O documento discute como a imprensa simplifica e influencia a percepção sobre o caso do homem que manteve a esposa refém em um ônibus. A propaganda ideológica reforça estereótipos de gênero e culpa a vítima, ignorando os avanços dos direitos da mulher. No entanto, há uma luta crescente para uma nova narrativa que reconheça a mulher como agente de sua própria história.