O documento discute o transtorno de personalidade borderline (TPB), definido como tendência a agir impulsivamente sem considerar as consequências, com instabilidade afetiva. Ele fornece orientações para familiares de pessoas com TPB, como estabelecer limites claros, não se envolver em ataques de fúria e apoiar o tratamento. O processo terapêutico visa construir subjetividade e limites, enquanto o trabalho com as famílias é importante devido ao alto estresse e risco de adoecimento dos familiares.