Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 28.02.2016 às 17h.Lição 8
Escola Bíblica Dominical
A morte para o verdadeiro cristão
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que
não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra
da verdade. (2Tm 2.15)
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“Porque para mim o viver é Cristo, e o
morrer é ganho” (Fp 1.21).
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Para o crente, a morte não é o fim da
vida, mas o início de uma plena,
sublime e eterna comunhão com
Deus.
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Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
 I. Conceituar técnica e biblicamente o evento da morte.
 II. Explicar a morte no Antigo e Novo Testamento.
 III. Saber que a morte, apesar dos pesares, é o início
da vida eterna.
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I. O QUE É A MORTE
1. Conceito
2. O que as Escrituras dizem?
3. É a separação da alma do corpo
II – A VIDA APÓS A MORTE
1. O que diz o Antigo Testamento
2. O que diz o Novo Testamento
III – MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA
1. Esperança, apesar do luto
2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
3. A morte: o desfrutar da vida eterna
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Morte: Interrupção definitiva da
vida terrena.
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1 Coríntios 15.51-57
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Numa sociedade materialista, evita-se falar
sobre assuntos negativos. No entanto, a
morte é um fenômeno real que se abate
sobre os seres humanos de todas as idades,
classes sociais e religiões. Afinal de contas,
quem pensa em morrer? Há alguma virtude
na morte? Nos dias atuais, o desespero vem
tomando conta das pessoas, até mesmo das
que professam a fé cristã.
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É uma pena que alguns púlpitos não estejam
preocupados em preparar as suas ovelhas,
através das Sagradas Escrituras, para
enfrentar essa realidade que pode chegar a
qualquer família, sem avisá-la ou pedir-lhe
licença. Por isso, nessa lição,
demonstraremos que Deus se preocupa com
a fragilidade e vicissitude humanas,
principalmente quando se trata de um tema
tão laborioso e delicado.
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1. Conceito
2. O que as Escrituras dizem?
3. É a separação da alma do corpo
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Não é tarefa fácil definir a
morte. Como fenômeno
natural, ela é discutida na
ciência, na religião e faz parte
de debates cotidianos, pois
atinge a todos (Sl 89.48; Ec
8.8).
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1. Conceito
Anteriormente definida como
parada cardíaca e respiratória,
o consenso médico atual a
define como cessamento
clínico, cerebral ou cardíaco
irreversível do corpo
humano. No entanto, a
definição mais popular do
fenômeno é a “interrupção da
atividade elétrica no cérebro
como um todo”.
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1. Conceito
A constatação de que a pessoa
entrou em óbito é o ponto de partida
para a permissão, ou não, pela
família, de doar órgãos.
“O salário do pecado é a morte”
(Rm 6.23). Deus não criou o
homem e a mulher para morrer.
O Senhor não planejou tal
realidade para o ser humano.
Mas, conforme descrito em
Romanos 6.23, a morte é
consequência da queda (Gn
3.1-24). O pecado roubou, em
parte, a vida eterna da
humanidade.
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2. O que as Escrituras dizem?
Assim, a Bíblia demonstra que
a morte é a consequência
inevitável do pecado, e realça
esse fato como a separação
entre “alma” e “corpo” (Gn
35.18).
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2. O que as Escrituras dizem?
A base bíblica para esse
entendimento está em Gênesis
35.18, quando da morte de
Raquel: “E aconteceu que,
saindo-se lhe a alma (porque
morreu)”. Tiago, o irmão do
Senhor, corrobora esse
pensamento quando ensina:
“Porque, assim como o corpo
sem o espírito [alma] está
morto, assim também a fé sem
obras é morta” (2.26).
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3. É a separação da alma do corpo
Teologicamente e, segundo as
Escrituras, podemos afirmar
que a separação da “alma” do
“corpo” estabelece o fenômeno
natural e também espiritual que
denominamos morte. Mas, o
que acontece com a alma
após a separação do corpo?
Há vida após a morte? São
indagações que podemos fazer.
