• Interações animal - planta: 1) mutualismo de transporte
2) mutualismo de proteção
3) mutualismo de nutrição
• Interações animal - animal: 1) Grooming
2) Afídeos e formigas
• Interações bactéria - animal: 1) Digestão de celulose em ruminantes
2) Bactérias e mamíferos
• Interações bactéria – planta: 1) Rhizobium
• Interações fungo - planta: 1) Micorrizas
Mutualismos
Os dois organismos envolvidos são
beneficiados pela interação
Polinização: definição
 Transferência do pólen das anteras (órgãos masculinos) para o estigma (porção
receptiva do órgão feminino) da flor.
 A presença dos animais como vetores nessa transferência é considerada uma
interação, geralmente mutualística.
Recursos florais
 Néctar
 Pólen
 Óleo: elaióforo e larvas de abelhas
 Resinas: ninhos
 Abrigo e calor
Helicodiceros muscivorus (Araceae)
Benefícios
Atração dos polinizadores
 Cor como sinalizador de curta distância
 Guia de néctar
 Odor como sinalizador de longa distância
 Recursos florais
Estratégias para atração
 Teoria da alocação de recursos
 Balanço
 Investimento em atração
 Investimento em estabelecimento
 Atração é para todos!
 Vantagens x Desvantagens
Os traidores do mutualismo
Efeito negativo dos traidores
O lado negro da força
Propaganda enganosa
Pseudocópula
Engodo e mimetismo: sinais visuais
Watsonia lepida e Disa pulchra
Dispersão de sementes
Benefícios para os frugívoros- dispersores
 Previsibilidade no tempo e espaço
 Sobreviver as estações de escassez
 Variedade na dieta
Benefícios para os frugívoros-dispersores
 Pistas ambientais
Dispersão de sementes
 Deslocamento da semente para longe da planta-mãe
 Própria planta ou agentes externos
Mecanismos de dispersão
Vento - Anemocoria
Animal - Zoocoria
Hipótese do escape
Hipótese da colonização
 Imprevisibilidade
 Disseminação e chance de colonização
 Clareiras
Hipótese da dispersão direcionada
Detectabilidade
 De acordo com pressão dos frugívoros
 Cor – aves
 Odor – mamíferos
 Posição – modo de forrageamento
 Recompensas energéticas
Hipótese da conspicuidade
 Visão
Contraste cromático
 Acromático (UV)?
Compostos químicos (odores)
ELAIOSSOMOARILO
RECOMPENSAS
 Caracterização nutricional dos frutos
 Lipídeos, carbohidratos, açúcares e nutrientes
MUTUALISMOS DE TRANSPORTE
CONTÍNUO
Especialização Oportunismo
 Quem visita? Quem é visitado?
 Qualidade da interação?
Qualidade do agente dispersor
 Padrões de deposição das sementes
 Agregado x Espalhado
 Extremos do contínuo
Quantidade = A (n0 de visitas) x B (n0 de sementes dispersa por visita)
Qualidade = C (tratamento diaspóro) x D (qualidade da deposição)
Qualidade da dispersão
Comportamento, morfologia e fisiologia do dispersor
Comportamento do frugívoro
 Engolir Semente viável
Semente inviável
 Regurgitar
Mastigar
 Consumir polpa e cuspir
Semente viável?
Padrão de deposição
Local da dispersão
Tratamento interno das sementes
 Tempo de passagem no trato digestivo
Viabilidade
E padrão de deposição?
Efetividade do dispersor
Efetividade
Dieta do frugívoro
Abundância do frugívoro
Constância das visitas
Tamanho do frugívoro
Comportamento de forrageio
Área de vida
Seleção de hábitat
Fisiologia do frugívoro
Dispersão secundária
Dispersor primário
Dispersão secundária
 Estabelecimento
 Predação
 Dispersão secundária
Predação de sementes
Mortalidade dependente de densidade
Dispersores secundários
 Ocasionais – frugívoros e granívoros
 Podem ser predadores também
Estocadores de sementes
 Sementes enterradas
 Há benefícios?
Formigas já foi demonstrado que há benefício
Escape do fogo e de predadores
Nutrientes do solo
Reorganização da distribuição
 Dispersão a curta distância
 Agregação
 Benefícios: Nutrientes e proteção
 Problemas: competição e
mortalidade densidade-dependente
Benefício para formigas
Benefício para plantas
Interação tri-trófica
Mutualismo de proteção
Rainhas operárias
Soldados e ovos
Psecas chapoda e Bromelia balansae
Romero et al. 2006. Ecology 87:803-808
Mutualismo de nutrição
Limpeza e remoção de parasitas
Digestão de celulose
Bactérias e o sistema imunológico de mamíferos
Camundongos livres de bactérias não
produzem reação inflamatória, são mais
resistentes à dor e não apresentam o
comportamento de proteger a área afetada
por lesão
AMARAL, F. A. et al. Commensal microbiota is fundamental for the
development of inflammatory pain. PNAS. v. 105, n. 6, p. 2193-2197. fev. 2008
Rhizobium
Mutualismos entre bactérias e plantas
Interação entre fungos e plantas
Micorrhyzae
Ectomicorrhyzae amarela
Pisolithus
Ectomicorrhyzae branca
Rhyzopogon
Raízes sem fungos

Mutualismos