QUADRO DE DETALHAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE - PSE
DIRETRIZES
ÁREAS
TEMÁTICAS/AÇÃO
PROPOSTAS OPERACIONAIS -
ESTRATÉGIAS
METAS
MÉTODO DE
CALCULO
RESPONSÁVEIS
1- AVALIAÇÃO
DAS CONDIÇÕES
DE SAÚDE NAS
ESCOLAS
1.1- Avaliação
clínica e
psicossocial
- Elaborar cronograma conjunto – ESF
e escola- contemplando ofertas de
avaliação clínica, junto aos alunos que
freqüentam a escola, conforme
necessidades identificadas, pelo
professor, na sala de aula;
- Agendamento dos casos que
necessitem de atendimento fora do
espaço da escola, isto é, na unidade de
saúde, tais como:
Avaliação médica e de enfermagem
em adolescentes grávidas, detecção e
tratamento das doenças sexualmente
transmissíveis - DST, etc;
- Tratamento das enfermidades
diagnosticadas na avaliação clínica,
com dispensação de medicamentos.
- Realização de orientações quanto ao
auto-cuidado com o corpo, higiene
30% Total de
avaliação clínica
realizada/total
de alunos na
escola x 100
ESF e escola
(professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
corporal.
- Realização de estudos de casos que
necessitem de apoio psicológico e
discutir com professores as formas
adequadas de encaminhamentos,
respeitando as competências
profissionais;
- Agendar reunião com professores e
psicólogos e ou psicopedagogo (caso a
escola exista estes profissionais no
quadro) para avaliar conjuntamente a
evolução dos casos em tratamento
psicológico e fazer o
acompanhamento;
- Disponibilizar, para a escola, a
relação dos ACS vinculados ao
território da escola, com nome e
identificação das ruas existentes nas
micro-áreas de atuação dos agentes.
- Envolver o agente comunitário de
saúde-ACS no processo, para os casos
que necessitem de visita domiciliar,
Coordenador da ESF
ou Secretário SMS e
SME
junto à família do aluno.
- Identificar a existência de
instrumentos da própria escola que
possibilite registrar as ações e
condutas profissionais, registrar na
Pasta Família, no Boletim de
Atendimento Ambulatorial –
BPA/SIA.
1.2 - Detecção
precoce da
hipertensão arterial
- Na avaliação clínica, realizar a
verificação da pressão arterial, peso e
estatura dos alunos;
- Disponibilizar orientações quanto à
importância de adoção de hábitos
alimentares saudáveis, dentro e fora da
escola, e de as atividades físicas
regulares, como forma de induzir a
cultura do auto-cuidado, esclarecendo
sobre os riscos de obesidade, aumento
nas taxas do colesterol, assim como o
risco de desenvolver a hipertensão, e
suas complicaçõe;
- Acompanhamento sistemático,
70%dos
alunos
avaliados
Total de alunos
com a PA
avaliada / total
de alunos na
escola x 100
ESF e Educador
Físico
equipe de saúde e escola, e tratar os
casos de hipertensão diagnosticados.
- Registrar na Caderneta do
Adolescente, na Pasta Família, no
BPA/SIA.
- Agendar conjuntamente com a
escola, ações de promoção da saúde
incluindo nas “Feiras de Ciência”, os
riscos que a alimentação inadequada, o
uso do tabaco, do álcool e outras
drogas representam para a saúde física
e mental do aluno e outras pessoas.
Coordenador da ESF
e escola (professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
1.3- Avaliação
oftalmológica
- Agendamento conjunto, ESF e
professores, ações para avaliação e
triagem oftalmológicas, dando
prioridade para os casos observados
pelo professo e ESF, na sala de aula,
que podem estar impactando no
rendimento e evasão escolar;
- Fazer o diagnóstico e tratar os casos
positivos da presença do Tracoma nos
alunos.
50% Total de alunos
com avaliação
oftalmológica
realizada/total
de alunos na
escola x 100.
