- O documento discute dois tipos de minimizadores no português antigo: 1) minimizadores partitivos e valorativos como gota e figo; 2) minimizadores indefinidos como al e homem.
- Homem funcionava como um minimizador indefinido em contextos negativos, competindo com nenhum.
- Ao longo dos séculos, nenhum tornou-se mais gramaticalizado que homem, que eventualmente desapareceu, enquanto nenhum se generalizou nos mesmos contextos.