadoao condenado um sedativo para que este adormeça. A partir deste momento é-lhe injetado uma substancia com o nome de brometo de pancurônio e por fim, o cloreto de potássio, que induz á paragem cardíaca.
  • 29.
    INJECÇÃO LETAL O condenadoleva entra 5 a 7 minutos a morrer, embora todo o procedimento demore cerca de 45 minutos
  • 30.
    INJECÇÃO LETAL Um membrodo comité de execução coloca sensores cardíacos no corpo do condenado. É inserido na veia do mesmo um cateter e é introduzido um tubo de soro fisiológico
  • 31.
    INJECÇÃO LETAL O condenadoé amarrado a uma maca.
  • 32.
    INJECÇÃO LETAL Quando aexecução é autorizada, a cortina é levantada, expondo o condenado ao grupo de observadores.
  • 33.
  • 34.
    DECAPITAÇÃO O condenado évendado e pode ser colocado sentado ou deitado.
  • 35.
    DECAPITAÇÃO O guarda usaa espada para matar, a morte é quase em todas as circunstancias imediata.
  • 36.
  • 37.
    CÂMARA DE GÁS Oexecutor empurra uma alavanca que liberta cristais de cianeto de sódio misturado com uma solução de acido sulfúrico. A reação química liberta o gás cianeto de hidrogénio.
  • 38.
    CÂMARA DE GÁS Ocondenado é amarrado a uma cadeira e colocado na câmara de gás
  • 39.
    CÂMARA DE GÁS Olocal é fechado e totalmente isolado.
  • 40.
    CÂMARA DE GÁS Ocondenado é instruído a respirar profundamente.
  • 41.
    CÂMARA DE GÁS Debaixoda cadeira encontra-se uma solução de ácido sulfúrico
  • 42.
    CÂMARA DE GÁS Umlongo estetoscópio é colocado junto ao peito do condenado, de modo a que um médico possa ouvir ( do lado de fora da câmara) os batimentos cardíacos e posteriormente pronunciar a sua morte.
  • 43.
  • 44.
    FUZILAMENTO A uma distânciade cerca de 6 metros, os atiradores posicionam-se armados, um deles contem no carregados balas de borracha.
  • 45.
    FUZILAMENTO Os atiradores apontamas armas e disparam até o condenado morrer
  • 46.
    FUZILAMENTO O capuz pretoé colocado na cabeça do condenado.
  • 47.
    FUZILAMENTO O médico localizacom um estetoscópio o coração do condenado e coloca no local um pano branco
  • 48.
    FUZILAMENTO O condenado épreso a uma cadeira. A cadeira é rodeada por sacos de areia para poderem absorver o sangue
  • 49.
    Pena de mortelegal Abolida para todos os crimes Abolida na prática, mas legal Legalizada para crimes cometidos apenas em circunstâncias excecionais AMPLIAR VÍDEO
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    Pena de mortelegal Abolida para todos os crimes Abolida na prática, mas legal Legalizada para crimes cometidos apenas em circunstâncias excecionais DIMINUIR
  • 51.
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    “Está pois apena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (…) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra á guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos.” Victor Hugo, 1876, a propósito da abolição da pena de morte em Portugal (o primeiro país europeu a fazê-lo)
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    • Para defendermosou condenarmos à pena de morte temos de argumentar tendo em atenção os seguintes aspectos:  Ser coerente  Construir argumentos válidos, sólidos e cogentes.  Ser convincente  Ter em conta os contextos da argumentação  Contar com a contra-argumentação CONTINUAR
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    • Diversos tiposde argumentos são utilizados, uns a favor da sua utilização, outros da sua abolição: o Políticos o Económicos o Humanitários o Socioculturais o Religiosos o Históricos o Filosóficos o Diplomáticos o Educativos CONTINUARVOLTAR
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    CONTINUARVOLTAR Um assunto queocasiona muitas divisões de opinião é a existência ou não de pena de morte. Será o que pensam/pensavam os filósofos? •Para Peter Singer que condena qualquer tipo de sofrimento para seres que sentem, a pena de morte com certeza é antiético. •Kant como todos os outros filósofos, procuram o bem estar da humanidade, sendo assim Kant deve discordar da pena de morte •Como Kant, Aristóteles procura o bem estar da humanidade, matar não seria uma atitude virtuosa.
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