 A expressão “op-art”
vem do inglês (optical
art) e significa “arte
óptica”.
 Defendia para arte
"menos expressão e
mais visualização".
 Apesar do rigor com
que é construída,
simboliza um mundo
mutável e instável, que
não se mantém nunca
• Op art é
um termo
usado para
descrever a
arte que
explora a
falibilidade
do olho
pelo uso de
ilusões de
óticas.
• Os trabalhos de op
art são em geral
abstratos, e muitas
das peças mais
conhecidas usam
apenas o preto e o
branco. Quando são
observados, dão a
impressão de
movimento, clarões
ou vibração, ou por
vezes parecem
inchar ou deformar-
se.
Zebra – Victor Vasarely
Uma das obras da exposição "Luz, Cor e Movimento", da
Galerie Denise René, de Paris
Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art
passou por um desenvolvimento relativamente lento.
O Movimento
ganhou maior
reconhecimento
quando a
exposição
“Responsive Eye”
ou “Os olhos que
respondem”
ganhou destaque
jornais, tendo
como
consequência
outras exposições
como a “Luz, Cor
e Movimento” em
Paris.
• A Op Art, com suas pinturas
voluptuosas, brincam com nossas
percepções ópticas. As cores são
usadas para a criação de efeitos
visuais como sobreposição,
movimento e interação entre o
fundo e o foco principal. Os tons
vibrantes, círculos concêntricos e
formas que parecem pulsar são as
características mais marcantes
deste estilo artístico.
Foi criado pelo artista sueco Oscar Reutersvärd, em 1934.
Porém, seu reconhecimento maior foi devido aos estudos de
do matemático Roger Penrose descrevendo-o como
"impossível em sua forma pura“ chegando a criar outras
formas inspiradas pelo triângulo.
Formas impossíveis baseadas no triângulo de Penrose
Maurits Cornelis Escher foi um dos artistas mais
incríveis que já existiu.
Reconhecido pelas suas gravuras e pinturas, Escher
usou o triângulo de penrose como base para muitas
de suas obras.
Seus desenhos são formas tridimensionais
impossiveis de serem criadas, explorando o infinito
de modo singular.
Escher também
criou obras em
formas de padrão
geométrico, em
que sua
genialidade é
nitidamente vista.
Op Arte
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Op Arte

  • 2.
     A expressão“op-art” vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”.  Defendia para arte "menos expressão e mais visualização".  Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca
  • 3.
    • Op arté um termo usado para descrever a arte que explora a falibilidade do olho pelo uso de ilusões de óticas.
  • 4.
    • Os trabalhosde op art são em geral abstratos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar- se. Zebra – Victor Vasarely
  • 5.
    Uma das obrasda exposição "Luz, Cor e Movimento", da Galerie Denise René, de Paris Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. O Movimento ganhou maior reconhecimento quando a exposição “Responsive Eye” ou “Os olhos que respondem” ganhou destaque jornais, tendo como consequência outras exposições como a “Luz, Cor e Movimento” em Paris.
  • 6.
    • A OpArt, com suas pinturas voluptuosas, brincam com nossas percepções ópticas. As cores são usadas para a criação de efeitos visuais como sobreposição, movimento e interação entre o fundo e o foco principal. Os tons vibrantes, círculos concêntricos e formas que parecem pulsar são as características mais marcantes deste estilo artístico.
  • 26.
    Foi criado peloartista sueco Oscar Reutersvärd, em 1934. Porém, seu reconhecimento maior foi devido aos estudos de do matemático Roger Penrose descrevendo-o como "impossível em sua forma pura“ chegando a criar outras formas inspiradas pelo triângulo.
  • 27.
    Formas impossíveis baseadasno triângulo de Penrose
  • 28.
    Maurits Cornelis Escherfoi um dos artistas mais incríveis que já existiu. Reconhecido pelas suas gravuras e pinturas, Escher usou o triângulo de penrose como base para muitas de suas obras. Seus desenhos são formas tridimensionais impossiveis de serem criadas, explorando o infinito de modo singular. Escher também criou obras em formas de padrão geométrico, em que sua genialidade é nitidamente vista.