AUMENTO DE
CONSUMO
ERA DO CONSUMO
(Kotler e Keller – 2006, Cobra - 2009)
1ª Era
• Classe Rica
• Aventureiros mercantes europeus
• Escassez de produto
2ª Era
• Classe média
• Europa e EUA
• Novos modelos, negócios e técnicas.
3ª Era – Atual
• Crise de 2008
• Credito Financeiro
• Globalização das marcas e facilidade de consumo
MAS A INTERNET
MUDOU TUDO!
Passamos então de uma cultura de escassez...
... para uma cultura de abundância
ESTÍMULOS DE
COMPRA
As empresas usam vários esforços
de Marketing para influenciar a
decisão dos consumidores, mas é
difícil saber como os consumidores
a forma como eles podem
respondem ao estimulo de compra
(COBRA, 2009).
 Grupos de influencia
 Primários
 Secundários
 Grupos de referencia
 Marketing
 Massa
 Digital
OBSOLESCÊNCIA
PROGRAMADA
A obsolescência programada
descreve uma estratégia de
garantir deliberadamente que a
versão de um determinado
produto fique desatualizada ou
inútil dentro de um período
conhecido (JAIN, 2010).
Motivos
 Hardware x software
 Inovação incremental ou radical
GERAÇÃO DE
RESIDUOS
DEFINIÇÃO DE
LIXO OU
RESÍDUO SOLIDO
 Dicionário Aurélio
 Lixo é tudo aquilo que não se quer mais e se joga fora;
coisas inúteis, velhas e sem valor.
 Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)
 Restos das atividades humanas, considerados pelos
geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis,
podendo-se apresentar no estado sólido, semi-sólido1
ou líquido2, desde que não seja passível de
tratamento convencional."
 Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
 Resíduo sólido ou lixo é todo material sólido ou semi-
sólido indesejável e que necessita ser removido por
ter sido considerado inútil por quem o descarta, em
qualquer recipiente destinado a este ato.
RESÍDUOS SÓLIDOS
Pereira e Melo (2008) relatam que o problema dos
resíduos sólidos urbanos é de extrema relevância na
atualidade, devido:
Crescimento municipal
Crescimento populacional
Aumento de consumo
Falta de politicas publicas
Falta de ações de tratamento.
Pereira e Melo – 2008; Jacobi e Bessen - 2011; Gouveia - 2012; Pacheco - 2013
REE
Resíduo gerado através do
consumo desenfreado de
produtos eletrônicos e o
descarte por:
Inviabilidade de conserto
Obsolescência programada
Problemas acontecem
devido
Decomposição dos equipamentos
através da ação natural.
• Poluindo solo
• Poluindo lenções freáticos
PNRS
 De acordo com a PNRS, é instituída a responsabilidade
compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser
implementada de forma individualizada e encadeada,
abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e
comerciantes. Estes são obrigados a estruturar e
implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno
dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma
independente do serviço público de limpeza urbana e de
manejo dos resíduos sólidos.
 A política aplica-se à:
 pilhas e baterias; pneus;
 óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
 lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e
de luz mista;
 produtos eletroeletrônicos e seus componentes;
 embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais
produtos e embalagens, considerando, prioritariamente, o
grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio
ambiente dos resíduos gerados.
RESÍDUOS SÓLIDOS
 Como soluções para mitigar tal fato Polaz e
Teixeira (2009) propõe a criação de indicadores
e acompanhamento de indicadores (Ambientais,
Econômicos, Sociais, Políticos e culturais)
 Outras propostas
 Conscientização da população
 Cobrança por volume de lixo gerado
 Aterros sanitários
 Centros de reciclagem e tratamento de
resíduo
 Condições mais dignas para os catadores.
 Logística Reversa
 Conscientização empresarial
BASEADO NISSO SURGE O
MARKETING VERDE
O QUE É
Marketing verde, ou marketing ambiental, é
uma estratégia que busca diferenciar uma
empresa ou marca e suas soluções com um
posicionamento de consciência ecológica.
O marketing verde é uma
estratégia de marketing orientada à
consciência ecológica.
