6 de Dezembro de 2011 Faculdade Jaguariuna Romilson Cesar Lima Logística
Dois estudo de caso em sala (em grupo de no máximo 3 pessoas) –  1,0  ponto Avaliação Integrativa –  2,0  pontos Avaliação Bimestral –  7,0  pontos Avaliação
Sumário do Curso Conceitos Transporte Armazenagem Distribuição
O que é Logística?
A logística estuda processos de: Armazenagem Transporte Fundamentos de Logística
Para ser mais competitiva é necessário, “para alguns segmentos”: Maior velocidade  no transporte Menor volume no estoque Fundamentos de Logística
Ou seja, temos que: Entregar a quantidade certa No local certo No momento exato E com um custo acessível Fundamentos de Logística
Por que devemos  ser tão assertivos? Fundamentos de Logística
Pense o seguinte: Quanto tempo durava uma geladeira nos anos 70? Quanto tempo dura uma geladeira hoje? Por quê isto está ocorrendo? INOVAÇÃO Fundamentos de Logística
Fluxo de informação mais veloz Fluxo físico mais assertivo Fundamentos de Logística
Modelos de cadeia: Cadeia Vertical Cadeia Horizontal Fundamentos de Logística
Modelos de cadeia: Vertical Poucos fornecedores; Menor flexibilidade; Poucos produtos. Fundamentos de Logística
Modelos de cadeia: Horizontal Muitos fornecedores; Grande flexibilidade; Muitos produtos. Fundamentos de Logística
FORNECEDOR FORNECEDOR MANUFATURA DISTRIBUIDOR VAREJO Cadeia horizontal necessita de maior integração:  Supply Chain Management informação Canal de relacionamento e venda:  INTERNET Fundamentos de Logística
transporte Gestão Estratégica de Estoques
Lembram-se do problema da Inovação?  Qual o problema gerado? A mudança no  CICLO DE VIDA  dos produtos Gestão de Estoques
Ciclo de vida longo Baixo Risco de estoque ANTES HOJE ALTO RISCO em estocar Ciclo de vida CURTO Gestão de Estoques
Demanda real Demanda prevista Volume  do estoque Por isto devemos procurar antecipar as demandas Gestão de Estoques
Existem dois tipos básicos  de Demanda: - Demanda Inelástica - Demanda Elástica Gestão de Estoques
Demanda Tempo Ano 1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Inelástica t 1 Aumento de preço Sazonalidade
Commodities preços baixos - atributo logístico ESTOQUE Gestão de Estoques Demanda Inelástica
Produtos de marca NÃO EXISTE UM  PADRÃO LOGÍSTICO Demanda Inelástica
Demanda Tempo Ano 1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Elástica
Produtos com curto ciclo de vida preços altos - atributo logístico TRANSPORTE Gestão de Estoques Demanda Elástica
Como reduzir os riscos de estoque? "ENTREGA POSTERGADA" Gestão de Estoques
Entrega do produto Produção Pedido feito pelo cliente Ciclo total Gestão de Estoques Vantagem da entrega postergada "Previsão da Demanda"
Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejo Cliente Gestão de Estoques Desintermediação do canal de suprimentos Canal tradicional NOVO CANAL UMA VANTAGEM ADICIONAL CRM
Desvantagem Complexidade na distribuição Fornecedor Manufatura Alta Capilaridade Gestão de Estoques
Política de estoques: *após a compra:  Estoque Puxado * na hora da compra:  Estoque Empurrado Gestão de Estoques
Fornecedor Manufatura Cliente Compra Entrega Produção Gestão de Estoques Estoque Puxado Exemplo: novo canal
Fornecedor Manufatura Cliente Varejo Gestão de Estoques Estoque Empurrado Estoque em todos os pontos da cadeia
Demanda Empurrado Puxado Gestão de Estoques
É possível determinar a política de estoques com dois parâmetros, sendo eles: Curva ABC Ciclo de vida Gestão de Estoques
80% das vendas das empresas são gerados por 20% da linha de produtos. Lei de Pareto Gestão de Estoques
Curva ABC Gestão de Estoques demanda produtos A B C 20% 50% 100% 30% 50% 80% 100% 20%
Com a quantificação é possível determinar o  CICLO DE VIDA dos produtos Gestão de Estoques tempo demanda introdução crescimento maturidade descontinuidade
Armazenagem Gestão de Armazenagem