ESF e escola
(professor ou
responsável pelo PSE
na escola
ESF
- Realização de ações para avaliar
escolares com problemas de acuidade
visual, através de material instrutivo
ofertados pelo MEC e proceder aos
encaminhamentos quando detectadas
necessidades de uso de óculos
(OLHAR BRASIL);
- Fazer o registro na Caderneta do
Adolescente, pasta família e BPA/
SIA.
1.4- Avaliação
auditiva
- Agendamento conjunto com os
professores e ESF, ações para
avaliação auditiva, com prioridade
para os casos observados pelo
professor, na sala de aula, que podem
estar impactando no rendimento
escolar do aluno;
- Fazer o diagnóstico e encaminhar
para tratamento especializado
conforme suspeita diagnóstica.
- Registrar na Caderneta do
Adolescente, Pasta Família e BPA/
50% Total de alunos
com avaliação
auditiva
realizada/total
de alunos na
escola x 100.
ESF e escola
(professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
SIA.
1.5- Avaliação de
saúde bucal
- Realização de ações odontológicas
coletivas escovação supervisionadas
com aplicação tópica de flúor a cada
seis meses.
- Pactuar com o professor a inclusão
de ações educativas voltadas para o
auto-cuidado da boca, “Feiras de
Ciência” promovidas pela escola;
- Diagnosticar e ofertar procedimentos
odontológicos básicos individuais, na
unidade de saúde, fazendo o
agendamento com o professor para o
tratamento completo, referenciando os
casos mais complexos que necessitem
de atenção especializada na rede.
- Fazer o Registro na caderneta do
aluno, na Pasta família e no BPA/SIA.
70%
20%
ESB/ACS e escola
(professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
1.6- Cobertura
vacinal
- Elaboração conjunta do cronograma
de ações voltadas para a cobertura
vacinal nos escolares, conforme
esquema preconizado pelo Ministério
= > 95% Total de vacinas
aplicadas/total
de alunos na
escola x100
ESF e escola
(professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
da Saúde.
- Realizar atividades de imunização na
escola e rotineiramente nas Unidade de
Saúde fazer o registro na Caderneta do
Adolescente e no boletim diário de
doses aplicadas de vacina;
- Fazer a busca ativa da cobertura
vacinal dos escolares envolvendo o
professor e o ACS.
Professor e ACS
1.7- Implantação da
Caderneta do
adolescente
- Implementar a Caderneta do
Adolescente caso seja ofertado pelo
MS.
- Registrar informações pertinentes,
tais como: esquema vacinal, pressão
arterial, situação nutricional, etc.
50% SMS, SME e escolas
2- PROMOÇÃO DA
SAÚDE
2.1- Práticas
corporais e
atividades físicas
- Articular com a escola a Inclusão na
proposta político-pedogógica da
escola, ações voltadas para o incentivo
ao desenvolvimento de práticas
capazes de impactar na redução dos
níveis do colesterol, da obesidade e da
hipertensão arterial, visando a
Obs. Trata-se de
um indicador
que deve estar
na pauta da
escola.
Coordenador da ESF
e escola (professor ou
responsável pelo PSE
na escola)
melhoria da qualidade de vida dos
escolares.
2.2- Avaliação
nutricional
- Agendar com os professores ações de
avaliação antropométrica (peso,
estatura, cálculo do Índice da Massa
Corporal-IMC dos alunos envolvendo
o Educador físico no processo.
- Diagnosticar os casos de desnutrição
grave e moderada, tratar os
moderados, através de parcerias
intersetoriais, e fazer os
encaminhamentos para Centro de
Desnutrição do Hospital Universitário-
HU.
- Diagnosticar os casos de sobrepeso e
obesidade, tratando-os e orientando-os
através de parcerias intersetoriais-
HU.,conforme gravidade identificada.
- Registro na Caderneta do
Adolescente, BPA/SIA.
50% Nº de alunos 7-
19 anos com
avaliação
nutricional
realizada/total
de alunos na
mesma faixa
etária na
escolax100.
