Oficina Elaboração de Projetos eOficina Elaboração de Projetos e
Parcerias para o DesenvolvimentoParcerias para o Desenvolvimento
MunicipalMunicipal
Marcelo Estraviz
Antes de começarmos, é bom saber queAntes de começarmos, é bom saber que
vamos passar um dia juntos, então...vamos passar um dia juntos, então...
*Quem são vocês?*Quem são vocês?*Não se trata aqui de instituições...
ENSINARENSINAR
Estímulos para pensarEstímulos para pensar
e desmistificar os monstrose desmistificar os monstros
Consultoria Coletiva
para sair diferente
de como entrou
ACORDOS:
 Horário
 Celulares
 Silêncio
 Perguntas
VAMOS COMBINAR?VAMOS COMBINAR?
AGENDAAGENDA
 9:30 as 11:00 Introdução a Captação de Recursos
Introdução aos conceitos fundamentais da captação de recursos assim como a desmistificação de
conceitos equivocados sobre o tema. Histórico brasileiro resumido e análise comparada com outros
países.
 11:30 as 12:30 Diversificação das Fontes de Financiamento
Existem novas formas de obtenção de recursos mais além dos tradicionais repasses e cobrança de
impostos? Como algumas cidades tem buscado formas alternativas para realizar ações de
desenvolvimento? O que se poder aprender das experiências do terceiro setor na diversificação de fontes?
 14:00 as 15:30 Recursos Federais e Internacionais para Municípios
Destacaremos uma das formas de repasse federal aos municípios, que trata das transferências
voluntárias. A operacionalização dessas transferências é, em regra, viabilizada por meio de convênios ou
contrato de repasses.
 16:00 as 17:00 Envolvimento Comunitário
Pode-se optar por buscar recursos dentro do gabinete ou envolvendo a comunidade na busca de soluções
sociais. Neste momento da Oficina, discutiremos sobre quais as características que permitem estabelecer
um ciclo virtuoso de financiamentos e quais as experiências que se tornaram referência aqui no Brasil e lá
fora.
município
SOBREVIVENDO E APRENDENDO
RECURSOS
MUNDO
FUTURO
PARCEIROS
SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONALSUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL
MobilizarMobilizar
RecursosRecursos prapra
gerar frutosgerar frutos
DESENVOLVIMENTO
INSTITUCIONAL
AÇÕES
MISSÃO
semente
caule
DESENVOLVIMENTO
MUNICIPAL
frutos
O QUE É CAPTAR?O QUE É CAPTAR?
PEDIR
DINHEIRO
SUPRIR
NECESSIDADES
CONCILIAR
INTERESSES
OU
OUTRAS
COISAS
“Nunca pense que você precisa
se desculpar por pedir a alguém
que doe para uma causa de
valor, é como se você estivesse
dando a ele a oportunidade de
participar de um investimento
de alto nível. O dever dele em
dar é igual ao seu em pedir”
Rockfeller
QUANTOS ERROS TEM AQUI ?QUANTOS ERROS TEM AQUI ?
SOCIEDADESOCIEDADE
nós
SOCIEDADE
O REAL TAMANHO DAS COISASO REAL TAMANHO DAS COISAS
SOCIEDADE
nós
parceiros
doadores
governo
“clientes”
ONGs o vizinho
tua prima
mil etceteras
AQUI
ESTÁ
VOCÊ
OS ATIVOS COMUNITÁRIOSOS ATIVOS COMUNITÁRIOS
Copo meio cheio ou meio vazio?Copo meio cheio ou meio vazio?
Olhar o problema ou a solução?Olhar o problema ou a solução?
Os “jovens” são alienados?Os “jovens” são alienados?
Os “velhos” são incapazes?Os “velhos” são incapazes?
Os “ricos” são egoístas?Os “ricos” são egoístas?
O que a “comunidade” tem?O que a “comunidade” tem?
Quem são essas pessoas?Quem são essas pessoas?
EXERCÍCIO #1EXERCÍCIO #1 – LISTA DOS ATIVOS– LISTA DOS ATIVOS
DIVERSIFICAÇÃO DE FONTESDIVERSIFICAÇÃO DE FONTES
 Interdependência
 Estabilidade
 Legitimidade
 Riqueza de experiências
 Tem trabalho todo dia
““Não colocar todos os ovosNão colocar todos os ovos
no mesmo cesto…”no mesmo cesto…”
20% - 1 DOADOR
20% - 2 DOADORES
20% - 5 DOADORES
20% - 10 DOADORES
20% - 500 DOADORES
  
