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Estratégias de Captação de
Recursos para o Setor Público
Professor: Marcelo Estraviz
Nossa agenda
Serão 4 grandes temas:
 O que é captação de recursos
 Diversificação das fontes de
financiamento
 Captação e o poder local
 Envolvimento Comunitário
Fonte da imagem: xxxxxx
Código de Ética
Questões principais da profissão envolvem o
não comissionamento e o respeito ao doador.A
lógica segue o raciocínio da busca de aliados
para ONGs mas se aplica também ao governo.
Quantos de vocês conhecem os denominados
lobbistas? Porque vocês acham que existe uma
comissão ou taxa de sucesso? O que isso
implica na defesa de causas? Alguem sabe
como funciona o lobby em outros países?
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Comissão gera a corrupção?
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ONGs e as causas
 Sociedade civil
 Recursos
 Projetos
 O que vem primeiro?
Fonte da imagem: xxxxxx
Fundraising no Brasil
Fonte da imagem: xxxxxx
Políticas Públicas
Nossa jovem
democracia mostra
como em alguns
casos há a força da
pressão popular: SUS
na constituição de
88; ficha limpa; 10%
para educação. Etc...
ONGs!
Onde estão nossos aliados?
Seja em ONGs como em municípios:
 Na vizinhança
 Nas outras esferas governamentais
 Em outros municipios que fazem ou
fizeram o mesmo que estamos fazendo
 Em outros países.
Fonte da imagem: xxxxxx
Plano annual de Captação
Metas de um plano de ONG
Após o planejamento estratégico contendo
as atividades que realizarão, devem definir
as metas financeiras para concretizar essas
atividades:
 Qual a meta total
 Qual o prazo
 Quais as fontes
 Quais as metas por fontes.
Fonte da imagem: xxxxxx
Projetos e Programas
Tanto para a área pública como para ONGs
(e também empresas em muitos casos), é
importante definir a diferença entre
projetos e programas.
 Na área pública há o PPA
 Em ONGs existem as linhas de atuação
(programas) e as atividades com começo,
meio e fim (projetos).
Fonte da imagem: xxxxxx
Foco é gente, sempre
Projetos e pessoas
Projetos são coisas. Pessoas são… pessoas!
Costumamos atuar ao contrário,
valorizando os papéis e esquecendo que
eles são os intermediários de nossas ações.
Projetos são ferramentas de gestão.
Pessoas são para quem estamos
trabalhando.
Munícipe/aliado/pessoa/gente
Atuais e futuros apoiadores
 Um projeto se faz “com” e não “para”.
 Se isso não foi feito assim: revise o "com"
 Se já não é possivel, apresente-o antes
de começá-lo.
 Se já o começou, convide pessoas para
opinarem.
 Se... Você ainda acha que terá
apoiadores?
Fonte da imagem: xxxxxx
Diversificação de Fontes
 Para além dos repasses da união e da
cobrança de impostos.
 Experiências do terceiro setor na
diversificação
 Casos de municípios que diversificam.
 Planos de captação específicos para a
diversificação de recursos.
Fonte da imagem: xxxxxx
Um pouco sobre Projetos
• Projetos são ferramentas de gestão.
• Tem começo meio e fim.
• Ter um esforço concentrado, para depois
passar a ser algo com continuidade.
Exemplo: construção de um hospital.
• No Brasil somos bons de projetos e ruins
de manutenção.
Fonte da imagem: xxxxxx
Só projeto é apagar incêndio
Fonte da imagem: xxxxxx
Campanhas Anuais
A boa gestão pede que para além de
recursos novos para projetos novos,
busquemos recursos para financiar nossos
custeios.
Muitas ONGs se financiam via projetos
quando deveriam buscar recursos não
carimbados para sua manutenção.
Fonte da imagem: xxxxxx
Patrocínios na área pública?
 Na verdade isso já existe. Governo
federal, estadual e municipal se
complementam nos recursos.
 Categorias de patrocínio, como vemos na
área cultural, é a forma mais pragmatica
de valorizar o investimento de acordo
com seus tamanhos.
 É importante estar atento ao ministério
público e a interpretação da Lei 8.666.
Fonte da imagem: xxxxxx
Antes e após a inauguração
Cessão de espaços,
locações, “naming
rights”, PPPs,
concessões...
Privatizações e/ou
estatizações. O
importante é gerir o
recurso público.
Como fazem as ONGs?
Um plano anual de captação contempla:
 Projetos
 Campanhas
 Venda de produtos e serviços
 Eventos...
(caso Barretos)
Fonte da imagem: xxxxxx
Empreiteiras
Orçando o custeio
Após a inauguração, costumamos ver
equipamentos públicos se deteriorarem
com rapidez.
Isso acontece porque simplesmente não se
planejou o orçamento de manutenção de
coisas simples, como uma torneira ou um
vidro.
E é tão simples...
Fonte da imagem: xxxxxx
As escolas e os fundos da APM
Pensando nisso que se criaram os
macanismos jurídicos adequados para que
as escolas recebessesm, através das APMs,
recursos de pequena monta para usos
corriqueiros: pintar um muro, comprar um
computador...