Finalidade será gerenciar: Estoques na manufatura Estoques no ponta de venda Regular demanda Melhorar o NÍVEL DE SERVIÇO Gestão de Armazenagem
Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejo Cliente O estoque poderá ser armazenado ao longo da cadeia NÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO Gestão de Armazenagem
Tipos de Armazém Transit Point Cross-Docking Centro de Distribuição Gestão de Armazenagem
Transit Point Gestão de Armazenagem
Cross-Docking Gestão de Armazenagem
CD Usado pelo varejo e indústria Objetivo: consolidar cargas de pequeno volume e grande volume Tempo de estocagem: mais de 24 horas Gestão de Armazenagem
Gestão de Armazenagem
CD Necessidade de Endereçamento  Uso do  WMS   (Warehouse Management System)   e software roteirizador  de armazém Roteirizador  – Software  roteirizador de caminhos das entregas finais WMS + Roteirizador Gestão de Armazenagem
ARMAZÉM A B C D E A E SEQÜÊNCIA DO ROTEIRO DE ENTREGA: D C B Gestão de Armazenagem Roteirizador
WMS – Warehouse Management System Gestão de Armazenagem
Gestão de Armazém Gestão de Armazenagem Produtos ou matéria prima Recebimento ou expedição Armazenagem Movimentação física Picking e packing Embarque físico Montagem de Cargas Locação  de material Controle de  Qualidade Controle de Embalagem Inventario Gestão  de recursos
Gestão de Armazenagem
Controle de perecividade e qualidade, permitindo liberações ou bloqueio de locações conforme qualidade . Configurável com as características do físicas do armazém Otimização de endereçamento Configuração  de seqüência de retirada do item da locação. FIFO  , FEFO  e LIFO FIFO –  first-in-first-out FEFO –  first-expire-first-out LIFO –  last-in-first-out Gestão de Armazenagem WMS Warehouse Management System
Gestão de Armazenagem Simulação de vencimento de lotes. Controle de Tarefas Rotinas de inventario. Inventario WMS Warehouse Management System Controle de embalagens abertas. ------------------ ------------------ ------------------ Contratos de venda
Integração a partir do pedido Gestão de Armazenagem
transporte Gestão de Transporte
Como distribuir? Por modais – modos de transporte Gestão de Transporte Rodoviário Ferroviário
Dutoviário Gestão de Transporte Aeroviário Aquaviário
Estudo de caso Airbus Airbus Gestão de Transporte
A logística do Airbus A 380 Gestão de Transporte
Gestão de Transporte Alta Média Muito Limitada Muito Limitado Lento Baixo Dutoviário Alta Alta Limitada Extensivo Muito Rápido Muito Alto Aéreo Alta Muito Alta Alta Muito Extensivo Rápido Alto Rodoviário Média Muito Baixa Muito Alta Limitado Muito Lento Muito Baixo Hidroviário Média Baixa Alta Semi Extensivo Média Médio Ferroviário Confiabilidade Freqüência Variedade de produtos Abrangência Rapidez de Entrega Custo Modo Característica de Transporte
Gestão de Transporte Solicitação [1] Disponibilizar carga [2] Trasporte [3] [1]+[2]+[3]= lead time [3]= transit time
Relembrando Entrega do produto Produção Pedido feito pelo cliente Ciclo total LEAD TIME DO PEDIDO Gestão de Transporte
Gestão de Transporte Infra-estrutura logística brasileira
O PIB brasileiro no  ranking  mundial US$ correntes 2006 *Dado revisado pelo IBGE em março de 2007. Fonte: FMI MUNDO: US$ 48,1 tri EUA  US$ 14,53 tri Japão  US$  4,37 tri Alemanha US$  2,90 tri China  US$  2,63 tri  Reino Unido  US$  2,34 tri França  US$  2,23 tri  Itália US$  1,85 tri Canadá US$  1,27 tri Espanha US$  1,22 tri Brasil*  US$  1,07 tri  Segundo estudos do  The Economist Intelligence Unit,  a dimensão absoluta do PIB é um determinante relevante na atração do IDE Média de crescimento de 3% ao ano
A taxa de crescimento do PIB brasileiro no  ranking  mundial   % para os anos de 2005 e 2006 (previsões para 2007 e 2008)   2005  2006  2007  2008 MUNDO  3,3  3,8   3,5 3,3 G7  2,3  2,6  2,1 1,9   Índia, China e Rússia  9,3  8,8   8,6 7,9 Europa centro-oriental   5,5  6,3  5,8 5,2 Brasil  2,9  3,7   4,7* 4,5*   Fonte original: FMI.  * Elaboração própria.
