O documento discute as limitações das instituições de ensino tradicionais e promove a livre aprendizagem na sociedade em rede. Argumenta que escolas tentam proteger os alunos da experiência da aprendizagem livre e que a verdadeira aprendizagem é autodidata, não determinada por um ensino heterodidata. Defende que a sociedade, não as instituições, é a verdadeira educadora e que sistemas educativos devem ser configurados em redes sociais locais.