O documento discute a essência da adoração cristã, comparando aqueles que não adoram verdadeiramente a Deus com os verdadeiros adoradores. Aqueles que não conhecem a Deus veem o culto como pragmático e normalizam o pecado. Já os verdadeiros adoradores adoram a Deus de forma consciente e em espírito e verdade, o que resulta em compreensão da adoração como comunhão com Deus e desejo de compartilhar isso com os outros.