Brasil: PIB o fim da “era da incerteza” 1990-2007 – série atualizada Crise Mexicana Crise da Ásia Crise da Rússia Mudança do regime cambial Apagão e Argentina Eleição Collor Fonte: IBGE. Collor Itamar FHC 1 FHC 2 Lula Crescimento moderado mas estável US$ 1,07 tri
Como está a Logística do Brasil em relação ao cenário mundial
Participação do Brasil no comércio Mundial 1967 2006 0,9% 1% Exportação 1967 2006 0,8% Importação 0,8% 1967 2006 0,2 Saldo comercial (US$ Bilhões) 46 1967 2006 1,6 Volume de exportações (US$ Bilhões) 137 1967 2006 1,4 Volume de importações (US$ Bilhões) 91 PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES NO PIB 1967 6% 2006 15%
Infra-estrutura
Investimento mundial em infra-estrutura (1) Investimentos em água, energia, estradas, ferrovias, portos e aeroportos Fonte: Booz Allen Hamilton 0,9 Oriente Médio 1,1 África 6,5 Estados Unidos e Canadá 7,4 América Latina 9,1 Europa 15,8 Ásia e Oceania Para modernizar a infra-estrutura serão necessários  40 trilhões  de dólares nos próximos 25 anos. O quadro mostra o investimento em infra-estrutura(1) no período (em trilhões de dólares)
Fonte: Banco Mundial O país precisará investir pelo menos 3,2% do PIB ao ano para manter um estoque mínimo de infra-estrutura até 2010   Investimento em Infra-estrutura
Investimento em Infra-estrutura Fonte: BNDES, elaboração SAE. 9,9 197,9 123,5 Infra-estrutura 18,5 38,1 16,3 Saneamento 7,4 11,0 7,7 Ferrovias n.d. 1,9 n.d. Portos 0,0 58,8 58,7 Comunicações 16,6 88,2 40,8 Energia Elétrica Realizado Previsão Crescimento (% ao ano) 2007-2010 2002-2005 Investimento (R$ bilhões) Previsão Setores
E na área de transportes, naturalmente, está refletido  este padrão. O impacto no Setor de Transportes Fonte: Ministério dos Transportes 0,22 0,14 0,28 0,15 0,20 0,30 0,15 0,82 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Investimentos da União em Transportes como percentual do PIB
Custo logístico: EUA: 10,5% do PIB (US$ 1,3 trilhão/US$   12,36 trilhões   ) Brasil: 20% do PIB (US$ 230 bilhões/US$  1,15 trilhões   ) Conseqüência : Impacto logística no custo final do produto EUA: média de 4% do valor final do produto Brasil: média de 7,2 % do valor final do produto Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Comparativo do custo Logístico 20% Brasil 18% México 13%  Alemanha 12% Canadá 11.3% Japão 10,5 % EUA % do PIB País
Densidade de ferrovias Km/1000 Km 2 Extensão das ferrovias brasileiras: 28.500 km Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial 8.514.876,599 km²  Brasil 3,35
EUA 20,46 Extensão das ferrovias americanas: 197.000 km 9.629.091 km²  Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Densidade de ferrovias Km/1000 Km 2 30% 6,27 60.000 km 9 572 909 km²  China 94% 19,16 63.000 km 3.287.590 km² Índia 24% 5,00 85.000 km 17.075.200 km² Rússia 16,4% 3,35 28.500 km 8.514.876,6 km² Brasil 100% 20,46 197.000 km 9.629.091 km² EUA % em relação aos EUA Densidade km/1000   km² Extensão da malha ferroviária Extensão territorial País
Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br) Matriz Modal
Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Comparação da velocidade média do modal ferroviário: Média mundial: 80 km/h  (EUA) Média Brasil: 25 km/h Comparativo da velocidade ferroviária
Participação Modal Custo do transporte de soja US$ 40/1000 km Brasil – 80% modal rodoviário Custo do transporte de soja US$ 20/1000 km EUA – 70% modal hidroviário
Comparação entre o custo de exportação de soja do Brasil e dos Estados Unidos para a Alemanha (Hamburgo)  US$/ton  Fonte:   Brazil Soybean Transportation Guide, US Department of Agriculture Saída pelo porto de Rio Grande; (2) Saída pelo porto de Paranaguá;  (3) Saída pelo porto de Santos; (4) Saída pelo porto de Paranaguá. 21,5% 22,5% 24,6% 31,9% 43,3% 22,2% Participação do transporte no no custo final 274,7 280,5 279 267,7 288,8 267,9 Custo total 215,7 217,6 210,2 181,9 164,0 208,4 Valor na Fazenda 21,8 25,7 - - - - Frete Fluvial 28,6 28,6 47,2 48,2 47,2 46,7 Frete Marítimo (longo curso) 8,6 8,6 21,5 37,6 77,6 12,8 Frete Rodoviário 59,0 62,9 68,7 85,8 124,8 59,6 Total transporte Davenport Mineápolis (4)  Centro-norte PR (3) Sul de GO (2) Norte de MT (1) Noroeste do RS Região de origem Estados Unidos Brasil País
Investimentos privados e independentes, bitolas distintas. Bitolas existentes: 1,00 m 1,60 m Dificuldades para integração de fluxos
Além do menor frete as modal aquaviário possui o menor preço de implantação Custo por implantação por km no Brasil: Rodovia - R$ 600.000,00 Ferrovia – R$ 700.000,00 Hidrovia – R$ 100.000,00 Gestão de Transporte
Problemas com os portos brasileiros: Falta de infra-estrutura Falta de estradas e ferrovias com destino aos portos Muita lentidão Tecnologia obsoleta   US$ 1,2 bilhões poderiam ser economizados com o aumento do calado – Santos 12 m (grandes navios requerem 17 m) 40 contêineres/h são movimentados nos portos brasileiros. Na Europa são movimentados 120 contêineres/h
Carga completa Milk Run Carga Fracionada Gestão de Transporte
Fornecedor Manufatura Carga Completa Gestão de Transporte Transporte de toda a carga em um único modal
Fornecedor Manufatura Milk Run Gestão de Transporte Uso de vários fornecedores Fornecedor Fornecedor
Fornecedor Manufatura Carga Fracionada Gestão de Transporte Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Transit Point Carga completa
Gestão de Operações
Operação e gerenciamento da produção Just-in-time (JIT) Significa produzir bens e serviços no  “momento que são necessários” A   produção antecipada gera  estoques
Operação e gerenciamento da produção O JIT permite que se veja os problemas operacionais permitindo minimizá-los NÍVEL DO ESTOQUE erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina NÍVEL DO ESTOQUE O ALTO NÍVEL DE ESTOQUE ENCOBRE ERROS erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina ERROS VISÍVIES
Kanban X Just-in-Time Uma vez calculado o estoque de segurança, é necessário determinar os níveis de alerta que o quadro deve indicar.
