ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA




  PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA




                       PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA
                                               2009/2010
                                               2010/2011
                                               2011/2012
                                               2012/2013
ÍNDICE
1.           PREÂMBULO ............................................................................................................................................. 3
2.           PRIORIDADES EDUCATIVAS ...................................................................................................................... 3
             NÚCLEOS TEMÁTICOS ............................................................................................................................... 5
3.           ORGANIZAÇÃO ESCOLAR.......................................................................................................................... 9
             HORÁRIO ESCOLAR .................................................................................................................................. 9
             DISTRIBUIÇÃO DA CARGA LETIVA ................................................................................................................. 9
             ORGANIZAÇÃO DAS AULAS/BLOCOS ............................................................................................................. 9
             DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO LETIVO ............................................................................................................... 9
             DISTRIBUIÇÃO DA COMPONENTE NÃO LETIVA ............................................................................................... 10
             CRITÉRIOS DE CONSTITUIÇÃO DE TURMAS ................................................................................................... 10
             ENSINO BÁSICO – 3º CICLO ...................................................................................................................... 11
              Áreas curriculares e carga horária semanal .................................................................................... 11
              Áreas curriculares não disciplinares ............................................................................................... 13
             ENSINO SECUNDÁRIO ............................................................................................................................. 15
              Áreas curriculares e carga horária semanal .................................................................................... 15
5.           OCUPAÇÃO PLENA DOS TEMPOS ESCOLARES ....................................................................................... 18
             AULAS DE SUBSTITUIÇÃO (AS) .................................................................................................................. 18
             OCUPAÇÃO DE TEMPOS ESCOLARES (OTE) .................................................................................................. 18
              Atividades na Biblioteca/Centro de Recursos ................................................................................. 18
              Atividades desenvolvidas no âmbito do plano de atividades da BE/CRE, a desenvolver
              preferencialmente com turmas desdobradas e com acompanhamento de professor. ................... 18
              Atividades na Sala CEM – Centro de Estudo Multiusos ................................................................... 18
             ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS DE APOIO AO ESTUDO ......................................................................................... 18
              Apoio Pedagógico Acrescido (APA): ............................................................................................... 18
              Atividades de Sala de Estudo (AE): ................................................................................................. 18
              Programas de Tutorias (T) .............................................................................................................. 19
              Apoio pedagógico individualizado ou em pequenos grupos (AP) ................................................... 19
             ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR E ATIVIDADES EXTRACURRICULARES .............................................. 19
6.           AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS ........................................................................................................ 20
             CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO........................................................................................................................ 20
              Gerais - Ensino Básico e Ensino Secundário .................................................................................... 20
              Critérios específicos por disciplina ................................................................................................. 26
             ANÁLISE DE RESULTADOS ......................................................................................................................... 69
7.           IMPLEMENTAÇÃO DO PCE – PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA .......................................................... 98
             PROJETO CURRICULAR DE TURMA -3º CICLO DO ENSINO BÁSICO ...................................................................... 99
              Estrutura ........................................................................................................................................ 99
              Avaliação ..................................................................................................................................... 100
8.           AVALIAÇÃO DO PCE – PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA .................................................................. 102
ANEXOS ............................................................................................................................................................... 103




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                2/150
1. Preâmbulo


   O presente documento formaliza o Projeto Curricular da Escola Secundária c/ 3º Ciclo do Ensino Básico Ra-
   inha Dona Amélia e é enquadrado pelas disposições legais em vigor, nomeadamente o DL 6/2001, retifica-
   do pelo DL 209/2002, e o Despacho Normativo 1, de janeiro de 2005.

   O PCE constitui o documento matricial das estratégias delineadas pelos órgãos de gestão e administração
   da Escola, no plano educativo, partindo do currículo nacional, e adaptando-o, considerado o seu quadro
   vinculativo, ao contexto particular da Escola. Sendo as grandes opções educativas consubstanciadas no PE,
   o PCE formaliza, reunindo e sistematizando, as decisões da Escola no que respeita à concretização das suas
   prioridades educativas, materializadas e operacionalizadas na oferta educativa, no plano de ocupação de
   tempos escolares, na avaliação de aprendizagens, bem como nos princípios de articulação com os projetos
   curriculares de turma.




   2. Prioridades Educativas


   De acordo com o PE, a Escola orienta a sua prática educativa vinculando-se a um conjunto de valores em
   função dos quais se definiram os nossos princípios e objetivos a seguir explicitados:


       Princípios Gerais


           Manter um elevado nível de rigor e exigência nas práticas pedagógicas como forma de maximizar
            o desenvolvimento psicológico e a consolidação, aprofundamento e domínio de saberes de todos
            os alunos.
           Favorecer o desenvolvimento da autonomia pessoal, alicerçada numa consciência crítica dos inte-
            resses e valores e no conhecimento das capacidades próprias, dentro de princípios de liberdade,
            responsabilidade, solidariedade, tolerância e respeito pela diferença.
           Privilegiar o desenvolvimento da linguagem (oral e escrita) como fator determinante para o de-
            senvolvimento psicológico, a aquisição de conhecimentos, a representação de conceitos e a co-
            municação de saberes.
           Desenvolver a predisposição para pensar racionalmente, promover o sentido crítico dos fenóme-
            nos e a capacidade de análise e de conceção de soluções para os problemas da realidade envol-
            vente.
           Fomentar a consciencialização ambiental e ética no sentido de se alcançarem valores e atitudes,
            aptidões e comportamentos compatíveis com o desenvolvimento sustentável, contribuindo para a
            aplicação dos princípios-chave da sustentabilidade a nível local.



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      3/150
   Promover a saúde em contexto escolar contribuindo para a aquisição de hábitos e práticas com-
          portamentais viabilizadoras de escolhas individuais conscientes e responsáveis.
         Desenvolver a sensibilidade para as criações culturais, artísticas e literárias.
         Criar as condições adequadas à consolidação das tecnologias da informação e da comunicação
          (TIC) enquanto ferramenta básica para aprender e ensinar nesta nova era.
         Interpretar a atividade física, os fatores de risco e de saúde associados à sua prática e criar hábi-
          tos de prática de atividade física.
         Incentivar o reconhecimento pelos valores da autodisciplina, da persistência e do trabalho.
         A educação e a cultura são direitos das pessoas - têm valor por si mesmos e constituem o objetivo
          a alcançar tanto pelos jovens como por todos os outros elementos da comunidade educativa;
         A liberdade de aprender e ensinar devem caracterizar a ação de todos os intervenientes da Esco-
          la, no respeito pelo espírito democrático e pluralista, aberto ao diálogo e à livre troca de opiniões;
         O pluralismo cultural deve ser entendido como fonte de enriquecimento, pelo que os membros
          desta comunidade educativa devem combater os preconceitos raciais e culturais promovendo o
          esclarecimento sobre o valor das diferentes culturas e formas de pensar;
         A Escola é entendida como local privilegiado de intervenção pedagógica e cultural;
         O ensino deve promover o pleno desenvolvimento e valorização dos alunos, pelo que deve ser
          personalizado;
         A Escola quer reconhecer os interesses legítimos e as expectativas daqueles que serve;
         A Escola reconhece a família como primeira educadora dos jovens e adolescentes que a procu-
          rem, tornando-a como principal e habitual interlocutora no que diz respeito à educação e à
          aprendizagem.




      Objetivos Gerais


             Valorizar o saber;
             Respeitar e valorizar as diferenças e o pluralismo cultural;
             Inculcar o respeito pelos direitos dos outros;
             Valorizar o estudo e a aquisição de conhecimentos;
             Promover o sucesso escolar;
             Promover a igualdade de oportunidades do sucesso escolar;
             Incentivar a leitura e a escrita;
             Desenvolver o gosto pela ciência e pelas atividades experimentais;
             Estimular o gosto pela partilha de conhecimentos e saberes;
             Estimular a criatividade e a sensibilidade estética dos alunos;
             Desenvolver o espírito crítico e de iniciativa dos alunos;
             Promover o respeito pelo ambiente;
             Promover o respeito pelo património histórico-cultural;

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         4/150
   Contribuir para o estabelecimento de hábitos de vida saudável;
                Orientar na escolha de percursos escolares adaptados aos alunos;
                Manter na Escola a disciplina necessária para a existência de um clima de trabalho e de convi-
                 vência que permita o cumprimento destes objetivos.




       Núcleos Temáticos


Pretendeu-se optar por núcleos temáticos coerentes com os princípios orientadores do PEE, e que, de alguma
forma, fossem ao encontro das tendências mais frequentes em termos de atividades realizadas em diferentes
disciplinas do 3º ciclo do ensino básico, consolidando desta forma a sua integração em temas unificadores.




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Tendo em conta estas considerações optou-se por selecionar os seguintes núcleos temáticos relativamente aos
projetos a desenvolver nas turmas do ensino básico:




             7ºano: Viagens na Minha Terra


“Estas minhas interessantes viagens hão de ser uma obra prima, erudita, brilhante de pensamentos novos,
uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são
quaisquer rabiscaduras da moda que, com o título de impressões de viagem, ou outro que tal, fatigam as
imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.”
                                                                                            Almeida Garrett


Pretende-se promover um percurso de procura e construção de uma identidade não só do aluno como da pró-
pria escola e do meio histórico, geográfico e geológico em que esta se integra.


Tendo em conta que estes alunos iniciam um novo ciclo de estudos numa nova escola considerou-se pertinente
envolvê-los num projeto que lhes proporcionasse a construção do conhecimento de si próprios e da escola
incluindo o meio em que esta se integra. Procurou-se, afinal, possibilitar uma abordagem à pergunta “Quem
sou eu e onde estou?” a partir de perspetivas diversificadas.


A compreensão e conhecimento de cada aluno como ser humano em crescimento e formação constitui uma
informação fundamental para a escola pois disponibiliza dados sobre as suas competências permitindo delinear
estratégias coerentes com esses dados. Esta informação é também importante para alunos e encarregados de
educação contribuindo para um melhor desempenho pessoal e académico e uma integração mais eficaz na
nova comunidade escolar.


No sentido de favorecer esta integração na nova comunidade escolar, o projeto envolverá estratégias de reco-
nhecimento do espaço envolvente da escola segundo diferentes perspetivas (geológicas, geográficas e históri-
cas).




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8º ano: Outro Vénus? Não Obrigado!


“A nossa crise climática pode, por vezes, parecer-nos estar a acontecer lentamente, mas, na verdade, está a
desenrolar-se muito rapidamente e tornou-se uma verdadeira emergência planetária. Os nossos políticos
parecem não ver esses sinais de alerta mas as VERDADES INCONVENIENTES não desaparecem apenas porque
não são vistas.”
                                                                                                       AL GORE


O Planeta depara-se atualmente com problemas ambientais muito graves, enfrentando uma crise ecológica
sem precedentes. Este projeto visa a aquisição de saberes particularmente direcionados para a educação am-
biental e sensibilização ecológica que permitam caminhar no sentido da construção de alternativas positivas
para um mundo ecologicamente sustentável.


A justificação do título escolhido prende-se com o facto de Vénus ser considerado um planeta “irmão” da Terra
pela sua proximidade em termos de massa e diâmetro. Porém, a atmosfera de Vénus é composta quase na
totalidade por CO2 o que provocou um sobreaquecimento da sua atmosfera, chegando a atingir temperaturas
na ordem dos 462° Celsius, tornando-o no Vénus quente, hostil e sem vida que conhecemos. A Terra está a
evoluir nessa direção. Devemos contrariar esta tendência de todas as formas possíveis, nomeadamente, crian-
do cidadãos informados e ativos relativamente a estas questões e pondo em prática, quotidianamente, ações
que permitam minimizar estes problemas.


Os temas ambientais selecionados nos projetos das distintas turmas podem centrar-se em problemáticas dife-
rentes: Poluição Atmosférica; Poluição do Solo; Poluição Aquática; Tratamento de resíduos ou outras.




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9º ano: Escolhas


                                                                           Era alegria o que trazia:
                                                                           a pura,
                                                                           a imaculada,
                                                                           a livre
                                                                           a inconsumida,
                                                                           mais alta e mais profunda.
                                                                           Era alegria…
                                                                                                  Jorge de Sena


O bem-estar dos indivíduos é, em grande parte, determinado pelos seus hábitos e práticas comportamentais,
tornando-se cada vez mais essencial a realização de intervenções no sentido de promover comportamentos
saudáveis e prevenir fatores de risco. Dada a importância de uma intervenção precoce a este nível, a Organiza-
ção Mundial de Saúde tem dado grande ênfase à promoção da saúde em contexto escolar, considerando-a
como uma das metas prioritárias para os próximos anos. Na sequência destas tendências, o XVII Governo cons-
titucional consagrou no seu programa a adoção de medidas “atinentes à promoção da saúde no meio escolar,
visando contribuir para a aquisição de competências por parte da comunidade escolar, que lhe permitam con-
frontar-se confiada e positivamente consigo própria e fazer escolhas individuais conscientes e responsáveis…”.


Perante esta situação o conselho pedagógico deliberou a integração do projeto “Escolhas” no PEE a desenvol-
ver ao nível do 9º ano de escolaridade e tendo como objetivo o desenvolvimento de competências que permi-
tam fazer escolhas individuais conscientes e responsáveis relativamente às temáticas (a título de exemplo):
Alimentação e Atividade Física; Toxicodependência; Educação Sexual; Infeções Sexualmente Transmissíveis,
Violência em Meio Escolar, Áreas de Estudo, Futuro profissional, etc.




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3.        Organização Escolar


Horário Escolar

A Escola leciona o 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino Secundário.
Os horários dos alunos estão distribuídos em turno único.




Distribuição da carga letiva

Na distribuição da carga letiva, devem ter-se em consideração os seguintes critérios:
Distribuição equilibrada das disciplinas no horário semanal;
Alternância de disciplinas de cariz mais teórico com outras de vertente mais prática;

Consideradas as atuais características físicas do edifício escolar, no que respeita ao número de salas de aula e
de espaços específicos, a Escola tem vindo a optar pela constituição de uma mancha letiva predominantemen-
te no turno da manhã.




Organização das aulas/blocos

As aulas são, no quadro legal em vigor, organizadas em blocos de 90 minutos e segmentos de 45 minutos (com
exceção das aulas práticas/experimentais no ensino secundário que decorrem em blocos de 135 minutos). Os
intervalos entre blocos são de 15 minutos.




Distribuição do serviço letivo

(no âmbito das competências conferidas por Lei ao Diretor e que mereceram a anuência do Conselho Pedagó-
gico em 14 de julho de 2010).
     1.   Na distribuição de Serviço docente dar-se-á importância aos seguintes aspetos:
                         a)     continuidade pedagógica professor/turma exceto nas situações devidamente
                                identificadas como carecendo de outra solução pedagógica mais adequada;
                         b)     experiência comprovadamente positiva em determinado ciclo ou nível de ensino
                                na escola.


     2.   Para apuramento de horários sem componente letiva:
                         a)     Aplicar-se-á o tempo de serviço efetivamente prestado na Escola, dando clara
                                preferência aos professores que, com a sua prática letiva e/ou exercício de car-
                                gos, têm dado provas no sentido de contribuir para a consolidação do Projeto
                                Educativo e da identidade da Escola Secundária com 3º Ciclo Rainha Dona Amélia.


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3.   Critérios de desempate:
                        a)   A Assiduidade, nomeadamente faltas ao abrigo dos artº 102 ou artº 52 (consultas
                             médicas), quando o professor não tiver efetuado compensações ou permutas.
                                 (as faltas por doença e muitas outras ficam de fora deste critério)
                        b)   A graduação profissional, sendo o menos graduado o 1º a concorrer a DACL.


Distribuição da componente não letiva

               Reforço das horas destinadas ao trabalho da direção de turma do EB, através da afetação de
                uma das horas da componente não letiva dos professores diretores de turma;


               Distribuição de tarefas de O.T.E. pelos professores de acordo com (i) número de turmas e
                alunos; (ii) equilíbrio teórico-prático das disciplinas lecionadas; (iii) necessidades de aulas e
                atividades de apoio na(s) disciplina(s) lecionada(s); (iv) número de horas de redução ao abrigo
                do art. 79º do ECD;


               Criação para cada grupo disciplinar de uma bolsa de horas para aulas de substituição, a qual
                será flexível e a gerir semanalmente, tendo em conta o número de tempos supervenientes e a
                compatibilidade de horários. A distribuição será feita em primeiro lugar aos professores com
                horários incompletos.


               Atribuição preferencial de atividades de substituição no ES a um professor da turma, na im-
                possibilidade de permuta de aulas;


               Não atribuição de mais do que uma direção de turma a cada professor, salvo em casos exce-
                cionais e com a concordância do docente.




Critérios de Constituição de Turmas


   A constituição das turmas deverá ter em conta os seguintes critérios:
        - Respeitar o equilíbrio relativo a idades, género e escolas de origem.
        - Privilegiar a continuidade pedagógica havendo a possibilidade de acertos pontuais.
        - Distribuição equilibrada dos alunos repetentes.
        - No 10º ano a elaboração das turmas deve ter em conta as orientações dos Diretores de Turma de 9º
        ano e da Coordenadora de Ciclo. Deve ainda evitar-se a formação de turmas exclusivamente com alu-
        nos de outras escolas.
        - No 12º ano a escolha das disciplinas opcionais poderá determinar a mudança de Turma.



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        10/150
4.     Estrutura Curricular


   No que respeita à área curricular, e não obstante o quadro normalizador existente, a Escola continuará a
   desenvolver um esforço de adequação da sua oferta específica à construção de um currículo sustentado e
   coerente, que responda às expectativas dos alunos, adaptado às potencialidades dos espaços físicos e às
   competências do seu quadro de professores/profissionais.

   Ensino Básico – 3º Ciclo

                   Áreas curriculares e carga horária semanal

                                                                Carga horária semanal

    COMPONENTES DO CURRÍCULO                                    (x 90 min.) (a)

                                                                7º Ano     8º Ano   9º Ano   Total Ciclo

                  Áreas curriculares disciplinares:
                     Língua Portuguesa                          2,5        2,5      2,5      7,5
                      Língua Estrangeira                        3          2,5      2,5      8
                      LE1;                                      1,5        1        1        3,5
                      LE2.                                      1,5        1,5      1,5      4,5


                  Ciências Humanas e Sociais:
                                                                2          2,5      2,5      7
                     História
                                                                1          1        1,5      3,5
                     Geografia
                                                                1          1,5      1        3,5

   Educação         Matemática                                  2,5        2,5      2,5      7,5
   para       a
                  Ciências Físicas e Naturais                   2          2        2,5      6,5
   cidadania
                     Ciências Naturais;                         1(b)       1(b)     1,5(c)   3,5
                     Físico-Química.                            1(b)       1(b)     1(c)     3

                  Educação Artística
                     Educação Visual;                           1           1
                     Arte Digital                               1(d)       1(d)
                                                                                    1,5(e)   5,5
                    Educação Tecnológica                        1(d)       1(d)

                    Educação Física                             1,5        1,5      1,5      4,5

                    Introdução às Tecnologias de Informação e
                                                                                    1        1
                  Comunicação




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    11/150
Educação Moral e Religiosa (f)      0,5       0,5        0,5       1,5


                             Área curricular não disciplinares
                             (g)
                                    Formação Cívica.             0,5      0,5         0,5       1,5
                Formação
                Pessoal
                             Total                               17(17,5) 17(17,5) 17,5(18) 51,5 (53)
                e Social
                                Oficina de Matemática            0,5      0,5                   1
                                   Oficina de Escrita            0,5      0,5                   1
                                   Apoio ao estudo                                   0,5        0,5

                             Máximo Global                       18        18         18        54




 (a) Carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90 minutos.
 (b) Turmas desdobradas em ½ bloco;
 (c) Atribuição de ½ bloco a alternar anualmente;
 (d) Disciplinas em regime semestral;
 (e) No 9º ano, das disciplinas de Educação Artística e Educação Tecnológica, os alunos escolhem uma disci-
 plina das que frequentaram nos 7º e 8º anos;
 (f) Disciplina de frequência facultativa;
 (g) Esta área deve ser desenvolvida em articulação com as áreas disciplinares e constar explicitamente do
 projeto curricular da turma.


 O trabalho a desenvolver pelos alunos integrará, obrigatoriamente, atividades experimentais e atividades
 de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciên-
 cias.
 (Decreto-Lei n.º 209/02, de 17 de outubro que altera o artigo 13.º e os anexos I, II e III do Decreto Lei n.º
 6/2001, de 18 de janeiro)




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       12/150
Disciplinas de oferta de escola


 Na área da educação artística, a Escola oferece a disciplina de Arte Digital, que leciona, nos 7º e 8º anos, em
 regime de semestre, com turma desdobrada, a par da disciplina de Educação Tecnológica. Este desenho do
 plano curricular permite a diversificação da oferta e o desenvolvimento de um trabalho com benefícios di-
 dáticos e pedagógicos. No 9º ano, a disciplina de Arte Digital integra a área de educação artística, a par de
 Educação Visual e Educação Tecnológica.

    A oferta da disciplina de Arte Digital tem como principais finalidades:

                ampliar as capacidades expressivas ligadas à utilização dos meios multimédia;
                sensibilizar os alunos para os espaços virtuais de divulgação;
                proporcionar uma abordagem no âmbito das tecnologias digitais em matérias fundamentais
                 em profissões emergentes no campo das novas tecnologias (TIC);
                sensibilizar os alunos para as matérias, relacionadas com as TIC, em implementação nos vá-
                 rios ramos do ensino, proporcionando-lhes mais informação nas escolhas vocacionais.




Áreas curriculares não disciplinares


Formação Cívica - finalidades da intervenção:

                    desenvolver a consciência cívica dos alunos como elemento fundamental do processo de
                     formação de cidadãos responsáveis, críticos, ativos e intervenientes;
                    promover o intercâmbio de experiências vividas pelos alunos fomentando a sua partici-
                     pação ativa na vida da Turma, da Escola e da Comunidade.


    A criação de duas áreas curriculares destinadas ao aproveitamento dos dois meios blocos a decidir pela
    escola no plano curricular do EB resulta da vontade de, mais uma vez, investir no desenvolvimento de
    competências fundamentais, nomeadamente as diretamente relacionadas com a aprendizagem da língua
    materna e da matemática.


    Assim, o plano de estudos do 7º e 8º anos integra 45 minutos atribuídos à área curricular de Oficina da
    Matemática e 45 minutos atribuídos à Oficina de Escrita. No 9ºano os 45 minutos são atribuídos ao Apoio
    ao estudo.



    Oficina de Matemática

    O diagnóstico efetuado à entrada do 7º ano de escolaridade aponta para uma generalizada falta de com-
    petências específicas de cálculo e raciocínio geométrico que condicionam o sucesso no 3º ciclo. Mesmo os




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         13/150
alunos que apresentam um nível médio de conhecimentos em termos de conteúdos raramente são capa-
   zes de os mobilizar na resolução de problemas.

   Considerando o exposto, são objetivos da Oficina de Matemática:

               Desenvolver o cálculo mental através de atividades que se prolongam durante todo o ano e
                de grau de dificuldade crescente.

               Desenvolver a capacidade de resolução de problemas através de atividades onde se mobili-
                zem conhecimentos respeitantes a vários conteúdos.

               Desenvolver o raciocínio geométrico através de atividades com recurso a materiais manipulá-
                veis.

   Oficina de Escrita

   Considerando a aprendizagem e o desenvolvimento da escrita como processo de construção da competên-
   cia de expressão em língua materna, como meio organizador do pensamento e potenciador de aprendiza-
   gens e as dificuldades consensualmente observadas na expressão em língua portuguesa dos alunos do en-
   sino básico e secundário,

   A Oficina de Escrita tem como objetivos:

               Conhecer as etapas que constituem o processo da escrita;

               Definir percursos individualizados de produção escrita;

               Diversificar situações, finalidades e destinatários da escrita;

               Tomar consciência das possibilidades de reformulação do texto escrito;

               Experimentar técnicas de auto e heterocorrecção conducentes ao aperfeiçoamento do texto
                escrito;

               Desenvolver a criatividade;

               Promover a divulgação dos escritos.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                  14/150
Ensino Secundário

   Áreas curriculares e carga horária semanal


   Formação geral e formação específica




                                                        (10º, 11º e 12º Anos) em unidades
     PLANO DE ESTUDOS DOS CURSOS
                                                        letivas de 90 minutos
     CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS
                                                        10º Ano      11º Ano    12º Ano



                          Português                     2x90         2x90       2x90
        G e r a l




                          Língua Estrangeira I, II a)   2x90         2x90
        F o r m a ç ã o




                          Filosofia                     2x90         2x90


                          Educação Física (b)           2x90         2x90       2x90




                          Formação Cívica               0,5




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                          15/150
Ciências e Tecnologias


                                               Matemática A – disciplina obrigatória       3x90        3x90    3x90


                                             Escolher duas disciplinas


                                               Física e Química A                       2x90+ 135   2x90+135
                       E s p e c í f i c a




                                               Biologia e Geologia                      2x90+135    2x90+135


                                               Geometria Descritiva A                   2x90+135    2x90+135


                                             Escolher uma disciplina (c)
                       F o r m a ç ã o




                                                                                                               2x90+135
                                               Biologia

                                                                                                               2x90+135
                                               Física

                                                                                                               2x90+135
                                               Química

                                                                                                               2x90
                                               Psicologia B




                                              Ciências Sócioeconómicas
        E s p e c í f i c a




                                                Matemática A – disciplina obrigatória    3x90        3x90       3x90

                                                Inglês                                                          3x90

                                              Escolher duas disciplinas
                                                                                         3x90        3x90
                                                Economia A
                                                                                         3x90        3x90
                                                Geografia A
        F o r m a ç ã o




                                                                                         3x90        3x90
                                                História B

                                              Escolher uma disciplina (c)
                                                                                                                3x90
                                                Sociologia
                                                                                                                3x90
                                                Geografia C




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                        16/150
Línguas e Humanidades



        E s p e c í f i c a
                                História A – disciplina obrigatória   3x90       3x90       3x90


                              Escolher duas disciplinas


                                Literatura Portuguesa                            3x90
                                                                      3x90
        F o r m a ç ã o




                                Geografia A                                      3x90
                                                                      3x90
                              Escolher duas disciplina (c)
                                Geografia C
                                                                                            3x90
                                Psicologia B
                                                                                            3x90

                              Artes Visuais
        E s p e c í f i c a




                                Desenho A                             2x90+135   2x90+135   2x90+135

                              Escolher duas disciplinas
                                Geometria Descritiva A                3x90       3x90
                                História e Cultura das Artes          3x90       3x90
                              Escolher duas disciplinas (c)
        F o r m a ç ã o




                                Oficina Multimédia B                                        2x90+135


                                Oficina de Artes                                            2x90+135




      Educ. Moral e Religiosa (disciplina facultativa)                1X90       1x90       1x90




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                     17/150
5. Ocupação Plena dos Tempos Escolares

Aulas de substituição (AS)

Aulas de substituição a decorrer em situação de ausência programada de professor e mediante existência de
plano de aula.
Aulas asseguradas em sala de aula, por uma bolsa de professores distribuídos por grupo disciplinar/disciplina, a
gerir periodicamente pelo professor coordenador da disciplina/área disciplinar, garantida a compatibilidade de
horário entre o(s) tempo(s) letivo(s) não lecionado(s) pelo docente titular e o docente que assegura a(s) aula(s)
de substituição.
No Ensino Secundário, na impossibilidade de assegurar a aula de substituição, a atividade de ocupação dos
tempos escolares é preferencialmente atribuída a um professor da turma, para complemento curricular.
Quando o motivo da ausência é conhecido com antecedência são encorajadas as permutas entre professores
do mesmo grupo de docência ou do mesmo conselho de turma.




Ocupação de Tempos Escolares (OTE)


Atividades de frequência obrigatória, a desenvolver na sala de aula ou em outro espaço escolar, designada-
mente na BE/CRE ou na sala CEM.


                             Atividades na Biblioteca/Centro de Recursos


Atividades desenvolvidas no âmbito do plano de atividades da BE/CRE, a desenvolver preferencialmente com
turmas desdobradas e com acompanhamento de professor.


                             Atividades na Sala CEM – Centro de Estudo Multiusos

Atividades desenvolvidas em espaço multiusos, com supervisão de professores:




Atividades e estratégias de apoio ao estudo


                             Apoio Pedagógico Acrescido (APA):

Aulas lecionadas no âmbito de Planos Educativos Individuais (PEI), dirigidas a alunos com necessidades especí-
ficas.

                             Atividades de Sala de Estudo (AE):

Acompanhamento em sala de estudo e apoio a desenvolvimento de trabalhos por professor da disciplina ou
área disciplinar.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        18/150
Programas de Tutorias (T)

    Atividades de acompanhamento individual ou em pequeno grupo, realizadas por um professor tutor, diri-
    gidas a alunos com necessidades de enquadramento suplementar no domínio das aprendizagens e na área
    comportamental.


                          Apoio pedagógico individualizado ou em pequenos grupos (AP)

Aulas dirigidas a alunos com necessidade de trabalho individualizado para aquisição e/ou consolidação de co-
nhecimentos e desenvolvimento de competências.


Atividades de enriquecimento curricular e atividades extracurriculares

Os departamentos curriculares e os grupos disciplinares desempenham, no plano curricular, um papel funda-
mental na coordenação da implementação dos currículos, de forma exigente e coerente e, em cada momento,
adaptada às realidades específicas.


A partir da coordenação do Projeto Educativo e decorrendo da atividade dos departamentos curriculares e dos
grupos disciplinares, e/ou de projetos multidisciplinares, através da operacionalização frequentemente centra-
da nos conselhos de turma e em equipas de professores, a Escola desenvolve projetos de natureza diversa.
Estes projetos, de caráter anual ou plurianual, visam a apropriação do saber e do saber fazer, recorrendo, tam-
bém, à colaboração de entidades exteriores e/ou especialistas que, pontualmente ou de forma mais continua-
da, se constituem como parceiros na missão educativa.


O Plano Anual de Atividades reúne as várias realizações escolares, decorrentes de projetos e programas em
curso, registando, entre outras, as seguintes:
   Visitas de Estudo;
   Biblioteca/Centro de Recursos;
   Página da Escola;
   Publicação “Rainha em Folha”
   Projeto Cozinha Experimental – Química e Culinária
   Desporto Escolar
   Saber Mais – e-learning (Plataforma Moodle)


Parcerias - Visando a integração da Escola na comunidade e potenciando o conhecimento científico numa di-
mensão atual e pragmática, promovem-se parcerias com instituições de caráter científico e cultural.


“SMASHING AWARDS” – Festa de final de ano, em edições anuais desde 1998, é já parte integrante da cultura
da Escola, promove o sentido de identidade, premeia o trabalho, o mérito, os bons resultados e/ou o talento
excecional para determinada área, proporcionando um momento de espetáculo partilhado por toda a comuni-
dade.


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      19/150
6. Avaliação das Aprendizagens



Critérios de Avaliação



Gerais - Ensino Básico e Ensino Secundário

A avaliação é sistemática, contínua e globalizante: integra todos os elementos capazes de concretizar o proces-
so ensino/aprendizagem.
A avaliação deve incluir dados como:


      ∙ Classificação de trabalhos escritos
      ∙ Participação nas atividades desenvolvidas (na aula e noutras, propostas pelo professor)
      ∙ Execução dos trabalhos de casa
      ∙ Fazer-se acompanhar do material adequado
      ∙ Desenvolvimento de interesses/pesquisa próprios
      ∙ Compreensão e aplicação correta da informação recebida
      ∙ Utilização de uma linguagem oral e escrita corretas
      ∙ Pontualidade
      ∙ Progressão na aprendizagem


    O aluno deve ser informado dos vários parâmetros utilizados na sua avaliação de forma a:


      ∙ Reconhecê-los sempre que forem aplicados
      ∙ Auto-avaliarse corretamente
      ∙ Melhorar o seu método de aprendizagem


    Com o objetivo de uniformizar procedimentos num processo que se pretende rigoroso e transparente, tan-
    to para alunos como Encarregados de Educação, devem ser utilizadas as seguintes normas:


    1. No início do ano letivo, o professor informará os alunos sobre os elementos que integrarão a respetiva
    avaliação e do seu peso no cômputo final, de acordo com os critérios específicos da disciplina, que pode-
    rão ser consultados na página da Escola.


    2. No final de cada período, o professor pedirá a cada aluno que se autoavalie: para o possibilitar, os alu-
    nos devem, atempadamente, ter em seu poder todos os elementos de avaliação.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       20/150
3. Os testes sumativos deverão ser classificados quantitativamente.


       3.1. No ensino secundário o enunciado do teste deverá incluir as cotações das várias questões.


       3.2. A classificação atribuída deverá constar do cabeçalho da folha de prova do aluno quando esta lhe
       for devolvida.


       3.3. No 3º ciclo do Ensino Básico a classificação é expressa de 0% a 100%.


       3.4. No Ensino Secundário a classificação é expressa de 0 (zero) a 20 valores.


   4. A falta, não justificada, a algum elemento de avaliação implicará a classificação de 0% no Ensino Básico e
   0 (zero) valores no Ensino Secundário.


   5. Deverão ser realizadas, pelo menos, duas avaliações sumativas por período. No caso de um período ter
   menos de oito semanas completas de aulas, poderá ser realizada, nesse período, apenas uma avaliação
   sumativa.


   6. O cabeçalho dos enunciados dos testes sumativos deve conter o logotipo e o nome da Escola, a data da
   realização, a disciplina e o nome do professor.


   7. As datas dos testes sumativos devem ser acertadas com os alunos e assentes no calendário escolar no li-
   vro de ponto.


   8. Os testes devem ser devolvidos aos alunos, sempre que possível, no prazo de uma semana após a sua
   realização.


   9. Após a devolução dos testes aos alunos, deve ser feita a sua correção.


   10. Os trabalhos escritos ou práticos poderão ser classificados quantitativamente. Neste caso, a solicitação
   dos trabalhos deverá incluir um enunciado, tal como nos testes, explicitando os seguintes elementos:


       10.1. Descrição pormenorizada do que se pretende que o aluno apresente, em termos de forma e con-
       teúdo, bem como a data limite para a entrega do trabalho.


       10.2. Descrição dos critérios de avaliação que serão utilizados.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       21/150
10.3. Relativamente aos trabalhos escritos ou práticos avaliados qualitativamente, a nomenclatura uti-
       lizada deverá ser uniforme em toda a Escola e os alunos devem ser informados pelo professor da sua
       correspondência com a avaliação quantitativa


                     BÁSICO                                SECUNDÁRIO
                     1 – 0-19% Fraco                       0-4  Mau
                     2 – 20-49% Não Satisfaz               5-9    Medíocre
                     3 – 50-69% Satisfaz                   10-13 Suficiente
                     4 – 70-89% Satisfaz bem               14-17 Bom
                     5 – 90-100% Excelente                 18-20 Muito Bom


       10.4. A classificação dos trabalhos (seja qualitativa ou quantitativa) poderá ser acompanhada de uma
       apreciação descritiva.


   11. A meio do 1º e 2º períodos, o professor deve entregar ao diretor de turma uma ficha de informação
   qualitativa relativamente ao desempenho dos alunos.


       11.1. Esta informação deve ser facultada ao encarregado de educação e ao próprio aluno sempre que
       solicitada.


       11.2. Sempre que o professor e o diretor de turma considerarem útil para o sucesso escolar do aluno,
       o Diretor de Turma deverá tomar a iniciativa de comunicar esta informação ao aluno e respetivo en-
       carregado de educação.


                                                          Ratificado em Conselho Pedagógico de 08/09/2011




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    22/150
E               ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                           ANO LETIVO 2011/2012


               CRITÉRIOS ESPECÍFICOS PARA A PROGRESSÃO DOS ALUNOS
                                    7º e 8º ANOS DE ESCOLARIDADE


    De acordo com a legislação em vigor, compete à escola a definição de critérios específicos para avaliação
dos alunos em anos não terminais. Neste sentido, foi aprovado o seguinte:
1 - Um aluno só deve transitar com o máximo de três avaliações inferiores a nível três no conjunto das disci-
plinas , desde que nelas não se incluam, cumulativamente, Língua Portuguesa e Matemática.
2 – Se um aluno for avaliado com nível um a L. Portuguesa e Matemática, cumulativamente, fica retido.
          2.1 – Com classificação negativa nas duas disciplinas, na forma acumulada, o aluno só transita se obti-
ver a uma delas nível dois.

Ex:
      DISCIPLINAS AVALIADAS COM NÍVEL INFERIOR A TRÊS                      SITUAÇÃO NO FINAL DO ANO
Língua Portuguesa, Inglês, História                                        PROGRIDE
Matemática, Francês, Ed. Visual                                            PROGRIDE
Francês, Ciências, Educação Tecnológica,Matemática                                             FICA RETIDO
Língua Portuguesa, Matemática, Ciências                                                        FICA RETIDO
Língua Portuguesa e Matemática (ambas com nível um)                                            FICA RETIDO
Língua Portuguesa e Matemática (uma com nível dois e ou- PROGRIDE
tra com um)
Língua Portuguesa e Matemática (ambas com nível dois)                      PROGRIDE


3 – Sempre que um aluno, aplicados estes critérios, se encontre numa situação de retenção, mas cuja progres-
são o Conselho de Turma aprove, por maioria de 2/3, alegadamente porque o aluno poderá atingir as compe-
tências exigidas no final do ciclo, a proposta terá de ser submetida à apreciação do Conselho Pedagógico.
      3.1 – Desta situação decorre a apresentação de um processo que inclua :
a) – informação sobre a avaliação do aluno;
b) – parecer fundamentado do Conselho de Turma;
c)    – parecer de todos os professores da turma sobre as competências evidenciadas pelo aluno na utilização
      da Língua Portuguesa.


                                      Documento aprovado no Conselho Pedagógico de 08/09/2011.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                          23/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA D. AMÉLIA
                          FORMAÇÃO CÍVICA – ENSINO BÁSICO

                                       CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

        O Decreto-Lei nº 6/2001, consagra a Formação Cívica como “o espaço privilegiado
para o desenvolvimento da educação para a cidadania, visando o desenvolvimento da cons-
ciência cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de cidadãos responsá-
veis, críticos, ativos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio de expe-
riências vividas pelos alunos e à sua participação individual e coletiva, na vida da turma, da
escola e da comunidade”.

      ▪ A área curricular não disciplinar de Formação Cívica deve ser desenvolvida em articu-
lação com outras áreas, disciplinares ou não disciplinares, e constar, explicitamente, no Pro-
jeto Curricular de Turma.
      ▪ A sua avaliação assume caráter qualitativo e é expressa em três níveis: NS (Não Satis-
faz); ST (Satisfaz) e SB (Satisfaz Bem).
      ▪ Uma avaliação de NS não interfere na progressão dos alunos.
                                  Parâmetros a avaliar em Formação Cívica
                                                    Assiduidade
                                                    Pontualidade

                                Atitudes            Comportamento

                                                    Empenho

                                                    Cooperação

                                                    Oral
                               Participação
                                                    Escrita


          Menção qualitativa                     Nível alcançado nos parâmetros avaliados
                                       As atitudes do aluno não são adequadas; a sua participação é
    Não Satisfaz
                                       insuficiente ou deficiente.

    Satisfaz                           As atitudes e a participação são adequadas.


    Satisfaz Bem                       O aluno cumpre todos os parâmetros com qualidade.


                         Aprovado em Conselho Pedagógico de 8 de setembro de 2011




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    24/150
FORMAÇÃO CÍVICA – ENSINO SECUNDÁRIO
                                      CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

O Decreto-Lei nº 50/2011, de 8 de abril, cria a disciplina de Formação Cívica no 10º ano, incluindo-a na matriz
curricular dos cursos científico-humanísticos, “com vista a reforçar a formação nas áreas de educação para a
cidadania, para a saúde e para a sexualidade”.
A disciplina de Formação Cívica assume, portanto, um caráter transversal, devendo ser desenvolvida em artic
lação com outras disciplinas.
A Portaria nº 244/2011, de 21 de junho, determina:
                 que a avaliação sumativa em Formação Cívica, pelo seu caráter formativo, se expresse em
                  três níveis: Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz bem;
                 que a atribuição da menção de Não satisfaz não seja considerada para efeitos de transição,
                  desde que frequentada com assiduidade;
                 a exclusão em Formação Cívica quando haja “o incumprimento reiterado de dever de assidui-
                  dade por parte do aluno.”. Esta exclusão obriga à realização, no final do 10º ano, de uma
                  prova especial de avaliação, elaborada a nível de escola.


                                Parâmetros a avaliar em Formação Cívica
                                                  Assiduidade
                                                       Pontualidade
                                 Atitudes              Comportamento
                                                       Empenho
                                                       Cooperação
                                                       Oral
                                Participação
                                                       Escrita

         Menção qualitativa                    Nível alcançado nos parâmetros avaliados
                                        As atitudes do aluno não são adequadas; a sua parti-
    Não satisfaz
                                        cipação é insuficiente/ou deficiente.

    Satisfaz                            As atitudes e a participação são adequadas.

    Satisfaz bem                        O aluno cumpre todos os parâmetros com qualidade.


                      Aprovado em Conselho Pedagógico de 8 de setembro de 2011




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      25/150
Critérios específicos por disciplina


DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS


PORTUGUÊS


I – ENSINO BÁSICO


        Domínios de avaliação


Enquadrada pelos domínios identificados no Programa de Língua Portuguesa, a avaliação incide sobre as se-
guintes competências:
                ∙ Escrita;
                . Leitura;
                ∙ Compreensão/Expressão Oral
                ∙ Funcionamento da Língua.


