Marco Abreu dos Santos
marcoabreu@live.com
www.professormarco.wordpress.com
OS REFUGIADOS E A
CRISE MIGRATÓRIA
Introdução
 Refugiados são indivíduos que
sofrem perseguições de ordem
política, religiosa ou étnica, e são
obrigados a deixar o local em que
vivem e refugiar-se em regiões
onde se sintam seguros, mesmo
que seja no interior do próprios
país.
REPÚBLICA
DEMOCRÁTICA DO
CONGO
O conflito entre dois grupos rivais – os hutus
e os tutsis – já se estende por décadas,
gerando milhares de refugiados.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados
Uma mulher agoniza tentando amamentar seu filho (Acampamento de Munigi – Congo).
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados
Crânios e ossos de um grupo de pessoas que foi massacrado em uma igreja, onde tinham
procurado refúgio. A matança começou depois que o avião do presidente ruandês, Juvenal
Habyarimana Hutu, foi abatido sobre Kigali, a capital. No dia seguinte, foi assassinado
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus
contra tutsis e hutus moderados
Um ruandês debilitado por sua subnutrição repousa sua cabeça em um banco num campo de
órfãos lotados de refugiados no Ndosho, Zaire.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Centenas de refugiados hutus descansam perto de uma estrada em Mugunga – campo de
refugiados. Após a morte do presidente e do primeiro-ministro, os seus substitutos hutus elaboraram
uma lista de pessoas a serem eliminadas, principalmente tutsis, mas também hutus que se recusam
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Uma criança cobre o nariz devido ao mau cheiro que emana dos cadáveres.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Uma menina regugiada olha para uma vala comum onde dezenas de corpos foram enterrados.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Um soldado do Zaire inspeciona armas que foram confiscadas das tropas do governo de Ruanda.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Milhares de ruandeses fugiram do abate e recebem comida em um campo de refugiados.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Um gigantesco campo de refugiados instalado na Tanzânia.
O HORROR DO
GENOCÍDIO EM RUANDA
Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus
moderados
Crianças refugiadas deRuanda imploram aos soldados para deixá-las ir ao Zaire. Os soldados
fecharam a fronteira e já tinham atravessado suas mães.
Números
 Na década de 1970, havia
aproximadamente 2,5 milhões de
refugiados no mundo, número
que hoje é de 59,5 milhões,
conforme dados do Alto
Comissariado das Nações Unidas
para Refugiados (ACNUR).
Fluxos de
Refugiados
Origem: países
desenvolvimento
muito baixo
Origem: países que
enfrentam guerras
internas ou com
nações vizinhas.
Destino: países
vizinhos ou nações
desenvolvidas .
Destino: interior do
próprio país.
Motivos
 Violações dos direitos humanos;
 Governos ditatoriais ou democracias pouco
consolidadas;
 Guerras internas;
 Perseguições políticas e torturas;
 Extermínio étnico;
 Discriminação religiosa ou cultural;
 Problemas ambientais: desertificação,
desmatamento, erosão dos solos e desastres
químicos ou nucleares.
Crise de
refugiados
Crise de
refugiados A Europa enfrenta atualmente uma
grave crise de refugiados e
migrantes. Desde o início de 2015,
mais de 300 mil pessoas tentaram
chegar ao continente por meio de
travessias perigosas no
Mediterrâneo.
Crise de
refugiados O fluxo intenso de pessoas está
relacionado à situação de conflitos
armados e de perseguição
existente em vários países,
principalmente na Ásia e na África.
Principais conflitos
que alimentam a
atual crise
migratória
Síria
Palestinos fazem fila para receber comida no campo de refugiados de
Yarmouk, em Damasco (Síria), que foi atacado pela facção Estado
Islâmico neste ano.
Síria
 A Síria mergulhou em uma violenta guerra civil
em março de 2011, no contexto do levante
popular conhecido como Primavera Árabe,
após setores da população pegarem em
armas para tentar derrubar o ditador Bashar
al-Assad. Desde então, o controle sobre o
território do país está fragmentado entre
forças leais a Assad e grupos insurgentes,
como o Exército Livre da Síria e a frente al-
Nusra, ligada à Al-Qaeda. O conflito abriu o
caminho para que grupos radicais ganhassem
força. É o caso da facção Estado Islâmico,
que proclamou um califado na região em
Afeganistão
Policiais afegãos vigiam mercado onde atentado a bomba com caminhão
deixou sete mortos e mais de cem feridos.