DIMENSIONAMENTO O Kanban determina o evento que dispara a ação de reposição (nível, número de embalagens liberadas, espaço vazio, etc.) Após o evento, deve restar no estoque uma quantidade suficiente para que a reposição seja concretizada.
Após selecionado o quadro, é necessário: Demanda do item O tempo que o primeiro cartão que “abandona” o material, volta com material associado DIMENSIONAMENTO
Just-in-sequence Just-in-Sequence
Transporte – Abastecimento Just-in-Sequence
Just-in-Sequence Transporte – Abastecimento
Parque de Fornecedores Externo Prédio Montagem Final Condomínio Industrial Delphi Lear Marelli Aethra Thyssen Magna CBA Bundy Johnson Lear Continental
Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial
Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial Parque de Fornecedores Externo Linha de Montage Final
Rebocador Elétrico para comboio interno de Racks Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial
Transporte – Consórcio Modular Consórcio Modular Terceirização da produção Funcionário dos fornecedores produzem os produtos VW caminhões - Resende
José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg ARMAÇÃO PINTURA MONTAGEM MAXION CARESE DELGA SIEMENS VDO POWERTRAIN ARVIM MERITOR 2 1 1 REMON 2 ACABAMENTO TESTES FINAIS MOTOR CÂMBIO FonteJosé Luiz Meinberg VOLKSWAGEN   TRUCK $ BUS SOUTH AMERICA
Canais de distribuição Gestão da Distribuição
Canal de Distribuição Gestão da Distribuição
Um  canal de distribuição bem estruturado  possibilita um  bom nível de serviço  no aspecto disponibilidade Conseqüências – possibilidade de  melhoria no índice de retenção  dos clientes Gestão da Distribuição
A  disponibilidade   =  barreira de saída  – mesmo pagando  preço  premium , a  comodidade  e a  certeza de achar o que se quer     determinante na  decisão de compra Gestão da Distribuição
Tipos de Canais Canais Verticais Canais Híbridos Canais Múltiplos Gestão da Distribuição
Canais Verticais Gestão da Distribuição
Canais  Híbridos Gestão da Distribuição
Canais Híbridos X Canais Verticais  Gestão da Distribuição
Canais Múltiplos Satisfazer a cada nicho específico Internet call center   lojas físicas Gestão da Distribuição
Propriedade dos canais de distribuição  Distribuição Exclusiva  Distribuição Seletiva  Distribuição Intensiva Gestão da Distribuição
Propriedade dos canais de distribuição  Distribuição Exclusiva  Produtos especiais Produtos de Marca Foco em padronização no atendimento Gestão da Distribuição
Propriedade dos canais de distribuição  Distribuição Seletiva  pesquisa antes da compra Foco no posicionamento do mercado  Gestão da Distribuição
Propriedade dos canais de  distribuição  Distribuição Intensiva  consumo freqüente   Foco na capilaridade da distribuição Gestão da Distribuição
A logística mostra-se essencial em um mercado complexo com cenários de total incerteza. Portanto, todo o cuidado com a logística mostra-se necessário.  Boa Sorte em sua Jornada

Logística Empresarial

  • 1.
    6 de Dezembrode 2011 Faculdade Jaguariuna Romilson Cesar Lima Logística
  • 2.
    Dois estudo decaso em sala (em grupo de no máximo 3 pessoas) – 1,0 ponto Avaliação Integrativa – 2,0 pontos Avaliação Bimestral – 7,0 pontos Avaliação
  • 3.
    Sumário do CursoConceitos Transporte Armazenagem Distribuição
  • 4.
    O que éLogística?
  • 5.
    A logística estudaprocessos de: Armazenagem Transporte Fundamentos de Logística
  • 6.
    Para ser maiscompetitiva é necessário, “para alguns segmentos”: Maior velocidade no transporte Menor volume no estoque Fundamentos de Logística
  • 7.
    Ou seja, temosque: Entregar a quantidade certa No local certo No momento exato E com um custo acessível Fundamentos de Logística
  • 8.
    Por que devemos ser tão assertivos? Fundamentos de Logística
  • 9.
    Pense o seguinte:Quanto tempo durava uma geladeira nos anos 70? Quanto tempo dura uma geladeira hoje? Por quê isto está ocorrendo? INOVAÇÃO Fundamentos de Logística
  • 10.
    Fluxo de informaçãomais veloz Fluxo físico mais assertivo Fundamentos de Logística
  • 11.
    Modelos de cadeia:Cadeia Vertical Cadeia Horizontal Fundamentos de Logística
  • 12.