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3. É a separação da alma do corpo
RESUMO DO TÓPICO (1)
Tecnicamente a morte é o cessamento clínico,
cerebral e cardíaco irreversível do organismo.
Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo
e a alma.
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1. O que diz o Antigo Testamento
2. O que diz o Novo Testamento
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“Morrendo o homem,
porventura, tornará a viver?” (Jó
14.14a). Essa é uma pergunta
de interesse perene para todos
os seres humanos. Indagações
como: “Há vida após a morte?”,
“Existe consciência noutra vida?”
são questões existenciais não
muito resolvidas até mesmo
para alguns teólogos.
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1. O que diz o Antigo Testamento
Entretanto, as Escrituras têm as
respostas a essas perguntas.
a) Sheol. Em Salmos 16.10 e
49.14,15, o termo hebraico é
“sheol”. Essa palavra aparece ao
longo de todo o Antigo Testamento.
É traduzido por “inferno” e
“sepultura”. Tais expressões
denotam a ideia de imortalidade da
alma e a esperança de se estar
diante de Deus após a experiência
da morte. Tal expectativa
representa o âmago das expressões
do salmista.
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1. O que diz o Antigo Testamento
b) A esperança da ressurreição.
O patriarca Jó, após muito padecer,
expressou-se confiantemente: “E
depois que o meu corpo estiver
destruído e sem carne, verei a
Deus” (19.26 cf. vv.23-25,27). O
salmista expressou-se a esse
respeito da seguinte forma:
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1. O que diz o Antigo Testamento
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“Quanto a mim, feita a justiça,
verei a tua face; quando
despertar, ficarei satisfeito ao
ver a tua semelhança” (17.15
cf. 16.9-11). Os profetas Isaías
e Daniel expõem a esperança
da ressurreição como um
encontro irreversível com Deus
(Is 26.19; Dn 12.2).
1. O que diz o Antigo Testamento
Esses textos realçam a doutrina
da esperança na ressurreição do
corpo em glória e denotam,
inclusive, a alegria do crente em
se encontrar com o seu Deus
após a morte. Logo, podemos
afirmar categoricamente que o
Antigo Testamento, respalda,
inclusive com riqueza de
detalhes, que há vida e
consciência após a morte.
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1. O que diz o Antigo Testamento
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A base bíblica neotestamentária
da existência de vida
consciente após a morte e a
imortalidade da alma está
fundamentada exatamente na
pessoa de Jesus de Nazaré. Ele
foi quem trouxe luz, vida e
imortalidade ao homem que crê.
As evidências são abundantes
(Mt 10.28, Lc 23.43, Jo
11.25,26; 14.3; 2 Co 5.1).
2. O que diz o Novo Testamento
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Essas porções bíblicas ensinam
claramente a sobrevivência da
alma humana fora do corpo,
seja a do crente ou a do não
crente, após a morte. Não
obstante, a redenção do corpo e
a alegre comunhão eterna com
Deus são resultados da plena e
bem-aventurada ressurreição e
transformação do corpo
corruptível em incorruptível (1
Co 15.1-58; 1 Ts 4.16; Fp
3.21).
2. O que diz o Novo Testamento
Definitivamente, e segundo as
Escrituras, o dom da vida para os
cristãos não é uma existência
finita, mas uma linda história de
comunhão com o Deus eterno.
Foi Ele quem implantou em nós,
através de Cristo Jesus, nosso
Senhor, a sua graça salvadora
enquanto estivermos em nossa
peregrinação terrena.
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2. O que diz o Novo Testamento
RESUMO DO TÓPICO (2)
As Escrituras denotam o dom da vida
como uma existência infinita e, após o
evento da morte, o início de uma
história eterna de comunhão com
Deus.
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1. Esperança, apesar do luto
2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
3. A morte: o desfrutar da vida eterna
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É natural que a experiência da separação de um ente
querido traga dor, angústia, tristeza e saudade. O luto
chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa. Mas
a promessa do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a
qualquer vicissitude existencial: “[...] quem crê em mim,
ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).
