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vamos passar um dia juntos, então...vamos passar um dia juntos, então...
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ENSINARENSINAR
Estímulos para pensarEstímulos para pensar
e desmistificar os monstrose desmistificar os monstros
Consultoria Coletiva
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de como entrou
ACORDOS:
 Horário
 Celulares
 Silêncio
 Perguntas
VAMOS COMBINAR?VAMOS COMBINAR?
AGENDAAGENDA
 9:30 as 11:00 Introdução a Captação de Recursos
Introdução aos conceitos fundamentais da captação de recursos assim como a desmistificação de
conceitos equivocados sobre o tema. Histórico brasileiro resumido e análise comparada com outros
países.
 11:30 as 12:30 Diversificação das Fontes de Financiamento
Existem novas formas de obtenção de recursos mais além dos tradicionais repasses e cobrança de
impostos? Como algumas cidades tem buscado formas alternativas para realizar ações de
desenvolvimento? O que se poder aprender das experiências do terceiro setor na diversificação de fontes?
 14:00 as 15:30 Recursos Federais e Internacionais para Municípios
Destacaremos uma das formas de repasse federal aos municípios, que trata das transferências
voluntárias. A operacionalização dessas transferências é, em regra, viabilizada por meio de convênios ou
contrato de repasses.
 16:00 as 17:00 Envolvimento Comunitário
Pode-se optar por buscar recursos dentro do gabinete ou envolvendo a comunidade na busca de soluções
sociais. Neste momento da Oficina, discutiremos sobre quais as características que permitem estabelecer
um ciclo virtuoso de financiamentos e quais as experiências que se tornaram referência aqui no Brasil e lá
fora.
município
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RECURSOS
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Copo meio cheio ou meio vazio?Copo meio cheio ou meio vazio?
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DIVERSIFICAÇÃO DE FONTESDIVERSIFICAÇÃO DE FONTES
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““Não colocar todos os ovosNão colocar todos os ovos
no mesmo cesto…”no mesmo cesto…”
20% - 1 DOADOR
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CONHECIDOSCONHECIDOS
 TEMOS UMA ANÁLISE…TEMOS UMA ANÁLISE…
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0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
TRABALHO DE ESCALATRABALHO DE ESCALA
LEGITIMIDADLEGITIMIDAD
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PROJETOS EPROJETOS E
REUNIÕESREUNIÕES
EXERCÍCIO #3EXERCÍCIO #3 – O PLANO– O PLANO
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Ofimunicipal7maio2008

