“Cidadania é o conjunto de ações que
fazem um cidadão. É a maneira do
cidadão viver o seu dia-a-dia – seja
mulher, homem ou criança – usando
plenamente os direitos e deveres do país
em que nasceu e onde mora.”
(Ouvidores Gerais do Estado do Paraná)
www.pr.gov.br/ouvidoria/mirim2a.htm
a valorização e atualidade da dignidade do
homem e o reconhecimento da importância de
dispensar a todos tratamento fraternal,
igualitário e não discriminativo;

a confiança nos talentos e possibilidades
latentes dos homens;
a segurança e o crédito nos valores
institucionalizados
pelas
massas,
como
fundamentos para o progresso do bem comum e
o alcance da justiça;

a aceitação da legitimidade das decisões
tomadas por meio de processos racionais e
participativos de deliberação, com o consenso da
maioria, que constitui o reflexo, o resultado de
debates livre entre todos;
o respeito aos grupos minoritários;
e, a compreensão de que todo o interesse
geral é a síntese dos diversos interesses e
idéias dos indivíduos e dos grupos, diferentes
centros de poder, que integra a sociedade
pluralista.

(Cristiane Rozicki – Mestre em Direito e Doutorada em Teoria do Estado in
www.suigeneris.pro.br/direito-de-rozicki.htm)
“O mesmo acontecerá com o
Espiritismo e dentro em pouco ele
terá direitos de cidadania entre os
conhecimentos humanos.”
(Allan Kardec)
(“O Livro dos Espíritos”, Conclusão, VIII)
“ – Toda sujeição
absoluta de um
homem a outro é
contrária à Lei
de Deus. (...).”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 829)
“ – O trabalho é
uma lei da
Natureza, e por
isso mesmo é uma
necessidade.(...)”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 674)
“ – Tudo o que
entrava a marcha
da Natureza é
contrário à lei
geral.”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 693)
“ (...) A mãe ou
qualquer outra
pessoa cometerá
sempre um crime ao
tirar a vida à
criança antes do seu
nascimento,(...)”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 359)
“(...) pois
acreditais que
Deus vos obriga a
viver com aqueles
que vos
desagradam?
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 940)
“ - Há outros meios
de se preservar do
perigo, sem matar.
É necessário, aliás,
abrir ao criminoso e
não fechar a porta
do
arrependimento.”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 761)
“ – A que extremos
tenha chegado um
moribundo, ninguém
pode dizer com certeza
que soou a sua hora. A
ciência, por acaso,
nunca se enganou em
suas previsões?.”
(“O E.S.E.”, cap. V:28)
“O uso dos bens da
Terra é um direito de
todos os homens?

- Esse direito é a
consequência
da
necessidade de viver.
Deus não pode impor
um dever sem conceder
os meios de ser
cumprido”.
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 711)
“Só há uma
propriedade
legítima, a que
foi adquirida
sem prejuízos
para os outros.”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 884)
“ – Predominância da
bestialidade sobre a
natureza espiritual.
Toda destruição que
ultrapassa os limites
da necessidade é uma
violação da lei de
Deus.”
(“ Livro dos Espíritos”, questão nº 735)
“(...) pois aquele
que tira a vida de
um semelhante
interrompe uma
vida de expiação
ou de missão, e
nisso está o mal.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 746)
“Predominância
da natureza
animal sobre a
espiritual e a
satisfação das
paixões.(...).”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 742)
“- Sim, todos
tendem para o
mesmo fim e
Deus fez as suas
leis para
todos.(...).”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 803)
“- De direitos ,
sim; de
funções, não.
(...)”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 822 “a”)
“- (...) Estudai
todos os vícios e
vereis que no
fundo de todos
existe o
egoísmo.(...).”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 913)
“ – É, sem contradita,
uma missão. E ao
mesmo tempo um dever
muito grande, que
implica, mais do que o
homem pensa, sua
responsabilidade para
o futuro.(...).”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 582)
“ (...) Um partido, pois é
um partido, que inscreve
em sua bandeira “Fora
da caridade não há
salvação”, indica suas
tendências com bastante
clareza, para que
ninguém tenha razão de
o temer.(...).”
(Anatole de la Forge)

(“Revista Espírita”, julho 1868, pag.298)
“Que ninguém, portanto, se
iluda: o estudo do Espiritismo
é imenso; liga-se a todas as
questões da metafísica e da
ordem social; é todo um mundo
que se abre ante nós.”
(Allan Kardec)
(“O Livro dos Espíritos”, Introdução, XIII)
“(...) a Sociedade tem necessariamente
que exercer grande influência conforme o
disseram os próprios Espíritos; sua ação,
não será, em realidade, eficiente, senão
quando ela servir de centro e de ponto de
ligação donde parta um ensinamento
preponderantemente espírita.”