        Critérios específicos de avaliação
        Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se:
                ∙ a capacidade de expressão escrita e oral;
                ∙ a capacidade de compreensão de enunciados escritos e orais;
                ∙ o domínio de conceitos fundamentais da análise literária e gramatical.


        Elementos de avaliação sumativa
        Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi-
        da:

              60%       Testes sumativos
              10%       Fichas, tarefas realizadas na aula
                        Oralidade
              20%       Compreensão
                        Expressão: fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, correção
              10%       Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa; pontualidade; comparên-
                        cia nas aulas com o material necessário, comportamento


        Fatores de ponderação
        São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida:
                ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina;
                ∙ Disponibilidade e organização do material escolar;
                ∙ Determinação no trabalho.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      26/150
Classificação dos testes sumativos
         Os enunciados dos testes não registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa.


OFICINA DA ESCRITA


I – ENSINO BÁSICO


O aluno deve ser capaz de elaborar diferentes tipos de texto com vista ao aperfeiçoamento das suas técnicas
de escrita.
Deverão ser realizadas atividades auto e heterocorretivas, bem como propostas de escrita criativa.
A avaliação a atribuir será qualitativa.


       Níveis de classificação atribuída:
        NS (Não Satisfaz) = fraca assiduidade/pontualidade; comportamento desadequado; inexistência ou
         fraco portefólio/recolha de documentos; fraca participação nas atividades propostas.
        SAT (Satisfaz) = Boa assiduidade/pontualidade; comportamento pontualmente irregular; portefólio
         razoavelmente organizado; boa participação nas atividades propostas.
        SB (Satisfaz Bem) = Boa assiduidade/pontualidade; comportamento adequado; portefólio bem organi-
         zado incluindo todos os trabalhos realizados; boa participação nas atividades propostas.


PORTUGUÊS


II – ENSINO SECUNDÁRIO


         Domínios de avaliação
         Enquadrada pelos domínios identificados pelo programa de Português, a avaliação incide sobre as se-
         guintes competências:


                  ∙ Escrita;
                  . Leitura;
                  ∙ Compreensão/Expressão oral;
                  ∙ Funcionamento da Língua.


         Critérios específicos de avaliação
         Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se:
                  ∙ o domínio da expressão escrita e falada;
                  ∙ o domínio da compreensão de enunciados escritos e orais;
                  ∙ o domínio de conceitos literários e gramaticais.



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       27/150
Elementos de avaliação sumativa
        Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi-
        da:


                                                     12º
                           10º/11º


                           65%                                              Testes sumativos.
                                                    70%
                                                                            Oralidade
                           25%                                              Compreensão
                                                    25%
                                                                            Expressão: fluência, relevância, pertinên-
                                                                            cia, disponibilidade, correção
                                                                            Fichas, trabalhos escritos, realizados na
                           10%                       5%                     aula e em casa. Comparência com o ma-
                                                                            terial necessário.


        Fatores de ponderação
        São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida:
                     ∙ Pontualidade;
                     ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina;
                     ∙ Disponibilidade e organização do material escolar;
                     ∙ Determinação no trabalho.


        Classificação dos testes sumativos
        Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa.


LITERATURA PORTUGUESA: ENSINO SECUNDÁRIO


        Domínios de avaliação
        Enquadrada pelos domínios identificados pelo programa de Literatura Portuguesa, a avaliação incide
sobre as seguintes competências:
        . Escrita;
        . Leitura;
        . Compreensão,
        . Funcionamento da Língua.


        Critérios específicos de avaliação
        Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se:
        . O domínio da expressão escrita;
        . O domínio da compreensão dos enunciados escritos;


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                             28/150
. O domínio dos conceitos literários.


      Elementos de avaliação sumativa
      Considera-se no cálculo da avaliação final a atribuir os elementos indicados na ponderação referida:
               75%       Testes sumativos
               25%       Portfólio


      Fatores de ponderação
      São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida:
              - Assiduidade
              - Pontualidade
              - Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina;
              - Disponibilidade e organização do material escolar
              - Determinação no trabalho


      Classificação nos testes sumativos
      Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        29/150
LÍNGUA ESTRANGEIRA: FRANCÊS / INGLÊS


I – ENSINO BÁSICO


       Domínios de avaliação
       Enquadrada pelos domínios identificados nos Programas de Francês e de Inglês, a avaliação incide so-
       bre as seguintes competências:
                   ∙ Escrita;
                   . Leitura;
                   ∙ Compreensão/Expressão oral
                   ∙ Funcionamento da Língua.


       Critérios específicos de avaliação
       Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se:
                   ∙ a capacidade de expressão escrita e oral;
                   ∙ a capacidade de compreensão de enunciados escritos e orais;
                   ∙ o domínio de conceitos fundamentais da análise literária e gramatical.


       Elementos de avaliação sumativa
       Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi-
       da:


             60%      Testes sumativos

             10%      Fichas, tarefas realizadas na aula

             20%      Oralidade: compreensão, fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, corre-
                      ção
             10%      Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa; pontualidade; comparência
                      nas aulas com o material necessário, comportamento


       Progressão
       Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação e a importância da progressão na aprendizagem, a
       classificação do 2º período calcular-se-á atribuindo peso 1 à classificação do 1º período e peso 2 à
       classificação do 2º. Para calcular a classificação interna final, dar-se-á peso igual às classificações dos
       2º e 3º períodos.


       Fatores de ponderação
       São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida:
                   ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina;
                   ∙ Disponibilidade e organização do material escolar;
                   ∙ Determinação no trabalho.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         30/150
Classificação dos testes sumativos
       Os enunciados dos testes não registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa.


II – ENSINO SECUNDÁRIO


       Domínios de avaliação
       Enquadrada pelos domínios identificados nos programas de Francês e de Inglês, a avaliação incide so-
       bre as seguintes competências:


                ∙ Escrita;
                . Leitura;
                ∙ Compreensão/Expressão oral;
                ∙ Funcionamento da Língua.


       Critérios específicos de avaliação
       Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se:
                ∙ o domínio da expressão escrita e falada;
                ∙ o domínio da compreensão de enunciados escritos e orais;
                ∙ o domínio de conceitos literários e gramaticais.


       Elementos de avaliação sumativa
       Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi-
       da:

       70%      Testes sumativos.

                Oralidade: compreensão, fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, corre-
                ção
       30%      Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa e das tarefas propostas na
                aula; pontualidade; comparência nas aulas com o material necessário, comporta-
                mento


       Progressão
       Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação e a importância da progressão na aprendizagem, a
       classificação do 2º período calcular-se-á atribuindo peso 1 à classificação do 1º período e peso 2 à
       classificação do 2º. Para calcular a classificação interna final, dar-se-á peso igual às classificações dos
       2º e 3º períodos.


       Fatores de ponderação
       São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida:
                ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina;

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         31/150
∙ Disponibilidade e organização do material escolar;
              ∙ Determinação no trabalho.


      Classificação dos testes sumativos
      Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    32/150
DEPARTAMENTO DAS MATEMÁTICAS E DAS CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS


CIÊNCIAS NATURAIS: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO


    1.   Testes teóricos – 70%*
         Dois testes sumativos por período, incluindo toda a matéria dada.
         A avaliação nos testes teóricos tem em conta:
                  - apresentação
                  - fundamentação teórica/rigor científico
                  - rigor e clareza de linguagem


Os testes serão classificados qualitativa e quantitativamente, utilizando as seguintes designações: nível 1=
Fraco(0-19%); nível 2=Não Satisfaz(20-49%); nível 3=Satisfaz(50-69%); nível 4=Satisfaz Bem(70-89%); nível
5=Excelente(90-100%).
* Serão incluídos conteúdos programáticos dos anos anteriores nas provas dos 8º e 9º anos, procurando-se
interligar os diferentes temas à semelhança do que acontece nos Exames Nacionais, com o intuito de preparar
os alunos para a Prova Intermédia. Nos testes do 8º inclui-se 15% de matéria do 7º e, no 9º inclui-se 10% da
matéria do 7º e 10% do 8º.


    2.   Realização de trabalhos – 20%
         Executa com rigor as tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas formativas, tra-
         balhos de grupo de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e participação em ativida-
         des extra curriculares.


    3.   Observação do espaço de aula – 10%
         Registo de valores/ atitudes:
         Pontualidade
         Assiduidade
         Responsabilidade, autonomia, maturidade
         Relacionamento dentro e fora da sala de aula
         Fazer-se munir do material necessário ao desempenho da sua atividade, nomeadamente o caderno
         diário que deve estar bem apresentado
         Participação adequada na aula


Avaliação de trabalhos
Parte escrita – 50%
         - aspetos gráficos e estéticos – (5+5)
         - cumprimento do prazo de entrega e das normas de realização – (5+5)

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        33/150
- capacidade de síntese e seleção pertinente de informação- (5+5)
        - rigor científico e aprofundamento de conteúdos- (10+10)
Parte oral – 50%
        - limita-se a ler- (8-9)
        - fala revelando fraco domínio dos conceitos, evidenciando claramente um discurso memorizado- (10-
        19)
        - evidencia compreensão dos conhecimentos utilizando uma linguagem pobre- (20-29)
        - evidencia domínio do conhecimento, utilizando uma linguagem rica, com exemplos esclarecedores e
        envolvimento da turma- (30-44)
        - evidencia um profundo e abrangente domínio do conhecimento, utilizando um discurso semântico
        muito rico, revelando grande dinamismo, criatividade e utilizando recursos multimédia adequados-
        (45-50)


Avaliação de relatórios
        Contempla:
        - cumprimento do prazo de entrega - 5%
        - capa - 10%
        - introdução/objetivo - 15%
        - material - 5%
        - procedimento - 10%
        - resultados - 15%
        - discussão/conclusão - 20%
        - bibliografia - 5%
        - apresentação - 5%
        - rigor de linguagem - 5%
        - rigor científico - 5%


BIOLOGIA E GEOLOGIA: 10º E 11º ANOS


1 – Testes sumativos – 80%
Dois testes por período, incluindo toda a matéria lecionada até à sua realização e revisão dos conteúdos do 10º
ano.
Nos testes as questões relacionadas com a componente prática e/ou experimental serão cotadas, no mínimo,
com 37 pontos (15%)


        A avaliação nos testes sumativos tem em conta:
        I.    apresentação
        II.   fundamentação teórica – rigor científico
        III. rigor de linguagem

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      34/150
IV. clareza de linguagem
         V. as classificações serão escritas pelo professor nos testes usando as designações:
              Mau (0 – 4); Medíocre (5 – 9); Suficiente (10 – 13); Bom (14 – 17); Muito Bom (18 - 20).


    2    – Realização de trabalhos experimentais – 15%


              - Execução do protocolo experimental – 5%
              - Realização de relatórios individuais – 10%




    3         – Trabalhos individuais e/ou em grupo – 5%


              - Execução com rigor das tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas
              formativas, trabalhos de grupo de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e
              participação em atividades extra curriculares.
              - Registo de atitudes/valores


BIOLOGIA: 12º ANOS


1 – Testes sumativos – 70%


Dois testes por período, incluindo toda a matéria lecionada até à sua realização.


A avaliação nos testes sumativos tem em conta:


         VI. apresentação
         VII. fundamentação teórica – rigor científico
         VIII. rigor de linguagem
         IX. clareza de linguagem
         X.   as classificações serão escritas pelo professor nos testes usando as designações:
              Mau (0 – 4); Medíocre (5 – 9); Suficiente (10 – 13); Bom (14 – 17); Muito Bom (18 - 20).


2 – Realização de trabalhos - 30%


    1.   execução com rigor das tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas formativas,
         atividades experimentais (execução de práticas experimentais e relatórios escritos),trabalhos de grupo
         de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e participação em atividades extra
         curriculares.
    2.   Comunicação individual de um paper, cuja classificação será contabilizada no 3º período.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       35/150
3.   registo de atitudes e valores:
        - pontualidade
        - assiduidade
        - responsabilidade, autonomia, maturidade
        - faz-se munir do material necessário à sua atividade
        - contribui para um bom clima de trabalho na sala de aula, isoladamente ou em grupo
        - participação na aula com interesse e empenho
        - qualidade da participação oral
        - cooperação no grupo
        - respeito pelas normas de trabalho e convivência




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                            36/150
CIÊNCIAS FÍSICO-QUIMICAS: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO



A avaliação será baseada na atribuição de pesos iguais aos três períodos letivos e de pesos diferentes aos dife-
rentes elementos de avaliação, consoante os seus tipos.


PESOS A ATRIBUIR AOS DIFERENTES INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas escritas de avaliação .....................................................................................................................60%
Outros trabalhos escritos .........................................................................................................................20%
Trabalhos de Casa ....................................................................................................................................10%
Participação e Atitude na Aula (incluindo 5% para a comparência com o material
necessário à aula) ...................................................................................................................................10%


FÍSICA E QUÍMICA A: 10º E 11º ANOS E FÍSICA: 12º ANO


A avaliação será baseada na atribuição de pesos iguais aos três períodos letivos e de pesos diferentes aos dife-
rentes elementos de avaliação, consoante os seus tipos.


10.º ANO E 11.º ANO – FÍSICA E QUÍMICA A
                                                                                                                                                 (*)
Provas escritas de avaliação ................................................................................................................ 80%
Outros trabalhos escritos .................................................................................................................... 10%
Trabalhos de Casa .................................................................................................................................. 5%
Participação e Atitude na Aula (incluindo 2,5% para a comparência com o material
necessário à aula) .................................................................................................................................. 5%
(*)
      Nas Provas de Avaliação as questões sobre as Atividades Laboratoriais e Atividades Práticas de Sala de Aula
(previstas nos programas curriculares) terão uma cotação total de no mínimo 7,5 valores, o que por si só garan-
te um mínimo de 30% de avaliação da parte prática e/ou experimental destes programas. Serão incluídos con-
teúdos programáticos do 10.º ano nas provas do 11.º ano, procurando-se interligar os diferentes temas à se-
melhança do que acontece nos Exames Nacionais.


12º ano - FISICA
Provas escritas de avaliação………………… ................................................. ……………………………………………………… 70%
Outros trabalhos escritos (incluindo pelo menos 5% de relatórios experimentais)……… ................ …………...... 20%
Trabalhos de casa ……………………………………………………………… ...................................................... …………………… 5%
Participação e atitude na aula (incluindo 2,5% para a comparência com o material necessário à aula). ......... . 5%


(**) Nas Provas de Avaliação as questões sobre as Atividades Laboratoriais e Atividades Práticas de Sala de Aula
(previstas nos programas curriculares) terão uma cotação total de no mínimo 7,5 valores, o que por si só garan-
te um mínimo de 30% de avaliação da parte prática e/ou experimental destes programas.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                          37/150
MATEMÁTICA: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO


Secção 1
Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período

   A primeira aproximação de classificação proposta nos 1º período será obtida com recurso aos elementos
    de avaliação desse mesmo período.


   No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde-
    ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período.


   A classificação proposta deverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se-
    guinte, traduzida numa escala de 0 a 100. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido
    pode ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 5 unidades. O resultado na escala de 0 a 100
    será depois reconvertido na escala de 1 a 5.


   A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo
    menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário), com caráter
    globalizante em termos de conteúdos. Admite-se que no 3º período seja realizado apenas um.


   Serão realizados obrigatoriamente minitestes de duração máxima 30 minutos, não globalizantes, sendo
    pelo menos dois por período. Admite-se que no 3º Período seja realizado apenas um desde que se tenham
    realizado 3 no 2º período..


   No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação
    de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2.
    Nos casos de progressão elevada ou reduzida poderá ser atribuída uma classificação com recurso apenas
    aos elementos do 2º e 3º período devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classifica-
    ções obtidas no 1º período.


Secção 2


Pesos relativos das formas de avaliação


Conhecimentos específicos da disciplina ( Peso 95%)
    Formas de avaliação : Testes escritos globalizantes (90min). 65%
    Minitestes, TPC’s, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresentações orais- 30%


Outros ( Peso 5%)
    Parâmetros a avaliar:

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    38/150
Intervém de forma organizada.
        É pontual
        Executa com regularidade as tarefas propostas.
        Faz-se acompanhar do material necessário
Nota: Considerando a importância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos
como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros
pode conduzir à atribuição de 0 neste item.


MATEMÁTICA A E MATEMÁTICA B: ENSINO SECUNDÁRIO


Secção 1
Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período

   A primeira aproximação de classificação proposta nos 1º período será obtida com recurso aos elementos
    de avaliação desse mesmo período.


   No 1º período a classificação mínima será de 5 valores salvo casos excecionais aprovados em grupo.


   No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde-
    ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período.


   A classificação proposta deverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se-
    guinte, traduzida numa escala 0 a 200. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido
    pode ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 10 unidades obtendo-se depois a classifica-
    ção de 0 a 20.


   A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo
    menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário). Admite-se
    que no 3º período seja realizado apenas um teste globalizante desde que exista pelo menos mais um ele-
    mento de avaliação escrito do que o mínimo exigido em cada período, realizado no 2º ou 3º período, por
    exemplo mais um miniteste ou um teste de 90 minutos ou um teste de duração inferior a 90 minutos mas
    a considerar no cômputo da média relativa aos testes globalizantes, com peso relativo que poderá ser infe-
    rior aos dos testes de 90 minutos.


   Nos 1º e 2º períodos será obrigatória a classificação de pelo menos um Miniteste, trabalho de casa, relató-
    rio, pequeno trabalho de investigação ou apresentação oral.


   No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação
    de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2.


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       39/150
Nos casos de progressão elevada ou reduzida dever-se-á proceder a uma segunda aproximação com recur-
    so aos elementos do 2º e 3º períodos e poderá ser atribuída uma classificação com apenas esses dois perí-
    odos devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classificações obtidas no 1º período.


Secção 2


Pesos relativos das formas de avaliação


Conhecimentos específicos da disciplina (Peso 95%)
    Formas de avaliação:
                   Testes escritos globalizantes (90min)
                   Minitestes, trabalhos de casa, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresenta-
                   ções orais.


- No 10º e 11º anos o peso dos testes globalizantes será no mínimo 70% podendo variar em cada período con-
forme o tipo e quantidade dos restantes instrumentos.
- No 12º ano (Matemática A) o peso dos testes globalizantes será , no mínimo, 85%


Outros (Peso 5%)
    Parâmetros a avaliar:
        Intervém de forma organizada.
        É pontual
        Executa com regularidade as tarefas propostas.
        Faz-se acompanhar do material necessário
Nota: Considerando a importância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos
como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros
pode conduzir à atribuição de 0 neste item.




MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS: ENSINO SECUNDÁRIO


Secção 1
Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período

   A primeira aproximação de classificação proposta no 1º período será obtida com recurso aos elementos de
    avaliação desse mesmo período.
   No 1º período a classificação mínima será de 5 valores salvo casos excecionais aprovados em grupo.
   No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde-
    ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período.



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       40/150
A classificação proposta deverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se-
    guinte, traduzida numa escala 0 a 200. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido po-
    de ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 10 unidades obtendo-se depois a classificação
    de 0 a 20.
   A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo
    menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário). Admite-se
    que no 3º período seja realizado apenas um teste globalizante desde que tenham sido realizados pelo me-
    nos três no 2º período ou existam outros elementos de avaliação escritos em quantidade suficiente. Por
    exemplo, pelo menos dois minitestes ou um teste de duração inferior a 90 min mas a considerar no côm-
    puto da média relativa aos testes globalizantes, com peso relativo que poderá ser inferior aos dos testes de
    90 minutos.
   Em cada período será obrigatória a classificação de pelo menos um Miniteste, trabalho de casa, relatório,
    pequeno trabalho de investigação ou apresentação oral.
   No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação
    de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2.
    Nos casos de progressão elevada ou reduzida dever-se-á proceder a uma segunda aproximação com recur-
    so aos elementos do 2º e 3º períodos e poderá ser atribuída uma classificação com apenas esses dois perí-
    odos devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classificações obtidas no 1º período.


Secção 2


Pesos relativos das formas de avaliação


Conhecimentos específicos da disciplina ( Peso 95%)
    Formas de avaliação:
         Testes escritos globalizantes (90min)
         Minitestes, trabalhos de casa, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresentações
         orais.
- O peso dos testes globalizantes será no mínimo 60%, podendo variar em cada período conforme o tipo e
quantidade dos restantes instrumentos.


Outros ( Peso 5%)
    Parâmetros a avaliar:
         Intervém de forma organizada.
         É pontual
         Executa com regularidade as tarefas propostas.
         Faz-se acompanhar do material necessário




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       41/150
Nota: Considerando a importância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos
como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros
pode conduzir à atribuição de 0 neste item.


INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - ITIC|9º ANO

Domínios de avaliação
        Competências pessoais (10%)*
                 Resolução de problemas
                 Análise crítica
                 Capacidade de síntese
                 Criatividade

        Competências sociais (10%)*
                 Trabalho em equipa
                 Cooperação
                 Entreajuda

        Competências técnicas (30%)*
                 Domínio das técnicas
                 Exploração, investigação e mobilização de conceitos em diferentes situações
                 Domínio de procedimentos técnicos

        Métodos de trabalho (15%)*
                 Utilização da metodologia adequada à atividade proposta
                 Organização e gestão dos trabalhos desenvolvidos
                 Cumprimento de prazos

        Qualidade do trabalho desenvolvido (15%)*
                 Qualidade e rigor técnico e científico
                 Qualidade e rigor no produto comunicacional (texto escrito, produto multimédia, apresenta-
                 ção oral)

        Comportamentos (20%)**
                 Atenção / Participação / Intervenção
                 Organização e realização dos trabalhos
                 Desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade
                 Assiduidade
                 Pontualidade
                 Cumprimento das normas e das boas práticas de convivência social
                 Material necessário à disciplina




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                   42/150
* Dados para avaliação recolhidos através dos trabalhos e fichas de avaliação realizados pelos alunos ou outros meios
   a definir. A observação direta da forma como os alunos realizam os trabalhos, como utilizam as técnicas e os procedi-
   mentos que adotam também constitui uma forma de recolha de dados para a avaliação.
   ** Dados para avaliação recolhidos através da observação direta.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                 43/150
DEPARTAMENTO DAS EXPRESSÕES


 EDUCAÇÃO FÍSICA


 I - Ensino Básico

 O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de
 competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta-
 belecidos pelo grupo de Educação Física.



        CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

DOMÍNIOS                                             PARÂMETROS E INSTRUMENTOS

Domínio Motor                                        Testes práticos –competências motoras e nível de aptidão

(SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se ava- física (Condição Física e Habilidades Motoras, exercícios
liar o “saber fazer” do aluno, a expressão motora e critério);
o grau de sucesso e eficácia alcançado na execu- Autonomia e Coordenação no desempenho individual e
ção das tarefas propostas                            coletivo das destrezas motoras (situação de jogo, sequên-
                                                     cias gímnicas, circuitos, percursos, provas combinadas)

Domínio Cognitivo                                    Conhecimento das Matérias - capacidade de transmissão

(SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar (expressão oral / escrita,);
os “saberes”, os conhecimentos teóricos que fun- Fichas de observação - controlo da aprendizagem(auto e
damentam a prática, a capacidade de compreen- hetero avaliação);
são e de aplicação dos conhecimentos na prática Arbitragem , Ajudas e Aplicação dos conceitos na prática.
realizada pelos alunos

Sócio – Afetivo                                      Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em fun-

(SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste ção do código de valores da comunidade educativa, das
domínio avalia-se a participação e empenhamento características da atividade de realizada e do respeito pelo
nas atividades propostas, a cooperação e a res- grupo social.
ponsabilidade na entre-ajuda e integração no Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas
grupo, bem como o cumprimento das regras de atividades propostas
participação/assiduidade dos alunos.                 Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação
                                                     Prática na aula



 A avaliação da disciplina de EF é definida com base na seguinte ponderação:

    Domínio Motor - coeficiente 50% (ponderação 2,5)

    Domínio Cognitivo - coeficiente 20% (ponderação 1)

    Domínio Sócio-Afetivo - coeficiente 30% (ponderação 1,5)



 Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        44/150
AVALIAÇÃO FINAL DE PERÍODO
 2º Período = classificação do 1º período + classificação do 2º período
                                                       2
 3º Período = 2 X classificação do 2º período + classificação do 3º período
                                                       3
 II - Ensino Secundário

 O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de
 competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta-
 belecidos pelo grupo de Educação Física.



        CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

DOMÍNIOS                                             PARÂMETROS E INSTRUMENTOS

Domínio Motor                                        Testes práticos – competências motoras e nível de apti-

(SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se ava- dão física (Condição Física e Habilidades Motoras, exercí-
liar o “saber fazer” do aluno, a expressão motora e cios critério);
o grau de sucesso e eficácia alcançado na execu- Autonomia e Coordenação no desempenho individual e
ção das tarefas propostas                            coletivo das destrezas motoras (situação de jogo, sequên-
                                                     cias gímnicas, circuitos, percursos, provas combinadas)

Domínio Cognitivo                                    Conhecimento das Matérias - capacidade de transmissão

(SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar (expressão oral / escrita,);
os “saberes”, os conhecimentos teóricos que fun- Fichas de observação - controlo da aprendizagem (auto e
damentam a prática, a capacidade de compreen- hetero avaliação);
são e de aplicação dos conhecimentos na prática Arbitragem, Ajudas e Aplicação dos conceitos na prática.
realizada pelos alunos

Sócio – Afetivo                                      Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em fun-

(SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste ção do código de valores da comunidade educativa, das
domínio avalia-se a participação e empenhamento características da atividade de realizada e do respeito pelo
nas atividades propostas, a cooperação e a res- grupo social.
ponsabilidade na entre-ajuda e integração no Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas
grupo, bem como o cumprimento das regras de atividades propostas
participação/assiduidade dos alunos.                 Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação
                                                     Prática na aula.



 A avaliação da disciplina de EF é definida com base na seguinte ponderação:

    Domínio Motor - coeficiente 50% (ponderação 2,5)

    Domínio Cognitivo - coeficiente 20% (ponderação 1)


 Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        45/150
Domínio Sócio-Afetivo - coeficiente 30% (ponderação 1,5)


AVALIAÇÃO FINAL DE PERÍODO
2º Período = classificação do 1º período + classificação do 2º período
                                                      2
3º Período = 2 X classificação do 2º período + classificação do 3º período
                                                     3
ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO: Ensino Básico e Ensino Secundário


A circular n.º 98 de 25/05/99, do Ministério da Educação e DL nº319/91 de 23 de agosto, prevê que os alunos
que apresentem atestado médico na disciplina de Educação Física poderão beneficiar de condições especiais de
frequência e condições especiais de avaliação. Assim, a apresentação, pelos alunos, de Atestados Médicos
relativos à disciplina de Educação de Educação Física deverá ser objeto do seguinte tratamento:

    1.   O Atestado médico deve ser entregue à Diretora;


    2.   Não sendo o atestado médico explícito sobre as incapacidades, ou deficiências físicas ou mentais, que
         determinam a impossibilidade, permanente ou temporária, de o aluno participar normalmente nas
         atividades de ensino-aprendizagem da disciplina de Educação Física, deverá ser solicitado – para além
         de outra documentação que se considere necessária – um relatório médico em que se especifique
         muito claramente:
    As atividades físicas que estão interditas ao aluno;
    As atividades físicas que são permitidas de um modo condicionado;
    As atividades que, por serem benéficas para o aluno, podem ser praticadas sem contra indicação.
    Na posse destes dados a Diretora deverá promover a aplicação das medidas previstas na legislação em
vigor.


PERANTE O EXPOSTO O GRUPO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DECIDIU O SEGUINTE:


    -    O atestado médico deverá ser apresentado anualmente nos prazos previstos na lei;
    -    Os alunos nas condições anteriormente descritas deverão permanecer no espaço da aula e realizar as
         tarefas ou atividades físicas adaptadas à sua situação específica;
    -    Sempre que haja impossibilidade total ou parcial de participação na aula, os alunos serão sujeitos a ta-
         refas cognitivas (testes, trabalhos escritos, relatórios, observação de aulas, etc), que serão objeto de
         avaliação;
    -    Os alunos com atestado médico terão que possuir o livro de EF e utilizá-lo na aula sempre que seja so-
         licitado pelo professor.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                        46/150
OS ALUNOS COM DISPENSA PARCIAL OU TOTAL DAS AULAS PRÁTICAS DEVERÃO REALIZAR AS SEGUINTES TAREFAS OU TRABALHOS:


    -    Realização de pelo menos duas avaliações sumativas (testes escritos) por período. No caso de um pe-
         ríodo ter menos de 8 semanas completas de aulas, poderá ser realizada apenas uma avaliação sumati-
         va (de acordo com as normas e critérios gerais de avaliação da escola);
    -    Realização de relatórios escritos das aulas. Os relatórios deverão ser entregues até 15 dias antes do
         final do período escolar a que se referem;


    -    Estes alunos poderão ainda realizar as seguintes tarefas:
             -    chamadas orais, sempre que o professor o entender;
             -    participar na organização das atividades, nas ajudas, na instrução das atividades, na arbitra-
                  gem e na observação técnica ou tática;
             -    realizar trabalhos escritos, de acordo com os temas acordados entre o professor e o aluno no
                  âmbito do programa da disciplina. Estes trabalhos deverão ser entregues até 15 dias antes do
                  final do período escolar a que se refere.


APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS ESCRITOS


    -    Os Relatórios Escritos deverão ser elaborados de acordo com as seguintes orientações: identificação
         do aluno, data, local, tema e estrutura da aula, descrição dos exercícios realizados durante as diferen-
         tes partes da aula. Poderão ser utilizados esquemas e simbologia específica.
    -    Os trabalhos escritos deverão obedecer à seguinte estrutura: Capa, identificação do aluno, data, tema
         do trabalho, índice, introdução, desenvolvimento do tema, conclusão e bibliografia.
    -    Todos os trabalhos e relatórios deverão ser apresentados em formato A4, com ortografia cuidada,
         boa apresentação gráfica, linguagem clara e sucinta. Sempre que seja consultada bibliografia de apoio,
         esta deverá ser especificada.
    -    O aluno deverá possuir um dossier da disciplina de Educação Física atualizado e completo, e apresen-
         tá-lo sempre que o professor o solicite.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                               47/150
DOMÍNIOS E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO

O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de
competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta-
belecidos pelo grupo de Educação Física.

DOMÍNIOS                                              PARÂMETROS E INSTRUMENTOS

Domínio Motor                                         Testes práticos – competências motoras e nível de

(SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se avaliar o aptidão física (Condição Física e Habilidades Motoras,
“saber fazer” do aluno, a expressão motora e o grau exercícios critério);
de sucesso e eficácia alcançado na execução das tare- Autonomia e Coordenação no desempenho individual
fas propostas                                         e coletivo das destrezas motoras (situação de jogo,
                                                      sequências gímnicas, circuitos, percursos, provas com-
                                                      binadas)

Domínio Cognitivo                                     Conhecimento das Matérias - capacidade de transmis-

(SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar os são (expressão oral / escrita,);
“saberes”, os conhecimentos teóricos que fundamen- Fichas de observação - controlo da aprendizagem(auto
tam a prática, a capacidade de compreensão e de e hetero avaliação);
aplicação dos conhecimentos na prática realizada Arbitragem , Ajudas e Aplicação dos conceitos na prá-
pelos alunos                                          tica.

Domínio Sócio – Afetivo                               Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em

(SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste domínio função do código de valores da comunidade educativa,
avalia-se a participação e empenhamento nas ativida- das características da atividade de realizada e do res-
des propostas, a cooperação e a responsabilidade na peito pelo grupo social.
entre-ajuda e integração no grupo, bem como o cum- Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas
primento das regras de participação/assiduidade dos atividades propostas
alunos.                                               Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação
                                                      Prática na aula




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      48/150
AVALIAÇÃO DOS ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO

 A avaliação dos alunos que apresentem Atestado Médico na disciplina de Educação Física é definida com
 base na seguinte ponderação:

                          ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO COM PARTICIPA- ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO QUE DETERMINE

                          ÇÃO CONDICIONADA NAS AULAS PRÁTICAS        TOTAL IMPOSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO NAS

                          (DISPENSA PARCIAL)                         AULAS PRÁTICAS

                                                                     (DISPENSA TOTAL)

                          coeficiente 20%                            coeficiente 0%
Domínio Motor
                          (ponderação 1)                             (ponderação 0)

                          coeficiente 50%                            coeficiente 70%
Domínio Cognitivo
                          (ponderação 2,5)                           (ponderação 3,5)

                          coeficiente 30%                            coeficiente 30%
Domínio Sócio-Afetivo
                          (ponderação 1,5)                           (ponderação 1,5)




 Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      49/150
EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO


“A Educação Tecnológica deverá concretizar-se através do desenvolvimento e aquisição de competências, numa
sequência progressiva de aprendizagens ao longo da escolaridade básica, tendo como referência o pensamento
e a ação perspetivando o acesso à cultura tecnológica. Estas aprendizagens deverão integrar saberes comuns a
outras áreas curriculares e desencadear novas situações para as quais os alunos mobilizam, transferem e apli-
                                                              1
cam os conhecimentos adquiridos gradualmente”.


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
No final do 7º ano de escolaridade, o aluno deverá ser capaz de atingir as seguintes competências:
1 – Compreender que a natureza e evolução da tecnologia é resultante do processo histórico.
2 – Identificar fontes e formas de energia.
3 – Identificar e compreender situações problema.
4– Recolher e organizar informação adequada.
5 – Ler e interpretar alguns documentos técnicos.
6 – Usar sistemas de representação.
7– Avaliar grandezas, utilizando instrumentos de medição e verificação.
8 – Conhecer e aplicar sistemas de comunicação.
9– Analisar um objeto técnico.
10 – Elaborar e executar um projeto simples.
11 – Cumprir normas de higiene e segurança.


No final do 8º ano de escolaridade, o aluno deverá ser capaz de atingir as seguintes competências:
1 – Compreender que a natureza e evolução da tecnologia é resultante do processo histórico.
2 – Identificar e compreender situações problema, procurando a solução dos mesmos.
3 – Ler e interpretar documentos técnicos, utilizando terminologia adequada.
4 – Conhecer fontes e formas de energia, nomeadamente a elétrica.
5 – Usar sistemas de representação com algum rigor.
6 – Conhecer propriedades de alguns materiais.
7 – Entender a forma como elemento de resistência de uma estrutura.
8 – Analisar um objeto técnico e compreender o seu ciclo de vida.
9 – Elaborar e executar um projeto utilizando ferramentas adequadas.
10 – Conhecer e aplicar sistemas de comunicação, nomeadamente no âmbito das TIC
11 – Interiorizar e cumprir normas de higiene e segurança.




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    Currículo Nacional do Ensino Básico, Competências Essenciais.


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Avaliação



A avaliação é contínua e decorre do cumprimento das competências estabelecidas cada ano de escolaridade. A
mesma tem uma componente teórica e uma essencialmente prática que adquire maior peso na avaliação final
do aluno.
As atitudes e o comportamento na sala de aula - relacionamento com os colegas, trabalho de grupo, cumpri-
mento de normas específicas que decorrem da organização do espaço/ aula, normas de higiene e segurança,
participação - constituem elementos a avaliar, com um peso de alguma relevância, dado que a disciplina de
Educação Tecnológica também está orientada para a promoção da cidadania.
No que respeita ao material, a comparência nas aulas com o necessário à concretização das tarefas tem uma
valorização de 10% no cômputo da avaliação final.


Assim, os pesos a considerar na avaliação da disciplina, nas suas vertentes, são:
Avaliação sumativa – 35%
Avaliação dos trabalhos práticos – 45%
Comparência nas aulas com o material necessário – 10%
Comportamentos e Atitudes – 10%


Instrumentos de verificação/avaliação das competências ao longo do semestre:
- 1 Teste de diagnóstico
- 1 Teste sumativo
- Fichas de registo de aprendizagens
- Fichas de registo de observação de atitudes
- Ficha de registo da comparência nas aulas com o material necessário
- Ficha de avaliação do projeto final


Momentos de avaliação:
De acordo com a legislação em vigor, e dado o caráter semestral da disciplina, os alunos, no final do 1º período,
apenas têm uma avaliação qualitativa que adquire caráter descritivo.
No final do semestre serão avaliados quantitativamente, de 1 a 5, sendo que essa avaliação é divulgada no final
do ano, aquando da avaliação do 3º período.


O nível 1 (um) será atribuído ao aluno que não evidencie qualquer competência ou tenha um grau de assidui-
dade reduzido que inviabilize o cumprimento das tarefas propostas.
O nível 2 (dois) será atribuído ao aluno que compareça nas aulas sem o material necessário e embora não
atinja as competências mínimas, participe positivamente no trabalho.
O nível 3 (três) será atribuído ao aluno que atinja as competências para o 7º ano com uma qualificação satisfa-
tória, que tenha evidenciado empenho na elaboração do projeto e que se apresente na maioria das aulas com
o material necessário à atividade prática.

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Os níveis 4 (quatro) e 5 (cinco) serão atribuídos aos alunos que atinjam todas as competências, de acordo com
a qualificação elevada ou excelente do trabalho, boa ou muito boa participação ao longo do semestre e que
não tenham “faltas de material”.


Material
7º ano - uma cartolina A2, lápis, borracha, esquadro, régua de 50 cm, tesoura, X-ato, cola branca, cola UHU,
materiais de cor, uma placa de K-line de 5cm de espessura.
8º ano - uma cartolina A2, lápis, borracha, esquadro, régua de 50 cm, tesoura, cola branca, materiais de cor.




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EDUCAÇÃO VISUAL – 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


Competências Específicas


Em cada domínio, os alunos serão sujeitos a uma avaliação de diferentes competências específicas que devem
adquirir de acordo com os objetivos da disciplina e os projetos curriculares.


  Domínio dos “Saberes”                Domínio do “Saber Fazer”            Domínio dos “Princípios e Valores”
              20%                                50%                                      30%
 Capacidade de ver-             Capacidade de observação, de           Ser assíduo e pontual
  observar, compreender e         análise e de síntese                   Ser responsável e autónomo
  utilizar linguagens especí-    Organização e criação                  Assumir o comportamento adequado
  ficas                          Interpretação e representação            às diferentes situações criadas na sa-
 Conhecimento e utiliza-        Criatividade e imaginação                la de aula
  ção das técnicas expressi-     Domínio dos materiais e das téc-       Ter o material necessário à aula
  vas                             nicas                                  Utilizar corretamente os materiais e
 Interpretação, compreen-       Responsabilização e envolvimen-          equipamentos, mantendo-os limpos
  são e domínio dos concei-       to na realização e produção dos          e arrumados
  tos                             projetos                               Participar regularmente nas ativida-
 Aplicação    (investigação,    Cumprimento com as tarefas dis-          des da aula
  recolha e tratamento de         tribuídas e aceites, cumprindo os      Revelar empenhamento no trabalho
  dados)                          prazos previstos                       Manifestar respeito, abertura e ca-
 Leitura de documentos          Envolvimento nas pesquisas ne-           pacidade de diálogo face a perspeti-
  do património artístico e       cessárias para o desenvolvimento         vas/valores diferentes dos seus
  cultural                        do trabalho                            Respeitar diferentes culturas
                                                                         Reconhecer a importância de princí-
                                                                           pios e valores universalizantes, na
                                                                           convivência social e politica


Material – Bloco de desenho, lápis, borracha, afia. Esquadro, régua, compasso. Lápis de cor, lápis de aguarela,
marcadores, tinta da china, pincéis.
natura(s):
Critérios de Avaliação de Educação Visual – 2011/2012




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ARTE DIGITAL: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO


Disciplina da Área Artística de acordo com a organização curricular para o 3º Ciclo


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação da disciplina de Arte Digital destinam-se ao 7º, 8º e 9º anos do Ensino Básico.


Tendo em conta as Competências Gerais e as Competências Específicas de Ciclo estipuladas no Programa da
Disciplina de Arte Digital - e que no desenvolvimento curricular a avaliação é contínua e formativa – os traba-
lhos propostos são avaliados atendendo aos seguintes objetivos específicos:


COMPETÊNCIAS – 30%                     CAPACIDADES – 50%                      VALORES E ATITUDES – 20%
. Domínio Técnico.                     . Compreensão dos objetivos pro-       . Ser pontual.
. Expressão.                           postos.                                . Ser responsável e autónomo.
. Experimentação.                      . Utilização de ferramentas e mate-    . Ter respeito pelo trabalho do
. Inovação.                            riais inerentes ao software escolhi-   outro e pelo seu próprio trabalho.
                                       do.                                    . Revelar capacidades de diálogo
                                       . Aplicação de conhecimentos           face a perspetivas e a valores dife-
                                       (em situação de rotina e de novas      rentes dos seus.
                                       situações).                            . Participar empenhadamente nas
                                       . Envolvimento em pesquisas            atividades propostas.
                                       quando necessárias à prossecução       . Utilizar corretamente e manter
                                       do trabalho.                           em bom estado de conservação
                                       . Cumprimento das tarefas propos-      materiais e equipamentos.
                                       tas.                                   . Revelar atitudes e comportamen-
                                       . Interpretação e representação.       tos ecológicos.
                                       . Criatividade e imaginação.
                                       . Organização.