RECURSOS
LEGITIMIDADE
A IMPORTÂNCIA DAS PESSOASA IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS
FONTES DE RECURSOSFONTES DE RECURSOS
EMPRESASEMPRESAS FUNDAÇÕESFUNDAÇÕES
GOVERNOSGOVERNOS PESSOASPESSOAS
Levantamento das fontes atuais e antigas
Eventos realizados, contatos perdidos
Similares

Pontos Fortes e Fracos para
a captação
Ameaças e Oportunidades
MOMENTO DA ANÁLISEMOMENTO DA ANÁLISE
EXERCÍCIO #2EXERCÍCIO #2 - ANÁLISES- ANÁLISES
PONTOSPONTOS
FORTESFORTES
PONTOSPONTOS
FRACOSFRACOS
AMEAÇASAMEAÇASOPORTUNIDADESOPORTUNIDADES

LISTAS:
Pessoas
Empresas
Fundações
Governos
 VIVEMOS EM REDEVIVEMOS EM REDE
 RECURSOS SÃORECURSOS SÃO
TROCASTROCAS
 EXISTEM OS ATIVOSEXISTEM OS ATIVOS
DA COMUNIDADEDA COMUNIDADE
 EXISTEM NOSSOSEXISTEM NOSSOS
CONHECIDOSCONHECIDOS
 TEMOS UMA ANÁLISE…TEMOS UMA ANÁLISE…
RECAPITULANDO…RECAPITULANDO…
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
TRABALHO DE ESCALATRABALHO DE ESCALA
LEGITIMIDADLEGITIMIDAD
EE
PROJETOS EPROJETOS E
REUNIÕESREUNIÕES
EXERCÍCIO #3EXERCÍCIO #3 – O PLANO– O PLANO
REQUISITOS PARA CAPTARREQUISITOS PARA CAPTAR
Internos
Ótima causa
Missão sem desvios
Administração
Interna
Casa Arrumada
Externos
Documentação
Reconhecimento
da comunidade
Comunicação
Solicitar!
AS REUNIÕESAS REUNIÕES
1. Agendamento
2. Preparação, leituras e seleção das pessoas
3. Levar material institucional e projeto
4. Brilho nos olhos
5. Seja sucinto
6.6. SOLICITE!SOLICITE!
7. Escute bastante
8. Carta na manga
9. Agende e tchau
ÚLTIMOS TOQUESÚLTIMOS TOQUES
Trabalhar com diversificação de fontes.
Ampliar nossa rede de apoiadores diariamente.
Trata-se de mobilizar recursos entre PESSOAS!
MOBILIZAÇÃO DE RECURSOSMOBILIZAÇÃO DE RECURSOS
Marcelo Estraviz
marcelo.estraviz@gmail.com
ABCR
www.captadores.org
OFICINA MUNICIPAL – maio de 2008
MUITO OBRIGADO (mesmo!)MUITO OBRIGADO (mesmo!)