O que tem acontecido em muitos
municipios é que nem os pais sabem dessa
possibilidade e se alega pouca
participação...
Fonte da imagem: xxxxxx
Eventos simbólicos
Fazer um encontro, um evento, uma
reunião para escutar; tudo isso é muito
simples e fácil de organizar.
Nessas horas se descobrem os talentos e
as forças locais. Não é pra fazer comício e
sim pra explicar algo e convidá-los a se
envolver.
Captação e o poder local
 Captar com o Governo Federal
 É no Município que as coisas acontecem
 República Federativa.
 O estado e o Estado.
Fonte da imagem: xxxxxx
Federação
• Pensemos no caso
americano e na
realidade
Brasileira.
• Caso recente da
Catalunha.
• Os municípios no
Brasil e a
constituição.
Plano Plurianual
A ideia de planejamento é recente no Brasil
como um todo. Na área privada havia uma
inflação que impedia qualquer plano e na
área pública plano estava associado a uma
solução drástica (plano collor, verão,
cruzado...)
Os PPAs buscam mudar isso.
Fonte da imagem: xxxxxx
Tranferências constitucionais
Aqui entram os fundos
previstos na
constituição, como os
de participação dos
municípios ou o
FUNDEB.
Os pequenos
municípios em sua
maioria vivem desses
recursos.
O SUS como case
Na constituição de 1988 o Sistema Único de
saúde foi criado de forma a contemplar os
entes federativos e a própria sociedade civil
organizada. Não há uma brecha no sistema
e todas as partes sabem sua
responsabilidade e seu papel no processo.
O SUAS se inspirou nesse modelo mas
várias outras ações ainda não ficam claras:
educação, cultura, etc...
Fonte da imagem: xxxxxx
Então a solução é buscar recursos
SICONV
Antigamente cada ministério e órgão
federal tinha seu próprio sistema de
conveniamento.
Hoje em dia se busca integrar tudo isso em
um único portal, que está a meio caminho
de ser algo ideal.
A lógica segue o PPA.
Um Universo de programas e recursos.
Fonte da imagem: xxxxxx
Qual o caminho das pedras?
QI do Bem
• Chamado “quem indica” pode e deve ser
aplicado para obtenção de informações.
• O que se costuma fazer (e é errado!) é
obtenção de vantagens, facilidades e
recursos “não contabilizados”.
• É possivel ter aliados em Brasilia.
Pressão gera transparência
 Recursos sobram
 Faltam bons projetos
 Há corrupção
 Faltam bons gestores
 Pressão política
Fonte da imagem: xxxxxx
Obrigado!
Marcelo Estraviz
marcelo@estraviz.com.br
www.estraviz.com.br

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Captacao uspleste

  • 1. Estratégias de Captação de Recursos para o Setor Público Professor: Marcelo Estraviz
  • 2. Nossa agenda Serão 4 grandes temas:  O que é captação de recursos  Diversificação das fontes de financiamento  Captação e o poder local  Envolvimento Comunitário Fonte da imagem: xxxxxx
  • 3. Código de Ética Questões principais da profissão envolvem o não comissionamento e o respeito ao doador.A lógica segue o raciocínio da busca de aliados para ONGs mas se aplica também ao governo. Quantos de vocês conhecem os denominados lobbistas? Porque vocês acham que existe uma comissão ou taxa de sucesso? O que isso implica na defesa de causas? Alguem sabe como funciona o lobby em outros países? Fonte da imagem: xxxxxx
  • 4. Comissão gera a corrupção? Fonte da imagem: xxxxxx
  • 5. ONGs e as causas  Sociedade civil  Recursos  Projetos  O que vem primeiro? Fonte da imagem: xxxxxx
  • 6. Fundraising no Brasil Fonte da imagem: xxxxxx
  • 7. Políticas Públicas Nossa jovem democracia mostra como em alguns casos há a força da pressão popular: SUS na constituição de 88; ficha limpa; 10% para educação. Etc... ONGs!
  • 8. Onde estão nossos aliados? Seja em ONGs como em municípios:  Na vizinhança  Nas outras esferas governamentais  Em outros municipios que fazem ou fizeram o mesmo que estamos fazendo  Em outros países. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 9. Plano annual de Captação
  • 10. Metas de um plano de ONG Após o planejamento estratégico contendo as atividades que realizarão, devem definir as metas financeiras para concretizar essas atividades:  Qual a meta total  Qual o prazo  Quais as fontes  Quais as metas por fontes. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 11. Projetos e Programas Tanto para a área pública como para ONGs (e também empresas em muitos casos), é importante definir a diferença entre projetos e programas.  Na área pública há o PPA  Em ONGs existem as linhas de atuação (programas) e as atividades com começo, meio e fim (projetos). Fonte da imagem: xxxxxx
  • 12. Foco é gente, sempre
  • 13. Projetos e pessoas Projetos são coisas. Pessoas são… pessoas! Costumamos atuar ao contrário, valorizando os papéis e esquecendo que eles são os intermediários de nossas ações. Projetos são ferramentas de gestão. Pessoas são para quem estamos trabalhando.
