Aline Gonçalves de Freitas
Paulo Sergio da Paz Filho
José Ailson Nascimento Sousa (UmZé)
Ana Luisa Meneses Lage do Nascimento
MULHERES QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU NA ZONA RURAL DE
TERESINA, PIAUÍ
Foto 2. Os cocos babaçu armazenados para alimentar o
fogão à lenha. Foto 2. Los coco babasú almacenados
para alimentar el fogón a leña.
Foto 1. Área de estudo. Comunidade Fazenda Soares. Zona Rural de
Teresina, Território Entre Rios-Piauí. Foto 1. Área de estudio. Comunidad
Fazenda Soares. Zona Rural de Teresina, Território Entre Rios-Piauí.
Foto 4. A quebração do coco babaçu não é um trabalho fácil. Na maioria das vezes
requer um grande empenho energético. Foto 4. Romper el coco babasú no és un
trabajo fácil. En la mayoría de las veces requiere un gran esfuerzo energético.
Foto 3. A palmeira babaçu (Attalea speciosa Mart. Ex
Spreng). Foto 3. La palma babasú (Attalea speciosa
Mart. Ex Spreng).
Foto 5. Área de pesquisa: Babaçual do Território
Entre Rios. Comunidade Fazenda Soares. Foto
5. Área de investigación: Babaçual del Território
Entre Rios. Comunidad Fazenda Soares.
Foto 6. A frutificação do babaçu: as folhas
modificadas são conhecidas popularmente no
local como capemba ou cimba e a baga como
mangará. Foto 6. La fructificación de la palma
babasú: las hojas modificadas se conocen
popularmente como capemba o cimba y la baya
como mangará.
Foto 7. Local sombreado e propício à quebração
de coco babaçu. Foto 7. Lugar sombreado y
favorable a la rotura de los cocos babasú.
Foto 8. Fruto da palmeira babaçu (ou coco babaçu).
Foto 8. El fruto de la palma babasú (o coco babasú).
Foto 9. Pau de quebrar coco babaçu (Euforbiácea). Foto 9. Pau de quebrar coco babaçu
(Euforbiácea).
Foto 11. Dona Francisca quebrando um coco babaçu com o uso
de uma enxada e de um pedaço de pau de planta Euforbiácea.
Foto 11. Doña Francisca rompiendo un coco babasú com el uso
de una hacha y un palo de planta Euforbiácea.
Foto 10. Dona Maria Oneide começando a quebração de cocos babaçu.
Foto 10. Doña Maria Oneide empieza a romper los cocos babasú.
Foto 12. Detalhe da amêndoa
(semente) do coco babaçu de
onde se extrai seu azeite. Foto
12. Detalle de la almendra
(semilla) do coco babasú de la
que se extrae su aceite.
Foto 14. Sr. Antônio fazendo os abanos das folhas
de palmeira babaçu. Foto 14. El Señor Antônio
haciendo el abanico de las hojas de la palma
babasú.
Foto 13. O balaio feito da
palha do próprio babaçu com
as amêndoas coletas ao final
daquela manhã. Foto 13. El
cesto hecho de la paja de la
misma palma de babasú com
las almendras recogidas al
final de esa mañana.
Foto 15. Caieira para a queima dos endocarpos e frutos secos de babaçu
para a produção de carvão. Foto 15. Hueco em el suelo (caieira) para la
quema de los endocarpios y de los frutos secos de babasú para la
producción de carbón.
Foto 16. O fruto (coco) do babaçu carbonizado. Foto
16. El fruto (coco) de babasú carbonizado.
Foto 17. Dona Eva preparando as amêndoas para a torra. Foto
17. Doña Eva preparando las almendras para asar.
Foto 18. O moedor de amêndoas de
babaçu. Foto 18. El mortero de
almendras de babasú.
Foto 19. Dona maria Oneide moendo as
amêndoas torradas. Foto 19. Doña
maria Oneide moliendo las almendras
tostadas.
Fotos 20 e 21. O cozimento das amêndoas torradas para a extração do azeite.
Fotos 20 e 21. La cocción de las almendras tostadas para la extracción del aceite.
Foto 22. Dona Eva apurando o azeite de babaçu. Foto 22. Doña Eva “apurando”
el aceite de babasú.
Foto 23. Dona Maria Oneide engarrafa o azeite, pronto
para seu consumo e comercialização. Foto 23. Doña
Maria Oneide embotella el aceite, listo para su
consumo y comercialización.
Foto 24 e 25. Gongo ou bicho-do-coco babaçu (Pachymerus nucleorum) frito no próprio
azeite de babaçu. Foto 24 y 25. Gongo o bicho-del-coco babasú (Pachymerus nucleorum)
frito en el mismo aceite de babasú.
Foto 26. Farofa de gongo (Pachymerus nucleorum), uma
iguaria culinária. Foto 26. Farofa (harina de yuca
tostada) de gongo (Pachymerus nucleorum), un manjar
culinário.
Agradecimentos: a todas as pessoas da Comunidade Fazenda Soares, em especial à Dona Maria Oneide, Dona Eva,
Dona Francisca e Senhor Antônio, que nos auxiliaram em todas as etapas de campo, com vossos carismas e gentileza.
FICHA TÉCNICA:
Direção, pesquisa e edição/Dirección, investigación y edición: Aline Gonçalves de Freitas, Paulo Sergio da
Paz Filho e Ana Luisa Meneses Lage do Nascimento.
Fotografia/Fotografía: José Ailson Nascimento Sousa (UmZé).
Período de registro/ Periodo de registro: novembro de 2019.
Universidade Federal do Piauí. Curso de Graduação e Programa de Pós-Graduação em Arqueologia.

Mulheres Quebradeiras de coco babaçu - Teresina Piauí

  • 1.