Material para a disciplina – uma pen-drive




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DESENHO A: ENSINO SECUNDÁRIO

Competências a desenvolver e Critérios de Avaliação


Todos os elementos aqui focados têm por base o programa da disciplina de desenho, que tem como finalida-
des:


Dominar, perceber e comunicar utilizando de modo eficiente os meios operacionais do desenho nas suas três
variantes principais: analítica; expressiva e sintética que por sua vez alicerçam as três competências gerais da
disciplina:


          Ver
          Criar
          Comunicar


Observar e analisar (ver)
Observa e regista com um poder de análise crescente, as formas num todo, as várias partes e sua inter-relação
e a relação das partes com o todo.
Em consequência dos exercícios de observação analítica, deverá observar e registar com crescente aptidão,
formas do mundo natural ou artificial, por meios manuais – riscadores e/ou de mancha e ainda por meios in-
formáticos (sempre que seja pertinente e possível).


Manipular e sintetizar (criar)
Aplica procedimentos e técnicas com o nível de adequação e de correção e cria imagens novas. Evidencia ca-
pacidade de síntese quer por acumulação de experiência e de esboços analíticos prévios, quer por aplicação de
princípios, ideias, métodos ou conceitos no domínio das operações abstratas.


Interpretar e comunicar
Lê criticamente mensagens visuais de origens diversificadas e cria novas mensagens, utilizando a criatividade e
a invenção
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


A avaliação é contínua e integra as modalidades, formativa e sumativa.
A avaliação formativa advém da constante interação professor/aluno e deve potenciar novas aprendizagens.
A avaliação sumativa traduz a evolução do aluno na aquisição de saberes resultante da realização dos diversos
exercícios propostos.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       55/150
São parâmetros da avaliação:


     1. Aquisição de CONCEITOS                              20%

     2. Concretização de PRÁTICAS                           60%

     3. Desenvolvimento de VALORES e ATITUDES              20%


Nota: Os 20% do peso atribuído aos conceitos na avaliação, é em boa parte observável no nível de concretiza-
ção das práticas.


1. Relativamente aos CONCEITOS:


       Elementos estruturais da sintaxe do desenho e sua correta aplicação.
        Conceitos estruturais da linguagem plástica, seus elementos e domínios
        Elementos: ponto; linha; textura; mancha
            Domínios: forma (figura positiva e negativa; plano e superfície; elementos ordenadores)
                    Luz sombra (valores de claro/escuro)
                    Cor (cor/luz; cor/pigmento; misturas de cor; efeitos de cor)
                    Espaço e volume (profundidade; tridimensionalidade)
                    Movimento e tempo (organização dinâmica


       Domínio dos vocábulos específicos da área do desenho
                   Conhecimento das condicionantes psicofisiológicas da perceção e da representação gráfica
                   Conhecimento e valorização do papel desempenhado pelo observador perante imagens e
         objetos visuais, assente numa consciência dos fatores que o estruturam e condicionam.


2. Relativamente às PRÁTICAS:


       Domínio de uma grande diversidade de suportes e materiais diferenciados e suas potencialidades
       Domínio os diferentes meios atuantes integrado o conhecimento da sua natureza específica com a
         compreensão das suas utilidades e adequações
       Domínio de fatores, processos e sistemas de estruturação e organização formal, cromática, espacial
         e dinâmica e sua articulação operativa na representação e expressão gráfica
       Domínio e aplicação de princípios e estratégias de estruturação e composição de uma página
       Capacidade de análise e representação de objetos do mundo visível e o domínio, no campo dos estu-
         dos analíticos de desenho à vista, de proporção, escalas e distâncias, eixos e ângulos relativos, volu-
         metria, configuração e pontos de inflexão de contorno, acompanhada do desenvolvimento de uma
         capacidade de síntese gráfica
       Eficácia técnica no uso dos recursos gráficos e construtivos


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                          56/150
    Invenção criativa aplicada a imagens, formas, objetos e espaços, associada ao domínio de diferentes
         processos transformativos
        Utilização das novas tecnologias e sua aplicação às tarefas e processos do desenho


3. Relativamente ao desenvolvimento de VALORES e ATITUDES:


        Desenvolvimento do espírito de observação e atenção visual e a aquisição de hábitos de registo metó-
         dico
        Capacidade de definir, conduzir e avaliar o trabalho em termos de objetivos, meios, processos e resul-
         tados
        Capacidade de iniciativa, participação e envolvimento no trabalho proposto respeitando os prazos de
         entrega de trabalhos e integração interpessoal
        Capacidade de leitura e interpretação crítica e autónoma de desenhos e imagens, acompanhada de
         uma consciência dos principais aspetos de ordem simbólica e convenções que estruturam a sua infor-
         mação e significado
        Valorização estética e a consciência diacrónica do desenho (o desenho ao longo do tempo), assente no
         conhecimento de obras relevantes
        Conhecimento e observância dos cuidados de segurança e de responsabilidade ecológica


São instrumentos de avaliação:


        Os desenhos e concretizações gráficas produzidos no âmbito da disciplina (no espaço da aula e fora
         dela)
        Provas com caráter prático
        Textos eventualmente produzidos (relatórios, recensões, trabalhos, textos de reflexão, entrevistas)
        Valores e atitudes observáveis


Cálculo das classificações de cada período e classificação final


1º Período - C1 = classificação (Cp1)
2º Período - (Cp1 + 2x C2) : 3 = classificação (Cp2)
3º Período - (Cp2 + 2x C3) : 3 = classificação final (Cp3)


Material para a disciplina – Grafites de espessura variada, lápis de cor, pastéis de óleo, pastéis de cera, marca-
dores, sanguínea, carvão vegetal e prensado, aguarelas, tinta da china, pincéis. Esquadro geométrico, folhas
A3, capa A3, Bloco de desenho A5.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                          57/150
HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES: ENSINO SECUNDÁRIO
Curso Geral de Artes Visuais


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os critérios abaixo referidos respeitam os indicados no programa desta disciplina bienal e sujeita a exame naci-
onal. Em qualquer levantamento de dados para a avaliação é de ter em conta as seguintes competências:
 Rigor científico ao nível dos conteúdos

 Valorização dos temas científicos globais em detrimento das referências episódicas.

 Objetividade, rigor e clareza nas respostas.

 Capacidade de leitura da obra de arte e de compreensão dos textos.

 Domínio da terminologia específica.

 Enquadramento histórico/artístico.


O LEVANTAMENTO DE DADOS PARA A AVALIAÇÃO FAR-SE-Á ATRAVÉS DE:
      -Provas de avaliação sumativa expressamente propostas.
                                                                                             TOTAL: (75%)


      -Resolução de fichas de consolidação de aprendizagem, com recurso a consulta.
      -Trabalhos realizados nas atividades desenvolvidas nas aulas ou delas decorrentes.
                                                                                             TOTAL: (10%)


      - Intervenções orais.

      - Atitudes reveladas durante as atividades.

      - Pontualidade.
                                                                                             TOTAL: (15%)


Material– caderno diário e manual da disciplina.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       58/150
OFICINA MULTIMÉDIA: ENSINO SECUNDÁRIO (12ºAno - disciplina de opção)


A avaliação ao longo do período letivo, deve desenrolar-se em duas vertentes fundamentais:


AVALIAÇÃO CONTÍNUA


Avaliação dos projetos desenvolvidos durante as aulas - 70%


Pode determinar-se que nem todos os projetos serão para avaliação, sendo selecionados os projetos que, pela
sua dimensão e importância, se considerem os mais adequados para serem avaliados;


AVALIAÇÃO ESCRITA


Em dois momentos ao longo do período letivo, ocorre uma forma de avaliação escrita que incide sobre as bases
dos temas técnicos explanados e que os alunos são supostos dominar - 30%:


Pela sua natureza , os elementos avaliados são de caráter concreto e, mais orientados para conhecimentos
concretos e não subjetivos , não sujeitos a interpretações dúbias os subjetivas; esta abordagem é essencial
para estabelecer as bases de um conhecimento dos fundamentos técnicos seguro e estável, condição essencial
para o restante conteúdo do programa da disciplina possa ser desenvolvido de forma harmoniosa e completa.


Material - uma pen-drive com 8Gb de memória.


OFICINA DE ARTES: ENSINO SECUNDÁRIO (12ºAno - disciplina de opção)


A avaliação da Disciplina de Oficina de Artes assenta na observação de dois domínios – Competências e Atitu-
des/Interesses.


                  Competências –80%
                  Domínio gráfico-formal na representação de formas
                  Conhecimento dos materiais e domínio dos processos operativos
                  Compreensão das formas, cores e técn9icas
                  Apropriação/aplicação dos conceitos
                  Experimentação e descoberta
                  Capacidade transformadora de formas, processos e materiais
                  Organização espacial e formal
                  Valores plásticos expressivos
                  Valores plásticos conceptuais


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      59/150
Desenvolvimento do trabalho
                    Representação objetiva
                    Intervenção critica e autoavaliaçãp
                    Autonomia
                    Criatividade


                    Atitudes e interesses – 20%
                    Assiduidade/pontualidade
                    Relacionamento interpessoal
                    Interesse pelos fenómenos artísticos
                    Motivação/participação


                    Cálculo das classificaçãos de cada período e classificação final:
                    1º Período – C1= classificação (Cp1)
                    2º Período - (Cp1+2xC2) : 3 = classificação (Cp2)
                    3º Período - (Cp2+2xC3) : 3 = classificação (Cp3)




Material para a disciplina – Régua de 50 cm, esquadro, compasso, X-ato, cola.
Lápis de Aguarela, Grafites, tinta da china, canetas de aparo,
Cartolina A2, Bloco de desenho A3, bloco de esquiço A3
Cada projeto implica a utilização de materiais específicos.


GEOMETRIA DESCRITIVA A: ENSINO SECUNDÁRIO


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno será avaliado quanto aos conhecimentos adquiridos e a sua aplicação na resolução de problemas que
se traduzirá por:


        Interpretação de dados e descrições verbais específicas da Geometria Descritiva;
        Aplicação de processos construtivos na representação das formas;
        Rigor gráfico;
        Aplicação das convenções de traçado e notações;
        Domínio da metodologia para a resolução de problemas previligiando-se as soluções que revelem
         economia de meios;
        Clareza e expressão grafica nos traçados.


A classificação final de cada período resulta de informação relativa ao desempenho do aluno:



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                 60/150
    Resposta aos testes sumativos, em número nunca inferior a dois por periodo;
       Resposta às fichas de trabalho tanto realizadas na aula como em casa;
       Colaboração no desenvolvimento dos trabalhos da aula, não só pela participação ativa com adequadas
        intervenções orais, como também através da permanente presença do material necessário;
       Respeito pelas normas de conduta dentro da sala de aula;
       Atenção e concentração do aluno na aula.


Testes sumativos          - 80%


Trabalho na aula
Caderno organizado
Fichas de trabalho
Material necessário
Trabalhos de casa
Valores e atitudes        - 20%


Realizar-se-ão sempre na sala de aula a autoavaliação e consequentemente heteroavaliação de forma a fomen-
tar nos alunos a autoestima e a responsabilidade.


As classificações da disciplina obtém-se do seguinte modo:


1º Período – C1 = CF1
2º Período – (C1 + 2 x C2) : 3 = CF2
3º Período – (C1 + C2 + 2x C3) : 4 = CF3 (classificação final de frequência)


Material - Livro de Exercícios, caderno diário, Bloco de desenho A4.
Esquadro, compasso, lápis, borracha.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                  61/150
DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS


GEOGRAFIA
I – ENSINO BÁSICO


   1.   Elementos de Avaliação


               Testes Sumativos;
               Fichas de trabalho, trabalhos de casa, fichas formativas, trabalhos individuais e/ou em gru-
                po e participação em atividades extracurriculares;
               Indicadores atitudinais e comportamentais:
                      - saber comportar-se nas aulas (respeita professores, colegas e equipamento);
                      - comparecer com o material necessário à disciplina;
                      - ser pontual;
                      - apresentar o material organizado;
                      - intervir oportunamente na aula;
                      - elaborar trabalhos na aula/ trabalhos de casa.


   2.   Peso na Avaliação
               Testes Sumativos – 60%
               Atividades/Trabalhos – 20%
               Atitudes/Comportamentos – 20%


   3.   Expressão da CLASSIFICAÇÃO:
               Dos Testes Sumativos
                De 0 a 100% e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais de avaliação da esco-
                la.
               Todos os outros elementos da avaliação são avaliados qualitativamente e de acordo com as
                menções definidas nos critérios gerais da avaliação da escola.


   4.   Peso de cada período na Avaliação
               Não é atribuído peso a cada período, uma vez que a avaliação é contínua.
               Na avaliação final do ano (3ºP), deve ser considerada a progressão na aprendizagem podendo
                a classificação final ser arredondada por defeito ou por excesso.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    62/150
GEOGRAFIA
II - ENSINO SECUNDÁRIO (10º/11º - Geografia A; 12º - Geografia C)


   5.   Elementos de Avaliação
               Testes Sumativos ( apresentação, fundamentação teórica e rigor científico, rigor e clareza de
                expressão escrita);
               Fichas de trabalho, trabalhos de casa, fichas formativas, trabalhos individuais e/ou em gru-
                po e participação em atividades extracurriculares (Execução com rigor as tarefas propostas );
               Indicadores atitudinais e comportamentais:
                      - respeitar professores, colegas e equipamentos;
                      - comparecer com o material necessário à disciplina;
                      - ser pontual;
                      - apresentar o material organizado;
                      - intervir oportunamente na aula;
                      - elaborar trabalhos na aula/ trabalhos de casa.


   6.   Peso na Avaliação
               Testes Sumativos – 70%
               Atividades/Trabalhos – 20%
               Atitudes/Comportamentos – 10%


   7.   Expressão da CLASSIFICAÇÃO:
               Dos Testes Sumativos
                De 0 a 20 valores e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais de avaliação da
                escola.
               Todos os outros elementos da avaliação são avaliados qualitativamente e de acordo com as
                menções definidas nos critérios gerais da avaliação da escola.


   8.   Peso de cada período na Avaliação
               Não é atribuído peso a cada período, uma vez que a avaliação é contínua.
               Na avaliação final do ano (3ºP), deve ser considerada a progressão na aprendizagem podendo
                a classificação final ser arredondada por defeito ou por excesso.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    63/150
HISTÓRIA
    I - Ensino Básico


    Os elementos que o professor deverá ter em consideração na avaliação dos alunos são:
            Testes sumativos;
            Fichas formativas;
            Participação oral;
            Trabalhos de casa;
            Trabalhos individuais ou em grupo, realizados na aula ou não;
            Sínteses das aulas;
            Pontualidade;
            Comparência nas aulas com o material necessário.


    Os testes sumativos terão um peso de 70%, os outros elementos de avaliação um peso de 30%.
    No 3º Ciclo do Ensino Básico, privilegiar-se-ão ainda os aspetos formativos e comportamentais.


HISTÓRIA
II - Ensino Secundário


    Os elementos que o professor deverá ter em consideração na avaliação dos alunos são:
            Testes sumativos;
            Fichas formativas;
            Participação oral;
            Trabalhos de casa;
            Trabalhos individuais ou em grupo, realizados na aula ou não;
            Sínteses das aulas;
            Pontualidade;
            Comparência nas aulas com o material necessário.


No Ensino Secundário, os testes sumativos terão uma maior importância, tendo um peso de 75% na avaliação.


Os outros elementos de avaliação terão um peso de 25% e serão classificados qualitativamente; os trabalhos
não realizados terão a classificação de zero.
Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação, a classificação do 2º período calcular-se-á dando peso 1 à
classificação do 1º período e peso 2 à do 2º; para calcular a classificação final (classificação interna) dar-se-á
igual peso às classificações do 2º e 3º períodos.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         64/150
FILOSOFIA: ENSINO SECUNDÁRIO


PRINCÍCIOS GERAIS
 A avaliação:
1. Traduz a aquisição de competências, exercidas sobre os conteúdos programáticos, que visam o cumprimento
dos objetivos da disciplina;
2. Tem um caráter contínuo, tendo em conta a evolução do aluno na aprendizagem ao longo do ano;
3. Tem uma vertente formativa e uma vertente sumativa;
4. Incide sobre a aquisição, aplicação e integração dos conhecimentos, privilegiando as competências de análi-
se, síntese e reflexão crítica;
5. Contempla o domínio das atitudes/comportamentos;
6. É participada, fazendo o aluno a sua autoavaliação no final de cada período letivo.


ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO

 1. Testes sumativos.
 2. Participação no trabalho da aula, o que inclui fazer-se acompanhar do material necessário.
 3. Trabalhos de investigação expostos oralmente e apresentados por escrito.
 4. Trabalhos de casa.
 5. Responsabilidade no bom ambiente de trabalho.
 6. Cooperação com os colegas de turma.
 7. Pontualidade e assiduidade.


CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
70% - Testes sumativos e trabalhos de pesquisa apresentados por escrito e discutidos na aula;
20% - Trabalhos individuais em situação de aula e em casa, trabalhos de grupo, participação critica e reflexiva
nas aulas e relatórios.
10% - Responsabilidade, cooperação, pontualidade e assiduidade.
Para contemplar a progressão na aprendizagem a classificação do 1º período terá peso 1 e as dos 2º e 3º perí-
odos peso 2.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      65/150
PSICOLOGIA: ENSINO SECUNDÁRIO


PRINCÍCIOS GERAIS
 A avaliação:
    1. Traduz a aquisição de competências, exercidas sobre os conteúdos programáticos, que visam o cumpri-
mento dos objetivos da disciplina;
    2. Tem um caráter contínuo, tendo em conta a evolução do aluno na aprendizagem ao longo do ano;
    3. Tem uma vertente formativa e uma vertente sumativa;
    4. Incide sobre a aquisição, aplicação e integração dos conhecimentos, privilegiando as competências de
análise, síntese e reflexão crítica;
    5. Contempla o domínio das atitudes/comportamentos;
    6. É participada, fazendo o aluno a sua autoavaliação no final de cada período letivo.


ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO

    1.   Testes sumativos.
    2.   Participação no trabalho da aula, o que inclui fazer-se acompanhar do material necessário.
    3.   Trabalhos de investigação expostos oralmente oe apresentados por escrito.
    4.   Trabalhos de casa.
    5.   Responsabilidade no bom ambiente de trabalho.
    6.   Cooperação com os colegas da turma.
    7.   Pontualidade e assiduidade.


CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
70% - Testes sumativos e trabalhos de pesquisa apresentados por escrito e discutidos na aula;
20% - Trabalhos individuais em situação de aula e em casa, trabalhos de grupo, participação critica e reflexiva
nas aulas e relatórios.
10% - Responsabilidade, cooperação, pontualidade e assiduidade.
Para contemplar a progressão na aprendizagem a classificação do 1º período terá peso 1 e as dos 2º e 3º perí-
odos, peso 2.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      66/150
ECONOMIA: ENSINO SECUNDÁRIO


INTRODUÇÃO


Os critérios específicos de avaliação deverão ter em consideração as finalidades e os objetivos gerais do
programa da disciplina.
Serão objeto de avaliação todas as atividades realizadas pelo aluno, individualmente ou em grupo.
Não se consideram limites mínimos e/ou máximos para os níveis de classificação a propor em nenhum dos
períodos.
À classificação do 1.º período será dado peso 1 e à classificação do 2.º e do 3.º período será dado peso de 1,5.
As normas e critérios específicos de avaliação deverão ser dados a conhecer a todos os alunos no início de cada
ano letivo.
Os critérios específicos de avaliação da disciplina de Economia, , são os que a seguir se descrevem.


ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO E PESO RELATIVO
    Os elementos de avaliação são os seguintes.

              Testes sumativos
              Trabalhos individuais e de grupo
              Participação na aula
              Progressão na aprendizagem
              Comparência nas aulas com o material necessário, pontualidade e relações interpessoais
    O peso relativo destes elementos é o seguinte:

              a. Testes sumativos têm um peso na classificação final de 70 %;
              b. Os restantes itens dos elementos de avaliação têm um peso na classificação final de 30 %;



CLASSIFICAÇÃO
    Conforme critérios gerais.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                         67/150
E.M.R.C.


I – ENSINO BÁSICO


Os critérios de avaliação destes alunos são: A participação na aula(15%), o comportamento(15%), o resultado
no exercício escrito(30%), a relação com os colegas e o empenho nas atividades propostas(15%).


II – ENSINO SECUNDÁRIO


Os critérios de avaliação destes alunos são: A participação na aula(15%), o comportamento(15%), o resultado
no exercício escrito(30%), a relação com os colegas e o empenho nas atividades propostas(15%).




                 Os critérios específicos explicitados foram ratificados em Conselho Pedagógico em 12/10/2011




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                     68/150
Análise de resultados


Prosseguindo objetivos de melhoria da qualidade do ensino através de um conhecimento objetivo da realidade
escolar, a Escola faz tratamento periódico dos dados de avaliação por turma/disciplina/ano, de forma a circuns-
tanciar a reflexão e a orientar as tomadas de decisão.

Pretende-se que este esforço de avaliação, implementado no âmbito das estruturas de coordenação do ensino
básico e do ensino secundário, contribua para a criação de um quadro de referência indispensável. O tratamen-
to objetivo de questões fundamentais no processo de ensino-aprendizagem conduzirá, com a prudência que a
complexidade do processo impõe, a uma atitude reflexiva que orientará a prática educativa.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      69/150
Ensino Básico (ver anexo 1)

ANÁLISE DOS RESULTADOS DO ___º PERÍODO DO 3º CICLO - Ano Letivo 20__/20__ - INSUCESSO – Percentagens de níveis inferiores a três>= a 15%

N.º de             DISCIPLINAS ANALISADAS                                                                                                                 Planos de
Alunos    Tur-     L.P.       Ing.    Fr.      Hist.     F.Q.      Mat.      C.N.      Geo.      E. V.     E.F.      E. Tec.   Arte D.     TIC   AP       Re-
          ma                                                                                                                                              cup./acom
                                                                                                                                                          p.
          7º 1ª
          7º 2ª
          7º 3ª
          7º 4ª
          7º 5ª
          8º 1ª
          8º 2ª
          8º 3ª
          8º 4ª
          8º 5ª
          8º 6ª
          9º 1ª
          9º 2ª
          9º 3ª
          9º 4ª
          9º 5ª
          9º 6ª




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                    70/150
CONCLUSÕES


                                                               Ano       Turma
         Turmas    Disciplinas de maior insucesso                                    Insucesso em Área de Projeto
                                                                           X
                                                             7º ano        Y
7º                                                                         Z
         1ª
                                                             8º ano
ano      2ª
                                                             9º ano
         3ª
         4ª
         5ª                                                           Planos de Recuperação/Acompanhamento
                                                               Anos      N.º de Alunos N.º de Planos       %

                                                             7º ano


         Turmas    Disciplinas de maior insucesso            8º ano


8º       1ª                                                  9º ano

ano      2ª
         3ª                                         Perante os resultados, sugere-se:
         4ª
                                                          …
         5ª                                               …
         6ª




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                  71/150
Turmas    Disciplinas de maior insucesso


9º       1ª
ano      2ª
         3ª
         4ª
         5ª
         6ª




Aprovado em Conselho Pedagógico em                  72/150
ANÁLISE DOS RESULTADOS DO 2º PERÍODO - 3º CICLO
Ano Letivo 20__/20__
9º ANO - O insucesso numa perspetiva de admissão a exames nacionais

                   Nº de Níveis < 3                 Com dois níveis < 3 e    Com dois níveis < 3      Com três ou mais níveis
Nº   de            Disciplinas sujeitas a exame                              e                        <3                                                                           Nº de alunos com    Nº de alunos que se
Alunos    Turmas                                                             cumulativamente          (Língua    Portuguesa                                                 e      planos de recupe-   podem candidatar a
                   L. P.      Mat.        Às duas   L.P.        Mat.         L.P. e Mat.              Matemática não consi-                                                        ração/              exames de equiva-
                                                                                                      derados)                                                                     acompanhamen-       lência (3º ciclo)
                                                                                                                                                                                   to
          9º 1ª




                                                                                                                                                no 3º período, não vão a
                                                                                                                    Se a situação se mantiver
          9º 2ª

          9º 3ª

          9º 4ª




                                                                                                                                                                           exame
          9º 5ª

          9º 6ª



                                                    Os alunos nestas situações podem ir a exa-
                                                    me, mas, no final, só podem ficar com dois
                                                    níveis inferiores a três, não se incluindo nes-
                                                    tes L.P. e Mat., cumulativamente.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                                                                   73/150
Estudo Comparativo 1º /2º Períodos – Ano Letivo 20__/20__ – Percentagens de níveis inferiores a três      >= a 15%

        L.P.        Ing.         Fr.         Hist.        F.Q.        Mat.        C.N.        Geo.          E. V.         E.F.        E. Tec.    Arte D.    TIC           AP
Tur-    1º     2º   1º     2º    1º    2º    1º      2º   1º     2º   1º     2º   1º     2º   1º     2º     1º       2º   1º     2º   1º    2º   1º    2º   1º    2º      1º    2º
ma      P      P    P      P     P     P     P       P    P      P    P      P    P      P    P      P      P        P    P      P    P     P    P     P    P     P       P     P
        %      %    %      %     %     %     %       %    %      %    %      %    %      %    %      %      %        %    %      %    %     %    %     %    %     %       %     %
7º 1ª

7º 2ª

7º 3ª

7º 4ª

7º 5ª

8º 1ª

8º 2ª

8º 3ª

8º 4ª

8º 5ª

8º 6ª

9º 1ª

9º 2ª

9º 3ª

9º 4ª

9º 5ª

9º 6ª

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                     74/150
Estudo Comparativo 1º /2º/3ºPeríodos – Ano Letivo ------------- – Percentagens de níveis inferiores a três >= a 15%


          L. Portuguesa      Inglês             Francês            História          F.Química          Matemática         C.Naturais        Geografia        Ed. Visual
TURMA


          1º    2º    3º     1º       2º   3º   1º    2º    3º     1º    2º    3º    1º     2º   3º     1º    2º      3º   1º   2º      3º   1º   2º     3º   1º    2º       3º
          P     P     P      P        P    P    P     P     P      P     P     P     P      P    P      P     P       P    P    P       P    P    P      P    P     P        P
          %     %     %      %        %    %    %     %     %      %     %     %     %      %    %      %     %       %    %    %       %    %    %      %    %     %        %
7º 1ª
7º 2ª
7º 3ª
7º 4ª
7º 5ª
8º 1ª
8º 2ª
8º 3ª
8º 4ª
8º 5ª
8º 6ª
9º 1ª
9º 2ª
9º 3ª
9º 4ª
9º 5ª
9º 6ª


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                         75/150
ANÁLISE DOS RESULTADOS DO 3º PERÍODO - 3º CICLO 9º ANO                                                Ano Letivo 2010/2011


                                                             Nº de alunos                                         Não aprova-
                                                                               9º ano             Admitidos       dos




                                            TOTAIS

Situação dos alunos admitidos a exame com níveis inferiores a três às disciplinas…


               Só     Língua                  L. Portugue-    Língua    Por-   Língua     Por-    Matemática     Matemáticas     L. Portugue-    L. Portugue-      Duas     disci-
Turmas         Portuguesa      Só Matemá-     sa e Mate-      tuguesa     +    tuguesa       +    + uma disci-   + duas disci-   sa e Mate-      sa e Mate-        plinas
                               tica           mática          uma discipli-    duas      disci-   plina          plinas          mática mais     mática mais       Excluindo
                                                              na               plinas                                            uma discipli-   duas     disci-   L.P. e Mate-
                                                                                                                                 na              plinas            mática
9º 1ª

9º 2ª

9º 3ª

9º 4ª

9º 5ª

9º 6ª




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                          76/150
ANÁLISE DOS RESULTADOS FINAIS DO 9º ANO APÓS EXAMES NACIONAIS                                   ANO LETIVO 200---/200---


9º 1                               9º 2ª                            9º 3ª                            9º 4ª                               9º 5ª                            9º 6
L. P.               MAT.           L. P.             MAT.           L. P.             MAT.           L. P.               MAT.            L. P.             MAT.           L. P.             MAT.
Cf      CE   CF     Cf   CE   CF   Cf      CE   CF   Cf   CE   CF   Cf      CE   CF   Cf   CE   CF   Cf      CE     CF   Cf   CE    CF   Cf      CE   CF   Cf   CE   CF   Cf      CE   CF   Cf   CE   CF




                  Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                   77/150
%    de    níveis %     de   níveis % de níveis infe- %   de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis %    de    níveis
inferiores a três inferiores a três riores a três    inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três
Cf   CE     CF     Cf   CE    CF    Cf    CE    CF   Cf   CE    CF     Cf   CE    CF     Cf   CE    CF     Cf   CE    CF     Cf   CE    CF     Cf   CE    CF     Cf   CE     CF    Cf   CE     CF    Cf   CE     CF




                 Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                            78/150
ANÁLISE DE RESULTADOS 1º, 2º e 3º PERÍODOS - 3º CICLO                                        ANO LETIVO 200---/200---




                                      Evolução global do insucesso em todos os anos de escolaridade (níveis negativos)




                                      Língua Portuguesa                         Matemática                                Inglês
                                      % Média das 6 turmas                      % Média das 6 turmas                      % Média das 6 turmas


ANOS      Nº de alunos
          1º P     2º P    3º P       1º Período    2º Período    3º Período    1º Período     2º Período    3º Período   1º Período   2º Período   3º Período
7º


8º


9º




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                       79/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                                    Ano Letivo de 20__/20__

                                                 PLANO DE RECUPERAÇÃO

     Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, o Conselho de Turma,
reunido em ____/____/____, deliberou aplicar ao aluno
_________________________________________, nascido em _____________, com o Processo
n.º ______, do ___º ano, ___ª turma, nº ___, um Plano de Recuperação a implementar nos ter-
mos da legislação em vigor.
                                                  PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO

                              1º e 2º Ciclos                                               3º Ciclo
                                                                  7º ano                   8º ano                        9º ano
 N.º de Retenções


                                   AVALIAÇÃO DO ALUNO EM CADA PERÍODO LETIVO

                  L. P.    Ing.   Fr.          Mat. Hist.    Geo      C.N.   F.Q.   E.V.    E.F.      E.T.      TIC   A.D.   F.C.   EMRC

      Aprov.
1º P.
      Comp.
      Aprov.
2º P.
      Comp.
      Aprov.
3º P.
      Comp.

 RESULTADO FINAL:


                                                                                                                         OUTRAS
 PRINCIPAIS DIFICULDADES DI-
       AGNOSTICADAS                     L.P.      ING.      FR.      HIST.   GEO.   MAT.      F.Q.       C.N.


          Expressão oral

         Expressão escrita
         Compreensão de
        enunciados escritos
   Ritmo de aprendizagem
 Aquisição/Compreensão de
       conhecimentos
 Aplicação de conhecimentos

          Concentração

    Motivação/Empenho

    Integração na Turma
 Relacionamento com os ou-
           tros




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                              80/150
Indícios de dislexia

     Coordenação motora




Se já foi atribuído ao aluno um plano de apoio, registar:

1 – Data em que teve início a sua aplicação: ____/____/____

2 – Caracterização do plano:




                     MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR

1 - Programa de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento

2 – Atividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros

3 – Aulas de apoio à/s disciplina/s de

4 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula

5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola

6 – Encaminhamento para a professora da Educação Especial

7 – Reforço dos trabalhos de casa nas disciplinas de

8 – Adaptações programáticas nas disciplinas de

9 – Outras:


Ao aluno é exigido                                          Ao Encarregado de Educação compete
O cumprimento dos deveres de assiduidade e pontuali-        Controlar a assiduidade do aluno e incutir-lhe o dever da
dade em todas as aulas, incluindo as de apoio.              pontualidade.
                                                            Acompanhar e controlar, na medida do possível, os traba-
A presença nas aulas com todo o material indispensável.
                                                            lhos escolares do seu educando.
Intervenções adequadas nas aulas e correção no trato
                                                            Apreciar o sucesso do aluno, incentivando-o.
com professores e colegas
A realização de todos os trabalhos propostos pelo pro-      Contactar regularmente o Diretor de Turma para um acom-
fessor.                                                     panhamento mais efetivo do seu educando.

Observações:




Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ______/______/______ que aceita a sua implementação

Assinatura do Encarregado de Educação: _______________________________________________________________
O Diretor de Turma: _______________________________________________________________________________
                                                                     Doc. aprovado no Conselho Pedagógico de setembro de 2011




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                   81/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                     Ano Letivo de 20__/20__

                        Reunião com Encarregado de Educação
O Diretor de Turma: _______________________________________________________________

ALUNO: _________________________________________________________________________

Número: _______        Ano: ______           Turma: __________   Data: _____ /_____/ ________

Registo das Informações:




O Encarregado de Educação: _________________________________________________________

O Diretor de Turma: _______________________________________________________________




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                       82/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                                 Ano Letivo de 20__/20__
                                       PLANO DE ACOMPANHAMENTO
     Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, o Conselho de Turma,
reunido em ____/____/____, deliberou aplicar ao aluno
_________________________________________, nascido em _____________, com o Processo
n.º ______, do ___º ano, ___ª turma, nº ___, um Plano de Acompanhamento a implementar nos
termos da legislação em vigor, no ano letivo ______/______.
                                              PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO
                             1º e 2º Ciclos                                              3º Ciclo
                                                           7º ano                        8º ano                              9º ano
N.º de Retenções



                             AVALIAÇÃO DO ALUNO NO FINAL DO 3º PERÍODO DE 20 _ /20___
               L.P.     Ing.    Fr.     Mat. Hist.   Geo      C.N.     F.Q.     E.V.        E.F.      E.T.       TIC      A.D.     F.C.      EMRC

  Aprov.
  Comp.

20__/20__                L. P. Ing.    Fr.    Mat. Hist.    Geo      C.N.     F.Q.     E.V.        E.F.   E.T.      TIC    A.D.      F.C.    EMRC

              Aprov.
  1º P.
              Comp.
              Aprov.
  2º P.
              Comp.
              Aprov.
  3º P.
              Comp.

RESULTADO FINAL:

 PRINCIPAIS DIFICULDADES DI-                                                                                                     OUTRAS
       AGNOSTICADAS                   L.P.    ING.    FR.      HIST.    GEO.         MAT.          F.Q.      C.N.
          Expressão oral
       Expressão escrita
       Compreensão de
      enunciados escritos
    Ritmo de aprendizagem
   Aquisição/Compreensão
       de conhecimentos
  Aplicação de conhecimentos
          Concentração
     Motivação/Empenho

     Integração na Turma

    Relacionamento com os
            outros
      Indícios de dislexia

     Coordenação motora




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                        83/150
No ano letivo de 20__/20__, foi aplicado ao aluno um Plano de Recuperação/Acompanhamento que constava de:

________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________



                    MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR


1 - Programa de Tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento

2 – Atividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros

3 – Aulas de apoio à/s disciplina/s de

4 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula

5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola

6 – Encaminhamento para a professora da Educação Especial

7 – Reforço dos trabalhos de casa nas disciplinas de

8 – Adaptações programáticas nas disciplinas de

9 – Outras:



Ao aluno é exigido                                          Ao Encarregado de Educação compete
O cumprimento dos deveres de assiduidade e pontuali-        Controlar a assiduidade do aluno e incutir-lhe o dever da
dade em todas as aulas, incluindo as de apoio.              pontualidade.
                                                            Acompanhar e controlar, na medida do possível, os traba-
A presença nas aulas com todo o material indispensável.
                                                            lhos escolares do seu educando.
 Intervenções adequadas nas aulas e correção no trato
                                                            Apreciar o sucesso do aluno, incentivando-o.
com professores e colegas
 A realização de todos os trabalhos propostos pelo pro-     Contactar regularmente o Diretor de Turma para um acom-
fessor.                                                     panhamento mais efetivo do seu educando.


Observações:




Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ______/_______/_______, que aceita a sua implementação.


Assinatura do Encarregado de Educação: __________________________________________________________

O Diretor de Turma: __________________________________________________________________________
                                                                     Doc. aprovado no Conselho Pedagógico de setembro de 2011



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                   84/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                         Ano Letivo de 20__/20__

                                   Retenção Repetida – Relatório
       No     decorrer    da      avaliação     extraordinária     a    que     foi      submetido    o        aluno
_______________________________________________________________, Processo nº _____________,
do _____ ano, da _____ turma, nº ______, e por se ter concluído que não foram atingidas as competências
mínimas exigidas, o Conselho de Turma deliberou propor a sua retenção.
Do seu processo individual (cópia do registo biográfico em anexo), consta que o aluno:
        1. Já ficou retido ______ vez/es no 3º Ciclo.
        2. Foi/Nunca foi excluído por faltas.
        3. Teve/Não teve repreensões registadas, suspensão da frequência das aulas por ________ ou
            ______________________________________________________________________________
        4. Obteve/Nunca obteve menções meritórias ou registos relevantes no que respeita ao compor-
            tamento e atitudes.
        5. Frequentou      /Não     frequentou     aulas     de    apoio      educativo     às   disciplinas      de
            ______________________________________________________, cujo relatório se anexa.
        6. Foi/Não foi submetido a programas de Tutoria, com os resultados que constam do relatório fi-
            nal.
        7. Foi /Não foi proposto para acompanhamento dos Serviços de Psicologia e Orientação.
Do seu percurso escolar foi dado conhecimento ao Encarregado de Educação, pelos seguintes meios:
    1. Contactos em reuniões de pais;
    2. Encontros individuais regulares/esporádicos;
    3. Cartas e outros documentos escritos;
    4. Telefonemas.
    O Encarregado de Educação, convocado regularmente para vir à Escola, nunca compareceu.
Perante o indício de nova retenção, e em entrevista marcada para o efeito, o Diretor de Turma explicitou
ao Encarregado de Educação do aluno que, apesar de terem sido envidados esforços no sentido de inverter
o insucesso, não foram atingidas as competências mínimas exigidas para a progressão.
Ficou registado que _______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Para este aluno, o Conselho de Turma elaborou um Plano de Acompanhamento a vigorar no próximo ano
letivo, que se anexa, tendo sido convocado o seu Encarregado de Educação a fim de tomar conhecimento
do mesmo e manifestar parecer.                   Data: ____ /____ /______             O Diretor de Turma


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                             85/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                          Ano Letivo de 20__/20__

                             Relatório de Avaliação Global da Turma
Ano: ______ Turma: _______ Número de alunos avaliados: ________ Nº de alunos Aprovados: ________ Nº de alunos
Não Aprovados: ________ Nº de alunos Reprovados por Faltas: ________
Nº de alunos Transferidos: _________

                                                        Modalidades           Quais os alunos abrangidos?
                                                        adotadas na       Indique o nº de turma de cada aluno
    Recursos mobilizados pela Escola                    turma assi-       Com Planos de      Com Planos de
                                                        nale com (X)       Recuperação      Acompanhamento
 1 – Programa de Tutoria para apoio a estratégias
     de estudo, orientação e aconselhamento.

2 – Atividades de ensino específico da língua por-
tuguesa para alunos oriundos de países estrangei-
                       ros.

                3 – Aulas de apoio.

  4 – Pedagogia diferenciada fora da sala de aula
  (por exemplo, trabalho na Biblioteca/centro de
                    recursos).

5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orien-
                 tação da Escola.
6 – Reforço dos trabalhos de casa em várias disci-
                     plinas.

          8 – Adaptações programáticas.

9 – Atividades de enriquecimento curricular (Ofici-
            na de Escrita /Matemática).

             10 – Outros (especifique).


Número de alunos que foram objeto de Plano de Recuperação e que transitaram.
Números de alunos que embora tenham sido objeto de Plano de Recuperação, não transitaram.
Número de alunos que não foram sujeitos a Plano de Recuperação e ficaram retidos.
Número de alunos sujeitos a um Plano de Acompanhamento e que ficaram retidos.
Número de alunos sujeitos a um Plano de Acompanhamento e que transitaram.
Número de alunos encaminhados para outros percursos educativos e formativos.

Observações: Para cada modalidade adotada na turma, assinale o número dos alunos abrangidos, com Planos de
Recuperação e com Planos de Acompanhamento. Os alunos com PEI não entram nesta estatística.



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      86/150
ESCOLA SECUNDÁRIA RAINHA DONA AMÉLIA
                                                                 Data: ____ /____ /_______                      O Diretor de Tu

                                                             Ano Letivo de 2010/2011
                                                             PLANO DE DESENVOLVIMENTO


Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, art.º 5º, o Conselho de Turma, reunido em ------
---/--------/-------------, deliberou aplicar ao aluno ----------------------------------------------------------------------------------------------
-------,n.º ------- do ------º ano, -------ª turma, um plano de desenvolvimento a implementar nos termos da legislação em
vigor.



PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO




 AVALIAÇÃO DO ALUNO NO FINAL DO ---º PERÍODO


 L. P.    Ing.     Fr.        Hist.    Geo     C.N.    Mat. F.Q.         E.V.      E.F.     E.T.      TIC      E.A.      A.P.     F.C.      A.D.     EMR
                                                                                                                                                     C




MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR


1 - Programa de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento


2 – Atividades de enriquecimento curricular a desenvolver fora da Escola.


