ANÁLISE DE CONTEÚDO
Spradley
                                   Análise Etnográfica              Minayo
                                                         Análise de Conteúdo conectada
                                                          ao macro-contexto e análise
               Bardin                                            hermenêutica
     Análise Categorial-Temática
        e outras modalidades




                                                                                          Teixeira
                                                                                    Análise Ídeo-Central




            Turato
Análise de Conteúdo conectada                                                        Lefevre&Lefevre
      ao micro-contexto                             AC                              Discurso do Sujeito
                                                                                         Coletivo
ANÁLISE DE CONTEÚDO

• Definição  É uma técnica de investigação que
  tem por finalidade a descrição sistemática e
  quantitativa do conteúdo manifesto.

• Âmbito  Aplicável a todos os meios de
  comunicação e tipos de conteúdos.

• Instrumentos  Analíticos qualitativos; suportes
  informáticos e estatísticos.
AC – LAURENCE BARDIN

UM CONJUNTO DE TÉCNICAS DE ANÁLISE DAS
COMUNICAÇÕES VISANDO OBTER, POR
PROCEDIMENTOS SISTEMÁTICOS E OBJETIVOS DE
DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO DAS MENSAGENS,
INDICADORES QUE PERMITEM A INFERÊNCIA DE
CONHECIMENTOS RELATIVOS ÀS CONDIÇÕES DE
PRODUÇÃO/RECEPÇÃO DESTAS MENSAGENS.
ANÁLISE DE CONTEÚDO

1. é a técnica usada para estudar e analisar as
   variáveis de maneira objetiva, sistemática e
   quantitativa.
2. pode ser aplicada virtualmente a qualquer forma
   de comunicação (artigos, imprensa, livros,
   conversas, cartas, regulamentos, rádio, televisão).
3. o pesquisador pode analisar, a personalidade de
   alguém (avaliando seus escritos); as intenções,
   (análise dos conteúdos das mensagens);
   desvendar as ideologias, auditar conteúdos das
   comunicações e compará-los com padrões, ou
   determinados objetivos.
VANTAGENS

1.   É uma metodologia utilizável em todas as áreas
     científicas;
2.   É autónoma do objecto;
3.   É pouco dispendiosa;
4.   Produz dados quantificáveis e de leitura universal;
5.   Produz dados qualificados (por exemplo,
     tendências).
DESVANTAGENS

A AC apresenta algumas dificuldades frente a outras
metodologias;
• Definição de uma amostra representativa;
• Determinação de unidades possíveis de analisar e
  medir;
• Definição operacional de categorias;
• Obtenção de formas confiáveis de codificação.
ETAPAS

1. Fase de preanálise
Leitura flutuante; escolha e aceitação da amostra;
formulação das hipóteses e dos objetos; definição das
unidades de registo; definição de categorias e unidades
de registro.
2. Exploração do material
Operações de identificação, codificação e tabulação de
unidades de registro e de categorias.
3. Tratamento dos resultados obtidos
Tratamento estatístico; tratamento qualitativo dando
suporte a procedimentos de inferência, interpretação e
validação.
ETAPAS

   Realizar uma análise inicial do material
    coletado e organizado;
   realizar um estudo minucioso do
    conteúdo coletado (palavras e frases que
    o compõem);
   buscar o significado do material coletado
    (comparar, avaliar, descartar) o acessório,
    reconhecer o essencial e selecioná-lo em
    torno das ideias principais;
ETAPAS

 escolher uma unidade de análise para
 agrupar os conteúdos;
agrupar     as unidades segundo algum
 critério;
proceder      o   tratamento   estatístico
 conveniente
SUGESTÃO DE ROTEIRO

Variáveis de Forma:
1.   Identificação.
2.   Breve descrição da rede social.
3.   Dia/Mês/Ano do conteúdo escolhido.
4.   Tempo - identificação, em minutos e segundos,
do tempo do conteúdo analisado.
SUGESTÃO DE ROTEIRO

Variáveis do Discurso
1. Registro dos indivíduos presentes na rede social.
2. Registro do ator com maior intervenção na rede
   social.
3. Tema predominante.
4. Material selecionado.
5. Unidades de análise.
6. Análise do material.
7. Conclusões.

