O documento discute a crise de refugiados e a migração forçada, destacando a perseguição política, religiosa e étnica como principais causas. Exemplos incluem o genocídio em Ruanda, a guerra civil na Síria e a opressão na Eritreia, que resultaram em milhões de deslocados. A crise atual é caracterizada por fluxos migratórios perigosos em busca de segurança, especialmente na Europa.