Afeganistão
 A diáspora afegã formou-se em quatro
principais ondas: durante a invasão soviética
(1978 a 1989), na guerra civil (1992 a 1996),
sob o regime fundamentalista do Taleban
(1996-2001) e desde o início da intervenção
militar liderada pelos Estados Unidos após os
atentados terroristas de 11 de setembro de
2001. Nos últimos anos, o Taleban vem
intensificando sua insurgência no Afeganistão
para tentar recuperar a influência que tinha
até ser deposto. Temendo a violência e a
instabilidade política no país, muitos afegãos
buscam asilo na Europa.
Eritreia
Soldados da Eritreia ajudam família a erguer tenda em campo de
refugiados em Afabet, devido a ofensiva da Etiópia.
Eritreia
 A Eritreia é governada pelo ditador Isaias
Afworki desde sua independência em relação
à Etiópia, em 1993. O país é considerado por
muitos como a "Coreia do Norte africana",
dados os seus altos índices de repressão.
Somália
Campo de refugiados de Dadaab, no Quênia, que acolhe cidadãos somalis
que fogem da seca e da violência em seu país.
Somália
 A Somália enfrenta um violento conflito desde
a queda do ditador Siad Barre, em 1991,
fazendo com que muitas pessoas tenham sido
forçadas a deixar suas casas. A situação é
agravada por secas esporádicas, que
comprometem a segurança alimentar do país.
Em meio à instabilidade política, ganhou
espaço na Somália a milícia radical islâmica
Al-Shabaab, filiada à Al-Qaeda. Por vários
anos, o grupo proibiu a presença de ajuda
estrangeira em áreas do centro e do sul do
país, dificultando a entrega de ajuda
humanitária para populações em situação de
Nigéria
Meninas resgatadas do Boko Haram pelo Exército da Nigéria esperam para
receber roupas em campo de refugiados no país.
Nigéria
 A Nigéria busca fortalecer seu regime
democrático, instaurado em 1999, mas
enfrenta desafios como uma crise energética
e uma onda de violência sectária. Atualmente,
o governo lida com a insurgência do grupo
radical Boko Haram, que controla grandes
porções de território no norte do país.
Recentemente, o grupo declarou lealdade ao
Estado Islâmico.
Principais rotas
O destino nem
sempre é a
Europa"Cerca de 7,6 milhões fugiram para outras partes da Síria,
enquanto 4 milhões para outros países, principalmente os vizinhos
Turquia, Líbano e Jordânia. Uma pequena parte desses refugiados
busca asilo em países ricos da Europa, especialmente Alemanha
e Suécia".
"Atualmente, há 710 mil afegãos deslocados internamente e mais
de 2,5 milhões de afegãos refugiados em outros países, sendo que
95% deles vivem nos vizinhos Paquistão e Irã. Desde 2002, mais
de 3,8 milhões de pessoas refugiadas no Paquistão voltaram ao
Afeganistão”
O destino nem
sempre é a
Europa
"Atualmente, há mais de 216 mil refugiados da Eritreia nos vizinhos
Etiópia e Sudão.“
"há cerca de 1,1 milhão de pessoas deslocadas internamente na
Somália e mais de 1 milhão de somalis refugiados em outros
países, principalmente nos vizinhos Quênia, Etiópia e Iêmen.“
"Confrontos violentos entre as forças de segurança e os insurgentes
forçaram 1,3 milhão de nigerianos a fugir para outras partes do país,
além de cerca de 150 mil pessoas que se refugiaram principalmente
nos vizinhos Chade, Níger e Camarões."
Charges
Charges
Charges
Vídeos
 Reportagem do Fantástico (06 de setembro
de 2015) sobre a crise migratória na Europa.
 Depoimento da escritora senegalesa Fatou
Diome sobre imigração e racismo em debate
do programa francês “Ce soir (ou jamais!)”,
exibido no dia 24/04/2015 no canal France 2.
 O drama dos refugiados sírios e africanos que
chegam a Calais, França (reportagem do
canal português SIC de 30 de julho de 2015).
Referências
bibliográficasBOLIGIAN, Levon ... [et al.]. Geografia espaço e vivência. São
Paulo: Atual, 2005. (9º ano)
EL DIARIO.ES. El coste de la violencia para los congoleños.
Disponível em <http://www.eldiario.es/acnur/dia-refugiados-Goma-
Congo_6_93850639.html> . Acesso em 7 de set. 2015
FOLHA DE S. PAULO. Saiba quais são os conflitos que
alimentam a crise de refugiados na Europa. Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/asmais/2015/09/1676793-saiba-
quais-sao-os-conflitos-que-alimentam-a-crise-de-refugiados-na-
europa.shtml> Acesso em 7 de set. 2015
TARINGA!. El horror del genocidio em Ruanda. Disponível em
<http://www.taringa.net/posts/imagenes/17714681/El-horror-del-
genocidio-en-Ruanda.html>. Acesso em 7 de set. 2015

Os refugiados e a crise migratória

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    Marco Abreu dosSantos marcoabreu@live.com www.professormarco.wordpress.com OS REFUGIADOS E A CRISE MIGRATÓRIA
  • 2.