(Allan Kardec)

(“Projeto 1868 “– Obras Póstumas)
“O Centro não é templo nem laboratório – é para
usarmos a expressão espírita de Victor Hugo:
point d’optique do movimento doutrinário, ou
seja, o seu ponto visual de convergências.
Podemos figurá-lo como um espelho côncavo em
que todas as atividades doutrinárias se refletem e
se unem, projetando-se conjugadas no plano
social, geral, espírita e não espírita.”
(PIRES, Herculano J. in “O Centro Espírita”
“Se
os
espíritas
soubessem o que é o
Centro Espírita, quais
são realmente a sua
função e a sua
significação,
o
Espiritismo seria hoje
o mais importante
movimento cultural
da Terra.”
(PIRES, Herculano J. in “O Centro Espírita”)
Somos favoráveis a que os espaços ociosos
sejam utilizados em tarefas compatíveis com
as necessidades e com o programa das nossas
Casas. Sem qualquer constrangimento,
porque isso não afeta a atividade espiritual.
Pelo contrário, atrai ainda mais os
Benfeitores interessados em nosso progresso.”
(FRANCO, Divaldo in “Palavras de Luz”
“(...) Se tivermos a presunção de mudarmos o
meio social, de imediato, nós falharemos nas
nossas metas, porque o nosso objetivo é criar
as bases de um mundo feliz partindo da
transformação moral do homem conforme
propôs o Codificador.”
(FRANCO, Divaldo in “Palavras de Luz”
“Mas o conceito de mediunidade
ilumina também a existência terrena
dando-lhe uma nova dimensão. O
existente ou homem no mundo
adquire a condição espírita de
interexistente ou homem no
intermúndio.”
(PIRES, J. Herculano in “Introdução à Filosofia Espírita”)