    Modelos de cadeia:Vertical Poucos fornecedores; Menor flexibilidade; Poucos produtos. Fundamentos de Logística
  • 13.
    Modelos de cadeia:Horizontal Muitos fornecedores; Grande flexibilidade; Muitos produtos. Fundamentos de Logística
  • 14.
    FORNECEDOR FORNECEDOR MANUFATURADISTRIBUIDOR VAREJO Cadeia horizontal necessita de maior integração: Supply Chain Management informação Canal de relacionamento e venda: INTERNET Fundamentos de Logística
  • 15.
  • 16.
    Lembram-se do problemada Inovação? Qual o problema gerado? A mudança no CICLO DE VIDA dos produtos Gestão de Estoques
  • 17.
    Ciclo de vidalongo Baixo Risco de estoque ANTES HOJE ALTO RISCO em estocar Ciclo de vida CURTO Gestão de Estoques
  • 18.
    Demanda real Demandaprevista Volume do estoque Por isto devemos procurar antecipar as demandas Gestão de Estoques
  • 19.
    Existem dois tiposbásicos de Demanda: - Demanda Inelástica - Demanda Elástica Gestão de Estoques
  • 20.
    Demanda Tempo Ano1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Inelástica t 1 Aumento de preço Sazonalidade
  • 21.
    Commodities preços baixos- atributo logístico ESTOQUE Gestão de Estoques Demanda Inelástica
  • 22.
    Produtos de marcaNÃO EXISTE UM PADRÃO LOGÍSTICO Demanda Inelástica
  • 23.
    Demanda Tempo Ano1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Elástica
  • 24.
    Produtos com curtociclo de vida preços altos - atributo logístico TRANSPORTE Gestão de Estoques Demanda Elástica
  • 25.
    Como reduzir osriscos de estoque? "ENTREGA POSTERGADA" Gestão de Estoques
  • 26.
    Entrega do produtoProdução Pedido feito pelo cliente Ciclo total Gestão de Estoques Vantagem da entrega postergada "Previsão da Demanda"
  • 27.
    Fornecedor Manufatura DistribuidorVarejo Cliente Gestão de Estoques Desintermediação do canal de suprimentos Canal tradicional NOVO CANAL UMA VANTAGEM ADICIONAL CRM
  • 28.
    Desvantagem Complexidade nadistribuição Fornecedor Manufatura Alta Capilaridade Gestão de Estoques
  • 29.
    Política de estoques:*após a compra: Estoque Puxado * na hora da compra: Estoque Empurrado Gestão de Estoques
  • 30.
    Fornecedor Manufatura ClienteCompra Entrega Produção Gestão de Estoques Estoque Puxado Exemplo: novo canal
  • 31.
    Fornecedor Manufatura ClienteVarejo Gestão de Estoques Estoque Empurrado Estoque em todos os pontos da cadeia
  • 32.
    Demanda Empurrado PuxadoGestão de Estoques
  • 33.
    É possível determinara política de estoques com dois parâmetros, sendo eles: Curva ABC Ciclo de vida Gestão de Estoques
  • 34.
    80% das vendasdas empresas são gerados por 20% da linha de produtos. Lei de Pareto Gestão de Estoques
  • 35.
    Curva ABC Gestãode Estoques demanda produtos A B C 20% 50% 100% 30% 50% 80% 100% 20%
  • 36.
    Com a quantificaçãoé possível determinar o CICLO DE VIDA dos produtos Gestão de Estoques tempo demanda introdução crescimento maturidade descontinuidade
  • 37.
  • 38.
    Finalidade será gerenciar:Estoques na manufatura Estoques no ponta de venda Regular demanda Melhorar o NÍVEL DE SERVIÇO Gestão de Armazenagem
  • 39.
    Fornecedor Manufatura DistribuidorVarejo Cliente O estoque poderá ser armazenado ao longo da cadeia NÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO Gestão de Armazenagem
  • 40.
    Tipos de ArmazémTransit Point Cross-Docking Centro de Distribuição Gestão de Armazenagem
  • 41.
    Transit Point Gestãode Armazenagem
  • 42.
  • 43.
    CD Usado pelovarejo e indústria Objetivo: consolidar cargas de pequeno volume e grande volume Tempo de estocagem: mais de 24 horas Gestão de Armazenagem
  • 44.
  • 45.
    CD Necessidade deEndereçamento Uso do WMS (Warehouse Management System) e software roteirizador de armazém Roteirizador – Software roteirizador de caminhos das entregas finais WMS + Roteirizador Gestão de Armazenagem
  • 46.
    ARMAZÉM A BC D E A E SEQÜÊNCIA DO ROTEIRO DE ENTREGA: D C B Gestão de Armazenagem Roteirizador
  • 47.
    WMS – WarehouseManagement System Gestão de Armazenagem
  • 48.
    Gestão de ArmazémGestão de Armazenagem Produtos ou matéria prima Recebimento ou expedição Armazenagem Movimentação física Picking e packing Embarque físico Montagem de Cargas Locação de material Controle de Qualidade Controle de Embalagem Inventario Gestão de recursos
  • 49.
  • 50.