1. Esperança, apesar do luto
O Pai entregou seu Filho em
favor da humanidade, e assim o
fez simplesmente por amor (Jo
3.16). Esse ato amoroso
proporcionou a possibilidade de
escaparmos do juízo divino pelo
sangue precioso derramado por
Cristo Jesus. Isso leva-nos a
refletir que sem a morte de
Jesus não haveria ressurreição.
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2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
Logo, não haveria pregação do
Evangelho nem salvação. O
apóstolo Paulo tinha a
convicção de que a Cruz de
Cristo é o âmago do Evangelho
(1 Co 1.17), do novo
nascimento e da vida eterna.
Hoje só amamos o Senhor
porque Ele nos amou primeiro
(1 Jo 4.19). Por isso, pela sua
morte, e morte de cruz temos,
nEle, a vida eterna.
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2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
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O fenômeno da
morte é para o
crente a prova da
fé vigorosa
revelada em sua
vida terrena. Essa
fé manifesta-se
numa consciência
de vitória apesar de
a morte mostrar-se
como uma aparente
derrota.
3. A morte: o desfrutar da vida eterna
O apóstolo Pedro lembra
dessa fé quando exorta-nos:
“[...] alegrai-vos no fato de
serdes participantes das
aflições de Cristo, para que
também na revelação da sua
glória vos regozijeis e
alegreis” (1 Pe 4.13).
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3. A morte: o desfrutar da vida eterna
Para o crente a morte não é o
fim, mas o início de uma
extraordinária e plena vida
com Cristo. É a certeza de
que o seu “aguilhão” foi
retirado de uma vez por
todas, selando o passaporte
oficial para a vida eterna em
Jesus (1 Co 15.55; Os
13.14).
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3. A morte: o desfrutar da vida eterna
Um dia nosso corpo será
plenamente arrebatado do poder da
morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17)!
RESUMO DO TÓPICO (3)
Apesar da dor e do luto, para o
cristão, a morte é o início do
desfrutar da vida eterna.
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Conclusão:
Precisamos ter consciência de que a nossa vida é
semelhante à flor da erva. Ela se esvai
rapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o
“viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não
se prenda às questões passageiras e efêmeras.
Na peregrinação existencial, preencha sua mente
com o Evangelho.
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Conclusão:
Assim, ao final de sua vida poderá jubiloso, entoar
o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua
carreira: “Combati o bom combate, acabei a
carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da
justiça me está guardada, a qual o Senhor,
justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente
a mim, mas também a todos os que amarem a
sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e
esperança, porque Ele é a ressurreição e a vida.
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Lição 8 A morte para o verdadeiro cristão

  • 1.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 28.02.2016 às 17h.Lição 8 Escola Bíblica Dominical A morte para o verdadeiro cristão
  • 2.
    Procura apresentar-te aDeus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. (2Tm 2.15) Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 3.
    “Porque para mimo viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 4.
    Para o crente,a morte não é o fim da vida, mas o início de uma plena, sublime e eterna comunhão com Deus. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 5.
    Após esta aula,o aluno deverá estar apto a:  I. Conceituar técnica e biblicamente o evento da morte.  II. Explicar a morte no Antigo e Novo Testamento.  III. Saber que a morte, apesar dos pesares, é o início da vida eterna. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 6.
    I. O QUEÉ A MORTE 1. Conceito 2. O que as Escrituras dizem? 3. É a separação da alma do corpo II – A VIDA APÓS A MORTE 1. O que diz o Antigo Testamento 2. O que diz o Novo Testamento III – MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA 1. Esperança, apesar do luto 2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna 3. A morte: o desfrutar da vida eterna Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 7.
    Morte: Interrupção definitivada vida terrena. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 8.
    1 Coríntios 15.51-57 Av.Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 9.
    Numa sociedade materialista,evita-se falar sobre assuntos negativos. No entanto, a morte é um fenômeno real que se abate sobre os seres humanos de todas as idades, classes sociais e religiões. Afinal de contas, quem pensa em morrer? Há alguma virtude na morte? Nos dias atuais, o desespero vem tomando conta das pessoas, até mesmo das que professam a fé cristã. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 10.
