Cyberbulying na escola
   Taylor Hillridge é uma adolescente cujo pai abandonou a família e
    que desde então é criada, juntamente com seu irmão mais
    novo, por sua mãe. Taylor ganha, em seu aniversário de 17
    anos, um computador, e no primeiro instante, se sente muito
    animada pela independência adquirida de poder navegar na
    internet sem que a sua mãe ficasse sempre a vigiando.
    Porém, Taylor logo se descobre vítima de "cyberbullying" quando
    se torna membro de uma rede social. Tudo começa a dar errado
    a partir do momento em que seu irmão invade a sua conta e
    posta uma mensagem difamatória sobre ela. E logo os
    estudantes de sua escola começam a escrever comentários
    horríveis, e até postam um vídeo satirizando falsas histórias a seu
    respeito. Taylor quase comete suicídio por overdose de
    remédios, fato que foi evitado pela chegada de sua mãe antes
    que ela conseguisse retirar a tampa do frasco. A adolescente foi
    enviada ao hospital e passou a frequentar um grupo de ajuda às
    vítimas do cyberbullying. A mãe de Taylor, após o fatídico
    incidente da tentativa de suicídio da adolescente, procura ajuda
    para aprovar uma lei contra a agressão verbal pela internet, como
    forma de prevenir que outros sofressem a mesmo situação de
    sua filha.
Como ocorre o
cyberbullying estar vigilantes e observar
 Educadores e pais devem
    certos sinais, que podem ser o indício de que o
    bullying possa estar ocorrendo
    alunos que antes eram dedicados à escola e que
    começar a causar problemas.
    depressão ou agressividade.
   Os pais – tanto quanto os professores – devem estar
    atentos às mudanças de comportamento e através
    do diálogo descobrir o que há de errado. A
    prevenção no caso do cyberbullying dá-se pelo
    monitoramento (diferente de “vigilância” ou “invasão
    de privacidade”) do uso da internet. Saber os sites
    que seu filho frequenta e usa, que tipo de interação
    tem com os outros membros, a quais comunidades
    ou grupos pertence – entre outras informações – é
    muito importante para saber se seu filho sofre ou
    pratica o bullying
A violência virtual
 Cyberbullying: a violência virtual
 Na internet e no celular, mensagens
  com imagens e comentários
  depreciativos se alastram rapidamente
  e tornam o bullying ainda mais
  perverso. Como o espaço virtual é
  ilimitado, o poder de agressão se
  amplia e a vítima se sente acuada
  mesmo fora da escola. E o que é pior:
  muitas vezes, ela não sabe de quem se
  defender
Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são
  capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham
  uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas
  mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é
  bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais
  e físicas são muito mais freqüentes do que o desejado. Esse
  comportamento não é novo, mas a maneira como
  pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando.
  Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas
  como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra
  do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou
  "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão
  (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias
  vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a
  tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails
  ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento
  e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima
  foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem
  aumentando rapidamente o número de casos de violência desse
  tipo.
Jozé luis,gabriel,weslley

Jozé luis,gabriel,weslley

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    Taylor Hillridge é uma adolescente cujo pai abandonou a família e que desde então é criada, juntamente com seu irmão mais novo, por sua mãe. Taylor ganha, em seu aniversário de 17 anos, um computador, e no primeiro instante, se sente muito animada pela independência adquirida de poder navegar na internet sem que a sua mãe ficasse sempre a vigiando. Porém, Taylor logo se descobre vítima de "cyberbullying" quando se torna membro de uma rede social. Tudo começa a dar errado a partir do momento em que seu irmão invade a sua conta e posta uma mensagem difamatória sobre ela. E logo os estudantes de sua escola começam a escrever comentários horríveis, e até postam um vídeo satirizando falsas histórias a seu respeito. Taylor quase comete suicídio por overdose de remédios, fato que foi evitado pela chegada de sua mãe antes que ela conseguisse retirar a tampa do frasco. A adolescente foi enviada ao hospital e passou a frequentar um grupo de ajuda às vítimas do cyberbullying. A mãe de Taylor, após o fatídico incidente da tentativa de suicídio da adolescente, procura ajuda para aprovar uma lei contra a agressão verbal pela internet, como forma de prevenir que outros sofressem a mesmo situação de sua filha.
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    Como ocorre o cyberbullyingestar vigilantes e observar  Educadores e pais devem certos sinais, que podem ser o indício de que o bullying possa estar ocorrendo  alunos que antes eram dedicados à escola e que começar a causar problemas.  depressão ou agressividade.  Os pais – tanto quanto os professores – devem estar atentos às mudanças de comportamento e através do diálogo descobrir o que há de errado. A prevenção no caso do cyberbullying dá-se pelo monitoramento (diferente de “vigilância” ou “invasão de privacidade”) do uso da internet. Saber os sites que seu filho frequenta e usa, que tipo de interação tem com os outros membros, a quais comunidades ou grupos pertence – entre outras informações – é muito importante para saber se seu filho sofre ou pratica o bullying
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    A violência virtual Cyberbullying: a violência virtual  Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender
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    Todo mundo queconvive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais freqüentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.