O documento explora a distinção entre inspiração e intuição, ambas consideradas faculdades mediúnicas. A inspiração é caracterizada como uma influência externa e imediata de espíritos, enquanto a intuição pode ser anímica ou mediúnica, manifestando conhecimentos internos e experiências vividas. O autor enfatiza a importância da sintonia vibratória e a necessidade de desenvolver a intuição por meio de estudo e meditação.