    Controle de perecividadee qualidade, permitindo liberações ou bloqueio de locações conforme qualidade . Configurável com as características do físicas do armazém Otimização de endereçamento Configuração de seqüência de retirada do item da locação. FIFO , FEFO e LIFO FIFO – first-in-first-out FEFO – first-expire-first-out LIFO – last-in-first-out Gestão de Armazenagem WMS Warehouse Management System
  • 51.
    Gestão de ArmazenagemSimulação de vencimento de lotes. Controle de Tarefas Rotinas de inventario. Inventario WMS Warehouse Management System Controle de embalagens abertas. ------------------ ------------------ ------------------ Contratos de venda
  • 52.
    Integração a partirdo pedido Gestão de Armazenagem
  • 53.
  • 54.
    Como distribuir? Pormodais – modos de transporte Gestão de Transporte Rodoviário Ferroviário
  • 55.
    Dutoviário Gestão deTransporte Aeroviário Aquaviário
  • 56.
    Estudo de casoAirbus Airbus Gestão de Transporte
  • 57.
    A logística doAirbus A 380 Gestão de Transporte
  • 58.
    Gestão de TransporteAlta Média Muito Limitada Muito Limitado Lento Baixo Dutoviário Alta Alta Limitada Extensivo Muito Rápido Muito Alto Aéreo Alta Muito Alta Alta Muito Extensivo Rápido Alto Rodoviário Média Muito Baixa Muito Alta Limitado Muito Lento Muito Baixo Hidroviário Média Baixa Alta Semi Extensivo Média Médio Ferroviário Confiabilidade Freqüência Variedade de produtos Abrangência Rapidez de Entrega Custo Modo Característica de Transporte
  • 59.
    Gestão de TransporteSolicitação [1] Disponibilizar carga [2] Trasporte [3] [1]+[2]+[3]= lead time [3]= transit time
  • 60.
    Relembrando Entrega doproduto Produção Pedido feito pelo cliente Ciclo total LEAD TIME DO PEDIDO Gestão de Transporte
  • 61.
    Gestão de TransporteInfra-estrutura logística brasileira
  • 62.
    O PIB brasileirono ranking mundial US$ correntes 2006 *Dado revisado pelo IBGE em março de 2007. Fonte: FMI MUNDO: US$ 48,1 tri EUA US$ 14,53 tri Japão US$ 4,37 tri Alemanha US$ 2,90 tri China US$ 2,63 tri Reino Unido US$ 2,34 tri França US$ 2,23 tri Itália US$ 1,85 tri Canadá US$ 1,27 tri Espanha US$ 1,22 tri Brasil* US$ 1,07 tri Segundo estudos do The Economist Intelligence Unit, a dimensão absoluta do PIB é um determinante relevante na atração do IDE Média de crescimento de 3% ao ano
  • 63.
    A taxa decrescimento do PIB brasileiro no ranking mundial % para os anos de 2005 e 2006 (previsões para 2007 e 2008) 2005 2006 2007 2008 MUNDO 3,3 3,8 3,5 3,3 G7 2,3 2,6 2,1 1,9 Índia, China e Rússia 9,3 8,8 8,6 7,9 Europa centro-oriental 5,5 6,3 5,8 5,2 Brasil 2,9 3,7 4,7* 4,5* Fonte original: FMI. * Elaboração própria.
  • 64.
    Brasil: PIB ofim da “era da incerteza” 1990-2007 – série atualizada Crise Mexicana Crise da Ásia Crise da Rússia Mudança do regime cambial Apagão e Argentina Eleição Collor Fonte: IBGE. Collor Itamar FHC 1 FHC 2 Lula Crescimento moderado mas estável US$ 1,07 tri
  • 65.
    Como está aLogística do Brasil em relação ao cenário mundial
  • 66.
    Participação do Brasilno comércio Mundial 1967 2006 0,9% 1% Exportação 1967 2006 0,8% Importação 0,8% 1967 2006 0,2 Saldo comercial (US$ Bilhões) 46 1967 2006 1,6 Volume de exportações (US$ Bilhões) 137 1967 2006 1,4 Volume de importações (US$ Bilhões) 91 PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES NO PIB 1967 6% 2006 15%
  • 67.
  • 68.
    Investimento mundial eminfra-estrutura (1) Investimentos em água, energia, estradas, ferrovias, portos e aeroportos Fonte: Booz Allen Hamilton 0,9 Oriente Médio 1,1 África 6,5 Estados Unidos e Canadá 7,4 América Latina 9,1 Europa 15,8 Ásia e Oceania Para modernizar a infra-estrutura serão necessários 40 trilhões de dólares nos próximos 25 anos. O quadro mostra o investimento em infra-estrutura(1) no período (em trilhões de dólares)
  • 69.
    Fonte: Banco MundialO país precisará investir pelo menos 3,2% do PIB ao ano para manter um estoque mínimo de infra-estrutura até 2010 Investimento em Infra-estrutura
  • 70.
