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Os Sertões
Campanha de Canudos
Euclides da Cunha
 Início do século XX;
 Duas Novidades essenciais podem ser observadas nas
obras pré-modernista:
 O interesse pela realidade brasileira;
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intervenção militar, enviada em
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estudos frenológicos.
 No final, 300 mulheres,
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mórbida levando-o a interpretar
caprichosamente as condições
objetivas (...) traduz-se
fundamentalmente como uma
regressão ao estágio mental dos tipos
ancestrais da espécie. (....)
Antonio Conselheiro foi um gnóstico
bronco” Os Sertões
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1909) foi um engenheiro, militar, físico,
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descreve o fenômeno de Canudos como um
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Euclides da Cunha
 Em Os sertões, Euclides da Cunha usou uma
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Canudos, um verdadeiro retrato do Brasil no fim do
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resistente, é mais perigoso; é mais forte; é mais duro”
Vivendo em um meio adverso, “o sertanejo é antes de tudo, um
forte”, um “hércules-quasímodo”, feio, com aparência débil e
preguiçosa, como uma “simplicidade a um tempo adorável e
ridícula”,crédulo, “eivado de misticismo”, mas quando surge um
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Lá no Alto do Tambor
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Os sertões

  • 1. Os Sertões Campanha de Canudos Euclides da Cunha
  • 2.  Início do século XX;  Duas Novidades essenciais podem ser observadas nas obras pré-modernista:  O interesse pela realidade brasileira;  Busca de uma linguagem mais simples e coloquial. Principais autores deste período: Euclides da Cunha; Lima Barreto; Monteiro Lobato; Augusto dos Anjos e João do Rio.
  • 3.  O Arraial de Canudos foi fundado em 1893, às margens do Rio Vaza Barris por Antonio Conselheiro.  A comunidade atraiu pessoas carentes por lá haver trabalho e acesso a terra, sem a exploração dos fazendeiros.  Um desentendimento com um lugarejo vizinho foi o pretexto para intervenção militar, enviada em novembro de 1896 . 100 praças são derrotados pelos jagunços. A guerra de Canudos (1896-1897)
  • 4.  Canudos foi abatido após 4 expedições militares, a última com quase 5 mil homens.  Antônio Conselheiro, morto em 22 de setembro de 1897, teve seu corpo exumado e sua cabeça decepada para estudos frenológicos.  No final, 300 mulheres, velhos e crianças se renderam.  Os 5.200 casebres foram pulverizados a dinamite. Vista Geral de Canudos Fotos Flávio de Barros,1897
  • 5. O corpo de Antonio Conselheiro Fotos Flávio de Barros,1897 Mulheres e crianças – Prisioneiros de guerra
  • 6. Os jornais, as elites e a população urbana interpretaram o episódio como uma luta em prol da restauração monárquica. “Doente grave só lhe pode ser aplicado o conceito da paranóia de Tanzi e Riva (...) Foi um documento raro de atavismo. A constituição mórbida levando-o a interpretar caprichosamente as condições objetivas (...) traduz-se fundamentalmente como uma regressão ao estágio mental dos tipos ancestrais da espécie. (....) Antonio Conselheiro foi um gnóstico bronco” Os Sertões Caricatura publicada na Revista Ilustrada, retrata Antônio Conselheiro, com um séquito de bufões armados com bacamartes em luta contra a República
  • 7.  Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha (1866- 1909) foi um engenheiro, militar, físico, naturalista, jornalista, geólogo, geógrafo, botânico, zoólogo, hidrógrafo, historiador, sociólogo, professor, filósofo, poeta, romancista, ensaísta e escritor brasileiro. Estudou na Escola Militar e fez curso de Engenharia.  Viveu durante algum tempo em São Paulo e em 1897, foi enviado pelo jornal O estado de S. Paulo ao Sertão da Bahia, para cobrir, a Guerra de Canudos.  Em sua principal obra: “Os Sertões”, ele descreve o fenômeno de Canudos como um problema social decorrente do isolamento político e econômico do sertão brasileiro. Caricatura de Euclides da Cunha por Raul Pederneiras, 1903 Euclides da Cunha
  • 8.  Em Os sertões, Euclides da Cunha usou uma linguagem rica em termos científicos, apresentou nessa obra, no qual o tema principal é a Guerra de Canudos, um verdadeiro retrato do Brasil no fim do século XIX, discutiu problemas que transcendem o conflito que ocorreu no interior da Bahia.  A obra narrativa mistura literatura, sociologia, filosofia e história, geografia, geologia, antropologia, por isso sua preciosidade e grandiosidade.  A obra “Os sertões” é subdividida em três partes: A terra (o meio), O homem (a raça) e A luta (o momento).
  • 9. - A Terra * análise das condições da terra do sertão(geológicas e geográficas), do clima e do seu principal problema (a seca e o deserto) “Realmente, entre os agentes determinantes da seca se intercalam, de modo apreciável, a estrutura e conformação do solo. (...) O martírio do homem , ali, é o reflexo de tortura maior, mais ampla, abrangendo a economia geral da vida. Nasce o martírio secular da Terra...” (Os Sertões)
  • 10. O homem * o homem como produto do meio , etnico e das circunstâncias sociais. Descrição do tipo sertanejo, suas características, mentalidade e costumes. Divisão do vaqueiro em dois tipos: jagunço e gaúcho - antíteses provocadas pela interação homem-meio. “O jagunço é menos teatralmente heróico, é mais tenaz; é mais resistente, é mais perigoso; é mais forte; é mais duro” Vivendo em um meio adverso, “o sertanejo é antes de tudo, um forte”, um “hércules-quasímodo”, feio, com aparência débil e preguiçosa, como uma “simplicidade a um tempo adorável e ridícula”,crédulo, “eivado de misticismo”, mas quando surge um incidente “tranfigura-se”
  • 11.  - A Luta  Discorre com riqueza de detalhes sobre a Campanha de Canudos Cantadores popular – quadrinha “Eu tava na ponta da rua Eu vi a rua se fechar Eu vi a fumaça da pólvora Eu via a corneta bradar Eu vi Antônio Conselheiro Lá no Alto do Tambor Com 180 praças É amor, é amor, é amor” (Domínio público)
  • 12.  Grupo: Kaíque e Rafaela.  Série: 3° ano A.  Professora: Amanda Carvalho.  Matéria: Língua Portuguesa. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte.” Euclides da Cunha