3 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula


4 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola


Observações:




Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ----------/------------/----------
Assinatura do Encarregado de Educação: ---------------------------------------------------------------------------------
O        Diretor         de           Turma:      --------------------------------------------------------------------------------------------------------


Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                               87/150
ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA
                                            Ano Letivo de 20__/20__


                                  PLANO DE RECUPERAÇÃO/ACOMPANHAMENTO
                                      RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERCALAR

Aluno: ____________________________________________                 Ano: ____ Turma: ____
Data da informação: _____/_____/________


O Conselho de Turma, reunido em ____/____/_______, tendo analisado a consecução do Plano aplicado ao aluno,
concluiu o seguinte:
        O aluno está a cumprir/não está a cumprir o Plano elaborado pelo Conselho de Turma, tendo realiza-
do/realizado algumas/não tendo realizado as atividades previstas para o momento desta avaliação.
        A assiduidade às aulas de apoio satisfaz/não satisfaz (tendo ____ faltas em ____ aulas dadas).
        O seu aproveitamento satisfaz bem/satisfaz/não satisfaz.
Perante os resultados, propõem-se que o aluno:
        a)   Continue a frequentar o Plano até ao final do ano letivo.
        b) Dada a recuperação verificada, abandone e Plano de Recuperação na(s) disciplina(s) de
             ______________________________________________________.
        c)   Passe a frequentar outro programa de recuperação que consta de _____________
             ___________________________________________________________________
             ___________________________________________________________________.


FUNDAMENTAÇÃO DO PARECER:
Dificuldades superadas: ___________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
Dificuldades não superadas: ________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________




O Diretor de Turma: ___/___/______                  ______________________________________

O Encarregado de Educação: ___/___/______           ______________________________________




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       88/150
Ensino Secundário
    (ver anexo 2)

    ENSINO SECUNDÁRIO – 1º PERÍODO – 20___/20___
    10º ANO
                                         ALUNOS COM MAIS DE DUAS NE-
   TURMAS                                                              TOTAL DE ALUNOS
                                         GATIVAS (%)
   A (Ciências e Tecnologia)
   B (Ciências e Tecnologia)
   C (Ciências e Tecnologia)
   D (Ciências Socioeconómicas)
   E (Ciências Sociais e Humanas)
   G (Ciências Sociais e Humanas)
   F (Artes Visuais)




     DISCIPLINAS               CLASSIFICAÇÃO < 10      CLASSIFICAÇÃO >= 14      TOTAL DE ALUNOS
                               (%)                     (%)
     Português
     Inglês
     Francês
     Filosofia
     Educação Física
     Tec. da I. e Com.


     Matemática A
     Desenho A
     História A


     Biolog. e Geolog.
     Fís. e Química A
     Economia A
     Geografia A
     Matemát. A.C. S.
     Matemática B
     Geom. Desc. A




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                            89/150
11º ANO
    TURMAS                                   ALUNOS COM MAIS DE DUAS     TOTAL DE ALUNOS
                                             NEGATIVAS (%)
    A (Ciências e Tecnologia)
    B (Ciências e Tecnologia)
    C (Ciências Socioeconómicas)
    D (Ciências Sociais e Humanas)
    E (Artes Visuais)


    DISCIPLINAS                      CLASSIFICAÇÃO < 10      CLASSIFICAÇÃO >= 14       TOTAL DE ALU-
                                     (%)                     (%)                       NOS
    Português
    Inglês
    Francês
    Filosofia
    Educação Física


    Matemática A
    Desenho A
    História A


    Biolog. e Geolog.
    Fís. e Química A
    Economia A
    Geografia A
    Matemát. A.C. S.
    Matemática B
    Geom. Desc. A 10º/11º
    Geom. Desc. A 11º/12º


   12º ANO
    DISCIPLINAS                        CLASSIFICAÇÃO < 10      CLASSIFICAÇÃO >= 14         TOTAL     DE
                                       (%)                     (%)                         ALUNOS
    Português
    Educação Física
    Área de Projeto




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                  90/150
Matemática A
    História A
    Desenho A


    Sociologia
    Psicologia B
    Biologia
    Física
    Oficina Multimédia B


    Aplic. Informáticas B
    Hist. da Cultura e Artes


   Turma Residual – 4º Agrupamento
                                       CLASSIFICAÇÃO < 10        CLASSIFICAÇÃO >= 14        TOTAL     DE
                                       (%)                       (%)                        ALUNOS
    Português A
    Inglês 8
    Francês 6
    Alemão 3
    Filosofia
    História


   10ºANO – ESTUDO COMPARATIVO – 20__/__ - 20__/__
                                 ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATI-
                                                                       TOTAL DE ALUNOS
    CURSOS                       VAS
                                 20__/20__           20__/20__         20__/20__         20__/20__
    Ciências e Tecnologia

    Ciências     Socioeconómi-
    cas
    Ciências Sociais e Huma-
    nas
    Artes Visuais




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                   91/150
11ºANO – ESTUDO COMPARATIVO – 20__/__ - 20__/__
                                 ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATI-       TOTAL DE ALUNOS
    CURSOS                       VAS
                                 20__/20__           20__/20__         20__/20__         20__/20__
    Ciências e Tecnologia


    Ciências    Socioeconómi-
    cas
    Ciências Sociais e Huma-
    nas
    Artes Visuais




   AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO – 2º PERÍODO – 20___/20___


   10º ANO
    TURMAS                               ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGA-       TOTAL DE ALUNOS
                                         TIVAS (%)
    A (Ciências e Tecnologia)
    B (Ciências e Tecnologia)
    C (Ciências e Tecnologia)
    D (Ciências Socioeconómicas)
    E (Ciências Sociais e Humanas)
    G (Ciências Sociais e Humanas)
    F (Artes Visuais)




    DISCIPLINAS                 CLASSIFICAÇÃO < 10          CLASSIFICAÇÃO >= 14       TOTAL DE ALUNOS
                                (%)                         (%)
    Português
    Inglês
    Francês
    Filosofia
    Educação Física
    Tec. da I. e Com.


    Matemática A




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                   92/150
História A
    Desenho A


    Biolog. e Geolog.
    Fís. e Química A
    Economia A
    Geografia A
    Matem. A.C.S.
    Matemática B
    Geom. Desc. A




   11º ANO
    TURMAS                                 ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGA-   TOTAL DE ALUNOS
                                           TIVAS (%)
    A (Ciências e Tecnologia)
    B (Ciências e Tecnologia)
    C (Ciências Socioeconómicas)
    D (Ciências Sociais e Humanas)
    E (Artes Visuais)


    DISCIPLINAS                      CLASSIFICAÇÃO < 10       CLASSIFICAÇÃO >= 14       TOTAL DE ALU-
                                     (%)                      (%)                       NOS
    Português
    Inglês
    Francês
    Filosofia
    Educação Física


    Matemática A
    História A
    Desenho A


    Biolog. e Geolog.
    Fís. e Química A
    Economia A
    Geografia A



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                              93/150
Matemát. A.C. S.
    Matemática B
    Geom. Desc. A 10º/11º
    Geom. Desc. A 11º/12º


   12º ANO
    DISCIPLINAS                CLASSIFICAÇÃO < 10         CLASSIFICAÇÃO >= 14         TOTAL DE ALUNOS
                               (%)
    Português
    Educação Física
    Área de Projeto


    Matemática A
    História A
    Desenho A


    Sociologia
    Psicologia B
    Biologia
    Física
    Oficina Multimédia B


    Aplic. Informáticas B
    Hist. da Cultura e Artes


   Turma Residual – 4º Agrupamento
    DISCIPLINAS                      CLASSIFICAÇÃO < 10         CLASSIFICAÇÃO >= 14          TOTAL      DE
                                     (%)                        (%)                          ALUNOS
    Português A
    Inglês 8
    Francês 6
    Alemão 3
    Filosofia
    História




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                    94/150
10ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO
                                  ALUNOS COM MAIS DE DUAS
                                  NEGATIVAS
    CURSOS
                                  1º Período   2º Período


    Ciências e Tecnologia
    Ciências Socioeconómicas
    Ciências Sociais e Humanas
    Artes Visuais


   11ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO

                                  ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATIVAS
    CURSOS
                                  1º Período           2º Período
    Ciências e Tecnologia
    Ciências Socioeconómicas
    Ciências Sociais e Humanas
    Artes Visuais


   10ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO


    DISCIPLINAS                  CLASSIFICAÇÃO < 10                 CLASSIFICAÇÃO >= 14
                                 (%)                                (%)
                                 1º Período      2º Período         1º Período        2º Período
    Português
    Inglês
    Francês
    Filosofia
    Educação Física
    Tec. da I. e Com.


    Matemática A
    História A
    Desenho A
    Biol.e Geolog.
    Fís. e Química A
    Economia A
    Geografia A




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                 95/150
Mat. A. C. S.
    Matemática B
    Geom. Desc. A


   11ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO
                             CLASSIFICAÇÃO < 10             CLASSIFICAÇÃO >= 14
    DISCIPLINAS              (%)                            (%)
                             1º Período        2º Período   1º Período            2º Período
    Português
    Inglês
    Francês
    Filosofia
    Educação Física
    Matemática A
    História A
    Desenho A
    Biol. e Geolog.
    Fís. e Química A
    Economia A
    Geografia A
    Matemát. A.C. S.
    Matemática B
    Geom. Desc. 10º/11º
    Geom. Desc. 11º/12º


   12ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO
                              CLASSIFICAÇÃO < 10            CLASSIFICAÇÃO >= 14
    DISCIPLINAS               (%)                           (%)
                              1ºPeríodo        2º Período   1º Período        2º Período
    Português
    Educação Física
    Área de Projeto
    Matemática A
    História A
    Desenho A
    Sociologia
    Psicologia B



Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                             96/150
Biologia
    Física
    Oficina Mult. B


    Aplic. Informát. B
    Hist. da Cult. Artes


   Turma Residual – 4º Agrupamento 12º Ano
                                 CLASSIFICAÇÃO < 10           CLASSIFICAÇÃO >= 14
    DISCIPLINAS                  (%)                          (%)
                                 1ºPeríodo       2º Período   1º Período        2º Período
    Português A
    Inglês 8
    Francês 6
    Alemão 3
    Filosofia
    História




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                           97/150
7. Implementação do PCE – Projeto Curricular de Escola
Cumprindo os princípios de articulação e coerência entre o PE e o PCE, e entre este e os projetos curriculares de tur-
ma, os conselhos de turma, planificam, em cada ano letivo, a sua intervenção, considerada a especificidade da turma.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                             98/150
Projeto Curricular de Turma -3º ciclo do Ensino Básico

Estrutura

Plano de Operacionalização de um Projeto Curricular de Turma

Conteúdos Pro-         Atividades a                                  Calendarização das   Formas de ava-
                                                                         atividades
 gramáticos da         desenvolver          Competências a atingir                         liação das ati-
                                                                     1º P   2º P   3º P                      Outras sugestões
   Disciplina         dentro do PAA                                                            vidades




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                              99/150
Avaliação

   AVALIAÇÃO INTERMÉDIA DO PROJETO CURRICULAR DE TURMA


   ANO:_____ TURMA:_____ Momento da Avaliação: _____/_____/_____


   1 – Assinalar com uma cruz (X) a opção que melhor se adequa à avaliação pretendida


                                                                      Sim     Não       Às      Quase    Bastante
  ITENS A AVALIAR                                                                       vezes   sem-
                                                                                                pre

  1 – Registou-se algum tipo de concertação nas estratégias adota-
  das no projeto?

  2 – Já foram atingidos alguns dos objetivos definidos?



  3 – Houve reformulação do projeto inicial?



  4 – Os diferentes contributos disciplinares têm sido concretiza-
  dos?



  5 – Foram diagnosticados problemas nas estratégias adotadas?



  6 – Registou-se reformulação dessas estratégias?



  7 – Em algum momento falharam os recursos inicialmente previs-
  tos?

  8 – Surgiram soluções alternativas?



  9 – Os alunos têm participado ativamente na realização do pro-
  jeto?

  10 - Verificou-se algum tipo de prática interdisciplinar?



  11 – Foi solicitado apoio à comunidade educativa para a concreti-
  zação do projeto?




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                      100/150
12 – Em caso afirmativo, esse apoio foi alcançado?



  13 – Apesar de eventuais problemas, o projeto tem viabilidade?



  14 – Os grupos de trabalho têm realizado avaliação contínua do
  seu desempenho?

  15 – Verificou-se articulação com as Áreas Curriculares não Disci-
  plinares?

  16 – Recorreu-se a algum tipo de apoio ou complemento educati-
  vo?




  Observações:


   Grelha preenchida por: ___________________________________________________________________




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                              101/150
8. Avaliação do PCE – Projeto Curricular de Escola
A avaliação geral do PCE é da competência do Conselho Pedagógico, sendo cometida a uma comissão constituída pelo
coordenador do PE, os coordenadores do EB e do ES o seu acompanhamento operacional e a elaboração do respetivo
relatório anual, a submeter à apreciação do CP.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                       102/150
ANEXOS




Aprovado em Conselho Pedagógico em   103/150
Anexo Y


Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação


PROJETO CURRICULAR DE TURMA - MAPA PARA REGISTO DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES


Ano/turma:_________




                          DISCIPLINAS
Conteúdos Programáticos
de TIC


Conceitos Introdutórios


1º Período
Processamento de texto


1º, 2º, 3º Períodos
Internet




1º, 2º, 3º Períodos
Apresentações
Power Point
3º período




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                 104/150
Anexo Ω
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO GLOBAL 2010/2011

                                             FREQUÊNCIA/EXAMES – 9º ANO – PORTUGUÊS – 2011
                         Todos os Alunos que foram admitidos a exame (incluindo os que fizeram exame a nível de escola)
                                                            Resultados por turmas




médias 9º 1ª
CF       CE      CE%
    3,3      2,7        50,8




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                        105/150
médias 9º 2ª
CF         CE         CE%
      3,0       3,1         58,8




médias 9º 3ª
CF         CE         CE%
      3,6       3,2         61,8




Aprovado em Conselho Pedagógico em   106/150
médias 9º 4ª
CF         CE         CE%
      3,3       3,1         58,2




médias 9º 5ª
CF         CE         CE%
      3,6       3,3         62,0




Aprovado em Conselho Pedagógico em   107/150
Resultados obtidos em exame PORTUGUÊS 9º ANO - 2011
                                                     Classificação de 0 a 100
                                                          Estudo global




médias global
CF       CE       CE%
    3,3       3,1       58,5




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                         108/150
Número         % de
           de alunos     alunos
[0,10[             0        0%
[10,20[           0         0%
[20,30[           2         2%
[30,40[           6         5%
[40,50[          19        15%
[50,60[          52        40%
[60,70[          19        15%
[70,80[          24        18%
[80,90[           5         4%
[90,100]          4         3%




              média               58,5
              desvio pad.         13,6   conclusões importantes:
                                                   75% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 50%
              mínimo               28              50% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 57%
              máximo               93              25% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 69%
              mediana              57
                                         79% dos alunos obtiveram, em exame, nível superior ou igual a 3
              1º Quart             50
              3º Quart             69




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                             109/150
Análise dos desvios Frequência-Exame


                                                      De 2 para 3 De 2 para 4 De 3 para 4 De 4 para 5 Total
                                  Nº de alunos que
                                                           5           1*            9           1     16
                                  subiram de nível
                                                     * classificação de exame deste aluno 85%




                                         De 5 para 4 De 5 para 3 De 4 para 3 De 4 para 2 De 3 para 2 De 2 para 1 Total
                     Nº de alunos que
                                              6            1*           14          1**          22           0   44
                     desceram de nível
                                                     * classificação de exame deste aluno 56%
                                                     ** classificação de exame deste aluno 42%




Classificações de charneira em exame
= 49% = 50% = 69% = 70% = 89% = 90%
  0      8       0         5      0       3




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                       110/150
FREQUÊNCIA/EXAMES – 9º ANO – MATEMÁTICA – 2011
                             Todos os Alunos que foram admitidos a exame (incluindo os que fizeram exame a nível de escola)
                                                                Resultados por turmas



médias 9º 1ª

CF          CE         CE%
      2,8        2,7         49,3




médias 9º 2ª

CF          CE         CE%
      3,3        3,2         65,2




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                            111/150
médias 9º 3ª

CF          CE         CE%
      3,2        2,9         58,2




médias 9º 4ª

CF          CE         CE%
      2,8        2,9         55,3




Aprovado em Conselho Pedagógico em   112/150
médias 9º 5ª
CF       CE      CE%
    3,2      3,4       65,4




Aprovado em Conselho Pedagógico em   113/150
Resultados obtidos em exame MATEMÁTICA 9º ANO - 2011



                                             Classificação de 0 a 100
                                                  Estudo global



              médias global
              CF       CE       CE%
                  3,0       3,0       58,9




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                      114/150
Número         % de
                               de alunos     alunos
                    [0,10[             3        2%
                    [10,20[           6         5%
                    [20,30[           6         5%
                    [30,40[           13       10%
                    [40,50[           12        9%
                    [50,60[           16       12%
                    [60,70[           30       23%
                    [70,80[           23       18%
                    [80,90[           17       13%
                    [90,100]           5        4%




                média          58,9
                desvio pad.    21,8        conclusões importantes:
                                                     25% dos alunos obtiveram uma classificação inferior a 44%
                mínimo            6                  50% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 66%
                máximo          100                  25% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 75%
                mediana          66
                                           69% dos alunos obtiveram, em exame, nível superior ou igual a 3
                1º Quart       43,5
                3º Quart         75




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                               115/150
Análise dos desvios Frequência-Exame


                                                       De 1 para 2 De 2 para 3 De 3 para 4 De 4 para 5 Total
                                Nº de alunos que
                                                           1           5           17          2        25
                                subiram de nível




                                                       De 5 para 4 De 4 para 3 De 3 para 2 De 2 para 1 Total
                                Nº de alunos que
                                                            2           5           11          9        27
                                desceram de nível




Classificações de charneira em exame
= 19% = 20% = 49% = 50% = 69% = 70% = 89% = 90%
  1      1       0          2    6      1          1       0
Nota: registou-se um 100%




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                             116/150
Exames de 2011 - Secundário

                                                                                   11º ano

                         Resultados Exame                                                      Análise dos Desvios
                médias referem-se (ambas) a internos                   Desvio médio    Desvio mediano      Desvio máximo  Desvio mínimo
                   Disciplina       Média Média                       Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF
                 (nº de alunos)     escola nacional                      P                P                  P              P
                Matemática B (6)
                                          15,25        11,9             1,42        1,42        0,95        0,95         4           5         -0,2        -2,2

                Biol. e Geol.(51)
                                          12,52        11,0             -0,01       -0,19         0          0          4,5         4,5        -4,5        -4,5

                Geografia(59)
                                          12,10        11,3             -1,05       -0,96       -0,9        -0,7        3,1         3,1        -6,7        -7,7

                Economia A(40)
                                          11,19        12,0             -3,85       -3,10      -4,35         -3         1,2          2         -9,5        -8,5

                Fís. e QuímicaA(54)
                                          10,82        10,5             -1,71       -2,05      -1,65       -2,05        3,3         2,2        -7,2        -8,2

                Literatura Portu-
                                           9,05         9,3             -3,53       -4,00       -3,5        -3,9        -1,3       -1,3        -7,3        -7,3
                guesa(19)
                Geom Desc. A(32)
                                           6,10        10,0             -8,65       -8,81      -8,85        -9,1        -0,2       -0,2        -12,8      -13,8


Nas páginas que se seguem estão os estudos por disciplina, com gráficos de dispersão e, no caso de existir mais de uma turma, a análise por turma.

Para a análise dos gráficos convém ter presente que a situação ideal em que se considera não haver discrepâncias entre as classificações de frequência e as de exame é aquela em
que a reta de regressão (a cheio) coincidiria com a reta a tracejado. Uma descida ou subida consistente com as classificações de frequência atribuídas deve conduzir a uma reta de
regressão ( a cheio) aproximadamente paralela à reta a tracejado.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                         117/150
Gráficos de dispersão – Matemática B – exame 2011 (1ª chamada)




Em Matemática B o desvio médio é positivo, aproximadamente 1,4. Sendo apenas 6 alunos verificou-se que três mantiveram a nota de 3º período
em exame, 10,11 e 20, enquanto os restantes três com classificações de 3º período entre 12 e 16 subiram em exame.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                      118/150
Gráficos de dispersão – Geometria Descritiva A – exame 2011 (1ª chamada)




                                                                                             Análise por turma

                                                                                     3º P       CIF     Exame           Desvios/3º P Desvios/CIF
                                                                            médias   16,89      16,67   8,23            -8,66       -8,43
                                                                                                          desvio máximo        -4,2        -4,2
                                                                  Turma C
                                                                                                          desvio mínimo       -12,4       -13,4
                                                                                                         desvio mediano        -8,5        -8,5
                                                                            médias   13,91      14,22   5,26            -8,65       -8,96
                                                                                                          desvio máximo        -4,9        -3,9
                                                                  Turma F
                                                                                                          desvio mínimo       -12,8       -13,8
                                                                                                         desvio mediano       -9,65        -9,1


                                                                 Em Geometria descritiva aparecem-nos retas de regressão quase para-
                                                                 lelas às a tracejado mas muito mais abaixo já que o desvio médio foi
                                                                 negativo, em valor absoluto de mais de 8 valores. Esta é sem sombra
                                                                 de dúvidas a situação mais anómala, porque, além do mais, inclui um
                                                                 desvio para a média nacional de -4 valores, verificando-se que a con-
                                                                 tribuição das turmas para este resultado é semelhante.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                         119/150
Gráficos de dispersão – Física e Química A – exame 2011 (1ª chamada)

                                                                                                       Análise por turma
                                                                                               3º P       CIF     Exame          Desvios/3º P Desvios/CIF
                          Física e Química A                                          médias   13,36      13,64       12,17      -1,19          -1,47
                20                                                                                                 desvio máximo          1,6            1,9
                                                                            Turma A
                                                                                                                   desvio mínimo         -3,9           -3,9
                                                                                                                  desvio mediano         -1,4           -1,8
        Exame




                10
                                                                                      médias   12,61      13,09       10,64      -1,97          -2,44
                                                                                                                   desvio máximo          3,3              2
                                                                            Turma B
                                                                                                                   desvio mínimo         -7,2           -8,2
                                                                                                                  desvio mediano           -2           -2,2
                 0
                                                                                      médias   11,76      11,94        9,96      -1,81          -1,98
                     10                   CIF              20
                                                                                                                   desvio máximo          2,2            2,2
                                                                            Turma C
                                                                                                                   desvio mínimo         -5,7           -6,7
                                                                                                                  desvio mediano         -1,6             -2

                          Física e Química A
                20                                                         Em Física e Química A o desvio médio é de cerca de -1,7 valores para o
                                                                           3º período e -2 para CIF mas a descida é consistente com as classifica-
                                                                           ções atribuídas. Note-se que os desvios para 3º período são menores
       Exame




                10                                                         do que para CIF o que é consistente com o facto da classificação de 3º
                                                                           período estar mais perto do exame. A turma que apresentou menor
                                                                           desvio é aquela cuja média global é maior, não se pode considerar que
                 0                                                         haja desvios para o 3º período significativamente diferentes entre
                     10                3º Período          20              turmas.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                      120/150
Gráficos de dispersão – Biologia e Geologia – exame 2011
                                                                               (1ª chamada)



                                                                                                  Análise por turma


                                                                                         3º P      CIF       Exame          Desvios/3º P Desvios/CIF
                                                                               médias    13,18     13,24     12,44          -0,74       -0,80
                                                                                                              desvio máximo         4,5         2,5
                                                                     Turma A
                                                                                                              desvio mínimo        -4,5        -4,5
                                                                                                             desvio mediano       -0,25       -0,25
                                                                               médias    12,22     12,52     13,25          1,03        0,73
                                                                                                              desvio máximo         4,5         4,5
                                                                     Turma B
                                                                                                              desvio mínimo        -2,5        -3,5
                                                                                                             desvio mediano           1         0,5
                                                                               médias    12,18     12,27     11,12          -1,06       -1,15
                                                                                                              desvio máximo           1           1
                                                                     Turma C
                                                                                                              desvio mínimo          -3        -2,5
                                                                                                             desvio mediano       -0,75        -1,1




Em Biologia e Geologia o desvio médio é de cerca de praticamente 0 havendo contribuições diferentes das turmas para este resultado mas que não
se consideram significativamente diferentes por não se afastarem do intervalo [-1,1] . De notar, apesar de tudo que numa turma o desvio médio foi
positivo e nas outras duas negativo. As classificações são consistentes com as atribuídas obtendo-se uma reta de regressão quase sobre a reta a tra-
cejado.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                     121/150
Gráficos de dispersão – Literatura Portuguesa – exame 2011 (1ª chamada)




Em Literatura Portuguesa observa-se um desvio negativo de -3,5 para 3º período e -4 para CIF. O não paralelismo entre as retas a cheio e a traceja-
do deverá dever-se ao facto de as classificações atribuídas no 3º período irem de 10 a 18 mas em exame foram de 6 a 12,7 (nota máxima em exame).




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                           122/150
Gráficos de dispersão – Economia A – exame 2011 (1ª chamada)
                                                               Análise por turma

                                                                                  3º P    CIF     Exame             Desvios/3º P Desvios/CIF
                                                                         médias   15,73   15,18    11,06            -4,66        -4,12
                                                                                                   desvio máximo    3            3
                                                               Turma D
                                                                                          desvio mínimo             -5,1         -4,6
                                                                                                   desvio mediano   -0,75        -0,2
                                                                         médias   14,28   13,33    11,34            -2,85        -1,85
                                                                                                   desvio máximo    3,1          3,1
                                                               Turma E
                                                                                          desvio mínimo             -6,7         -7,7
                                                                                                   desvio mediano   -3,15        -2,5




                                                               Em Economia A observa-se um desvio negativo de -3,85 para 3º perío-
                                                               do e-3,1 para CIF. Verifica-se que a contribuição de cada turma para
                                                               este resultado é substancialmente diferente sendo a turma com me-
                                                               lhores resultados de período a que apresenta maior desvio em valor
                                                               absoluto. No entanto os resultados de cada turma em exame foram
                                                               semelhantes em termos de média, verificando-se mesmo que a turma
                                                               com pior média teve melhor média em exame, embora não significati-
                                                               vamente diferente.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                       123/150
Gráficos de dispersão – Geografia – exame 2011 (1ª chamada)

                                                                                  Análise por turma




                      3º P         CIF     Exame            Desvios/3º P Desvios/CIF
           médias     13,23        13,50   12,63           -0,60           -0,87
                                             desvio máximo           3,1             3,1
Turma D
                                             desvio mínimo          -3,9            -4,2
                                            desvio mediano          -0,4            -0,2
           médias     13,13        12,69   13,21           0,08            0,52
                                             desvio máximo           2,3             2,3
Turma E
                                             desvio mínimo          -6,7            -7,7
                                            desvio mediano          -1,3            -1,3
           médias     13,10        12,90   10,71           -2,39           -2,20
                                             desvio máximo           3,1             3,1
Turma G                                      desvio mínimo          -6,7            -7,7

                                           desvio mediano           -1,3            -1,3




Em Geografia observa-se um desvio de -1, um valor quase irrelevante mas a análise por turmas revela ainda que a contribuição das turmas é significativamente diferente com uma
turma com desvio 0 e outra de -1




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                    124/150
Exames de 2011 - Secundário

                                                                                   12º ano

                                                                                        Análise dos desvios (exame – CIF/3º período)
           Resultados Exame                                                        Desvio médio      Desvio mediano Desvio máximo     Desvio mínimo
     Disciplina      Média Média                               Disciplina         Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF
   (nº de alunos)    escola nacional                         (nº de alunos)          P                  P                  P            P
                    internos internos
  Desenho A(18)          12,34        11,9                 Desenho A (13)          -1,61       -2,27       -2,15       -2,9        2,9         1,9        -3,9        -4,3

    Matemática           11,74        10,6                 Matemática              -2,52       -1,98         -3         -2         5,1         4,1        -6,3        -6,5
       A(64)                                               A(64)
   História A(18)        11,57        10,5                 História A(18)          -2,37       -2,21       -2,2        -1,2        0,3          1         -5,3        -5,5

 Português (113)         10,02         9,6                 Português (113)         -3,05       -3,13       -3,3        -3,2        2,9         1,9        -9,2        -8,1


Nas páginas que se seguem estão os estudos por disciplina, com gráficos de dispersão e, no caso de existir mais de uma turma, a análise por turma.

Para a análise dos gráficos convém ter presente que a situação ideal em que se considera não haver discrepâncias entre as classificações de frequência e as de exame é aquela em
que a reta de regressão (a cheio) coincidiria com a reta a tracejado. Uma descida ou subida consistente com as classificações de frequência atribuídas deve conduzir a uma reta de
regressão ( a cheio) aproximadamente paralela à reta a tracejado.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                           125/150
Gráficos de dispersão – História A – exame 2011 (1ª chamada)




No caso de História A, embora as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentem desvios de cerca de 2,3 valores negativos, a descida parece consistente com as classificações
atribuídas.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                       126/150
Gráficos de dispersão – Desenho A – exame 2011 (1ª chamada)




No caso de Desenho A, as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentem desvios de cerca de 2 valores negativos, menos do que no ano anterior. A descida parece não ser
consistente com as classificações atribuídas dado que as retas não são paralelas mas uma análise particular revela que o mínimo em exame foi 9,6 e o máximo 14,9 embora as
classificações atribuídas no 3º período cobrissem o intervalo de 10 a 17. Verificou-se maior homogeneidade em exame do que nas classificações atribuídas no 3º período.




Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                 127/150
Gráficos de dispersão – Matemática A – exame 2011 (1ª chamada)


                                                                                            Análise por turma
                                                                                                                           Desvios/3º
                                                                                    3º P       CIF     Exame               P            Desvios/CIF
                                                                           médias   15,13      14,00   12,28               -2,85      -1,73
                                                                                                           desvio máximo            0         0,5
                                                                 Turma A
                                                                                                           desvio mínimo         -5,1          -5
                                                                                                       desvio mediano          -3,15         -1,3
                                                                           médias   13,06      12,61   10,09               -2,97      -2,52
                                                                                                           desvio máximo          5,1         4,1
                                                                 Turma B
                                                                                                           desvio mínimo         -6,1        -6,5
                                                                                                          desvio mediano         -3,9        -2,2
                                                                           médias   14,88      14,56   12,84               -2,04      -1,73
                                                                                                           desvio máximo          1,7         2,7
                                                                 Turma C
                                                                                                           desvio mínimo         -6,3        -6,5
                                                                                                          desvio mediano       -2,15        -1,35
                                                                           médias   14,09      13,91   12,08               -2,01      -1,83
                                                                                                           desvio máximo          4,7         3,7
                                                                 Turma D
                                                                                                           desvio mínimo           -6        -5,5
                                                                                                       Desvio mediano            -1,9        -2,7




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A descida em Matemática A é superior para o 3º período do que para CIF o que contraria o que seria natural dado que o exame se refere sobretudo aos conteúdos de 12º.
No entanto essa descida é menos consistente para CIF do que para o 3º período. Tentando perceber o que influencia este facto verificámos que para os alunos a quem foi
atribuída, no 3º período, uma classificação de 18 ou mais o desvio médio para exame foi de -0,9, enquanto para aqueles a quem foi atribuída uma classificação entre 13 e
17 (inclusive) o desvio médio foi de -3 e para aqueles a quem foi atribuída uma classificação menor que 13 o desvio médio para exame foi de -2,9. Percebe-se então que a
reta de regressão não seja paralela à dada podendo-se inferir que os melhores alunos mantêm a nota mas os alunos com 17 ou menos tiveram uma descida apreciável.

Relativamente ao estudo por turmas verifica-se que os desvios para o 3º período são sempre negativos e em valor absoluto superiores a 2 mas as turmas que contribuíram
mais negativamente para um desvio global de -2,5 foram as turmas A e B já que essas tiveram desvios médios negativos de cerca de 3 valores enquanto as outras duas
tiveram desvios negativos de cerca de 2 valores.




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Gráficos de dispersão – Português – exame 2011 (1ª chamada)

                                                                            Análise por turma

                                                                          Desvios/CIF
                       3º P       CIF     Exame            Desvios/3º P
           médias      14,63      14,00 11,33           -3,30       -2,67
                                          desvio máximo         2,6         1,6
Turma A
                                          desvio mínimo          -8          -7
                                         desvio mediano        -2,9        -2,2
           médias      13,06      13,33 9,90            -3,16       -3,43
                                          desvio máximo         0,5         0,5
Turma B
                                          desvio mínimo        -6,4        -7,4
                                         desvio mediano       -3,15       -3,45
           médias      14,25      13,79 10,82           -3,43       -2,97
                                          desvio máximo         0,9         1,9
Turma C
                                          desvio mínimo        -7,2        -6,5
                                         desvio mediano          -4       -3,25
           médias      12,08      13,04 10,85           -1,22       -2,18
                                          desvio máximo         2,9         0,9
Turma D
                                          desvio mínimo        -6,1        -7,1
                                         desvio mediano          -1           -2
           médias      13,25      13,38 10,34           -2,91       -3,04
                                          desvio máximo         1,8         1,8
Turma E
                                          desvio mínimo        -9,2        -7,5
                                         desvio mediano        -2,6        -3,3
           médias      11,25      11,30 6,46            -4,79       -4,84
                                          desvio máximo        -0,4        -0,4
Turma F
                                          desvio mínimo        -9,1        -8,1
                                         desvio mediano          -5       -5,15

No caso de Português, as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentam desvios de cerca de -3 . A descida é consistente com as classificações atribuídas. A análise por
turmas revela que a descida global em exame tem contribuições muito diferentes de cada turma variando de -4,79 a -1,22.

Aprovado em Conselho Pedagógico em                                                                                                                                   2/150
PLANO DE AÇÃO DA MATEMÁTICA – explicitação do projeto


Escola: Escola Secundária Rainha D. Amélia, Lisboa


Código GIASE: 1106607


1.1. Nome Projeto: Plano de Ação para a Matemática
1.2. Resumo:


Uma análise dos resultados obtidos pelos alunos tanto nas classificações internas como na avaliação externa colo-
ca a nossa como uma escola de sucesso se comparada com os níveis nacionais. A verdade é que estamos longe de
ter conseguido que a maioria dos alunos tenha desenvolvido competências matemáticas ao nível do que prevê o
currículo nacional do ensino básico. Os resultados em percentagens por níveis não exprimem completamente a
situação dos alunos/turmas. Há que atender a outros fatores, mais difíceis de exprimir numericamente mas não
menos relevantes, como sejam:
                Ambiente em sala de aula, regras de disciplina (ou ausência delas) e de métodos de trabalho.
                Grau de responsabilidade e envolvimento dos alunos e respetivos encarregados de educação no
                 processo ensino-aprendizagem;
                Grau de autonomia dos alunos.


Tomando estes considerandos como ponto de partida o presente projeto tem como objetivo geral melhorar os
níveis de desempenho de alunos, professores e encarregados de educação. Para que se atinja tal objetivo é fun-
damental definir estratégias cuja implementação passa pela disponibilização de recursos humanos e materiais,
planificação cuidada das atividades curriculares e extra curriculares, planificação de atividades que levem ao en-
volvimento dos encarregados de educação. Para tal será continuado o esforço iniciado em 2005/2006, atribuição
da hora de oferta da escola no 7º ano a uma disciplina denominada Oficina de Matemática, atribuição do estudo
acompanhado, 8ºano. Serão ainda implementadas formas de coadjuvância de professores, em sala de aula ou fora
dela, realizadas atividades de recuperação de alunos, com envolvimento regular dos encarregados de educação,
experimentadas novas tecnologias, programadas formações específicas para professores.


1.3. Nome do coordenador:
Ana Luísa Ferreira Canelhas Correia


2.
2.1. N.º de alunos envolvidos: 424
2.2. Anos de escolaridade: 7º, 8º e 9º
2.3. N.º de professores de matemática envolvidos: 6
2.4. N.º de professores de outras áreas/disciplinas:

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2.5. Diagnóstico dos resultados dos alunos:


7.º      5       21       35         21       18
8.º      3       29       53         13       2
9.º      2       30       41         22       5


Exame:           1        35         39       20   5


2.6. Diagnóstico das dificuldades:


A experiência do ano anterior demonstrou que um professor da Oficina de Matemática, do 7º, ou de Estudo
Acompanhado, do 8º, que não seja o professor de matemática ou não seja coadjuvado pelo professor de matemá-
tica tem dificuldade em rentabilizar este espaço por não conhecer suficientemente os alunos.
Os apoios feitos por professores que não conhecem os alunos, fora dos do Conselho de Turma, e sem espaços de
preparação desses apoios, com um número de alunos que tende a crescer ao longo do ano letivo e desestabiliza o
trabalho inicial têm resultado, quase sempre, numa grande perca de tempo para a maioria dos envolvidos.
O elevado número de alunos por turma em conjunto com a sua falta de organização e autonomia torna quase
impossível a deteção atempada de dificuldades e respetivo plano de atuação.
A forma como é contabilizada a “bolsa de horas” da escola não tem em conta as áreas disciplinares mas apenas o
conjunto de toda a escola. No grupo de matemática o número de horas de redução ao abrigo do artigo 79º é infe-
rior à média dos restantes grupos o que necessariamente envolve menos disponibilidade e maleabilidade de horá-
rios. Não há professores de matemática do quadro com horários incompletos sendo mesmo insuficiente, para as
necessidades letivas, o número de professores de Matemática do quadro em serviço efetivo na escola.
Não pôde ser rentabilizado o espaço do laboratório de matemática devido ao número de alunos por turma. Trata-
se de um espaço bem apetrechado mas que com mais de 20 alunos só permite o trabalho com dois professores
dividindo-se o grupo em dois com tarefas distintas ou com desdobramento da turma. Foi feita uma experiência
com a única turma de 7º ano com 20 alunos (tinha alunos ao abrigo do Dec-Lei 319) que demonstrou que os alu-
nos consideram esse espaço mais apetecível para as atividades.
Existem grandes dificuldades de trabalho em equipa dada a grande variedade de horários em vários turnos.


2.7. Objetivos mensuráveis:
         Níveis de classificação desejados:


         7.º     3        37         50       8    2
         8.º     2        28         55       10   5
         9.º     2        28         55       10   5


         Taxa de sucesso a alcançar:

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7º Ano: 60
                  8º Ano: 70
                  9º Ano: 70


2.8. Outros objetivos:
Melhor ambiente de sala de aula para a rentabilização das unidades letivas.
Rentabilização do tempo letivo do aluno respondendo atempadamente às dificuldades de uns, para que não se
“percam” e às necessidades de outros para que possam ir “mais longe”.
Diagnósticos de competências/conteúdos relativos a alunos que ingressam no 7º ano que complementem a infor-
mação por níveis obtidos no 6º ano.
Responsabilização e envolvimento dos alunos e encarregados de educação no processo ensino- aprendizagem,
sobretudo para alunos com dificuldades.
Autonomia dos alunos em atividades de estudo e de sala de aula.
Tempos conjuntos de preparação de atividades pelos professores.
Formação de professores.
Diversificação de atividades curriculares e extra curriculares.


