Linguagem
Videográfica
A Elaboração dos Planos
Linguage
    m
Videográ
   fica
 Planos de
 Expressão   Plano de Conjunto (PC)




             É um plano muito utilizado na
             introdução de uma cena ou na
             apresentação de um
             personagem.

             O espetador pode concentrar a
             sua atenção na ação do
             personagem.
Linguage
    m
Videográ
   fica
 Planos de
 Expressão   Plano Médio (PM)



             A maior parte do fundo é
             eliminada, conseguindo-se que
             o personagem se converta no
             centro da atenção.

             É usado para mostrar as
             relações entre personagens,
             mas carece da intensidade
             psicológica dos primeiros
             planos.
Linguage
    m
Videográ
   fica
 Planos de
 Expressão   Plano Aproximada de Peito (P.A.P.)

             É o mais útil para a filmagem
             de diálogos.

             Este plano obriga o público a
             uma maior concentração.

             Dá-se uma maior importância
             ao rosto do personagem ou
             pormenor de um objecto ao
             mesmo tempo que se elimina
             o ambiente que o envolve.
Linguage
    m
Videográ
   fica
 Planos de
 Expressão   Grande Plano (GP)

             É essencial para atingir a
             máxima intensidade
             dramático.

             Este plano pode ser revelador
             dos pensamentos ou da vida
             interior do protagonista.

             Pode ser aplicado ao rosto ou
             outros pormenores relevantes
             da ação.
Linguage
    m
Videográ
   fica
 Planos de
 Expressão   Muito Grande Plano (M.G.P.)




             Devido à força dramática dos
             primeiros planos, deve ser
             assegurada a sua utilização
             contextualizada.
Linguagem
Videográfic
a
Continuidade Espacio-Temporal
Linguage
m
Videográfi
ca
Continuidade
direcional




               No gráfico à esquerda um homem
               caminha por uma rua. Entra na
               imagem pelo lado esquerdo e deve
               sair pelo lado direito. Nos planos que
               se seguem deverá continuar a entrar
               pela esquerda e a sair pela direita,
               para que se possa compreender que
               caminha sempre na mesma direção.
Linguage
m
Videográfi
ca
Continuidade
direcional




               Quando se pretende demonstrar que dois grupos/personagens vão
               encontrar-se num local determinado, devem então ser vistos
               deslocando-se em sentidos opostos ao longo de sucessivos planos.
               Deduz-se que ambos se irão encontrar num plano posterior.
Linguage
m
Videográfi
ca
Continuidade
direcional




               Existem ocasiões em que se pode desejar mudar a continuidade
               narrativa do filme.
               O procedimento mais fácil para mudar o sentido direccional das
               personagens pode ser executado através do próprio personagem no
               interior do plano. Pode aparecer em campo deslocando-se da
               esquerda para a direita e a meio do caminho dar meia-volta e
               regressar ao local de partida.
Linguage
m
Videográfi
ca
Continuidade
direcional




               Um grande plano do rosto do personagem pode ser utilizado como
               técnica de transição se a câmara focar o personagem caminhando na
               sua direção e, no seguimento desta continuidade, aparecer de costas
               afastando-se da câmara.



                                                              Grande Plano
Linguage
m
Videográfi
ca
Contracampo   A câmara 1 capta um Plano Conjunto
              das personagens. A figura de negro
              aparece no écran caminhando na
              direção esquerda-direita e a figura de
              branco encontra-se parada (Plano 1).
Linguage
m
Videográfi
ca
Contracampo




              A câmara 2 capta um Plano Aproximado
              de peito da figura de branco,
              mostrando a direção do seu olhar
              quando segue a figura de negro (Plano 2).
Linguage
m
Videográfi
ca
Contracampo




              A câmara 3, em contracampo, mostra
              aquilo que a figura de branco vê. E
              nessa perspectiva, a figura de negro
              deslocar-se-à da direita para a esquerda.
              (Plano 3)
Linguage
m
Videográfi
ca
Ponto de Vista e Movimento
Linguagem
Videográfic
a
Ponto de vista e
                   Ponto de Vista Normal
movimento

                              É o menos dramático dos ângulos
                              de câmara para enquadrar um
                              personagem, porque os resultados
                              obtidos são puramente estáticos.
Linguagem
Videográfic
a
Ponto de vista e   Ponto de Vista Normal
movimento




                   Plano em Picado


                              O plano em picado enquadra um
                              personagem visto de cima e pretende
                              diminuir a sua força ou importância
                              fazendo-o parecer débil ou vulnerável.
Linguagem
Videográfic
a
Ponto de vista e   Ponto de Vista Normal
movimento




                   Plano em Picado




                   Plano em Contrapicado



                              Este efeito provocará o aumento da
                              estatura e importância de um
                              personagem, de forma a colocá-lo
                              numa posição dominante.
Linguagem
Videográfic
a
Ponto de vista e
movimento
                   Panorâmica descritiva:

                   Quando a câmara percorre uma zona
                   ampla sem qualquer ponto de interesse
                   específico, percorrendo livremente o
                   enquadramento.

