Metodologia voltada para o aluno surdo na educação infantil.   LIMA JÚNIOR, V. B.
Surdez. Lei/decreto/portaria. O surdo e a sua Língua. O surdo e família. Apoio na formação do aluno, professor e intérprete. Metodologia voltada para o aluno surdo.
Surdez Deficiência auditiva ou surdez é a incapacidade parcial ou total de audição. Pode ser de nascença ou causada posteriormente por doenças.  Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um (41) decibéis ou mais.
No Brasil, há 5.750.809 pessoas com problemas relacionados a surdez, das quais 519.460 até 17 anos de idade e 276.884 entre os 18 e os 24 anos, segundo o Censo Demográfico de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Lei/decreto/portaria Lei 10.436 24 abril 2002. Decreto 5.626 22 de dezembro de 2005. Lei 10.098 19 de dezembro de 2000. Portaria do MEC 1.679 2 de dezembro 1999.
O surdo e a sua Língua LIBRAS ( Língua de Sinais Brasileira). A Libras não é universal. Gramática própria (svo,sov,osv). Segunda Língua oficial do Brasil pela Lei 10.436.
O surdo e família A aquisição da língua de sinais vai acontecer se a criança surda estiver em contato com usuários de língua de sinais. Inicia por volta dos 12 meses da criança surda e vai até por volta dos 2 anos. Pesquisas mostram que apenas 5% a 10% dos pais sabem a língua de sinais.
Apoio na formação O Estado disponibiliza: sala de recursos e instrutor para o aprendizado de Libras. Curso básico de Libras para professores. Capacitações para intérpretes e professores.
Metodologia voltada ao aluno surdo . O surdo é um indivíduo normal como qualquer um de nós. Apenas fala outra língua(Língua de sinais). Não distingue os sons articulados, por isso o seu aprendizado se faz através de experiências visuais. Para um surdo, uma palavra é como uma sequência de números, exemplo: Consciência = 29072450231 Educação  = 57921619
A responsabilidade de ensinar é inteiramente do professor, o intérprete é apenas um apoio ou mediador. É importante trabalhar em parceria com o intérprete, sempre buscando métodos para atender a todos os alunos.
Cabe ao intérprete ser fiel na interpretação, não ensinar no lugar do professor. Não monitorar. Não substituir o professor. Propiciar a interação entre os alunos surdos, professores e alunos ouvintes.
Devido a falta de preparação ou metodologia inadequada, muitos surdos ao final da escolarização básica, não são capazes de ler e escrever satisfatoriamente ou ter um domínio adequado dos conteúdos acadêmicos.
Muitos surdos tem apenas uma noção da Língua Portuguesa assim como nós temos da Língua Inglesa. Imagine você fazendo um curso superior, uma pós ou mestrado em outra língua.
O surdo apreende o mundo através da visão, por isso é fundamental que o professor utilize recursos visuais como: fotos, figuras, desenhos, mapas, quadros,  retro, data-show, etc.
Ministre o seu tempo e não dê muita matéria em um só dia. Pesquisas mostram que quando as matérias são dadas  em doses menores e bem trabalhadas, a retenção é bem mais eficaz.
A Língua Portuguesa deve ser ensinada como segunda Língua para surdos pois a sua primeira é a Libras. A partir do domínio da Libras o surdo poderá desenvolver-se nas disciplinas e em outras Línguas.
Referências LIBRAS em contexto: Curso Básico: Livro do Estudante/ Tanya A. Felipe. 5ª. Edição- Rio de Janeiro: LIBRAS Editor Gráfica, 2005. O tradutor intérprete de língua brasileira de sinais e Língua Portuguesa / Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos : MEC ; SEESP , 2003. Dra. Ronice Muller de Quadros. A inclusão de alunos com surdez,cegueira e baixa visão na Rede Estadual de Minas Gerais: orientações para pais,alunos e profissionais da educação. Belo Horizonte: SEE/MG, 2008
QUADROS, Ronice Muller de. Idéias para ensinar português para alunos surdos, Magali L. P. Schmiedt. – Brasília : MEC, SEESP, 2006. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm> Acesso em 11 jul. 2010 <http://www.cedipod.org.br/edu1679.htm> Acesso em: 11 jul. 2010

O surdo na educação infantil

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    Metodologia voltada parao aluno surdo na educação infantil. LIMA JÚNIOR, V. B.
