O documento discute a passividade da comunidade judaica brasileira em relação à campanha de desarmamento civil no país. O autor argumenta que o desarmamento da população civil sempre precedeu perseguições e genocídios contra judeus ao longo da história, como ocorreu na Alemanha nazista. Ele acredita que a comunidade judaica deveria se posicionar contra o desarmamento no Brasil para evitar que a história se repita.