                   Panorâmica condutora da atenção:

                   Quando a atenção do público é guiada
                   para que siga um movimento determinado
                   dentro do enquadramento.

Linguagem Videográfica

  • 1.
  • 2.
    Linguage m Videográ fica Planos de Expressão Plano de Conjunto (PC) É um plano muito utilizado na introdução de uma cena ou na apresentação de um personagem. O espetador pode concentrar a sua atenção na ação do personagem.
  • 3.
    Linguage m Videográ fica Planos de Expressão Plano Médio (PM) A maior parte do fundo é eliminada, conseguindo-se que o personagem se converta no centro da atenção. É usado para mostrar as relações entre personagens, mas carece da intensidade psicológica dos primeiros planos.
  • 4.
    Linguage m Videográ fica Planos de Expressão Plano Aproximada de Peito (P.A.P.) É o mais útil para a filmagem de diálogos. Este plano obriga o público a uma maior concentração. Dá-se uma maior importância ao rosto do personagem ou pormenor de um objecto ao mesmo tempo que se elimina o ambiente que o envolve.
  • 5.
    Linguage m Videográ fica Planos de Expressão Grande Plano (GP) É essencial para atingir a máxima intensidade dramático. Este plano pode ser revelador dos pensamentos ou da vida interior do protagonista. Pode ser aplicado ao rosto ou outros pormenores relevantes da ação.
  • 6.
    Linguage m Videográ fica Planos de Expressão Muito Grande Plano (M.G.P.) Devido à força dramática dos primeiros planos, deve ser assegurada a sua utilização contextualizada.
  • 7.
  • 8.
    Linguage m Videográfi ca Continuidade direcional No gráfico à esquerda um homem caminha por uma rua. Entra na imagem pelo lado esquerdo e deve sair pelo lado direito. Nos planos que se seguem deverá continuar a entrar pela esquerda e a sair pela direita, para que se possa compreender que caminha sempre na mesma direção.
  • 9.
    Linguage m Videográfi ca Continuidade direcional Quando se pretende demonstrar que dois grupos/personagens vão encontrar-se num local determinado, devem então ser vistos deslocando-se em sentidos opostos ao longo de sucessivos planos. Deduz-se que ambos se irão encontrar num plano posterior.
  • 10.
    Linguage m Videográfi ca Continuidade direcional Existem ocasiões em que se pode desejar mudar a continuidade narrativa do filme. O procedimento mais fácil para mudar o sentido direccional das personagens pode ser executado através do próprio personagem no interior do plano. Pode aparecer em campo deslocando-se da esquerda para a direita e a meio do caminho dar meia-volta e regressar ao local de partida.
  • 11.
    Linguage m Videográfi ca Continuidade direcional Um grande plano do rosto do personagem pode ser utilizado como técnica de transição se a câmara focar o personagem caminhando na sua direção e, no seguimento desta continuidade, aparecer de costas afastando-se da câmara. Grande Plano
  • 12.
    Linguage m Videográfi ca Contracampo A câmara 1 capta um Plano Conjunto das personagens. A figura de negro aparece no écran caminhando na direção esquerda-direita e a figura de branco encontra-se parada (Plano 1).
  • 13.
    Linguage m Videográfi ca Contracampo A câmara 2 capta um Plano Aproximado de peito da figura de branco, mostrando a direção do seu olhar quando segue a figura de negro (Plano 2).
  • 14.
    Linguage m Videográfi ca Contracampo A câmara 3, em contracampo, mostra aquilo que a figura de branco vê. E nessa perspectiva, a figura de negro deslocar-se-à da direita para a esquerda. (Plano 3)
  • 15.
  • 16.
    Linguagem Videográfic a Ponto de vistae Ponto de Vista Normal movimento É o menos dramático dos ângulos de câmara para enquadrar um personagem, porque os resultados obtidos são puramente estáticos.
  • 17.
    Linguagem Videográfic a Ponto de vistae Ponto de Vista Normal movimento Plano em Picado O plano em picado enquadra um personagem visto de cima e pretende diminuir a sua força ou importância fazendo-o parecer débil ou vulnerável.
  • 18.
    Linguagem Videográfic a Ponto de vistae Ponto de Vista Normal movimento Plano em Picado Plano em Contrapicado Este efeito provocará o aumento da estatura e importância de um personagem, de forma a colocá-lo numa posição dominante.
  • 19.
    Linguagem Videográfic a Ponto de vistae movimento Panorâmica descritiva: Quando a câmara percorre uma zona ampla sem qualquer ponto de interesse específico, percorrendo livremente o enquadramento. Panorâmica condutora da atenção: Quando a atenção do público é guiada para que siga um movimento determinado dentro do enquadramento.