PORQUE SURGIU
Preocupação com o meio ambiente
A maior presença de plásticos nos oceanos,
o derretimento de geleiras na Antártida,
desmatamento, o efeito estufa, a escassez
de recursos naturais e outras ameaças
globais vêm despertando o alerta.
E, principalmente ...
O FOCO É
SUAS PREOCUPAÇÕES
BENEFÍCIOS DE MKT
VERDE
1. Diferencial competitivo
2. Melhora a imagem da
organização
3. Transmiti credibilidade
4. Gera Economia
5. Atrai a simpatia do publico
GREEN MARKETING X
GREENWASHING
 Green marketing
 Ações com preocupação com o
sustentável.
 Uso de recursos
 Logística reversa
 Greenwashing
 Maquiagem verde
 Vende a imagem de verde mas na
realidade é extremamente poluidora
 Empresas de cerâmica
AÇÕES
SUSTENTÁVEIS
CAMPANHA PORTO
SEGURO
Campanha de coleta de óleo
de cozinha, mais de 7 mil
litros coletados e
direcionados para fabricação
de biodiesel
WALL MART
 Melhoria do processo logístico
reduzindo atividades de
abastecimento de suas lojas e
compartilhamento de frete
BRADESCO – SOS
MATA ATLÂNTICA
O Bradesco contribuiu
para o plantio de mais de
28 milhões de plantas
nativas na Mata Atlântica
NATURA EKOS
 Linha de produtos Natura
desenvolvidas de forma
sustentável de produtos
extraídos da biodiversidade
brasileira
FABER CASTEL
Utiliza apenas madeira
reflorestada na
fabricação de seus lápis
COCA COLA
Retornou com a
campanha de garrafas
retornáveis e doações
para entidades carentes
NOSSA TAREFA DE CASA
Trabalho em grupo
Procure uma ação
desenvolvida por uma
empresa em marketing
verde e estruture ele no
Canvas de Marketing.
LOGISTICA REVERSA
DE PRODUTOS
ELETRONICOS POS
CONSUMO: UM
ESTUDO REALIZADO
NA CIDADE DE
JUAZEIRO DO NORTE-
CE
Introdução
Consumo:
 Era da Informação;
 Obsolescência programada;
 O aumento do consumo.
Visão Geral:
 Processo Logístico
 Tipos
 Logística Direta
 Logística Reversa
 Pós Consumo
 Pós Venda
 Politica Nacional de resíduos Sólidos
Referêncial
LOGÍSTICA
Ele pode ser definido como um
componente essencial para as
organizações, compreendendo a
totalidade da cadeia logística que
pode ser composta de:
Aquisição
Recepção e acondicionamento de
produtos;
Armazenamento
Estocagem;
Picking (deslocamento de
produtos para a preparação do
pedido);
Distribuição
Intervenção das transportadoras
assumindo a entrega.
32
Figura 1 – Logística Reversa – Área de atuação e etapas reversas
Fonte: Leite (2003, p.17).
33
PNRS
 De acordo com a PNRS, é instituída a responsabilidade
compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser
implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo
os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Estes
são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística
reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo
consumidor, de forma independente do serviço público de
limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.
 A política aplica-se à:
 pilhas e baterias; pneus;
 óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
 lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
 produtos eletroeletrônicos e seus componentes;
 embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e
embalagens, considerando, prioritariamente, o grau e a extensão do
impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados.
34
Considerações
Finais
Foi demonstrado que grande parte das empresas não
executa esse processo e que seus clientes não tem
opções para descarte correto deste produtos. Portanto fica
evidente que mesmo sendo um assunto recorrente, ainda
faltam programas e incentivos para que as organizações
se adéquem e os consumidores sejam sensibilizados para
este tema.
SMART CITY
As cidades inteligentes, ou Smart Cities, são aquelas que utilizam a tecnologia para promover o
bem-estar dos moradores, o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, melhorar a
sustentabilidade.