  • 15. Atuais e futuros apoiadores  Um projeto se faz “com” e não “para”.  Se isso não foi feito assim: revise o "com"  Se já não é possivel, apresente-o antes de começá-lo.  Se já o começou, convide pessoas para opinarem.  Se... Você ainda acha que terá apoiadores? Fonte da imagem: xxxxxx
  • 16. Diversificação de Fontes  Para além dos repasses da união e da cobrança de impostos.  Experiências do terceiro setor na diversificação  Casos de municípios que diversificam.  Planos de captação específicos para a diversificação de recursos. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 17. Um pouco sobre Projetos • Projetos são ferramentas de gestão. • Tem começo meio e fim. • Ter um esforço concentrado, para depois passar a ser algo com continuidade. Exemplo: construção de um hospital. • No Brasil somos bons de projetos e ruins de manutenção. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 18. Só projeto é apagar incêndio Fonte da imagem: xxxxxx
  • 19. Campanhas Anuais A boa gestão pede que para além de recursos novos para projetos novos, busquemos recursos para financiar nossos custeios. Muitas ONGs se financiam via projetos quando deveriam buscar recursos não carimbados para sua manutenção. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 20. Patrocínios na área pública?  Na verdade isso já existe. Governo federal, estadual e municipal se complementam nos recursos.  Categorias de patrocínio, como vemos na área cultural, é a forma mais pragmatica de valorizar o investimento de acordo com seus tamanhos.  É importante estar atento ao ministério público e a interpretação da Lei 8.666. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 21. Antes e após a inauguração Cessão de espaços, locações, “naming rights”, PPPs, concessões... Privatizações e/ou estatizações. O importante é gerir o recurso público.
  • 22. Como fazem as ONGs? Um plano anual de captação contempla:  Projetos  Campanhas  Venda de produtos e serviços  Eventos... (caso Barretos) Fonte da imagem: xxxxxx
  • 24. Orçando o custeio Após a inauguração, costumamos ver equipamentos públicos se deteriorarem com rapidez. Isso acontece porque simplesmente não se planejou o orçamento de manutenção de coisas simples, como uma torneira ou um vidro. E é tão simples... Fonte da imagem: xxxxxx
  • 25. As escolas e os fundos da APM Pensando nisso que se criaram os macanismos jurídicos adequados para que as escolas recebessesm, através das APMs, recursos de pequena monta para usos corriqueiros: pintar um muro, comprar um computador... O que tem acontecido em muitos municipios é que nem os pais sabem dessa possibilidade e se alega pouca participação... Fonte da imagem: xxxxxx
  • 26. Eventos simbólicos Fazer um encontro, um evento, uma reunião para escutar; tudo isso é muito simples e fácil de organizar. Nessas horas se descobrem os talentos e as forças locais. Não é pra fazer comício e sim pra explicar algo e convidá-los a se envolver.
  • 27. Captação e o poder local  Captar com o Governo Federal  É no Município que as coisas acontecem  República Federativa.  O estado e o Estado. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 28. Federação • Pensemos no caso americano e na realidade Brasileira. • Caso recente da Catalunha. • Os municípios no Brasil e a constituição.
  • 29. Plano Plurianual A ideia de planejamento é recente no Brasil como um todo. Na área privada havia uma inflação que impedia qualquer plano e na área pública plano estava associado a uma solução drástica (plano collor, verão, cruzado...) Os PPAs buscam mudar isso. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 30. Tranferências constitucionais Aqui entram os fundos previstos na constituição, como os de participação dos municípios ou o FUNDEB. Os pequenos municípios em sua maioria vivem desses recursos.
  • 31. O SUS como case Na constituição de 1988 o Sistema Único de saúde foi criado de forma a contemplar os entes federativos e a própria sociedade civil organizada. Não há uma brecha no sistema e todas as partes sabem sua responsabilidade e seu papel no processo. O SUAS se inspirou nesse modelo mas várias outras ações ainda não ficam claras: educação, cultura, etc... Fonte da imagem: xxxxxx
  • 32. Então a solução é buscar recursos
  • 33. SICONV Antigamente cada ministério e órgão federal tinha seu próprio sistema de conveniamento. Hoje em dia se busca integrar tudo isso em um único portal, que está a meio caminho de ser algo ideal. A lógica segue o PPA. Um Universo de programas e recursos. Fonte da imagem: xxxxxx
  • 34. Qual o caminho das pedras?
  • 35. QI do Bem • Chamado “quem indica” pode e deve ser aplicado para obtenção de informações. • O que se costuma fazer (e é errado!) é obtenção de vantagens, facilidades e recursos “não contabilizados”. • É possivel ter aliados em Brasilia.
  • 36. Pressão gera transparência  Recursos sobram  Faltam bons projetos  Há corrupção  Faltam bons gestores  Pressão política Fonte da imagem: xxxxxx
  • 37.