    Investimento em Infra-estruturaFonte: BNDES, elaboração SAE. 9,9 197,9 123,5 Infra-estrutura 18,5 38,1 16,3 Saneamento 7,4 11,0 7,7 Ferrovias n.d. 1,9 n.d. Portos 0,0 58,8 58,7 Comunicações 16,6 88,2 40,8 Energia Elétrica Realizado Previsão Crescimento (% ao ano) 2007-2010 2002-2005 Investimento (R$ bilhões) Previsão Setores
  • 71.
    E na áreade transportes, naturalmente, está refletido este padrão. O impacto no Setor de Transportes Fonte: Ministério dos Transportes 0,22 0,14 0,28 0,15 0,20 0,30 0,15 0,82 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Investimentos da União em Transportes como percentual do PIB
  • 72.
    Custo logístico: EUA:10,5% do PIB (US$ 1,3 trilhão/US$ 12,36 trilhões ) Brasil: 20% do PIB (US$ 230 bilhões/US$ 1,15 trilhões ) Conseqüência : Impacto logística no custo final do produto EUA: média de 4% do valor final do produto Brasil: média de 7,2 % do valor final do produto Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Comparativo do custo Logístico 20% Brasil 18% México 13% Alemanha 12% Canadá 11.3% Japão 10,5 % EUA % do PIB País
  • 73.
    Densidade de ferroviasKm/1000 Km 2 Extensão das ferrovias brasileiras: 28.500 km Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial 8.514.876,599 km²  Brasil 3,35
  • 74.
    EUA 20,46 Extensãodas ferrovias americanas: 197.000 km 9.629.091 km²  Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Densidade de ferrovias Km/1000 Km 2 30% 6,27 60.000 km 9 572 909 km² China 94% 19,16 63.000 km 3.287.590 km² Índia 24% 5,00 85.000 km 17.075.200 km² Rússia 16,4% 3,35 28.500 km 8.514.876,6 km² Brasil 100% 20,46 197.000 km 9.629.091 km² EUA % em relação aos EUA Densidade km/1000 km² Extensão da malha ferroviária Extensão territorial País
  • 75.
  • 76.
    Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br),CNT e Banco Mundial Comparação da velocidade média do modal ferroviário: Média mundial: 80 km/h (EUA) Média Brasil: 25 km/h Comparativo da velocidade ferroviária
  • 77.
    Participação Modal Custodo transporte de soja US$ 40/1000 km Brasil – 80% modal rodoviário Custo do transporte de soja US$ 20/1000 km EUA – 70% modal hidroviário
  • 78.
    Comparação entre ocusto de exportação de soja do Brasil e dos Estados Unidos para a Alemanha (Hamburgo) US$/ton Fonte: Brazil Soybean Transportation Guide, US Department of Agriculture Saída pelo porto de Rio Grande; (2) Saída pelo porto de Paranaguá; (3) Saída pelo porto de Santos; (4) Saída pelo porto de Paranaguá. 21,5% 22,5% 24,6% 31,9% 43,3% 22,2% Participação do transporte no no custo final 274,7 280,5 279 267,7 288,8 267,9 Custo total 215,7 217,6 210,2 181,9 164,0 208,4 Valor na Fazenda 21,8 25,7 - - - - Frete Fluvial 28,6 28,6 47,2 48,2 47,2 46,7 Frete Marítimo (longo curso) 8,6 8,6 21,5 37,6 77,6 12,8 Frete Rodoviário 59,0 62,9 68,7 85,8 124,8 59,6 Total transporte Davenport Mineápolis (4) Centro-norte PR (3) Sul de GO (2) Norte de MT (1) Noroeste do RS Região de origem Estados Unidos Brasil País
  • 79.
    Investimentos privados eindependentes, bitolas distintas. Bitolas existentes: 1,00 m 1,60 m Dificuldades para integração de fluxos
  • 80.
    Além do menorfrete as modal aquaviário possui o menor preço de implantação Custo por implantação por km no Brasil: Rodovia - R$ 600.000,00 Ferrovia – R$ 700.000,00 Hidrovia – R$ 100.000,00 Gestão de Transporte
  • 81.
    Problemas com osportos brasileiros: Falta de infra-estrutura Falta de estradas e ferrovias com destino aos portos Muita lentidão Tecnologia obsoleta US$ 1,2 bilhões poderiam ser economizados com o aumento do calado – Santos 12 m (grandes navios requerem 17 m) 40 contêineres/h são movimentados nos portos brasileiros. Na Europa são movimentados 120 contêineres/h
  • 82.
    Carga completa MilkRun Carga Fracionada Gestão de Transporte
  • 83.
    Fornecedor Manufatura CargaCompleta Gestão de Transporte Transporte de toda a carga em um único modal
  • 84.
    Fornecedor Manufatura MilkRun Gestão de Transporte Uso de vários fornecedores Fornecedor Fornecedor
  • 85.
    Fornecedor Manufatura CargaFracionada Gestão de Transporte Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Transit Point Carga completa
  • 86.
  • 87.
    Operação e gerenciamentoda produção Just-in-time (JIT) Significa produzir bens e serviços no “momento que são necessários” A produção antecipada gera estoques
  • 88.