TECNOLOGIA E
SUSTENTABILIDADE
TRANSPORTES E
MOBILIDADE
ÁREAS VERDES
GESTÃO DE RESÍDUOS
Fonte: CITEOS (2015)
36
VÍDEO
CONCLUSÃO
Muito se fala em sustentabilidade como condição de
construir um mundo melhor para nossos filhos e para as
futuras gerações. Mas, para alcançarmos o almejado futuro
sustentável, precisamos investir em desenvolvimento
sustentável, buscando maneiras de utilizar o meio ambiente
sem esgotar os recursos naturais.
A sustentabilidade e a inovação devem nortear a condução
de negócios, as escolhas da sociedade e a adoção de
políticas públicas, se desejarmos que um elevado padrão de
consumo mantenha essa qualidade de vida para novas
gerações. A sociedade ainda busca soluções para resolver
diversas questões relacionadas à sustentabilidade, como
desenvolver e promover o uso de tecnologias para o
tratamento de resíduos sólidos que sejam ambiental e
socialmente seguras, além de economicamente viáveis.
Assim, novas ideias têm sempre muito valor, ainda mais
aquelas com soluções inovadoras, replicáveis, resultados
comprovados e que sejam de baixo custo.
37
ALGUNS PROJETOS INOVADORES COMO
PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR
38
ALGUNS PROJETOS INOVADORES COMO
PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR
39
ALGUNS PROJETOS INOVADORES COMO
PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR
40
ALGUNS PROJETOS INOVADORES COMO
PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR
41
ALGUNS PROJETOS INOVADORES COMO
PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR
42
DECICINIO, R. Poluição nas cidades - Problemas ambientais urbanos aumentam no Brasil. Disponível em:
<https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/poluicao-nas-cidades-problemas-ambientais-urbanos-
aumentam-no-brasil.htm?cmpid=copiaecola>. Acessado em 06 set. 2019.
GALILEU, Maioria dos estados no Brasil não realiza monitoramento da poluição do ar. Redação Galileu, 2018.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2018/11/maioria-dos-
estados-no-brasil-nao-realiza-monitoramento-da-poluicao-do-ar.html>. Acesso em: 06 set. 2019.
IEMA – Instituto de Energia e Meio Ambiente. Dia do Meio Ambiente: veículos são os principais culpados pela
poluição do ar em centros urbanos <http://www.energiaeambiente.org.br/dia-do-meio-ambiente-veiculos-sao-
os-principais-culpados-pela-poluicao-do-ar-em-centros-urbanos>. Acesso em 06 set. 2019.
ARGO. Mobilidade urbana: os desafios de se locomover nos principais centros urbanos. 2019.
<http://www.useargo.com/mobilidade-urbana-os-desafios-de-se-locomover-nos-principais-centros-urbanos/>.
Acesso em 06 set. 2019.
CITEOS. What is a smart city?. 2015. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Br5aJa6MkBc>.
Acessado em 07 set 2019.
SARAIVA, P
. P
. et al. O uso de tecnologias como estratégia na construção de cidades mais inteligentes e
sustentáveis. Gestão & Regionalidade - Vol. 35 - Nº 105 - Edição Especial, 2019.
ALCANTARA, J. CityTree: a “árvore” hightech que limpa o ar. Design Culture, 2019.
https://designculture.com.br/citytree-a-arvore-hightech-que-limpa-o-ar>. Acessado em 07 set. 2019.
REFERÊNCIAS
43
BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J. Logística Empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2007
COSTA, L. G. da; VALLE, R. Logística reversa: importância, fatores para a aplicação e contexto brasileiro. In: III SEGeT – Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, 2006.
CUNHA, H. F.; OLIVEIRA, M. S.; VIO, R. de C. A Importância da Logística Reversa na Construção da Responsabilidade Social Agregadora de Vantagens Competitivas. 2014.
Disponível:<http://www.aems.edu.br/conexao/edicaoanterior/Sumario/2014/downloads /2014/A%20import%C3%A2ncia%20da%20log%C3%ADstica%20reversa.pdf>. Acesso em: 15 mai. 2019.
DECRETO Nº 7.404. Regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. 2010. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/
Decreto/D7404.htm>. Acesso em: 02 jun. 2019.
REFERÊNCIAS
“
45
Agradecemos a atenção!

Marketing verde para administração. Conceitos básicos.pptx

  • 1.
  • 2.