2.9.
a) ESTRATÉGIAS:
Colaboração estreita entre os professores do Conselho de Turma para que sejam adquiridos hábitos de disciplina.
Utilização do tempo definido como oferta de escola para a “Oficina de Matemática” no 7º ano de escolaridade.
Atribuição da Oficina de Matemática ao professor titular da turma em Matemática com reforço de outro profes-
sor, de matemática ou área afim, para trabalho em sala de aula, ou, em caso de impossibilidade, atribuição dessa
hora ao professor de Matemática como assessor do professor titular da Oficina.
Inclusão nos horários de todos os professores de Matemática do 7º ano de escolaridade de meio bloco compatível
com a turma para eventuais apoios, permanentes ou temporários.
Atribuição da área Estudo Acompanhado do 8º ano ao professor titular da disciplina de matemática com reforço
de outro professor, de Matemática ou área afim, para trabalho em sala de aula, ou, em caso de impossibilidade,
atribuição dessa hora ao professor de matemática como assessor do professor titular de Estudo Acompanhado.
Levantamento no final de cada ano letivo de turmas em que se prevê a necessidade de apoios, no sentido do pon-
to anterior, e inclusão nos horários dos professores titulares desses apoios.
O levantamento dos resultados por turma no final do 8º ano e as características de outros alunos que eventual-
mente não progrediram e venham a integrar a turma no ano seguinte deverá determinar as eventuais medidas a
adotar no 9º ano. Essas mediadas poderão incluir o apoio, pelo professor de matemática, em horário não letivo,
coincidente com o ½ bloco de Estudo Acompanhado ou em alguns.
Estabelecimento de um horário semanal para trabalho conjunto entre professores do mesmo ano de escolaridade
e coordenador do projeto tendo em vista o levantamento de dificuldades, a elaboração de materiais para apoios

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dirigidos e atividades de enriquecimento, avaliação das medidas implementadas para eventual reformulação de
percursos, articulação de formas de avaliação e formação.


b) MEDIDAS/ATIVIDADES SALA DE AULA:
Aplicação de uma prova de aferição de anos anteriores a todos os alunos do 7º ano de escolaridade e estudo com-
parativo com níveis obtidos na avaliação interna de 6º ano para definição de estratégias a implementar tanto na
Oficina de Matemática como na disciplina de Matemática.
Avaliações formais regulares (em princípio quinzenais) de tempo reduzido (testes de 15 a 20 minutos), para dina-
mização de um trabalho continuado de todos os alunos e empenhamento dos encarregados de educação, sobre-
tudo no 7º e 8º anos.
Realização de atividades diversificadas na Oficina de Matemática dirigidas ao desenvolvimento do cálculo mental e
à motivação para resolução de problemas, a saber, testes semanais de cálculo mental de no máximo 3 minutos,
fichas de trabalho com aspetos lúdicos, resolução de problemas em grupo, construções geométricas com materiais
didáticos específicos
Realização de atividades de recuperação e desenvolvimento nas aulas de estudo acompanhado.
Recurso às novas tecnologias, em particular recurso a uma plataforma de ensino on-line, numa primeira fase num
número reduzido de turmas, para implementação de avaliações formativas e realização e partilha de pequenas
investigações.
Recurso sistemático, durante as aulas, ao livro de texto para que os alunos se autonomizem.


c) ATIVIDADES EXTRA-LETIVAS:
Estabelecimento de planos de trabalho de casa semanais, reforço de trabalho de casa, para alunos com necessida-
des de apoio com comprometimento do encarregado de educação na verificação do efetivo cumprimento desses
planos de trabalho (Os trabalhos entregues deverão ter a assinatura do encarregado de educação, quando são
entregues). Pretende-se que nas aulas de apoio seja feito o balanço do trabalho e/ou realizados outros e que pro-
gressivamente os alunos deixem de precisar do apoio semanal, numa primeira fase ainda com trabalhos dirigidos,
ganhando autonomia.
Lançamento do problema do mês, para toda a escola, por níveis, facultativo mas a discutir a resolução na aula.
Dinamização do laboratório de matemática com atividades regulares de apoio ao estudo ou a pequenas investiga-
ções.


d) FORMAÇÃO DE PROFESSORES:
Estabelecimento de um plano de formação interna com um tema por período. Essa formação será dinamizada
como auto formação, com recurso a instrumentos e capacidades dos próprios professores da escola, reservando-
se algumas reuniões semanais para o tratamento desse tema em conjunto. Em alguns temas poderá ser pedida a
colaboração de especialistas ou formadores para apoio e/ou realização de uma ação de curta duração, conferência
ou workshop.
Estabelecimento de um plano de formação externa com um tema por ano. Essa formação será feita preferencial-

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mente durante uma semana, de forma intensiva, após o final das atividades letivas do 3º período. Preveem-se
como temas a tratar: instrumentos de avaliação e novas tecnologias ao serviço da educação matemática.


e) TESTE DIAGNÓSTICO:
Diagnósticos de competências/conteúdos relativos a alunos que ingressam no 7º ano que complementem a infor-
mação por níveis obtidos no 6º ano;
Aplicação de uma prova de aferição de anos anteriores a todos os alunos do 7º ano e estudo comparativo com
níveis obtidos na avaliação interna de 6º ano para definição de estratégias a implementar tanto na Oficina de Ma-
temática como na disciplina de Matemática.



f) AVALIAÇÃO DOS ALUNOS:
O tipo e resultados da avaliação efetuada em cada turma assim como a progressão individual dos alunos serão
objeto de análise em reunião, pelo menos uma vez por mês, entre os professores participantes no projeto. Todas
as grelhas de resultados de testes e minitestes assim como respetivos enunciados serão entregues à coordenadora
a quem caberá uma primeira análise para discussão em reunião. Para uma operacionalização rápida deste proces-
so será usada, preferencialmente, a comunicação via Internet, já que todos os professores usam Word e Excel para
os enunciados e grelhas de avaliação.
À coordenadora do projeto caberá produzir relatórios ou outros documentos que lhe sejam solicitados, neste âm-
bito, pela comissão de avaliação interna constituída em Conselho Pedagógico.
A meio de cada um dos 1º e 2º períodos será reservada uma aula ou parte dela para avaliação intercalar, em que
os alunos farão a sua autoavaliação, perante toda a turma com o objetivo de promover a responsabilidade e capa-
cidade de “julgar” dos alunos.
Os reforços de trabalho de casa previstos serão também uma forma de avaliação formativa que permita a alunos
com mais dificuldades verificarem o seu progresso.


g) ARTICULAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL:
Para facilitar a articulação vertical do currículo a continuidade pedagógica será considerada como critério prioritá-
rio de distribuição de serviço. O mesmo professor deverá acompanhar os alunos no ciclo.
As reuniões semanais entre professores do mesmo ano e coordenadora do projeto servirão também para uma
discussão do currículo permitindo estabelecer planificações que, considerando as características da turma, aten-
dam à articulação vertical e horizontal.


h) ATIVIDADE EXPERIMENTAL EM CONTEXTO DE SALA DE AULA:
Em unidades letivas com professor assessor poderá ser utilizado o laboratório de matemática embora com mais de
20 alunos seja sempre necessário reformular a disposição das mesmas dispostas em U. Implicará sempre trabalho
em grupos a par de eventual trabalho com equipamento informático.

De qualquer modo será feito um esforço de planificação para que todas as turmas do ensino básico tenham acesso


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à atividade experimental no laboratório de matemática, seja em contexto de aula de matemática, Estudo Acom-
panhado ou Oficina de Matemática, pelo menos duas vezes em cada período escolar (só possível a partir de
2007/2008)


2.10. Orçamento do projeto:
- Aquisição de serviços: 2000 €
- N.º de especialistas:
- N.º de formadores: 3
- Outros:
Equipamento tecnológico: 2200 €
- Computadores: 4
- DVD ou vídeos:
- Impressoras:
- Mesas interativas:
- Projetores:
- Quadros interativos: 1
- Scanners:
- Televisões:
- Outros: 10 calculadoras


Material Pedagógico: 1400 €
- Livros:
- Materiais manipuláveis: 3
- Software: 1
- Outros:


Outros: 1200 €
- Melhoramento de espaços: 2
- Outros: quadros de porcelana quadriculados


2.11. N.º de horas de crédito horário: 20
2.12. Observações:
- Foram reformulados não só os itens em que nos era pedido como outros.
- Em 2006/2007 não foram implementadas coadjuvâncias de professores por falta de bolsa de horas.
- Embora estejam considerados neste momento apenas 6 professores de Matemática no projeto e nenhum fora da
Matemática, continua-se a procurar colaboração de outros grupos.




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RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PAM 2010/2011