Educador Físico e
ESF
2.3 - Saúde sexual,
prevenção de
- Articular com os professores o
desenvolvimento de ações educativas
Coordenador da ESF
e escola (professor ou
DST/AIDS e gravidez
na adolescência.
através de palestras e reuniões, com
recursos audio-visuais, material
gráfico, cartilhas educativas, folhetos
etc, e estimular a apresentação de
trabalhos relacionados à prevenção de
doenças e agravos, e promoção da
saúde sexual e reprodutiva nas “Feiras
de Ciências” e/ou outros eventos;
- Fomentar espaços de diálogos
incluindo os alunos, professores,
equipes de saúde e familiares para
discutir questões de vulnerabilidade as
DST/AIDS e gravidez não planejada
em adolescentes e jovens, através de
reuniões com adoção de metodologias
pedagógicas e dialogadas;
- Buscar no SIAB, informações sobre
o total de adolescentes grávidas
menores de 20 anos de idade
existentes no território, verificar com o
ACS e professores quais estão na
escola e ofertar o pré-natal, exames de
responsável pelo PSE
na escola) e as ESF
Coordenador da ESF,
equipes de saúde e
professores
Escola e ESF
apoio diagnóstico, e referenciar os
casos de alto risco para Aracaju. Fazer
o acompanhamento;
- Fazer a escuta, junto aos alunos,
abordando temas sobre a saúde
reprodutiva e meios de evitar a
gravidez precoce, não planejada,
abordando inclusive a questão do
aborto e suas complicações para a
saúde das adolescentes e jovens;
- Articular com a escola a
possibilidade de implantação do
“Cantinho da Prevenção”, com
disponibilização de preservativos e
orientação profissional, conforme
diretrizes do Programa Saúde e
prevenção na Escola-SPE
2.4 - Prevenção ao
uso do álcool , tabaco
e outras drogas
- Articular com a escola a inclusão na
proposta político-pedogógico, ações
voltadas para a promoção e prevenção
da saúde, realizando rodas de
conversa, envolvendo os alunos na
Coordenador da ESF
e escola (professor ou
responsável pelo PSE
na escola) e as ESF
discussão, sobre os riscos que o uso do
tabaco, álcool e outras drogas
representam para a saúde, e suas
complicações na vida pessoal, familiar,
escolar e social do adolescente e do
jovem, dentro de uma abordagem
pedagógica e de valorização da vida;
- Desenvolvimento de ações
intersetorias de combate e prevenção
da violência ao adolescente e ao
jovem, vinculada ao consumo de
substâncias químicas, seja no
território, na escola ou no espaço intra-
familiar, em articulação com as redes
locais de proteção social tais como:
CRAS, Conselho Tutelar, Pastoral,
AA, etc.
3- FORMAÇÃO DOS
PROFISSIONAIS
3.1 - Educação
Permanente e
Capacitação
- Parceria com a SES/SE, para
realização de oficinas de capacitação
para as equipes de saúde da família –
ESF/SB e professores da rede de
ensino.
Semestral SMS e SES
Coordenador da ESF
e equipes
- Definir com as ESF/SB, calendário
de capacitação para os ACS, com
prioridade para as áreas temáticas do
PSE.
4-
MONITORAMENTO
E AVALIAÇÃO DO
PSE
4.1 - Monitoramento
Avaliação
sistemáticos das
ações
- Registrar todas as ações
desenvolvidas na Caderneta do aluno,
Caderneta do Adolescente, no Sistema
de Informação da Atenção Básica -
SIAB, Boletim de Atendimento
Ambulatorial - BPA , Sistema de
Informação Ambulatorial - SIA e no
PNI.
- Realização de reuniões para análises
conjuntas, equipe de saúde e
professores, da situação de saúde dos
escolares a partir dos relatórios
epidemiológicos registrados nos
bancos de dados oficiais.
- Realização de estudos para avaliação
do impacto do PSE, levando em
consideração os critérios de eficácia e
efetividade das ações, com destaque
para os elementos: saúde,
aprendizagem e evasão escolar.
