MEMORIAL
A infância primária foi deletada da minha mente, talvez
por ter sido uma época bastante difícil para minha família.
O que lembro pertence ao Ensino Fundamental onde fui
excluída e perseguida por um grupo de colegas que se
achavam donos da sala e da escola. Hoje sei que fui vitima
de bulling.
Aprendi muito com isso e procuro
não excluir ninguém. Para mim
todos são importantes. Hoje, como
adulta, me afasto das panelinhas.
Quando      vejo aqueles     grupos
formados se achando melhores que
outros e debochando de tudo e
todos, chega a me dá “ascos”. E não
adianta, todo lugar tem e até os
adultos fazem.
São pessoas inseguras que só se
sentem valorizadas inseridas no
grupo que está bombando, os outros
são meras vítimas. “É mais fácil
rotular as pessoas do que conhecê-
las.” Isso acontecia muito na
educação Medieval que a formação
de grupos era chamada nação.
Como educadora, me realizo no
que faço. Gosto de planejar as
aulas, fazer a didática diferente. Ter
um bom relacionamento com os
pais e colegas. Quanto à chefia,
penso de que a melhor maneira de
conquistá-la é cada um fazer seu
trabalho da melhor maneira
possível.
Trabalhei com três inclusões
durante quatro anos. Sendo que
um deles acompanhei, desde o
berço até o final da sua etapa na
Educação Infantil. No começo foi
difícil, mas superei as barreiras
com ajuda de colegas e diretores.
Na fase imperial do Brasil, Dom Pedro
deu ênfase à inclusão, mas era só para os
cegos e surdos, então soava mais como um
acolhimento do governo.
Meu trabalho é na Educação Infantil, passei por todas as
turmas: berçário, pré-maternal, maternal um, maternal
dois, jardim e extra-classe. A turma de extra-classe era a
mais complicada, pois eram discentes de primeira a
quinta série.
Como no início da república
que     a      educação     era
quantitativa, a escola primária
se caracterizava de uma só
classe agregando alunos de
vários níveis e somente uma
professora para atendê-los.
Fiz e faço muitos cursos. Adoro
teatro e libras. Estou sempre atrás
dessas modalidades. No curso de
teatro na educação: O Natal em
canto em 2005 e Arte e cultura
Africana. Nessa aprendemos macule
lê, a puxada de rede e muitas outras
danças da cultura africana. Foi
muito legal!
APRESENTAÇÃO DA PUXADA DE RESE NA SEMANA DA CONCIÊNCIA NEGRA NA
SOCIEDADE RUI BARBOSA
APRESENTAÇÃO DO NATAL EM CANTO DE CANOAS EM 2055 NO
ESTACIONAMENTO DO ZAFFARI BUORBON
Os cursos de Libras, os dois
primeiros fiz na EMEF Vitória,
no bairro Mathias Velho. O
último fiz no IFRS, através do
PROPEL, com a professora
Carolina. É maravilhoso vê-los
se comunicar e ministrar aulas!!!
TURMA DO CURSO DE
LIBRAS/PROPEL
Hoje estudo Licenciatura em
Pedagogia. Adoro estudar! Graças a
Lei de Diretrizes e Base da
Educação     sancionada       pelo
Presidente em 2001. Tive acesso a
PLATAFORMA                 FREIRE.
TENHO ORGULHO EM SER
PROFESSORA!!!!!!!!!!!!!!!!
FIM

Minha história de educanda a educador.docx

  • 1.
  • 2.
    A infância primáriafoi deletada da minha mente, talvez por ter sido uma época bastante difícil para minha família. O que lembro pertence ao Ensino Fundamental onde fui excluída e perseguida por um grupo de colegas que se achavam donos da sala e da escola. Hoje sei que fui vitima de bulling.
  • 3.
    Aprendi muito comisso e procuro não excluir ninguém. Para mim todos são importantes. Hoje, como adulta, me afasto das panelinhas. Quando vejo aqueles grupos formados se achando melhores que outros e debochando de tudo e todos, chega a me dá “ascos”. E não adianta, todo lugar tem e até os adultos fazem.
  • 4.
    São pessoas insegurasque só se sentem valorizadas inseridas no grupo que está bombando, os outros são meras vítimas. “É mais fácil rotular as pessoas do que conhecê- las.” Isso acontecia muito na educação Medieval que a formação de grupos era chamada nação.
  • 5.
    Como educadora, merealizo no que faço. Gosto de planejar as aulas, fazer a didática diferente. Ter um bom relacionamento com os pais e colegas. Quanto à chefia, penso de que a melhor maneira de conquistá-la é cada um fazer seu trabalho da melhor maneira possível.
  • 6.
    Trabalhei com trêsinclusões durante quatro anos. Sendo que um deles acompanhei, desde o berço até o final da sua etapa na Educação Infantil. No começo foi difícil, mas superei as barreiras com ajuda de colegas e diretores.
  • 7.
    Na fase imperialdo Brasil, Dom Pedro deu ênfase à inclusão, mas era só para os cegos e surdos, então soava mais como um acolhimento do governo.
  • 8.
    Meu trabalho éna Educação Infantil, passei por todas as turmas: berçário, pré-maternal, maternal um, maternal dois, jardim e extra-classe. A turma de extra-classe era a mais complicada, pois eram discentes de primeira a quinta série.
  • 12.
    Como no inícioda república que a educação era quantitativa, a escola primária se caracterizava de uma só classe agregando alunos de vários níveis e somente uma professora para atendê-los.
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    Fiz e façomuitos cursos. Adoro teatro e libras. Estou sempre atrás dessas modalidades. No curso de teatro na educação: O Natal em canto em 2005 e Arte e cultura Africana. Nessa aprendemos macule lê, a puxada de rede e muitas outras danças da cultura africana. Foi muito legal!
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    APRESENTAÇÃO DA PUXADADE RESE NA SEMANA DA CONCIÊNCIA NEGRA NA SOCIEDADE RUI BARBOSA
  • 15.
    APRESENTAÇÃO DO NATALEM CANTO DE CANOAS EM 2055 NO ESTACIONAMENTO DO ZAFFARI BUORBON
  • 16.
    Os cursos deLibras, os dois primeiros fiz na EMEF Vitória, no bairro Mathias Velho. O último fiz no IFRS, através do PROPEL, com a professora Carolina. É maravilhoso vê-los se comunicar e ministrar aulas!!!
  • 17.
    TURMA DO CURSODE LIBRAS/PROPEL
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    Hoje estudo Licenciaturaem Pedagogia. Adoro estudar! Graças a Lei de Diretrizes e Base da Educação sancionada pelo Presidente em 2001. Tive acesso a PLATAFORMA FREIRE.
  • 19.
    TENHO ORGULHO EMSER PROFESSORA!!!!!!!!!!!!!!!!
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