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Pce 2011 2012

  • 1.
    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013
  • 2.
    ÍNDICE 1. PREÂMBULO ............................................................................................................................................. 3 2. PRIORIDADES EDUCATIVAS ...................................................................................................................... 3 NÚCLEOS TEMÁTICOS ............................................................................................................................... 5 3. ORGANIZAÇÃO ESCOLAR.......................................................................................................................... 9 HORÁRIO ESCOLAR .................................................................................................................................. 9 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA LETIVA ................................................................................................................. 9 ORGANIZAÇÃO DAS AULAS/BLOCOS ............................................................................................................. 9 DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO LETIVO ............................................................................................................... 9 DISTRIBUIÇÃO DA COMPONENTE NÃO LETIVA ............................................................................................... 10 CRITÉRIOS DE CONSTITUIÇÃO DE TURMAS ................................................................................................... 10 ENSINO BÁSICO – 3º CICLO ...................................................................................................................... 11 Áreas curriculares e carga horária semanal .................................................................................... 11 Áreas curriculares não disciplinares ............................................................................................... 13 ENSINO SECUNDÁRIO ............................................................................................................................. 15 Áreas curriculares e carga horária semanal .................................................................................... 15 5. OCUPAÇÃO PLENA DOS TEMPOS ESCOLARES ....................................................................................... 18 AULAS DE SUBSTITUIÇÃO (AS) .................................................................................................................. 18 OCUPAÇÃO DE TEMPOS ESCOLARES (OTE) .................................................................................................. 18 Atividades na Biblioteca/Centro de Recursos ................................................................................. 18 Atividades desenvolvidas no âmbito do plano de atividades da BE/CRE, a desenvolver preferencialmente com turmas desdobradas e com acompanhamento de professor. ................... 18 Atividades na Sala CEM – Centro de Estudo Multiusos ................................................................... 18 ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS DE APOIO AO ESTUDO ......................................................................................... 18 Apoio Pedagógico Acrescido (APA): ............................................................................................... 18 Atividades de Sala de Estudo (AE): ................................................................................................. 18 Programas de Tutorias (T) .............................................................................................................. 19 Apoio pedagógico individualizado ou em pequenos grupos (AP) ................................................... 19 ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR E ATIVIDADES EXTRACURRICULARES .............................................. 19 6. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS ........................................................................................................ 20 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO........................................................................................................................ 20 Gerais - Ensino Básico e Ensino Secundário .................................................................................... 20 Critérios específicos por disciplina ................................................................................................. 26 ANÁLISE DE RESULTADOS ......................................................................................................................... 69 7. IMPLEMENTAÇÃO DO PCE – PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA .......................................................... 98 PROJETO CURRICULAR DE TURMA -3º CICLO DO ENSINO BÁSICO ...................................................................... 99 Estrutura ........................................................................................................................................ 99 Avaliação ..................................................................................................................................... 100 8. AVALIAÇÃO DO PCE – PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA .................................................................. 102 ANEXOS ............................................................................................................................................................... 103 Aprovado em Conselho Pedagógico em 2/150
  • 3.
    1. Preâmbulo O presente documento formaliza o Projeto Curricular da Escola Secundária c/ 3º Ciclo do Ensino Básico Ra- inha Dona Amélia e é enquadrado pelas disposições legais em vigor, nomeadamente o DL 6/2001, retifica- do pelo DL 209/2002, e o Despacho Normativo 1, de janeiro de 2005. O PCE constitui o documento matricial das estratégias delineadas pelos órgãos de gestão e administração da Escola, no plano educativo, partindo do currículo nacional, e adaptando-o, considerado o seu quadro vinculativo, ao contexto particular da Escola. Sendo as grandes opções educativas consubstanciadas no PE, o PCE formaliza, reunindo e sistematizando, as decisões da Escola no que respeita à concretização das suas prioridades educativas, materializadas e operacionalizadas na oferta educativa, no plano de ocupação de tempos escolares, na avaliação de aprendizagens, bem como nos princípios de articulação com os projetos curriculares de turma. 2. Prioridades Educativas De acordo com o PE, a Escola orienta a sua prática educativa vinculando-se a um conjunto de valores em função dos quais se definiram os nossos princípios e objetivos a seguir explicitados: Princípios Gerais  Manter um elevado nível de rigor e exigência nas práticas pedagógicas como forma de maximizar o desenvolvimento psicológico e a consolidação, aprofundamento e domínio de saberes de todos os alunos.  Favorecer o desenvolvimento da autonomia pessoal, alicerçada numa consciência crítica dos inte- resses e valores e no conhecimento das capacidades próprias, dentro de princípios de liberdade, responsabilidade, solidariedade, tolerância e respeito pela diferença.  Privilegiar o desenvolvimento da linguagem (oral e escrita) como fator determinante para o de- senvolvimento psicológico, a aquisição de conhecimentos, a representação de conceitos e a co- municação de saberes.  Desenvolver a predisposição para pensar racionalmente, promover o sentido crítico dos fenóme- nos e a capacidade de análise e de conceção de soluções para os problemas da realidade envol- vente.  Fomentar a consciencialização ambiental e ética no sentido de se alcançarem valores e atitudes, aptidões e comportamentos compatíveis com o desenvolvimento sustentável, contribuindo para a aplicação dos princípios-chave da sustentabilidade a nível local. Aprovado em Conselho Pedagógico em 3/150
  • 4.
    Promover a saúde em contexto escolar contribuindo para a aquisição de hábitos e práticas com- portamentais viabilizadoras de escolhas individuais conscientes e responsáveis.  Desenvolver a sensibilidade para as criações culturais, artísticas e literárias.  Criar as condições adequadas à consolidação das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) enquanto ferramenta básica para aprender e ensinar nesta nova era.  Interpretar a atividade física, os fatores de risco e de saúde associados à sua prática e criar hábi- tos de prática de atividade física.  Incentivar o reconhecimento pelos valores da autodisciplina, da persistência e do trabalho.  A educação e a cultura são direitos das pessoas - têm valor por si mesmos e constituem o objetivo a alcançar tanto pelos jovens como por todos os outros elementos da comunidade educativa;  A liberdade de aprender e ensinar devem caracterizar a ação de todos os intervenientes da Esco- la, no respeito pelo espírito democrático e pluralista, aberto ao diálogo e à livre troca de opiniões;  O pluralismo cultural deve ser entendido como fonte de enriquecimento, pelo que os membros desta comunidade educativa devem combater os preconceitos raciais e culturais promovendo o esclarecimento sobre o valor das diferentes culturas e formas de pensar;  A Escola é entendida como local privilegiado de intervenção pedagógica e cultural;  O ensino deve promover o pleno desenvolvimento e valorização dos alunos, pelo que deve ser personalizado;  A Escola quer reconhecer os interesses legítimos e as expectativas daqueles que serve;  A Escola reconhece a família como primeira educadora dos jovens e adolescentes que a procu- rem, tornando-a como principal e habitual interlocutora no que diz respeito à educação e à aprendizagem. Objetivos Gerais  Valorizar o saber;  Respeitar e valorizar as diferenças e o pluralismo cultural;  Inculcar o respeito pelos direitos dos outros;  Valorizar o estudo e a aquisição de conhecimentos;  Promover o sucesso escolar;  Promover a igualdade de oportunidades do sucesso escolar;  Incentivar a leitura e a escrita;  Desenvolver o gosto pela ciência e pelas atividades experimentais;  Estimular o gosto pela partilha de conhecimentos e saberes;  Estimular a criatividade e a sensibilidade estética dos alunos;  Desenvolver o espírito crítico e de iniciativa dos alunos;  Promover o respeito pelo ambiente;  Promover o respeito pelo património histórico-cultural; Aprovado em Conselho Pedagógico em 4/150
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    Contribuir para o estabelecimento de hábitos de vida saudável;  Orientar na escolha de percursos escolares adaptados aos alunos;  Manter na Escola a disciplina necessária para a existência de um clima de trabalho e de convi- vência que permita o cumprimento destes objetivos. Núcleos Temáticos Pretendeu-se optar por núcleos temáticos coerentes com os princípios orientadores do PEE, e que, de alguma forma, fossem ao encontro das tendências mais frequentes em termos de atividades realizadas em diferentes disciplinas do 3º ciclo do ensino básico, consolidando desta forma a sua integração em temas unificadores. Aprovado em Conselho Pedagógico em 5/150
  • 6.
    Tendo em contaestas considerações optou-se por selecionar os seguintes núcleos temáticos relativamente aos projetos a desenvolver nas turmas do ensino básico: 7ºano: Viagens na Minha Terra “Estas minhas interessantes viagens hão de ser uma obra prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são quaisquer rabiscaduras da moda que, com o título de impressões de viagem, ou outro que tal, fatigam as imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.” Almeida Garrett Pretende-se promover um percurso de procura e construção de uma identidade não só do aluno como da pró- pria escola e do meio histórico, geográfico e geológico em que esta se integra. Tendo em conta que estes alunos iniciam um novo ciclo de estudos numa nova escola considerou-se pertinente envolvê-los num projeto que lhes proporcionasse a construção do conhecimento de si próprios e da escola incluindo o meio em que esta se integra. Procurou-se, afinal, possibilitar uma abordagem à pergunta “Quem sou eu e onde estou?” a partir de perspetivas diversificadas. A compreensão e conhecimento de cada aluno como ser humano em crescimento e formação constitui uma informação fundamental para a escola pois disponibiliza dados sobre as suas competências permitindo delinear estratégias coerentes com esses dados. Esta informação é também importante para alunos e encarregados de educação contribuindo para um melhor desempenho pessoal e académico e uma integração mais eficaz na nova comunidade escolar. No sentido de favorecer esta integração na nova comunidade escolar, o projeto envolverá estratégias de reco- nhecimento do espaço envolvente da escola segundo diferentes perspetivas (geológicas, geográficas e históri- cas). Aprovado em Conselho Pedagógico em 6/150
  • 7.
    8º ano: OutroVénus? Não Obrigado! “A nossa crise climática pode, por vezes, parecer-nos estar a acontecer lentamente, mas, na verdade, está a desenrolar-se muito rapidamente e tornou-se uma verdadeira emergência planetária. Os nossos políticos parecem não ver esses sinais de alerta mas as VERDADES INCONVENIENTES não desaparecem apenas porque não são vistas.” AL GORE O Planeta depara-se atualmente com problemas ambientais muito graves, enfrentando uma crise ecológica sem precedentes. Este projeto visa a aquisição de saberes particularmente direcionados para a educação am- biental e sensibilização ecológica que permitam caminhar no sentido da construção de alternativas positivas para um mundo ecologicamente sustentável. A justificação do título escolhido prende-se com o facto de Vénus ser considerado um planeta “irmão” da Terra pela sua proximidade em termos de massa e diâmetro. Porém, a atmosfera de Vénus é composta quase na totalidade por CO2 o que provocou um sobreaquecimento da sua atmosfera, chegando a atingir temperaturas na ordem dos 462° Celsius, tornando-o no Vénus quente, hostil e sem vida que conhecemos. A Terra está a evoluir nessa direção. Devemos contrariar esta tendência de todas as formas possíveis, nomeadamente, crian- do cidadãos informados e ativos relativamente a estas questões e pondo em prática, quotidianamente, ações que permitam minimizar estes problemas. Os temas ambientais selecionados nos projetos das distintas turmas podem centrar-se em problemáticas dife- rentes: Poluição Atmosférica; Poluição do Solo; Poluição Aquática; Tratamento de resíduos ou outras. Aprovado em Conselho Pedagógico em 7/150
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    9º ano: Escolhas Era alegria o que trazia: a pura, a imaculada, a livre a inconsumida, mais alta e mais profunda. Era alegria… Jorge de Sena O bem-estar dos indivíduos é, em grande parte, determinado pelos seus hábitos e práticas comportamentais, tornando-se cada vez mais essencial a realização de intervenções no sentido de promover comportamentos saudáveis e prevenir fatores de risco. Dada a importância de uma intervenção precoce a este nível, a Organiza- ção Mundial de Saúde tem dado grande ênfase à promoção da saúde em contexto escolar, considerando-a como uma das metas prioritárias para os próximos anos. Na sequência destas tendências, o XVII Governo cons- titucional consagrou no seu programa a adoção de medidas “atinentes à promoção da saúde no meio escolar, visando contribuir para a aquisição de competências por parte da comunidade escolar, que lhe permitam con- frontar-se confiada e positivamente consigo própria e fazer escolhas individuais conscientes e responsáveis…”. Perante esta situação o conselho pedagógico deliberou a integração do projeto “Escolhas” no PEE a desenvol- ver ao nível do 9º ano de escolaridade e tendo como objetivo o desenvolvimento de competências que permi- tam fazer escolhas individuais conscientes e responsáveis relativamente às temáticas (a título de exemplo): Alimentação e Atividade Física; Toxicodependência; Educação Sexual; Infeções Sexualmente Transmissíveis, Violência em Meio Escolar, Áreas de Estudo, Futuro profissional, etc. Aprovado em Conselho Pedagógico em 8/150
  • 9.
    3. Organização Escolar Horário Escolar A Escola leciona o 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino Secundário. Os horários dos alunos estão distribuídos em turno único. Distribuição da carga letiva Na distribuição da carga letiva, devem ter-se em consideração os seguintes critérios: Distribuição equilibrada das disciplinas no horário semanal; Alternância de disciplinas de cariz mais teórico com outras de vertente mais prática; Consideradas as atuais características físicas do edifício escolar, no que respeita ao número de salas de aula e de espaços específicos, a Escola tem vindo a optar pela constituição de uma mancha letiva predominantemen- te no turno da manhã. Organização das aulas/blocos As aulas são, no quadro legal em vigor, organizadas em blocos de 90 minutos e segmentos de 45 minutos (com exceção das aulas práticas/experimentais no ensino secundário que decorrem em blocos de 135 minutos). Os intervalos entre blocos são de 15 minutos. Distribuição do serviço letivo (no âmbito das competências conferidas por Lei ao Diretor e que mereceram a anuência do Conselho Pedagó- gico em 14 de julho de 2010). 1. Na distribuição de Serviço docente dar-se-á importância aos seguintes aspetos: a) continuidade pedagógica professor/turma exceto nas situações devidamente identificadas como carecendo de outra solução pedagógica mais adequada; b) experiência comprovadamente positiva em determinado ciclo ou nível de ensino na escola. 2. Para apuramento de horários sem componente letiva: a) Aplicar-se-á o tempo de serviço efetivamente prestado na Escola, dando clara preferência aos professores que, com a sua prática letiva e/ou exercício de car- gos, têm dado provas no sentido de contribuir para a consolidação do Projeto Educativo e da identidade da Escola Secundária com 3º Ciclo Rainha Dona Amélia. Aprovado em Conselho Pedagógico em 9/150
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    3. Critérios de desempate: a) A Assiduidade, nomeadamente faltas ao abrigo dos artº 102 ou artº 52 (consultas médicas), quando o professor não tiver efetuado compensações ou permutas. (as faltas por doença e muitas outras ficam de fora deste critério) b) A graduação profissional, sendo o menos graduado o 1º a concorrer a DACL. Distribuição da componente não letiva  Reforço das horas destinadas ao trabalho da direção de turma do EB, através da afetação de uma das horas da componente não letiva dos professores diretores de turma;  Distribuição de tarefas de O.T.E. pelos professores de acordo com (i) número de turmas e alunos; (ii) equilíbrio teórico-prático das disciplinas lecionadas; (iii) necessidades de aulas e atividades de apoio na(s) disciplina(s) lecionada(s); (iv) número de horas de redução ao abrigo do art. 79º do ECD;  Criação para cada grupo disciplinar de uma bolsa de horas para aulas de substituição, a qual será flexível e a gerir semanalmente, tendo em conta o número de tempos supervenientes e a compatibilidade de horários. A distribuição será feita em primeiro lugar aos professores com horários incompletos.  Atribuição preferencial de atividades de substituição no ES a um professor da turma, na im- possibilidade de permuta de aulas;  Não atribuição de mais do que uma direção de turma a cada professor, salvo em casos exce- cionais e com a concordância do docente. Critérios de Constituição de Turmas A constituição das turmas deverá ter em conta os seguintes critérios: - Respeitar o equilíbrio relativo a idades, género e escolas de origem. - Privilegiar a continuidade pedagógica havendo a possibilidade de acertos pontuais. - Distribuição equilibrada dos alunos repetentes. - No 10º ano a elaboração das turmas deve ter em conta as orientações dos Diretores de Turma de 9º ano e da Coordenadora de Ciclo. Deve ainda evitar-se a formação de turmas exclusivamente com alu- nos de outras escolas. - No 12º ano a escolha das disciplinas opcionais poderá determinar a mudança de Turma. Aprovado em Conselho Pedagógico em 10/150
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    4. Estrutura Curricular No que respeita à área curricular, e não obstante o quadro normalizador existente, a Escola continuará a desenvolver um esforço de adequação da sua oferta específica à construção de um currículo sustentado e coerente, que responda às expectativas dos alunos, adaptado às potencialidades dos espaços físicos e às competências do seu quadro de professores/profissionais. Ensino Básico – 3º Ciclo Áreas curriculares e carga horária semanal Carga horária semanal COMPONENTES DO CURRÍCULO (x 90 min.) (a) 7º Ano 8º Ano 9º Ano Total Ciclo Áreas curriculares disciplinares: Língua Portuguesa 2,5 2,5 2,5 7,5 Língua Estrangeira 3 2,5 2,5 8 LE1; 1,5 1 1 3,5 LE2. 1,5 1,5 1,5 4,5 Ciências Humanas e Sociais: 2 2,5 2,5 7 História 1 1 1,5 3,5 Geografia 1 1,5 1 3,5 Educação Matemática 2,5 2,5 2,5 7,5 para a Ciências Físicas e Naturais 2 2 2,5 6,5 cidadania Ciências Naturais; 1(b) 1(b) 1,5(c) 3,5 Físico-Química. 1(b) 1(b) 1(c) 3 Educação Artística Educação Visual; 1 1 Arte Digital 1(d) 1(d) 1,5(e) 5,5 Educação Tecnológica 1(d) 1(d) Educação Física 1,5 1,5 1,5 4,5 Introdução às Tecnologias de Informação e 1 1 Comunicação Aprovado em Conselho Pedagógico em 11/150
  • 12.
    Educação Moral eReligiosa (f) 0,5 0,5 0,5 1,5 Área curricular não disciplinares (g) Formação Cívica. 0,5 0,5 0,5 1,5 Formação Pessoal Total 17(17,5) 17(17,5) 17,5(18) 51,5 (53) e Social Oficina de Matemática 0,5 0,5 1 Oficina de Escrita 0,5 0,5 1 Apoio ao estudo 0,5 0,5 Máximo Global 18 18 18 54 (a) Carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90 minutos. (b) Turmas desdobradas em ½ bloco; (c) Atribuição de ½ bloco a alternar anualmente; (d) Disciplinas em regime semestral; (e) No 9º ano, das disciplinas de Educação Artística e Educação Tecnológica, os alunos escolhem uma disci- plina das que frequentaram nos 7º e 8º anos; (f) Disciplina de frequência facultativa; (g) Esta área deve ser desenvolvida em articulação com as áreas disciplinares e constar explicitamente do projeto curricular da turma. O trabalho a desenvolver pelos alunos integrará, obrigatoriamente, atividades experimentais e atividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciên- cias. (Decreto-Lei n.º 209/02, de 17 de outubro que altera o artigo 13.º e os anexos I, II e III do Decreto Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro) Aprovado em Conselho Pedagógico em 12/150
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    Disciplinas de ofertade escola Na área da educação artística, a Escola oferece a disciplina de Arte Digital, que leciona, nos 7º e 8º anos, em regime de semestre, com turma desdobrada, a par da disciplina de Educação Tecnológica. Este desenho do plano curricular permite a diversificação da oferta e o desenvolvimento de um trabalho com benefícios di- dáticos e pedagógicos. No 9º ano, a disciplina de Arte Digital integra a área de educação artística, a par de Educação Visual e Educação Tecnológica. A oferta da disciplina de Arte Digital tem como principais finalidades:  ampliar as capacidades expressivas ligadas à utilização dos meios multimédia;  sensibilizar os alunos para os espaços virtuais de divulgação;  proporcionar uma abordagem no âmbito das tecnologias digitais em matérias fundamentais em profissões emergentes no campo das novas tecnologias (TIC);  sensibilizar os alunos para as matérias, relacionadas com as TIC, em implementação nos vá- rios ramos do ensino, proporcionando-lhes mais informação nas escolhas vocacionais. Áreas curriculares não disciplinares Formação Cívica - finalidades da intervenção:  desenvolver a consciência cívica dos alunos como elemento fundamental do processo de formação de cidadãos responsáveis, críticos, ativos e intervenientes;  promover o intercâmbio de experiências vividas pelos alunos fomentando a sua partici- pação ativa na vida da Turma, da Escola e da Comunidade. A criação de duas áreas curriculares destinadas ao aproveitamento dos dois meios blocos a decidir pela escola no plano curricular do EB resulta da vontade de, mais uma vez, investir no desenvolvimento de competências fundamentais, nomeadamente as diretamente relacionadas com a aprendizagem da língua materna e da matemática. Assim, o plano de estudos do 7º e 8º anos integra 45 minutos atribuídos à área curricular de Oficina da Matemática e 45 minutos atribuídos à Oficina de Escrita. No 9ºano os 45 minutos são atribuídos ao Apoio ao estudo. Oficina de Matemática O diagnóstico efetuado à entrada do 7º ano de escolaridade aponta para uma generalizada falta de com- petências específicas de cálculo e raciocínio geométrico que condicionam o sucesso no 3º ciclo. Mesmo os Aprovado em Conselho Pedagógico em 13/150
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    alunos que apresentamum nível médio de conhecimentos em termos de conteúdos raramente são capa- zes de os mobilizar na resolução de problemas. Considerando o exposto, são objetivos da Oficina de Matemática:  Desenvolver o cálculo mental através de atividades que se prolongam durante todo o ano e de grau de dificuldade crescente.  Desenvolver a capacidade de resolução de problemas através de atividades onde se mobili- zem conhecimentos respeitantes a vários conteúdos.  Desenvolver o raciocínio geométrico através de atividades com recurso a materiais manipulá- veis. Oficina de Escrita Considerando a aprendizagem e o desenvolvimento da escrita como processo de construção da competên- cia de expressão em língua materna, como meio organizador do pensamento e potenciador de aprendiza- gens e as dificuldades consensualmente observadas na expressão em língua portuguesa dos alunos do en- sino básico e secundário, A Oficina de Escrita tem como objetivos:  Conhecer as etapas que constituem o processo da escrita;  Definir percursos individualizados de produção escrita;  Diversificar situações, finalidades e destinatários da escrita;  Tomar consciência das possibilidades de reformulação do texto escrito;  Experimentar técnicas de auto e heterocorrecção conducentes ao aperfeiçoamento do texto escrito;  Desenvolver a criatividade;  Promover a divulgação dos escritos. Aprovado em Conselho Pedagógico em 14/150
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    Ensino Secundário Áreas curriculares e carga horária semanal Formação geral e formação específica (10º, 11º e 12º Anos) em unidades PLANO DE ESTUDOS DOS CURSOS letivas de 90 minutos CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS 10º Ano 11º Ano 12º Ano Português 2x90 2x90 2x90 G e r a l Língua Estrangeira I, II a) 2x90 2x90 F o r m a ç ã o Filosofia 2x90 2x90 Educação Física (b) 2x90 2x90 2x90 Formação Cívica 0,5 Aprovado em Conselho Pedagógico em 15/150
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    Ciências e Tecnologias Matemática A – disciplina obrigatória 3x90 3x90 3x90 Escolher duas disciplinas Física e Química A 2x90+ 135 2x90+135 E s p e c í f i c a Biologia e Geologia 2x90+135 2x90+135 Geometria Descritiva A 2x90+135 2x90+135 Escolher uma disciplina (c) F o r m a ç ã o 2x90+135 Biologia 2x90+135 Física 2x90+135 Química 2x90 Psicologia B Ciências Sócioeconómicas E s p e c í f i c a Matemática A – disciplina obrigatória 3x90 3x90 3x90 Inglês 3x90 Escolher duas disciplinas 3x90 3x90 Economia A 3x90 3x90 Geografia A F o r m a ç ã o 3x90 3x90 História B Escolher uma disciplina (c) 3x90 Sociologia 3x90 Geografia C Aprovado em Conselho Pedagógico em 16/150
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    Línguas e Humanidades E s p e c í f i c a História A – disciplina obrigatória 3x90 3x90 3x90 Escolher duas disciplinas Literatura Portuguesa 3x90 3x90 F o r m a ç ã o Geografia A 3x90 3x90 Escolher duas disciplina (c) Geografia C 3x90 Psicologia B 3x90 Artes Visuais E s p e c í f i c a Desenho A 2x90+135 2x90+135 2x90+135 Escolher duas disciplinas Geometria Descritiva A 3x90 3x90 História e Cultura das Artes 3x90 3x90 Escolher duas disciplinas (c) F o r m a ç ã o Oficina Multimédia B 2x90+135 Oficina de Artes 2x90+135 Educ. Moral e Religiosa (disciplina facultativa) 1X90 1x90 1x90 Aprovado em Conselho Pedagógico em 17/150
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    5. Ocupação Plenados Tempos Escolares Aulas de substituição (AS) Aulas de substituição a decorrer em situação de ausência programada de professor e mediante existência de plano de aula. Aulas asseguradas em sala de aula, por uma bolsa de professores distribuídos por grupo disciplinar/disciplina, a gerir periodicamente pelo professor coordenador da disciplina/área disciplinar, garantida a compatibilidade de horário entre o(s) tempo(s) letivo(s) não lecionado(s) pelo docente titular e o docente que assegura a(s) aula(s) de substituição. No Ensino Secundário, na impossibilidade de assegurar a aula de substituição, a atividade de ocupação dos tempos escolares é preferencialmente atribuída a um professor da turma, para complemento curricular. Quando o motivo da ausência é conhecido com antecedência são encorajadas as permutas entre professores do mesmo grupo de docência ou do mesmo conselho de turma. Ocupação de Tempos Escolares (OTE) Atividades de frequência obrigatória, a desenvolver na sala de aula ou em outro espaço escolar, designada- mente na BE/CRE ou na sala CEM. Atividades na Biblioteca/Centro de Recursos Atividades desenvolvidas no âmbito do plano de atividades da BE/CRE, a desenvolver preferencialmente com turmas desdobradas e com acompanhamento de professor. Atividades na Sala CEM – Centro de Estudo Multiusos Atividades desenvolvidas em espaço multiusos, com supervisão de professores: Atividades e estratégias de apoio ao estudo Apoio Pedagógico Acrescido (APA): Aulas lecionadas no âmbito de Planos Educativos Individuais (PEI), dirigidas a alunos com necessidades especí- ficas. Atividades de Sala de Estudo (AE): Acompanhamento em sala de estudo e apoio a desenvolvimento de trabalhos por professor da disciplina ou área disciplinar. Aprovado em Conselho Pedagógico em 18/150
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    Programas de Tutorias(T) Atividades de acompanhamento individual ou em pequeno grupo, realizadas por um professor tutor, diri- gidas a alunos com necessidades de enquadramento suplementar no domínio das aprendizagens e na área comportamental. Apoio pedagógico individualizado ou em pequenos grupos (AP) Aulas dirigidas a alunos com necessidade de trabalho individualizado para aquisição e/ou consolidação de co- nhecimentos e desenvolvimento de competências. Atividades de enriquecimento curricular e atividades extracurriculares Os departamentos curriculares e os grupos disciplinares desempenham, no plano curricular, um papel funda- mental na coordenação da implementação dos currículos, de forma exigente e coerente e, em cada momento, adaptada às realidades específicas. A partir da coordenação do Projeto Educativo e decorrendo da atividade dos departamentos curriculares e dos grupos disciplinares, e/ou de projetos multidisciplinares, através da operacionalização frequentemente centra- da nos conselhos de turma e em equipas de professores, a Escola desenvolve projetos de natureza diversa. Estes projetos, de caráter anual ou plurianual, visam a apropriação do saber e do saber fazer, recorrendo, tam- bém, à colaboração de entidades exteriores e/ou especialistas que, pontualmente ou de forma mais continua- da, se constituem como parceiros na missão educativa. O Plano Anual de Atividades reúne as várias realizações escolares, decorrentes de projetos e programas em curso, registando, entre outras, as seguintes:  Visitas de Estudo;  Biblioteca/Centro de Recursos;  Página da Escola;  Publicação “Rainha em Folha”  Projeto Cozinha Experimental – Química e Culinária  Desporto Escolar  Saber Mais – e-learning (Plataforma Moodle) Parcerias - Visando a integração da Escola na comunidade e potenciando o conhecimento científico numa di- mensão atual e pragmática, promovem-se parcerias com instituições de caráter científico e cultural. “SMASHING AWARDS” – Festa de final de ano, em edições anuais desde 1998, é já parte integrante da cultura da Escola, promove o sentido de identidade, premeia o trabalho, o mérito, os bons resultados e/ou o talento excecional para determinada área, proporcionando um momento de espetáculo partilhado por toda a comuni- dade. Aprovado em Conselho Pedagógico em 19/150
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    6. Avaliação dasAprendizagens Critérios de Avaliação Gerais - Ensino Básico e Ensino Secundário A avaliação é sistemática, contínua e globalizante: integra todos os elementos capazes de concretizar o proces- so ensino/aprendizagem. A avaliação deve incluir dados como: ∙ Classificação de trabalhos escritos ∙ Participação nas atividades desenvolvidas (na aula e noutras, propostas pelo professor) ∙ Execução dos trabalhos de casa ∙ Fazer-se acompanhar do material adequado ∙ Desenvolvimento de interesses/pesquisa próprios ∙ Compreensão e aplicação correta da informação recebida ∙ Utilização de uma linguagem oral e escrita corretas ∙ Pontualidade ∙ Progressão na aprendizagem O aluno deve ser informado dos vários parâmetros utilizados na sua avaliação de forma a: ∙ Reconhecê-los sempre que forem aplicados ∙ Auto-avaliarse corretamente ∙ Melhorar o seu método de aprendizagem Com o objetivo de uniformizar procedimentos num processo que se pretende rigoroso e transparente, tan- to para alunos como Encarregados de Educação, devem ser utilizadas as seguintes normas: 1. No início do ano letivo, o professor informará os alunos sobre os elementos que integrarão a respetiva avaliação e do seu peso no cômputo final, de acordo com os critérios específicos da disciplina, que pode- rão ser consultados na página da Escola. 2. No final de cada período, o professor pedirá a cada aluno que se autoavalie: para o possibilitar, os alu- nos devem, atempadamente, ter em seu poder todos os elementos de avaliação. Aprovado em Conselho Pedagógico em 20/150
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    3. Os testessumativos deverão ser classificados quantitativamente. 3.1. No ensino secundário o enunciado do teste deverá incluir as cotações das várias questões. 3.2. A classificação atribuída deverá constar do cabeçalho da folha de prova do aluno quando esta lhe for devolvida. 3.3. No 3º ciclo do Ensino Básico a classificação é expressa de 0% a 100%. 3.4. No Ensino Secundário a classificação é expressa de 0 (zero) a 20 valores. 4. A falta, não justificada, a algum elemento de avaliação implicará a classificação de 0% no Ensino Básico e 0 (zero) valores no Ensino Secundário. 5. Deverão ser realizadas, pelo menos, duas avaliações sumativas por período. No caso de um período ter menos de oito semanas completas de aulas, poderá ser realizada, nesse período, apenas uma avaliação sumativa. 6. O cabeçalho dos enunciados dos testes sumativos deve conter o logotipo e o nome da Escola, a data da realização, a disciplina e o nome do professor. 7. As datas dos testes sumativos devem ser acertadas com os alunos e assentes no calendário escolar no li- vro de ponto. 8. Os testes devem ser devolvidos aos alunos, sempre que possível, no prazo de uma semana após a sua realização. 9. Após a devolução dos testes aos alunos, deve ser feita a sua correção. 10. Os trabalhos escritos ou práticos poderão ser classificados quantitativamente. Neste caso, a solicitação dos trabalhos deverá incluir um enunciado, tal como nos testes, explicitando os seguintes elementos: 10.1. Descrição pormenorizada do que se pretende que o aluno apresente, em termos de forma e con- teúdo, bem como a data limite para a entrega do trabalho. 10.2. Descrição dos critérios de avaliação que serão utilizados. Aprovado em Conselho Pedagógico em 21/150
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    10.3. Relativamente aostrabalhos escritos ou práticos avaliados qualitativamente, a nomenclatura uti- lizada deverá ser uniforme em toda a Escola e os alunos devem ser informados pelo professor da sua correspondência com a avaliação quantitativa BÁSICO SECUNDÁRIO 1 – 0-19% Fraco 0-4 Mau 2 – 20-49% Não Satisfaz 5-9 Medíocre 3 – 50-69% Satisfaz 10-13 Suficiente 4 – 70-89% Satisfaz bem 14-17 Bom 5 – 90-100% Excelente 18-20 Muito Bom 10.4. A classificação dos trabalhos (seja qualitativa ou quantitativa) poderá ser acompanhada de uma apreciação descritiva. 11. A meio do 1º e 2º períodos, o professor deve entregar ao diretor de turma uma ficha de informação qualitativa relativamente ao desempenho dos alunos. 11.1. Esta informação deve ser facultada ao encarregado de educação e ao próprio aluno sempre que solicitada. 11.2. Sempre que o professor e o diretor de turma considerarem útil para o sucesso escolar do aluno, o Diretor de Turma deverá tomar a iniciativa de comunicar esta informação ao aluno e respetivo en- carregado de educação. Ratificado em Conselho Pedagógico de 08/09/2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 22/150
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    E ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA ANO LETIVO 2011/2012 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS PARA A PROGRESSÃO DOS ALUNOS 7º e 8º ANOS DE ESCOLARIDADE De acordo com a legislação em vigor, compete à escola a definição de critérios específicos para avaliação dos alunos em anos não terminais. Neste sentido, foi aprovado o seguinte: 1 - Um aluno só deve transitar com o máximo de três avaliações inferiores a nível três no conjunto das disci- plinas , desde que nelas não se incluam, cumulativamente, Língua Portuguesa e Matemática. 2 – Se um aluno for avaliado com nível um a L. Portuguesa e Matemática, cumulativamente, fica retido. 2.1 – Com classificação negativa nas duas disciplinas, na forma acumulada, o aluno só transita se obti- ver a uma delas nível dois. Ex: DISCIPLINAS AVALIADAS COM NÍVEL INFERIOR A TRÊS SITUAÇÃO NO FINAL DO ANO Língua Portuguesa, Inglês, História PROGRIDE Matemática, Francês, Ed. Visual PROGRIDE Francês, Ciências, Educação Tecnológica,Matemática FICA RETIDO Língua Portuguesa, Matemática, Ciências FICA RETIDO Língua Portuguesa e Matemática (ambas com nível um) FICA RETIDO Língua Portuguesa e Matemática (uma com nível dois e ou- PROGRIDE tra com um) Língua Portuguesa e Matemática (ambas com nível dois) PROGRIDE 3 – Sempre que um aluno, aplicados estes critérios, se encontre numa situação de retenção, mas cuja progres- são o Conselho de Turma aprove, por maioria de 2/3, alegadamente porque o aluno poderá atingir as compe- tências exigidas no final do ciclo, a proposta terá de ser submetida à apreciação do Conselho Pedagógico. 3.1 – Desta situação decorre a apresentação de um processo que inclua : a) – informação sobre a avaliação do aluno; b) – parecer fundamentado do Conselho de Turma; c) – parecer de todos os professores da turma sobre as competências evidenciadas pelo aluno na utilização da Língua Portuguesa. Documento aprovado no Conselho Pedagógico de 08/09/2011. Aprovado em Conselho Pedagógico em 23/150
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    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA D. AMÉLIA FORMAÇÃO CÍVICA – ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O Decreto-Lei nº 6/2001, consagra a Formação Cívica como “o espaço privilegiado para o desenvolvimento da educação para a cidadania, visando o desenvolvimento da cons- ciência cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de cidadãos responsá- veis, críticos, ativos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio de expe- riências vividas pelos alunos e à sua participação individual e coletiva, na vida da turma, da escola e da comunidade”. ▪ A área curricular não disciplinar de Formação Cívica deve ser desenvolvida em articu- lação com outras áreas, disciplinares ou não disciplinares, e constar, explicitamente, no Pro- jeto Curricular de Turma. ▪ A sua avaliação assume caráter qualitativo e é expressa em três níveis: NS (Não Satis- faz); ST (Satisfaz) e SB (Satisfaz Bem). ▪ Uma avaliação de NS não interfere na progressão dos alunos. Parâmetros a avaliar em Formação Cívica Assiduidade Pontualidade Atitudes Comportamento Empenho Cooperação Oral Participação Escrita Menção qualitativa Nível alcançado nos parâmetros avaliados As atitudes do aluno não são adequadas; a sua participação é Não Satisfaz insuficiente ou deficiente. Satisfaz As atitudes e a participação são adequadas. Satisfaz Bem O aluno cumpre todos os parâmetros com qualidade. Aprovado em Conselho Pedagógico de 8 de setembro de 2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 24/150
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    FORMAÇÃO CÍVICA –ENSINO SECUNDÁRIO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O Decreto-Lei nº 50/2011, de 8 de abril, cria a disciplina de Formação Cívica no 10º ano, incluindo-a na matriz curricular dos cursos científico-humanísticos, “com vista a reforçar a formação nas áreas de educação para a cidadania, para a saúde e para a sexualidade”. A disciplina de Formação Cívica assume, portanto, um caráter transversal, devendo ser desenvolvida em artic lação com outras disciplinas. A Portaria nº 244/2011, de 21 de junho, determina:  que a avaliação sumativa em Formação Cívica, pelo seu caráter formativo, se expresse em três níveis: Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz bem;  que a atribuição da menção de Não satisfaz não seja considerada para efeitos de transição, desde que frequentada com assiduidade;  a exclusão em Formação Cívica quando haja “o incumprimento reiterado de dever de assidui- dade por parte do aluno.”. Esta exclusão obriga à realização, no final do 10º ano, de uma prova especial de avaliação, elaborada a nível de escola. Parâmetros a avaliar em Formação Cívica Assiduidade Pontualidade Atitudes Comportamento Empenho Cooperação Oral Participação Escrita Menção qualitativa Nível alcançado nos parâmetros avaliados As atitudes do aluno não são adequadas; a sua parti- Não satisfaz cipação é insuficiente/ou deficiente. Satisfaz As atitudes e a participação são adequadas. Satisfaz bem O aluno cumpre todos os parâmetros com qualidade. Aprovado em Conselho Pedagógico de 8 de setembro de 2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 25/150
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    Critérios específicos pordisciplina DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PORTUGUÊS I – ENSINO BÁSICO Domínios de avaliação Enquadrada pelos domínios identificados no Programa de Língua Portuguesa, a avaliação incide sobre as se- guintes competências: ∙ Escrita; . Leitura; ∙ Compreensão/Expressão Oral ∙ Funcionamento da Língua. Critérios específicos de avaliação Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se: ∙ a capacidade de expressão escrita e oral; ∙ a capacidade de compreensão de enunciados escritos e orais; ∙ o domínio de conceitos fundamentais da análise literária e gramatical. Elementos de avaliação sumativa Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi- da: 60% Testes sumativos 10% Fichas, tarefas realizadas na aula Oralidade 20% Compreensão Expressão: fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, correção 10% Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa; pontualidade; comparên- cia nas aulas com o material necessário, comportamento Fatores de ponderação São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida: ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina; ∙ Disponibilidade e organização do material escolar; ∙ Determinação no trabalho. Aprovado em Conselho Pedagógico em 26/150
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    Classificação dos testessumativos Os enunciados dos testes não registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa. OFICINA DA ESCRITA I – ENSINO BÁSICO O aluno deve ser capaz de elaborar diferentes tipos de texto com vista ao aperfeiçoamento das suas técnicas de escrita. Deverão ser realizadas atividades auto e heterocorretivas, bem como propostas de escrita criativa. A avaliação a atribuir será qualitativa. Níveis de classificação atribuída:  NS (Não Satisfaz) = fraca assiduidade/pontualidade; comportamento desadequado; inexistência ou fraco portefólio/recolha de documentos; fraca participação nas atividades propostas.  SAT (Satisfaz) = Boa assiduidade/pontualidade; comportamento pontualmente irregular; portefólio razoavelmente organizado; boa participação nas atividades propostas.  SB (Satisfaz Bem) = Boa assiduidade/pontualidade; comportamento adequado; portefólio bem organi- zado incluindo todos os trabalhos realizados; boa participação nas atividades propostas. PORTUGUÊS II – ENSINO SECUNDÁRIO Domínios de avaliação Enquadrada pelos domínios identificados pelo programa de Português, a avaliação incide sobre as se- guintes competências: ∙ Escrita; . Leitura; ∙ Compreensão/Expressão oral; ∙ Funcionamento da Língua. Critérios específicos de avaliação Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se: ∙ o domínio da expressão escrita e falada; ∙ o domínio da compreensão de enunciados escritos e orais; ∙ o domínio de conceitos literários e gramaticais. Aprovado em Conselho Pedagógico em 27/150
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    Elementos de avaliaçãosumativa Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi- da: 12º 10º/11º 65% Testes sumativos. 70% Oralidade 25% Compreensão 25% Expressão: fluência, relevância, pertinên- cia, disponibilidade, correção Fichas, trabalhos escritos, realizados na 10% 5% aula e em casa. Comparência com o ma- terial necessário. Fatores de ponderação São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida: ∙ Pontualidade; ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina; ∙ Disponibilidade e organização do material escolar; ∙ Determinação no trabalho. Classificação dos testes sumativos Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa. LITERATURA PORTUGUESA: ENSINO SECUNDÁRIO Domínios de avaliação Enquadrada pelos domínios identificados pelo programa de Literatura Portuguesa, a avaliação incide sobre as seguintes competências: . Escrita; . Leitura; . Compreensão, . Funcionamento da Língua. Critérios específicos de avaliação Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se: . O domínio da expressão escrita; . O domínio da compreensão dos enunciados escritos; Aprovado em Conselho Pedagógico em 28/150
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    . O domíniodos conceitos literários. Elementos de avaliação sumativa Considera-se no cálculo da avaliação final a atribuir os elementos indicados na ponderação referida: 75% Testes sumativos 25% Portfólio Fatores de ponderação São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida: - Assiduidade - Pontualidade - Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina; - Disponibilidade e organização do material escolar - Determinação no trabalho Classificação nos testes sumativos Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa. Aprovado em Conselho Pedagógico em 29/150
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    LÍNGUA ESTRANGEIRA: FRANCÊS/ INGLÊS I – ENSINO BÁSICO Domínios de avaliação Enquadrada pelos domínios identificados nos Programas de Francês e de Inglês, a avaliação incide so- bre as seguintes competências: ∙ Escrita; . Leitura; ∙ Compreensão/Expressão oral ∙ Funcionamento da Língua. Critérios específicos de avaliação Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se: ∙ a capacidade de expressão escrita e oral; ∙ a capacidade de compreensão de enunciados escritos e orais; ∙ o domínio de conceitos fundamentais da análise literária e gramatical. Elementos de avaliação sumativa Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi- da: 60% Testes sumativos 10% Fichas, tarefas realizadas na aula 20% Oralidade: compreensão, fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, corre- ção 10% Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa; pontualidade; comparência nas aulas com o material necessário, comportamento Progressão Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação e a importância da progressão na aprendizagem, a classificação do 2º período calcular-se-á atribuindo peso 1 à classificação do 1º período e peso 2 à classificação do 2º. Para calcular a classificação interna final, dar-se-á peso igual às classificações dos 2º e 3º períodos. Fatores de ponderação São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida: ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina; ∙ Disponibilidade e organização do material escolar; ∙ Determinação no trabalho. Aprovado em Conselho Pedagógico em 30/150
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    Classificação dos testessumativos Os enunciados dos testes não registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa. II – ENSINO SECUNDÁRIO Domínios de avaliação Enquadrada pelos domínios identificados nos programas de Francês e de Inglês, a avaliação incide so- bre as seguintes competências: ∙ Escrita; . Leitura; ∙ Compreensão/Expressão oral; ∙ Funcionamento da Língua. Critérios específicos de avaliação Valorizando a progressão do aluno na sua aprendizagem, avalia-se: ∙ o domínio da expressão escrita e falada; ∙ o domínio da compreensão de enunciados escritos e orais; ∙ o domínio de conceitos literários e gramaticais. Elementos de avaliação sumativa Considera-se no cálculo da classificação final a atribuir os elementos indicados, na ponderação referi- da: 70% Testes sumativos. Oralidade: compreensão, fluência, relevância, pertinência, disponibilidade, corre- ção 30% Atitudes e valores: realização dos trabalhos de casa e das tarefas propostas na aula; pontualidade; comparência nas aulas com o material necessário, comporta- mento Progressão Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação e a importância da progressão na aprendizagem, a classificação do 2º período calcular-se-á atribuindo peso 1 à classificação do 1º período e peso 2 à classificação do 2º. Para calcular a classificação interna final, dar-se-á peso igual às classificações dos 2º e 3º períodos. Fatores de ponderação São ainda considerados fatores de ponderação os parâmetros enunciados de seguida: ∙ Cumprimento das regras estabelecidas na escola, turma e disciplina; Aprovado em Conselho Pedagógico em 31/150
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    ∙ Disponibilidade eorganização do material escolar; ∙ Determinação no trabalho. Classificação dos testes sumativos Os enunciados dos testes registam as cotações por pergunta. A classificação final é quantitativa. Aprovado em Conselho Pedagógico em 32/150
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    DEPARTAMENTO DAS MATEMÁTICASE DAS CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS CIÊNCIAS NATURAIS: 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 1. Testes teóricos – 70%* Dois testes sumativos por período, incluindo toda a matéria dada. A avaliação nos testes teóricos tem em conta: - apresentação - fundamentação teórica/rigor científico - rigor e clareza de linguagem Os testes serão classificados qualitativa e quantitativamente, utilizando as seguintes designações: nível 1= Fraco(0-19%); nível 2=Não Satisfaz(20-49%); nível 3=Satisfaz(50-69%); nível 4=Satisfaz Bem(70-89%); nível 5=Excelente(90-100%). * Serão incluídos conteúdos programáticos dos anos anteriores nas provas dos 8º e 9º anos, procurando-se interligar os diferentes temas à semelhança do que acontece nos Exames Nacionais, com o intuito de preparar os alunos para a Prova Intermédia. Nos testes do 8º inclui-se 15% de matéria do 7º e, no 9º inclui-se 10% da matéria do 7º e 10% do 8º. 2. Realização de trabalhos – 20% Executa com rigor as tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas formativas, tra- balhos de grupo de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e participação em ativida- des extra curriculares. 3. Observação do espaço de aula – 10% Registo de valores/ atitudes: Pontualidade Assiduidade Responsabilidade, autonomia, maturidade Relacionamento dentro e fora da sala de aula Fazer-se munir do material necessário ao desempenho da sua atividade, nomeadamente o caderno diário que deve estar bem apresentado Participação adequada na aula Avaliação de trabalhos Parte escrita – 50% - aspetos gráficos e estéticos – (5+5) - cumprimento do prazo de entrega e das normas de realização – (5+5) Aprovado em Conselho Pedagógico em 33/150
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    - capacidade desíntese e seleção pertinente de informação- (5+5) - rigor científico e aprofundamento de conteúdos- (10+10) Parte oral – 50% - limita-se a ler- (8-9) - fala revelando fraco domínio dos conceitos, evidenciando claramente um discurso memorizado- (10- 19) - evidencia compreensão dos conhecimentos utilizando uma linguagem pobre- (20-29) - evidencia domínio do conhecimento, utilizando uma linguagem rica, com exemplos esclarecedores e envolvimento da turma- (30-44) - evidencia um profundo e abrangente domínio do conhecimento, utilizando um discurso semântico muito rico, revelando grande dinamismo, criatividade e utilizando recursos multimédia adequados- (45-50) Avaliação de relatórios Contempla: - cumprimento do prazo de entrega - 5% - capa - 10% - introdução/objetivo - 15% - material - 5% - procedimento - 10% - resultados - 15% - discussão/conclusão - 20% - bibliografia - 5% - apresentação - 5% - rigor de linguagem - 5% - rigor científico - 5% BIOLOGIA E GEOLOGIA: 10º E 11º ANOS 1 – Testes sumativos – 80% Dois testes por período, incluindo toda a matéria lecionada até à sua realização e revisão dos conteúdos do 10º ano. Nos testes as questões relacionadas com a componente prática e/ou experimental serão cotadas, no mínimo, com 37 pontos (15%) A avaliação nos testes sumativos tem em conta: I. apresentação II. fundamentação teórica – rigor científico III. rigor de linguagem Aprovado em Conselho Pedagógico em 34/150
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    IV. clareza delinguagem V. as classificações serão escritas pelo professor nos testes usando as designações: Mau (0 – 4); Medíocre (5 – 9); Suficiente (10 – 13); Bom (14 – 17); Muito Bom (18 - 20). 2 – Realização de trabalhos experimentais – 15% - Execução do protocolo experimental – 5% - Realização de relatórios individuais – 10% 3 – Trabalhos individuais e/ou em grupo – 5% - Execução com rigor das tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas formativas, trabalhos de grupo de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e participação em atividades extra curriculares. - Registo de atitudes/valores BIOLOGIA: 12º ANOS 1 – Testes sumativos – 70% Dois testes por período, incluindo toda a matéria lecionada até à sua realização. A avaliação nos testes sumativos tem em conta: VI. apresentação VII. fundamentação teórica – rigor científico VIII. rigor de linguagem IX. clareza de linguagem X. as classificações serão escritas pelo professor nos testes usando as designações: Mau (0 – 4); Medíocre (5 – 9); Suficiente (10 – 13); Bom (14 – 17); Muito Bom (18 - 20). 2 – Realização de trabalhos - 30% 1. execução com rigor das tarefas propostas – trabalhos de casa, fichas de trabalho, fichas formativas, atividades experimentais (execução de práticas experimentais e relatórios escritos),trabalhos de grupo de diferentes tipologias (incluindo relatório escrito e oral) e participação em atividades extra curriculares. 2. Comunicação individual de um paper, cuja classificação será contabilizada no 3º período. Aprovado em Conselho Pedagógico em 35/150
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    3. registo de atitudes e valores: - pontualidade - assiduidade - responsabilidade, autonomia, maturidade - faz-se munir do material necessário à sua atividade - contribui para um bom clima de trabalho na sala de aula, isoladamente ou em grupo - participação na aula com interesse e empenho - qualidade da participação oral - cooperação no grupo - respeito pelas normas de trabalho e convivência Aprovado em Conselho Pedagógico em 36/150
