O documento discute o modelo semiótico de análise de canções proposto por Luiz Tatit. Tatit sugere que as melodias de canções não têm origem puramente musical, mas sim entoativa, baseada na melodia da fala cotidiana. Seu modelo coloca a canção entre a linguagem cotidiana e a arte autônoma, equilibrando elementos de ambos. Isso permite compreender melhor a popularidade da canção no Brasil.