MALÁRIA
Késia E. Souza
Talitha Oliveira S. Chaves
Daylane Viana dos Santos
• 500 Milhões de casos/ano (1,5 mí óbitos)
• No Brasil 500 mil casos/ano (mortalidade 0,1%)
É uma doença infecciosa febril aguda. Causada
por um protosoário Plasmodium de diferentes
espécies e transmitido por um vetor mosquito
do gênero Anopheles.
Conhecida como Paludismo, febre palustre,
impaludismo e maleita.
MALÁRIA
02
PLASMODIUM
Plasmodium Vivax: Terçá Benigna
01
Plasmodium Ovale: Terçá Benigna
Plasmodium Malariae: Quartá Benigna
Plasmodium Falciparum: Maligna
HOSPEDEIRO
Definitivo: mosquito.
Gênero Anopheles
Intermediário: nossa espécie.
Transmisssão
• VETORIA Picada do Anopheles
• CONGÊNITA
• TRANSFUSIONAL
• TRANSPLANTE DE ORGÃOS
Período de Incubação
Variando de acordo com a espécie de
plasmódio.
P. falciparum, de 8 a
12 dias.
sendo em geral em
torno de 10 dias;
P. malariae,
de 18 a 30 dias.
Mas que podem variar
de 20 a 40 dias.
.
P. vivax e P . ovalex é
de 13 a 17 dias,
podendo ser de 10 a
20 dias;
Complicações
• ANEMIA
• ANOXIA
• OBSTRUÇÃO DE VASOS
• TOXINAS (HEMOZOINA)
• HIPOGLICEMIA
Sintomas
Vômito e diarréia
Cefaleia
Calafrios e suor
Esplenomegalia
Mal estar
Febre (intermitente)
Diagnóstico
O diagnóstico de certeza da infecção malárica só é
possível pela demonstração do parasito ou de antígenos relacionados,
no sangue periférico do paciente, por meio dos métodos diagnósticos
especificados a seguir:
GOTA ESPESSA
TESTE RÁPIDO PARA
DETECÇÃO DE
COMPONENTES
ANTÍGENOS DE
PLASMÓDIO
ESFREGAÇO DELGADO
Diagnóstico Diferencial
Febre tifóide, febre amarela, leptospirose, hepatite infecciosa,
calazar, doença de Chagas aguda e outros processos febris.
Na fase inicial, principalmente na criança, a Malária confundese
com outras doenças infecciosas dos tratos respiratório, urinário e
digestivo, quer de etiologia viral ou bacteriana.
No período de febre intermitente, pode ser confundida com
infecções urinárias, tuberculose miliar, salmoneloses
septicêmicas, calazar, endocardite bacteriana e
leucoses. Todas apresentam febre e, em geral, esplenomegalia.
Algumas delas apresentam anemia e hepatomegalia.
Tratamento
O tratamento da Malária visa a atingir o parasito
em pontos-chave de seu ciclo evolutivo, os quais
podem ser didaticamente resumidos em:
interrupção da esquizogonia sanguínea,
responsável pela patogenia e manifestações clínicas
da infecção, destruição de formas latentes do
parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos) das espécies
P. vivax e P. ovale, evitando assim as recaídas
tardias, interrupção da transmissão do parasito,
pelo uso de drogas que impedem o
desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos
(gametócitos).
No estado da Amazonia é
considerável uma doença de
notificação imediata,devendo ser
comunicada por telefone
imediatamente aos órgãos
componentes: Secretaria Municipal
de Saúde, Coordenadoria Regional
de Saúde, Secretaria Estadual de
Saúde, ou órgão responsavel na
cidade.
Prevenção
Uso de mosqueteiro e
telas em portas e janelas
Borrifação intradomiciliar
Roupas que protejam
o corpo
e uso do repelente
controle da vegetação
aquática
pequenas obras de
saneamento para eliminação
de criadouros do vetor
Modificação do fluxo da água
O B R I G A DA !

Malaria

  • 1.
    MALÁRIA Késia E. Souza TalithaOliveira S. Chaves Daylane Viana dos Santos
  • 2.
    • 500 Milhõesde casos/ano (1,5 mí óbitos) • No Brasil 500 mil casos/ano (mortalidade 0,1%) É uma doença infecciosa febril aguda. Causada por um protosoário Plasmodium de diferentes espécies e transmitido por um vetor mosquito do gênero Anopheles. Conhecida como Paludismo, febre palustre, impaludismo e maleita. MALÁRIA
  • 3.
    02 PLASMODIUM Plasmodium Vivax: TerçáBenigna 01 Plasmodium Ovale: Terçá Benigna Plasmodium Malariae: Quartá Benigna Plasmodium Falciparum: Maligna HOSPEDEIRO Definitivo: mosquito. Gênero Anopheles Intermediário: nossa espécie.
  • 4.
    Transmisssão • VETORIA Picadado Anopheles • CONGÊNITA • TRANSFUSIONAL • TRANSPLANTE DE ORGÃOS
  • 5.
    Período de Incubação Variandode acordo com a espécie de plasmódio. P. falciparum, de 8 a 12 dias. sendo em geral em torno de 10 dias; P. malariae, de 18 a 30 dias. Mas que podem variar de 20 a 40 dias. . P. vivax e P . ovalex é de 13 a 17 dias, podendo ser de 10 a 20 dias;
  • 6.
    Complicações • ANEMIA • ANOXIA •OBSTRUÇÃO DE VASOS • TOXINAS (HEMOZOINA) • HIPOGLICEMIA
  • 7.
    Sintomas Vômito e diarréia Cefaleia Calafriose suor Esplenomegalia Mal estar Febre (intermitente)
  • 8.
    Diagnóstico O diagnóstico decerteza da infecção malárica só é possível pela demonstração do parasito ou de antígenos relacionados, no sangue periférico do paciente, por meio dos métodos diagnósticos especificados a seguir: GOTA ESPESSA TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE COMPONENTES ANTÍGENOS DE PLASMÓDIO ESFREGAÇO DELGADO
  • 9.
    Diagnóstico Diferencial Febre tifóide,febre amarela, leptospirose, hepatite infecciosa, calazar, doença de Chagas aguda e outros processos febris. Na fase inicial, principalmente na criança, a Malária confundese com outras doenças infecciosas dos tratos respiratório, urinário e digestivo, quer de etiologia viral ou bacteriana. No período de febre intermitente, pode ser confundida com infecções urinárias, tuberculose miliar, salmoneloses septicêmicas, calazar, endocardite bacteriana e leucoses. Todas apresentam febre e, em geral, esplenomegalia. Algumas delas apresentam anemia e hepatomegalia.
  • 10.
    Tratamento O tratamento daMalária visa a atingir o parasito em pontos-chave de seu ciclo evolutivo, os quais podem ser didaticamente resumidos em: interrupção da esquizogonia sanguínea, responsável pela patogenia e manifestações clínicas da infecção, destruição de formas latentes do parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos) das espécies P. vivax e P. ovale, evitando assim as recaídas tardias, interrupção da transmissão do parasito, pelo uso de drogas que impedem o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos).
  • 11.
    No estado daAmazonia é considerável uma doença de notificação imediata,devendo ser comunicada por telefone imediatamente aos órgãos componentes: Secretaria Municipal de Saúde, Coordenadoria Regional de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde, ou órgão responsavel na cidade.
  • 12.
    Prevenção Uso de mosqueteiroe telas em portas e janelas Borrifação intradomiciliar Roupas que protejam o corpo e uso do repelente controle da vegetação aquática pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor Modificação do fluxo da água
  • 13.
    O B RI G A DA !