Álvaro de Campos passou por três fases literárias distintas: inicialmente decadentista e à procura de novas sensações através do ópio, depois futurista exaltando a máquina e o progresso moderno, e finalmente pessimista e introspetivo questionando o sentido da vida. A sua escrita é caracterizada por uma linguagem excessiva com abundância de exclamações e enumerações caóticas.