Orientações para o trabalho final

  • 1.
  • 3.
    Spradley Análise Etnográfica Minayo Análise de Conteúdo conectada ao macro-contexto e análise Bardin hermenêutica Análise Categorial-Temática e outras modalidades Teixeira Análise Ídeo-Central Turato Análise de Conteúdo conectada Lefevre&Lefevre ao micro-contexto AC Discurso do Sujeito Coletivo
  • 4.
    ANÁLISE DE CONTEÚDO •Definição  É uma técnica de investigação que tem por finalidade a descrição sistemática e quantitativa do conteúdo manifesto. • Âmbito  Aplicável a todos os meios de comunicação e tipos de conteúdos. • Instrumentos  Analíticos qualitativos; suportes informáticos e estatísticos.
  • 5.
    AC – LAURENCEBARDIN UM CONJUNTO DE TÉCNICAS DE ANÁLISE DAS COMUNICAÇÕES VISANDO OBTER, POR PROCEDIMENTOS SISTEMÁTICOS E OBJETIVOS DE DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO DAS MENSAGENS, INDICADORES QUE PERMITEM A INFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS RELATIVOS ÀS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO/RECEPÇÃO DESTAS MENSAGENS.
  • 6.
    ANÁLISE DE CONTEÚDO 1.é a técnica usada para estudar e analisar as variáveis de maneira objetiva, sistemática e quantitativa. 2. pode ser aplicada virtualmente a qualquer forma de comunicação (artigos, imprensa, livros, conversas, cartas, regulamentos, rádio, televisão). 3. o pesquisador pode analisar, a personalidade de alguém (avaliando seus escritos); as intenções, (análise dos conteúdos das mensagens); desvendar as ideologias, auditar conteúdos das comunicações e compará-los com padrões, ou determinados objetivos.
  • 7.
    VANTAGENS 1. É uma metodologia utilizável em todas as áreas científicas; 2. É autónoma do objecto; 3. É pouco dispendiosa; 4. Produz dados quantificáveis e de leitura universal; 5. Produz dados qualificados (por exemplo, tendências).
  • 8.
    DESVANTAGENS A AC apresentaalgumas dificuldades frente a outras metodologias; • Definição de uma amostra representativa; • Determinação de unidades possíveis de analisar e medir; • Definição operacional de categorias; • Obtenção de formas confiáveis de codificação.
  • 9.
    ETAPAS 1. Fase depreanálise Leitura flutuante; escolha e aceitação da amostra; formulação das hipóteses e dos objetos; definição das unidades de registo; definição de categorias e unidades de registro. 2. Exploração do material Operações de identificação, codificação e tabulação de unidades de registro e de categorias. 3. Tratamento dos resultados obtidos Tratamento estatístico; tratamento qualitativo dando suporte a procedimentos de inferência, interpretação e validação.
  • 10.
    ETAPAS  Realizar uma análise inicial do material coletado e organizado;  realizar um estudo minucioso do conteúdo coletado (palavras e frases que o compõem);  buscar o significado do material coletado (comparar, avaliar, descartar) o acessório, reconhecer o essencial e selecioná-lo em torno das ideias principais;
  • 11.
    ETAPAS  escolher umaunidade de análise para agrupar os conteúdos; agrupar as unidades segundo algum critério; proceder o tratamento estatístico conveniente
  • 12.
    SUGESTÃO DE ROTEIRO Variáveisde Forma: 1. Identificação. 2. Breve descrição da rede social. 3. Dia/Mês/Ano do conteúdo escolhido. 4. Tempo - identificação, em minutos e segundos, do tempo do conteúdo analisado.
  • 13.
    SUGESTÃO DE ROTEIRO Variáveisdo Discurso 1. Registro dos indivíduos presentes na rede social. 2. Registro do ator com maior intervenção na rede social. 3. Tema predominante. 4. Material selecionado. 5. Unidades de análise. 6. Análise do material. 7. Conclusões.