    É uma penaque alguns púlpitos não estejam preocupados em preparar as suas ovelhas, através das Sagradas Escrituras, para enfrentar essa realidade que pode chegar a qualquer família, sem avisá-la ou pedir-lhe licença. Por isso, nessa lição, demonstraremos que Deus se preocupa com a fragilidade e vicissitude humanas, principalmente quando se trata de um tema tão laborioso e delicado. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 11.
    1. Conceito 2. Oque as Escrituras dizem? 3. É a separação da alma do corpo Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 12.
    Não é tarefafácil definir a morte. Como fenômeno natural, ela é discutida na ciência, na religião e faz parte de debates cotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec 8.8). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. Conceito
  • 13.
    Anteriormente definida como paradacardíaca e respiratória, o consenso médico atual a define como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano. No entanto, a definição mais popular do fenômeno é a “interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo”. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. Conceito A constatação de que a pessoa entrou em óbito é o ponto de partida para a permissão, ou não, pela família, de doar órgãos.
  • 14.
    “O salário dopecado é a morte” (Rm 6.23). Deus não criou o homem e a mulher para morrer. O Senhor não planejou tal realidade para o ser humano. Mas, conforme descrito em Romanos 6.23, a morte é consequência da queda (Gn 3.1-24). O pecado roubou, em parte, a vida eterna da humanidade. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 2. O que as Escrituras dizem?
  • 15.
    Assim, a Bíbliademonstra que a morte é a consequência inevitável do pecado, e realça esse fato como a separação entre “alma” e “corpo” (Gn 35.18). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 2. O que as Escrituras dizem?
  • 16.
    A base bíblicapara esse entendimento está em Gênesis 35.18, quando da morte de Raquel: “E aconteceu que, saindo-se lhe a alma (porque morreu)”. Tiago, o irmão do Senhor, corrobora esse pensamento quando ensina: “Porque, assim como o corpo sem o espírito [alma] está morto, assim também a fé sem obras é morta” (2.26). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 3. É a separação da alma do corpo
  • 17.
    Teologicamente e, segundoas Escrituras, podemos afirmar que a separação da “alma” do “corpo” estabelece o fenômeno natural e também espiritual que denominamos morte. Mas, o que acontece com a alma após a separação do corpo? Há vida após a morte? São indagações que podemos fazer. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 3. É a separação da alma do corpo
  • 18.
    RESUMO DO TÓPICO(1) Tecnicamente a morte é o cessamento clínico, cerebral e cardíaco irreversível do organismo. Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo e a alma. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 19.
    1. O quediz o Antigo Testamento 2. O que diz o Novo Testamento Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 20.
    “Morrendo o homem, porventura,tornará a viver?” (Jó 14.14a). Essa é uma pergunta de interesse perene para todos os seres humanos. Indagações como: “Há vida após a morte?”, “Existe consciência noutra vida?” são questões existenciais não muito resolvidas até mesmo para alguns teólogos. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. O que diz o Antigo Testamento Entretanto, as Escrituras têm as respostas a essas perguntas.
  • 21.
    a) Sheol. EmSalmos 16.10 e 49.14,15, o termo hebraico é “sheol”. Essa palavra aparece ao longo de todo o Antigo Testamento. É traduzido por “inferno” e “sepultura”. Tais expressões denotam a ideia de imortalidade da alma e a esperança de se estar diante de Deus após a experiência da morte. Tal expectativa representa o âmago das expressões do salmista. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. O que diz o Antigo Testamento
  • 22.
    b) A esperançada ressurreição. O patriarca Jó, após muito padecer, expressou-se confiantemente: “E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus” (19.26 cf. vv.23-25,27). O salmista expressou-se a esse respeito da seguinte forma: Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. O que diz o Antigo Testamento
  • 23.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP “Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quando despertar, ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança” (17.15 cf. 16.9-11). Os profetas Isaías e Daniel expõem a esperança da ressurreição como um encontro irreversível com Deus (Is 26.19; Dn 12.2). 1. O que diz o Antigo Testamento
  • 24.