Ofimunicipal7maio2008

  • 1.
    Oficina Elaboração deProjetos eOficina Elaboração de Projetos e Parcerias para o DesenvolvimentoParcerias para o Desenvolvimento MunicipalMunicipal Marcelo Estraviz
  • 2.
    Antes de começarmos,é bom saber queAntes de começarmos, é bom saber que vamos passar um dia juntos, então...vamos passar um dia juntos, então... *Quem são vocês?*Quem são vocês?*Não se trata aqui de instituições...
  • 3.
    ENSINARENSINAR Estímulos para pensarEstímulospara pensar e desmistificar os monstrose desmistificar os monstros Consultoria Coletiva para sair diferente de como entrou ACORDOS:  Horário  Celulares  Silêncio  Perguntas VAMOS COMBINAR?VAMOS COMBINAR?
  • 4.
    AGENDAAGENDA  9:30 as11:00 Introdução a Captação de Recursos Introdução aos conceitos fundamentais da captação de recursos assim como a desmistificação de conceitos equivocados sobre o tema. Histórico brasileiro resumido e análise comparada com outros países.  11:30 as 12:30 Diversificação das Fontes de Financiamento Existem novas formas de obtenção de recursos mais além dos tradicionais repasses e cobrança de impostos? Como algumas cidades tem buscado formas alternativas para realizar ações de desenvolvimento? O que se poder aprender das experiências do terceiro setor na diversificação de fontes?  14:00 as 15:30 Recursos Federais e Internacionais para Municípios Destacaremos uma das formas de repasse federal aos municípios, que trata das transferências voluntárias. A operacionalização dessas transferências é, em regra, viabilizada por meio de convênios ou contrato de repasses.  16:00 as 17:00 Envolvimento Comunitário Pode-se optar por buscar recursos dentro do gabinete ou envolvendo a comunidade na busca de soluções sociais. Neste momento da Oficina, discutiremos sobre quais as características que permitem estabelecer um ciclo virtuoso de financiamentos e quais as experiências que se tornaram referência aqui no Brasil e lá fora.
  • 5.
  • 6.
    SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONALSUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL MobilizarMobilizar RecursosRecursosprapra gerar frutosgerar frutos DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL AÇÕES MISSÃO semente caule DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL frutos
  • 7.
    O QUE ÉCAPTAR?O QUE É CAPTAR? PEDIR DINHEIRO SUPRIR NECESSIDADES CONCILIAR INTERESSES OU OUTRAS COISAS
  • 8.
    “Nunca pense quevocê precisa se desculpar por pedir a alguém que doe para uma causa de valor, é como se você estivesse dando a ele a oportunidade de participar de um investimento de alto nível. O dever dele em dar é igual ao seu em pedir” Rockfeller
  • 9.
    QUANTOS ERROS TEMAQUI ?QUANTOS ERROS TEM AQUI ? SOCIEDADESOCIEDADE nós
  • 10.
    SOCIEDADE O REAL TAMANHODAS COISASO REAL TAMANHO DAS COISAS SOCIEDADE nós parceiros doadores governo “clientes” ONGs o vizinho tua prima mil etceteras
  • 11.
  • 12.
    OS ATIVOS COMUNITÁRIOSOSATIVOS COMUNITÁRIOS Copo meio cheio ou meio vazio?Copo meio cheio ou meio vazio? Olhar o problema ou a solução?Olhar o problema ou a solução? Os “jovens” são alienados?Os “jovens” são alienados? Os “velhos” são incapazes?Os “velhos” são incapazes? Os “ricos” são egoístas?Os “ricos” são egoístas? O que a “comunidade” tem?O que a “comunidade” tem? Quem são essas pessoas?Quem são essas pessoas?
  • 13.
    EXERCÍCIO #1EXERCÍCIO #1– LISTA DOS ATIVOS– LISTA DOS ATIVOS