    Aline Gonçalves deFreitas Paulo Sergio da Paz Filho José Ailson Nascimento Sousa (UmZé) Ana Luisa Meneses Lage do Nascimento MULHERES QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU NA ZONA RURAL DE TERESINA, PIAUÍ
  • 2.
    Foto 2. Oscocos babaçu armazenados para alimentar o fogão à lenha. Foto 2. Los coco babasú almacenados para alimentar el fogón a leña. Foto 1. Área de estudo. Comunidade Fazenda Soares. Zona Rural de Teresina, Território Entre Rios-Piauí. Foto 1. Área de estudio. Comunidad Fazenda Soares. Zona Rural de Teresina, Território Entre Rios-Piauí.
  • 3.
    Foto 4. Aquebração do coco babaçu não é um trabalho fácil. Na maioria das vezes requer um grande empenho energético. Foto 4. Romper el coco babasú no és un trabajo fácil. En la mayoría de las veces requiere un gran esfuerzo energético. Foto 3. A palmeira babaçu (Attalea speciosa Mart. Ex Spreng). Foto 3. La palma babasú (Attalea speciosa Mart. Ex Spreng).
  • 4.
    Foto 5. Áreade pesquisa: Babaçual do Território Entre Rios. Comunidade Fazenda Soares. Foto 5. Área de investigación: Babaçual del Território Entre Rios. Comunidad Fazenda Soares. Foto 6. A frutificação do babaçu: as folhas modificadas são conhecidas popularmente no local como capemba ou cimba e a baga como mangará. Foto 6. La fructificación de la palma babasú: las hojas modificadas se conocen popularmente como capemba o cimba y la baya como mangará. Foto 7. Local sombreado e propício à quebração de coco babaçu. Foto 7. Lugar sombreado y favorable a la rotura de los cocos babasú.
  • 5.
    Foto 8. Frutoda palmeira babaçu (ou coco babaçu). Foto 8. El fruto de la palma babasú (o coco babasú). Foto 9. Pau de quebrar coco babaçu (Euforbiácea). Foto 9. Pau de quebrar coco babaçu (Euforbiácea).
  • 6.
    Foto 11. DonaFrancisca quebrando um coco babaçu com o uso de uma enxada e de um pedaço de pau de planta Euforbiácea. Foto 11. Doña Francisca rompiendo un coco babasú com el uso de una hacha y un palo de planta Euforbiácea. Foto 10. Dona Maria Oneide começando a quebração de cocos babaçu. Foto 10. Doña Maria Oneide empieza a romper los cocos babasú.
  • 7.
    Foto 12. Detalheda amêndoa (semente) do coco babaçu de onde se extrai seu azeite. Foto 12. Detalle de la almendra (semilla) do coco babasú de la que se extrae su aceite. Foto 14. Sr. Antônio fazendo os abanos das folhas de palmeira babaçu. Foto 14. El Señor Antônio haciendo el abanico de las hojas de la palma babasú. Foto 13. O balaio feito da palha do próprio babaçu com as amêndoas coletas ao final daquela manhã. Foto 13. El cesto hecho de la paja de la misma palma de babasú com las almendras recogidas al final de esa mañana.
  • 8.
    Foto 15. Caieirapara a queima dos endocarpos e frutos secos de babaçu para a produção de carvão. Foto 15. Hueco em el suelo (caieira) para la quema de los endocarpios y de los frutos secos de babasú para la producción de carbón. Foto 16. O fruto (coco) do babaçu carbonizado. Foto 16. El fruto (coco) de babasú carbonizado.
  • 9.
    Foto 17. DonaEva preparando as amêndoas para a torra. Foto 17. Doña Eva preparando las almendras para asar. Foto 18. O moedor de amêndoas de babaçu. Foto 18. El mortero de almendras de babasú. Foto 19. Dona maria Oneide moendo as amêndoas torradas. Foto 19. Doña maria Oneide moliendo las almendras tostadas.
  • 10.
    Fotos 20 e21. O cozimento das amêndoas torradas para a extração do azeite. Fotos 20 e 21. La cocción de las almendras tostadas para la extracción del aceite.
  • 11.
    Foto 22. DonaEva apurando o azeite de babaçu. Foto 22. Doña Eva “apurando” el aceite de babasú. Foto 23. Dona Maria Oneide engarrafa o azeite, pronto para seu consumo e comercialização. Foto 23. Doña Maria Oneide embotella el aceite, listo para su consumo y comercialización.
  • 12.
    Foto 24 e25. Gongo ou bicho-do-coco babaçu (Pachymerus nucleorum) frito no próprio azeite de babaçu. Foto 24 y 25. Gongo o bicho-del-coco babasú (Pachymerus nucleorum) frito en el mismo aceite de babasú. Foto 26. Farofa de gongo (Pachymerus nucleorum), uma iguaria culinária. Foto 26. Farofa (harina de yuca tostada) de gongo (Pachymerus nucleorum), un manjar culinário.
  • 13.
    Agradecimentos: a todasas pessoas da Comunidade Fazenda Soares, em especial à Dona Maria Oneide, Dona Eva, Dona Francisca e Senhor Antônio, que nos auxiliaram em todas as etapas de campo, com vossos carismas e gentileza. FICHA TÉCNICA: Direção, pesquisa e edição/Dirección, investigación y edición: Aline Gonçalves de Freitas, Paulo Sergio da Paz Filho e Ana Luisa Meneses Lage do Nascimento. Fotografia/Fotografía: José Ailson Nascimento Sousa (UmZé). Período de registro/ Periodo de registro: novembro de 2019. Universidade Federal do Piauí. Curso de Graduação e Programa de Pós-Graduação em Arqueologia.