    Esses textos realçama doutrina da esperança na ressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, a alegria do crente em se encontrar com o seu Deus após a morte. Logo, podemos afirmar categoricamente que o Antigo Testamento, respalda, inclusive com riqueza de detalhes, que há vida e consciência após a morte. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 1. O que diz o Antigo Testamento
  • 25.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP A base bíblica neotestamentária da existência de vida consciente após a morte e a imortalidade da alma está fundamentada exatamente na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele foi quem trouxe luz, vida e imortalidade ao homem que crê. As evidências são abundantes (Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25,26; 14.3; 2 Co 5.1). 2. O que diz o Novo Testamento
  • 26.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP Essas porções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, seja a do crente ou a do não crente, após a morte. Não obstante, a redenção do corpo e a alegre comunhão eterna com Deus são resultados da plena e bem-aventurada ressurreição e transformação do corpo corruptível em incorruptível (1 Co 15.1-58; 1 Ts 4.16; Fp 3.21). 2. O que diz o Novo Testamento
  • 27.
    Definitivamente, e segundoas Escrituras, o dom da vida para os cristãos não é uma existência finita, mas uma linda história de comunhão com o Deus eterno. Foi Ele quem implantou em nós, através de Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua graça salvadora enquanto estivermos em nossa peregrinação terrena. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 2. O que diz o Novo Testamento
  • 28.
    RESUMO DO TÓPICO(2) As Escrituras denotam o dom da vida como uma existência infinita e, após o evento da morte, o início de uma história eterna de comunhão com Deus. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 29.
    1. Esperança, apesardo luto 2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna 3. A morte: o desfrutar da vida eterna Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 30.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP É natural que a experiência da separação de um ente querido traga dor, angústia, tristeza e saudade. O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa. Mas a promessa do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a qualquer vicissitude existencial: “[...] quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25). 1. Esperança, apesar do luto
  • 31.
    O Pai entregouseu Filho em favor da humanidade, e assim o fez simplesmente por amor (Jo 3.16). Esse ato amoroso proporcionou a possibilidade de escaparmos do juízo divino pelo sangue precioso derramado por Cristo Jesus. Isso leva-nos a refletir que sem a morte de Jesus não haveria ressurreição. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
  • 32.
    Logo, não haveriapregação do Evangelho nem salvação. O apóstolo Paulo tinha a convicção de que a Cruz de Cristo é o âmago do Evangelho (1 Co 1.17), do novo nascimento e da vida eterna. Hoje só amamos o Senhor porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4.19). Por isso, pela sua morte, e morte de cruz temos, nEle, a vida eterna. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
  • 33.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP O fenômeno da morte é para o crente a prova da fé vigorosa revelada em sua vida terrena. Essa fé manifesta-se numa consciência de vitória apesar de a morte mostrar-se como uma aparente derrota. 3. A morte: o desfrutar da vida eterna
  • 34.
    O apóstolo Pedrolembra dessa fé quando exorta-nos: “[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis” (1 Pe 4.13). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 3. A morte: o desfrutar da vida eterna
  • 35.
    Para o crentea morte não é o fim, mas o início de uma extraordinária e plena vida com Cristo. É a certeza de que o seu “aguilhão” foi retirado de uma vez por todas, selando o passaporte oficial para a vida eterna em Jesus (1 Co 15.55; Os 13.14). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP 3. A morte: o desfrutar da vida eterna Um dia nosso corpo será plenamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17)!
  • 36.
    RESUMO DO TÓPICO(3) Apesar da dor e do luto, para o cristão, a morte é o início do desfrutar da vida eterna. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 37.
    Conclusão: Precisamos ter consciênciade que a nossa vida é semelhante à flor da erva. Ela se esvai rapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o “viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não se prenda às questões passageiras e efêmeras. Na peregrinação existencial, preencha sua mente com o Evangelho. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 38.
    Conclusão: Assim, ao finalde sua vida poderá jubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua carreira: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e esperança, porque Ele é a ressurreição e a vida. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 39.
    Av. Mariana CaligioriRonchetti, 1051 – São Paulo - SP
  • 40.
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