- Aproveitar o período de férias
escolares para planejar as atividades,
Avaliação
semestral
Semestral
Coordenador da ESF
e escola (professor ou
responsável pelo PSE
na escola) e as ESF
SMS e SME
com base nas informações dos bancos
de dados e nas demandas trazidas
pelos ACS identificadas no território.
- Formalizar Relatórios, conjunto, das
ações e atividades desenvolvidas pelas
ESF/SB e a escola, apresentação aos
Conselhos Municipal de Saúde e
Educação e enviar oficialmente a
SES/SE.

Mod quadro-detalhamento-acoes

  • 1.
    QUADRO DE DETALHAMENTODE AÇÕES EM SAÚDE - PSE DIRETRIZES ÁREAS TEMÁTICAS/AÇÃO PROPOSTAS OPERACIONAIS - ESTRATÉGIAS METAS MÉTODO DE CALCULO RESPONSÁVEIS 1- AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE NAS ESCOLAS 1.1- Avaliação clínica e psicossocial - Elaborar cronograma conjunto – ESF e escola- contemplando ofertas de avaliação clínica, junto aos alunos que freqüentam a escola, conforme necessidades identificadas, pelo professor, na sala de aula; - Agendamento dos casos que necessitem de atendimento fora do espaço da escola, isto é, na unidade de saúde, tais como: Avaliação médica e de enfermagem em adolescentes grávidas, detecção e tratamento das doenças sexualmente transmissíveis - DST, etc; - Tratamento das enfermidades diagnosticadas na avaliação clínica, com dispensação de medicamentos. - Realização de orientações quanto ao auto-cuidado com o corpo, higiene 30% Total de avaliação clínica realizada/total de alunos na escola x 100 ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola)
  • 2.
    corporal. - Realização deestudos de casos que necessitem de apoio psicológico e discutir com professores as formas adequadas de encaminhamentos, respeitando as competências profissionais; - Agendar reunião com professores e psicólogos e ou psicopedagogo (caso a escola exista estes profissionais no quadro) para avaliar conjuntamente a evolução dos casos em tratamento psicológico e fazer o acompanhamento; - Disponibilizar, para a escola, a relação dos ACS vinculados ao território da escola, com nome e identificação das ruas existentes nas micro-áreas de atuação dos agentes. - Envolver o agente comunitário de saúde-ACS no processo, para os casos que necessitem de visita domiciliar, Coordenador da ESF ou Secretário SMS e SME
  • 3.
    junto à famíliado aluno. - Identificar a existência de instrumentos da própria escola que possibilite registrar as ações e condutas profissionais, registrar na Pasta Família, no Boletim de Atendimento Ambulatorial – BPA/SIA. 1.2 - Detecção precoce da hipertensão arterial - Na avaliação clínica, realizar a verificação da pressão arterial, peso e estatura dos alunos; - Disponibilizar orientações quanto à importância de adoção de hábitos alimentares saudáveis, dentro e fora da escola, e de as atividades físicas regulares, como forma de induzir a cultura do auto-cuidado, esclarecendo sobre os riscos de obesidade, aumento nas taxas do colesterol, assim como o risco de desenvolver a hipertensão, e suas complicaçõe; - Acompanhamento sistemático, 70%dos alunos avaliados Total de alunos com a PA avaliada / total de alunos na escola x 100 ESF e Educador Físico
  • 4.
    equipe de saúdee escola, e tratar os casos de hipertensão diagnosticados. - Registrar na Caderneta do Adolescente, na Pasta Família, no BPA/SIA. - Agendar conjuntamente com a escola, ações de promoção da saúde incluindo nas “Feiras de Ciência”, os riscos que a alimentação inadequada, o uso do tabaco, do álcool e outras drogas representam para a saúde física e mental do aluno e outras pessoas. Coordenador da ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola) 1.3- Avaliação oftalmológica - Agendamento conjunto, ESF e professores, ações para avaliação e triagem oftalmológicas, dando prioridade para os casos observados pelo professo e ESF, na sala de aula, que podem estar impactando no rendimento e evasão escolar; - Fazer o diagnóstico e tratar os casos positivos da presença do Tracoma nos alunos. 50% Total de alunos com avaliação oftalmológica realizada/total de alunos na escola x 100. ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola ESF
  • 5.