  • 1. Oficina Elaboração de Projetos eOficina Elaboração de Projetos e Parcerias para o DesenvolvimentoParcerias para o Desenvolvimento MunicipalMunicipal Marcelo Estraviz
  • 2. Antes de começarmos, é bom saber queAntes de começarmos, é bom saber que vamos passar um dia juntos, então...vamos passar um dia juntos, então... *Quem são vocês?*Quem são vocês?*Não se trata aqui de instituições...
  • 3. ENSINARENSINAR Estímulos para pensarEstímulos para pensar e desmistificar os monstrose desmistificar os monstros Consultoria Coletiva para sair diferente de como entrou ACORDOS:  Horário  Celulares  Silêncio  Perguntas VAMOS COMBINAR?VAMOS COMBINAR?
  • 4. AGENDAAGENDA  9:30 as 11:00 Introdução a Captação de Recursos Introdução aos conceitos fundamentais da captação de recursos assim como a desmistificação de conceitos equivocados sobre o tema. Histórico brasileiro resumido e análise comparada com outros países.  11:30 as 12:30 Diversificação das Fontes de Financiamento Existem novas formas de obtenção de recursos mais além dos tradicionais repasses e cobrança de impostos? Como algumas cidades tem buscado formas alternativas para realizar ações de desenvolvimento? O que se poder aprender das experiências do terceiro setor na diversificação de fontes?  14:00 as 15:30 Recursos Federais e Internacionais para Municípios Destacaremos uma das formas de repasse federal aos municípios, que trata das transferências voluntárias. A operacionalização dessas transferências é, em regra, viabilizada por meio de convênios ou contrato de repasses.  16:00 as 17:00 Envolvimento Comunitário Pode-se optar por buscar recursos dentro do gabinete ou envolvendo a comunidade na busca de soluções sociais. Neste momento da Oficina, discutiremos sobre quais as características que permitem estabelecer um ciclo virtuoso de financiamentos e quais as experiências que se tornaram referência aqui no Brasil e lá fora.
  • 6. SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONALSUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL MobilizarMobilizar RecursosRecursos prapra gerar frutosgerar frutos DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL AÇÕES MISSÃO semente caule DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL frutos
  • 7. O QUE É CAPTAR?O QUE É CAPTAR? PEDIR DINHEIRO SUPRIR NECESSIDADES CONCILIAR INTERESSES OU OUTRAS COISAS
  • 8. “Nunca pense que você precisa se desculpar por pedir a alguém que doe para uma causa de valor, é como se você estivesse dando a ele a oportunidade de participar de um investimento de alto nível. O dever dele em dar é igual ao seu em pedir” Rockfeller
  • 9. QUANTOS ERROS TEM AQUI ?QUANTOS ERROS TEM AQUI ? SOCIEDADESOCIEDADE nós
  • 10. SOCIEDADE O REAL TAMANHO DAS COISASO REAL TAMANHO DAS COISAS SOCIEDADE nós parceiros doadores governo “clientes” ONGs o vizinho tua prima mil etceteras
  • 12. OS ATIVOS COMUNITÁRIOSOS ATIVOS COMUNITÁRIOS Copo meio cheio ou meio vazio?Copo meio cheio ou meio vazio? Olhar o problema ou a solução?Olhar o problema ou a solução? Os “jovens” são alienados?Os “jovens” são alienados? Os “velhos” são incapazes?Os “velhos” são incapazes? Os “ricos” são egoístas?Os “ricos” são egoístas? O que a “comunidade” tem?O que a “comunidade” tem? Quem são essas pessoas?Quem são essas pessoas?
  • 13. EXERCÍCIO #1EXERCÍCIO #1 – LISTA DOS ATIVOS– LISTA DOS ATIVOS
  • 14. DIVERSIFICAÇÃO DE FONTESDIVERSIFICAÇÃO DE FONTES  Interdependência  Estabilidade  Legitimidade  Riqueza de experiências  Tem trabalho todo dia ““Não colocar todos os ovosNão colocar todos os ovos no mesmo cesto…”no mesmo cesto…”
  • 15. 20% - 1 DOADOR 20% - 2 DOADORES 20% - 5 DOADORES 20% - 10 DOADORES 20% - 500 DOADORES    RECURSOS LEGITIMIDADE A IMPORTÂNCIA DAS PESSOASA IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS
  • 16. FONTES DE RECURSOSFONTES DE RECURSOS EMPRESASEMPRESAS FUNDAÇÕESFUNDAÇÕES GOVERNOSGOVERNOS PESSOASPESSOAS
  • 17. Levantamento das fontes atuais e antigas Eventos realizados, contatos perdidos Similares  Pontos Fortes e Fracos para a captação Ameaças e Oportunidades MOMENTO DA ANÁLISEMOMENTO DA ANÁLISE
  • 18. EXERCÍCIO #2EXERCÍCIO #2 - ANÁLISES- ANÁLISES PONTOSPONTOS FORTESFORTES PONTOSPONTOS FRACOSFRACOS AMEAÇASAMEAÇASOPORTUNIDADESOPORTUNIDADES  LISTAS: Pessoas Empresas Fundações Governos
  • 19.  VIVEMOS EM REDEVIVEMOS EM REDE  RECURSOS SÃORECURSOS SÃO TROCASTROCAS  EXISTEM OS ATIVOSEXISTEM OS ATIVOS DA COMUNIDADEDA COMUNIDADE  EXISTEM NOSSOSEXISTEM NOSSOS CONHECIDOSCONHECIDOS  TEMOS UMA ANÁLISE…TEMOS UMA ANÁLISE… RECAPITULANDO…RECAPITULANDO…
  • 20. 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% TRABALHO DE ESCALATRABALHO DE ESCALA LEGITIMIDADLEGITIMIDAD EE PROJETOS EPROJETOS E REUNIÕESREUNIÕES
  • 21. EXERCÍCIO #3EXERCÍCIO #3 – O PLANO– O PLANO
  • 22. REQUISITOS PARA CAPTARREQUISITOS PARA CAPTAR Internos Ótima causa Missão sem desvios Administração Interna Casa Arrumada Externos Documentação Reconhecimento da comunidade Comunicação Solicitar!
  • 23. AS REUNIÕESAS REUNIÕES 1. Agendamento 2. Preparação, leituras e seleção das pessoas 3. Levar material institucional e projeto 4. Brilho nos olhos 5. Seja sucinto 6.6. SOLICITE!SOLICITE! 7. Escute bastante 8. Carta na manga 9. Agende e tchau
  • 24. ÚLTIMOS TOQUESÚLTIMOS TOQUES Trabalhar com diversificação de fontes. Ampliar nossa rede de apoiadores diariamente. Trata-se de mobilizar recursos entre PESSOAS!
  • 25. MOBILIZAÇÃO DE RECURSOSMOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Marcelo Estraviz marcelo.estraviz@gmail.com ABCR www.captadores.org OFICINA MUNICIPAL – maio de 2008 MUITO OBRIGADO (mesmo!)MUITO OBRIGADO (mesmo!)

Notas do Editor

  1. Século XIX O Estado nasce antes da nação Assistência social: mandado para a Igreja, organizações assistenciais confessionais: asilos, orfanatos, santas casas, obras de caridade Século XX O Estado brasileiro se envolve diretamente na assistência social Surgem as políticas de Getúlio Vargas, CLT, Ss, LBA, INPSs Militares Políticas compensatória e distributivista
  2. Séculos 19 e 20 – entidades religiosas, confessionais, caritárias, existentes até hoje. Anos 50 – conceito de proteção do trabalhador – organizações sem fins lucrativos são os partidos, os sindicatos, os clubes, as fundações corporativas, as fundações de previdência TUDO FECHADO PARA GRUPOS, CLASSES – Anos 70 – abertura lenta e gradual – ongs não tinham apoio nem político nem financeiro nacional. Se valem do capital internacional e de seu apoio político para sua proteção e sustentabilidade Anos 80 – início da democratização – redes, associações, “nacionalização” das ongs, maior visibilidade anos 90 – surgimento de um maior número de organizações, dados redegife, conceito da causa pública, da responsabilidade coletiva