  • 14.
    DIVERSIFICAÇÃO DE FONTESDIVERSIFICAÇÃODE FONTES  Interdependência  Estabilidade  Legitimidade  Riqueza de experiências  Tem trabalho todo dia ““Não colocar todos os ovosNão colocar todos os ovos no mesmo cesto…”no mesmo cesto…”
  • 15.
    20% - 1DOADOR 20% - 2 DOADORES 20% - 5 DOADORES 20% - 10 DOADORES 20% - 500 DOADORES    RECURSOS LEGITIMIDADE A IMPORTÂNCIA DAS PESSOASA IMPORTÂNCIA DAS PESSOAS
  • 16.
    FONTES DE RECURSOSFONTESDE RECURSOS EMPRESASEMPRESAS FUNDAÇÕESFUNDAÇÕES GOVERNOSGOVERNOS PESSOASPESSOAS
  • 17.
    Levantamento das fontesatuais e antigas Eventos realizados, contatos perdidos Similares  Pontos Fortes e Fracos para a captação Ameaças e Oportunidades MOMENTO DA ANÁLISEMOMENTO DA ANÁLISE
  • 18.
    EXERCÍCIO #2EXERCÍCIO #2- ANÁLISES- ANÁLISES PONTOSPONTOS FORTESFORTES PONTOSPONTOS FRACOSFRACOS AMEAÇASAMEAÇASOPORTUNIDADESOPORTUNIDADES  LISTAS: Pessoas Empresas Fundações Governos
  • 19.
     VIVEMOS EMREDEVIVEMOS EM REDE  RECURSOS SÃORECURSOS SÃO TROCASTROCAS  EXISTEM OS ATIVOSEXISTEM OS ATIVOS DA COMUNIDADEDA COMUNIDADE  EXISTEM NOSSOSEXISTEM NOSSOS CONHECIDOSCONHECIDOS  TEMOS UMA ANÁLISE…TEMOS UMA ANÁLISE… RECAPITULANDO…RECAPITULANDO…
  • 20.
    0% 10% 20%30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% TRABALHO DE ESCALATRABALHO DE ESCALA LEGITIMIDADLEGITIMIDAD EE PROJETOS EPROJETOS E REUNIÕESREUNIÕES
  • 21.
    EXERCÍCIO #3EXERCÍCIO #3– O PLANO– O PLANO
  • 22.
    REQUISITOS PARA CAPTARREQUISITOSPARA CAPTAR Internos Ótima causa Missão sem desvios Administração Interna Casa Arrumada Externos Documentação Reconhecimento da comunidade Comunicação Solicitar!
  • 23.
    AS REUNIÕESAS REUNIÕES 1.Agendamento 2. Preparação, leituras e seleção das pessoas 3. Levar material institucional e projeto 4. Brilho nos olhos 5. Seja sucinto 6.6. SOLICITE!SOLICITE! 7. Escute bastante 8. Carta na manga 9. Agende e tchau
  • 24.
    ÚLTIMOS TOQUESÚLTIMOS TOQUES Trabalharcom diversificação de fontes. Ampliar nossa rede de apoiadores diariamente. Trata-se de mobilizar recursos entre PESSOAS!
  • 25.
    MOBILIZAÇÃO DE RECURSOSMOBILIZAÇÃODE RECURSOS Marcelo Estraviz marcelo.estraviz@gmail.com ABCR www.captadores.org OFICINA MUNICIPAL – maio de 2008 MUITO OBRIGADO (mesmo!)MUITO OBRIGADO (mesmo!)

Notas do Editor

  • #7 Século XIX O Estado nasce antes da nação Assistência social: mandado para a Igreja, organizações assistenciais confessionais: asilos, orfanatos, santas casas, obras de caridade Século XX O Estado brasileiro se envolve diretamente na assistência social Surgem as políticas de Getúlio Vargas, CLT, Ss, LBA, INPSs Militares Políticas compensatória e distributivista
  • #8 Séculos 19 e 20 – entidades religiosas, confessionais, caritárias, existentes até hoje. Anos 50 – conceito de proteção do trabalhador – organizações sem fins lucrativos são os partidos, os sindicatos, os clubes, as fundações corporativas, as fundações de previdência TUDO FECHADO PARA GRUPOS, CLASSES – Anos 70 – abertura lenta e gradual – ongs não tinham apoio nem político nem financeiro nacional. Se valem do capital internacional e de seu apoio político para sua proteção e sustentabilidade Anos 80 – início da democratização – redes, associações, “nacionalização” das ongs, maior visibilidade anos 90 – surgimento de um maior número de organizações, dados redegife, conceito da causa pública, da responsabilidade coletiva