    Introdução  Refugiados sãoindivíduos que sofrem perseguições de ordem política, religiosa ou étnica, e são obrigados a deixar o local em que vivem e refugiar-se em regiões onde se sintam seguros, mesmo que seja no interior do próprios país.
  • 3.
    REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO O conflitoentre dois grupos rivais – os hutus e os tutsis – já se estende por décadas, gerando milhares de refugiados.
  • 4.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Uma mulher agoniza tentando amamentar seu filho (Acampamento de Munigi – Congo).
  • 5.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Crânios e ossos de um grupo de pessoas que foi massacrado em uma igreja, onde tinham procurado refúgio. A matança começou depois que o avião do presidente ruandês, Juvenal Habyarimana Hutu, foi abatido sobre Kigali, a capital. No dia seguinte, foi assassinado
  • 6.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Um ruandês debilitado por sua subnutrição repousa sua cabeça em um banco num campo de órfãos lotados de refugiados no Ndosho, Zaire.
  • 7.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Centenas de refugiados hutus descansam perto de uma estrada em Mugunga – campo de refugiados. Após a morte do presidente e do primeiro-ministro, os seus substitutos hutus elaboraram uma lista de pessoas a serem eliminadas, principalmente tutsis, mas também hutus que se recusam
  • 8.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Uma criança cobre o nariz devido ao mau cheiro que emana dos cadáveres.
  • 9.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Uma menina regugiada olha para uma vala comum onde dezenas de corpos foram enterrados.
  • 10.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Um soldado do Zaire inspeciona armas que foram confiscadas das tropas do governo de Ruanda.
  • 11.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Milhares de ruandeses fugiram do abate e recebem comida em um campo de refugiados.
  • 12.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Um gigantesco campo de refugiados instalado na Tanzânia.
  • 13.
    O HORROR DO GENOCÍDIOEM RUANDA Massacre perpetrado por extremistas hutus contra tutsis e hutus moderados Crianças refugiadas deRuanda imploram aos soldados para deixá-las ir ao Zaire. Os soldados fecharam a fronteira e já tinham atravessado suas mães.
  • 14.
    Números  Na décadade 1970, havia aproximadamente 2,5 milhões de refugiados no mundo, número que hoje é de 59,5 milhões, conforme dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).
  • 15.
    Fluxos de Refugiados Origem: países desenvolvimento muitobaixo Origem: países que enfrentam guerras internas ou com nações vizinhas. Destino: países vizinhos ou nações desenvolvidas . Destino: interior do próprio país.
  • 16.
    Motivos  Violações dosdireitos humanos;  Governos ditatoriais ou democracias pouco consolidadas;  Guerras internas;  Perseguições políticas e torturas;  Extermínio étnico;  Discriminação religiosa ou cultural;  Problemas ambientais: desertificação, desmatamento, erosão dos solos e desastres químicos ou nucleares.
  • 17.
  • 18.
    Crise de refugiados AEuropa enfrenta atualmente uma grave crise de refugiados e migrantes. Desde o início de 2015, mais de 300 mil pessoas tentaram chegar ao continente por meio de travessias perigosas no Mediterrâneo.
  • 19.
    Crise de refugiados Ofluxo intenso de pessoas está relacionado à situação de conflitos armados e de perseguição existente em vários países, principalmente na Ásia e na África.
  • 20.
    Principais conflitos que alimentama atual crise migratória
  • 21.
    Síria Palestinos fazem filapara receber comida no campo de refugiados de Yarmouk, em Damasco (Síria), que foi atacado pela facção Estado Islâmico neste ano.
  • 22.
    Síria  A Síriamergulhou em uma violenta guerra civil em março de 2011, no contexto do levante popular conhecido como Primavera Árabe, após setores da população pegarem em armas para tentar derrubar o ditador Bashar al-Assad. Desde então, o controle sobre o território do país está fragmentado entre forças leais a Assad e grupos insurgentes, como o Exército Livre da Síria e a frente al- Nusra, ligada à Al-Qaeda. O conflito abriu o caminho para que grupos radicais ganhassem força. É o caso da facção Estado Islâmico, que proclamou um califado na região em
  • 23.
    Afeganistão Policiais afegãos vigiammercado onde atentado a bomba com caminhão deixou sete mortos e mais de cem feridos.
  • 24.
