O documento argumenta contra o desarmamento da população, afirmando que desarmar as pessoas as torna vulneráveis à tirania e genocídio. Ele fornece exemplos históricos de países que desarmaram suas populações e depois cometeram genocídio, como a União Soviética, Alemanha nazista e Camboja, resultando em milhões de mortes. Também cita estatísticas mostrando aumentos nos crimes violentos após desarmamentos recentes no Reino Unido.