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    CIÊNCIAS FÍSICO-QUIMICAS: 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO A avaliação será baseada na atribuição de pesos iguais aos três períodos letivos e de pesos diferentes aos dife- rentes elementos de avaliação, consoante os seus tipos. PESOS A ATRIBUIR AOS DIFERENTES INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas escritas de avaliação .....................................................................................................................60% Outros trabalhos escritos .........................................................................................................................20% Trabalhos de Casa ....................................................................................................................................10% Participação e Atitude na Aula (incluindo 5% para a comparência com o material necessário à aula) ...................................................................................................................................10% FÍSICA E QUÍMICA A: 10º E 11º ANOS E FÍSICA: 12º ANO A avaliação será baseada na atribuição de pesos iguais aos três períodos letivos e de pesos diferentes aos dife- rentes elementos de avaliação, consoante os seus tipos. 10.º ANO E 11.º ANO – FÍSICA E QUÍMICA A (*) Provas escritas de avaliação ................................................................................................................ 80% Outros trabalhos escritos .................................................................................................................... 10% Trabalhos de Casa .................................................................................................................................. 5% Participação e Atitude na Aula (incluindo 2,5% para a comparência com o material necessário à aula) .................................................................................................................................. 5% (*) Nas Provas de Avaliação as questões sobre as Atividades Laboratoriais e Atividades Práticas de Sala de Aula (previstas nos programas curriculares) terão uma cotação total de no mínimo 7,5 valores, o que por si só garan- te um mínimo de 30% de avaliação da parte prática e/ou experimental destes programas. Serão incluídos con- teúdos programáticos do 10.º ano nas provas do 11.º ano, procurando-se interligar os diferentes temas à se- melhança do que acontece nos Exames Nacionais. 12º ano - FISICA Provas escritas de avaliação………………… ................................................. ……………………………………………………… 70% Outros trabalhos escritos (incluindo pelo menos 5% de relatórios experimentais)……… ................ …………...... 20% Trabalhos de casa ……………………………………………………………… ...................................................... …………………… 5% Participação e atitude na aula (incluindo 2,5% para a comparência com o material necessário à aula). ......... . 5% (**) Nas Provas de Avaliação as questões sobre as Atividades Laboratoriais e Atividades Práticas de Sala de Aula (previstas nos programas curriculares) terão uma cotação total de no mínimo 7,5 valores, o que por si só garan- te um mínimo de 30% de avaliação da parte prática e/ou experimental destes programas. Aprovado em Conselho Pedagógico em 37/150
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    MATEMÁTICA: 3º CICLODO ENSINO BÁSICO Secção 1 Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período  A primeira aproximação de classificação proposta nos 1º período será obtida com recurso aos elementos de avaliação desse mesmo período.  No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde- ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período.  A classificação proposta deverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se- guinte, traduzida numa escala de 0 a 100. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido pode ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 5 unidades. O resultado na escala de 0 a 100 será depois reconvertido na escala de 1 a 5.  A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário), com caráter globalizante em termos de conteúdos. Admite-se que no 3º período seja realizado apenas um.  Serão realizados obrigatoriamente minitestes de duração máxima 30 minutos, não globalizantes, sendo pelo menos dois por período. Admite-se que no 3º Período seja realizado apenas um desde que se tenham realizado 3 no 2º período..  No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2. Nos casos de progressão elevada ou reduzida poderá ser atribuída uma classificação com recurso apenas aos elementos do 2º e 3º período devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classifica- ções obtidas no 1º período. Secção 2 Pesos relativos das formas de avaliação Conhecimentos específicos da disciplina ( Peso 95%) Formas de avaliação : Testes escritos globalizantes (90min). 65% Minitestes, TPC’s, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresentações orais- 30% Outros ( Peso 5%) Parâmetros a avaliar: Aprovado em Conselho Pedagógico em 38/150
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    Intervém de formaorganizada. É pontual Executa com regularidade as tarefas propostas. Faz-se acompanhar do material necessário Nota: Considerando a importância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros pode conduzir à atribuição de 0 neste item. MATEMÁTICA A E MATEMÁTICA B: ENSINO SECUNDÁRIO Secção 1 Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período  A primeira aproximação de classificação proposta nos 1º período será obtida com recurso aos elementos de avaliação desse mesmo período.  No 1º período a classificação mínima será de 5 valores salvo casos excecionais aprovados em grupo.  No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde- ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período.  A classificação proposta deverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se- guinte, traduzida numa escala 0 a 200. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido pode ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 10 unidades obtendo-se depois a classifica- ção de 0 a 20.  A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário). Admite-se que no 3º período seja realizado apenas um teste globalizante desde que exista pelo menos mais um ele- mento de avaliação escrito do que o mínimo exigido em cada período, realizado no 2º ou 3º período, por exemplo mais um miniteste ou um teste de 90 minutos ou um teste de duração inferior a 90 minutos mas a considerar no cômputo da média relativa aos testes globalizantes, com peso relativo que poderá ser infe- rior aos dos testes de 90 minutos.  Nos 1º e 2º períodos será obrigatória a classificação de pelo menos um Miniteste, trabalho de casa, relató- rio, pequeno trabalho de investigação ou apresentação oral.  No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2. Aprovado em Conselho Pedagógico em 39/150
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    Nos casos deprogressão elevada ou reduzida dever-se-á proceder a uma segunda aproximação com recur- so aos elementos do 2º e 3º períodos e poderá ser atribuída uma classificação com apenas esses dois perí- odos devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classificações obtidas no 1º período. Secção 2 Pesos relativos das formas de avaliação Conhecimentos específicos da disciplina (Peso 95%) Formas de avaliação: Testes escritos globalizantes (90min) Minitestes, trabalhos de casa, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresenta- ções orais. - No 10º e 11º anos o peso dos testes globalizantes será no mínimo 70% podendo variar em cada período con- forme o tipo e quantidade dos restantes instrumentos. - No 12º ano (Matemática A) o peso dos testes globalizantes será , no mínimo, 85% Outros (Peso 5%) Parâmetros a avaliar: Intervém de forma organizada. É pontual Executa com regularidade as tarefas propostas. Faz-se acompanhar do material necessário Nota: Considerando a importância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros pode conduzir à atribuição de 0 neste item. MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS: ENSINO SECUNDÁRIO Secção 1 Forma Geral de obtenção da classificação a propor em cada período  A primeira aproximação de classificação proposta no 1º período será obtida com recurso aos elementos de avaliação desse mesmo período.  No 1º período a classificação mínima será de 5 valores salvo casos excecionais aprovados em grupo.  No 2º período, a classificação proposta será obtida com recurso a todos os elementos do ano, com ponde- ração 2 para os elementos relativos ao 2º período e 1 para os relativos ao 1º período. Aprovado em Conselho Pedagógico em 40/150
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    A classificação propostadeverá resultar da obtida por aplicação dos pesos que se indicam na secção se- guinte, traduzida numa escala 0 a 200. Tendo em atenção a progressão na aprendizagem o valor obtido po- de ser arredondado por defeito ou por excesso a menos de 10 unidades obtendo-se depois a classificação de 0 a 20.  A menos de situações excecionais de ausência do professor, serão realizados no 1º e 2º períodos pelo menos dois testes escritos de 90 minutos (podendo ser de mais tempo no ensino secundário). Admite-se que no 3º período seja realizado apenas um teste globalizante desde que tenham sido realizados pelo me- nos três no 2º período ou existam outros elementos de avaliação escritos em quantidade suficiente. Por exemplo, pelo menos dois minitestes ou um teste de duração inferior a 90 min mas a considerar no côm- puto da média relativa aos testes globalizantes, com peso relativo que poderá ser inferior aos dos testes de 90 minutos.  Em cada período será obrigatória a classificação de pelo menos um Miniteste, trabalho de casa, relatório, pequeno trabalho de investigação ou apresentação oral.  No 3º período a primeira aproximação de classificação será obtida com recurso aos elementos de avaliação de todo o ano, considerado o 1º período com peso 1 e os 2º e 3ª períodos, conjuntamente, com peso 2. Nos casos de progressão elevada ou reduzida dever-se-á proceder a uma segunda aproximação com recur- so aos elementos do 2º e 3º períodos e poderá ser atribuída uma classificação com apenas esses dois perí- odos devendo o arredondamento ser ponderado relativamente às classificações obtidas no 1º período. Secção 2 Pesos relativos das formas de avaliação Conhecimentos específicos da disciplina ( Peso 95%) Formas de avaliação: Testes escritos globalizantes (90min) Minitestes, trabalhos de casa, relatórios, pequenos trabalhos de investigação e/ou apresentações orais. - O peso dos testes globalizantes será no mínimo 60%, podendo variar em cada período conforme o tipo e quantidade dos restantes instrumentos. Outros ( Peso 5%) Parâmetros a avaliar: Intervém de forma organizada. É pontual Executa com regularidade as tarefas propostas. Faz-se acompanhar do material necessário Aprovado em Conselho Pedagógico em 41/150
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    Nota: Considerando aimportância dos quatro parâmetros descritos, tanto na formação individual dos alunos como para o bom funcionamento da aula, uma avaliação muito negativa em qualquer dos quatro parâmetros pode conduzir à atribuição de 0 neste item. INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - ITIC|9º ANO Domínios de avaliação Competências pessoais (10%)* Resolução de problemas Análise crítica Capacidade de síntese Criatividade Competências sociais (10%)* Trabalho em equipa Cooperação Entreajuda Competências técnicas (30%)* Domínio das técnicas Exploração, investigação e mobilização de conceitos em diferentes situações Domínio de procedimentos técnicos Métodos de trabalho (15%)* Utilização da metodologia adequada à atividade proposta Organização e gestão dos trabalhos desenvolvidos Cumprimento de prazos Qualidade do trabalho desenvolvido (15%)* Qualidade e rigor técnico e científico Qualidade e rigor no produto comunicacional (texto escrito, produto multimédia, apresenta- ção oral) Comportamentos (20%)** Atenção / Participação / Intervenção Organização e realização dos trabalhos Desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade Assiduidade Pontualidade Cumprimento das normas e das boas práticas de convivência social Material necessário à disciplina Aprovado em Conselho Pedagógico em 42/150
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    * Dados paraavaliação recolhidos através dos trabalhos e fichas de avaliação realizados pelos alunos ou outros meios a definir. A observação direta da forma como os alunos realizam os trabalhos, como utilizam as técnicas e os procedi- mentos que adotam também constitui uma forma de recolha de dados para a avaliação. ** Dados para avaliação recolhidos através da observação direta. Aprovado em Conselho Pedagógico em 43/150
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    DEPARTAMENTO DAS EXPRESSÕES EDUCAÇÃO FÍSICA I - Ensino Básico O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta- belecidos pelo grupo de Educação Física. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: DOMÍNIOS PARÂMETROS E INSTRUMENTOS Domínio Motor Testes práticos –competências motoras e nível de aptidão (SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se ava- física (Condição Física e Habilidades Motoras, exercícios liar o “saber fazer” do aluno, a expressão motora e critério); o grau de sucesso e eficácia alcançado na execu- Autonomia e Coordenação no desempenho individual e ção das tarefas propostas coletivo das destrezas motoras (situação de jogo, sequên- cias gímnicas, circuitos, percursos, provas combinadas) Domínio Cognitivo Conhecimento das Matérias - capacidade de transmissão (SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar (expressão oral / escrita,); os “saberes”, os conhecimentos teóricos que fun- Fichas de observação - controlo da aprendizagem(auto e damentam a prática, a capacidade de compreen- hetero avaliação); são e de aplicação dos conhecimentos na prática Arbitragem , Ajudas e Aplicação dos conceitos na prática. realizada pelos alunos Sócio – Afetivo Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em fun- (SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste ção do código de valores da comunidade educativa, das domínio avalia-se a participação e empenhamento características da atividade de realizada e do respeito pelo nas atividades propostas, a cooperação e a res- grupo social. ponsabilidade na entre-ajuda e integração no Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas grupo, bem como o cumprimento das regras de atividades propostas participação/assiduidade dos alunos. Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação Prática na aula A avaliação da disciplina de EF é definida com base na seguinte ponderação: Domínio Motor - coeficiente 50% (ponderação 2,5) Domínio Cognitivo - coeficiente 20% (ponderação 1) Domínio Sócio-Afetivo - coeficiente 30% (ponderação 1,5) Aprovado em Conselho Pedagógico em 44/150
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    AVALIAÇÃO FINAL DEPERÍODO 2º Período = classificação do 1º período + classificação do 2º período 2 3º Período = 2 X classificação do 2º período + classificação do 3º período 3 II - Ensino Secundário O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta- belecidos pelo grupo de Educação Física. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: DOMÍNIOS PARÂMETROS E INSTRUMENTOS Domínio Motor Testes práticos – competências motoras e nível de apti- (SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se ava- dão física (Condição Física e Habilidades Motoras, exercí- liar o “saber fazer” do aluno, a expressão motora e cios critério); o grau de sucesso e eficácia alcançado na execu- Autonomia e Coordenação no desempenho individual e ção das tarefas propostas coletivo das destrezas motoras (situação de jogo, sequên- cias gímnicas, circuitos, percursos, provas combinadas) Domínio Cognitivo Conhecimento das Matérias - capacidade de transmissão (SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar (expressão oral / escrita,); os “saberes”, os conhecimentos teóricos que fun- Fichas de observação - controlo da aprendizagem (auto e damentam a prática, a capacidade de compreen- hetero avaliação); são e de aplicação dos conhecimentos na prática Arbitragem, Ajudas e Aplicação dos conceitos na prática. realizada pelos alunos Sócio – Afetivo Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em fun- (SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste ção do código de valores da comunidade educativa, das domínio avalia-se a participação e empenhamento características da atividade de realizada e do respeito pelo nas atividades propostas, a cooperação e a res- grupo social. ponsabilidade na entre-ajuda e integração no Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas grupo, bem como o cumprimento das regras de atividades propostas participação/assiduidade dos alunos. Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação Prática na aula. A avaliação da disciplina de EF é definida com base na seguinte ponderação: Domínio Motor - coeficiente 50% (ponderação 2,5) Domínio Cognitivo - coeficiente 20% (ponderação 1) Aprovado em Conselho Pedagógico em 45/150
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    Domínio Sócio-Afetivo -coeficiente 30% (ponderação 1,5) AVALIAÇÃO FINAL DE PERÍODO 2º Período = classificação do 1º período + classificação do 2º período 2 3º Período = 2 X classificação do 2º período + classificação do 3º período 3 ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO: Ensino Básico e Ensino Secundário A circular n.º 98 de 25/05/99, do Ministério da Educação e DL nº319/91 de 23 de agosto, prevê que os alunos que apresentem atestado médico na disciplina de Educação Física poderão beneficiar de condições especiais de frequência e condições especiais de avaliação. Assim, a apresentação, pelos alunos, de Atestados Médicos relativos à disciplina de Educação de Educação Física deverá ser objeto do seguinte tratamento: 1. O Atestado médico deve ser entregue à Diretora; 2. Não sendo o atestado médico explícito sobre as incapacidades, ou deficiências físicas ou mentais, que determinam a impossibilidade, permanente ou temporária, de o aluno participar normalmente nas atividades de ensino-aprendizagem da disciplina de Educação Física, deverá ser solicitado – para além de outra documentação que se considere necessária – um relatório médico em que se especifique muito claramente: As atividades físicas que estão interditas ao aluno; As atividades físicas que são permitidas de um modo condicionado; As atividades que, por serem benéficas para o aluno, podem ser praticadas sem contra indicação. Na posse destes dados a Diretora deverá promover a aplicação das medidas previstas na legislação em vigor. PERANTE O EXPOSTO O GRUPO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DECIDIU O SEGUINTE: - O atestado médico deverá ser apresentado anualmente nos prazos previstos na lei; - Os alunos nas condições anteriormente descritas deverão permanecer no espaço da aula e realizar as tarefas ou atividades físicas adaptadas à sua situação específica; - Sempre que haja impossibilidade total ou parcial de participação na aula, os alunos serão sujeitos a ta- refas cognitivas (testes, trabalhos escritos, relatórios, observação de aulas, etc), que serão objeto de avaliação; - Os alunos com atestado médico terão que possuir o livro de EF e utilizá-lo na aula sempre que seja so- licitado pelo professor. Aprovado em Conselho Pedagógico em 46/150
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    OS ALUNOS COMDISPENSA PARCIAL OU TOTAL DAS AULAS PRÁTICAS DEVERÃO REALIZAR AS SEGUINTES TAREFAS OU TRABALHOS: - Realização de pelo menos duas avaliações sumativas (testes escritos) por período. No caso de um pe- ríodo ter menos de 8 semanas completas de aulas, poderá ser realizada apenas uma avaliação sumati- va (de acordo com as normas e critérios gerais de avaliação da escola); - Realização de relatórios escritos das aulas. Os relatórios deverão ser entregues até 15 dias antes do final do período escolar a que se referem; - Estes alunos poderão ainda realizar as seguintes tarefas: - chamadas orais, sempre que o professor o entender; - participar na organização das atividades, nas ajudas, na instrução das atividades, na arbitra- gem e na observação técnica ou tática; - realizar trabalhos escritos, de acordo com os temas acordados entre o professor e o aluno no âmbito do programa da disciplina. Estes trabalhos deverão ser entregues até 15 dias antes do final do período escolar a que se refere. APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS ESCRITOS - Os Relatórios Escritos deverão ser elaborados de acordo com as seguintes orientações: identificação do aluno, data, local, tema e estrutura da aula, descrição dos exercícios realizados durante as diferen- tes partes da aula. Poderão ser utilizados esquemas e simbologia específica. - Os trabalhos escritos deverão obedecer à seguinte estrutura: Capa, identificação do aluno, data, tema do trabalho, índice, introdução, desenvolvimento do tema, conclusão e bibliografia. - Todos os trabalhos e relatórios deverão ser apresentados em formato A4, com ortografia cuidada, boa apresentação gráfica, linguagem clara e sucinta. Sempre que seja consultada bibliografia de apoio, esta deverá ser especificada. - O aluno deverá possuir um dossier da disciplina de Educação Física atualizado e completo, e apresen- tá-lo sempre que o professor o solicite. Aprovado em Conselho Pedagógico em 47/150
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    DOMÍNIOS E PARÂMETROSDE AVALIAÇÃO O grau de sucesso e desenvolvimento do aluno na disciplina de Educação Física decorre da aquisição de competências nos diferentes domínios e matérias, tendo por referência os critérios de avaliação esta- belecidos pelo grupo de Educação Física. DOMÍNIOS PARÂMETROS E INSTRUMENTOS Domínio Motor Testes práticos – competências motoras e nível de (SABER FAZER - CAPACIDADES): pretende-se avaliar o aptidão física (Condição Física e Habilidades Motoras, “saber fazer” do aluno, a expressão motora e o grau exercícios critério); de sucesso e eficácia alcançado na execução das tare- Autonomia e Coordenação no desempenho individual fas propostas e coletivo das destrezas motoras (situação de jogo, sequências gímnicas, circuitos, percursos, provas com- binadas) Domínio Cognitivo Conhecimento das Matérias - capacidade de transmis- (SABER - CONHECIMENTOS): pretende-se avaliar os são (expressão oral / escrita,); “saberes”, os conhecimentos teóricos que fundamen- Fichas de observação - controlo da aprendizagem(auto tam a prática, a capacidade de compreensão e de e hetero avaliação); aplicação dos conhecimentos na prática realizada Arbitragem , Ajudas e Aplicação dos conceitos na prá- pelos alunos tica. Domínio Sócio – Afetivo Atitudes, Comportamentos e Espírito Desportivo em (SABER ESTAR – ATITUDES E HÁBITOS): neste domínio função do código de valores da comunidade educativa, avalia-se a participação e empenhamento nas ativida- das características da atividade de realizada e do res- des propostas, a cooperação e a responsabilidade na peito pelo grupo social. entre-ajuda e integração no grupo, bem como o cum- Participação, Interesse e Cooperação no respeito pelas primento das regras de participação/assiduidade dos atividades propostas alunos. Registo Faltas de Material, Atrasos e não Participação Prática na aula Aprovado em Conselho Pedagógico em 48/150
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    AVALIAÇÃO DOS ALUNOSCOM ATESTADO MÉDICO A avaliação dos alunos que apresentem Atestado Médico na disciplina de Educação Física é definida com base na seguinte ponderação: ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO COM PARTICIPA- ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO QUE DETERMINE ÇÃO CONDICIONADA NAS AULAS PRÁTICAS TOTAL IMPOSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO NAS (DISPENSA PARCIAL) AULAS PRÁTICAS (DISPENSA TOTAL) coeficiente 20% coeficiente 0% Domínio Motor (ponderação 1) (ponderação 0) coeficiente 50% coeficiente 70% Domínio Cognitivo (ponderação 2,5) (ponderação 3,5) coeficiente 30% coeficiente 30% Domínio Sócio-Afetivo (ponderação 1,5) (ponderação 1,5) Aprovado em Conselho Pedagógico em 49/150
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    EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA: 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO “A Educação Tecnológica deverá concretizar-se através do desenvolvimento e aquisição de competências, numa sequência progressiva de aprendizagens ao longo da escolaridade básica, tendo como referência o pensamento e a ação perspetivando o acesso à cultura tecnológica. Estas aprendizagens deverão integrar saberes comuns a outras áreas curriculares e desencadear novas situações para as quais os alunos mobilizam, transferem e apli- 1 cam os conhecimentos adquiridos gradualmente”. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO No final do 7º ano de escolaridade, o aluno deverá ser capaz de atingir as seguintes competências: 1 – Compreender que a natureza e evolução da tecnologia é resultante do processo histórico. 2 – Identificar fontes e formas de energia. 3 – Identificar e compreender situações problema. 4– Recolher e organizar informação adequada. 5 – Ler e interpretar alguns documentos técnicos. 6 – Usar sistemas de representação. 7– Avaliar grandezas, utilizando instrumentos de medição e verificação. 8 – Conhecer e aplicar sistemas de comunicação. 9– Analisar um objeto técnico. 10 – Elaborar e executar um projeto simples. 11 – Cumprir normas de higiene e segurança. No final do 8º ano de escolaridade, o aluno deverá ser capaz de atingir as seguintes competências: 1 – Compreender que a natureza e evolução da tecnologia é resultante do processo histórico. 2 – Identificar e compreender situações problema, procurando a solução dos mesmos. 3 – Ler e interpretar documentos técnicos, utilizando terminologia adequada. 4 – Conhecer fontes e formas de energia, nomeadamente a elétrica. 5 – Usar sistemas de representação com algum rigor. 6 – Conhecer propriedades de alguns materiais. 7 – Entender a forma como elemento de resistência de uma estrutura. 8 – Analisar um objeto técnico e compreender o seu ciclo de vida. 9 – Elaborar e executar um projeto utilizando ferramentas adequadas. 10 – Conhecer e aplicar sistemas de comunicação, nomeadamente no âmbito das TIC 11 – Interiorizar e cumprir normas de higiene e segurança. 1 Currículo Nacional do Ensino Básico, Competências Essenciais. Aprovado em Conselho Pedagógico em 50/150
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    Avaliação A avaliação écontínua e decorre do cumprimento das competências estabelecidas cada ano de escolaridade. A mesma tem uma componente teórica e uma essencialmente prática que adquire maior peso na avaliação final do aluno. As atitudes e o comportamento na sala de aula - relacionamento com os colegas, trabalho de grupo, cumpri- mento de normas específicas que decorrem da organização do espaço/ aula, normas de higiene e segurança, participação - constituem elementos a avaliar, com um peso de alguma relevância, dado que a disciplina de Educação Tecnológica também está orientada para a promoção da cidadania. No que respeita ao material, a comparência nas aulas com o necessário à concretização das tarefas tem uma valorização de 10% no cômputo da avaliação final. Assim, os pesos a considerar na avaliação da disciplina, nas suas vertentes, são: Avaliação sumativa – 35% Avaliação dos trabalhos práticos – 45% Comparência nas aulas com o material necessário – 10% Comportamentos e Atitudes – 10% Instrumentos de verificação/avaliação das competências ao longo do semestre: - 1 Teste de diagnóstico - 1 Teste sumativo - Fichas de registo de aprendizagens - Fichas de registo de observação de atitudes - Ficha de registo da comparência nas aulas com o material necessário - Ficha de avaliação do projeto final Momentos de avaliação: De acordo com a legislação em vigor, e dado o caráter semestral da disciplina, os alunos, no final do 1º período, apenas têm uma avaliação qualitativa que adquire caráter descritivo. No final do semestre serão avaliados quantitativamente, de 1 a 5, sendo que essa avaliação é divulgada no final do ano, aquando da avaliação do 3º período. O nível 1 (um) será atribuído ao aluno que não evidencie qualquer competência ou tenha um grau de assidui- dade reduzido que inviabilize o cumprimento das tarefas propostas. O nível 2 (dois) será atribuído ao aluno que compareça nas aulas sem o material necessário e embora não atinja as competências mínimas, participe positivamente no trabalho. O nível 3 (três) será atribuído ao aluno que atinja as competências para o 7º ano com uma qualificação satisfa- tória, que tenha evidenciado empenho na elaboração do projeto e que se apresente na maioria das aulas com o material necessário à atividade prática. Aprovado em Conselho Pedagógico em 51/150
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    Os níveis 4(quatro) e 5 (cinco) serão atribuídos aos alunos que atinjam todas as competências, de acordo com a qualificação elevada ou excelente do trabalho, boa ou muito boa participação ao longo do semestre e que não tenham “faltas de material”. Material 7º ano - uma cartolina A2, lápis, borracha, esquadro, régua de 50 cm, tesoura, X-ato, cola branca, cola UHU, materiais de cor, uma placa de K-line de 5cm de espessura. 8º ano - uma cartolina A2, lápis, borracha, esquadro, régua de 50 cm, tesoura, cola branca, materiais de cor. Aprovado em Conselho Pedagógico em 52/150
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    EDUCAÇÃO VISUAL –3º CICLO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Competências Específicas Em cada domínio, os alunos serão sujeitos a uma avaliação de diferentes competências específicas que devem adquirir de acordo com os objetivos da disciplina e os projetos curriculares. Domínio dos “Saberes” Domínio do “Saber Fazer” Domínio dos “Princípios e Valores” 20% 50% 30%  Capacidade de ver-  Capacidade de observação, de  Ser assíduo e pontual observar, compreender e análise e de síntese  Ser responsável e autónomo utilizar linguagens especí-  Organização e criação  Assumir o comportamento adequado ficas  Interpretação e representação às diferentes situações criadas na sa-  Conhecimento e utiliza-  Criatividade e imaginação la de aula ção das técnicas expressi-  Domínio dos materiais e das téc-  Ter o material necessário à aula vas nicas  Utilizar corretamente os materiais e  Interpretação, compreen-  Responsabilização e envolvimen- equipamentos, mantendo-os limpos são e domínio dos concei- to na realização e produção dos e arrumados tos projetos  Participar regularmente nas ativida-  Aplicação (investigação,  Cumprimento com as tarefas dis- des da aula recolha e tratamento de tribuídas e aceites, cumprindo os  Revelar empenhamento no trabalho dados) prazos previstos  Manifestar respeito, abertura e ca-  Leitura de documentos  Envolvimento nas pesquisas ne- pacidade de diálogo face a perspeti- do património artístico e cessárias para o desenvolvimento vas/valores diferentes dos seus cultural do trabalho  Respeitar diferentes culturas  Reconhecer a importância de princí- pios e valores universalizantes, na convivência social e politica Material – Bloco de desenho, lápis, borracha, afia. Esquadro, régua, compasso. Lápis de cor, lápis de aguarela, marcadores, tinta da china, pincéis. natura(s): Critérios de Avaliação de Educação Visual – 2011/2012 Aprovado em Conselho Pedagógico em 53/150
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    ARTE DIGITAL: 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO Disciplina da Área Artística de acordo com a organização curricular para o 3º Ciclo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação da disciplina de Arte Digital destinam-se ao 7º, 8º e 9º anos do Ensino Básico. Tendo em conta as Competências Gerais e as Competências Específicas de Ciclo estipuladas no Programa da Disciplina de Arte Digital - e que no desenvolvimento curricular a avaliação é contínua e formativa – os traba- lhos propostos são avaliados atendendo aos seguintes objetivos específicos: COMPETÊNCIAS – 30% CAPACIDADES – 50% VALORES E ATITUDES – 20% . Domínio Técnico. . Compreensão dos objetivos pro- . Ser pontual. . Expressão. postos. . Ser responsável e autónomo. . Experimentação. . Utilização de ferramentas e mate- . Ter respeito pelo trabalho do . Inovação. riais inerentes ao software escolhi- outro e pelo seu próprio trabalho. do. . Revelar capacidades de diálogo . Aplicação de conhecimentos face a perspetivas e a valores dife- (em situação de rotina e de novas rentes dos seus. situações). . Participar empenhadamente nas . Envolvimento em pesquisas atividades propostas. quando necessárias à prossecução . Utilizar corretamente e manter do trabalho. em bom estado de conservação . Cumprimento das tarefas propos- materiais e equipamentos. tas. . Revelar atitudes e comportamen- . Interpretação e representação. tos ecológicos. . Criatividade e imaginação. . Organização. Material para a disciplina – uma pen-drive Aprovado em Conselho Pedagógico em 54/150
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    DESENHO A: ENSINOSECUNDÁRIO Competências a desenvolver e Critérios de Avaliação Todos os elementos aqui focados têm por base o programa da disciplina de desenho, que tem como finalida- des: Dominar, perceber e comunicar utilizando de modo eficiente os meios operacionais do desenho nas suas três variantes principais: analítica; expressiva e sintética que por sua vez alicerçam as três competências gerais da disciplina:  Ver  Criar  Comunicar Observar e analisar (ver) Observa e regista com um poder de análise crescente, as formas num todo, as várias partes e sua inter-relação e a relação das partes com o todo. Em consequência dos exercícios de observação analítica, deverá observar e registar com crescente aptidão, formas do mundo natural ou artificial, por meios manuais – riscadores e/ou de mancha e ainda por meios in- formáticos (sempre que seja pertinente e possível). Manipular e sintetizar (criar) Aplica procedimentos e técnicas com o nível de adequação e de correção e cria imagens novas. Evidencia ca- pacidade de síntese quer por acumulação de experiência e de esboços analíticos prévios, quer por aplicação de princípios, ideias, métodos ou conceitos no domínio das operações abstratas. Interpretar e comunicar Lê criticamente mensagens visuais de origens diversificadas e cria novas mensagens, utilizando a criatividade e a invenção CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação é contínua e integra as modalidades, formativa e sumativa. A avaliação formativa advém da constante interação professor/aluno e deve potenciar novas aprendizagens. A avaliação sumativa traduz a evolução do aluno na aquisição de saberes resultante da realização dos diversos exercícios propostos. Aprovado em Conselho Pedagógico em 55/150
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    São parâmetros daavaliação: 1. Aquisição de CONCEITOS 20% 2. Concretização de PRÁTICAS 60% 3. Desenvolvimento de VALORES e ATITUDES 20% Nota: Os 20% do peso atribuído aos conceitos na avaliação, é em boa parte observável no nível de concretiza- ção das práticas. 1. Relativamente aos CONCEITOS:  Elementos estruturais da sintaxe do desenho e sua correta aplicação. Conceitos estruturais da linguagem plástica, seus elementos e domínios Elementos: ponto; linha; textura; mancha Domínios: forma (figura positiva e negativa; plano e superfície; elementos ordenadores) Luz sombra (valores de claro/escuro) Cor (cor/luz; cor/pigmento; misturas de cor; efeitos de cor) Espaço e volume (profundidade; tridimensionalidade) Movimento e tempo (organização dinâmica  Domínio dos vocábulos específicos da área do desenho  Conhecimento das condicionantes psicofisiológicas da perceção e da representação gráfica  Conhecimento e valorização do papel desempenhado pelo observador perante imagens e objetos visuais, assente numa consciência dos fatores que o estruturam e condicionam. 2. Relativamente às PRÁTICAS:  Domínio de uma grande diversidade de suportes e materiais diferenciados e suas potencialidades  Domínio os diferentes meios atuantes integrado o conhecimento da sua natureza específica com a compreensão das suas utilidades e adequações  Domínio de fatores, processos e sistemas de estruturação e organização formal, cromática, espacial e dinâmica e sua articulação operativa na representação e expressão gráfica  Domínio e aplicação de princípios e estratégias de estruturação e composição de uma página  Capacidade de análise e representação de objetos do mundo visível e o domínio, no campo dos estu- dos analíticos de desenho à vista, de proporção, escalas e distâncias, eixos e ângulos relativos, volu- metria, configuração e pontos de inflexão de contorno, acompanhada do desenvolvimento de uma capacidade de síntese gráfica  Eficácia técnica no uso dos recursos gráficos e construtivos Aprovado em Conselho Pedagógico em 56/150
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    Invenção criativa aplicada a imagens, formas, objetos e espaços, associada ao domínio de diferentes processos transformativos  Utilização das novas tecnologias e sua aplicação às tarefas e processos do desenho 3. Relativamente ao desenvolvimento de VALORES e ATITUDES:  Desenvolvimento do espírito de observação e atenção visual e a aquisição de hábitos de registo metó- dico  Capacidade de definir, conduzir e avaliar o trabalho em termos de objetivos, meios, processos e resul- tados  Capacidade de iniciativa, participação e envolvimento no trabalho proposto respeitando os prazos de entrega de trabalhos e integração interpessoal  Capacidade de leitura e interpretação crítica e autónoma de desenhos e imagens, acompanhada de uma consciência dos principais aspetos de ordem simbólica e convenções que estruturam a sua infor- mação e significado  Valorização estética e a consciência diacrónica do desenho (o desenho ao longo do tempo), assente no conhecimento de obras relevantes  Conhecimento e observância dos cuidados de segurança e de responsabilidade ecológica São instrumentos de avaliação:  Os desenhos e concretizações gráficas produzidos no âmbito da disciplina (no espaço da aula e fora dela)  Provas com caráter prático  Textos eventualmente produzidos (relatórios, recensões, trabalhos, textos de reflexão, entrevistas)  Valores e atitudes observáveis Cálculo das classificações de cada período e classificação final 1º Período - C1 = classificação (Cp1) 2º Período - (Cp1 + 2x C2) : 3 = classificação (Cp2) 3º Período - (Cp2 + 2x C3) : 3 = classificação final (Cp3) Material para a disciplina – Grafites de espessura variada, lápis de cor, pastéis de óleo, pastéis de cera, marca- dores, sanguínea, carvão vegetal e prensado, aguarelas, tinta da china, pincéis. Esquadro geométrico, folhas A3, capa A3, Bloco de desenho A5. Aprovado em Conselho Pedagógico em 57/150
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    HISTÓRIA DA CULTURAE DAS ARTES: ENSINO SECUNDÁRIO Curso Geral de Artes Visuais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios abaixo referidos respeitam os indicados no programa desta disciplina bienal e sujeita a exame naci- onal. Em qualquer levantamento de dados para a avaliação é de ter em conta as seguintes competências: Rigor científico ao nível dos conteúdos Valorização dos temas científicos globais em detrimento das referências episódicas. Objetividade, rigor e clareza nas respostas. Capacidade de leitura da obra de arte e de compreensão dos textos. Domínio da terminologia específica. Enquadramento histórico/artístico. O LEVANTAMENTO DE DADOS PARA A AVALIAÇÃO FAR-SE-Á ATRAVÉS DE: -Provas de avaliação sumativa expressamente propostas. TOTAL: (75%) -Resolução de fichas de consolidação de aprendizagem, com recurso a consulta. -Trabalhos realizados nas atividades desenvolvidas nas aulas ou delas decorrentes. TOTAL: (10%) - Intervenções orais. - Atitudes reveladas durante as atividades. - Pontualidade. TOTAL: (15%) Material– caderno diário e manual da disciplina. Aprovado em Conselho Pedagógico em 58/150
  • 59.
    OFICINA MULTIMÉDIA: ENSINOSECUNDÁRIO (12ºAno - disciplina de opção) A avaliação ao longo do período letivo, deve desenrolar-se em duas vertentes fundamentais: AVALIAÇÃO CONTÍNUA Avaliação dos projetos desenvolvidos durante as aulas - 70% Pode determinar-se que nem todos os projetos serão para avaliação, sendo selecionados os projetos que, pela sua dimensão e importância, se considerem os mais adequados para serem avaliados; AVALIAÇÃO ESCRITA Em dois momentos ao longo do período letivo, ocorre uma forma de avaliação escrita que incide sobre as bases dos temas técnicos explanados e que os alunos são supostos dominar - 30%: Pela sua natureza , os elementos avaliados são de caráter concreto e, mais orientados para conhecimentos concretos e não subjetivos , não sujeitos a interpretações dúbias os subjetivas; esta abordagem é essencial para estabelecer as bases de um conhecimento dos fundamentos técnicos seguro e estável, condição essencial para o restante conteúdo do programa da disciplina possa ser desenvolvido de forma harmoniosa e completa. Material - uma pen-drive com 8Gb de memória. OFICINA DE ARTES: ENSINO SECUNDÁRIO (12ºAno - disciplina de opção) A avaliação da Disciplina de Oficina de Artes assenta na observação de dois domínios – Competências e Atitu- des/Interesses. Competências –80% Domínio gráfico-formal na representação de formas Conhecimento dos materiais e domínio dos processos operativos Compreensão das formas, cores e técn9icas Apropriação/aplicação dos conceitos Experimentação e descoberta Capacidade transformadora de formas, processos e materiais Organização espacial e formal Valores plásticos expressivos Valores plásticos conceptuais Aprovado em Conselho Pedagógico em 59/150
  • 60.
    Desenvolvimento do trabalho Representação objetiva Intervenção critica e autoavaliaçãp Autonomia Criatividade Atitudes e interesses – 20% Assiduidade/pontualidade Relacionamento interpessoal Interesse pelos fenómenos artísticos Motivação/participação Cálculo das classificaçãos de cada período e classificação final: 1º Período – C1= classificação (Cp1) 2º Período - (Cp1+2xC2) : 3 = classificação (Cp2) 3º Período - (Cp2+2xC3) : 3 = classificação (Cp3) Material para a disciplina – Régua de 50 cm, esquadro, compasso, X-ato, cola. Lápis de Aguarela, Grafites, tinta da china, canetas de aparo, Cartolina A2, Bloco de desenho A3, bloco de esquiço A3 Cada projeto implica a utilização de materiais específicos. GEOMETRIA DESCRITIVA A: ENSINO SECUNDÁRIO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O aluno será avaliado quanto aos conhecimentos adquiridos e a sua aplicação na resolução de problemas que se traduzirá por:  Interpretação de dados e descrições verbais específicas da Geometria Descritiva;  Aplicação de processos construtivos na representação das formas;  Rigor gráfico;  Aplicação das convenções de traçado e notações;  Domínio da metodologia para a resolução de problemas previligiando-se as soluções que revelem economia de meios;  Clareza e expressão grafica nos traçados. A classificação final de cada período resulta de informação relativa ao desempenho do aluno: Aprovado em Conselho Pedagógico em 60/150
  • 61.
    Resposta aos testes sumativos, em número nunca inferior a dois por periodo;  Resposta às fichas de trabalho tanto realizadas na aula como em casa;  Colaboração no desenvolvimento dos trabalhos da aula, não só pela participação ativa com adequadas intervenções orais, como também através da permanente presença do material necessário;  Respeito pelas normas de conduta dentro da sala de aula;  Atenção e concentração do aluno na aula. Testes sumativos - 80% Trabalho na aula Caderno organizado Fichas de trabalho Material necessário Trabalhos de casa Valores e atitudes - 20% Realizar-se-ão sempre na sala de aula a autoavaliação e consequentemente heteroavaliação de forma a fomen- tar nos alunos a autoestima e a responsabilidade. As classificações da disciplina obtém-se do seguinte modo: 1º Período – C1 = CF1 2º Período – (C1 + 2 x C2) : 3 = CF2 3º Período – (C1 + C2 + 2x C3) : 4 = CF3 (classificação final de frequência) Material - Livro de Exercícios, caderno diário, Bloco de desenho A4. Esquadro, compasso, lápis, borracha. Aprovado em Conselho Pedagógico em 61/150
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    DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIASSOCIAIS E HUMANAS GEOGRAFIA I – ENSINO BÁSICO 1. Elementos de Avaliação  Testes Sumativos;  Fichas de trabalho, trabalhos de casa, fichas formativas, trabalhos individuais e/ou em gru- po e participação em atividades extracurriculares;  Indicadores atitudinais e comportamentais: - saber comportar-se nas aulas (respeita professores, colegas e equipamento); - comparecer com o material necessário à disciplina; - ser pontual; - apresentar o material organizado; - intervir oportunamente na aula; - elaborar trabalhos na aula/ trabalhos de casa. 2. Peso na Avaliação  Testes Sumativos – 60%  Atividades/Trabalhos – 20%  Atitudes/Comportamentos – 20% 3. Expressão da CLASSIFICAÇÃO:  Dos Testes Sumativos De 0 a 100% e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais de avaliação da esco- la.  Todos os outros elementos da avaliação são avaliados qualitativamente e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais da avaliação da escola. 4. Peso de cada período na Avaliação  Não é atribuído peso a cada período, uma vez que a avaliação é contínua.  Na avaliação final do ano (3ºP), deve ser considerada a progressão na aprendizagem podendo a classificação final ser arredondada por defeito ou por excesso. Aprovado em Conselho Pedagógico em 62/150
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    GEOGRAFIA II - ENSINOSECUNDÁRIO (10º/11º - Geografia A; 12º - Geografia C) 5. Elementos de Avaliação  Testes Sumativos ( apresentação, fundamentação teórica e rigor científico, rigor e clareza de expressão escrita);  Fichas de trabalho, trabalhos de casa, fichas formativas, trabalhos individuais e/ou em gru- po e participação em atividades extracurriculares (Execução com rigor as tarefas propostas );  Indicadores atitudinais e comportamentais: - respeitar professores, colegas e equipamentos; - comparecer com o material necessário à disciplina; - ser pontual; - apresentar o material organizado; - intervir oportunamente na aula; - elaborar trabalhos na aula/ trabalhos de casa. 6. Peso na Avaliação  Testes Sumativos – 70%  Atividades/Trabalhos – 20%  Atitudes/Comportamentos – 10% 7. Expressão da CLASSIFICAÇÃO:  Dos Testes Sumativos De 0 a 20 valores e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais de avaliação da escola.  Todos os outros elementos da avaliação são avaliados qualitativamente e de acordo com as menções definidas nos critérios gerais da avaliação da escola. 8. Peso de cada período na Avaliação  Não é atribuído peso a cada período, uma vez que a avaliação é contínua.  Na avaliação final do ano (3ºP), deve ser considerada a progressão na aprendizagem podendo a classificação final ser arredondada por defeito ou por excesso. Aprovado em Conselho Pedagógico em 63/150
  • 64.
    HISTÓRIA I - Ensino Básico Os elementos que o professor deverá ter em consideração na avaliação dos alunos são:  Testes sumativos;  Fichas formativas;  Participação oral;  Trabalhos de casa;  Trabalhos individuais ou em grupo, realizados na aula ou não;  Sínteses das aulas;  Pontualidade;  Comparência nas aulas com o material necessário. Os testes sumativos terão um peso de 70%, os outros elementos de avaliação um peso de 30%. No 3º Ciclo do Ensino Básico, privilegiar-se-ão ainda os aspetos formativos e comportamentais. HISTÓRIA II - Ensino Secundário Os elementos que o professor deverá ter em consideração na avaliação dos alunos são:  Testes sumativos;  Fichas formativas;  Participação oral;  Trabalhos de casa;  Trabalhos individuais ou em grupo, realizados na aula ou não;  Sínteses das aulas;  Pontualidade;  Comparência nas aulas com o material necessário. No Ensino Secundário, os testes sumativos terão uma maior importância, tendo um peso de 75% na avaliação. Os outros elementos de avaliação terão um peso de 25% e serão classificados qualitativamente; os trabalhos não realizados terão a classificação de zero. Tendo em conta o caráter contínuo da avaliação, a classificação do 2º período calcular-se-á dando peso 1 à classificação do 1º período e peso 2 à do 2º; para calcular a classificação final (classificação interna) dar-se-á igual peso às classificações do 2º e 3º períodos. Aprovado em Conselho Pedagógico em 64/150
  • 65.
    FILOSOFIA: ENSINO SECUNDÁRIO PRINCÍCIOSGERAIS A avaliação: 1. Traduz a aquisição de competências, exercidas sobre os conteúdos programáticos, que visam o cumprimento dos objetivos da disciplina; 2. Tem um caráter contínuo, tendo em conta a evolução do aluno na aprendizagem ao longo do ano; 3. Tem uma vertente formativa e uma vertente sumativa; 4. Incide sobre a aquisição, aplicação e integração dos conhecimentos, privilegiando as competências de análi- se, síntese e reflexão crítica; 5. Contempla o domínio das atitudes/comportamentos; 6. É participada, fazendo o aluno a sua autoavaliação no final de cada período letivo. ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO 1. Testes sumativos. 2. Participação no trabalho da aula, o que inclui fazer-se acompanhar do material necessário. 3. Trabalhos de investigação expostos oralmente e apresentados por escrito. 4. Trabalhos de casa. 5. Responsabilidade no bom ambiente de trabalho. 6. Cooperação com os colegas de turma. 7. Pontualidade e assiduidade. CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO 70% - Testes sumativos e trabalhos de pesquisa apresentados por escrito e discutidos na aula; 20% - Trabalhos individuais em situação de aula e em casa, trabalhos de grupo, participação critica e reflexiva nas aulas e relatórios. 10% - Responsabilidade, cooperação, pontualidade e assiduidade. Para contemplar a progressão na aprendizagem a classificação do 1º período terá peso 1 e as dos 2º e 3º perí- odos peso 2. Aprovado em Conselho Pedagógico em 65/150
  • 66.
    PSICOLOGIA: ENSINO SECUNDÁRIO PRINCÍCIOSGERAIS A avaliação: 1. Traduz a aquisição de competências, exercidas sobre os conteúdos programáticos, que visam o cumpri- mento dos objetivos da disciplina; 2. Tem um caráter contínuo, tendo em conta a evolução do aluno na aprendizagem ao longo do ano; 3. Tem uma vertente formativa e uma vertente sumativa; 4. Incide sobre a aquisição, aplicação e integração dos conhecimentos, privilegiando as competências de análise, síntese e reflexão crítica; 5. Contempla o domínio das atitudes/comportamentos; 6. É participada, fazendo o aluno a sua autoavaliação no final de cada período letivo. ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO 1. Testes sumativos. 2. Participação no trabalho da aula, o que inclui fazer-se acompanhar do material necessário. 3. Trabalhos de investigação expostos oralmente oe apresentados por escrito. 4. Trabalhos de casa. 5. Responsabilidade no bom ambiente de trabalho. 6. Cooperação com os colegas da turma. 7. Pontualidade e assiduidade. CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO 70% - Testes sumativos e trabalhos de pesquisa apresentados por escrito e discutidos na aula; 20% - Trabalhos individuais em situação de aula e em casa, trabalhos de grupo, participação critica e reflexiva nas aulas e relatórios. 10% - Responsabilidade, cooperação, pontualidade e assiduidade. Para contemplar a progressão na aprendizagem a classificação do 1º período terá peso 1 e as dos 2º e 3º perí- odos, peso 2. Aprovado em Conselho Pedagógico em 66/150
  • 67.
    ECONOMIA: ENSINO SECUNDÁRIO INTRODUÇÃO Oscritérios específicos de avaliação deverão ter em consideração as finalidades e os objetivos gerais do programa da disciplina. Serão objeto de avaliação todas as atividades realizadas pelo aluno, individualmente ou em grupo. Não se consideram limites mínimos e/ou máximos para os níveis de classificação a propor em nenhum dos períodos. À classificação do 1.º período será dado peso 1 e à classificação do 2.º e do 3.º período será dado peso de 1,5. As normas e critérios específicos de avaliação deverão ser dados a conhecer a todos os alunos no início de cada ano letivo. Os critérios específicos de avaliação da disciplina de Economia, , são os que a seguir se descrevem. ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO E PESO RELATIVO Os elementos de avaliação são os seguintes.  Testes sumativos  Trabalhos individuais e de grupo  Participação na aula  Progressão na aprendizagem  Comparência nas aulas com o material necessário, pontualidade e relações interpessoais O peso relativo destes elementos é o seguinte: a. Testes sumativos têm um peso na classificação final de 70 %; b. Os restantes itens dos elementos de avaliação têm um peso na classificação final de 30 %; CLASSIFICAÇÃO Conforme critérios gerais. Aprovado em Conselho Pedagógico em 67/150
  • 68.
    E.M.R.C. I – ENSINOBÁSICO Os critérios de avaliação destes alunos são: A participação na aula(15%), o comportamento(15%), o resultado no exercício escrito(30%), a relação com os colegas e o empenho nas atividades propostas(15%). II – ENSINO SECUNDÁRIO Os critérios de avaliação destes alunos são: A participação na aula(15%), o comportamento(15%), o resultado no exercício escrito(30%), a relação com os colegas e o empenho nas atividades propostas(15%). Os critérios específicos explicitados foram ratificados em Conselho Pedagógico em 12/10/2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 68/150
  • 69.
    Análise de resultados Prosseguindoobjetivos de melhoria da qualidade do ensino através de um conhecimento objetivo da realidade escolar, a Escola faz tratamento periódico dos dados de avaliação por turma/disciplina/ano, de forma a circuns- tanciar a reflexão e a orientar as tomadas de decisão. Pretende-se que este esforço de avaliação, implementado no âmbito das estruturas de coordenação do ensino básico e do ensino secundário, contribua para a criação de um quadro de referência indispensável. O tratamen- to objetivo de questões fundamentais no processo de ensino-aprendizagem conduzirá, com a prudência que a complexidade do processo impõe, a uma atitude reflexiva que orientará a prática educativa. Aprovado em Conselho Pedagógico em 69/150
  • 70.
    Ensino Básico (veranexo 1) ANÁLISE DOS RESULTADOS DO ___º PERÍODO DO 3º CICLO - Ano Letivo 20__/20__ - INSUCESSO – Percentagens de níveis inferiores a três>= a 15% N.º de DISCIPLINAS ANALISADAS Planos de Alunos Tur- L.P. Ing. Fr. Hist. F.Q. Mat. C.N. Geo. E. V. E.F. E. Tec. Arte D. TIC AP Re- ma cup./acom p. 7º 1ª 7º 2ª 7º 3ª 7º 4ª 7º 5ª 8º 1ª 8º 2ª 8º 3ª 8º 4ª 8º 5ª 8º 6ª 9º 1ª 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª 9º 5ª 9º 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 70/150
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    CONCLUSÕES Ano Turma Turmas Disciplinas de maior insucesso Insucesso em Área de Projeto X 7º ano Y 7º Z 1ª 8º ano ano 2ª 9º ano 3ª 4ª 5ª Planos de Recuperação/Acompanhamento Anos N.º de Alunos N.º de Planos % 7º ano Turmas Disciplinas de maior insucesso 8º ano 8º 1ª 9º ano ano 2ª 3ª Perante os resultados, sugere-se: 4ª  … 5ª  … 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 71/150
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    Turmas Disciplinas de maior insucesso 9º 1ª ano 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 72/150
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    ANÁLISE DOS RESULTADOSDO 2º PERÍODO - 3º CICLO Ano Letivo 20__/20__ 9º ANO - O insucesso numa perspetiva de admissão a exames nacionais Nº de Níveis < 3 Com dois níveis < 3 e Com dois níveis < 3 Com três ou mais níveis Nº de Disciplinas sujeitas a exame e <3 Nº de alunos com Nº de alunos que se Alunos Turmas cumulativamente (Língua Portuguesa e planos de recupe- podem candidatar a L. P. Mat. Às duas L.P. Mat. L.P. e Mat. Matemática não consi- ração/ exames de equiva- derados) acompanhamen- lência (3º ciclo) to 9º 1ª no 3º período, não vão a Se a situação se mantiver 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª exame 9º 5ª 9º 6ª Os alunos nestas situações podem ir a exa- me, mas, no final, só podem ficar com dois níveis inferiores a três, não se incluindo nes- tes L.P. e Mat., cumulativamente. Aprovado em Conselho Pedagógico em 73/150