    - Realização deações para avaliar escolares com problemas de acuidade visual, através de material instrutivo ofertados pelo MEC e proceder aos encaminhamentos quando detectadas necessidades de uso de óculos (OLHAR BRASIL); - Fazer o registro na Caderneta do Adolescente, pasta família e BPA/ SIA. 1.4- Avaliação auditiva - Agendamento conjunto com os professores e ESF, ações para avaliação auditiva, com prioridade para os casos observados pelo professor, na sala de aula, que podem estar impactando no rendimento escolar do aluno; - Fazer o diagnóstico e encaminhar para tratamento especializado conforme suspeita diagnóstica. - Registrar na Caderneta do Adolescente, Pasta Família e BPA/ 50% Total de alunos com avaliação auditiva realizada/total de alunos na escola x 100. ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola)
  • 6.
    SIA. 1.5- Avaliação de saúdebucal - Realização de ações odontológicas coletivas escovação supervisionadas com aplicação tópica de flúor a cada seis meses. - Pactuar com o professor a inclusão de ações educativas voltadas para o auto-cuidado da boca, “Feiras de Ciência” promovidas pela escola; - Diagnosticar e ofertar procedimentos odontológicos básicos individuais, na unidade de saúde, fazendo o agendamento com o professor para o tratamento completo, referenciando os casos mais complexos que necessitem de atenção especializada na rede. - Fazer o Registro na caderneta do aluno, na Pasta família e no BPA/SIA. 70% 20% ESB/ACS e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola) 1.6- Cobertura vacinal - Elaboração conjunta do cronograma de ações voltadas para a cobertura vacinal nos escolares, conforme esquema preconizado pelo Ministério = > 95% Total de vacinas aplicadas/total de alunos na escola x100 ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola)
  • 7.
    da Saúde. - Realizaratividades de imunização na escola e rotineiramente nas Unidade de Saúde fazer o registro na Caderneta do Adolescente e no boletim diário de doses aplicadas de vacina; - Fazer a busca ativa da cobertura vacinal dos escolares envolvendo o professor e o ACS. Professor e ACS 1.7- Implantação da Caderneta do adolescente - Implementar a Caderneta do Adolescente caso seja ofertado pelo MS. - Registrar informações pertinentes, tais como: esquema vacinal, pressão arterial, situação nutricional, etc. 50% SMS, SME e escolas 2- PROMOÇÃO DA SAÚDE 2.1- Práticas corporais e atividades físicas - Articular com a escola a Inclusão na proposta político-pedogógica da escola, ações voltadas para o incentivo ao desenvolvimento de práticas capazes de impactar na redução dos níveis do colesterol, da obesidade e da hipertensão arterial, visando a Obs. Trata-se de um indicador que deve estar na pauta da escola. Coordenador da ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola)
  • 8.
    melhoria da qualidadede vida dos escolares. 2.2- Avaliação nutricional - Agendar com os professores ações de avaliação antropométrica (peso, estatura, cálculo do Índice da Massa Corporal-IMC dos alunos envolvendo o Educador físico no processo. - Diagnosticar os casos de desnutrição grave e moderada, tratar os moderados, através de parcerias intersetoriais, e fazer os encaminhamentos para Centro de Desnutrição do Hospital Universitário- HU. - Diagnosticar os casos de sobrepeso e obesidade, tratando-os e orientando-os através de parcerias intersetoriais- HU.,conforme gravidade identificada. - Registro na Caderneta do Adolescente, BPA/SIA. 50% Nº de alunos 7- 19 anos com avaliação nutricional realizada/total de alunos na mesma faixa etária na escolax100. Educador Físico e ESF 2.3 - Saúde sexual, prevenção de - Articular com os professores o desenvolvimento de ações educativas Coordenador da ESF e escola (professor ou
  • 9.