    ERA DO CONSUMO (Kotlere Keller – 2006, Cobra - 2009) 1ª Era • Classe Rica • Aventureiros mercantes europeus • Escassez de produto 2ª Era • Classe média • Europa e EUA • Novos modelos, negócios e técnicas. 3ª Era – Atual • Crise de 2008 • Credito Financeiro • Globalização das marcas e facilidade de consumo
  • 3.
  • 4.
    Passamos então deuma cultura de escassez... ... para uma cultura de abundância
  • 5.
    ESTÍMULOS DE COMPRA As empresasusam vários esforços de Marketing para influenciar a decisão dos consumidores, mas é difícil saber como os consumidores a forma como eles podem respondem ao estimulo de compra (COBRA, 2009).  Grupos de influencia  Primários  Secundários  Grupos de referencia  Marketing  Massa  Digital
  • 6.
    OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA A obsolescência programada descreveuma estratégia de garantir deliberadamente que a versão de um determinado produto fique desatualizada ou inútil dentro de um período conhecido (JAIN, 2010). Motivos  Hardware x software  Inovação incremental ou radical
  • 7.
  • 8.
    DEFINIÇÃO DE LIXO OU RESÍDUOSOLIDO  Dicionário Aurélio  Lixo é tudo aquilo que não se quer mais e se joga fora; coisas inúteis, velhas e sem valor.  Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)  Restos das atividades humanas, considerados pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis, podendo-se apresentar no estado sólido, semi-sólido1 ou líquido2, desde que não seja passível de tratamento convencional."  Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos  Resíduo sólido ou lixo é todo material sólido ou semi- sólido indesejável e que necessita ser removido por ter sido considerado inútil por quem o descarta, em qualquer recipiente destinado a este ato.
  • 9.
    RESÍDUOS SÓLIDOS Pereira eMelo (2008) relatam que o problema dos resíduos sólidos urbanos é de extrema relevância na atualidade, devido: Crescimento municipal Crescimento populacional Aumento de consumo Falta de politicas publicas Falta de ações de tratamento. Pereira e Melo – 2008; Jacobi e Bessen - 2011; Gouveia - 2012; Pacheco - 2013
  • 10.
    REE Resíduo gerado atravésdo consumo desenfreado de produtos eletrônicos e o descarte por: Inviabilidade de conserto Obsolescência programada Problemas acontecem devido Decomposição dos equipamentos através da ação natural. • Poluindo solo • Poluindo lenções freáticos
  • 11.
    PNRS  De acordocom a PNRS, é instituída a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Estes são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.  A política aplica-se à:  pilhas e baterias; pneus;  óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;  lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;  produtos eletroeletrônicos e seus componentes;  embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens, considerando, prioritariamente, o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados.
  • 12.
    RESÍDUOS SÓLIDOS  Comosoluções para mitigar tal fato Polaz e Teixeira (2009) propõe a criação de indicadores e acompanhamento de indicadores (Ambientais, Econômicos, Sociais, Políticos e culturais)  Outras propostas  Conscientização da população  Cobrança por volume de lixo gerado  Aterros sanitários  Centros de reciclagem e tratamento de resíduo  Condições mais dignas para os catadores.  Logística Reversa  Conscientização empresarial
  • 13.
    BASEADO NISSO SURGEO MARKETING VERDE
  • 14.
    O QUE É Marketingverde, ou marketing ambiental, é uma estratégia que busca diferenciar uma empresa ou marca e suas soluções com um posicionamento de consciência ecológica. O marketing verde é uma estratégia de marketing orientada à consciência ecológica.
  • 15.
    PORQUE SURGIU Preocupação como meio ambiente A maior presença de plásticos nos oceanos, o derretimento de geleiras na Antártida, desmatamento, o efeito estufa, a escassez de recursos naturais e outras ameaças globais vêm despertando o alerta. E, principalmente ...
  • 16.
  • 17.
  • 19.
    BENEFÍCIOS DE MKT VERDE 1.Diferencial competitivo 2. Melhora a imagem da organização 3. Transmiti credibilidade 4. Gera Economia 5. Atrai a simpatia do publico
  • 20.