    Afeganistão  A diásporaafegã formou-se em quatro principais ondas: durante a invasão soviética (1978 a 1989), na guerra civil (1992 a 1996), sob o regime fundamentalista do Taleban (1996-2001) e desde o início da intervenção militar liderada pelos Estados Unidos após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Nos últimos anos, o Taleban vem intensificando sua insurgência no Afeganistão para tentar recuperar a influência que tinha até ser deposto. Temendo a violência e a instabilidade política no país, muitos afegãos buscam asilo na Europa.
  • 25.
    Eritreia Soldados da Eritreiaajudam família a erguer tenda em campo de refugiados em Afabet, devido a ofensiva da Etiópia.
  • 26.
    Eritreia  A Eritreiaé governada pelo ditador Isaias Afworki desde sua independência em relação à Etiópia, em 1993. O país é considerado por muitos como a "Coreia do Norte africana", dados os seus altos índices de repressão.
  • 27.
    Somália Campo de refugiadosde Dadaab, no Quênia, que acolhe cidadãos somalis que fogem da seca e da violência em seu país.
  • 28.
    Somália  A Somáliaenfrenta um violento conflito desde a queda do ditador Siad Barre, em 1991, fazendo com que muitas pessoas tenham sido forçadas a deixar suas casas. A situação é agravada por secas esporádicas, que comprometem a segurança alimentar do país. Em meio à instabilidade política, ganhou espaço na Somália a milícia radical islâmica Al-Shabaab, filiada à Al-Qaeda. Por vários anos, o grupo proibiu a presença de ajuda estrangeira em áreas do centro e do sul do país, dificultando a entrega de ajuda humanitária para populações em situação de
  • 29.
    Nigéria Meninas resgatadas doBoko Haram pelo Exército da Nigéria esperam para receber roupas em campo de refugiados no país.
  • 30.
    Nigéria  A Nigériabusca fortalecer seu regime democrático, instaurado em 1999, mas enfrenta desafios como uma crise energética e uma onda de violência sectária. Atualmente, o governo lida com a insurgência do grupo radical Boko Haram, que controla grandes porções de território no norte do país. Recentemente, o grupo declarou lealdade ao Estado Islâmico.
  • 31.
  • 32.
    O destino nem sempreé a Europa"Cerca de 7,6 milhões fugiram para outras partes da Síria, enquanto 4 milhões para outros países, principalmente os vizinhos Turquia, Líbano e Jordânia. Uma pequena parte desses refugiados busca asilo em países ricos da Europa, especialmente Alemanha e Suécia". "Atualmente, há 710 mil afegãos deslocados internamente e mais de 2,5 milhões de afegãos refugiados em outros países, sendo que 95% deles vivem nos vizinhos Paquistão e Irã. Desde 2002, mais de 3,8 milhões de pessoas refugiadas no Paquistão voltaram ao Afeganistão”
  • 33.
    O destino nem sempreé a Europa "Atualmente, há mais de 216 mil refugiados da Eritreia nos vizinhos Etiópia e Sudão.“ "há cerca de 1,1 milhão de pessoas deslocadas internamente na Somália e mais de 1 milhão de somalis refugiados em outros países, principalmente nos vizinhos Quênia, Etiópia e Iêmen.“ "Confrontos violentos entre as forças de segurança e os insurgentes forçaram 1,3 milhão de nigerianos a fugir para outras partes do país, além de cerca de 150 mil pessoas que se refugiaram principalmente nos vizinhos Chade, Níger e Camarões."
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    Vídeos  Reportagem doFantástico (06 de setembro de 2015) sobre a crise migratória na Europa.  Depoimento da escritora senegalesa Fatou Diome sobre imigração e racismo em debate do programa francês “Ce soir (ou jamais!)”, exibido no dia 24/04/2015 no canal France 2.  O drama dos refugiados sírios e africanos que chegam a Calais, França (reportagem do canal português SIC de 30 de julho de 2015).
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    Referências bibliográficasBOLIGIAN, Levon ...[et al.]. Geografia espaço e vivência. São Paulo: Atual, 2005. (9º ano) EL DIARIO.ES. El coste de la violencia para los congoleños. Disponível em <http://www.eldiario.es/acnur/dia-refugiados-Goma- Congo_6_93850639.html> . Acesso em 7 de set. 2015 FOLHA DE S. PAULO. Saiba quais são os conflitos que alimentam a crise de refugiados na Europa. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/asmais/2015/09/1676793-saiba- quais-sao-os-conflitos-que-alimentam-a-crise-de-refugiados-na- europa.shtml> Acesso em 7 de set. 2015 TARINGA!. El horror del genocidio em Ruanda. Disponível em <http://www.taringa.net/posts/imagenes/17714681/El-horror-del- genocidio-en-Ruanda.html>. Acesso em 7 de set. 2015