O documento discute as mudanças na organização do trabalho e da produção desde a era fordista até o surgimento do desemprego estrutural. Apresenta o modelo fordista de produção em massa e trabalho parcelado e como isso levou ao crescimento econômico no pós-guerra. No entanto, também discute como essa estrutura levou à queda na taxa de lucro e crise, forçando novas reestruturações como o toyotismo e a flexibilização do trabalho.