    DST/AIDS e gravidez naadolescência. através de palestras e reuniões, com recursos audio-visuais, material gráfico, cartilhas educativas, folhetos etc, e estimular a apresentação de trabalhos relacionados à prevenção de doenças e agravos, e promoção da saúde sexual e reprodutiva nas “Feiras de Ciências” e/ou outros eventos; - Fomentar espaços de diálogos incluindo os alunos, professores, equipes de saúde e familiares para discutir questões de vulnerabilidade as DST/AIDS e gravidez não planejada em adolescentes e jovens, através de reuniões com adoção de metodologias pedagógicas e dialogadas; - Buscar no SIAB, informações sobre o total de adolescentes grávidas menores de 20 anos de idade existentes no território, verificar com o ACS e professores quais estão na escola e ofertar o pré-natal, exames de responsável pelo PSE na escola) e as ESF Coordenador da ESF, equipes de saúde e professores Escola e ESF
  • 10.
    apoio diagnóstico, ereferenciar os casos de alto risco para Aracaju. Fazer o acompanhamento; - Fazer a escuta, junto aos alunos, abordando temas sobre a saúde reprodutiva e meios de evitar a gravidez precoce, não planejada, abordando inclusive a questão do aborto e suas complicações para a saúde das adolescentes e jovens; - Articular com a escola a possibilidade de implantação do “Cantinho da Prevenção”, com disponibilização de preservativos e orientação profissional, conforme diretrizes do Programa Saúde e prevenção na Escola-SPE 2.4 - Prevenção ao uso do álcool , tabaco e outras drogas - Articular com a escola a inclusão na proposta político-pedogógico, ações voltadas para a promoção e prevenção da saúde, realizando rodas de conversa, envolvendo os alunos na Coordenador da ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola) e as ESF
  • 11.
    discussão, sobre osriscos que o uso do tabaco, álcool e outras drogas representam para a saúde, e suas complicações na vida pessoal, familiar, escolar e social do adolescente e do jovem, dentro de uma abordagem pedagógica e de valorização da vida; - Desenvolvimento de ações intersetorias de combate e prevenção da violência ao adolescente e ao jovem, vinculada ao consumo de substâncias químicas, seja no território, na escola ou no espaço intra- familiar, em articulação com as redes locais de proteção social tais como: CRAS, Conselho Tutelar, Pastoral, AA, etc. 3- FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS 3.1 - Educação Permanente e Capacitação - Parceria com a SES/SE, para realização de oficinas de capacitação para as equipes de saúde da família – ESF/SB e professores da rede de ensino. Semestral SMS e SES Coordenador da ESF e equipes
  • 12.
    - Definir comas ESF/SB, calendário de capacitação para os ACS, com prioridade para as áreas temáticas do PSE.
  • 13.
    4- MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PSE 4.1- Monitoramento Avaliação sistemáticos das ações - Registrar todas as ações desenvolvidas na Caderneta do aluno, Caderneta do Adolescente, no Sistema de Informação da Atenção Básica - SIAB, Boletim de Atendimento Ambulatorial - BPA , Sistema de Informação Ambulatorial - SIA e no PNI. - Realização de reuniões para análises conjuntas, equipe de saúde e professores, da situação de saúde dos escolares a partir dos relatórios epidemiológicos registrados nos bancos de dados oficiais. - Realização de estudos para avaliação do impacto do PSE, levando em consideração os critérios de eficácia e efetividade das ações, com destaque para os elementos: saúde, aprendizagem e evasão escolar. - Aproveitar o período de férias escolares para planejar as atividades, Avaliação semestral Semestral Coordenador da ESF e escola (professor ou responsável pelo PSE na escola) e as ESF SMS e SME
  • 14.
    com base nasinformações dos bancos de dados e nas demandas trazidas pelos ACS identificadas no território. - Formalizar Relatórios, conjunto, das ações e atividades desenvolvidas pelas ESF/SB e a escola, apresentação aos Conselhos Municipal de Saúde e Educação e enviar oficialmente a SES/SE.