    GREEN MARKETING X GREENWASHING Green marketing  Ações com preocupação com o sustentável.  Uso de recursos  Logística reversa  Greenwashing  Maquiagem verde  Vende a imagem de verde mas na realidade é extremamente poluidora  Empresas de cerâmica
  • 21.
  • 22.
    CAMPANHA PORTO SEGURO Campanha decoleta de óleo de cozinha, mais de 7 mil litros coletados e direcionados para fabricação de biodiesel
  • 23.
    WALL MART  Melhoriado processo logístico reduzindo atividades de abastecimento de suas lojas e compartilhamento de frete
  • 24.
    BRADESCO – SOS MATAATLÂNTICA O Bradesco contribuiu para o plantio de mais de 28 milhões de plantas nativas na Mata Atlântica
  • 25.
    NATURA EKOS  Linhade produtos Natura desenvolvidas de forma sustentável de produtos extraídos da biodiversidade brasileira
  • 26.
    FABER CASTEL Utiliza apenasmadeira reflorestada na fabricação de seus lápis
  • 27.
    COCA COLA Retornou coma campanha de garrafas retornáveis e doações para entidades carentes
  • 28.
    NOSSA TAREFA DECASA Trabalho em grupo Procure uma ação desenvolvida por uma empresa em marketing verde e estruture ele no Canvas de Marketing.
  • 29.
    LOGISTICA REVERSA DE PRODUTOS ELETRONICOSPOS CONSUMO: UM ESTUDO REALIZADO NA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE- CE
  • 30.
    Introdução Consumo:  Era daInformação;  Obsolescência programada;  O aumento do consumo.
  • 31.
    Visão Geral:  ProcessoLogístico  Tipos  Logística Direta  Logística Reversa  Pós Consumo  Pós Venda  Politica Nacional de resíduos Sólidos Referêncial
  • 32.
    LOGÍSTICA Ele pode serdefinido como um componente essencial para as organizações, compreendendo a totalidade da cadeia logística que pode ser composta de: Aquisição Recepção e acondicionamento de produtos; Armazenamento Estocagem; Picking (deslocamento de produtos para a preparação do pedido); Distribuição Intervenção das transportadoras assumindo a entrega. 32
  • 33.
    Figura 1 –Logística Reversa – Área de atuação e etapas reversas Fonte: Leite (2003, p.17). 33
  • 34.
    PNRS  De acordocom a PNRS, é instituída a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Estes são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.  A política aplica-se à:  pilhas e baterias; pneus;  óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;  lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;  produtos eletroeletrônicos e seus componentes;  embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens, considerando, prioritariamente, o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados. 34
  • 35.
    Considerações Finais Foi demonstrado quegrande parte das empresas não executa esse processo e que seus clientes não tem opções para descarte correto deste produtos. Portanto fica evidente que mesmo sendo um assunto recorrente, ainda faltam programas e incentivos para que as organizações se adéquem e os consumidores sejam sensibilizados para este tema.
  • 36.
    SMART CITY As cidadesinteligentes, ou Smart Cities, são aquelas que utilizam a tecnologia para promover o bem-estar dos moradores, o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, melhorar a sustentabilidade. TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE TRANSPORTES E MOBILIDADE ÁREAS VERDES GESTÃO DE RESÍDUOS Fonte: CITEOS (2015) 36 VÍDEO
  • 37.
    CONCLUSÃO Muito se falaem sustentabilidade como condição de construir um mundo melhor para nossos filhos e para as futuras gerações. Mas, para alcançarmos o almejado futuro sustentável, precisamos investir em desenvolvimento sustentável, buscando maneiras de utilizar o meio ambiente sem esgotar os recursos naturais. A sustentabilidade e a inovação devem nortear a condução de negócios, as escolhas da sociedade e a adoção de políticas públicas, se desejarmos que um elevado padrão de consumo mantenha essa qualidade de vida para novas gerações. A sociedade ainda busca soluções para resolver diversas questões relacionadas à sustentabilidade, como desenvolver e promover o uso de tecnologias para o tratamento de resíduos sólidos que sejam ambiental e socialmente seguras, além de economicamente viáveis. Assim, novas ideias têm sempre muito valor, ainda mais aquelas com soluções inovadoras, replicáveis, resultados comprovados e que sejam de baixo custo. 37
  • 38.
