O documento discute as diferenças entre a lei (representada pelo Monte Sinai) e a graça de Deus. Argumenta que Cristo libertou os cristãos da lei e que misturar obras da lei com a graça é errôneo. Também critica algumas igrejas que realizam "campanhas do Monte Sinai", sugerindo que isso leva os cristãos de volta à escravidão espiritual ao invés de manter a liberdade encontrada na graça.