O CENTRO ESPÍRITA E O COMPROMISSO COM A CIDADANIA

  • 2.
    “Cidadania é oconjunto de ações que fazem um cidadão. É a maneira do cidadão viver o seu dia-a-dia – seja mulher, homem ou criança – usando plenamente os direitos e deveres do país em que nasceu e onde mora.” (Ouvidores Gerais do Estado do Paraná) www.pr.gov.br/ouvidoria/mirim2a.htm
  • 3.
    a valorização eatualidade da dignidade do homem e o reconhecimento da importância de dispensar a todos tratamento fraternal, igualitário e não discriminativo; a confiança nos talentos e possibilidades latentes dos homens;
  • 4.
    a segurança eo crédito nos valores institucionalizados pelas massas, como fundamentos para o progresso do bem comum e o alcance da justiça; a aceitação da legitimidade das decisões tomadas por meio de processos racionais e participativos de deliberação, com o consenso da maioria, que constitui o reflexo, o resultado de debates livre entre todos;
  • 5.
    o respeito aosgrupos minoritários; e, a compreensão de que todo o interesse geral é a síntese dos diversos interesses e idéias dos indivíduos e dos grupos, diferentes centros de poder, que integra a sociedade pluralista. (Cristiane Rozicki – Mestre em Direito e Doutorada em Teoria do Estado in www.suigeneris.pro.br/direito-de-rozicki.htm)
  • 6.
    “O mesmo acontecerácom o Espiritismo e dentro em pouco ele terá direitos de cidadania entre os conhecimentos humanos.” (Allan Kardec) (“O Livro dos Espíritos”, Conclusão, VIII)
  • 7.
    “ – Todasujeição absoluta de um homem a outro é contrária à Lei de Deus. (...).” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 829)
  • 8.
    “ – Otrabalho é uma lei da Natureza, e por isso mesmo é uma necessidade.(...)” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 674)
  • 9.
    “ – Tudoo que entrava a marcha da Natureza é contrário à lei geral.” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 693)
  • 10.
    “ (...) Amãe ou qualquer outra pessoa cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes do seu nascimento,(...)” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 359)
  • 11.
    “(...) pois acreditais que Deusvos obriga a viver com aqueles que vos desagradam? “O Livro dos Espíritos”, questão nº 940)
  • 12.
    “ - Háoutros meios de se preservar do perigo, sem matar. É necessário, aliás, abrir ao criminoso e não fechar a porta do arrependimento.” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 761)
  • 13.
    “ – Aque extremos tenha chegado um moribundo, ninguém pode dizer com certeza que soou a sua hora. A ciência, por acaso, nunca se enganou em suas previsões?.” (“O E.S.E.”, cap. V:28)
  • 14.
    “O uso dosbens da Terra é um direito de todos os homens? - Esse direito é a consequência da necessidade de viver. Deus não pode impor um dever sem conceder os meios de ser cumprido”. (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 711)
  • 15.
    “Só há uma propriedade legítima,a que foi adquirida sem prejuízos para os outros.” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 884)
  • 16.
    “ – Predominânciada bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus.” (“ Livro dos Espíritos”, questão nº 735)
  • 17.
    “(...) pois aquele quetira a vida de um semelhante interrompe uma vida de expiação ou de missão, e nisso está o mal.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 746)
  • 18.
    “Predominância da natureza animal sobrea espiritual e a satisfação das paixões.(...).” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 742)
  • 19.
    “- Sim, todos tendempara o mesmo fim e Deus fez as suas leis para todos.(...).” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 803)
  • 20.
    “- De direitos, sim; de funções, não. (...)” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 822 “a”)
  • 21.
    “- (...) Estudai todosos vícios e vereis que no fundo de todos existe o egoísmo.(...).” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 913)
  • 22.
    “ – É,sem contradita, uma missão. E ao mesmo tempo um dever muito grande, que implica, mais do que o homem pensa, sua responsabilidade para o futuro.(...).” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 582)
  • 23.
    “ (...) Umpartido, pois é um partido, que inscreve em sua bandeira “Fora da caridade não há salvação”, indica suas tendências com bastante clareza, para que ninguém tenha razão de o temer.(...).” (Anatole de la Forge) (“Revista Espírita”, julho 1868, pag.298)
  • 24.
    “Que ninguém, portanto,se iluda: o estudo do Espiritismo é imenso; liga-se a todas as questões da metafísica e da ordem social; é todo um mundo que se abre ante nós.” (Allan Kardec) (“O Livro dos Espíritos”, Introdução, XIII)
  • 25.
    “(...) a Sociedadetem necessariamente que exercer grande influência conforme o disseram os próprios Espíritos; sua ação, não será, em realidade, eficiente, senão quando ela servir de centro e de ponto de ligação donde parta um ensinamento preponderantemente espírita.” (Allan Kardec) (“Projeto 1868 “– Obras Póstumas)
  • 26.
    “O Centro nãoé templo nem laboratório – é para usarmos a expressão espírita de Victor Hugo: point d’optique do movimento doutrinário, ou seja, o seu ponto visual de convergências. Podemos figurá-lo como um espelho côncavo em que todas as atividades doutrinárias se refletem e se unem, projetando-se conjugadas no plano social, geral, espírita e não espírita.” (PIRES, Herculano J. in “O Centro Espírita”
  • 27.
    “Se os espíritas soubessem o queé o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural da Terra.” (PIRES, Herculano J. in “O Centro Espírita”)
  • 28.
    Somos favoráveis aque os espaços ociosos sejam utilizados em tarefas compatíveis com as necessidades e com o programa das nossas Casas. Sem qualquer constrangimento, porque isso não afeta a atividade espiritual. Pelo contrário, atrai ainda mais os Benfeitores interessados em nosso progresso.” (FRANCO, Divaldo in “Palavras de Luz”
  • 29.
    “(...) Se tivermosa presunção de mudarmos o meio social, de imediato, nós falharemos nas nossas metas, porque o nosso objetivo é criar as bases de um mundo feliz partindo da transformação moral do homem conforme propôs o Codificador.” (FRANCO, Divaldo in “Palavras de Luz”
  • 30.
    “Mas o conceitode mediunidade ilumina também a existência terrena dando-lhe uma nova dimensão. O existente ou homem no mundo adquire a condição espírita de interexistente ou homem no intermúndio.” (PIRES, J. Herculano in “Introdução à Filosofia Espírita”)