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    Estudo Comparativo 1º/2º Períodos – Ano Letivo 20__/20__ – Percentagens de níveis inferiores a três >= a 15% L.P. Ing. Fr. Hist. F.Q. Mat. C.N. Geo. E. V. E.F. E. Tec. Arte D. TIC AP Tur- 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º ma P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % 7º 1ª 7º 2ª 7º 3ª 7º 4ª 7º 5ª 8º 1ª 8º 2ª 8º 3ª 8º 4ª 8º 5ª 8º 6ª 9º 1ª 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª 9º 5ª 9º 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 74/150
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    Estudo Comparativo 1º/2º/3ºPeríodos – Ano Letivo ------------- – Percentagens de níveis inferiores a três >= a 15% L. Portuguesa Inglês Francês História F.Química Matemática C.Naturais Geografia Ed. Visual TURMA 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P P % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % 7º 1ª 7º 2ª 7º 3ª 7º 4ª 7º 5ª 8º 1ª 8º 2ª 8º 3ª 8º 4ª 8º 5ª 8º 6ª 9º 1ª 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª 9º 5ª 9º 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 75/150
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    ANÁLISE DOS RESULTADOSDO 3º PERÍODO - 3º CICLO 9º ANO Ano Letivo 2010/2011 Nº de alunos Não aprova- 9º ano Admitidos dos TOTAIS Situação dos alunos admitidos a exame com níveis inferiores a três às disciplinas… Só Língua L. Portugue- Língua Por- Língua Por- Matemática Matemáticas L. Portugue- L. Portugue- Duas disci- Turmas Portuguesa Só Matemá- sa e Mate- tuguesa + tuguesa + + uma disci- + duas disci- sa e Mate- sa e Mate- plinas tica mática uma discipli- duas disci- plina plinas mática mais mática mais Excluindo na plinas uma discipli- duas disci- L.P. e Mate- na plinas mática 9º 1ª 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª 9º 5ª 9º 6ª Aprovado em Conselho Pedagógico em 76/150
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    ANÁLISE DOS RESULTADOSFINAIS DO 9º ANO APÓS EXAMES NACIONAIS ANO LETIVO 200---/200--- 9º 1 9º 2ª 9º 3ª 9º 4ª 9º 5ª 9º 6 L. P. MAT. L. P. MAT. L. P. MAT. L. P. MAT. L. P. MAT. L. P. MAT. Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Aprovado em Conselho Pedagógico em 77/150
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    % de níveis % de níveis % de níveis infe- % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis % de níveis inferiores a três inferiores a três riores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três inferiores a três Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Cf CE CF Aprovado em Conselho Pedagógico em 78/150
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    ANÁLISE DE RESULTADOS1º, 2º e 3º PERÍODOS - 3º CICLO ANO LETIVO 200---/200--- Evolução global do insucesso em todos os anos de escolaridade (níveis negativos) Língua Portuguesa Matemática Inglês % Média das 6 turmas % Média das 6 turmas % Média das 6 turmas ANOS Nº de alunos 1º P 2º P 3º P 1º Período 2º Período 3º Período 1º Período 2º Período 3º Período 1º Período 2º Período 3º Período 7º 8º 9º Aprovado em Conselho Pedagógico em 79/150
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    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ PLANO DE RECUPERAÇÃO Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, o Conselho de Turma, reunido em ____/____/____, deliberou aplicar ao aluno _________________________________________, nascido em _____________, com o Processo n.º ______, do ___º ano, ___ª turma, nº ___, um Plano de Recuperação a implementar nos ter- mos da legislação em vigor. PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO 1º e 2º Ciclos 3º Ciclo 7º ano 8º ano 9º ano N.º de Retenções AVALIAÇÃO DO ALUNO EM CADA PERÍODO LETIVO L. P. Ing. Fr. Mat. Hist. Geo C.N. F.Q. E.V. E.F. E.T. TIC A.D. F.C. EMRC Aprov. 1º P. Comp. Aprov. 2º P. Comp. Aprov. 3º P. Comp. RESULTADO FINAL: OUTRAS PRINCIPAIS DIFICULDADES DI- AGNOSTICADAS L.P. ING. FR. HIST. GEO. MAT. F.Q. C.N. Expressão oral Expressão escrita Compreensão de enunciados escritos Ritmo de aprendizagem Aquisição/Compreensão de conhecimentos Aplicação de conhecimentos Concentração Motivação/Empenho Integração na Turma Relacionamento com os ou- tros Aprovado em Conselho Pedagógico em 80/150
  • 81.
    Indícios de dislexia Coordenação motora Se já foi atribuído ao aluno um plano de apoio, registar: 1 – Data em que teve início a sua aplicação: ____/____/____ 2 – Caracterização do plano: MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR 1 - Programa de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento 2 – Atividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros 3 – Aulas de apoio à/s disciplina/s de 4 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula 5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola 6 – Encaminhamento para a professora da Educação Especial 7 – Reforço dos trabalhos de casa nas disciplinas de 8 – Adaptações programáticas nas disciplinas de 9 – Outras: Ao aluno é exigido Ao Encarregado de Educação compete O cumprimento dos deveres de assiduidade e pontuali- Controlar a assiduidade do aluno e incutir-lhe o dever da dade em todas as aulas, incluindo as de apoio. pontualidade. Acompanhar e controlar, na medida do possível, os traba- A presença nas aulas com todo o material indispensável. lhos escolares do seu educando. Intervenções adequadas nas aulas e correção no trato Apreciar o sucesso do aluno, incentivando-o. com professores e colegas A realização de todos os trabalhos propostos pelo pro- Contactar regularmente o Diretor de Turma para um acom- fessor. panhamento mais efetivo do seu educando. Observações: Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ______/______/______ que aceita a sua implementação Assinatura do Encarregado de Educação: _______________________________________________________________ O Diretor de Turma: _______________________________________________________________________________ Doc. aprovado no Conselho Pedagógico de setembro de 2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 81/150
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    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ Reunião com Encarregado de Educação O Diretor de Turma: _______________________________________________________________ ALUNO: _________________________________________________________________________ Número: _______ Ano: ______ Turma: __________ Data: _____ /_____/ ________ Registo das Informações: O Encarregado de Educação: _________________________________________________________ O Diretor de Turma: _______________________________________________________________ Aprovado em Conselho Pedagógico em 82/150
  • 83.
    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ PLANO DE ACOMPANHAMENTO Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, o Conselho de Turma, reunido em ____/____/____, deliberou aplicar ao aluno _________________________________________, nascido em _____________, com o Processo n.º ______, do ___º ano, ___ª turma, nº ___, um Plano de Acompanhamento a implementar nos termos da legislação em vigor, no ano letivo ______/______. PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO 1º e 2º Ciclos 3º Ciclo 7º ano 8º ano 9º ano N.º de Retenções AVALIAÇÃO DO ALUNO NO FINAL DO 3º PERÍODO DE 20 _ /20___ L.P. Ing. Fr. Mat. Hist. Geo C.N. F.Q. E.V. E.F. E.T. TIC A.D. F.C. EMRC Aprov. Comp. 20__/20__ L. P. Ing. Fr. Mat. Hist. Geo C.N. F.Q. E.V. E.F. E.T. TIC A.D. F.C. EMRC Aprov. 1º P. Comp. Aprov. 2º P. Comp. Aprov. 3º P. Comp. RESULTADO FINAL: PRINCIPAIS DIFICULDADES DI- OUTRAS AGNOSTICADAS L.P. ING. FR. HIST. GEO. MAT. F.Q. C.N. Expressão oral Expressão escrita Compreensão de enunciados escritos Ritmo de aprendizagem Aquisição/Compreensão de conhecimentos Aplicação de conhecimentos Concentração Motivação/Empenho Integração na Turma Relacionamento com os outros Indícios de dislexia Coordenação motora Aprovado em Conselho Pedagógico em 83/150
  • 84.
    No ano letivode 20__/20__, foi aplicado ao aluno um Plano de Recuperação/Acompanhamento que constava de: ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR 1 - Programa de Tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento 2 – Atividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros 3 – Aulas de apoio à/s disciplina/s de 4 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula 5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola 6 – Encaminhamento para a professora da Educação Especial 7 – Reforço dos trabalhos de casa nas disciplinas de 8 – Adaptações programáticas nas disciplinas de 9 – Outras: Ao aluno é exigido Ao Encarregado de Educação compete O cumprimento dos deveres de assiduidade e pontuali- Controlar a assiduidade do aluno e incutir-lhe o dever da dade em todas as aulas, incluindo as de apoio. pontualidade. Acompanhar e controlar, na medida do possível, os traba- A presença nas aulas com todo o material indispensável. lhos escolares do seu educando. Intervenções adequadas nas aulas e correção no trato Apreciar o sucesso do aluno, incentivando-o. com professores e colegas A realização de todos os trabalhos propostos pelo pro- Contactar regularmente o Diretor de Turma para um acom- fessor. panhamento mais efetivo do seu educando. Observações: Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ______/_______/_______, que aceita a sua implementação. Assinatura do Encarregado de Educação: __________________________________________________________ O Diretor de Turma: __________________________________________________________________________ Doc. aprovado no Conselho Pedagógico de setembro de 2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 84/150
  • 85.
    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ Retenção Repetida – Relatório No decorrer da avaliação extraordinária a que foi submetido o aluno _______________________________________________________________, Processo nº _____________, do _____ ano, da _____ turma, nº ______, e por se ter concluído que não foram atingidas as competências mínimas exigidas, o Conselho de Turma deliberou propor a sua retenção. Do seu processo individual (cópia do registo biográfico em anexo), consta que o aluno: 1. Já ficou retido ______ vez/es no 3º Ciclo. 2. Foi/Nunca foi excluído por faltas. 3. Teve/Não teve repreensões registadas, suspensão da frequência das aulas por ________ ou ______________________________________________________________________________ 4. Obteve/Nunca obteve menções meritórias ou registos relevantes no que respeita ao compor- tamento e atitudes. 5. Frequentou /Não frequentou aulas de apoio educativo às disciplinas de ______________________________________________________, cujo relatório se anexa. 6. Foi/Não foi submetido a programas de Tutoria, com os resultados que constam do relatório fi- nal. 7. Foi /Não foi proposto para acompanhamento dos Serviços de Psicologia e Orientação. Do seu percurso escolar foi dado conhecimento ao Encarregado de Educação, pelos seguintes meios: 1. Contactos em reuniões de pais; 2. Encontros individuais regulares/esporádicos; 3. Cartas e outros documentos escritos; 4. Telefonemas. O Encarregado de Educação, convocado regularmente para vir à Escola, nunca compareceu. Perante o indício de nova retenção, e em entrevista marcada para o efeito, o Diretor de Turma explicitou ao Encarregado de Educação do aluno que, apesar de terem sido envidados esforços no sentido de inverter o insucesso, não foram atingidas as competências mínimas exigidas para a progressão. Ficou registado que _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ Para este aluno, o Conselho de Turma elaborou um Plano de Acompanhamento a vigorar no próximo ano letivo, que se anexa, tendo sido convocado o seu Encarregado de Educação a fim de tomar conhecimento do mesmo e manifestar parecer. Data: ____ /____ /______ O Diretor de Turma Aprovado em Conselho Pedagógico em 85/150
  • 86.
    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ Relatório de Avaliação Global da Turma Ano: ______ Turma: _______ Número de alunos avaliados: ________ Nº de alunos Aprovados: ________ Nº de alunos Não Aprovados: ________ Nº de alunos Reprovados por Faltas: ________ Nº de alunos Transferidos: _________ Modalidades Quais os alunos abrangidos? adotadas na Indique o nº de turma de cada aluno Recursos mobilizados pela Escola turma assi- Com Planos de Com Planos de nale com (X) Recuperação Acompanhamento 1 – Programa de Tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento. 2 – Atividades de ensino específico da língua por- tuguesa para alunos oriundos de países estrangei- ros. 3 – Aulas de apoio. 4 – Pedagogia diferenciada fora da sala de aula (por exemplo, trabalho na Biblioteca/centro de recursos). 5 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orien- tação da Escola. 6 – Reforço dos trabalhos de casa em várias disci- plinas. 8 – Adaptações programáticas. 9 – Atividades de enriquecimento curricular (Ofici- na de Escrita /Matemática). 10 – Outros (especifique). Número de alunos que foram objeto de Plano de Recuperação e que transitaram. Números de alunos que embora tenham sido objeto de Plano de Recuperação, não transitaram. Número de alunos que não foram sujeitos a Plano de Recuperação e ficaram retidos. Número de alunos sujeitos a um Plano de Acompanhamento e que ficaram retidos. Número de alunos sujeitos a um Plano de Acompanhamento e que transitaram. Número de alunos encaminhados para outros percursos educativos e formativos. Observações: Para cada modalidade adotada na turma, assinale o número dos alunos abrangidos, com Planos de Recuperação e com Planos de Acompanhamento. Os alunos com PEI não entram nesta estatística. Aprovado em Conselho Pedagógico em 86/150
  • 87.
    ESCOLA SECUNDÁRIA RAINHADONA AMÉLIA Data: ____ /____ /_______ O Diretor de Tu Ano Letivo de 2010/2011 PLANO DE DESENVOLVIMENTO Em conformidade com o disposto no Despacho Normativo n.º 50/2005, art.º 5º, o Conselho de Turma, reunido em ------ ---/--------/-------------, deliberou aplicar ao aluno ---------------------------------------------------------------------------------------------- -------,n.º ------- do ------º ano, -------ª turma, um plano de desenvolvimento a implementar nos termos da legislação em vigor. PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO AVALIAÇÃO DO ALUNO NO FINAL DO ---º PERÍODO L. P. Ing. Fr. Hist. Geo C.N. Mat. F.Q. E.V. E.F. E.T. TIC E.A. A.P. F.C. A.D. EMR C MEDIDAS A IMPLEMENTAR DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR 1 - Programa de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento 2 – Atividades de enriquecimento curricular a desenvolver fora da Escola. 3 – Pedagogia diferenciada dentro/fora da sala de aula 4 – Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola Observações: Divulgado ao Encarregado de Educação do aluno em ----------/------------/---------- Assinatura do Encarregado de Educação: --------------------------------------------------------------------------------- O Diretor de Turma: -------------------------------------------------------------------------------------------------------- Aprovado em Conselho Pedagógico em 87/150
  • 88.
    ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO EB RAINHA DONA AMÉLIA Ano Letivo de 20__/20__ PLANO DE RECUPERAÇÃO/ACOMPANHAMENTO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERCALAR Aluno: ____________________________________________ Ano: ____ Turma: ____ Data da informação: _____/_____/________ O Conselho de Turma, reunido em ____/____/_______, tendo analisado a consecução do Plano aplicado ao aluno, concluiu o seguinte: O aluno está a cumprir/não está a cumprir o Plano elaborado pelo Conselho de Turma, tendo realiza- do/realizado algumas/não tendo realizado as atividades previstas para o momento desta avaliação. A assiduidade às aulas de apoio satisfaz/não satisfaz (tendo ____ faltas em ____ aulas dadas). O seu aproveitamento satisfaz bem/satisfaz/não satisfaz. Perante os resultados, propõem-se que o aluno: a) Continue a frequentar o Plano até ao final do ano letivo. b) Dada a recuperação verificada, abandone e Plano de Recuperação na(s) disciplina(s) de ______________________________________________________. c) Passe a frequentar outro programa de recuperação que consta de _____________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________. FUNDAMENTAÇÃO DO PARECER: Dificuldades superadas: ___________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ Dificuldades não superadas: ________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ O Diretor de Turma: ___/___/______ ______________________________________ O Encarregado de Educação: ___/___/______ ______________________________________ Aprovado em Conselho Pedagógico em 88/150
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    Ensino Secundário (ver anexo 2) ENSINO SECUNDÁRIO – 1º PERÍODO – 20___/20___ 10º ANO ALUNOS COM MAIS DE DUAS NE- TURMAS TOTAL DE ALUNOS GATIVAS (%) A (Ciências e Tecnologia) B (Ciências e Tecnologia) C (Ciências e Tecnologia) D (Ciências Socioeconómicas) E (Ciências Sociais e Humanas) G (Ciências Sociais e Humanas) F (Artes Visuais) DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE ALUNOS (%) (%) Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Tec. da I. e Com. Matemática A Desenho A História A Biolog. e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Matemát. A.C. S. Matemática B Geom. Desc. A Aprovado em Conselho Pedagógico em 89/150
  • 90.
    11º ANO TURMAS ALUNOS COM MAIS DE DUAS TOTAL DE ALUNOS NEGATIVAS (%) A (Ciências e Tecnologia) B (Ciências e Tecnologia) C (Ciências Socioeconómicas) D (Ciências Sociais e Humanas) E (Artes Visuais) DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE ALU- (%) (%) NOS Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Matemática A Desenho A História A Biolog. e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Matemát. A.C. S. Matemática B Geom. Desc. A 10º/11º Geom. Desc. A 11º/12º 12º ANO DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE (%) (%) ALUNOS Português Educação Física Área de Projeto Aprovado em Conselho Pedagógico em 90/150
  • 91.
    Matemática A História A Desenho A Sociologia Psicologia B Biologia Física Oficina Multimédia B Aplic. Informáticas B Hist. da Cultura e Artes Turma Residual – 4º Agrupamento CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE (%) (%) ALUNOS Português A Inglês 8 Francês 6 Alemão 3 Filosofia História 10ºANO – ESTUDO COMPARATIVO – 20__/__ - 20__/__ ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATI- TOTAL DE ALUNOS CURSOS VAS 20__/20__ 20__/20__ 20__/20__ 20__/20__ Ciências e Tecnologia Ciências Socioeconómi- cas Ciências Sociais e Huma- nas Artes Visuais Aprovado em Conselho Pedagógico em 91/150
  • 92.
    11ºANO – ESTUDOCOMPARATIVO – 20__/__ - 20__/__ ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATI- TOTAL DE ALUNOS CURSOS VAS 20__/20__ 20__/20__ 20__/20__ 20__/20__ Ciências e Tecnologia Ciências Socioeconómi- cas Ciências Sociais e Huma- nas Artes Visuais AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO – 2º PERÍODO – 20___/20___ 10º ANO TURMAS ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGA- TOTAL DE ALUNOS TIVAS (%) A (Ciências e Tecnologia) B (Ciências e Tecnologia) C (Ciências e Tecnologia) D (Ciências Socioeconómicas) E (Ciências Sociais e Humanas) G (Ciências Sociais e Humanas) F (Artes Visuais) DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE ALUNOS (%) (%) Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Tec. da I. e Com. Matemática A Aprovado em Conselho Pedagógico em 92/150
  • 93.
    História A Desenho A Biolog. e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Matem. A.C.S. Matemática B Geom. Desc. A 11º ANO TURMAS ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGA- TOTAL DE ALUNOS TIVAS (%) A (Ciências e Tecnologia) B (Ciências e Tecnologia) C (Ciências Socioeconómicas) D (Ciências Sociais e Humanas) E (Artes Visuais) DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE ALU- (%) (%) NOS Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Matemática A História A Desenho A Biolog. e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Aprovado em Conselho Pedagógico em 93/150
  • 94.
    Matemát. A.C. S. Matemática B Geom. Desc. A 10º/11º Geom. Desc. A 11º/12º 12º ANO DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE ALUNOS (%) Português Educação Física Área de Projeto Matemática A História A Desenho A Sociologia Psicologia B Biologia Física Oficina Multimédia B Aplic. Informáticas B Hist. da Cultura e Artes Turma Residual – 4º Agrupamento DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 TOTAL DE (%) (%) ALUNOS Português A Inglês 8 Francês 6 Alemão 3 Filosofia História Aprovado em Conselho Pedagógico em 94/150
  • 95.
    10ºANO – ESTUDOCOMPARATIVO 1º/2º PERÍODO ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATIVAS CURSOS 1º Período 2º Período Ciências e Tecnologia Ciências Socioeconómicas Ciências Sociais e Humanas Artes Visuais 11ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO ALUNOS COM MAIS DE DUAS NEGATIVAS CURSOS 1º Período 2º Período Ciências e Tecnologia Ciências Socioeconómicas Ciências Sociais e Humanas Artes Visuais 10ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO DISCIPLINAS CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 (%) (%) 1º Período 2º Período 1º Período 2º Período Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Tec. da I. e Com. Matemática A História A Desenho A Biol.e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Aprovado em Conselho Pedagógico em 95/150
  • 96.
    Mat. A. C.S. Matemática B Geom. Desc. A 11ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 DISCIPLINAS (%) (%) 1º Período 2º Período 1º Período 2º Período Português Inglês Francês Filosofia Educação Física Matemática A História A Desenho A Biol. e Geolog. Fís. e Química A Economia A Geografia A Matemát. A.C. S. Matemática B Geom. Desc. 10º/11º Geom. Desc. 11º/12º 12ºANO – ESTUDO COMPARATIVO 1º/2º PERÍODO CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 DISCIPLINAS (%) (%) 1ºPeríodo 2º Período 1º Período 2º Período Português Educação Física Área de Projeto Matemática A História A Desenho A Sociologia Psicologia B Aprovado em Conselho Pedagógico em 96/150
  • 97.
    Biologia Física Oficina Mult. B Aplic. Informát. B Hist. da Cult. Artes Turma Residual – 4º Agrupamento 12º Ano CLASSIFICAÇÃO < 10 CLASSIFICAÇÃO >= 14 DISCIPLINAS (%) (%) 1ºPeríodo 2º Período 1º Período 2º Período Português A Inglês 8 Francês 6 Alemão 3 Filosofia História Aprovado em Conselho Pedagógico em 97/150
  • 98.
    7. Implementação doPCE – Projeto Curricular de Escola Cumprindo os princípios de articulação e coerência entre o PE e o PCE, e entre este e os projetos curriculares de tur- ma, os conselhos de turma, planificam, em cada ano letivo, a sua intervenção, considerada a especificidade da turma. Aprovado em Conselho Pedagógico em 98/150
  • 99.
    Projeto Curricular deTurma -3º ciclo do Ensino Básico Estrutura Plano de Operacionalização de um Projeto Curricular de Turma Conteúdos Pro- Atividades a Calendarização das Formas de ava- atividades gramáticos da desenvolver Competências a atingir liação das ati- 1º P 2º P 3º P Outras sugestões Disciplina dentro do PAA vidades Aprovado em Conselho Pedagógico em 99/150
  • 100.
    Avaliação AVALIAÇÃO INTERMÉDIA DO PROJETO CURRICULAR DE TURMA ANO:_____ TURMA:_____ Momento da Avaliação: _____/_____/_____ 1 – Assinalar com uma cruz (X) a opção que melhor se adequa à avaliação pretendida Sim Não Às Quase Bastante ITENS A AVALIAR vezes sem- pre 1 – Registou-se algum tipo de concertação nas estratégias adota- das no projeto? 2 – Já foram atingidos alguns dos objetivos definidos? 3 – Houve reformulação do projeto inicial? 4 – Os diferentes contributos disciplinares têm sido concretiza- dos? 5 – Foram diagnosticados problemas nas estratégias adotadas? 6 – Registou-se reformulação dessas estratégias? 7 – Em algum momento falharam os recursos inicialmente previs- tos? 8 – Surgiram soluções alternativas? 9 – Os alunos têm participado ativamente na realização do pro- jeto? 10 - Verificou-se algum tipo de prática interdisciplinar? 11 – Foi solicitado apoio à comunidade educativa para a concreti- zação do projeto? Aprovado em Conselho Pedagógico em 100/150
  • 101.
    12 – Emcaso afirmativo, esse apoio foi alcançado? 13 – Apesar de eventuais problemas, o projeto tem viabilidade? 14 – Os grupos de trabalho têm realizado avaliação contínua do seu desempenho? 15 – Verificou-se articulação com as Áreas Curriculares não Disci- plinares? 16 – Recorreu-se a algum tipo de apoio ou complemento educati- vo? Observações: Grelha preenchida por: ___________________________________________________________________ Aprovado em Conselho Pedagógico em 101/150
  • 102.
    8. Avaliação doPCE – Projeto Curricular de Escola A avaliação geral do PCE é da competência do Conselho Pedagógico, sendo cometida a uma comissão constituída pelo coordenador do PE, os coordenadores do EB e do ES o seu acompanhamento operacional e a elaboração do respetivo relatório anual, a submeter à apreciação do CP. Aprovado em Conselho Pedagógico em 102/150
  • 103.
    ANEXOS Aprovado em ConselhoPedagógico em 103/150
  • 104.
    Anexo Y Introdução àsTecnologias de Informação e Comunicação PROJETO CURRICULAR DE TURMA - MAPA PARA REGISTO DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Ano/turma:_________ DISCIPLINAS Conteúdos Programáticos de TIC Conceitos Introdutórios 1º Período Processamento de texto 1º, 2º, 3º Períodos Internet 1º, 2º, 3º Períodos Apresentações Power Point 3º período Aprovado em Conselho Pedagógico em 104/150
  • 105.
    Anexo Ω RELATÓRIO DEAVALIAÇÃO GLOBAL 2010/2011 FREQUÊNCIA/EXAMES – 9º ANO – PORTUGUÊS – 2011 Todos os Alunos que foram admitidos a exame (incluindo os que fizeram exame a nível de escola) Resultados por turmas médias 9º 1ª CF CE CE% 3,3 2,7 50,8 Aprovado em Conselho Pedagógico em 105/150
  • 106.
    médias 9º 2ª CF CE CE% 3,0 3,1 58,8 médias 9º 3ª CF CE CE% 3,6 3,2 61,8 Aprovado em Conselho Pedagógico em 106/150
  • 107.
    médias 9º 4ª CF CE CE% 3,3 3,1 58,2 médias 9º 5ª CF CE CE% 3,6 3,3 62,0 Aprovado em Conselho Pedagógico em 107/150
  • 108.
    Resultados obtidos emexame PORTUGUÊS 9º ANO - 2011 Classificação de 0 a 100 Estudo global médias global CF CE CE% 3,3 3,1 58,5 Aprovado em Conselho Pedagógico em 108/150
  • 109.
    Número % de de alunos alunos [0,10[ 0 0% [10,20[ 0 0% [20,30[ 2 2% [30,40[ 6 5% [40,50[ 19 15% [50,60[ 52 40% [60,70[ 19 15% [70,80[ 24 18% [80,90[ 5 4% [90,100] 4 3% média 58,5 desvio pad. 13,6 conclusões importantes: 75% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 50% mínimo 28 50% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 57% máximo 93 25% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 69% mediana 57 79% dos alunos obtiveram, em exame, nível superior ou igual a 3 1º Quart 50 3º Quart 69 Aprovado em Conselho Pedagógico em 109/150
  • 110.
    Análise dos desviosFrequência-Exame De 2 para 3 De 2 para 4 De 3 para 4 De 4 para 5 Total Nº de alunos que 5 1* 9 1 16 subiram de nível * classificação de exame deste aluno 85% De 5 para 4 De 5 para 3 De 4 para 3 De 4 para 2 De 3 para 2 De 2 para 1 Total Nº de alunos que 6 1* 14 1** 22 0 44 desceram de nível * classificação de exame deste aluno 56% ** classificação de exame deste aluno 42% Classificações de charneira em exame = 49% = 50% = 69% = 70% = 89% = 90% 0 8 0 5 0 3 Aprovado em Conselho Pedagógico em 110/150
  • 111.
    FREQUÊNCIA/EXAMES – 9ºANO – MATEMÁTICA – 2011 Todos os Alunos que foram admitidos a exame (incluindo os que fizeram exame a nível de escola) Resultados por turmas médias 9º 1ª CF CE CE% 2,8 2,7 49,3 médias 9º 2ª CF CE CE% 3,3 3,2 65,2 Aprovado em Conselho Pedagógico em 111/150
  • 112.
    médias 9º 3ª CF CE CE% 3,2 2,9 58,2 médias 9º 4ª CF CE CE% 2,8 2,9 55,3 Aprovado em Conselho Pedagógico em 112/150
  • 113.
    médias 9º 5ª CF CE CE% 3,2 3,4 65,4 Aprovado em Conselho Pedagógico em 113/150
  • 114.
    Resultados obtidos emexame MATEMÁTICA 9º ANO - 2011 Classificação de 0 a 100 Estudo global médias global CF CE CE% 3,0 3,0 58,9 Aprovado em Conselho Pedagógico em 114/150
  • 115.
    Número % de de alunos alunos [0,10[ 3 2% [10,20[ 6 5% [20,30[ 6 5% [30,40[ 13 10% [40,50[ 12 9% [50,60[ 16 12% [60,70[ 30 23% [70,80[ 23 18% [80,90[ 17 13% [90,100] 5 4% média 58,9 desvio pad. 21,8 conclusões importantes: 25% dos alunos obtiveram uma classificação inferior a 44% mínimo 6 50% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 66% máximo 100 25% dos alunos obtiveram uma classificação superior a 75% mediana 66 69% dos alunos obtiveram, em exame, nível superior ou igual a 3 1º Quart 43,5 3º Quart 75 Aprovado em Conselho Pedagógico em 115/150
  • 116.
    Análise dos desviosFrequência-Exame De 1 para 2 De 2 para 3 De 3 para 4 De 4 para 5 Total Nº de alunos que 1 5 17 2 25 subiram de nível De 5 para 4 De 4 para 3 De 3 para 2 De 2 para 1 Total Nº de alunos que 2 5 11 9 27 desceram de nível Classificações de charneira em exame = 19% = 20% = 49% = 50% = 69% = 70% = 89% = 90% 1 1 0 2 6 1 1 0 Nota: registou-se um 100% Aprovado em Conselho Pedagógico em 116/150
  • 117.
    Exames de 2011- Secundário 11º ano Resultados Exame Análise dos Desvios médias referem-se (ambas) a internos Desvio médio Desvio mediano Desvio máximo Desvio mínimo Disciplina Média Média Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF (nº de alunos) escola nacional P P P P Matemática B (6) 15,25 11,9 1,42 1,42 0,95 0,95 4 5 -0,2 -2,2 Biol. e Geol.(51) 12,52 11,0 -0,01 -0,19 0 0 4,5 4,5 -4,5 -4,5 Geografia(59) 12,10 11,3 -1,05 -0,96 -0,9 -0,7 3,1 3,1 -6,7 -7,7 Economia A(40) 11,19 12,0 -3,85 -3,10 -4,35 -3 1,2 2 -9,5 -8,5 Fís. e QuímicaA(54) 10,82 10,5 -1,71 -2,05 -1,65 -2,05 3,3 2,2 -7,2 -8,2 Literatura Portu- 9,05 9,3 -3,53 -4,00 -3,5 -3,9 -1,3 -1,3 -7,3 -7,3 guesa(19) Geom Desc. A(32) 6,10 10,0 -8,65 -8,81 -8,85 -9,1 -0,2 -0,2 -12,8 -13,8 Nas páginas que se seguem estão os estudos por disciplina, com gráficos de dispersão e, no caso de existir mais de uma turma, a análise por turma. Para a análise dos gráficos convém ter presente que a situação ideal em que se considera não haver discrepâncias entre as classificações de frequência e as de exame é aquela em que a reta de regressão (a cheio) coincidiria com a reta a tracejado. Uma descida ou subida consistente com as classificações de frequência atribuídas deve conduzir a uma reta de regressão ( a cheio) aproximadamente paralela à reta a tracejado. Aprovado em Conselho Pedagógico em 117/150
  • 118.
    Gráficos de dispersão– Matemática B – exame 2011 (1ª chamada) Em Matemática B o desvio médio é positivo, aproximadamente 1,4. Sendo apenas 6 alunos verificou-se que três mantiveram a nota de 3º período em exame, 10,11 e 20, enquanto os restantes três com classificações de 3º período entre 12 e 16 subiram em exame. Aprovado em Conselho Pedagógico em 118/150
  • 119.
    Gráficos de dispersão– Geometria Descritiva A – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma 3º P CIF Exame Desvios/3º P Desvios/CIF médias 16,89 16,67 8,23 -8,66 -8,43 desvio máximo -4,2 -4,2 Turma C desvio mínimo -12,4 -13,4 desvio mediano -8,5 -8,5 médias 13,91 14,22 5,26 -8,65 -8,96 desvio máximo -4,9 -3,9 Turma F desvio mínimo -12,8 -13,8 desvio mediano -9,65 -9,1 Em Geometria descritiva aparecem-nos retas de regressão quase para- lelas às a tracejado mas muito mais abaixo já que o desvio médio foi negativo, em valor absoluto de mais de 8 valores. Esta é sem sombra de dúvidas a situação mais anómala, porque, além do mais, inclui um desvio para a média nacional de -4 valores, verificando-se que a con- tribuição das turmas para este resultado é semelhante. Aprovado em Conselho Pedagógico em 119/150
  • 120.
    Gráficos de dispersão– Física e Química A – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma 3º P CIF Exame Desvios/3º P Desvios/CIF Física e Química A médias 13,36 13,64 12,17 -1,19 -1,47 20 desvio máximo 1,6 1,9 Turma A desvio mínimo -3,9 -3,9 desvio mediano -1,4 -1,8 Exame 10 médias 12,61 13,09 10,64 -1,97 -2,44 desvio máximo 3,3 2 Turma B desvio mínimo -7,2 -8,2 desvio mediano -2 -2,2 0 médias 11,76 11,94 9,96 -1,81 -1,98 10 CIF 20 desvio máximo 2,2 2,2 Turma C desvio mínimo -5,7 -6,7 desvio mediano -1,6 -2 Física e Química A 20 Em Física e Química A o desvio médio é de cerca de -1,7 valores para o 3º período e -2 para CIF mas a descida é consistente com as classifica- ções atribuídas. Note-se que os desvios para 3º período são menores Exame 10 do que para CIF o que é consistente com o facto da classificação de 3º período estar mais perto do exame. A turma que apresentou menor desvio é aquela cuja média global é maior, não se pode considerar que 0 haja desvios para o 3º período significativamente diferentes entre 10 3º Período 20 turmas. Aprovado em Conselho Pedagógico em 120/150
  • 121.
    Gráficos de dispersão– Biologia e Geologia – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma 3º P CIF Exame Desvios/3º P Desvios/CIF médias 13,18 13,24 12,44 -0,74 -0,80 desvio máximo 4,5 2,5 Turma A desvio mínimo -4,5 -4,5 desvio mediano -0,25 -0,25 médias 12,22 12,52 13,25 1,03 0,73 desvio máximo 4,5 4,5 Turma B desvio mínimo -2,5 -3,5 desvio mediano 1 0,5 médias 12,18 12,27 11,12 -1,06 -1,15 desvio máximo 1 1 Turma C desvio mínimo -3 -2,5 desvio mediano -0,75 -1,1 Em Biologia e Geologia o desvio médio é de cerca de praticamente 0 havendo contribuições diferentes das turmas para este resultado mas que não se consideram significativamente diferentes por não se afastarem do intervalo [-1,1] . De notar, apesar de tudo que numa turma o desvio médio foi positivo e nas outras duas negativo. As classificações são consistentes com as atribuídas obtendo-se uma reta de regressão quase sobre a reta a tra- cejado. Aprovado em Conselho Pedagógico em 121/150
  • 122.
    Gráficos de dispersão– Literatura Portuguesa – exame 2011 (1ª chamada) Em Literatura Portuguesa observa-se um desvio negativo de -3,5 para 3º período e -4 para CIF. O não paralelismo entre as retas a cheio e a traceja- do deverá dever-se ao facto de as classificações atribuídas no 3º período irem de 10 a 18 mas em exame foram de 6 a 12,7 (nota máxima em exame). Aprovado em Conselho Pedagógico em 122/150
  • 123.
    Gráficos de dispersão– Economia A – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma 3º P CIF Exame Desvios/3º P Desvios/CIF médias 15,73 15,18 11,06 -4,66 -4,12 desvio máximo 3 3 Turma D desvio mínimo -5,1 -4,6 desvio mediano -0,75 -0,2 médias 14,28 13,33 11,34 -2,85 -1,85 desvio máximo 3,1 3,1 Turma E desvio mínimo -6,7 -7,7 desvio mediano -3,15 -2,5 Em Economia A observa-se um desvio negativo de -3,85 para 3º perío- do e-3,1 para CIF. Verifica-se que a contribuição de cada turma para este resultado é substancialmente diferente sendo a turma com me- lhores resultados de período a que apresenta maior desvio em valor absoluto. No entanto os resultados de cada turma em exame foram semelhantes em termos de média, verificando-se mesmo que a turma com pior média teve melhor média em exame, embora não significati- vamente diferente. Aprovado em Conselho Pedagógico em 123/150
  • 124.
    Gráficos de dispersão– Geografia – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma 3º P CIF Exame Desvios/3º P Desvios/CIF médias 13,23 13,50 12,63 -0,60 -0,87 desvio máximo 3,1 3,1 Turma D desvio mínimo -3,9 -4,2 desvio mediano -0,4 -0,2 médias 13,13 12,69 13,21 0,08 0,52 desvio máximo 2,3 2,3 Turma E desvio mínimo -6,7 -7,7 desvio mediano -1,3 -1,3 médias 13,10 12,90 10,71 -2,39 -2,20 desvio máximo 3,1 3,1 Turma G desvio mínimo -6,7 -7,7 desvio mediano -1,3 -1,3 Em Geografia observa-se um desvio de -1, um valor quase irrelevante mas a análise por turmas revela ainda que a contribuição das turmas é significativamente diferente com uma turma com desvio 0 e outra de -1 Aprovado em Conselho Pedagógico em 124/150
  • 125.
    Exames de 2011- Secundário 12º ano Análise dos desvios (exame – CIF/3º período) Resultados Exame Desvio médio Desvio mediano Desvio máximo Desvio mínimo Disciplina Média Média Disciplina Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF Para 3º Para CIF (nº de alunos) escola nacional (nº de alunos) P P P P internos internos Desenho A(18) 12,34 11,9 Desenho A (13) -1,61 -2,27 -2,15 -2,9 2,9 1,9 -3,9 -4,3 Matemática 11,74 10,6 Matemática -2,52 -1,98 -3 -2 5,1 4,1 -6,3 -6,5 A(64) A(64) História A(18) 11,57 10,5 História A(18) -2,37 -2,21 -2,2 -1,2 0,3 1 -5,3 -5,5 Português (113) 10,02 9,6 Português (113) -3,05 -3,13 -3,3 -3,2 2,9 1,9 -9,2 -8,1 Nas páginas que se seguem estão os estudos por disciplina, com gráficos de dispersão e, no caso de existir mais de uma turma, a análise por turma. Para a análise dos gráficos convém ter presente que a situação ideal em que se considera não haver discrepâncias entre as classificações de frequência e as de exame é aquela em que a reta de regressão (a cheio) coincidiria com a reta a tracejado. Uma descida ou subida consistente com as classificações de frequência atribuídas deve conduzir a uma reta de regressão ( a cheio) aproximadamente paralela à reta a tracejado. Aprovado em Conselho Pedagógico em 125/150
  • 126.
    Gráficos de dispersão– História A – exame 2011 (1ª chamada) No caso de História A, embora as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentem desvios de cerca de 2,3 valores negativos, a descida parece consistente com as classificações atribuídas. Aprovado em Conselho Pedagógico em 126/150
  • 127.
    Gráficos de dispersão– Desenho A – exame 2011 (1ª chamada) No caso de Desenho A, as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentem desvios de cerca de 2 valores negativos, menos do que no ano anterior. A descida parece não ser consistente com as classificações atribuídas dado que as retas não são paralelas mas uma análise particular revela que o mínimo em exame foi 9,6 e o máximo 14,9 embora as classificações atribuídas no 3º período cobrissem o intervalo de 10 a 17. Verificou-se maior homogeneidade em exame do que nas classificações atribuídas no 3º período. Aprovado em Conselho Pedagógico em 127/150
  • 128.
    Gráficos de dispersão– Matemática A – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma Desvios/3º 3º P CIF Exame P Desvios/CIF médias 15,13 14,00 12,28 -2,85 -1,73 desvio máximo 0 0,5 Turma A desvio mínimo -5,1 -5 desvio mediano -3,15 -1,3 médias 13,06 12,61 10,09 -2,97 -2,52 desvio máximo 5,1 4,1 Turma B desvio mínimo -6,1 -6,5 desvio mediano -3,9 -2,2 médias 14,88 14,56 12,84 -2,04 -1,73 desvio máximo 1,7 2,7 Turma C desvio mínimo -6,3 -6,5 desvio mediano -2,15 -1,35 médias 14,09 13,91 12,08 -2,01 -1,83 desvio máximo 4,7 3,7 Turma D desvio mínimo -6 -5,5 Desvio mediano -1,9 -2,7 Aprovado em Conselho Pedagógico em 128/150
  • 129.
    A descida emMatemática A é superior para o 3º período do que para CIF o que contraria o que seria natural dado que o exame se refere sobretudo aos conteúdos de 12º. No entanto essa descida é menos consistente para CIF do que para o 3º período. Tentando perceber o que influencia este facto verificámos que para os alunos a quem foi atribuída, no 3º período, uma classificação de 18 ou mais o desvio médio para exame foi de -0,9, enquanto para aqueles a quem foi atribuída uma classificação entre 13 e 17 (inclusive) o desvio médio foi de -3 e para aqueles a quem foi atribuída uma classificação menor que 13 o desvio médio para exame foi de -2,9. Percebe-se então que a reta de regressão não seja paralela à dada podendo-se inferir que os melhores alunos mantêm a nota mas os alunos com 17 ou menos tiveram uma descida apreciável. Relativamente ao estudo por turmas verifica-se que os desvios para o 3º período são sempre negativos e em valor absoluto superiores a 2 mas as turmas que contribuíram mais negativamente para um desvio global de -2,5 foram as turmas A e B já que essas tiveram desvios médios negativos de cerca de 3 valores enquanto as outras duas tiveram desvios negativos de cerca de 2 valores. Aprovado em Conselho Pedagógico em 1/150
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    Gráficos de dispersão– Português – exame 2011 (1ª chamada) Análise por turma Desvios/CIF 3º P CIF Exame Desvios/3º P médias 14,63 14,00 11,33 -3,30 -2,67 desvio máximo 2,6 1,6 Turma A desvio mínimo -8 -7 desvio mediano -2,9 -2,2 médias 13,06 13,33 9,90 -3,16 -3,43 desvio máximo 0,5 0,5 Turma B desvio mínimo -6,4 -7,4 desvio mediano -3,15 -3,45 médias 14,25 13,79 10,82 -3,43 -2,97 desvio máximo 0,9 1,9 Turma C desvio mínimo -7,2 -6,5 desvio mediano -4 -3,25 médias 12,08 13,04 10,85 -1,22 -2,18 desvio máximo 2,9 0,9 Turma D desvio mínimo -6,1 -7,1 desvio mediano -1 -2 médias 13,25 13,38 10,34 -2,91 -3,04 desvio máximo 1,8 1,8 Turma E desvio mínimo -9,2 -7,5 desvio mediano -2,6 -3,3 médias 11,25 11,30 6,46 -4,79 -4,84 desvio máximo -0,4 -0,4 Turma F desvio mínimo -9,1 -8,1 desvio mediano -5 -5,15 No caso de Português, as médias entre exame e CIF e 3º Período apresentam desvios de cerca de -3 . A descida é consistente com as classificações atribuídas. A análise por turmas revela que a descida global em exame tem contribuições muito diferentes de cada turma variando de -4,79 a -1,22. Aprovado em Conselho Pedagógico em 2/150
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    PLANO DE AÇÃODA MATEMÁTICA – explicitação do projeto Escola: Escola Secundária Rainha D. Amélia, Lisboa Código GIASE: 1106607 1.1. Nome Projeto: Plano de Ação para a Matemática 1.2. Resumo: Uma análise dos resultados obtidos pelos alunos tanto nas classificações internas como na avaliação externa colo- ca a nossa como uma escola de sucesso se comparada com os níveis nacionais. A verdade é que estamos longe de ter conseguido que a maioria dos alunos tenha desenvolvido competências matemáticas ao nível do que prevê o currículo nacional do ensino básico. Os resultados em percentagens por níveis não exprimem completamente a situação dos alunos/turmas. Há que atender a outros fatores, mais difíceis de exprimir numericamente mas não menos relevantes, como sejam:  Ambiente em sala de aula, regras de disciplina (ou ausência delas) e de métodos de trabalho.  Grau de responsabilidade e envolvimento dos alunos e respetivos encarregados de educação no processo ensino-aprendizagem;  Grau de autonomia dos alunos. Tomando estes considerandos como ponto de partida o presente projeto tem como objetivo geral melhorar os níveis de desempenho de alunos, professores e encarregados de educação. Para que se atinja tal objetivo é fun- damental definir estratégias cuja implementação passa pela disponibilização de recursos humanos e materiais, planificação cuidada das atividades curriculares e extra curriculares, planificação de atividades que levem ao en- volvimento dos encarregados de educação. Para tal será continuado o esforço iniciado em 2005/2006, atribuição da hora de oferta da escola no 7º ano a uma disciplina denominada Oficina de Matemática, atribuição do estudo acompanhado, 8ºano. Serão ainda implementadas formas de coadjuvância de professores, em sala de aula ou fora dela, realizadas atividades de recuperação de alunos, com envolvimento regular dos encarregados de educação, experimentadas novas tecnologias, programadas formações específicas para professores. 1.3. Nome do coordenador: Ana Luísa Ferreira Canelhas Correia 2. 2.1. N.º de alunos envolvidos: 424 2.2. Anos de escolaridade: 7º, 8º e 9º 2.3. N.º de professores de matemática envolvidos: 6 2.4. N.º de professores de outras áreas/disciplinas: Aprovado em Conselho Pedagógico em 1/150
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    2.5. Diagnóstico dosresultados dos alunos: 7.º 5 21 35 21 18 8.º 3 29 53 13 2 9.º 2 30 41 22 5 Exame: 1 35 39 20 5 2.6. Diagnóstico das dificuldades: A experiência do ano anterior demonstrou que um professor da Oficina de Matemática, do 7º, ou de Estudo Acompanhado, do 8º, que não seja o professor de matemática ou não seja coadjuvado pelo professor de matemá- tica tem dificuldade em rentabilizar este espaço por não conhecer suficientemente os alunos. Os apoios feitos por professores que não conhecem os alunos, fora dos do Conselho de Turma, e sem espaços de preparação desses apoios, com um número de alunos que tende a crescer ao longo do ano letivo e desestabiliza o trabalho inicial têm resultado, quase sempre, numa grande perca de tempo para a maioria dos envolvidos. O elevado número de alunos por turma em conjunto com a sua falta de organização e autonomia torna quase impossível a deteção atempada de dificuldades e respetivo plano de atuação. A forma como é contabilizada a “bolsa de horas” da escola não tem em conta as áreas disciplinares mas apenas o conjunto de toda a escola. No grupo de matemática o número de horas de redução ao abrigo do artigo 79º é infe- rior à média dos restantes grupos o que necessariamente envolve menos disponibilidade e maleabilidade de horá- rios. Não há professores de matemática do quadro com horários incompletos sendo mesmo insuficiente, para as necessidades letivas, o número de professores de Matemática do quadro em serviço efetivo na escola. Não pôde ser rentabilizado o espaço do laboratório de matemática devido ao número de alunos por turma. Trata- se de um espaço bem apetrechado mas que com mais de 20 alunos só permite o trabalho com dois professores dividindo-se o grupo em dois com tarefas distintas ou com desdobramento da turma. Foi feita uma experiência com a única turma de 7º ano com 20 alunos (tinha alunos ao abrigo do Dec-Lei 319) que demonstrou que os alu- nos consideram esse espaço mais apetecível para as atividades. Existem grandes dificuldades de trabalho em equipa dada a grande variedade de horários em vários turnos. 2.7. Objetivos mensuráveis: Níveis de classificação desejados: 7.º 3 37 50 8 2 8.º 2 28 55 10 5 9.º 2 28 55 10 5 Taxa de sucesso a alcançar: Aprovado em Conselho Pedagógico em 2/150
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    7º Ano: 60 8º Ano: 70 9º Ano: 70 2.8. Outros objetivos: Melhor ambiente de sala de aula para a rentabilização das unidades letivas. Rentabilização do tempo letivo do aluno respondendo atempadamente às dificuldades de uns, para que não se “percam” e às necessidades de outros para que possam ir “mais longe”. Diagnósticos de competências/conteúdos relativos a alunos que ingressam no 7º ano que complementem a infor- mação por níveis obtidos no 6º ano. Responsabilização e envolvimento dos alunos e encarregados de educação no processo ensino- aprendizagem, sobretudo para alunos com dificuldades. Autonomia dos alunos em atividades de estudo e de sala de aula. Tempos conjuntos de preparação de atividades pelos professores. Formação de professores. Diversificação de atividades curriculares e extra curriculares. 2.9. a) ESTRATÉGIAS: Colaboração estreita entre os professores do Conselho de Turma para que sejam adquiridos hábitos de disciplina. Utilização do tempo definido como oferta de escola para a “Oficina de Matemática” no 7º ano de escolaridade. Atribuição da Oficina de Matemática ao professor titular da turma em Matemática com reforço de outro profes- sor, de matemática ou área afim, para trabalho em sala de aula, ou, em caso de impossibilidade, atribuição dessa hora ao professor de Matemática como assessor do professor titular da Oficina. Inclusão nos horários de todos os professores de Matemática do 7º ano de escolaridade de meio bloco compatível com a turma para eventuais apoios, permanentes ou temporários. Atribuição da área Estudo Acompanhado do 8º ano ao professor titular da disciplina de matemática com reforço de outro professor, de Matemática ou área afim, para trabalho em sala de aula, ou, em caso de impossibilidade, atribuição dessa hora ao professor de matemática como assessor do professor titular de Estudo Acompanhado. Levantamento no final de cada ano letivo de turmas em que se prevê a necessidade de apoios, no sentido do pon- to anterior, e inclusão nos horários dos professores titulares desses apoios. O levantamento dos resultados por turma no final do 8º ano e as características de outros alunos que eventual- mente não progrediram e venham a integrar a turma no ano seguinte deverá determinar as eventuais medidas a adotar no 9º ano. Essas mediadas poderão incluir o apoio, pelo professor de matemática, em horário não letivo, coincidente com o ½ bloco de Estudo Acompanhado ou em alguns. Estabelecimento de um horário semanal para trabalho conjunto entre professores do mesmo ano de escolaridade e coordenador do projeto tendo em vista o levantamento de dificuldades, a elaboração de materiais para apoios Aprovado em Conselho Pedagógico em 3/150
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    dirigidos e atividadesde enriquecimento, avaliação das medidas implementadas para eventual reformulação de percursos, articulação de formas de avaliação e formação. b) MEDIDAS/ATIVIDADES SALA DE AULA: Aplicação de uma prova de aferição de anos anteriores a todos os alunos do 7º ano de escolaridade e estudo com- parativo com níveis obtidos na avaliação interna de 6º ano para definição de estratégias a implementar tanto na Oficina de Matemática como na disciplina de Matemática. Avaliações formais regulares (em princípio quinzenais) de tempo reduzido (testes de 15 a 20 minutos), para dina- mização de um trabalho continuado de todos os alunos e empenhamento dos encarregados de educação, sobre- tudo no 7º e 8º anos. Realização de atividades diversificadas na Oficina de Matemática dirigidas ao desenvolvimento do cálculo mental e à motivação para resolução de problemas, a saber, testes semanais de cálculo mental de no máximo 3 minutos, fichas de trabalho com aspetos lúdicos, resolução de problemas em grupo, construções geométricas com materiais didáticos específicos Realização de atividades de recuperação e desenvolvimento nas aulas de estudo acompanhado. Recurso às novas tecnologias, em particular recurso a uma plataforma de ensino on-line, numa primeira fase num número reduzido de turmas, para implementação de avaliações formativas e realização e partilha de pequenas investigações. Recurso sistemático, durante as aulas, ao livro de texto para que os alunos se autonomizem. c) ATIVIDADES EXTRA-LETIVAS: Estabelecimento de planos de trabalho de casa semanais, reforço de trabalho de casa, para alunos com necessida- des de apoio com comprometimento do encarregado de educação na verificação do efetivo cumprimento desses planos de trabalho (Os trabalhos entregues deverão ter a assinatura do encarregado de educação, quando são entregues). Pretende-se que nas aulas de apoio seja feito o balanço do trabalho e/ou realizados outros e que pro- gressivamente os alunos deixem de precisar do apoio semanal, numa primeira fase ainda com trabalhos dirigidos, ganhando autonomia. Lançamento do problema do mês, para toda a escola, por níveis, facultativo mas a discutir a resolução na aula. Dinamização do laboratório de matemática com atividades regulares de apoio ao estudo ou a pequenas investiga- ções. d) FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Estabelecimento de um plano de formação interna com um tema por período. Essa formação será dinamizada como auto formação, com recurso a instrumentos e capacidades dos próprios professores da escola, reservando- se algumas reuniões semanais para o tratamento desse tema em conjunto. Em alguns temas poderá ser pedida a colaboração de especialistas ou formadores para apoio e/ou realização de uma ação de curta duração, conferência ou workshop. Estabelecimento de um plano de formação externa com um tema por ano. Essa formação será feita preferencial- Aprovado em Conselho Pedagógico em 4/150
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    mente durante umasemana, de forma intensiva, após o final das atividades letivas do 3º período. Preveem-se como temas a tratar: instrumentos de avaliação e novas tecnologias ao serviço da educação matemática. e) TESTE DIAGNÓSTICO: Diagnósticos de competências/conteúdos relativos a alunos que ingressam no 7º ano que complementem a infor- mação por níveis obtidos no 6º ano; Aplicação de uma prova de aferição de anos anteriores a todos os alunos do 7º ano e estudo comparativo com níveis obtidos na avaliação interna de 6º ano para definição de estratégias a implementar tanto na Oficina de Ma- temática como na disciplina de Matemática. f) AVALIAÇÃO DOS ALUNOS: O tipo e resultados da avaliação efetuada em cada turma assim como a progressão individual dos alunos serão objeto de análise em reunião, pelo menos uma vez por mês, entre os professores participantes no projeto. Todas as grelhas de resultados de testes e minitestes assim como respetivos enunciados serão entregues à coordenadora a quem caberá uma primeira análise para discussão em reunião. Para uma operacionalização rápida deste proces- so será usada, preferencialmente, a comunicação via Internet, já que todos os professores usam Word e Excel para os enunciados e grelhas de avaliação. À coordenadora do projeto caberá produzir relatórios ou outros documentos que lhe sejam solicitados, neste âm- bito, pela comissão de avaliação interna constituída em Conselho Pedagógico. A meio de cada um dos 1º e 2º períodos será reservada uma aula ou parte dela para avaliação intercalar, em que os alunos farão a sua autoavaliação, perante toda a turma com o objetivo de promover a responsabilidade e capa- cidade de “julgar” dos alunos. Os reforços de trabalho de casa previstos serão também uma forma de avaliação formativa que permita a alunos com mais dificuldades verificarem o seu progresso. g) ARTICULAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL: Para facilitar a articulação vertical do currículo a continuidade pedagógica será considerada como critério prioritá- rio de distribuição de serviço. O mesmo professor deverá acompanhar os alunos no ciclo. As reuniões semanais entre professores do mesmo ano e coordenadora do projeto servirão também para uma discussão do currículo permitindo estabelecer planificações que, considerando as características da turma, aten- dam à articulação vertical e horizontal. h) ATIVIDADE EXPERIMENTAL EM CONTEXTO DE SALA DE AULA: Em unidades letivas com professor assessor poderá ser utilizado o laboratório de matemática embora com mais de 20 alunos seja sempre necessário reformular a disposição das mesmas dispostas em U. Implicará sempre trabalho em grupos a par de eventual trabalho com equipamento informático. De qualquer modo será feito um esforço de planificação para que todas as turmas do ensino básico tenham acesso Aprovado em Conselho Pedagógico em 5/150
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    à atividade experimentalno laboratório de matemática, seja em contexto de aula de matemática, Estudo Acom- panhado ou Oficina de Matemática, pelo menos duas vezes em cada período escolar (só possível a partir de 2007/2008) 2.10. Orçamento do projeto: - Aquisição de serviços: 2000 € - N.º de especialistas: - N.º de formadores: 3 - Outros: Equipamento tecnológico: 2200 € - Computadores: 4 - DVD ou vídeos: - Impressoras: - Mesas interativas: - Projetores: - Quadros interativos: 1 - Scanners: - Televisões: - Outros: 10 calculadoras Material Pedagógico: 1400 € - Livros: - Materiais manipuláveis: 3 - Software: 1 - Outros: Outros: 1200 € - Melhoramento de espaços: 2 - Outros: quadros de porcelana quadriculados 2.11. N.º de horas de crédito horário: 20 2.12. Observações: - Foram reformulados não só os itens em que nos era pedido como outros. - Em 2006/2007 não foram implementadas coadjuvâncias de professores por falta de bolsa de horas. - Embora estejam considerados neste momento apenas 6 professores de Matemática no projeto e nenhum fora da Matemática, continua-se a procurar colaboração de outros grupos. Aprovado em Conselho Pedagógico em 6/150
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    RELATÓRIO DE AVALIAÇÃODO PAM 2010/2011 Aprovado em Conselho Pedagógico em 7/150
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