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O MOVIMENTO ESTUDANTIL BRASILEIRO COMO INSTÂNCIA DE CONSTRUÇÃO DE UMA CONSCIÊNCIA POLÍTICA NO ESPAÇO ACADÊMICO: O CASO DA SIEB – SEMANA DE INTEGRAÇÃO ACADÊMICA DOS ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIRIO Francisco de Paula Araújo Lílian Cristina  da Silva Ramos Casimiro
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O MOVIMENTO ESTUDANTIL BRASILEIRO Algumas proposições “ Numa sociedade democrática, o movimento estudantil organiza-se em torno da discussão geral e execução de tarefas inerentes ao porvir dessa sociedade” (AMARAL, 2005, p. 2004); “ O movimento estudantil é parte integrante da história brasileira, e teve ao longo dessa história um papel decisivo” (GULLAR, 2004, p. 13); “ Acho que a gente foi parte de uma mudança muito geral. Não pelo o que fizemos como movimento estudantil, mas como pessoas [...]” (PALMEIRA, 2005, p. 20).
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“ A boa formação não se resume apenas ao que é aprendido em sala de aula. É preciso quebrar esse formalismo, pois, para se ter uma maior investigação do conhecimento formal, deve-se sair dos limites da sala de aula” (MARTINS, 2009)
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O movimento estudantil brasileiro como instância de construção de uma consciência política no espaço acadêmico: o caso da SIEB

  • 1. O MOVIMENTO ESTUDANTIL BRASILEIRO COMO INSTÂNCIA DE CONSTRUÇÃO DE UMA CONSCIÊNCIA POLÍTICA NO ESPAÇO ACADÊMICO: O CASO DA SIEB – SEMANA DE INTEGRAÇÃO ACADÊMICA DOS ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIRIO Francisco de Paula Araújo Lílian Cristina da Silva Ramos Casimiro
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  • 3. O MOVIMENTO ESTUDANTIL BRASILEIRO Algumas proposições “ Numa sociedade democrática, o movimento estudantil organiza-se em torno da discussão geral e execução de tarefas inerentes ao porvir dessa sociedade” (AMARAL, 2005, p. 2004); “ O movimento estudantil é parte integrante da história brasileira, e teve ao longo dessa história um papel decisivo” (GULLAR, 2004, p. 13); “ Acho que a gente foi parte de uma mudança muito geral. Não pelo o que fizemos como movimento estudantil, mas como pessoas [...]” (PALMEIRA, 2005, p. 20).
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  • 11. “ A boa formação não se resume apenas ao que é aprendido em sala de aula. É preciso quebrar esse formalismo, pois, para se ter uma maior investigação do conhecimento formal, deve-se sair dos limites da sala de aula” (MARTINS, 2009)
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