Este documento é um conto de Edgar Allan Poe chamado "O Demônio da Perversidade". O conto explora um impulso humano primitivo de agir de forma irracional ou contraproducente, apenas pelo prazer de fazê-lo. O narrador descreve como este impulso o levou a cometer um assassinato perfeito e se deleitar com a sensação de segurança, até que o impulso o leva a quase confessar o crime em público.