    Operação e gerenciamentoda produção O JIT permite que se veja os problemas operacionais permitindo minimizá-los NÍVEL DO ESTOQUE erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina NÍVEL DO ESTOQUE O ALTO NÍVEL DE ESTOQUE ENCOBRE ERROS erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina ERROS VISÍVIES
  • 89.
    Kanban X Just-in-TimeUma vez calculado o estoque de segurança, é necessário determinar os níveis de alerta que o quadro deve indicar.
  • 90.
    DIMENSIONAMENTO O Kanbandetermina o evento que dispara a ação de reposição (nível, número de embalagens liberadas, espaço vazio, etc.) Após o evento, deve restar no estoque uma quantidade suficiente para que a reposição seja concretizada.
  • 91.
    Após selecionado oquadro, é necessário: Demanda do item O tempo que o primeiro cartão que “abandona” o material, volta com material associado DIMENSIONAMENTO
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 95.
    Parque de FornecedoresExterno Prédio Montagem Final Condomínio Industrial Delphi Lear Marelli Aethra Thyssen Magna CBA Bundy Johnson Lear Continental
  • 96.
    Logística Interna desuprimento Condomínio Industrial
  • 97.
    Logística Interna desuprimento Condomínio Industrial Parque de Fornecedores Externo Linha de Montage Final
  • 98.
    Rebocador Elétrico paracomboio interno de Racks Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial
  • 99.
    Transporte – ConsórcioModular Consórcio Modular Terceirização da produção Funcionário dos fornecedores produzem os produtos VW caminhões - Resende
  • 100.
    José Luiz MeinbergJosé Luiz Meinberg José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg ARMAÇÃO PINTURA MONTAGEM MAXION CARESE DELGA SIEMENS VDO POWERTRAIN ARVIM MERITOR 2 1 1 REMON 2 ACABAMENTO TESTES FINAIS MOTOR CÂMBIO FonteJosé Luiz Meinberg VOLKSWAGEN TRUCK $ BUS SOUTH AMERICA
  • 101.
    Canais de distribuiçãoGestão da Distribuição
  • 102.
    Canal de DistribuiçãoGestão da Distribuição
  • 103.
    Um canalde distribuição bem estruturado possibilita um bom nível de serviço no aspecto disponibilidade Conseqüências – possibilidade de melhoria no índice de retenção dos clientes Gestão da Distribuição
  • 104.
    A disponibilidade = barreira de saída – mesmo pagando preço premium , a comodidade e a certeza de achar o que se quer  determinante na decisão de compra Gestão da Distribuição
  • 105.
    Tipos de CanaisCanais Verticais Canais Híbridos Canais Múltiplos Gestão da Distribuição
  • 106.
    Canais Verticais Gestãoda Distribuição
  • 107.
    Canais HíbridosGestão da Distribuição
  • 108.
    Canais Híbridos XCanais Verticais Gestão da Distribuição
  • 109.
    Canais Múltiplos Satisfazera cada nicho específico Internet call center lojas físicas Gestão da Distribuição
  • 110.
    Propriedade dos canaisde distribuição Distribuição Exclusiva Distribuição Seletiva Distribuição Intensiva Gestão da Distribuição
  • 111.
    Propriedade dos canaisde distribuição Distribuição Exclusiva Produtos especiais Produtos de Marca Foco em padronização no atendimento Gestão da Distribuição
  • 112.
    Propriedade dos canaisde distribuição Distribuição Seletiva pesquisa antes da compra Foco no posicionamento do mercado Gestão da Distribuição
  • 113.
    Propriedade dos canaisde distribuição Distribuição Intensiva consumo freqüente Foco na capilaridade da distribuição Gestão da Distribuição
  • 114.
    A logística mostra-seessencial em um mercado complexo com cenários de total incerteza. Portanto, todo o cuidado com a logística mostra-se necessário. Boa Sorte em sua Jornada

Notas do Editor

  • #63 A revisão feita pelo IBGE em março é um procedimento normal, recomendado pela ONU – que estabelece as normas internacionais para o Sistema de Contas Nacionais. O IBGE dispõe hoje de pesquisas que não existiam no passado, tais como a POF – 2003 Pesquisa de Orçamentos Familiares e a PAIC – Pesquisa Anual da Indústria da Construção. Com base nisso, o IBGE revisou o cálculo do PIB desde 2000. A nova série revelou um PIB mais elevado, mais volátil e com uma participação maior do setor de serviços (63% do PIB corresponde a serviços no Brasil hoje; nos EUA, 71%).
  • #64 G7: EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão Índia, China e Rússia: crescimento ponderado pelo PIB de cada país, como no G7
  • #69 A revisão feita pelo IBGE em março é um procedimento normal, recomendado pela ONU – que estabelece as normas internacionais para o Sistema de Contas Nacionais. O IBGE dispõe hoje de pesquisas que não existiam no passado, tais como a POF – 2003 Pesquisa de Orçamentos Familiares e a PAIC – Pesquisa Anual da Indústria da Construção. Com base nisso, o IBGE revisou o cálculo do PIB desde 2000. A nova série revelou um PIB mais elevado, mais volátil e com uma participação maior do setor de serviços (63% do PIB corresponde a serviços no Brasil hoje; nos EUA, 71%).