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    Surdez. Lei/decreto/portaria. Osurdo e a sua Língua. O surdo e família. Apoio na formação do aluno, professor e intérprete. Metodologia voltada para o aluno surdo.
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    Surdez Deficiência auditivaou surdez é a incapacidade parcial ou total de audição. Pode ser de nascença ou causada posteriormente por doenças. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um (41) decibéis ou mais.
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    No Brasil, há5.750.809 pessoas com problemas relacionados a surdez, das quais 519.460 até 17 anos de idade e 276.884 entre os 18 e os 24 anos, segundo o Censo Demográfico de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
  • 5.
    Lei/decreto/portaria Lei 10.43624 abril 2002. Decreto 5.626 22 de dezembro de 2005. Lei 10.098 19 de dezembro de 2000. Portaria do MEC 1.679 2 de dezembro 1999.
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    O surdo ea sua Língua LIBRAS ( Língua de Sinais Brasileira). A Libras não é universal. Gramática própria (svo,sov,osv). Segunda Língua oficial do Brasil pela Lei 10.436.
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    O surdo efamília A aquisição da língua de sinais vai acontecer se a criança surda estiver em contato com usuários de língua de sinais. Inicia por volta dos 12 meses da criança surda e vai até por volta dos 2 anos. Pesquisas mostram que apenas 5% a 10% dos pais sabem a língua de sinais.
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    Apoio na formaçãoO Estado disponibiliza: sala de recursos e instrutor para o aprendizado de Libras. Curso básico de Libras para professores. Capacitações para intérpretes e professores.
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    Metodologia voltada aoaluno surdo . O surdo é um indivíduo normal como qualquer um de nós. Apenas fala outra língua(Língua de sinais). Não distingue os sons articulados, por isso o seu aprendizado se faz através de experiências visuais. Para um surdo, uma palavra é como uma sequência de números, exemplo: Consciência = 29072450231 Educação = 57921619
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    A responsabilidade deensinar é inteiramente do professor, o intérprete é apenas um apoio ou mediador. É importante trabalhar em parceria com o intérprete, sempre buscando métodos para atender a todos os alunos.
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    Cabe ao intérpreteser fiel na interpretação, não ensinar no lugar do professor. Não monitorar. Não substituir o professor. Propiciar a interação entre os alunos surdos, professores e alunos ouvintes.
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    Devido a faltade preparação ou metodologia inadequada, muitos surdos ao final da escolarização básica, não são capazes de ler e escrever satisfatoriamente ou ter um domínio adequado dos conteúdos acadêmicos.
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    Muitos surdos temapenas uma noção da Língua Portuguesa assim como nós temos da Língua Inglesa. Imagine você fazendo um curso superior, uma pós ou mestrado em outra língua.
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    O surdo apreendeo mundo através da visão, por isso é fundamental que o professor utilize recursos visuais como: fotos, figuras, desenhos, mapas, quadros, retro, data-show, etc.
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    Ministre o seutempo e não dê muita matéria em um só dia. Pesquisas mostram que quando as matérias são dadas em doses menores e bem trabalhadas, a retenção é bem mais eficaz.
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    A Língua Portuguesadeve ser ensinada como segunda Língua para surdos pois a sua primeira é a Libras. A partir do domínio da Libras o surdo poderá desenvolver-se nas disciplinas e em outras Línguas.
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    Referências LIBRAS emcontexto: Curso Básico: Livro do Estudante/ Tanya A. Felipe. 5ª. Edição- Rio de Janeiro: LIBRAS Editor Gráfica, 2005. O tradutor intérprete de língua brasileira de sinais e Língua Portuguesa / Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos : MEC ; SEESP , 2003. Dra. Ronice Muller de Quadros. A inclusão de alunos com surdez,cegueira e baixa visão na Rede Estadual de Minas Gerais: orientações para pais,alunos e profissionais da educação. Belo Horizonte: SEE/MG, 2008
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    QUADROS, Ronice Mullerde. Idéias para ensinar português para alunos surdos, Magali L. P. Schmiedt. – Brasília : MEC, SEESP, 2006. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm> Acesso em 11 jul. 2010 <http://www.cedipod.org.br/edu1679.htm> Acesso em: 11 jul. 2010