O documento discute as causas históricas atribuídas à pobreza no Nordeste, desde secas naturais até atraso industrial. No século XIX até meados do XX, a elite atribuía a pobreza às secas naturais, enquanto soluções hidráulicas eram propostas; depois, a "indústria da seca" beneficiava políticos e latifundiários. De 1960 em diante, a elite passou a culpar o atraso industrial, e soluções como a Sudene e a CHESF foram implementadas