O documento discute a visão de Aurélio Agostinho sobre a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, ressaltando a importância da bênção a Abraão para os dias atuais. Críticas são feitas ao governo de Dilma Rousseff por ações percebidas como antissemitas e à recente retórica do presidente Lula sobre a criação de Israel, que contradiz fatos históricos. O texto conclui ressaltando a importância do reconhecimento e da preservação da memória da independência de Israel e dos desafios enfrentados pelo país.