O documento discute a metáfora do olho como um símbolo da fé no cristianismo, ressaltando sua natureza receptiva, direcionadora e capaz de absorver realidades espirituais. Ele explora as características do olho que se aplicam à fé, como a rapidez de percepção, a capacidade de extensão de visão e a segurança da certeza que ela proporciona. Além disso, menciona a fragilidade da fé, que pode ser prejudicada pela contaminação do pecado, destacando a importância de manter uma consciência pura.