    ALGUNS PROJETOS INOVADORESCOMO PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR 38
  • 39.
    ALGUNS PROJETOS INOVADORESCOMO PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR 39
  • 40.
    ALGUNS PROJETOS INOVADORESCOMO PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR 40
  • 41.
    ALGUNS PROJETOS INOVADORESCOMO PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR 41
  • 42.
    ALGUNS PROJETOS INOVADORESCOMO PERSPECTIVAS PARA UM FUTURO MELHOR 42
  • 43.
    DECICINIO, R. Poluiçãonas cidades - Problemas ambientais urbanos aumentam no Brasil. Disponível em: <https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/poluicao-nas-cidades-problemas-ambientais-urbanos- aumentam-no-brasil.htm?cmpid=copiaecola>. Acessado em 06 set. 2019. GALILEU, Maioria dos estados no Brasil não realiza monitoramento da poluição do ar. Redação Galileu, 2018. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2018/11/maioria-dos- estados-no-brasil-nao-realiza-monitoramento-da-poluicao-do-ar.html>. Acesso em: 06 set. 2019. IEMA – Instituto de Energia e Meio Ambiente. Dia do Meio Ambiente: veículos são os principais culpados pela poluição do ar em centros urbanos <http://www.energiaeambiente.org.br/dia-do-meio-ambiente-veiculos-sao- os-principais-culpados-pela-poluicao-do-ar-em-centros-urbanos>. Acesso em 06 set. 2019. ARGO. Mobilidade urbana: os desafios de se locomover nos principais centros urbanos. 2019. <http://www.useargo.com/mobilidade-urbana-os-desafios-de-se-locomover-nos-principais-centros-urbanos/>. Acesso em 06 set. 2019. CITEOS. What is a smart city?. 2015. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Br5aJa6MkBc>. Acessado em 07 set 2019. SARAIVA, P . P . et al. O uso de tecnologias como estratégia na construção de cidades mais inteligentes e sustentáveis. Gestão & Regionalidade - Vol. 35 - Nº 105 - Edição Especial, 2019. ALCANTARA, J. CityTree: a “árvore” hightech que limpa o ar. Design Culture, 2019. https://designculture.com.br/citytree-a-arvore-hightech-que-limpa-o-ar>. Acessado em 07 set. 2019. REFERÊNCIAS 43
  • 44.
    BOWERSOX, D. J;CLOSS, D. J. Logística Empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2007 COSTA, L. G. da; VALLE, R. Logística reversa: importância, fatores para a aplicação e contexto brasileiro. In: III SEGeT – Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, 2006. CUNHA, H. F.; OLIVEIRA, M. S.; VIO, R. de C. A Importância da Logística Reversa na Construção da Responsabilidade Social Agregadora de Vantagens Competitivas. 2014. Disponível:<http://www.aems.edu.br/conexao/edicaoanterior/Sumario/2014/downloads /2014/A%20import%C3%A2ncia%20da%20log%C3%ADstica%20reversa.pdf>. Acesso em: 15 mai. 2019. DECRETO Nº 7.404. Regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. 2010. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/ Decreto/D7404.htm>. Acesso em: 02 jun. 2019. REFERÊNCIAS
  • 45.

Notas do Editor

  • #30 BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008. FILHO, Gino Giacomini. Consumidor versus propaganda. 5.ed. rev. e atual. São Paulo: Summus, 2008. MACEDO, Roberto F. de. Obsolescência programada. Disponível em: <https://ferreiramacedo.jusbrasil.com.br/artigos/129315440/obsolescencia-programada>. Acesso em 10 de maio de 2018. PACKARD, Vance Oakley. Estratégia do desperdício. São Paulo, SP: IBRASA, 1965.
  • #31 Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logística empresarial Autor: Ronald H. Ballou Gestão Logística da Cadeia de Suprimentos Autores: Donald J. Bowesox, David J. Closs, M Bixby Cooper, John C. Bowesox Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento Autor: Paulo Roberto Bertaglia Logística Reversa: Meio Ambiente e Competitividade Autor: Paulo Roberto Leite